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Jornal - Reconquistar a UNE - 2011
 

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Jornal da Reconquistar a UNE 2011

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    Jornal - Reconquistar a UNE - 2011 Jornal - Reconquistar a UNE - 2011 Document Transcript

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    • !Na luta cotidiana somos forjad@ s!!Quem somos o adesismo acrítico ao governo, e de outro a oposição oportunista e tambémA tese Reconquistar a UNE é acrítica a ele. Compreendemos econstruída por estudantes que se defendemos o papel protagonista ereferenciam no PT, na esquerda do PT autônomo dos movimentos sociais.e sua tendência interna, Articulaçãode Esquerda. É uma tese também Cabe à UNE, assim, entender essedaqueles/as que se dedicam a luta papel histórico. E para isso, serápela construção de outro mundo, mais necessário fazermos com que a UNEjusto, democrático e igualitário: um tenha uma relação real com @smundo socialista! Lutamos por um estudantes brasileir@s e com asMovimento Estudantil diferente, que demais organizações estudantis. Queconsiga dar resposta às pautas esteja presente nas Universidades,centrais da educação e ao mesmo tempo com legitimidade para poder avaliar aconsiga dar corpo à luta geral com situação do ensino, e dar respostaoutros movimentos sociais. Esta luta rápida e concreta para os problemas.perpassa pela defesa de uma UNE Mas, só conseguiremos isso sedemocrática, autônoma e combativa. democratizarmos a estrutura organizativa, financeira e deDefendemos que o Movimento Estudantil comunicação da entidade, e see a UNE tenham um papel protagonista fizermos com que ela tenha umana disputa dos rumos do Brasil, postura autônoma e protagonistaaprofundando mudanças conquistadas, frente ao governo e que possa retomarcombatendo as políticas de retrocesso a organização de amplos setores d@se construindo o caminho para reformas estudantes brasileir@s.estruturais. Por isso, gostaríamos de apresentarNão compactuamos com as posições uma alternativa de direção para aextremistas que, pautadas sempre pelo UNE:governo, revelam de um lado expressam Reconquistar a UNE! Some-se à luta!
    • A luta das/dos estudantes no Brasil Este grupo tem como principalpassa, sem dúvida, pela UNE. Esta objetivo sua manutenção na direçãoentidade tem história: teve papel de entidades, em detrimento àcentral nas reivindicações estudantis realização das lutas estudantis e aoe das disputas gerais da sociedade. diálogo com os estudantes. Para“Se muito vale o já feito, mas vale o isto, manter a estruturaque será”: nós da Reconquistar aUNE burocratizada e arcaica da UNE e nãotemos dois desafios: 1) Arrumar nossa construir uma efetiva política decasa, nossa UNE; 2) Recolocá-la no comunicação com os estudantes sãoplano central das disputas da pressupostos para se manter noEducação e do Brasil. poder.Para isso, é necessário fazer com que Não entendemos que o caminho sejaa UNE volte a representar os/as romper com UNE, construindoestudantes não só no papel, mas entidades particulares de cadatambém nas disputadas do dia-a-dia, partido. Este caminho, inclusive, jána referência de atuação, e no foi adotado por alguns setores,símbolo de um movimento social ativo, resultando numa experiência distantecombativo e democrático. dos/das estudantes e também centralizada e antidemocrática.Há um tempo, não estamos conseguindo Acreditamos sim, e sem saudosismos,cumprir essa tarefa de casa. Isto que é possível recolocar a UNE nodecorre, em muito, pela política caminho das lutas do Movimentorecuada, centralizada e Estudantil, alterando sua política eantidemocrática do campo majoritário democratizando sua estruturadesde 1991 (20 anos!). organizativa.
    • - Organização Colegiada e por Coordenações: substituição do presidencialismopor uma Coordenação Geral; da Secretaria Geral pela Coordenação deOrganização; tesouraria pela Coordenação de Finanças; transformar as demaisDiretorias em Coordenações, e criar a Coordenação de Formação Política;- Criação das Coordenações Estaduais da UNE: substituindo os ineficientesVice-Presidentes Estaduais;- Criação de NTPs – Núcleos de Trabalho Permanente: de ExtensãoUniversitária, Cultura, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente, Esporte, Saúde,Políticas Educacionais, Negros e Negras, LGBTT, Mulheres, etc. Conduzidos porsua respectiva Coordenação e compostos por entidades estudantis, coletivos,etc.- Democratizar e Massificar a Comunicação da UNE:- Criar um jornal de circulação nacional, aberto a todas as opiniões doMovimento Estudantil; retomar o jornal-mural da UNE;- Site da UNE mais ágil,interativo e colaborativo com o movimento; criação do boletim eletrônico;- Divulgação das Teses no site da UNE antes dos fóruns da UNE;- Intensificar as visitas dos membros da UNE nas universidades;- Implantação do Conselho Editorial da UNE, já aprovado;- Finanças da UNE:- Transparência já! Não a centralização das finanças da UNE em uma só pessoa!- Implantação do Conselho Fiscal da UNE, já aprovado inclusive;- Obrigatoriedade de planejamento financeiro coletivo;- Fim das empresas privadas na confecção da carteira da UNE edescentralização da emissão através das entidades estudantis, mantendo ocaráter nacional, através do “Selo da UNE”;- Que o Regimento Nacional de Carteiras se torne uma realidade;
    • No ano de 2010 vivenciamos duas grandes experiências: o término do governoLula com um recorde de aprovação popular e avanços conquistados para a classetrabalhadora e a disputa polarizada entre o campo da esquerda, encabeçadopelo PT, e o campo da direita, encabeçado pelo PSDB.Precisamos fazer avaliações desses dois acontecimentos para projetarmos nossaatuação no presente e consolidar nosso caminho de futuro. Assim, é precisoreconhecer que mesmo com toda a disputa interna do governo Lula com ossetores de centro e de direita, o governo sai como o melhor de nossa históriae o que mais obteve avanços no que tange à luta d@s trabalhadores/as.Contudo, na disputa presidencial, setores de esquerda – partidos e movimentossociais – deixaram claro que tais avanços não são o bastante para mudar acondição de exploração da classe trabalhadora no país: é preciso mais. E foicom esse sentimento que a vitória da primeira mulher Presidente da Repúblicafoi comemorada.O novo governo se inicia então, com um impasse: continuar ou modificar acontraditória política do governo Lula, que também se refletiu no EnsinoSuperior, pois, se por um lado foram ampliados os investimentos nasUniversidades Públicas, expandindo-as e criando novas instituições, poroutro, não foram alterados seus métodos pedagógicos, estrutura de gestão emanteve-se a hegemonia do ensino pago no país.
    • ^Anunciado em fevereiro de 2011, o PRONATEC – Programa Nacional de Acesso àEscola Técnica é um conjunto de medidas voltadas para oferta radical de vagasnos sistemas público e particular de ensino técnico e profissionalizante,previsto para iniciar no segundo semestre de 2011. Serão oferecidas 1,6milhões de vagas na primeira etapa, através da concessão de bolsas,financiamento estudantil e expansão da rede federal.A UNE e UBES devem criticar veementemente a postura do governo em nãodiscutir a política educacional com os movimentos sociais, e neste caso,apenas com o empresariado do ensino técnico, para então anunciar medidas eprogramas, muitas vezes problemáticos.O Projeto de Lei que institui o Pronatec será enviado ao Congresso Nacionalnos próximos dias, assim, muitas informações de que dispomos podem seralteradas, mas resumidamente, o que dispomos é o seguinte: - o Pronatec envolverá o Sistema S (Senai, Sesc, Sesi, Sest, Senat), escolasprivadas de educação profissional e a Rede Federal de Educação Profissional,Ciência e Tecnologia;- criação de linha de crédito no BNDES de empréstimos para expansão emodernização das escolas do Sistema S (estimada em até R$15 bilhões, atravésda antecipação do repasse do salário-educação para o Sistema S e cobrança dadívida de 3,3 bilhões que a CNI tem com o governo federal), em troca debolsas gratuitas para estudantes de ensino médio público, no contraturno desuas aulas;- o Pronatec, a exemplo do ProUni, prevê isenção fiscal para escolas técnicasparticulares que ofereçam bolsas de estudo para estudantes do ensino médiopúblico;- expansão do FIES (Financiamento Estudantil) para educação técnica e paratrabalhadores que já concluíram a escola, pagos pelas empresas paraqualificar seus funcionários, a juros de 3,4% ao ano;- vinculação do pagamento do seguro-desemprego com o estudo em curso técnico,em especial para os reincidentes, não obrigatório e por critérios de faixaetária e região;- expansão das redes federal e estaduais de ensino médio profissionalizante,bancada pelo MEC, com 81 novas unidades federais até 2012 (hoje há 354escolas federais no país) e transferência de recursos do programa BrasilProfissionalizado aos estados para ampliarem suas redes, criando 500 milmatrículas (1/3 do Pronatec).
    • Hoje, mais de 53% das 1,1 milhão de matrículas no ensino técnico no Brasilsão em instituições públicas. Com a expansão do ensino técnico e tecnológicopromovido no governo Lula, uma série de demandas tem sido criadas nestasinstituições, em termos de infra-estrutura e assistência estudantil. Já noSistema S, encontra-se a maioria das matrículas particulares, partegratuitas, com 4,7 mil unidades em 3 mil cidades do país.Com a implementação deste programa serão necessários uma ampliação radicaldos recursos para as instituições públicas, afim de garantir a qualidadenecessária, infra-estrutura e concursos públicos para professores. Mas semdúvida, o Pronatec representa um fortalecimento do setor privado, em grandeparte dos casos, de qualidade duvidosa, que com a expansão ensejada podepiorar ainda mais. O MEC estuda constituir um processo de avaliação in locodas instituições privadas, para averiguar suas condições.É dever do governo promover a regulamentação do Sistema S, pois em muitasunidades desrespeitam as legislações educacionais e trabalhistas, aocontratar professores como “instrutores” ou pessoa jurídica (prestador deserviço), impossibilitando sua sindicalização e participação nas convenções econtratos coletivos de trabalho, reduzindo direitos e precarizando asrelações de trabalho.Também devemos lutar pela democratização do Sistema S, que marcado pelomodelo de gestão empresarial, exclui os trabalhadores e estudantes dosespaços de tomada de decisões. Faz-se necessário tanto no setor público, comoprivado, a ampliação dos direitos dos estudantes do ensino técnico etecnológico, melhor qualificação do ensino, implementação de programas deassistência estudantil, liberdade de organização estudantil e sindical,participação estudantil nos órgãos colegiados, dentre outros.É tarefa do Movimento Estudantil pressionar o governo para que a expansão daeducação técnica seja prioritariamente pelo via pública, com a ampliaçãomaciça de investimentos públicos nas redes federal e estaduais, assim comopela mudança de seu caráter, que deve estar articulada a uma formaçãoprofissional mais ampla e emancipadora, de forma que os jovens não sejamsubmetidos a uma formação excessivamente específica e tecnicista, direcionadaunicamente às demandas do mercado, mas sim às demandas locais de suacomunidade.
    • No Brasil existem atualmente 46 A opção do governo Lula foi pelasHospitais Universitários, que são Fundações Estatais, que ao apagar dasunidades universitárias que atendem luzes de seu mandato, no diamilhares de brasileiros gratuitamente 31/12/2010, assinou a MP 520, que criavia SUS, além de cumprir a função uma Fundação Estatal de Direitoacadêmica de promover ensino, Privado para gerenciar todos os HUs dopesquisa e extensão junto às país, a EBSERH-S.A. – Empresauniversidades. Infelizmente, há anos Brasileira de Serviços Hospitalaresatravessam uma grave crise, motivada S.A., que não resolve os problemas dosprincipalmente pela carência de HUs, pelo contrário: os intensifica,investimentos públicos e ausência de pois visa o lucro e regulariza oconcursos públicos, gerando uma série ilegal.de problemas aos usuários e relaçõesde trabalho precarizadas, tanto os Isto foi um duro golpe aos sindicatosservidores públicos, como aos e movimentos que combatem aterceirizados (via Fundações “de proliferação das Fundações, conhecidosapoio”) e aos estudantes residentes e redutos de corrupção e instrumento debolsistas explorados. privatização interna das universidades (através da prestação de serviços,Diversas “soluções” têm sido venda de pesquisas, cobrança de taxas,apresentadas pelos governos para oferta de cursos pagos), direcionandoresolver esta situação, uma pior que o público a interesses privados.a outra, a exemplo das Organizações Acreditávamos ter vencido a batalhaSociais (OSs), de caráter privado, e contra o PLP 92/07 que cria asdas Fundações Estatais de Direito Fundações Estatais para gestarPrivado, públicas, mas com estrutura diversos setores públicos, incluindode direito privado. os HUs, mas por esta Medida Provisória não contávamos.
    • Denunciamos assim, o caráter Há também a possibilidade de cobrançaantidemocrático da medida, baixada por consultas e procedimentos, comovia MP e não permitindo a realização já acontece hoje nos hospitais de Sãode um amplo debate social, e o Paulo geridos pelas Organizaçõescaráter privatista da EBSERH-S.A., Sociais (Oss).pois ataca a Autonomia Universitária,na prática desvinculando os HUs das - Estudantes da área da saúde: umuniversidades (precarizando a prejuízo imediato seria, devido apromoção do ensino, pesquisa e falta de funcionários, um aumento daextensão), permitindo convênios com exploração dos estudantes eoutras instituições e planos de residentes da área. Isso hoje jásaúde, contratações via CLT, ocorre e fruto disso foram duasestabelecendo metas e critérios greves de residentes nos últimosprodutivistas, que são incompatíveis anos, que denunciavam jornadas de atécom o direito à saúde pública. 80 horas semanais. Além disso, aHospital Universitário não é empresa! desvinculação dificultará aos estudantes um ótimo campo de estudo,Principais conseqüências trazidas restringindo a construção da funçãopela MP 520: acadêmica dos HUs.- Trabalhadores do SUS: a proposta de Portanto defendemos:contratação via CLT (regime privado)é prejudicial por conta da - A GESTÃO PÚBLICA, DEMOCRÁTICA Eprecariedade e da instabilidade que 100% SUS DOS HUSisso acarreta ao trabalho em saúde. - REVOGAÇÃO IMEDIATA DA MP 520 – NÃOLonge de garantir qualidade, permite À CRIAÇÃO DA EBSERHalta rotatividade de funcionários,que é prejudicial ao serviço e caro - POR CONCURSOS PÚBLICOS DE VERDADEao serviço público, já que há todo SOB O REGIME DO ESTATUTO DO SERVIDORmomento são necessários novos PÚBLICOtreinamentos. - NÃO A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE- Usuários do SUS: ao não fixarexclusividade ao SUS, a possibilidade - PELO FINANCIAMENTO PÚBLICA DA SAÚDEde gerar leitos privados em umhospital público é prejudicial aos - NÃO A TERCEIRIZAÇÃO NA SAÚDE Eusuários do Sistema, já que acarreta EDUCAÇÃOainda mais demora nos procedimentosque o hospital realiza. Teríamos a - QUE A UNE SE SOME A ESTA LUTA!situação das “duas portas”: uma dosconvênios privados, onde oatendimento é rápido e outra porta doSUS, sucateada e demorada.
    • A construção do novo Plano Nacional instituições públicas e 40% emde Educação (2011-2020) iniciou-se na privadas ficou reduzido no PL aConferência Nacional de Educação elevação da taxa bruta de matrícula(CONAE), realizada em abril de 2010, para 50% e da taxa líquida para 33%com o objetivo de definir as bases do (independente de ser pública ounovo PNE e do Sistema Nacional de privada); a ausência da proposta deEducação. Da CONAE foram deliberadas reserva de vagas de 50% nasum conjunto de propostas avançadas universidades para estudantespara a educação – que poderiam ter oriundos de escolas públicas,sido mais avançadas, caso alguns respeitando a proporção de negros/assetores do movimento de educação não e indígenas por estado; do fim dostivessem se omitido em participar e cursos pagos nas instituiçõesintervir nos rumos da CONAE –, que no públicas e a regulamentação do ensinoentanto não foram respeitadas pelo privado; dentre outras propostasMEC no conteúdo do Projeto de Lei avançadas que foram subestimadas na8035/2010 do novo PNE, enviado ao elaboração do PL, assim como algunsCongresso Nacional no dia 15/12. pontos problemáticos no conteúdo do PNE que não foram deliberados daDentre estas medidas em que o MEC CONAE.retrocedeu na elaboração do PL8035/10, podemos destacar a da Ao Movimento de Educação interessa umdestinação até 2014 de 10% do PIB PNE avançado, pois enquanto políticapara educação, que ficou reduzida a de Estado, este deve colocar aapenas 7% até 2020 (ampliação de 0,2% Educação brasileira em um novoao ano); a ampliação do Ensino patamar nesta década, fortalecendo eSuperior público, preferencialmente investindo radicalmente na Educaçãopresencial, que até 2020 deveria Pública e Gratuita em todos os níveispossuir 60% das matrículas em e reduzindo o poder do ensino privado.
    • Durante este ano, o PNE estará em - deve ser incrementada a expansão dodiscussão no Congresso Nacional e ensino superior público presencial,cabe ao Movimento Estudantil mediante programas de expansãoencabeçar a reorganização do Fórum democraticamente discutidos com aNacional em Defesa da Escola Pública comunidade universitária e com ae construir uma grande Campanha pela sociedade em geral e comEducação Pública nas ruas e interiorização deste nível de ensino,universidades, pressionando o levando em consideração as reaisCongresso e combatendo o lobby do necessidades da população; fortalecerensino privado no seu interior, as licenciaturas presenciais;articulando a luta social com a luta - em relação ao Ensino Superior, atéinstitucional. Quanto maior for a 2020 60% das matrículas devem ser empressão, maiores são as instituições públicas e 40% empossibilidades de que sejamos privadas;vitoriosos. - reserva de vagas nas universidades de 50% para estudantes egressos deNo dia 23/3 a Câmara aprovou a escolas públicas, respeitando acriação de uma Comissão Especial para proporção de negros/as e indígenas emanalisar o PL do PNE. Consideramos cada estado de acordo com os índicesisto negativo, pois restringe o do IBGE;debate e a realização de audiências - estabelecer programas de apoio àpúblicas, reduzindo a possibilidade permanência dos/das estudantes nasde pressão para que se avance mais no instituições públicas, considerando-conteúdo do Plano. Logo, devemos se que há a necessidade de provocarpautar a ampliação do debate sobre o uma grande expansão dos cursos dePNE e reivindicar: graduação presenciais; - consolidar a pós-graduação em todo- investimento de 10% do PIB em país, gerando condições deeducação até 2014; funcionamento dos programas e a- 50% do Fundo Social do Pré-Sal para abertura de novos;educação (retirada do veto do Lula); - garantir recursos orçamentários- recursos públicos devem ser para que as universidades públicasinvestidos apenas na educação possam definir e executar seuspública, em todos os níveis e próprios projetos de pesquisa,modalidades de ensino, como forma de propiciando uma efetiva autonomia dedesmercantilizar a educação; pesquisa;- fim dos cursos pagos de pós- - a curricularização da Extensãograduação nas instituições públicas; Universitária;- alocar recursos financeiros - eleições para diretores e reitoresespecíficos para a expansão da de instituições públicas e privadas egraduação nas instituições públicas formas colegiadas paritárias deno período noturno; gestão;- regulamentação do ensino privado em - gestão democrática nas instituiçõestodos os níveis educacionais, públicas e privadas;limitando a participação de capital - direito a livre organizaçãoestrangeiro na educação, retomando os sindical e estudantil;marcos da educação como direito e nãocomo mercadoria, garantindofiscalização efetiva para evitarabusos;
    • - política nacional de avaliação como oferta de cursos de graduação,processo contínuo, não voltada para a especialização/aperfeiçoamento epunição, “ranqueamento” e extensão aos/às profissionais daclassificação das instituições, educação pública, em universidadesconsiderando não apenas o desempenho, também públicas, como direito dos/dasmas estrutura, relação profissionais da educação;professor/estudante, gestão - obrigatoriedade imediata dedemocrática escolar, participação do realização de concursos públicos,corpo discente na vida escolar, como forma de ingresso, para todoscarreira e salário dos trabalhadores, os/as profissionais da educação;levando em conta a avaliação externa - reconhecimento, respeito ee a auto-avaliação, com caráter valorização das diversidades;diagnóstico, visando a superação de - combate a todo e qualquer tipo dedificuldades através de políticas racismo, preconceito, discriminação epúblicas; intolerância como eixos orientadores- erradicar o analfabetismo e da ação, das práticas pedagógicas,universalizar a educação básica; dos projetos político-pedagógicos e- assegurar o cumprimento do Piso dos planos de desenvolvimentoSalarial Nacional com plano de institucional da educação pública ecarreira, no setor público, com privada, em articulação com osampliação de seus direitos; movimentos sociais;- valorização dos trabalhadores em - apoio da Capes e CNPq à criação deeducação, formação inicial e linhas de pesquisa nos cursos de pós-continuada, carreira, salário e graduação do Brasil que visem aocondições de trabalho; estudo da diversidade étnico-racial,- política nacional de formação ambiental, do campo, de gênero, dedos/das profissionais da educação: orientação sexual e de pessoas com necessidades educativas especiais;
    • A Educação Construindo uma Nova SociedadeA que(m) serve a Universidade? A quem se destina o conhecimento produzidonelas? Quem a estas tem acesso? Que papel cumpre diante dos grandes desafiose demandas da sociedade?A Educação não pode ser considerada “algo neutro” ou um ente isolado dasociedade. Ela é um importante instrumento de reprodução da desigualsociedade em que vivemos, transmitindo a ideologia dominante, reproduzindo aforça de trabalho, qualificando os quadros dirigentes e formando consciênciasem relações pedagógicas que visam à ocultação da realidade. No entanto,apesar dos sistemas de ensino terem sido concebidos para reproduzir a ordemsocial vigente, seu processo de constituição é contraditório e permite aabertura de brechas para disputas por alternativas educacionais diferentes eemancipadoras, disputa esta diretamente ligada a disputa mais geral dehegemonia na sociedade.Cabe ao Movimento Estudantil, aliado aos demais movimentos sociais,aprofundar a luta por uma educação contra-hegemônica e libertadora, quecaminhe na contramão da lógica do capitalismo. Uma educação que vise aelevação da consciência política através da inserção crítica na realidade,ferramenta de libertação em que o processo de aprendizagem se torneconsciente e não alienado. Defendemos a Educação como um direito universal, um bem público que nãopode se constituir em um privilégio de uma minoria e deve ser garantido peloEstado. Porém, a realidade é que o Ensino Superior no Brasil ainda é restritoa apenas uma pequena parcela dos jovens: 14% na faixa entre 18-24 anos, sendoque apenas ¼ estudam em instituições públicas. Além disto, nossas instituições ainda são marcadas pelo modelo herdadoda Ditadura Militar e pela onda neoliberal que mercantilizou o ensino,heranças estas que não foram superadas pelo governo Lula. A tarefa central do ME é defender um Projeto de Universidade que agreguenossas bandeiras históricas, articuladas aos atuais desafios do país, como: aampliação do investimento público em educação; democratização do acesso epermanência; combate a mercantilização da educação e a privatização daspesquisas; gestão democrática e paritária; e a revolução pedagógica.
    • O Projeto de Reforma Universitária do Defendemos a Integralidade entreMovimento Estudantil deve ir além das Ensino, Pesquisa e Extensão, de formamelhorias físicas nas instituições, a que através da curricularização daabarcando uma profunda mudança na Extensão Universitária o centro doforma como o conhecimento é produzido processo de ensino-aprendizagem nãoe disseminado. seja mais a sala de aula ou o laboratório, mas sim o contato diretoHoje, nosso ensino é muito com a realidade social e em constantefragmentado e distanciado da diálogo com a população, discutindorealidade concreta. A Universidade suas demandas e alternativastradicional tem promovido concretas para superá-las,praticamente apenas o Ensino, em concebendo-a como sujeito e não comomenor grau Pesquisa, e em menor grau simples objeto de pesquisa.ainda, Extensão. Este desenvolvimentofragmentado de suas funções tem O princípio pedagógico central daimplicado em um empobrecimento da Formação Integral é a práxis, pois avida universitária e da educação como prática é a fonte fundamental daum todo, longe dos problemas da reflexão teórica, possibilitandosociedade e sem cumprir uma Função novos olhares sobre a prática, em umSocial. processo de retroalimentação prática- teoria-prática..., potencializando o vínculo Universidade-Sociedade sob uma perspectiva dialógica, bidirecional, crítica e emancipadora.
    • A Universidade tem o papel primordial de contribuir a partir do Ensino, daPesquisa e da Extensão para a formação de individuos, bem como da sociedadecomo um todo. Diversas são as temáticas da sociedade que passam por essaformação a partir deste tripé da universidade. Nesse mesmo sentido é precisoque as questões referentes a Diversidade Sexual e a realidade de pessoasLGBT passem a ser tratados como temas relevantes para a construção de umauniversidade e, por consequência, de uma sociedade cada vez mais justa edemocrática.Hoje, especialmente a partir dos Governos Lula, vemos pela primeira vez oEstado brasileiro preparado para elaborar, coordenar e executar políticasLGBT no Brasil. Desde o Programa Brasil Sem Homofobia lançado em 2004, até aI Conferência Nacional LGBT realizada em 2008, bem como a criação daCoordenação-Geral LGBT, do lançamento do Plano Nacional de Políticas LGBT edos decreto por reconhecimento do uso do nome social em Ministérios doGoverno Federal nos anos de 2009 e 2010 e, mais recente, o Conselho NacionalLGBT (lançado em 2011), as pessoas LGBT passaram a ter mais espaços dediálogo permanente para construção de políticas públicas que promovam açõesde combate a violência, a falta de direitos e de acesso a espaços no nossopaís.Sabemos que estes foram os primeiros passos dados, mas muito ainda é precisoser feito e cobrado para avançar nessas transformações da Educação e dasociedade para que de fato inclua de forma digna pessoas LGBT. É precisovencer de forma urgente a discriminação em todos os espaços educacionais egarantir que todas e todos tenham em pé de igualdade direito a acesso epermanência para estudar e construir suas vidas.O Congresso da UNE de 2005 aprovou e criou a Diretoria LGBT da entidade. Taldiretoria não surgiu como algo dado, mas fruto da intensa luta e daorganização de universitários LGBT em torno do Movimento de DiversidadeSexual, e, mais especialmente, a partir do ENUDS (Encontro NacionalUniversitário sobre Diversidade Sexual).Ao longo da gestão a frente da 1ª Diretoria LGBT da UNE (2009, 2010), nósmilitantes da Reconquistar a UNE nos mantivemos ativamente presentes naconstrução da cidadaniaLGBT e levando a bandeira da Diversidade Sexual adiversos espaços e universidades.
    • Participamos da organização de ameaças contra estudantes gays nainúmeras atividades relativas a residência universitária; na UFBA,pautas do Movimento de Diversidade cartazes homofóbicos sendo pregadosSexual como os Universidades Fora do fomentando o "extermínio" e aArmário, na UFBA (da sua terceira e violência contra lésbicas, gays equarta edição), da UFSM (em sua travestis. Na UFV, uma bandeira doprimeira edição), UFPR (em sua arco-iris foi queimada durante umaprimeira edição), UnB (em sua manifestação e mais recentemente, aprimeira edição), lutando com as e os partir de uma homofobia cordial, foramestudantes por uma Universidade cada divulgadas tentando ridicularizar ovez mais fora do armário e grupo de diversidade sexual de lá.radicalmente contra a violênciahomofobica, lesbofobica e É preciso que no próximo período a UNEtransfobica. a partir de seu peso institucional, político e social nos rumos daNos últimos tempos assistimos a mais Educação e da democracia do país,casos graves de homofobia dentro das articule o movimento estudantil paraUniversidades, o que demonstra que que promova uma grande e intensanão basta aprovar uma política de ter campanha pela inclusão de pessoaspastas LGBT nas entidades da UNE sem trans e de combate a discriminação porque seja insistentemente fomentado o orientação sexual e identidade dedebate a cerca dos riscos de uma gênero dentro dos espaços educacionaiseducação homofóbica e portanto no nosso país.violenta. Para colaborar ainda mais com estaNa USP tivemos casos de agressões a luta, nós da Reconquistar a UNEestudantes homossexuais em festas acreditamos ser fundamental auxiliarestudantis e desqualificações em no avanço de uma política pela livrefolhetos de Cas;na UFRRJ, casos de orientação sexual e identidade deconstrangimentos e gênero e em defesa da diversidade sexual nas universidades, por isso propomos:
    • Realizar o I Encontro de Estudantes LGBT da UNE;Construir, a partir do Encontro LGBT da UNE, uma ampla campanha nacional doUniversidade Sem Homofobia, Lesbofobia e Transfobia – pelo fim da violênciahomofóbica/lesbofóbica/transfóbica na Educação! como uma campanha da UNE a sertocada a partir dos CAs, DAs, DCEs e UEEs nas diversas universidadesbrasileiras;Construir junto aos Grupos e Coletivos Universitários os Universidades Fora doArmário como ciclos de seminários e atividades de promoção da formação das edos estudantes a cerca da cidadania LGBT e das questões relativas adiversidade sexual;Apoiar e fomentar a participação das e dos estudantes apartir dos DAs, CAs, DCEs e UEEs, na construção da II Marcha Nacional LGBT –covocada para 18 de Maio de 2011;Apoiar e participar do IX ENUDS, em 2011, na UFBA, a partir das entidades debase e gerais, bem como da Diretoria LGBT da UNE;Ampliar a aliança com as entidades nacionais do movimento LGBT como ABGLT,ANTRA, ABL, Rede Afro LGBT, LBL, E-Jovem, a fim de manter um canal de diálogopermanente entre o movimento estudantil e o movimento LGBT e suas pautas.A Reconquistar a UNE acredita que a partir da luta contra a homofobia, podemosfazer com que as e os estudantes ajudem a sociedade brasileira a dar maispassos no avanço e na consolidação de nossa democracia, papel que sempredesempenhou a União Nacional dos Estudantes na História e que não poderá serperdida jamais. Por isso, convidamos todas e todos a Reconquistar a UNE para aluta e para as e os estudantes!
    • Muito avançamos, desde a revolução apenas 30% possui carteira assinadasexual aos dias de hoje. Somos e, mesmo com maior escolaridade,arquitetas, domésticas, urbanistas, ganham 70% do que ganham os homens.operárias, engenheiras, trabalhadoras Do ponto de vista do direito à saúde,rurais, presidentas... Nos libertamos ainda não temos a satisfação plena decada vez mais do espaço privado do nossas necessidades sem a legalizaçãolar e ganhamos espaços no mercado de do aborto.trabalho, nos parlamentos, nasuniversidades. A emancipação das Mesmo a maioria das mulheres aindamulheres está se consolidado ao longo estando fora do ensino superior,das décadas como uma mola propulsora somos cerca de 55% das ocupantes dasque ajuda toda a sociedade a avançar vagas. Durante o período em queao contribuir para que ela se torne estamos na universidade, muitas vezesmais igualitária. somos obrigadas a abandonar ou atrasar os estudos para cuidar deEntretanto, mesmo com as conquistas filhos. Isso se agrava quando sealcançadas, as desigualdades de observam as pós-graduações, onde ogênero são um desafio que marca gargalo é ainda mais apertado. Todonossas vidas e a depender da este quadro piora ao se observar asdisposição do conjunto da sociedade condições das mulheres negras, quena superação deste quadro, ainda são as mais atingidas pelasmarcará a vida de nossas filhas e desigualdades sociais no Brasil.netas. Ainda temos muito a avançar na buscaAs mulheres ainda são grandes vítimas pela emancipação das mulheres nade violência no Brasil e são sociedade brasileira. E o papel dorecordistas entre os mais pobres. Movimento Estudantil é estar atento e ser protagonista junto com asIsso se explica pela inserção mulheres neste processo.precária da mulher no mercado detrabalho:
    • É tarefa da União Nacional dos Estudantes construir as lutas necessárias paraa consolidação de cada vez mais políticas públicas para as mulheres e pelaampliação do seu empoderamento. Precisamos lutar para que mais mulheresocupem os espaços de poder na sociedade o que é condição para a suatransformação. Para isso, é necessário que a UNE:- Lute pela inclusão da transversalidade de gênero e de raça em todos oscurrículos- Combata todo e qualquer tipo de violência contra as mulheres- Realize discussões pró legalização do aborto nas Universidades e lancecampanhas- Que as Universidades tenham observatórios de combate aomachismo/racismo/homofobia- Lute por mais creches nas Universidades- Apóie e reivindique políticas de transferência de renda e políticaspúblicas que incentivem a ocupação de novos espaços profissionais pelasmulheres- Coloque no seu estatuto a paridade obrigatória na ocupação dos cargos daexecutiva da UNE
    • Discutir a legalização das drogas é É fundamental também potencializar asfundamental. Muitos militantes e iniciativas nas universidades,pesquisadores consideram “questão de defendendo a urgência do tema dasbom senso”. O fato é que já é hora do drogas ser pautado a partir da saúdemovimento estudantil encarar com pública, sem marginalizar osseriedade essa pauta, que não diz usuários, em acordo com os princípiosrespeito apenas ao uso recreativo, da informação para a redução defeito historicamente pelas danos.sociedades, mas também ao direito aliberdade religiosa e principalmente Hoje, o ensino superior brasileiro,ao modelo de segurança pública, que reproduz preconceitos que tem naatravés do argumento do tráfico, mídia o seu farol. Quantoscriminaliza a junventude e a pobreza. educadores, psicólogos, médicos, farmacêuticos formados nessasAs universidades brasileiras possuem universidades criminalizam osgrandes contribuições acerca do tema. usuários em suas áreas de trabalho,Grupos de pesquisa e de extensão, seja escola, SUS ou CAPS? Comoalém de diversos coletivos estudantis construir uma sociedade mais justa ee blogs - como o GanjaLivre - igualitária se a polícia tem em lei oproduzem hoje argumentos importantes argumento da discriminação?na desmistificação das drogasilícitas, enquanto na mídia ainda Será que a legalização não permitiriaimperam a ignorância a propaganda de maior acesso a informação para que odrogas lícitas, extremamente danosas próprio Estado soubesse tratar osa nossa sociedade. usuários de crack, por exemplo? Será que no formato atual de proibição oA nossa defesa é que a UNE leve essa acesso as drogas não é facilitado?discussão para toda a sociedade,criando um fórum nacional de Por isso, nós, estudantes organizadoscoletivos universitários, formulando na tese reconquistar a une,uma opinião nacional consistente e reafirmamos: não é o consumo, mas alevando-a ao poder público. ignorância que alimenta o tráfico ilegal de drogas. Informe-se e lute você também pela legalização das drogas!
    • Na última década, uma série de O ataque ao sistema de acesso, comoinstituições de ensino superior no as cotas ou a bonificação, impediu asBrasil incorporou medidas instituições e limitou os movimentosafirmativas. Essas políticas sociais de aprofundarem um conjuntorepresentaram em grande medida, a de modificações que deveriamadesão dessas instituições a constituir estratégias afirmativasreivindicações dos movimentos para as universidades. Além disso, asociais, que desde pelo menos três confusão causada em torno dadécadas buscavam intervir no acesso sobreposição dos conceitos de raça eao ensino superior, como forma de classe limitou o alcance dasequilibrar as gritantes desigualdades políticas afirmativas como estratégiasócio-raciais no país. Hoje as ações de modificação de um quadro deafirmativas são uma realidade na desigualdades que não sãomaioria das grandes universidades conjunturais, mas constituintes dapúblicas e privadas no país, mas o história brasileira, e que formam deseu real significado, sua fato, barreiras raciais àaplicabilidade e suas conseqüências participação de um conjunto daainda são pouco exploradas, e alguns população na economia, na cultura, namecanismos precisam ser aprofundados política, no Estado.para construir de fato umauniversidade que incorpore a A universidade deve investir nadiversidade e atenda de forma plena preparação de ingressantes, atravésas demandas trazidas por um novo do diálogo com as instituições deconjunto de estudantes que ingressam. ensino médio e fundamental, promovendo a extensão escolar e aA onda conservadora que buscou formação continuada de profissionaisimpedir o avanço das políticas da educação, contribuir para aafirmativas para a educação no Brasil formulação de materiais didáticos queteve pelo menos dois efeitos. permitam a inclusão de um outro conjunto de conhecimentos, buscado pela aprovação de medidas como a incluem o ensino de história da áfrica e cultura afro-brasileira e indígena e permitir a democratização de seus aparelhos de ensino para a comunidade não universitária.
    • Os sistemas de acesso que prevêem cotas devem corresponder ao conjuntopopulacional onde a instituição está inserida, constituindo assim umademocratização material de direitos em consonância com as barreiras raciaisimplicadas em cada contexto.A principal pauta do movimento estudantil para garantir o avanço daspolíticas afirmativas no Brasil hoje tem sido a permanência. Investir naassistência estudantil e incorporar medidas afirmativas a seus programaspermitirá ao conjunto de estudantes oriundos das camadas populares, negras enegros, egressos das ações afirmativas, permanecer na universidade eincentivar transformações cada vez mais eficazes nessas instituições nosentido da sua democratização.Devemos ainda investir no avanço de políticas afirmativas na pós-graduação,que permita a democratização do acesso a bolsas e permita cada vez mais oretorno a carreira docente e a participação nas atividades de pesquisa.A nova cara que a universidade vem tomando reflete também numa nova cara parao movimento estudantil. As entidades estudantis que sempre mantiveram umahegemonia branca e masculina deverão agora ser pressionadas por um conjuntode novos atores e atrizes políticas que ingressam no movimento e devemincorporar também outros mecanismos de atuação que possibilitem uma novapostura no combate às desigualdades sócio-raciais dentro das instituições deensino.Este ano a União Nacional dos Estudantes estará construindo o seu terceiroEncontro de Estudantes Negras e Negros e Cotistas na cidade de Salvador,Bahia. O movimento estudantil foi parte do avanço das políticas afirmativasnas universidades brasileiras, ao intervir em conjunto com o movimento socialnegro e outros setores na elaboração dessas políticas. Agora deve ser tambémmotor de um salto qualitativo nas ações afirmativas no ensino superiorincorporando as novas demandas, combatendo o retorno conservador econtribuindo para a construção de uma universidade mais democrática epopular.
    • Pernambuco Bárbara Hora- Pós Gestão Empresarial - Pitágoras Campus GuarapariPatrick Campos Araújo - Direito -Faculdade 2 de Julho - Dir. Movimentos Dihego Mardegan - Radio e TV- FAESASociais da UEP Distrito FederalDivonaldo Barbosa - Ciências Sociais -UFRPE - Secretário Geral da UEP Ariely de Castro Silva - Serviço Social- UCB- Coordenadora de Relações Estudantis -Ivan Malheiros - Ciências Biológicas - CASS-UCBUFRPE José Pedro Brito - Direito- UCB-Erick Julian de Farias - Medicina Coordenador- CADIR-UCBVeterinária - UNIVASF Fábio Nomenny - Direito- UCB. Coordenador-Bárbara Oliveira - Medicina Veterinária - CADIR-UCBUNIVASF Jonatas Moreth - estudante de S. Social -Djuylyo Davyd Ribeiro - Engenharia Civil - UnBUNIVASF Gilsileide Piauilino - Estudante de S.Thiago Paraiba - História - UPE Nazaré da Social - UnBMata Sílvia Rodrigues - estudante de S. SocialMichel Chaves - História - UPE Nazaré da - UnBMata Bruno Elias - Estudante de S. Social - UnBJoselania Souza - Letras Inglês -Presidente C.A. - UPE Petrolina Daniel Garcia - estudante de Gestao de Políticas PúblicasAtila Leal - História - Presidente D.A. -UPE Petrolina Yuri Soares - estudante de História - UnBFábio Ronne - Letras Português - UPE Florentino Junior - Estudante de SaudePetrolina ColetivaJosé Bezerra Netto - Direito - FACESF Tiago Barbosa - Estudante de PedagogiaNayane Ribeiro - Turismo - FACAPE Santa CatarinaVictor George - Direito - FACAPE Pedro Victor da Silva Prudêncio - Presidente do DCE - UnescParaná Israel de Souza Silva - Vice-presidenteAndré Gabardo - Agronomia UFPR - FEAB DCE – UnescBruno Krevoruczka "Kreva" - Agronomia Lucas Matias da Silva - Centro AcadêmicoUFPR- FEAB de Direito - UnescFelipe "Cabelo" - Agronomia UFPR- FEAB Ananda Figueiredo Rocha - Centro Acadêmico de Pisicologia - UnescEspírito Santo Pedro Herique Giassi - Centro Acadêmico deAlexandre Tartaglia Reis Cividanes da Hora Engenharia Ambiental - Unesc- Letras InglÊs- UFES Tania da Luz Alves - Centro Acadêmico deAllan Fantinato Silva- Administração - Artes Visuais - UnescPitágoras Campus Guarapari Raffaeli Saibro CA de Biologia da UNESc/Renan Fantinato Silva- Eng. Mecânica - Secretário Estadual da Juventude do PT deUFES SC.
    • Pará Minas GeraisGleidson Alves Pantoja - Serviço Social - Ronaldo (Barrão) - Presidente do DCE PUCUFPA BetimClaudia Gisele Teles Paiva - Letras (Lic) Thiaguin – Zootecnia - UFLAL. Port. - UFPA Villela - Filosofia - membro do DCE daLenilson Lopes Cardoso - Letras (Lic) L. UFLAPort. - UFPA Thales - Engenharia Florestal - membro doJorge Albert Lennon da Silva Braga/ Eng. DCE da UFLAQuímica - UFPA Camila – geografia - Coordenadora Geral doPericles Crisiron Pontes - Eng. Química - DCE-UFVUFPA Gabriel (Macaúba) – Agronomia -Camila Lira Aragão - Serviço Social - UFPA Coordenador Geral do DCE-UFVLaís Souza da Cunha - Serviço Social - Marina – Direito - Coordenadora Geral doUFPA DCE-UFVMayra Ferreira Ramos - Serviço Social - Ezequiel - Coordenador Geral do DCE-UFVUFPA Luíza - DCE-UFV, MMM e Primavera nosDarlene Branches Ferreira - Serviço Social Dentes- UFPA Thais – Comunicação Social, Primavera nosCleyziane Cruz Lobato - Serviço Social - Dentes e MMMUFPA Gabriela Gasparotto – Dança - DCE-UFVDanielle do Socorro Mescouto Brito/ Lic.Plena em Dança - UFPA Paola Castro – Educação Infantil - DCE- UFVGraciane Almeida da Cunha - Pedagogia -UFPA Johari – Engenharia Mecânica - DCE-UFVDaniely Santa Brigida Neves - Pedagogia - Melissa – Ciências Sociais - DCE-UFVUFPA Andrey – Ciências Sociais DCE-UFVVânia da Silva Lima - Pedagogia - UFPA Andrea – Economia Doméstica - DCE - UFVAnaleia da Conceição - Geografia(Bach/Lic.) - UFPA Vinicius Fuzeti- Geografia - UFVClaudio Cristian Teles Paiva - Ciências Bruno – Economia – 1° Diretor de PolíticasSociais - UFPA Educacionais da UEE-MGThalita Neri Cardoso Coelho - Ciências Guilherme Guimarães – Direito UFV –Sociais - UFPA Diretor de Movimentos Sociais UEE-MG Lethicia – Direito – ESUV - MMMEdson Rogério Nascimento Cruz - CiênciasSociais - UFPA SergipeJessica Cristina dos Santos Rodrigues - Yanaiá Tainã de Oliveira Rolemberg -Administração - FAP Cêntro Acadêmico de Biologia da UNIT Rodrigo Machado Carvalho - Arquitetura eMarcilene Lobato da Silva Pedagogia - UVA Urbanismo - UFS (Laranjeiras)Marinaldo Lobato da Silva Biologia (Lic) -UVA
    • Thiago dos Santos Souza - Cêntro Acadêmico Maria Aparecida Tereza Silva Apinajé;de Física - UFS (Itabaiana) Direito; UFT; PalmasWrunsk Uchôa - Direito- UNIT Mayara Miranda; Biologia; UFT; Porto NacionalCamila Pereira de Araújo - CiênciasSociais - UFS (São Cristóvão) Nayara Barbosa ; Comunicação Social; ULBRA; PalmasCarlos Magno Leite - Direito - UFS (SãoCristóvão) Nélio Carneiro Silva; Administração; UFT; PalmasErica Fernanda Nunes de Santana - GestãoFinanceira de Empresas -UNIP Odonel Pereira dos Santos Júnior; Farmácia; ULBRA; PalmasTocantins Rannyela Pereira Araújo; Educação Física;Dyego Santos Morais; Ciência da ULBRA; PalmasComputação; UFT; Palmas Thiago Maciel Nunes ; Ciências Contábeis;Edcarlos Ferreira de Almeida ; Pedagogia; IEPO/OBJETIVO; PalmasFAEL; Palmas Vanicleisson Dias Carajá Amorim; CiênciasÉdima Pereira Xavier; Direito; UFT; Palmas Contábeis; UFT; PalmasFlávio Barbosa de Albernaz; História; UFT; Vinícius Barbosa Albernaz; Presidente CAPorto Nacional Engenharia de Alimentos; UFT; PalmasGabriel Marques de Sousa; Filosofia; UFT; GoiásPalmas Erisvaldo Rodrigues de Souza – Direito,Hamilton Rodrigues de Araujo; Serviço turma do Pronera, MST;Social; UNITINS; Palmas Sebastião Herculino – Direito, turma doHenrique Barbosa Brito; Geografia; UFT; ProneraPorto Nacional Luana guimarães rodrigues - c.a deHiago Pereira Araújo; Rede de biologia ueg cidade de morrinhosComputadores; IEPO/OBJETIVO; Palmas Flávio batista nascimento - c.a deIranilto Sales ; Direito; UFT; Palmas geografia ufg campusii goiâniaJaques Oliveira da Silva; CiênciasContábeis ; UFT; Palmas Jefferson acevedo- d.a unucseh jundiaí ueg anápolisJoão Pedro Aguiar MAcêdo; C.A Engenhariade Alimentos; UFT; Palmas Jacqueline arantes rodrigues soares- ciências sociais ufg campus ii goiâniaJoevane Pereira de Brito; Farmácia; ULBRA;Palmas Carlito dias rocha- ciências sociais ufg campus ii goiâniaJosimeire Pereira de Brito; Enfermagem;Fapal/OBJETIVO; Palmas Rárea géssica porto araújo- ciências sociais ufg campus ii goiâniaKárita Coelho Noleto; Serviço Social; UFT;MiracemaKlaus René Trein; Direito; UFT; PalmasMarcelo Victor Costa dos Santos; Sistemaspara Internet ; IFTO; Palmas
    • João Felipe Silva Fleming- Engenharia De Felipe de Sousa Gonçalves - Mestrando emProdução Faculdade Universo Geografia/Escola de Gestão e Cidadania de Canoas; UFRGSRio Grande do Norte Rodrigo Henrique Costa Schley - CiênciasMarcos Antonio Dantas Gomes - Gestão de Econômicas – UFRGS - Secretário dePolíticas Públicas - UFRN - Conselheiro da Juventude da CUT-RS;Residência Universiária Campus II Alessandra Lopes – Veterinária, DAMVET,Dennys Lucas Xavier - Ciências Sociais - UFSM, Coordenação Nacional ExecutivaUFRN nacional dos estudantes de Veterinária;Luiz Gomes da Silva Filho - Coordenador Alex Barcelos Monaiar – Psicologia, DAPSI,Geral do DCE-UFRN UFSM;Pedro Feitoza - Coordenador de Assuntos Ananda de Carvalho – Mestrado Geografia,Institucionais do DCE-UFRN UFSM;Armenio da Costa Britto Neto - Ciências Anderson Machado dos Santos – MestradoEconômicas - UFRN Geo, UFSM, Coordenação CEU III;Adler Sidney Barros dos Santos Correia - Anderson da Silveira VALAU – Agronomia,CA de Gestão de Políticas Públicas UFRN DAON, UFSM, FEAB;David Soares de Souza - Pós-Graduação em André Camargo Volpato – Agronomia, UFSM,Ciências Sociais da UFRN FEAB;Rafaela Storch Xavier - CA de Serviço Alberto Evangelho Pinheiro “Betinho” –Social UNP Agronomia, UFSM, FEAB;Rio Grande do Sul Cleber Monticelli Petró – Especialização História UFSM;Elisa – Direito (ProUni); AnhangüeraPasso Fundo Diego Pitirini – Agronomia, Coordenador DCE-UFSM, FEAB, UEE-Livre;Igor Vargas Paes; Luiz – Administração;FACENSA Eduardo Flech – Economia, Coordenador DCE- UFSM;Rubem Brasil – Direito, DA FAMES; Elisângela Lopes – Engenharia Florestal,Flademir Cardoso – História; FEEVALE UFSM, Coord. Regional ABEEF;Vinícios de Sá - Tecnologia em Alimentos, Franciele Savian Batistella – Enfermagem,IFF campus Santo Augusto; UFSM, DAENF;Tabata Silveira – Direito PUC-RS Geisi Graziane Goularte Antonello – Arquivologia, UFSM, DACAR;Paulo Amaro Ferreira - História, DCE-UCS; Giane Lara – Especialização EducaçãoTaciane Laís da Silva; UERGS Ambiental, UFSM, Canoagem;Julinho – História; UFPEL Graziela S. Motta – Ciências Sociais UFSM;Juliana – Filosofia; UFPEL Inajara Mello – Tecnólogo em Gestão Ambiental, DAEGA, UFSM campus UDESSM,Rafinha – Design; UFPEL Silveira Martins;Bernardo de Carli – História; UFRGS Jaciele C.Sell – Mestrado Geo, UFSM,;Daniel Damiani – Mestrado Ciências José Antônio Louzada – Agronomia, UFSM,Sociais; UFRGS DAON, FEAB;
    • José Luis Zasso – Jornalismo, DCE-UFSM; Vinicius P. Dalbianco – Especialização Residência Agrária, Mestrado ExtensãoLairton Bueno Martins- Enfermagem, DAENF, Rural, UFSM;DCE UFSM,, campus CESNORS, Palmeira dasMissões; Vitor Hugo dos Reis Costa – Mestrado Filosofia, UFSM;Leonardo da Silva Soares – Enfermagem,DAEnf, DCE-UFSM; Rodrigo “Café” Carlos Engler – Sociologia EaD, UNIJUÍ;Lotário de Souza – Enfermagem, DAEnf, DCE-UFSM; Alexandre Arns Gonçalves – Relações Internacionais, UNIPAMPA, Santana doLuis Henrique Carvalho Rosa - Ciência da Livramento;Computação, UFSM, AFRONTA - Coletivo deEstudantes AFRO da UFSM; Mago” – Gestão Ambiental, UNISC;Macarena Rodrigues – Especialização Rosana Rosa da Silva – Gestão Ambiental,Residência Agrária UFSM; UNISINOS, DAGAM;Marcelo Artur Rauber - Engenharia Juliano de Sá - Gestão Ambiental,Florestal, UFSM, DAEF, CR Araucária-ABEEF; UNOPAR,Pólo de Canoas;Márcia C. Rambo – Pedagogia, Coordenadora Bruno Sauniere– Letras-Música, UPF.Diretoria da CEU II, DCE-UFSM; Ingra Costa e Silva – Jornalismo, UPF,Marco Aurélio Costa - Ciências Sociais, Coletivo Nada Será Como Antes;DCE-UFSM; São PauloMarcos Machado Paulo - Educação EspecialNoturno, UFSM, DACE; Anderson Lopes Menezes, FDSBCMarilse B. Losekann – Mestrado Geo, UFSM; Juliana Rocha; FDSBCMairo Trentin Piovesan – Agronomia, UFSM, Rodrigo César - Filosofia – UnifespFEAB, campus CESNORS, FredericoWestphalen; Wiliam Souza Brito Enfermagem – UnibamMilene Barazzutti - Física Lic, UFSM; Wiliam Queiroz da Silva – Processos Gerenciais – FMCNajla Carolina da Silva – Direito diurno,UFSM, AFRONTA; Demétrio césar xavier - administração - fac sumaréNayra Grazielle da Silva - Agronomia,UFSM, AFRONTA; Mayara calazans - administração - fac sumaréNtidandara da Silva Gomes - Ciência daComputação, UFSM, AFRONTA; Maitê calazans - administração - fac sumaréPedro Sergio da Silveira – História, 1ºDiretor de Movimentos Sociais da UNE, DCE- Bianca sayuri ribeiro furuga -UFSM; administração - fac sumaréPedro Veloso – Ciências Sociais; Suelen Everton pereira medeiros - univesidade sãoAires Gonçalves - Ciências Sociais, MNLM, judas - ciencias economicasDCE-UFSM, AFRONTA; Rafaela dos santos virginio - fac anchietaThani da Silva Prunzel – Técnico em - enfermagemInformática, UFSM;Vinicius Luge – Mestrado Educação, Iara cautalicio osko - uniban - gestão emSINPROSM, UFSM; rh
    • Priscila nascimento - gestão em processos Sandro de Oliveira Ferreira ; Adm; UNOPARgerenciais fatef/fundetec - IrecêJefersom dos santos - financas - unip Flailton Rodrigues dos Santos ; Adm;vergueiro UNOPAR - Bom JesusSuelem mayme macedo enokida - fflch/usp - Danilo Vieira; Adm; UNEB - Bom Jesusgeografia Lília Paula de Souza Santas ; Odonto; UESBJaqueline santo de souza - administração - -Jequiefac sumaré Gerson Gusmão Costa Junior ; Psicologia;Fernanda rocha da cruz - administração - FAT – Feirafac eniac Igor Terra Vieira ; Medicina; BahianaBahia Igor Sena ; Pedagogia; FSBAMarcelo Tuk – História - DCE UFBA Thiago Freire André Gomes ; Computação;Rinaldo Rossi – Geografia DCE UFBA UFBAMaria Santana – CISO DCE -UFBA Filipe ; Oceanografia; UFBARafael Pedral – História DCE -UFBA Pedro ; Música; UFBAManu História UFBA Antonio Marcio ; Biologia; UFBADani França – Teatro UFBA Rebeca Benevides ; História; UFBARowenna Brito – Geografia UFBA Arlon Silva Viegas ; Eng Ambiental; UFBADudu – História UFBA – 1 vice presidente Charles Gean da Cruz Oliveira ; História;da UEB, UNEB - ItaberabaYuri Brito – CISO UFBA Vinícius Alves; Gênero e Diversidade; - UFBAFreitas – CISO UFBA Flávio ; História; UNIJORGEMichele Sodré – História UFBA Dani ; Fonoaudiologia; UFBALuana – História UCSAL Juliano Falcão – Engenharia de ProduçãoIgor Alves Araujo – Presidente do CA de UFBADesign de Moda Samuel Branco – Doutorando em genéticaVinicius Queiros Magalhães – DA de UESCFarmácia Poliana Rebouças – Saúde Coletiva UFBASheila Silva Dias – diretora CA deFonoaudiólogia Gabriel Oliveira – Produção Cultural UFBA/ Secretario Estadual da Juventude do PT -Rosana Santos Carvalho – Presidente do CA BAde Radiologia Agnaldo Almeida - Jornalismo (UNIJORGE) -Cosme de Souza dos Santos – Presidente CA Rede Nacional de Negras e Negros LGBTGestão Comercial Gleiton Guimarães - Historia (UNEB) -Ara Brasil - diretora de gênero do DCE Grupo LivreRogério Martins de Carvalho ; Letras; UNEB Lorena Lima - História (UNEB) - Grupo- Xique-Xique Livre
    • Mauricio Andrade - Pedagogia (UNEB) - Roni César. Comunicação Social/Coletivo CORPHUS Jornalismo; Cesmac – MaceióRebeca Benevides - História (UFBA) - Rio de JaneiroColetivo Kiu! Joao Francisco – Historia - UFRRJIvan – Comunicação Social – Faculdade daCidade Igor - Belas Artes - UFRRJAlagoas Pablo - Belas Artes - UFRRJRídina Motta. História, UFAL - Maceió. 1ª Elton - Ciencias Sociais – URFFJDiretora LGBT da UNE; Lucas Ramos (Foguinho) – Economia – FENECOMichenner Allan. Contabilidade UFAL - UFRRJMaceió. Bruno Souza (Latino) – Zootecnia - UFRRJMarco Antonio. Física UFAL Arapiraca. Vinicius Nascimento – Matematica - UFRRJAdriano Farias. Química. Centro Acadêmicode Química (CAQ); UFAL- Arapiraca Rodrigo Xavier – Agronomia - UFFRJAlexandre Constantino. História. Centro Mara – Agronomia - UFRRJAcadêmico de História; UNEAL – Palmeirados Índios. Pâmela – Agronomia - UFRRJSandro Regueira. Administração Pública; Lucas Jorge - Relações Internacionais -UNEAL - Maceió. UFRRJDaniel Bonifácio. Medicina. Grupo Rodrigo Ferrerez - Economia Doméstica -Alterando as Estruturas; UNCISAL UFRRJElias Bonifácio. Medicina. Grupo Alterando Diego Santana - Engenharia Florestal -as Estruturas UNCISAL UFRRJDartagnan. Direito. C. A. Antonio Luciane Ballock – Jornalismo - UFFSapucaia; FITs AmapaAndréia Galdino. Direito; Cesmac-Arapiraca. Silmara Morais - Química - UEAPIvete Medeiros. Biologia; FTC (Faculdade Kelson Rocha - Filosofia - UEAPde Tecnologia e Ciências- EAD) Emerson Renato - Pedagogia – UNIFAPDébora Melo. Comunicação Social/Jornalismo. Coletivo ENECOS –AL; Cesmac – PiauíMaceió Francisco Jordão Costa Silva - PresidenteMarcos André. Comunicação Social/ do DCE do CEUT - Centro deJornalismo. C. A. Graciliano Ramos; Cesmac Ensino Unificado de Teresina– Maceió Caio Fhylip de Oliveira - Presidente do CARailton Teixeira. Comunicação Social/ do curso de Administração do CEUTJornalismo. C. A. Graciliano Ramos;Cesmac – Maceió Ben Hur Veras Paiva - Presidente do DCE do IFPI - TeresinaCamila Guimarães. Comunicação Social/Publicidade. C. A. Graciliano Ramos; Sergio Henrique Abreu - CA de ServiloCesmac – Maceió Social FAR - Faculdade Adelmar RosadoBarbara Bassi. Comunicação Social/ Jornalismo.C. A. Graciliano Ramos; 305 pessoas eCesmac – Maceió 18 estados
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