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Trabalho de biologia oficial

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  • 1. DOENÇAS Hepatite B, HPV, Brucelose, Doença péptica, Leishmaniose Tegumentar, Toxoplasmose e Fungos que atacam o sistema digestório 2º Alimentos Ana Paula Perli – 09005 Bruna Lessio – 09011 Érika Righi – 09018 Evelyn Elita – 09019 Luiza Elias – 09028 Mayla Correia – 09032 Renan Cupertino – 09037 Tabatta Spanol – 09039
  • 2. <ul><li>HEPATITE B </li></ul>
  • 3. 1.1. Causa <ul><li>A doença é adquirida pelo contato com sangue e/ou secreções contaminados com o vírus da hepatite B: Hepadnavirus (HBV). Esse vírus é bastante resistente, pois consegue sobreviver sete dias em ambiente externo e atingir de 5% até 40% das pessoas não vacinadas. Ou seja, o risco é maior do que o de se contrair hepatite C (varia de 3% a 10%) e AIDS (varia de 0,2% a 0,5%). </li></ul>
  • 4. Hepadnavirus (HBV) “ Estrutura geral do vírus da Hepatite B” [adaptado de © 2002 James A. Perkins]. “ Partículas esféricas e filamentosas” que o vírus possui e que se encontram no soro de um indivíduo infectado. Pormenor da localização da camada de Hbe. [Murray et. al., 2005].
  • 5. 1.2. Transmissão <ul><li>A transmissão pode ocorrer através de: </li></ul><ul><li>- Relações sexuais; </li></ul><ul><li>- Injeção de drogas ilícitas; </li></ul><ul><li>- Exposição a sangue por material cortante ou perfurante de uso coletivo sem esterilização adequada; </li></ul><ul><li>- Transfusão de sangue; </li></ul><ul><li>- Transplante de órgãos; </li></ul><ul><li>- Parto (se a mãe estiver infectada). </li></ul>
  • 6. 1.3. Ciclo de Vida do HBV <ul><li>O período de incubação da hepatite B é de 28 a 160 dias e o HBV age da seguinte forma: </li></ul><ul><li>1º: Infecção da célula; </li></ul><ul><li>2º: Ligação com o hepatócito através da glicoproteína de superfície pré-S1 e um receptor do hepatócito; </li></ul><ul><li>3º: Ataque à membrana das células; </li></ul><ul><li>4º: Liberação do conteúdo de DNA viral e de DNA polimerase no núcleo das células; </li></ul><ul><li>5º: Produção de RNA mensageiro e de proteínas; </li></ul><ul><li>6º: Formação de cópias do vírus; </li></ul><ul><li>7º: Liberação dos vírus para a corrente sanguínea. </li></ul>
  • 7. Ciclo de Vida do HBV “ Ciclo de vida do HBV” [www.labmed.pt]. O RNAm (mensageiro) por um lado é traduzido em proteínas (p. ex. HBsAg) e por outro lado é empacotado numa nucleocápside. No citoplasma, o RNA da nucleocápside vai servir de molde para a síntese da cadeia menos (-) e da cadeia mais (+) do DNA.
  • 8. 1.4. Sintomas <ul><li>Os sinais e sintomas apresentados são: </li></ul><ul><li>- Cansaço e fraqueza; </li></ul><ul><li>- Perda de apetite; </li></ul><ul><li>- Febre branda; </li></ul><ul><li>- Dores de estômago, cabeça, no corpo ou nas juntas; </li></ul><ul><li>- Erupção na pele e coceira; </li></ul><ul><li>- Náuseas; </li></ul><ul><li>- Fezes claras e urina escura; </li></ul><ul><li>- Pele, olhos e mucosas amareladas (icterícia). </li></ul>
  • 9. 1.5. Profilaxia <ul><li>As hepatites virais são processos inflamatórios, caracterizados por lesão hepatocelular. No caso da hepatite B, se não houver tratamento, a doença pode se tornar crônica e levar à falência do fígado. </li></ul><ul><li>Para prevenir a doença, faz-se: </li></ul><ul><li>- Utilização de material descartável; </li></ul><ul><li>- Uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual); </li></ul><ul><li>- Descarte correto de seringas e agulhas; </li></ul><ul><li>- Vacinação em crianças, jovens de 18 anos, adultos e grupos de risco; </li></ul><ul><li>- Uso da imunoglobulina; </li></ul>
  • 10. 1.6. Dados Epidemiológicos <ul><li>A Organização Mundial de Saúde estima que : </li></ul><ul><li>Dois bilhões de pessoas no mundo já tiveram contato com o vírus da hepatite B (VHB), e que 325 milhões tornaram-se portadores crônicos; </li></ul><ul><li>As taxas de prevalência da hepatite B variam de 0,1% a taxas superiores a 30%; </li></ul><ul><li>O Ministério de Saúde estima que, no Brasil: </li></ul><ul><li>Pelo menos 15% da população já esteve em contato com o vírus da hepatite B e que 1% da população apresenta doença crônica relacionada a este vírus. </li></ul>
  • 11. Bibliografia <ul><li>SANTO, M. C. R. E. ; BELLAN, M. C. “Saúde do adulto: Situações clínicas”. 2009. Capítulo 2, página 12 a 15. </li></ul><ul><li>AMABIS, J. M. ; MARTHO, G. R. “Biologia dos organismos”. Volume 2. 2ª edição. Editora Moderna. São Paulo, 2004. Capítulo 2, página 49. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, E. M. “Aspectos bioquímicos da infecção pelo vírus HBV”. Gandra, Dezembro de 2007. Página 5 a 6. </li></ul><ul><li>FERREIRA, C. T. ; SILVEIRA, T. R. “Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção”. Revista Brasileira de Epidemiologia. Volume 7. Número 4. São Paulo, dezembro de 2004. </li></ul><ul><li>http://www.hepcentro.com.br/hepatite_b.htm . </li></ul><ul><li>http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/casos_conf_hepatite_b.pdf . </li></ul><ul><li>http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-790X2004000400010&script=sci_arttext . </li></ul>
  • 12.  
  • 13. CONCEITO O HPV (Human Papiloma Virus) é uma doença infecciosa, de transmissão freqüentemente sexual, também conhecida como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo .
  • 14. CICLO DE VIDA DO PAPILOMAVÍRUS O tecido epitelial é formado por diferentes estratos, sendo o mais inferior denominado estrato basal. O HPV infecta o estrato basal atráves de microabrasões e ferimentos. Fase de estabelecimento : Após o genoma viral ter sido libertado no interior da célula e encontrar-se no núcleo, mantém sua conformação circular e inicia a síntese de proteínas E1 e E2. Assim, por ação destas proteínas, dá-se a replicação do genoma até obter-se 20 a 100 cópias. Fase de manutenção : o vírus toma conta da célula. O DNAv replica-se somente quando o DNAc o faz, na proporção de 1:1. Deste modo, o vírus garante que o numero de cópias permaneça igual nas células filhas. Genes precoces fazem com que a célula se divida mais rápido e mais freqüentemente, o que faz com que substituam as celular normais, formando tumores benignos. Fase produtiva : ocorre nas células dos estratos supra basais (superiores). O vírus toma controle total e as proteínas E1 e E2 promovem a amplificação das copias de DNAv. A libertação dos vírus ocorre nos queratinócitos (células em diferenciação) localizados mais superficialmente, a medida que estes vão morrendo. Assim, os vírus liberados estão prontos para infectar outros tecidos.
  • 15. <ul><li>CAUSADOR E TRANSMISSÃO </li></ul><ul><li>Os Papilomavírus Humanos são vírus da família Papillomaviridae. Eles infectam células epiteliais e tem a capacidade de causar lesões na pele ou mucosas. Elas têm crescimento limitado e com freqüência regridem espontaneamente. É um vírus icosaédrico, não envelopado e com ácido nucléico constituído de DNA de dupla fita, circular; </li></ul><ul><li>Existem por volta de 70 tipos desse vírus; </li></ul><ul><li>A transmissão ocorre através do contato sexual envolvendo pessoas já contaminadas e através do contato direto com regiões infectadas; </li></ul>Células infectadas pelo papilomavírus Papilomavírus ao microscópio
  • 16. <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>- Na maioria das vezes, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. O vírus pode ficar instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, apesar de poder ser transmitido. Pode entrar em ação em determinadas situações como na gravidez ou numa fase de estresse, quando a defesa do organismo fica abalada; </li></ul><ul><li>Nos genitais, existem duas formas de manifestação clínica: as verrugas genitais que aparecem na vagina, pênis e anus; e outra forma, microscópica, que aparece no pênis, vagina e colo de útero. Na vulva, ele causa a doença chamada condiloma genita l; </li></ul><ul><li>- Algumas lesões genitais, se não tratadas, podem se transformar em câncer de colo do útero. </li></ul>
  • 17.  
  • 18. <ul><li>PROFILAXIA </li></ul><ul><li>Os cuidados a serem tomados para evitar o contágio desta doença são os mesmos recomedados para evitar qualquer tipo de doença sexualmente transmissivel. São eles: </li></ul><ul><li>Manter cuidados higiênicos; - Ter parceiro fixo ou reduzir o número de parceiros; - Usar preservativos em todas as relações sexuais; - Fazer regularmente exames ginecológicos e urológicos; </li></ul><ul><li>Há também a vacina (Gardasil e Cervarix) desenvolvida para combater as infecções causadas pelo HPV e, conseqüentemente, diminuir o número de casos de câncer de colo do útero. Ela estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo. </li></ul>
  • 19. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS - Estudos no mundo comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas; - 99% das mulheres que têm câncer do colo uterino, foram antes infectadas por este vírus. No Brasil, cerca de 7 mil mulheres morrem anualmente por esse tipo de tumor; - Embora estudos epidemiológicos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum, somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.
  • 20. TOXOPLASMOSE <ul><li>É uma doença infecciosa causada por um protozoário chamado  Toxoplasma gondii . </li></ul><ul><li>Trata-se de doença infecciosa causada por um protozoário chamado  Toxoplasma gondii . Este protozoário é facilmente encontrado na natureza e pode causar infecção em grande número de mamíferos e pássaros no mundo todo. </li></ul>Toxoplasma gondii Fonte: scienceblogs.com
  • 21. O protozoário causador da doença ( Toxoplasma gondii ) é parasita intracelular, principalmente de células do sistema nervoso e muscular de animais endotérmicos - inclusive cães, gatos, coelhos, lebres, aves, suínos, gados, ratos e cobaias.  Causador e Transmissor : Toxoplasma gondii O gato é um dos agentes transmissores da toxoplasmose Fonte: brasilescola.com
  • 22. Pode-se adquirir a doença de quatro formas : <ul><li>Por ingestão de cistos presentes em dejetos de animais contaminados, particularmente gatos, que podem estar presentes em qualquer solo onde o animal transita. Mais comum no nosso meio. </li></ul><ul><li>Por ingestão de carne de animais infectados (carne crua ou mal-passada), mais comum na Ásia. </li></ul><ul><li>Por transmissão intra-uterina da gestante contaminada para o feto (vertical). </li></ul><ul><li>Uma quarta forma de transmissão pode ocorrer através de órgãos contaminados que, ao serem transplantados em pessoas que terão que utilizar medicações que diminuem a imunidade (para combater a rejeição ao órgão recebido), causam a doença. </li></ul>
  • 23. Ciclo de Vida: A reprodução do protozoário ocorre das seguintes maneiras: <ul><li>Assexuada : dando origem a zoitos que, após sucessivas divisões, se tornam merozoítos, infectando novas células, inclusive as de defesa </li></ul><ul><li>Sexuada (gametogônica): acontece no intestino do hospedeiro, dando origem aos oocistos. Oocistos podem ser eliminados no ambiente pelas fezes, podendo infectar outros animais – inclusive os humanos. Esta forma de reprodução ocorre, predominantemente, em felinos.  </li></ul>Ciclo de vida do Toxoplasma gondii ,
  • 24. Sintomas: A infecção nos humanos é assintomática em 80 a 90 % dos casos, isto é, não causa sintomas, e pode passar desapercebida naqueles pacientes cuja imunidade é normal. No entanto, quando esta pessoa tornar-se imunodeprimida (com as defesas imunológicas diminuídas) por qualquer razão os sintomas e a doença toxoplasmose pode se manifestar. Os principais sintomas são: <ul><li>Presença de ínguas, geralmente no pescoço; </li></ul><ul><li>Febre, dores musculares e articulares, </li></ul><ul><li>Comprometimento da visão </li></ul><ul><li>Dor de cabeça e garganta </li></ul><ul><li>Manchas pequenas e vermelhas pelo corpo  </li></ul><ul><li>Inflamação da retina (corioretinite), apresentando conjuntivite, hemorragias oculares, embaçamento da visão (podem ocorrer em crianças infectadas) </li></ul>
  • 25. Profilaxia: <ul><li>Quanto ao animal: deve-se fornecer a ele carne cozida ou enlatada e higiene do local onde dormem. </li></ul><ul><li>Quanto ao ser humano: deve-se ter cuidado ao manusear a caixa de areia do gato dando destino adequado às fezes fazendo limpeza e desinfecção diária dessa caixa, lavando as mãos após manusear o animal e a carne crua; não comer carne crua ou mal passada, tomar cuidado com tanque de areia onde as crianças brincam, e se possível cobri-los quando não estiverem em uso(controlar moscas e baratas que podem servir de hospedeiros). </li></ul><ul><li>Mulheres grávidas: devem tomar medidas sérias para que seja evitado contato com material fecal dos gatos (por exemplo uso de luvas). </li></ul>
  • 26. Dados Epidermológicos: Fonte: Revista Panamericana de Infectologia
  • 27. Bibliografia: <ul><li>www.medical-look.com </li></ul><ul><li>www.brasilescola.com/doencas/toxoplasmose.htm </li></ul><ul><li>www.abcdasaude.com.br/artigo.php?417 </li></ul><ul><li>www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/Toxoplasma_gondii.htm </li></ul><ul><li>www.saudevidaonline.com.br/toxopla.htm </li></ul><ul><li>www.revista-api.com/4%20edicao%202007/pgs/art_4%200407.html </li></ul>
  • 28. Pneumonia Érika Righi – 2° Alimentos – R.A: 09018
  • 29. Causador e Transmissor <ul><li>A pneumonia pode ser causada por vários microorganismos diferentes, incluindo vírus, bactérias, parasitas ou fungos. A maioria de todos os casos de pneumonia é causada por bactérias e, destas, o pneumococo é o mais freqüente. </li></ul>  1papacaio.com.br/.../bacteria_pneumococos.jpg
  • 30. Ciclo de vida (do causador) <ul><li>Estas bactérias Gram-positivas crescem em cadeias, de comprimento variável, e são responsáveis por muitas infecções distintas. Embora classificadas como aeróbias, a maioria são anaeróbias facultativas (capazes de crescer num leque alargado de concentração de oxigênio), enquanto que poucas são anaeróbias obrigatórias. </li></ul>
  • 31. Profilaxia <ul><li>A Vacina Anti-Pneumocócica (Pneumovax ®) , em uso desde 1983, oferece uma proteção de até 90% por cerca 05 anos ou mais. Ela está indicada para todas as pessoas com 50 anos de idade ou mais, portadores de insuficiência renal, HIV, alguns tipos de câncer, doenças cardiovasculares ou pulmonares crônicas (p.ex., insuficiência cardíaca, enfisema, asma), diabetes, cirrose, alcoolismo, que receberam órgãos transplantados ou que tiveram o Baço retirado cirurgicamente. Os efeitos colaterais da vacina são leves e incluem principalmente dor no local da injeção. </li></ul>jornalvicentino.com.br
  • 32. <ul><li>Existe no mercado a vacina contra o vírus influenza e outra contra o pneumococo, que podem diminuir as chances do aparecimento das doenças causadas por estes germes. </li></ul><ul><li>Medidas simples para prevenção de pneumonias incluem cuidados com a higiene, como a lavagem de mãos com sabonetes simples. </li></ul><ul><li>Uma dieta rica em frutas e vegetais, que possuem vitaminas, ajudam a reforçar o sistema de defesa do organismo às infecções. </li></ul>
  • 33. Dados Epidemiológicos <ul><li>No Brasil, as pneumonias foram a causa básica de 17.220 mortes na faixa etária de 65 anos ou mais, durante o ano de 1996. De acordo com o Serviço de Vigilância Epidemiológica da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), a taxa de hospitalização por gripe e pneumonia em idosos foi de 12,5 por 1.000 habitantes. </li></ul>
  • 34. <ul><li>Os dados de hospitalização do Sistema Único de Saúde (SUS) demonstram que a pneumonia é a terceira causa de internações entre indivíduos com 65 anos de idade ou mais, representando 6,8% do total de internações hospitalares no SUS, com um custo médio unitário de R$ 194,09. Em 1997, 17,8% das Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) foram decorrentes de doenças respiratórias agudas e pneumonia em idosos, representando um custo de R$99,7 milhões. </li></ul>
  • 35. <ul><li>Em 1997, 17,8% das Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) foram decorrentes de doenças respiratórias agudas e pneumonia em idosos, representando um custo de R$99,7 milhões. </li></ul>nytimes.com
  • 36. Sintomas principais <ul><li>Tosse com secreção, dores torácicas, febre alta, calafrios, dores de ouvido e respiração curta e ofegante são alguns de seus sintomas. Em idosos, pode haver confusão mental. Não sendo tratada, acúmulo de líquidos nos pulmões e ulcerações nos brônquios pode surgir. </li></ul>http:// 3. bp . blogspot.com /_RPxqYexi5u8/StNx24aCLfI/ AAAAAAAAAQc /ChPerV7- kdY /s200/ Pneumonia_anatomy.jpg
  • 37. Fontes <ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Pneumonia </li></ul><ul><li>http://hivmedicine.aidsportugal.com/12_OI_11.php </li></ul><ul><li>http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/2600/pneumonia </li></ul><ul><li>http://sintomasedicas.com/pneumonia-sintomas/ </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/doencas/pneumonia.htm </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?328 </li></ul><ul><li>http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010235862001000200008&script=sci_arttext </li></ul><ul><li>http://www.copacabanarunners.net/vacinas.html </li></ul>
  • 38. Doenças Pépticas
  • 39. <ul><li>Bactéria gram-negativa </li></ul><ul><li>Flagelada </li></ul><ul><li>Microaerófila </li></ul><ul><li>Encontrada no muco gástrico e na superfície das células epiteliais. </li></ul><ul><li>Estrutura celular da Helicobacter pylori </li></ul>Causador: Helicobacter pylori
  • 40. <ul><li>Essa bactéria vive exclusivamente no estômago humano e é o único organismo conhecido capaz de colonizar esse ambiente altamente ácido, em parte pela sua capacidade de excretar uma &quot;nuvem&quot; de amônia que a protege do ácido. Ela tem formato de hélice (daí o nome helicobacter), podendo literalmente se &quot;parafusar&quot; na camada de muco que protege o epitélio gástrico do ácido  </li></ul><ul><li>Bactéria penetrando do muco gástrico </li></ul>
  • 41. <ul><li>Pessoa a pessoa (fecal-oral, oral-oral,gástrica-oral) </li></ul>Transmissão: <ul><li>Aparelhos endoscópicos contaminados </li></ul><ul><li>Animais </li></ul><ul><li>Vetores </li></ul><ul><li>Água e alimentos contaminados </li></ul>
  • 42. <ul><li>Queimação </li></ul><ul><li>“ Dor de fome” </li></ul><ul><li>Enjôo </li></ul><ul><li>Vômitos </li></ul><ul><li>Plenitude (sensação de peso ou estufamento no estômago) </li></ul><ul><li>Dores de cabeça </li></ul>Sintomas:
  • 43. <ul><li>Antiácidos(para alívio dos sintomas) </li></ul><ul><li>Antiinflamatórios </li></ul><ul><li>E, principalmente, o uso de antibióticos específicos, que em alguns casos são associados para um melhor resultado. </li></ul>Profilaxia:
  • 44. <ul><li>Estima-se que até 70% das infecções são assintomáticas e que aproximadamente 2/3 da população mundial são infectadas pela bactéria, tornando-se a infecção mais difundida no mundo. </li></ul><ul><li>O número de indivíduos infectados pela bactéria está ligado diretamente com o nível de desenvolvimento do país, já que sem um bom saneamento básico a população tem mais chances de consumir água contaminada. </li></ul>Dados:
  • 45. <ul><li>http://www.helico.com/ </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/ </li></ul><ul><li>http://www.medstudents.com.br/ </li></ul><ul><li>  www.cienciapt.net/pt/index.php </li></ul><ul><li>http://www.nature.com/nrmicro/journal </li></ul>Bibliografia
  • 46. Leshimaniose tegumentar <ul><li>A leshimaniose tegumentar ou LTA, é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por diferentes espécies de </li></ul><ul><li>protozoários do gênero Leishmania , que acomete pele e mucosas. Primariamente, é uma </li></ul><ul><li>Infecção zoonótica, afetando outros animais que não o ser humano, o qual pode ser envolvido </li></ul><ul><li>secundariamente. </li></ul>
  • 47. Causador e transmissor <ul><li>A leishmaniose é uma doença não contagiosa causada por parasitas ( protozoário um protozoário pertencente à família Trypanosomatidae) </li></ul><ul><li>parasito intracelular obrigatório das células do sistema fagocítico mononuclear, com duas </li></ul><ul><li>formas principais: uma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do inseto </li></ul><ul><li>vetor, e outra aflagelada ou amastigota, observada nos tecidos dos hospedeiros vertebrados </li></ul>Leishmania – Forma flagelada ou promastigota.
  • 48. <ul><li>Os vetores da LTA são insetos denominados flebotomíneos, pertencentes à Ordem </li></ul><ul><li>Díptera, Família Psychodidae , Subfamília Phlebotominae ,Gênero Lutzomyia, conhecidos </li></ul><ul><li>popularmente, dependendo da localização geográfica, como mosquito palha, tatuquira, birigui,entre outros </li></ul>Fêmea de flebotomíneo ingurgitada (Foto ampliada).
  • 49. Ciclo de vida do causador <ul><li>1. O parasita se reproduz no intestino dos mosquitos flebotomidios. Quando a fêmea pica um animal infectado transmite ou colhe o parasita. 2. No organismo, as formas promastigotas (com flagelo) são fagocitadas pelos macrófagos da pele sem sofrer destruição. Dentro do macrófago, o parasita perde seu flagelo e adquire a forma amastigota. 3. O parasita se reproduz dentro das células de defesa e as destrói. Mais amastigotas são liberados no organismo, continuando a infecção. 4. Alguns tipos de leishmania permanecem na pele, ou migram para as mucosas (revestimento úmido) da boca ou do nariz, causando a leishmaniose tegumentar ou úlcera de Bauru. 5. Outros migram para órgãos como o fígado e o baço, provocando a leishmaniose visceral ou calazar, a forma mortal da doença. </li></ul>
  • 50. Principais sintomas <ul><li>A Leishmania brasiliensis uma doença que não leva à morte do doente, mas provoca lesões cutâneas generalizadas, com deformações por vezes permanentes. Essas lesões podem levar à obstrução parcial das fossas nasais e das vias aéreas superiores. </li></ul><ul><li>Indivíduos humanos apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos. </li></ul>
  • 51. Profilaxia <ul><li>Pelo fato de ser uma zoonose primitiva das florestas, a LTA resiste a qualquer medida preventiva aplicável as doenças transmitidas por vetores. Na maior parte das áreas endêmicas, onde se observa o padrão clássico de transmissão, quase nada pode ser feito no momento em relação a profilaxia da doença, dada a impossibilidade de se atuar sobre a fonte de infecção silvestre. Portanto, algumas medidas devem ser adotadas, tais como: </li></ul><ul><li>Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento: toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar o Centro de Saúde ou Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e, se for o caso, iniciar o tratamento; </li></ul><ul><li>Medidas de proteção individual: são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas, uso de repelentes e evitar a freqüência em horário noturno, a partir das 20:00 horas; </li></ul>
  • 52. <ul><li>Medidas educativas: as atividades de educação em saúde devem estar inseridas em todos os serviços que desenvolvem as ações de controle de LTA, requerendo o envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado nas diferentes unidades de prestação de serviço, através: </li></ul><ul><li>Da capacitação das equipes, englobando conhecimento técnico, os aspectos psicológicos e a prática profissional em relação à doença e ao doente; </li></ul><ul><li>Da adoção de medidas profiláticas, considerando o conhecimento da doença, atitudes e práticas da população, relacionadas às condições de vida e trabalho das pessoas e </li></ul><ul><li>Do estabelecimento de relação dinâmica entre o conhecimento do profissional e a vivência dos diferentes extratos sociais através da compreensão global do processo saúde/doença, no qual intervêm fatores sociais, econômicos, políticos e culturais. </li></ul>
  • 53. Dados Epidemiológicos <ul><li>A Algumas investigações a respeito dos prováveis reservatórios do agente etiológico da LTA realizadas na região Neotropical detectaram infecções em marsupiais primatas, desdentados, roedores e carnívoros. Segundo Lainson & Shaw (1974), parece definido que o reservatório silvestre para a Leishmania braziliensis s.l. é o Choloepus hoffmanni . No estado de São Paulo, entre os animais silvestres, os roedores dos gêneros Proechimys , Rhipidomys , Oryzomys , Akodon,Rattus e Didelphis são considerados primariamente reservatórios da Leishmania . Outros animais parecem desempenhar papel secundário. Entre os em animais domésticos, os eqüideos, felídeos e canídeos são considerados hospedeiros acidentais, uma vez que não há evidências que comprovem o papel desses animais como reservatório do parasito, freqüentemente estes animais vêm sendo encontrados com lesões em mucosas das vias aerodigestivas superiores. </li></ul>
  • 54. <ul><li>No Brasil, a LTA ocorre em ambos os sexos, acometendo todas as faixas etárias, entretanto na média do país, para o período de 1980 a 2005, predominou os maiores de 10 anos de idade, representando 90% dos casos e o sexo masculino 74%. A partir de 1985, vem se verificando tendência de aumento no número de casos, observando-se picos a cada cinco anos. No período de 1985 a 2005 o número médio de casos autóctones foi 28.568 e coeficiente de incidência de 18,5 casos para cada 100.000 habitantes. </li></ul>
  • 55. Gráfico: Casos notificados de leishmaniose tegumentar americana, Brasil – 1985 a 2005. Fonte: Sinan, SVS/MS, 2008.
  • 56. Bibliografia <ul><li>http://www.sucen.sp.gov.br/atuac/tegume.html#ind7 </li></ul><ul><li>http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1560 </li></ul><ul><li>http://www.scielo.br/scielo . php ? pid =S0037-86822003000100011&script=sci_arttext&tlng= es </li></ul>

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