7.Rochas MetamóRficas

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7.Rochas MetamóRficas

  1. 1. 10º ANO BIOLOGIA E GEOLOGIA Rochas metamórficas 7
  2. 2.
  3. 3. Metamorfismo Aumento da P e T
  4. 4.
  5. 5. Aumento da temperatura 0 600 1200 Temp. (ºC) A B C A C B
  6. 6. Aumento da pressão
  7. 7.
  8. 8.
  9. 9.
  10. 10.
  11. 11. Metamorfismo regional
  12. 12. Metamorfismo de contacto
  13. 13. Metamorfismo de contacto
  14. 14. Metamorfismo regional
  15. 15. Principais tipos de rochas metamórficas Frequentes quando o metamorfismo afecta rochas monominerálicas
  16. 16.
  17. 17. <ul><li>Nesta zona entre o fim do Mesozóico e o início do Cenozóico houve actividade ígnea importante, quer profunda (Maciço sub-vulcânico de Sintra) quer superficial (Complexo vulcânico de Lisboa). </li></ul>Sintra
  18. 18. Serra de Sintra
  19. 19. <ul><li>O Maciço de Sintra é um pequeno batólito com cerca de 10 Km de extensão por 5 a 6 Km de largura tendo a idade aproximada de 82 M.a., </li></ul>
  20. 20. <ul><li>O maciço ao intruir em calcários, deu origem a uma auréola de metamorfismo onde avultam rochas corneanas calco – silicatadas e rochas areníticas recristalizadas e ainda alguns mármores – metamorfismo de contacto. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>O magmatismo da região de Lisboa foi um dos episódios importantes da actividade ígnea Meso-Cenozóica que acompanhou a abertura do Atlântico Norte. </li></ul><ul><li>O vulcanismo que teve lugar há cerca de 72 M.a. de anos, deve ter sido, quer em magnitude quer em intensidade, bastante apreciável e está na origem do Complexo vulcânico de Lisboa que ocupa uma extensão de 200 Km². </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Durante o Jurássico-Cretácico nesta região depositaram-se várias unidades sedimentares </li></ul><ul><li>(2) Fusão parcial de materiais da crosta e manto. </li></ul><ul><li>(3) Seguiram-se episódios de natureza magmática, nos quais se incluem o aparecimento de filões basálticos na região de Mafra e a formação de rochas plutónicas (gabro). </li></ul><ul><li>(4) Instalação do Maciço Eruptivo de Sintra que, por fenómenos de metamorfismo de contacto e metassomatismo alterou o registo sedimentar existente. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>A intrusão do maciço eruptivo gerou no seu encaixante vários sistemas de falhas que constituíram a rede alimentadora do cortejo filoniano que ali se veio a instalar. </li></ul>
  24. 24.
  25. 25. <ul><li>1. Deformação em doma por intrusão granítica e instalação de filões. </li></ul><ul><li>2. Metamorfismo de contacto «Xistos do Ramalhão» e «Calcários de S. Pedro». </li></ul><ul><li>3. Intrusão gabro-sienítica e instalação de filões . </li></ul><ul><li>4. Regressão generalizada e emersão do esporão da Estremadura. </li></ul><ul><li>Etapas evolutivas </li></ul>
  26. 26. Convento de Mafra
  27. 27. Sintra <ul><li>Xisto do Ramalhão </li></ul><ul><li>Guincho - Cascais </li></ul>
  28. 28. <ul><li>O 'calcário fétido' de S. Pedro é, na realidade, uma rocha metamórfica - um mármore. </li></ul><ul><li>Esta rocha originou-se devido à acção das elevadas temperaturas do magma sobre o calcário quando se instalou o Maciço Eruptivo de Sintra. </li></ul><ul><li>Calcário fétido de Sintra </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Xenólito de mármore no granito de Sintra - Praia da Ursa </li></ul><ul><li>Praia da Ursa </li></ul>
  30. 30. <ul><li>fácies de plataforma carbonatada ( mármores de Estremoz-Vila Viçosa ) Ordovícico – Complexo vulcano-sedimentar carbonatado de Estremoz </li></ul>Estremoz
  31. 31. <ul><li>Mármores </li></ul><ul><li>http://www.cvtv.pt/minuto/index.asp?id_tag=8&id_video=152 </li></ul>Estremoz
  32. 32.
  33. 33. <ul><li>Recuando até um passado longínquo onde águas saturadas de carbonato de cálcio chegavam a um mar de águas tépidas e pouco profundo. Neste mar o carbonato de cálcio precipitava e dava origem a calcários. </li></ul><ul><li>Ao mesmo tempo ocorria uma intensa actividade vulcânica. Esta actividade, pela quantidade de gases que libertava tornava quase impossível a existência de formas de vida, o que explica o facto dos mármores de Estremoz serem escassos em fósseis. </li></ul><ul><li>À medida que as bancadas se iam formando a espessura total dos calcários aumentava, ao mesmo tempo, as condições de sedimentação variavam de tal modo que nas últimas camadas de calcários podemos encontrar, ainda que sejam escassos, fósseis classificados como crinóides. </li></ul>
  34. 34. Estremoz - Alentejo
  35. 35. Mármores de Estremoz Mármore Rosa. Mármore Creme. Mármore Venado
  36. 36. <ul><li>Das areias a quartzitos </li></ul>Penha Garcia
  37. 37.
  38. 38. Penha Garcia - quartzitos
  39. 39. <ul><li>Foram rochas sedimentares, </li></ul><ul><li>areias ricas em quartzo que se </li></ul><ul><li>depositaram no mar entre os 479 e </li></ul><ul><li>os 468 Ma. </li></ul><ul><li>Os quartzitos predominam, mas </li></ul><ul><li>existiam também rochas de grão </li></ul><ul><li>mais fino do que areia, que </li></ul><ul><li>originaram xistos. </li></ul>
  40. 40. Como se formaram os quartzitos? <ul><li>Há cerca de 480 Ma, a erosão de áreas continentais próximas forneceu partículas de dimensão da areia e de composição mineral dominante, o quartzo. Estas areias quartzosas depositaram-se no fundo marinho de pouca profundidade, em camadas paralelas e quase horizontais (estratos), limitadas entre si por superfícies de estratificação. </li></ul><ul><li>Durante o Ordovícico foram-se depositando camadas sobre camadas de rochas sedimentares arenosas. Estas sofreram compactação, desidratação e até precipitação de minerais, provenientes dos fluidos aprisionados entre os sedimentos, transformando-se em rochas sedimentares coesas, arenitos quartzíticos. </li></ul>
  41. 41. Houve Mar em Penha Garcia <ul><li>A origem dos quartzitos de Penha Garcia remonta há 490 milhões de anos, quando os continentes se encontravam unidos no Pólo Sul, formando o supercontinente Gondwana. A região de Penha Garcia encontrava-se então na margem NW deste supercontinente, onde existia um mar pouco profundo onde habitavam as trilobites. As trilobites viveram até ao final do Paleozóico e deslocavam-se, procurando alimento e protecção nos substratos areno-argilosos. </li></ul>
  42. 42. Extracto adaptado da Carta Geológica de Portugal à escala 1:500 000 (Oliveira et al., 1992, editada pelo IGM), da área de Penha Garcia. Observam-se as rochas que formam o Sinclinal de Penha Garcia. A formação quartzítica tem a simbologia OQa e corresponde ao relevo bem visível na figura Reconstituição da disposição dos continentes no Período Ordovícico (488 a 443 Ma), adaptada de C.R. Scotese (www.scotese.com). Penha Garcia
  43. 43. <ul><li>Desde a formação do supercontinente Gondwana, os movimentos tectónicos fizeram aproximar as restantes massas continentais. Há cerca de 300 Ma ocorreu a colisão dos vários continentes que originou o supercontinente Pangea. </li></ul><ul><li>Esta colisão intercontinental provocou o aumento da pressão e temperatura nas rochas. Sob as novas condições, os arenitos, rochas sedimentares, foram transformados em rochas metamórficas, os quartzitos, rochas muito mais coesas e duras. </li></ul>Penha Garcia

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