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Ppt0000003

  1. 1. Prof.M.Sc. Vasco Malta
  2. 2. TECIDO EPITELIAL TECIDO CONJUNTIVO TECIDO NERVOSO TECIDO MUSCULAR
  3. 3. Tecido Epitelial <ul><li>O tecido epitelial, originado dos três folhetos embrionários ( ectoderme, mesoderme e endoderme ), é caracterizado pela sua falta de vascularização , justaposição entre suas células e por estar sempre apoiado numa membrana basal (a estrutura responsável pela nutrição e trânsito de substâncias do epitélio). </li></ul><ul><li>Suas funções são bastante variadas, incluindo proteção, revestimento, percepção sensorial, absorção e secreção de substâncias. </li></ul><ul><li>Divide-se em epitélio de revestimento e epitélio glandular. </li></ul>Epitélio de Revestimento Epitélio Glandular ÍNDICE
  4. 4. Tecido Epitelial de Revestimento <ul><li>O epitélio de revestimento cobre superfícies de diversos órgãos e, por isso, recebe várias funções. </li></ul><ul><li>Pode ser monoestratificado , composto por uma só camada de células, pluriestratificado , composto por várias camadas celulares, ou pseudoestratificado , com uma só camada de células de tamanhos diferentes, que por isso, parece ser várias camadas. </li></ul><ul><li>As células epiteliais de revestimento podem ser pavimentosas , cúbicas ou cilíndricas , e apresentar diferentes especializações de membrana . </li></ul>T. Epitelial
  5. 5. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Pavimentoso <ul><li>Uma só camada de células achatadas, com núcleos achatados. </li></ul><ul><li>Por sua pequena altura, têm como objetivo facilitar a movimentação e o transporte ativo de substâncias. </li></ul><ul><li>Endotélio (epitélio de revestimento de vasos sanguíneos) </li></ul><ul><li>Mesotélio (epitélio de revestimento das cavidades: peritoneal, pericárdica e pleural) </li></ul>
  6. 6. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Pavimentoso Lâmina C2.1 400x Traquéia e Esôfago (Hematoxilina-Eosina) Lâmina C3 400x Orelha de Cão (Gomori)
  7. 7. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Cúbico <ul><li>Uma só camada de células cúbicas (com as três dimensões são bastante parecidas, o núcleo é arredondado). </li></ul><ul><li>Epitélio dos Rins </li></ul><ul><li>Plexo Coróide do Cérebro </li></ul>
  8. 8. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Cúbico Lâmina K7 400x Plexo Coróide (Hematoxilina-Eosina)
  9. 9. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Cilíndrico <ul><li>Uma só camada de células cilíndricas (onde a altura é maior que a base e o núcleo, ovóide e parabasal ). </li></ul><ul><li>Normalmente, é o epitélio que possui modificações e especializações. </li></ul><ul><li>Ducto de Glândulas </li></ul>
  10. 10. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Cilíndrico Lâmina K2.1 400x Glândula Salivar (Hematoxilina-Eosina)
  11. 11. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado Cilíndrico Ciliado <ul><li>Uma camada de células epiteliais cilíndricas ciliadas. </li></ul><ul><li>Os cílios são compostos por um arranjo ordenado de microtúbulos conectados à proteínas como a dineína, que lhe conferirão movimento. </li></ul><ul><li>Endométrio </li></ul><ul><li>Trompa Uterina </li></ul>
  12. 12. Cílios Cílio em corte transversal visto em Microscopia Eletrônica Corpúsculo Basal em corte transversal visto em Microscopia Eletrônica Cílio em corte longitudinal visto em Microscopia Eletrônica O corpúsculo basal é a base do cílio, representando a parte deste que não prolonga o citoplasma em direção ao meio extra-celular.
  13. 13. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado com Microvilos <ul><li>Formado por uma camada de células epiteliais cilíndricas com bordo estriado. </li></ul><ul><li>As microvilosidades são prolongamentos da superfície celular, formados pelo arranjo ordenado de actina e miosina, sendo a membrana plasmática revestida externamente por glicocálix. Sua função é aumentar a superfíciede absorção do organismo. </li></ul><ul><li>Vesícula Biliar </li></ul>
  14. 14. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado com Microvilos Lâmina 6K.2 400x Vesícula Biliar (Hematoxilina-Eosina) Microvilosidades em corte transversal visto em Microscopia Eletrônica
  15. 15. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado com Microvilos e Células Caliciformes <ul><li>Formado por uma camada de células epiteliais cilíndricas com bordo estriado misturadas à células caliciformes. </li></ul><ul><li>Células caliciformes são células mucosecretoras, em formato de cálice, que aparecem pouco coradas pela Hematoxilina-Eosina. O muco é responsável pela lubrificação da superfície do epitélio. </li></ul><ul><li>Intestinos </li></ul>
  16. 16. Tecido Epitelial de Revestimento Monoestratificado com Microvilos e Células Caliciformes Lâmina J7.3 400x Intestino Delgado (Hematoxilina-Eosina) Células Caliciforme e com bordo estriado do epitélio intestinal em microscopia eletrônica.
  17. 17. Tecido Epitelial de Revestimento Pseudoestratificado Ciliado com Células Caliciformes <ul><li>Formado por uma camada de células epiteliais cilíndricas ciliadas misturadas à células epiteliais cúbicas. </li></ul><ul><li>Como esse epitélio está em constante contato com sujeira, ele necessita de constante renovação. As células cilíndricas ciliadas são as células adultas e as células cúbicas diferenciam-se, repondo o epitélio danificado. </li></ul><ul><li>As células caliciformes secretam muco, que adere às partículas de sujeira. Os cílios fazem um trabalho de movimentação para transportar as substâncias estranhas para o início do trato respiratório, para que lá elas sejam expulsas do organismo. </li></ul><ul><li>Árvore Respiratória </li></ul>
  18. 18. Tecido Epitelial de Revestimento Pseudoestratificado Ciliado com Células Caliciformes Lâmina C2.1 100x Traquéia (corte transversal) (Hematoxilina-Eosina) Lâmina C2.1 400x Traquéia (epitélio) (Hematoxilina-Eosina)
  19. 19. Tecido Epitelial de Revestimento Pseudoestratificado com Estereocílios <ul><li>Formado por uma camada de células epiteliais cilíndricas ciliadas com microvilos. </li></ul><ul><li>Apesar do nome, o estereocílio é mais parecido com um microvilo do que com um cílio propriamente dito. É composto também por actina e miosina, mas muito mais ramificado do que o seu parente, aumentando ainda mais a superfície de absorção. </li></ul><ul><li>Epidídimo </li></ul><ul><li>Órgão de Corti </li></ul>
  20. 20. Tecido Epitelial de Revestimento Pseudoestratificado com Estereocílios Lâmina A2 40x Epidídimo (Hematoxilina-Eosina e Cajal) Lâmina A2 100x Epidídimo (Hematoxilina-Eosina e Cajal) Lâmina A2 400x Epidídimo (Hematoxilina-Eosina e Cajal)
  21. 21. Tecidos Epiteliais de Revestimento Pluriestratificados <ul><li>São formados por mais de uma camada de células epiteliais. Cada camada tem a sua função, e consequentemente, uma morfologia diferente. Por isso a nomenclatura do tecido epitelial é dada de acordo com o formato das células da camada superficial. </li></ul><ul><li>A camada em contato com o tecido conjuntivo é sempre chamada de Camada Basal ou Germinativa porque é a única que entra em divisão celular e pode, por isso, originar outras células. </li></ul><ul><li>Como o tecido epitelial não é vascularizado, o tecido conjuntivo projeta-se sobre o epitélio para facilitar a nutrição das camadas mais superiores, formando papilas , que podem se projetar na superfície do órgão ( Delomorfas ) ou não ( Adelomorfas ) </li></ul>
  22. 22. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Não Queratinizado <ul><li>O Epitélio de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Não Queratinizado (ou mole) reveste regiões de atrito moderado. Esses lugares sofrem com o atrito e a passagem constante de substâncias por sua superfície, mas não precisam da rigidez e proteção que a queratina fornece. </li></ul><ul><li>Pele do interior da boca </li></ul><ul><li>Esôfago </li></ul><ul><li>Língua </li></ul>
  23. 23. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Não Queratinizado Lâmina C2.1 100x Esôfago (Hematoxilina-Eosina) Lâmina C2.1 400x Esôfago (Hematoxilina-Eosina) Camada Basal Camada Média Camada Superficial LUZ
  24. 24. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Queratinizado <ul><li>As camadas superiores produzem queratina, proteína que cobre a superfície epitelial, protegendo-a do meio externo. </li></ul><ul><li>Entre as células epiteliais há união por desmossomas-ponto (estruturas compostas pela proteína caderina unida aos filamentos intermediários do citoesqueleto e que aumentam a adesão entre membranas de células diferentes). Durante o preparo histológico, a célula murcha por perda de água mas a união não é desfeita, formando assim as Pontes Citoplasmáticas, visíveis na Camada Espinhosa. </li></ul><ul><li>Pele </li></ul>
  25. 25. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Queratinizado Lâmina R3 40x Pele fina (Hematoxilina-Eosina) Camada córnea Camada granulosa Camada espinhosa Camada germinativa Lâmina R3 400x Pele fina (Hematoxilina-Eosina) T. Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Queratinizado T. Conjuntivo Propria- mente Dito Frouxo Lâmina C3 100x Orelha de cão (Gomori)
  26. 26. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Queratinizado Camada córnea Lâmina R1 40x Pele grossa (Hematoxilina-Eosina) Lâmina R1 400x Pele grossa (Hematoxilina-Eosina) Queratina Camada granulosa Célula Epitelial Espinhosa Célula Epitelial Cilíndrica Camada espinhosa Camada Basal Tecido Conjuntivo Propriamente Dito Frouxo Micrografia Eletrônica de Desmossoma Ponto (ultra-estrutura da Ponte Citoplasmática)
  27. 27. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Cúbico <ul><li>Formado por várias camadas de células, sendo a última camada composta por células epiteliais cúbicas. </li></ul><ul><li>Conjuntiva do Olho </li></ul><ul><li>Alguns ductos Glandulares </li></ul>
  28. 28. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Cilíndrico <ul><li>Formado por várias camadas de células, sendo a última camada composta por células epiteliais cilíndricas. </li></ul><ul><li>Uretra Masculina </li></ul><ul><li>Alguns ductos Glandulares </li></ul>
  29. 29. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Polimorfo (UROTÉLIO) <ul><li>Este epitélio está localizado numa região cuja luz varia muito em tamanho, portanto, precisa de bastante distensibilidade. </li></ul><ul><li>Possui uma camada média de Células em Raquete , que podem mudar sua posição, “deitando”, para aumentar a largura do epitélio. </li></ul><ul><li>A camada superficial é composta por Células com Bordo Concentrado , mono ou binucleadas, fortemente unidas por junções oclusivas e cuja membrana plasmática dobra-se sobre si mesma, formando pequenas vesículas preenchidas por glicocálix e que aumenta a elétron-densidade dessa região. Quando a distensão é necessária,a membrana estica. </li></ul><ul><li>Sistema Urinário </li></ul>
  30. 30. Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Polimorfo (UROTÉLIO) Lâmina R1 40x e 100x Ureter (Hematoxilina-Eosina) Lâmina R1 400x Ureter (Hematoxilina-Eosina) Camada Superficial Camada Média Camada Basal
  31. 31. Tecido Epitelial Glandular <ul><li>Os epitélios glandulares são células especializadas na secreção de produtos cuja composição é variável. Originam-se de sucessivas invaginações e especializações de um epitélio de revestimento. </li></ul><ul><li>Podem ser classificadas de diversas formas, mas essencialmente, podem ser Exócrinos , conduzindo suas secreções para uma superfície epitelial livre, ou Endócrinos , que secretam seus produtos na corrente sanguínea. Algumas glândulas são mistas , trabalhando simultaneamente exócrina e endocrinamente. </li></ul>T. Epitelial Epitélio Glandular Exócrino Epitélio Glandular Endócrino
  32. 32. Tecido Epitelial Glandular Exócrino <ul><li>Secretam seus produtos em uma superfície epitelial livre. Dividem-se, essencialmente, em DUCTO e UNIDADE SECRETORA (Adenômero). Podem ser classificadas de várias formas: </li></ul><ul><li>Ramificação do Ducto </li></ul><ul><li>Forma das Unidades Secretoras </li></ul><ul><li>Tipo de Substância Secretada </li></ul><ul><li>Modo como a Secreção é liberada </li></ul>superfície livre adenômero ducto Esquema de Glândula Exócrina
  33. 33. Tecido Epitelial Glandular Exócrino <ul><li>Classificação quanto à Ramificação do Ducto: </li></ul><ul><ul><li>Simples: Apenas um ducto secretor não ramificado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Compostas: Possuem um sistema de ductos ramificados que permite a conexão de várias unidades secretoras a um só ducto. </li></ul></ul>
  34. 34. Tecido Epitelial Glandular Exócrino <ul><li>Classificação quanto à forma das unidades Secretoras </li></ul><ul><ul><li>Tubulares: adenômero em forma de ducto. ( ex: glândula sudorípara humana ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Acinosas ou Alveolares: adenômero arredondado (ex: glândulas sebáceas, ácinos do pâncreas) </li></ul></ul><ul><ul><li>Túbulo-Alveolares: possuem os dois tipos de unidade secretora ( ex: glândulas mamárias) </li></ul></ul>
  35. 35. Tecido Epitelial Glandular Exócrino Lâmina C3 400x Orelha de Cão (Gomori) Lâmina C3 400x Orelha de Cão (Gomori) GLÂNDULA ACINOSA GLÂNDULA TUBULAR
  36. 36. Tecido Epitelial Glandular Exócrino <ul><li>Classificação quanto ao tipo de substância secretada </li></ul><ul><ul><li>Ácino Seroso: Produz uma secreção aquosa e límpida, facilmente corada. Suas células piramidais, com o núcleo redondo e parabasal. A luz do ácino é virtual (não perceptível). ( ex: Pâncreas e Glândula Salivar Parótida) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ácino Mucoso: Secreta uma substância mucosa e fluída, que não se cora facilmente. Suas células têm forma de tronco de pirâmide e o núcleo é achatado e basal. A luz é real e o ácino, maior que o seroso. (ex: Glândula Salivar Sublingual ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ácino Misto: Secreta os dois tipos de substância. O componente seroso é chamado de meia-lua serosa ou capacete de Gianuzzi, porque apresenta-se como uma meia lua envolvendo um ácino mucoso. ( ex: Glândulas Salivares Submandibular e Sublingual, Fígado) </li></ul></ul>
  37. 37. Tecido Epitelial Glandular Exócrino Lâmina K2.1 40x Glândula Salivar (Hematoxilina-Eosina) Lâmina K2.1 400x Glândula Salivar (Hematoxilina-Eosina) A célula mioepitelial, apesar de classificada como epitélio, possui certas capacidades contráteis, que lhe permitem “ordenhar” a glândula. Circundam ductos e unidades secretoras, impulsionando a secreção à saída.
  38. 38. Tecido Epitelial Glandular Exócrino <ul><li>Classificação quanto ao modo como é liberada a Secreção </li></ul><ul><ul><li>Glândulas Merócrinas: A secreção é liberada através de vesículas de secreção, sem perda citoplasmática ( ex: ácinos serosos do Pâncreas, célula caliciforme ). </li></ul></ul><ul><ul><li>Glândulas Holócrinas: A célula morre e torna-se seu próprio produto de secreção. ( ex: glândula sebácea ). </li></ul></ul><ul><ul><li>Glândulas Apócrinas: Perdem parte do seu citoplasma durante a secreção. A micrografia eletrônica provou que essa perda, no entanto, é mínima. ( ex: certas glândulas sebáceas do corpo) . </li></ul></ul>
  39. 39. Tecido Epitelial Glandular Exócrino Lâmina C3 400x Orelha de Cão (Gomori) Lâmina C2.1 400x Traquéia (Hematoxilina-Eosina) GLÂNDULA HOLÓCRINA GLÂNDULA MERÓCRINA Na glândula sebácea, as células mais periféricas, de citoplasma e núcleo mais escuros, são as mais velhas e mais próximas da morte.
  40. 40. Tecido Epitelial Glandular Endócrino <ul><li>Secretam seus produtos diretamente na corrente sanguínea, e são, por isso, normalmente muito bem vascularizadas. </li></ul><ul><li>Formam-se como as glândulas exócrinas, mas as células que formam o ducto morrem, fazendo com que essa estrutura se perca, e há uma estimulação para formação de capilares sanguíneos que conectarão a secreção à corrente circulatória. </li></ul><ul><li>Dividem-se em Cordonais e Vesiculares . </li></ul>
  41. 41. Tecido Epitelial Glandular Endócrino Encordonado <ul><li>As células dispõem-se em cordões maciços anastomóticos separados por capilares sangüíneos. Não há armazenamento da secreção, que é imediatamente liberada para o corpo. </li></ul><ul><li>Paratireóide </li></ul><ul><li>Hipófise </li></ul><ul><li>Ilhotas de Langerhans do Pâncreas </li></ul><ul><li>Adrenal </li></ul>
  42. 42. Tecido Epitelial Glandular Endócrino Encordonado Produz mineralocorticóides Produz glicocorticóides Produz androgênios Produz catecolaminas (adrenalina e noradrenalina) Lâmina L3 40x e 400x Glândula Adrenal (Hematoxilina-Eosina)
  43. 43. Tecido Epitelial Glandular Endócrino Vesicular ou Folicular <ul><li>As células agrupam-se formando vesículas que armazenam os produtos secretados numa luz interna antes de eles atingirem a corrente sangüínea. </li></ul><ul><li>Tireóide </li></ul>
  44. 44. Tecido Epitelial Glandular Endócrino Vesicular ou Folicular Lâmina L2.2 100x Tireoide (Hematoxilina-Eosina) Lâmina L2.2 400x Tireoide (Hematoxilina-Eosina) A Célula C ou Parafolicular secreta CALCITONINA, hormônio responsável pelo metabolismo do Ca +2
  45. 45. Tecido Conjuntivo <ul><li>A origem embrionária do tecido conjuntivo é o mesoderma. Esse tecido é ricamente vascularizado, apresenta muita substância intersticial e polimorfismo celular. </li></ul><ul><li>O tecido conjuntivo apresenta várias funções entre as quais se encontram sustentação, preenchimento, armazenamento, defesa e reparação. </li></ul>ÍNDICE
  46. 46. Classificação T. C. Propriamente Dito T. C. com Propriedades Especiais T. C. especialmente de Sustentação <ul><li>Matriz </li></ul><ul><li>Frouxo </li></ul><ul><li>Denso </li></ul><ul><li>Modelado </li></ul><ul><li>Não-modelado </li></ul><ul><li>Adiposo </li></ul><ul><li>Reticular </li></ul><ul><li>Elástico </li></ul><ul><li>Mucoso </li></ul><ul><li>De Transporte  Células do Sangue </li></ul><ul><li>Cartilaginoso </li></ul><ul><li>Ósseo </li></ul>Tendinoso Aponeurótico VER VER VER VER VER
  47. 47. Matriz extracelular CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO FIBRAS DO TECIDO CONJUNTIVO T. Conjuntivo
  48. 48. Células do Tecido Conjuntivo <ul><li>Fibroblasto </li></ul><ul><li>Características: Citoplasma ramificado e pouco distinguível no HE, nucléolo evidente (síntese de fibras do tecido conjuntivo e glicosaminaglicanas). </li></ul>Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  49. 49. <ul><li>Fibrócito </li></ul><ul><li>Características: núcleo fusiforme e com a cromatina densa, citoplasma fusiforme sem ramificações. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  50. 50. <ul><li>Plasmócito (plasma cell) </li></ul><ul><li>Características: Se origina do linfócito B, produz imunoglobulinas, é uma célula ovóide e basofílica, que apresenta uma chamada imagem negativa do Golgi (região menos corada da célula) </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  51. 51. <ul><li>Mastócito (mast cell ou célula cevada) </li></ul><ul><li>Características: com grânulos metacromáticos de heparina e histamina, principalmente, núcleo pequeno esférico e de difícil observação (recoberto por grânulos) </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina A1.2 400x Mesentério (Azul de Toluidina)
  52. 52. <ul><li>Macrófago </li></ul><ul><li>Características: realiza fagocitose e é reconhecido pela substância fagocitada. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B2.2 400x Tecido Subcutâneo (Azul Tripan – Coloração Vital)
  53. 53. <ul><li>Células Gigantes (gigantócitos) </li></ul><ul><li>Características: podem ser de corpo estranho ou de agente vivo, são células grandes e multinucleadas, algumas vezes podem aparecer fagossomos bem evidenciados. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B5 400x T. Conjuntivo com fio de Sutura (Hematoxilina-Eosina)
  54. 54. <ul><li>Linfócito </li></ul><ul><li>Características: agranulócito, célula globosa, com pouco citoplasma. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  55. 55. <ul><li>Neutrófilo </li></ul><ul><li>Características: Granulócito, quando adulto possui o núcleo segmentado (quanto mais lobos, mais velha é a célula), aparece em processos inflamatórios. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  56. 56. <ul><li>Eosinófilo </li></ul><ul><li>Características: granulócito, com núcleo bilobado, aparece em processos alérgicos e reações a parasitas. </li></ul>Células do Tecido Conjuntivo Lâmina B1 400x Plasmocitoma (Hematoxilina-Eosina)
  57. 57. Fibras do Tecido Conjuntivo & Substância amorfa <ul><li>A matriz do tecido conjuntivo é formada por uma substância amorfa e por fibras. </li></ul><ul><li>As fibras encontradas na matriz desse tecido são as fibras colágenas (que dão resistência mecânica), as elásticas (que dão maleabilidade) e as fibras reticulares. </li></ul>
  58. 58. Estrutura do Tecido Conjuntivo: Substância Fundamental Amorfa (SFA) <ul><li>Proteoglicanas </li></ul><ul><li>Glicosaminoglicanas (GAGs) </li></ul><ul><li>Glicoproteínas de adesão </li></ul>Fibras <ul><li>Colágenas </li></ul><ul><li>Elásticas </li></ul><ul><li>Reticulares </li></ul>Fluido Intersticial <ul><li>Água, íons, pequenas moléculas e proteínas de baixo peso molecular. </li></ul>2 Matriz Extracelular: Welsch (1999)
  59. 59. MATRIZ EXTRACELULAR Fibras colágenas Colágeno tipo I - Fibras espessas e resistentes à tensão . Derme, tendões, ligamentos, osso, dentina e cemento
  60. 60. Matriz Extracelular: Fibras Colágenas 1 Estrutura: <ul><li>Constituídas pela proteína colágeno; </li></ul><ul><li>São estruturas alongadas, com diâmetro variável; </li></ul><ul><li>Possuem estriação transversal característica visível, na microscopia eletrônica. </li></ul>Ross et al. (1993) F C
  61. 61. Matriz Extracelular: Fibras Colágenas <ul><li>Classificação quanto à estrutura e função: </li></ul>- Colágenos que formam fibrilas : I, II, III, V, XI (dão resistência ao tecido); - Colágenos que se associam a fibrilas : IX, XII (ligam fibrilas entre si e a outros componentes da MEC); - Colágeno que forma rede : IV (aderência, filtração); - Colágeno de ancoragem : VII (prende fibras colágenas à lâmina basal). Alberts et al. (1997)
  62. 62. Colágenos tipos I e II
  63. 63. Correlações Clínicas: Escorbuto <ul><li>Defeito na renovação do colágeno por deficiência de vitamina C; </li></ul><ul><li>A vitamina C é importante na hidroxilação das cadeias polipeptícas do colágeno; </li></ul><ul><li>As moléculas de tropocolágeno não se agregam para formar fibrilas; </li></ul><ul><li>Indivíduos apresentam ulceração gengival, hemorragias, perda dentária, olhos afundados, pele pálida etc.; </li></ul><ul><li>Doença muito comum nos tripulantes de navios britânicos na era napoleônica. </li></ul>
  64. 64. Correlações Clínicas: Síndrome de Ehlers-Danlos <ul><li>Conjunto de sinais e sintomas resultantes de distúrbios na síntese do colágeno ; </li></ul><ul><li>Falha na hidroxilação da lisina: SED tipo VI, com elasticidade aumentada da pele e ruptura do globo ocular; </li></ul><ul><li>Deficiência das enzimas que removem os peptídeos de registro: SED tipo VII, com aumento da mobilidade articular e luxações frequentes. </li></ul>
  65. 65. Matriz Extracelular: Fibras Reticulares 1 Estrutura: <ul><li>Muito delicadas e constituídas de colágeno III; </li></ul><ul><li>Formam extensa rede em certos órgãos, apoiando as células; </li></ul><ul><li>Não formam grandes feixes e podem ficar dispersas na SFA; </li></ul><ul><li>Contêm muitos açúcares (PAS +) e têm afinidade pela prata (argirófilas). </li></ul>Junqueira, Carneiro (1999)
  66. 66. Matriz Extracelular: Fibras Reticulares 2 Localização: <ul><li>Limite entre epitélio e conjuntivo; </li></ul><ul><li>Em torno dos adipócitos, pequenos vasos sanguíneos e nervos; </li></ul><ul><li>Formando estroma de sustentação de órgãos hematopoéticos e linfáticos; </li></ul><ul><li>Em torno de células musculares lisas; </li></ul><ul><li>Em algumas glândulas (endócrinas). </li></ul>Baço
  67. 67. Matriz Extracelular: Fibras Reticulares Aspecto histológico : Correlação clínica : Síndrome de Ehlers-Danlos tipo IV: deficiência em colágeno tipo III, com rupturas frequentes das artérias e intestino. Fígado Linfonodo
  68. 68. Matriz Extracelular: Fibras Elásticas <ul><li>Delgadas, longas e ocasionalmente ramificadas; </li></ul><ul><li>Podem formar feixes grosseiros em ligamentos da coluna vertebral e nas membranas elásticas fenestradas das paredes de artérias de grande calibre. </li></ul>Ross et al. (1993) Mastócitos e Fibras Elásticas Artéria de Grande Calibre
  69. 69. Matriz Extracelular: Fibras Elásticas Alberts et al . (1997); Gartner, Hiatt (1999); <ul><li>Numerosas ligações cruzadas entre as fibras garante o alto grau de elasticidade. </li></ul><ul><li>Constituídas pela proteína elastina e microfibrilas de fibrilina. </li></ul><ul><li>Não são bem visíveis em HE, exigindo colorações específicas, como aldeído-fucsina de Gomori (azul-escuro) e orceína de Taenzer-Unna (vermelho-castanho); </li></ul>
  70. 70. Matriz Extracelular: Fibras Elásticas Alberts et al. (1997) <ul><li>Produzidas por fibroblastos e células musculares lisas dos vasos sanguíneos; </li></ul><ul><li>Também encontradas nas cartilagens elásticas, produzidas pelos condrócitos. </li></ul>
  71. 72. Fibras Elásticas: Correlação Clínica Síndrome de Marfan <ul><li>Defeito no gene da fibrilina no cromossomo 15; </li></ul><ul><li>Indivíduos suscetíveis à ruptura fatal da aorta. </li></ul>Luxação do Cristalino
  72. 73. Matriz Extracelular: Substância Fundamental Amorfa (SFA) Glicosaminoglicanas (GAGs): <ul><li>Polissacarídeos longos, não-flexíveis, não-ramificados, constituídos de unidades dissacarídeas que se repetem (amina e ácido urônico); </li></ul><ul><li>São carregadas negativamente e atraem cátions, que por sua vez atraem água, tornando a SFA hidratada e mais resistente à compressão; </li></ul><ul><li>Exemplos de GAGs: ácido hialurônico, queratan-sulfato, heparan-sulfato, heparina, condroitino-4-sulfato, condroitino-6-sulfato. </li></ul>
  73. 74. Matriz Extracelular: Substância Fundamental Amorfa (SFA) Proteoglicanas <ul><li>São macromoléculas compostas por um núcleo protéico, no qual se ligam várias GAGs covalentemente); </li></ul><ul><li>Várias proteoglicanas (Ex.: agrecana) podem ligar-se a uma molécula de ácido hialurônico e às fibras colágenas, formando agregados responsáveis pelo estado de gel da MEC. </li></ul>Gartner, Hiatt (1999)
  74. 75. Proteoglicanas: Funções <ul><li>Resistem à compressão e retardam o movimento rápido de microorganismos e células metastáticas; </li></ul>Gartner, Hiatt (1999) <ul><li>Associam-se à lâmina basal e servem como filtros; </li></ul><ul><li>Se ligam a moléculas sinalizadoras, retardando sua difusão ou concentrando-as em locais específicos; </li></ul><ul><li>Ligam células a macromoléculas da MEC, quando são de superfície celular. </li></ul>
  75. 76. Matriz Extracelular: Substância Fundamental Amorfa (SFA) Glicoproteínas de Adesão <ul><li>Unem as células aos componentes da MEC, situando-se entre as fibras ou proteoglicanas e as proteínas da membrana celular; </li></ul><ul><li>Exemplos: fibronectina, laminina, entactina, tenascina, condronectina e osteonectina. </li></ul>Alberts et al. (1997)
  76. 77. Matriz Extracelular: Glicoproteínas de adesão <ul><li>Fibronectina: além da adesão célula-MEC, marca o caminho de migração de células embrionárias; se liga a colágeno, heparina, heparan-sulfato, ácido hialurônico; </li></ul><ul><li>Laminina: praticamente restrita às lâminas basais; liga-se a colágeno IV, heparan-sulfato, entactina e membrana celular; </li></ul><ul><li>Entactina: facilita ligação da laminina à rede de colágeno; </li></ul><ul><li>Tenascina: liga-se à sindecana e fibronectina; é restrita a tecido embrionário, marcando o caminho para células migratórias; </li></ul><ul><li>Condronectina/Osteonectina: semelhantes à fibronectina; encontradas na cartilagem e osso, respectivamente. </li></ul>
  77. 78. Laminina Aderência das células `a lâmina basal MATRIZ EXTRACELULAR Substância fundamental - Glicoproteínas
  78. 80. Correlação Clínica: Edema Gartner, Hiatt (1999) Aumento do líquido intersticial, provocado por: <ul><li>Obstrução de vasos linfáticos: infecções parasitárias; </li></ul><ul><li>Obstrução venosa ou dificuldade de retorno do sangue venoso: insuficiência cardíaca; </li></ul><ul><li>Desnutrição: redução do volume protéico sanguíneo e diminuição da pressão osmótica. </li></ul>
  79. 81. Tecido Conjuntivo Frouxo <ul><li>Não há predomínio de nenhum componente; </li></ul><ul><li>As células mais comuns são fibroblastos e macrófagos; </li></ul><ul><li>Consistência delicada, flexível e pouco resistente às trações. </li></ul>Caracterização Di Fiori (1995)
  80. 82. Tecido Conjuntivo Frouxo <ul><li>Sob os epitélios; </li></ul><ul><li>Em torno de vasos sanguíneos; </li></ul><ul><li>Entre fibras e feixes musculares; </li></ul><ul><li>Circundando o parênquima das glândulas. </li></ul>Localização Welsch (1999) Gartner, Hiatt (1999)
  81. 84. Tecido Conjuntivo Frouxo <ul><li>Contém muitas células transitórias responsáveis por inflamação, alergia e resposta imunológica; </li></ul><ul><li>É o primeiro local onde o organismo ataca antígenos, bactérias ou outros invasores. </li></ul>Correlação Clínica Martini (1989)
  82. 85. Tecido Conjuntivo Denso <ul><li>Possui mais fibras e menos células; </li></ul><ul><li>A orientação e arranjo dos feixes de fibras colágenas tornam-no resistente às trações. </li></ul>Caracterização Gartner, Hiatt (1999)
  83. 86. Tecido Conjuntivo Denso <ul><li>Modelado / Ordenado : </li></ul><ul><li>­ feixes de fibras colágenas paralelos entre si; </li></ul><ul><li>­ resistente a trações exercidas numa só direção; </li></ul><ul><li>­ encontrado em tendões e ligamentos. </li></ul>Tipos <ul><li>Não modelado / Desordenado : </li></ul><ul><li>­ feixes de fibras colágenas em arranjo aleatório; </li></ul><ul><li>­ resistente a trações em várias direções; </li></ul><ul><li>­ encontrado na derme, bainha de nervos, cápsulas do baço, ovários, rins, linfonodos etc. </li></ul>
  84. 87. Tecido Conjuntivo Denso Martini (1989) Modelado Não Modelado
  85. 88. TECIDO CONJUNTIVO DENSO Menos flexível que o frouxo, resistente a trações, Prodomínio de fibras colágenas Denso não modelado (resistência a trações em todas as direções) ex. derme profunda Denso modelado (resistência a trações em direção específica) Ex. tendões
  86. 90. Não modelado
  87. 91. Introdução A classificação dos tecidos conjuntivos reflete o componente predominante ou a organização estrutural do tecido : <ul><li>Tecidos Conjuntivos Propriamente Ditos </li></ul><ul><li>Tecidos Conjuntivos Especializados </li></ul><ul><li>Cartilagem </li></ul><ul><li>Osso </li></ul><ul><li>Sangue </li></ul>Frouxo Denso Modelado / Ordenado Não modelado / Desordenado Elástico Reticular Mucoso Embrionário/ Mesenquimático Adiposo Unilocular Multilocular
  88. 92. Tecido Conjuntivo Elástico <ul><li>Fibras elásticas abundantes formando feixes; </li></ul><ul><li>Os espaços entre as fibras elásticas é ocupado por fibras colágenas e fibroblastos achatados. </li></ul>Caracterização Ross et al . (1993) Welsch (1999)
  89. 93. Tecido Conjuntivo Elástico <ul><li>Ligamentos amarelos da coluna vertebral; </li></ul><ul><li>Ligamento suspensor do pênis; </li></ul><ul><li>Parede de vasos sanguíneos de grande calibre. </li></ul>Localização Alberts et al. (1999)
  90. 94. Tecido Conjuntivo Reticular As fibras colágenas (tipo III) formam redes, mescladas com fibroblastos e macrófagos; Fibroblastos especializados (células reticulares) ajudam a formar o retículo que sustenta as células livres.... Forma o arcabouço de sustentação de órgãos formadores de células do sangue, etc. Caracterização Junqueira, Carneiro (1999) Baço
  91. 95. Tecido Conjuntivo Reticular <ul><li>Sinusóides hepáticos; </li></ul><ul><li>Tecido adiposo; </li></ul><ul><li>Medula óssea e órgãos hematopoéticos; </li></ul><ul><li>Músculo liso. </li></ul>Localização Welsch (1999) Fígado
  92. 96. Tecido Conjuntivo Mucoso <ul><li>Consistência gelatinosa; </li></ul><ul><li>Predomínio de substância fundamental amorfa (especialmente ácido hialurônico); </li></ul><ul><li>Poucas fibras colágenas e raras fibras elásticas e reticulares. </li></ul>Caracterização Geléia de Wharton Fibroblasto SFA
  93. 97. TECIDO MUCOSO Prodomínio de matriz extracelular Encontrado no cordão umbilical (“gelatina de Wharton”) e na polpa dental jovem. cordão umbilical
  94. 98. Tecido Conjuntivo Mesenquimático <ul><li>Muito semelhante ao tecido conjuntivo mucoso, exceto pelo fato de possuir células pluripotentes; </li></ul><ul><li>Abundante substância fundamental amorfa e células em constantes divisões mitóticas. </li></ul>Caracterização Células mesenquimáticas indiferenciadas SFA
  95. 99. Tecido Conjuntivo Mesenquimático As células tendem a formar grupos (blastemas) a partir dos quais se originam todos os tecidos conjuntivos, de suporte, musculares e órgãos de origem mesodérmica (ex.: parte do rim e córtex da adrenal). Caracterização Kristic´ (1985)
  96. 100. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso <ul><li>Originado do mesênquima primitivo, o tecido conjuntivo Cartilaginoso é especializado na sustentação do peso. Por ser avascular, depende do tecido conjuntivo propriamente dito para sobreviver, e nutre-se através do Líquido Sinovial ou da Água de Solvatação . </li></ul><ul><li>Suas funções incluem a manutenção da forma de órgaõs ou estruturas, a sustentação de tecidos moles, a cobertura de superfícies articulares e a formação do esqueleto fetal (e do molde para o crescimento ósseo). </li></ul><ul><li>Suas células são o Condroblasto , jovem e cheio de prolongamentos, que produzem a matriz e localizados na periferia da peça cartilagínea, e o Condrócito , adulto e no centro da cartilagem, uma célula globosa responsável pela manutenção do tecido. Geralmente a cartilagem é recoberta pelo Pericôndrio . </li></ul><ul><li>Pode ser subdividido em Hialino , Elástico e Fibroso . </li></ul>T. Conjuntivo CARTILAGEM HIALINA CARTILAGEM ELÁSTICA CARTILAGEM FIBROSA
  97. 101. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Hialino <ul><li>Condrócitos agrupados em grupos Isógenos Coronários </li></ul><ul><li>Matriz basofílica (azulada em HE) composta por Colágeno II </li></ul><ul><li>Todas possuem Pericôndrio  permite crescimento aposicional. </li></ul><ul><ul><li>Superfícies articulares: não possuem pericôndrio, nutrem-se apenas pelo líquido sinovial ( só crescem pela divisão nos grupos isógenos  crescimento intersticial ) </li></ul></ul><ul><li>LOCALIZAÇÃO: Superfícies articulares, discos epifisários, parede interna das narinas, traquéia, brônquios, porção ventral das costelas, laringe, esqueleto fetal. </li></ul>
  98. 102. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Hialino Lâmina C2.1 400x Traquéia (Hematoxilina-Eosina)
  99. 103. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Elástico <ul><li>Matriz composta por Colágeno II e Fibras Elásticas (principalmente) </li></ul><ul><li>Possui Pericôndrio </li></ul><ul><li>LOCALIZAÇÃO: Epiglote, laringe, orelha, tuba auditiva externa. </li></ul>
  100. 104. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Elástico Lâmina C3 40x e 400x Orelha de Cão (Gomori)
  101. 105. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Fibroso <ul><li>Características Intermediárias entre o T. Conjuntivo Denso e a Cartilagem Hialina </li></ul><ul><li>Matriz eosinofílica, com pouca SFA (sendo esta sempre fibrosa) e fibras de Colágeno II e Colágeno I . </li></ul><ul><li>Condrócitos organizados em Grupos Isógenos Axiais . </li></ul><ul><li>Não possui Pericôndrio. Só faz crescimento intersticial e nutre-se através dos elementos que hajam envolta (líquido sinovial, núcleo pulposo, etc.) </li></ul><ul><li>LOCALIZAÇÃO: Anel fibroso dos discos intervertebrais, inserções dos tendões nos ossos, meniscos, sínfise púbica. </li></ul>
  102. 106. Tecido Conjuntivo Cartilaginoso Fibroso Lâmina C1.1 100x Menisco (Hematoxilina-Eosina)
  103. 107. Tecido Conjuntivo Ósseo <ul><li>Assim como o tecido cartilaginoso, o tecido conjuntivo ósseo é especializado na sustentação do corpo; mas apresenta uma singular resistência à pressão e alto grau de rigidez. O tecido ósseo exerce funções de proteção, sustentação, alavanca e apoio para a contração muscular e de armazenamento de substâncias. </li></ul><ul><li>Matriz Óssea Parte Inorgânica: íons Cálcio e Fosfato formando cristais de Hidroxiapatita. </li></ul><ul><li>Parte Orgânica: Colágeno I (majoritariamente), algumas glicoproteínas, proteoglicanas e glicosaminoglicanas. </li></ul><ul><li>Células Osteoblasto  jovem, faz síntese da parte orgânica da matriz e não é envolto por essa. Osteócito  adulto, está totalmente envolto pela matriz e participa da manutenção desta Osteoclasto  derivado de Monócitos, participa da reabsorção e remodelação da placa óssea. </li></ul><ul><li>Envoltórios de tecido conjuntivo  Periósteo e Endósteo </li></ul><ul><li>Osso Primário  Primeiro tecido a aparecer na osteogênese, as fibras não têm organização definida e o depósito de minerais é menos abundante. </li></ul><ul><li>Osso Secundário  fibras colágenas organizadas em lamelas concêntricas formando sistemas de Havers. </li></ul>Ossificação Osso Primário Osso Secundário T. Conjuntivo
  104. 108. Ossificação Lâmina D4 100x Fêmur (Hematoxilina-Eosina) O tecido ósseo é formado a partir de um molde de tecido cartilaginoso. A partir de um estímulo do hormônio do crescimento, Os condrócitos crescem em ninhos isógenos axiais e começam a armazenar glicogênio, hipertrofiando, e a liberar fosfatase. A fosfatase liga-se ao Cálcio, bloqueando a passagem de substâncias pela lacuna e causando a morte do condrócito. A lacuna vazia é logo ocupada por células precursoras dos osteoblastos (células osteogênicas), trazidos com as células precursoras da medula óssea pelos vasos sanguíneos da diáfise óssea. Assim que a célula osteogênica entra em contato com a parede da lacuna, torna-se osteoblasto e inicia a síntese e o depósito da matriz óssea. Quando o osteoblasto é envolto pela matriz, torna-se a célula adulta, o osteócito. Zona de Cartilagem em repouso Zona de Cartilagem seriada  ninhos isógenos axiais Zona de Hipertrofia  depósito de glicogênio e síntese de Fosfatase Matriz mais ácida por causa da fosfatase  arroxeada pela Hematoxilina Zona de Calcificação e Morte Zona de Ossificação Lacunas vazias sendo ocupadas por células precursoras da medula óssea e do tecido ósseo. Mesma lâmina, aumento de 400x.
  105. 109. Tecido Ósseo Primário Trabécula Óssea Lâmina D4 40x e 400x Fêmur (Hematoxilina-Eosina)
  106. 110. Tecido Ósseo Secundário Lâmina D2 100x e 400x Osso Seco (sem coloração)
  107. 111. Tecido Nervoso <ul><li>O tecido nervoso é formado por neurônios, neuróglias e fibras nervosas. </li></ul><ul><li>Histologicamente o tecido nervoso tem duas divisões: substância branca e substância cinzenta. </li></ul><ul><li>Substância cinzenta – composição: corpo celular de neurônios, fibras não mielinizadas e células da glia. </li></ul><ul><li>Substância branca – composição: fibras mielinizadas e células da glia. </li></ul>ÍNDICE
  108. 112. Substância Cinzenta Lâmina F1.2 400x Medula Espinhal (Cajal) Lâmina F1.1 400x Medula Espinhal (Hematoxilina-Eosina)
  109. 113. Substância Branca
  110. 114. Neurônio <ul><li>Dividido em: </li></ul><ul><ul><li>Corpo celular: rico em corpúsculos de Nissl (substância tigróide) que é o RER. Produz as substâncias sinápticas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Axônio: prolongamento que leva o estímulo para longe do corpo celular. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dendritos: prolongamentos ramificados que recebem o estímulo e trazem o impulso até o corpo celular. </li></ul></ul>
  111. 115. Neurônio Dendrito Corpo Celular Axônio
  112. 116. Astrócito Fibroso <ul><li>Encontra-se na substância branca. </li></ul><ul><li>Possui prolongamentos longos e pouco ramificados. </li></ul>
  113. 117. Astrócito Protoplasmático <ul><li>Aparece na substância cinzenta. </li></ul><ul><li>Prolongamentos curto e muito ramificados. </li></ul>
  114. 118. Oligodendrócitos <ul><li>Formam a bainha de mielina no sistema nervoso central. </li></ul><ul><li>Pequenos e pouco ramificados. </li></ul>
  115. 119. Células Ependimárias <ul><li>Revestem o canal do epêndima e as cavidades cerebrais. </li></ul><ul><li>Se organizam com aspecto de epitélio. </li></ul>
  116. 120. Micróglia <ul><li>Alongada com prolongamentos multidirecionais e ramificado. </li></ul><ul><li>Parte do sistema monofagocitário do tecido nervoso. </li></ul>
  117. 121. Organização do Tecido Nervoso no Cerebelo Camada molecular Camada de células de Purkinje Camada molecular
  118. 122. Tecido Muscular <ul><li>Originado do mesoderma, o tecido muscular é altamente especializado por apresentar as características de contratilidade e condutibilidade. Para isso, ocorre um enorme desenvolvimento do citoesqueleto durante a diferenciação celular. </li></ul><ul><li>Por sua forma alongada, a célula muscular é chamada de fibra e é o componente contrátil. </li></ul><ul><li>O tecido muscular relaciona-se intimamente com o tecido conjuntivo, que o envolve para trazer a vascularização e inervação, formando envoltórios como o Endomísio , o Perimísio e o Epimísio. </li></ul><ul><li>O tecido muscular divide-se em Liso , Estriado Esquelético e Estriado Cardíaco . </li></ul>M. LISO M. ESQUELÉTICO M. CARDÍACO ÍNDICE
  119. 123. Tecido Muscular Liso <ul><li>Seu citoesqueleto não apresenta a delicada organização do músculo estriado, portanto não se vê estriações transversais. </li></ul><ul><li>Sua contração é involuntária. A ação é mais vagarosa, porém mais constante e ritmada. </li></ul><ul><li>As células do músculo liso são fusiformes e de tamanho variável de acordo com sua localização, sendo decididamente menores que as fibras estriadas. São mononucleadas, com núcleo mediano e excêntrico, de forma cilíndrica porém com as extremidades afiladas, podendo ter vários nucléolos. </li></ul><ul><li>Bronquíolos </li></ul><ul><li>Trato digestivo </li></ul>
  120. 124. Tecido Muscular Liso O Plexo mioentérico (Auerbach) localiza-se entre as duas camadas musculares e é responsável por coordenar os estímulos da cadeia simpática no trato gastrointestinal. CORTE LONGITUDINAL CORTE TRANSVERSAL Lâmina J7.3 100x e 400x Intestino Delgado (Hematoxilina-Eosina) Corpos de Neurônios
  121. 125. Tecido Muscular Estriado Esquelético <ul><li>Unidade funcional = sarcômero </li></ul><ul><li>A contração é voluntária e rápida, porém mais fraca que a do músculo liso. </li></ul><ul><li>As fibras são longas, podendo chegar à 40mm, multinucleada (os núcleos são ovóides e localizam-se na periferia das células). A delicada organização do citoesqueleto faz com que sejam visíveis, mesmo na microscopia óptica, estriações transversais (discos claros e escuros). </li></ul><ul><li>Músculos usados nos </li></ul><ul><li>movimentos voluntários. </li></ul>LINHA Z I H A Filamentos finos (principalmente ACTINA) Filamentos espesso (principalmente MIOSINA)
  122. 126. Tecido Muscular Estriado Esquelético CORTE TRANSVERSAL CORTE LONGITUDINAL Lâmina J1.2 100x e 400x Língua (Hematoxilina-Eosina)
  123. 127. Tecido Muscular Estriado Cardíaco <ul><li>Contração involuntária. </li></ul><ul><li>Fibras alongadas, com estriações transversais. São mono ou binucleadas (o núcleo é mais centralizado), rodeado por um halo de glicogênio bastante evidente. São ramificadas e comunicam-se entre si. </li></ul><ul><li>Discos intercalares = aparecem como linhas transversais nas fibras e são complexos juncionais, contendo, em sua ultra-estrutura, desmossomos, zonas de adesão e junções tipo “gap”. </li></ul><ul><ul><ul><li>As junções gap permitem as trocas iônicas entre fibras que fazem com que o coração trabalhe como um sincício. </li></ul></ul></ul><ul><li>Coração </li></ul>
  124. 128. Tecido Muscular Estriado Cardíaco Lâmina E3 400x Coração (Hematoxilina-Eosina) As fibras de Purkinje são facilmente diferenciáveis das outras fibras cardíacas pelo tamanho visivelmente maior, pela quantidade de glicogênio e pelas miofibrilas dispostas na periferia celular. São as células responsáveis por levar o estímulo a todas as células do miocárdio. Junções gap  Trocas iônicas Desmossomos e Zonas de Adesão  aderência entre as fibras ESQUEMA DE DISCO INTERCALAR CORTE LONGITUDINAL CORTE TRANSVERSAL
  125. 129. Células Sangüíneas <ul><li>Hemácias </li></ul><ul><li>Granulócitos </li></ul><ul><li>Leucócitos </li></ul><ul><li>Agranulócitos </li></ul><ul><li>Plaquetas </li></ul>O sangue é composto por 3 tipos de células: T. Conjuntivo
  126. 130. Hemácias
  127. 131. Granulócitos <ul><li>Eosinófilo Neutrófilo Basófilo </li></ul>Neutrófilos são polimorfonucleares (de 2 a 5 lóbulos, mais freqüentemente 3). Eosinófilos têm o núcleo bilobulado em geral, com granulações acidófilas. Basófilos têm o núcleo volumoso, com forma irregular, e possui grânulos maiores .
  128. 132. Agranulócitos <ul><li>Monócito Linfócito </li></ul>Monócitos possuem o núcleo em forma de rim, e com a cromatina frouxa. Linfócitos são células esféricas e pequenas, com pouco citoplasma e m núcleo bastante eletrondenso.
  129. 133. Tecido Conjuntivo Adiposo <ul><li>As células adiposas podem ficar isoladas ou em pequenos grupos no tecido conjuntivo comum, embora a maioria se agrupe no tecido adiposo espalhado pelo corpo. </li></ul>Caracterização Welsch (1999)
  130. 134. Adipócitos <ul><li>Armazenamento eficiente de energia: triglicerídeos fornecem 9,4Kcal/g, contra apenas 4,1kcal/g do glicogênio; </li></ul>Funções: <ul><li>Modelamento da superfície do corpo, sendo em parte responsável pelas diferenças entre o corpo do homem (15-20% de gordura corporal) e da mulher (20-25% de gordura corporal); </li></ul><ul><li>Como as gorduras são má condutoras de calor, o tecido adiposo contribui para o isolamento térmico do organismo; </li></ul><ul><li>Formação de coxins absorventes de choques, principalmente na planta dos pés e palmas das mãos; </li></ul><ul><li>Preenchem espaços entre outros tecidos, ajudando também a manter certos órgãos em suas posições originais; </li></ul><ul><li>Os adipócitos multiloculares são especializados em produzir calor, ajudando na termorregulação. </li></ul>
  131. 135. - Importante reserva energética ( triglicerídeos), modela superfícies, absorve choques, isolamento térmico . - Tipos: adiposo unilocular e multilocular (pardo) TECIDO ADIPOSO Mama
  132. 136. Adipócitos <ul><li>Formam o tecido adiposo unilocular (cor branca ou amarela), abundante no adulto; </li></ul><ul><li>Células grandes, esféricas, mas que se tornam poliédricas quando se reúnem no conjuntivo; </li></ul><ul><li>Acumulam gordura continuamente em uma única gotícula (sem membrana) que acaba preenchendo quase todo o citoplasma. </li></ul>Uniloculares: Ross et al. (1993)
  133. 137. Tecido adiposo unilocular
  134. 138. Tecido adiposo multilocular
  135. 139. Adipócitos <ul><li>Formam o tecido adiposo multilocular ou pardo, mais frequente no feto e recém-nascido ; </li></ul><ul><li>Células menores e mais poligonais, com núcleo esférico e pigmentos carotenóides; </li></ul><ul><li>Acumulam gordura em várias gotículas lipídicas. </li></ul>1 Gartner, Hiatt (1999) Multiloculares: 2 pathology.mc.duke.edu/research/PTH225.html 1 2
  136. 140. Tecido adiposo multilocular
  137. 141. Tecido Conjuntivo Adiposo Tipos Unilocular Multilocular
  138. 142. Adipócitos <ul><li>Armazenam triglicerídeos; </li></ul><ul><li>Possuem receptores de membrana para diversos mensageiros químicos (neurogênicos e humorais), o que explica seu metabolismo complexo; </li></ul><ul><li>Em casos de necessidade, os lipídeos são primeiro retirados dos depósitos subcutâneo, mesentérico e retroperitoneal; os dos coxins das mãos e pés resistem mais tempo. </li></ul>
  139. 143. Adipócitos Armazenamento e liberação de gordura: Gartner, Hiatt (1999)
  140. 144. ob/ob ob/ob control Sem leptina
  141. 145. ob/ob
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