Mac Pc

894 views

Published on

Published in: Technology
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
894
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
19
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Mac Pc

  1. 1. Jorge Gonçalves Sandra Ferrão Sara Petiz Ticiana Tréz Multimédia e Arquitecturas Cognitivas PENSAMENTO CRITÍCO Fomentar o Proposta de intervenção no Ensino Superior
  2. 2. Índice Proposta de intervenção Plano de acção Plano de actividades Identificação da situação O que é o Pensamento Crítico Objectivos, prioridades e impactos esperados Proposta de intervenção Recursos humanos e técnico-pedagógicos Acompanhamento e avaliação Visão a longo prazo do projecto Análise crítica
  3. 3. <ul><li>Segundo Ennis (1996), é um processo de tomada de decisões racionais acerca do que acreditar e do que fazer. É uma actividade reflexiva caracterizada por uma acção racional e sensata, envolvendo aspectos cognitivos e afectivos. </li></ul>O que é o Pensamento Crítico
  4. 4. <ul><li>Desenvolver competências intelectuais na avaliação da credibilidade, na argumentação de ideias e na tomada de decisões. (Tenreiro-Vieira, 2006) </li></ul><ul><li>Permitir enfrentar e resolver problemas de todos os quadrantes da sociedade, tanto a nível profissional como pessoal (Shakirova, 2007). </li></ul><ul><li>É por isso essencial fomentar o PC na educação formal, desde o ensino básico até ao ensino superior, e na formação ao longo da vida. </li></ul>Importância do Pensamento Crítico na Educação
  5. 5. <ul><li>Os alunos apresentam poucas capacidades de Pensamento Crítico (PC) </li></ul><ul><li>A falta de formação dos professores sobre como fomentar e desenvolver as capacidades de PC nos alunos. </li></ul>Identificação da situação (Problema)
  6. 6. Diagnóstico – aprendizagem, ensino e tecnologia <ul><li>APRENDIZAGEM </li></ul><ul><li>As aprendizagens passam fundamentalmente pelo exercício de memorização e repetição ao invés do desafio intelectual; </li></ul><ul><li>Poucos conseguem estabelecer conexões entre os conteúdos; </li></ul><ul><li>Poucos entendem profundamente o que estão a aprender ou questionar até a coerência das suas aprendizagens; </li></ul><ul><li>O que falta é o desenvolvimento e incentivo sistemático do pensamento crítico . </li></ul><ul><li>(PAUL, 2005) </li></ul>
  7. 7. Diagnóstico – aprendizagem, ensino e tecnologia <ul><li>ENSINO </li></ul><ul><li>Assente na transmissão de conhecimentos; </li></ul><ul><li>Mais apelativo à memorização e menos ao pensamento; </li></ul><ul><li>Centrado no professor; </li></ul><ul><li>Pouca valorização para o debate, argumentação e troca de experiências; </li></ul><ul><li>Centrado na avaliação por exames e com pouca atenção a projectos. </li></ul><ul><li>(Tenreiro-Vieira, 2006) </li></ul>
  8. 8. <ul><li>TECNOLOGIA </li></ul><ul><li>Apesar das potencialidades da tecnologia, os professores e alunos não tem vindo a utilizá-la de uma forma que potencie as suas competências críticas e espírito de análise (Greenfield, 2009) </li></ul><ul><li>O uso da tecnologia em sala de aula: </li></ul><ul><ul><li>promove a participação do aluno, onde o processo de ensino e aprendizagem torna-se mais centrado no aluno ( Hompson & Knezek, 2002) </li></ul></ul><ul><ul><li>permite ao aluno organizar, analisar, interpretar e avaliar o seu trabalho (Peck & Dorricot, 1994). </li></ul></ul>Diagnóstico – aprendizagem, ensino e tecnologia
  9. 9. Objectivos e prioridades <ul><li>Objectivo </li></ul><ul><li>Explorar formas de fomentar o PC através do processo de ensino e aprendizagem na Universidade de Aveiro. </li></ul><ul><li>Procurámos assim: </li></ul><ul><li>- Sensibilizar os professores para a importância do PC; </li></ul><ul><li>- Trabalhar com os professores estratégias de promoção do PC através de uma acção de formação; </li></ul><ul><li>- Integrar as tecnologias no desenvolvimento de capacidades de PC. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Impactos esperados </li></ul><ul><li>Aumento das atitudes reflexivas dos professores sobre as suas práticas docentes com a integração de estratégias de promoção do PC; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de ambientes educativos mais centrados no aluno, encontrando maior motivação para as aprendizagens e futuros desafios profissionais; </li></ul><ul><li>Consolidação de uma comunidade de aprendizagem e de prática sobre o PC no contexto educativo. </li></ul><ul><li>Maior interdisciplinaridade entre os currículos como resultado da envolvência na comunidade; </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Proposta de Intervenção </li></ul><ul><li>Público-alvo : professores da Universidade de Aveiro </li></ul><ul><li>Entidades: </li></ul><ul><li> Promotora - Unidade Orgânica responsável e </li></ul><ul><li> L@QE Laboratório de Avaliação da Qualidade Educativa </li></ul><ul><li>Metodologia : Blended-learning </li></ul><ul><li>Conceptualização : referenciada às normas IDEALS </li></ul><ul><li>Avaliação : contínua (interna e externa) </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Plano de Acção </li></ul>Acção Modalidade Objectivos A1. Sensibilização Online e Presencial <ul><li>Divulgação e apresentação pública do Projecto PES no início do ano lectivo </li></ul>A2. Formação Online e Presencial <ul><li>Desenvolver competências para o pensamento crítico </li></ul><ul><li>Identificar e conceptualizar actividades que integrem o PC </li></ul><ul><li>Incluir as ferramentas Web 2.0 como potenciadoras e geradoras de novas situações de aprendizagem e metodologias de trabalho promovendo o pensamento crítico. </li></ul><ul><li>Estimular o desenvolvimento de uma cultura de avaliação e aperfeiçoamento contínuos </li></ul>A3. Comunicação Online e Presencial <ul><li>Dinamização da comunidade através de espaços de comunicação síncronos e assíncronos </li></ul>A4. Avaliação Online e Presencial <ul><li>Avaliação interna e externa do projecto. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Cronograma </li></ul><ul><li>Proposta : Acção de Formação para Professores </li></ul><ul><li>Organização da Formação : 4 módulos </li></ul><ul><li>Duração da Formação : 4 meses / 48 horas </li></ul><ul><li>Duração de cada Módulo : 3 semanas / 12 horas </li></ul><ul><li>Número de vagas : 15 </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A2 - Formação </li></ul>Módulos Tipologia Actividades Módulo 1 Fundamentos do pensamento crítico Presencial on-line (6 + 6)h 1ª Sessão (presencial - 3 horas) - Apresentação - Concepções & - O que é o Pensamento Crítico Reflexões - Trabalho colaborativo 2ª Sessão (on-line, síncrona - 1 hora) - Acompanhar os trabalhos - Realização do trabalho colaborativo sobre a temática proposta. 3ª Sessão (presencial - 3 horas) - Partilha e discussão
  15. 15. <ul><li>A2 - Formação </li></ul>Módulos Tipologia Actividades Módulo 2 Estratégias técnico-pedagógicas para promoção do PC Presencial on-line (6 + 6)h 1ª Sessão (online - assíncrona) -Leitura de artigo científico, publicado no blog, estratégias e metodologias para fomentar capacidades do PC no contexto educativo 2ª Sessão (presencial - 3 horas) - Discussão - Conceptualização do trabalho a realizar 3ª Sessão (online, síncrona e assíncrona) - Desenvolvimento dos trabalhos 4ª Sessão (presencial - 3 horas) - Partilha dos trabalhos desenvolvidos
  16. 16. <ul><li>A2 - Formação </li></ul>Módulos Tipologia Actividades Módulo 3 Tecnologias educativas para promoção do PC Presencial on-line (6 + 6)h <ul><li>1ª Sessão ( presencial - 3 horas ) </li></ul><ul><li>Discussão sobe as potencialidades e limitações das opções tecnologias </li></ul><ul><li>Apresentação de soluções tecnológicas </li></ul><ul><li>2ª Sessão ( on-line, síncrona e assíncrona ) </li></ul><ul><li>Acompanhar e orientar a implementação dos projectos </li></ul><ul><li>3ª Sessão ( presencial - 3 horas ) </li></ul><ul><li>- Partilha e discussão </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A2 - Formação </li></ul>Módulos Tipologia Actividades Módulo 4 Avaliação em novos ambientes educativos Presencial on-line (6 + 6)h <ul><li>1ª Sessão (presencial - 3 horas) </li></ul><ul><li>brainstroming: </li></ul><ul><li>Qual deve ser a função da avaliação? </li></ul><ul><li>Que aspectos devem ser valorizados? </li></ul><ul><li>Quem deve avaliar quem? </li></ul><ul><li>O que devemos avaliar? </li></ul><ul><li>Como podemos avaliar? </li></ul><ul><li>ferramentas da Web 2.0 nas práticas de avaliação </li></ul><ul><li>2ª Sessão (on-line, síncrona - 1 hora) </li></ul><ul><li>- Acompanhar os trabalhos </li></ul><ul><li>Definir, hierarquizar e avaliar objectivos; </li></ul><ul><li>Construir, aplicar e avaliar instrumentos de avaliação </li></ul><ul><li>3ª Sessão (presencial - 3 horas) </li></ul><ul><li>- Partilha e discussão das propostas de avaliação </li></ul>
  18. 18. Recursos Humanos e Técnico-Pedagógicos <ul><li>Para o funcionamento do projecto são necessários seis formadores da UA </li></ul>Módulos Formadores <ul><ul><li>Fundamentos do pensamento crítico </li></ul></ul><ul><ul><li>PhD António Moreira </li></ul></ul><ul><ul><li>MSc Ticiana Tréz </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégias técnico-pedagógicas </li></ul></ul><ul><ul><li>PhD Luis Pedro </li></ul></ul><ul><ul><li>MSc Sara Petiz </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecnologias educativas </li></ul></ul><ul><ul><li>PhD Luis Pedro </li></ul></ul><ul><ul><li>MSc Jorge Gonçalves </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação em novos ambientes educativos </li></ul></ul><ul><ul><li>PhD António Moreira </li></ul></ul><ul><ul><li>MSc Sandra Ferrão </li></ul></ul>
  19. 19. <ul><li>Para além dos formadores da acção são envolvidos: </li></ul><ul><ul><li>Formandos - Professores do Ensino Superior da UA; </li></ul></ul><ul><ul><li>Entidade promotora - Unidade Orgânica responsável; </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação externa </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>L@QE Laboratório de Avaliação da Qualidade Educativa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistema de Garantia de Qualidade da UA </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Suporte técnico - CICUA e Suporte Sapo Campus. </li></ul></ul>Recursos Humanos e Técnico-Pedagógicos
  20. 20. <ul><li>O Projecto PCES, funcionará nas instalações da Universidade de Aveiro, com os equipamentos e recursos materiais disponíveis: </li></ul><ul><ul><li>as sessões teórico-práticas e práticas decorrerão nas salas, auditórios e laboratórios da UA; </li></ul></ul><ul><ul><li>uma sala de informática, com horário alargado (uso exclusivo); </li></ul></ul><ul><ul><li>a biblioteca da UA (acesso a livros adequados às diversas áreas); </li></ul></ul><ul><ul><li>a rede sem fios com acesso em todo o campus; </li></ul></ul><ul><ul><li>um conjunto de software vasto e apropriado ao curso; </li></ul></ul><ul><ul><li>laboratórios de Áudio, Vídeo, Multimédia e Comunicação, bem apetrechados a nível de hardware e software actualizado. </li></ul></ul><ul><ul><li>a necessidade de adquirir software mais específico às necessidades do Projecto . </li></ul></ul>Recursos Humanos e Técnico-Pedagógicos
  21. 21. <ul><li>Os parceiros assumem o compromisso de proporcionar o apoio necessário à elaboração, implementação e sustentação do Projecto PCES: </li></ul><ul><ul><li>A reitoria, na responsabilização do desenvolvimento no Projecto e na motivação da participação do corpo docente (formandos). </li></ul></ul><ul><ul><li>Como promotor, a Unidade Orgânica responsável , assegurando toda a fundamentação, principalmente científica e pedagógica </li></ul></ul><ul><ul><li>O CICUA e a equipa do Sapo Campus para prestar apoio técnico, garantindo suporte à acção de formação e à comunidade a ser criada. </li></ul></ul>Compromissos a assumir
  22. 22. <ul><li>Os parceiros assumem o compromisso de proporcionar o apoio necessário à elaboração, implementação e sustentação do Projecto PCES: </li></ul><ul><ul><li>Quanto ao processo de avaliação marca-se o envolvimento do L@QE Laboratório de Avaliação da Qualidade Educativa e da equipa do Sistema de Garantia de Qualidade da UA de forma a assegurar a qualidade e o desempenho positivo do Projecto. </li></ul></ul><ul><ul><li>É o compromisso assumido por todas as entidades envolvidas que garante a sustentabilidade do Projecto. </li></ul></ul>Compromissos a assumir
  23. 23. Acompanhamento e Avaliação <ul><li>O acompanhamento do projecto é feito por uma equipa multidisciplinar com afinidade às áreas de Educação, Tecnologia, Comunicação: </li></ul><ul><li>discutir os melhores timings para lançar a primeira acção de sensibilização, face à agenda cultural e científica da Universidade. </li></ul><ul><li>Acompanhar o blog no Campus Sapo que será um espaço privilegiado em torno da temática: pensamento crítico. </li></ul><ul><li>Gerir os recursos humanos e técnicos a mobilizar para a dinamização do plano de acção, </li></ul><ul><li>Redigir um relatório final do projecto, com base nos diferentes elementos que recolhe nos inquéritos e participação e no blog. </li></ul><ul><li>Auto-regular todo o processo do projecto. </li></ul>
  24. 24. Avaliação Interna <ul><li>Será utilizada a técnica de inquérito. </li></ul><ul><li>Na fase inicial: levantamento de ideias e concepções dos professores sobre pensamento crítico, numa perspectiva de relação com as suas práticas. </li></ul><ul><li>Na fase final: avaliação do programa de formação, cujo objectivo será: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>recolher informação quanto à forma como o programa foi desenvolvido e concretizado (módulos de informação, actividades, trabalho colaborativo, …), </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>interesse e importância da formação para as práticas de ensino dos professores e de aprendizagem dos alunos, assim como para o seu próprio desenvolvimento profissional. </li></ul></ul></ul></ul>
  25. 25. Avaliação Externa <ul><li>será realizada pelo Sistema de Garantia de Qualidade da UA </li></ul><ul><li>através da introdução, nos inquéritos já distribuídos aos alunos da Universidade de Aveiro, de questões relativas às actividades propostas pelos professores no envolvimento das capacidades para o pensamento crítico na identificação, definição, análise, argumentação e tomada de decisões na concretização das diferentes tarefas. </li></ul>
  26. 26. Visão a longo prazo do projecto <ul><li>1. Estender o projecto a alunos </li></ul><ul><ul><li>Fomentar as capacidades para o PC de forma directa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver uma aplicação baseada em Jogo (GBL) para a promoção das capacidades do PC (autónoma e em rede); </li></ul></ul><ul><ul><li>Estímulo à frequência através da atribuição de créditos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Entidade promotora: Gabinete de Apoio Pedagógico. </li></ul></ul>
  27. 27. Visão a longo prazo do projecto <ul><li>2. Estender o projecto a outros níveis de ensino </li></ul><ul><ul><li>À semelhança de actividades de formação promovidas pelo Programa Nónio, promover esta formação de promoção do PC para a rede de escolas parceiras da UA – básico e secundário. </li></ul></ul><ul><li>3. Estender o projecto à comunidade externa </li></ul><ul><ul><li>Tornar esta formação num produto atractivo para centros de formação ou formadores independentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Certificar a formação junto da DGERT, de forma a permitir a renovação do CAP. </li></ul></ul>
  28. 28. Análise crítica Barreiras Falta de motivação dos professores . <ul><ul><li>Falta de disponibilidade dos professores . </li></ul></ul><ul><li>. </li></ul>Falta de apoio político e financeiro da direcção da UA .
  29. 29. Análise crítica <ul><ul><li>Temática actual e relevante; </li></ul></ul><ul><ul><li>Modularidade da acção; </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade de integrar, em tempo real, os resultados nas práticas docentes, com apoio da equipa de suporte ; </li></ul></ul>Potencialidades
  30. 30. Análise crítica <ul><ul><li>Metodologia flexível e atractiva que estimula a implementação de práticas de interdisciplinariedade e trabalho colaborativo entre professores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Formação pedagógica dos professores, com integração das dimensões tecnologia-ensino-aprendizagem. </li></ul></ul>Potencialidades

×