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Geoprocessamento aplicado a riscos ambientais em S.C

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  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO     APLICAÇÃO DO GEOPROCESSAMENTO NA PREVENÇÃO DE RISCOS NATURAIS – OS DESLIZAMENTOS NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU / SC       P elotas , 2006
  • 2.  Este trabalho é um estudo a partir de uma pesquisa apresentada na 4º mostra do talento científico sobre a aplicabilidade do geoprocessamento na prevenção de riscos naturais, enfocando as possíveis áreas sujeitas a deslizamentos no município de Blumenau / SC. Introdução  O texto traz a problemática dos desastres naturais mundiais, o qual vem provocando grande perda humana e material.  Os desastres podem ser classificados em: naturais, humanos e mistos.  “ Risco” significa perigo e está sempre associado a algo negativo, desfavorável e prejudicial que poderá ocorrer. Já “desastre” é a manifestação do risco.
  • 3.  Segundo (Augusto Filho et al. 1990) os processos naturais podem ser divididos em:  No Brasil os acidentes provocados por deslizamentos são, geralmente, caracterizados por processos exógenos e do tipo misto.  Os deslizamentos são rápidos movimentos gravitacionais de massa em terrenos inclinados.  O risco deve-se a ocupação dos morros. Nos países pobres as perdas são humanas, enquanto nos países ricos são materiais.
  • 4.
    • Blumenau durante as enchentes de 1983/1984 foi um dos municípios de Santa Catarina com o maior número de desabrigados com 29,3% e 39,96% da população.
    •  Embora as enchentes sejam mais lembradas, os deslizamentos registram a maior incidência. Em 1990 o prejuízo econômico causado por um deslizamento foi de 17 milhões de dólares, ou seja, 40% da arrecadação da prefeitura.
     As ocupações nas áreas de riscos (encostas) se deram, principalmente, a partir da década de 70 associadas à especulação imobiliária e má distribuição de renda.
  • 5. Objetivo
    •  Identificar a suscetibilidade de deslizamentos na Sub-Bacia do Ribeirão Araranguá
  • 6. Metodologia
    •  A escolha da área (2,24 Km²) de estudo, deu-se devido a alta incidência de deslizamentos.
     Para compreender as características físicas dos deslizamentos foram analisados os fatores naturais que condicionam a ocorrência desses eventos (geologia e declividade).  A geologia foi caracterizada por estudos prévios e trabalhos de campo.  O estudo da declividade foi realizado com a utilização dos softwares AutoCad 2000, Arcview 3.3, Spacial Analyst e 3D Analyst para a elaboração do bloco diagrama.
  • 7.  
  • 8.  Considerando a declividade e a ocupação urbana foi definido o mapa de suscetibilidade a deslizamentos.  Para a identificação das declividades e das áreas de suscetibilidade adotou-se o Sistema de Informação Geográfica (SIG), através do software Arcview 3.3 e dos aplicativos Spatial Analyst e 3D Analyst.
  • 9. Instalada : áreas com declividade acima de 30% que registrou deslizamentos. Potencial : uma faixa de 15 metros no entorno das áreas de suscetibilidade instalada e as áreas com declividade acima de 30% não ocupadas. Baixa : são áreas ocupadas ou não com declividade inferior 30%.
  • 10.  O mapa foi elaborado digitalmente com o auxílio dos softwares AutoCad 2000, Arcview 3.3, Spatial Analyst e 3D Analyst, a partir da base cartográfica restituída em escala 1:10.000 pela Aeroimagem em 1994/1995 para a Prefeitura Municipal de Blumenau. Este foi plotado em escala 1:15.000, assim como os demais mapas temáticos (geologia, declividade, hipsometria e ocupação urbana) existentes no trabalho. As informações contidas nesses mapas temáticos (banco de dados gráfico) são resultantes de levantamentos dos aspectos físicos efetuados em campo.
  • 11. Resultados
    •  A cartografia tem-se mostrado uma importante ferramenta técnica para a prevenção de riscos, realização de planejamentos urbanos, e também está a serviço da iniciativa privada (apólices).
     A área de estudo possui como característica uma elevada freqüência de reincidências, o que justifica a importância do trabalho. Assim, como a possibilidade de prevenção de acidentes.
  • 12.  De acordo com a pesquisa cerca de 20% da área da sub-bacia foi classificada com baixa suscetibilidade a deslizamentos, localizadas geralmente em topos de morros e na planície.
    •  Com a sobreposição do mapa de restrições legais, evidencia-se que grande parte das zonas com baixa suscetibilidade a deslizamento constituem-se em Áreas de Preservação Permanente, segundo legislação ambiental municipal e federal.
    Conclusão  Contribui para a prevenção de deslizamentos em Blumenau e serve de modelo para outros municípios.  O tema vem despertando o interesse para pesquisadores de forma interdisciplinar.