Your SlideShare is downloading. ×
Apresentação1
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Apresentação1

1,825
views

Published on

Published in: Education

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,825
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
12
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1.
    • Trabalho realizado por:
    • António Nunes
    • João Miguel
    • Maria Sequeira
  • 2.
    • Todos os anos usamos muitos milhões de animais na nossa alimentação ou na realização de experiências científicas.
    • O modo como os usamos envolve frequentemente não só a sua morte, mas também um sofrimento intenso que na maior parte dos casos é claramente desnecessário.
    • A exploração de animais para o nosso benefício é quase tão velha como a própria humanidade, mas no último século atingiu níveis nunca antes vistos.
    • Por isso, muitos filósofos começaram a reflectir sistematicamente sobre o modo como devemos tratar os animais. Hoje esta é uma questão central na ética aplicada.
    Introdução
  • 3. Escritos sobre uma vida ética
    • Problemas:
    • A quem podemos tirar os órgãos?
    • Por que razão a nossa ética traça uma distinção tão vincada entre os seres humanos e todos os outros animais?
    • É inegável que os seres humanos precisam de uma melhor protecção contra o assassínio, o aprisionamento arbitrário e a tortura, mas porque há-de isto constituir uma razão para nada fazer a respeito dos direitos daqueles que não pertencem à nossa espécie?
  • 4. A tradição ocidental sob ataque
    • A tradição ocidental pôs os seres humanos num pináculo e os separou dos animais não humanos. Durante milhares de anos, a tradição ocidental, centrada nos seres humanos, prevaleceu sem conhecer uma oposição séria. Foi em 1838 que um jovem cientista (Charles Darwin) escreveu no seu caderno de apontamentos:
    • “ Na sua arrogância, o homem julga-se uma grande obra, digna da intervenção de uma cidade. Creio que é mais humilde e verdadeiro pensar que ele foi criado a partir de animais”
    • Hoje sabemos que também nós fomos animais e que, tal como os outros animais, tivemos uma origem natural. Uma série de vagas vieram de várias direcções numa rápida sucessão.
    • Uma das vagas surgiu da nova preocupação com os danos que estamos a fazer aos ecossistemas do nosso planeta, às outras espécies de animais e ao nosso próprio ar e água. Isto suscitou uma reavaliação da nossa atitude para com o mundo natural.
  • 5.
    • Nos anos 70, surgiu uma segunda vaga com a emergência do movimento da libertação dos animais e dos direitos dos animais, que exigia o fim do “especismo”.
    • O movimento da libertação dos animais exigiu que fôssemos além de uma moralidade especista e tivéssemos uma consideração igual pelos interesses de todos os seres que podem sentir prazer ou dor, independentemente da sua espécie.”
    • Muitos filósofos aceitam hoje que uma simples diferença de espécie não pode proporcionar uma justificação eticamente defensável para termos mais consideração pelos interesses de um ser do que pelos outros.
    • Uma terceira vaga surgiu do crescente conhecimento dos animais não humanos, especialmente dos grandes símios. Jane Goodall foi o primeiro ser humano a ser tão aceite por um grupo de chimpanzés em liberdade que pôde passar centenas de horas a observá-los de perto no seu habitat natural. As suas observações destruíram repentinamente as barreiras que erguemos entre nós e os outros animais.
  • 6.
    • Muitas pessoas vêm ainda na linguagem a diferença decisiva entre nós e os animais. As primeiras tentativas de ensinar os chimpanzés a falar fracassaram, mas dois cientistas americanos ensinaram a Linguagem Gestual Americana a uma chimpanzé chamada Washoe e esta adaptou-se bem à linguagem. Sabemos que partilhamos 98.4% do nosso ADN com os símios.
    • A distância que nos separa dos gorilas é aproximadamente igual à que separa estas espécies diferentes. Como Jared Diamond afirmou, nós somos “o terceiro chimpanzé”.
    • Tudo isto significa que é tempo de induzir uma nova ideia: fazer a comunidade moral ir além dos seres humanos, estendendo-a aos chimpanzés, gorilas e orangotangos.
    • A “comunidade dos iguais” englobará então todos os grandes símios, e não apenas os membros da nossa própria espécie.
    • Em todo o mundo as pessoas dedicam-se a criar e a matar animais sencientes a alimentação. A extensão da comunidade dos iguais permanecerá politicamente impossível durante muito tempo, seja qual for a força dos argumentos éticos a favor dessa extensão.
  • 7. Conclusão: Estender a comunidade dos iguais aos grandes símios é o primeiro passo em direcção a uma comunidade moral mais ampla que deve acabar por incluir todas as criaturas sencientes.
  • 8. A perspectiva tradicional
    • Esta perspectiva baseia-se geralmente numa visão teleológica do mundo, segundo a qual os animais existem ou foram criados para nosso benefício. Não há nada de errado em usá-los para nosso benefício. Os animais não têm consciência de si e existem apenas como meio para um fim. Esse fim é o homem.
  • 9. Especismo
    • Muitas pessoas não acreditam que os animais tenham sido criados para nosso benefício, como Bentham, que apresentou um argumento muito revolucionário – a senciência – qualquer ser senciente tem a capacidade de sofrer e, numa perspectiva moral, o seu sofrimento não pode ser ignorado.
    • Peter Singer desenvolveu a ideia de Betham, dando que não há qualquer critério aceitável que nos permita fazer coincidir a fronteira da moral com a fronteira entre os seres humanos e todos os restantes animais. Pensa Singer, que quem insiste que só os seres humanos têm importância moral incorre no especismo.
    • A perspectiva de Singer é controversa, sem dúvida, como a de matar um rato é tão grave como matar um ser humano. Singer salienta que, na avaliação das consequências do especismo, é preciso distinguir o mal de fazer sofrer do mal de matar.
  • 10. Perspectivas contemporâneas
    • Ao avaliar as consequências das nossas acções, temos de pensar imparcialmente no bem-estar de todos os seres sencientes seja qual for a sua espécie.
    • Parte de uma visão deontológica da ética, pensa mais precisamente, que os seres humanos têm direitos que não podem ser violados em nome da felicidade geral. Para quem adopta esta perspectiva, como Regan, só a abolição do uso de animais na investigação científica é aceitável.
    • Os defensores dos direitos também são mais radicais quanto ao uso dos animais na alimentação, pois sustentam que é errado matá-los para os comermos, mesmo que estes tenham sido criados em condições dignas. Mas mesmo os filósofos mais conservadores afirmam que, embora os animais não tenham direitos, ainda assim temos obrigações em relação a eles, como a de não lhes infligir sofrimento desnecessário.
    • Uma curiosidade, até uma tourada tem a reprovação dos filósofos mais tradicionalistas.
  • 11. Animais para alimentação
    • Para a maior parte da população mundial, nas modernas sociedades urbanas, o modo mais comum de contacto com os animais é nas refeições, a utilização dos animais como alimento é algo que remonta desde os primórdios da nossa espécie, na altura em que descobrimos o fogo e desenvolvemos técnicas de caça.
    • Hoje em dia poucos são os povos que necessitam de carne na sua alimentação, talvez a excepção dos esquimós que necessitam de caçar para poderem sobreviver, pois numa sociedade tão evoluída e, em que já se pode mudar por outros alimentos em substituição da carne.
    • Com os dados esmagadores dos médicos de todo o mundo que demonstram que a carne dos animais não é necessária à alimentação humana pois os seus benefícios são escassos e o mito que produz longevidade é falso.
  • 12.
    • Temos de avaliar a ética da utilização da carne dos animais na alimentação humana, nos países industrializados estamos a compactuar com uma situação em que nos sobrepomos os nossos interesses e luxo pelos direitos dos animais, o principio da igualdade na consideração de interesses não permite que interesses maiores sejam sacrificados a interesses menores.
    • Esta posição contra a utilização da carne dos animais para nosso próprio beneficio é suportada quando os animais são submetidos a condições de vida miseráveis, para apenas o ser humano dispor da sua carne ao mais baixo preço.
    • Os novos modos de criação intensiva aplicam a ciência e a tecnologia para ter a carne na mesa a um preço acessível e mais depressa.
    • Um destes modos, e pôr vários animais aprisionados em jaulas sobrelotadas durante toda a sua vida ou por exemplo, em alguns países industrializados existem aviários em que os produtores colocam luzes artificias para simular a luz do dia, pois as galinhas só consomem durante do o dia, são inúmeros os sacrifícios animais neste século
  • 13.
    • Um destes modos, é pôr vários animais aprisionados em jaulas sobrelotadas durante toda a sua vida ou por exemplo, em alguns países industrializados existem aviários em que os produtores colocam luzes artificias para simular a luz do dia, pois as galinhas só consomem durante do o dia, são inúmeros os sacrifícios a animais que podemos observar hoje em dia, cães “esfolados” vivos, golfinhos a secarem ao ar livre e mortos a paulada, e desportos de caça como existe no árctico, em que crias de focas são mortas dolorosamente com um pau em que o único propósito para além do prazer humano é também o retiro das peles que são muito apreciadas para casacos.
  • 14. Conclusão
    • Este trabalho criou uma boa oportunidade de aprofundar e discutir os direitos dos animais.
    • Deu acesso a informação que nos desconhecíamos como os conceitos , problemas e argumentos apresentados.