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  • 1. ETA SRA. Do Desterro
  • 2. Breve introdução
    • Uma estação de tratamento de águas para consumo humano, envolve varias etapas no processo de tratamento de água, desde o ponto de colecta(onde se faz a captação da água bruta), até aos reservatórios de água. Entre os vários processos que constituem este tratamento, vai-se abordar os seguintes processos:
    • serviço de rede em alta
        • Captação
        • Adução
        • Serviço de tratamento de água Tratamento
        • serviço de rede em baixa
        • Distribuição
  • 3. Captação
    • As captações consistem uma parte fundamental dos sistemas de abastecimento de água necessárias a qualquer tipo de utilização recolhendo a água na natureza(origem), tal qual ela existe, de acordo com as necessidades. No caso da ETA da SRA. Do Desterro, a captação era feita no rio Alva e era conduzida até a ETA através de tubagens.
    • 2
  • 4. Adução
    • A adução, é o conjunto de obras destinadas a transportar a água desde a origem até à distribuição. A adução faz-se por meio das chamadas adutoras que podem ser canais e galerias à superfície livre e condutas em pressão. O escoamento pode processar-se por acção da gravidade ou por um meio de bombagem.
    • 2
  • 5. Distribuição
    • A distribuição dos efluentes tratados nesta ETA, é feita através de condutas até aos seus consumidores, com a responsabilidade da Câmara Municipal de Seia.
    • 2
  • 6. ETA (funções)
  • 7. Adução de água bruta
    • Chegada à ETA da senhora do Desterro, fomos recebidos pela Dra. Sara Proença e por alguns funcionários onde pudemos assistir em primeiro lugar e antes de iniciar a dita visita, foi-nos mostrado uma porção já tratada, de água onde pudemos ver o seu pH através de um medidor de pH portátil.
    • A água bruta, sem sofrer algum tipo de tratamento, e depois de captada, chegava à ETA através de tubagens e por gravidade entrava numa válvula de retenção de caudal que permitia medir e ter o caudal que interessa ter na ETA, e segue para uns aparelhos, que permitem ler a turvação e o pH.
    • 6
  • 8. Câmara de contacto de dióxido de cloro
    • A água segue para uma câmara de contacto onde se faz a pré-oxidação da matéria a partir de um reactor que faz a mistura do cloreto de sódio e ácido clorídrico. Depois segue outra câmara de contacto, neste caso, onde a água entrava em contacto com o dióxido de cloro para começar a retirar grande parte da matéria orgânica e outro tipo de matéria mais concretamente o ferro e o manganês, isto é obvio que é controlado com medições para garantir que tudo estava dentro dos parâmetros exigidos.
    • 6
  • 9. Torre de CO 2 e câmara de mistura rápida
    • De seguida segue parra a torre de contacto, onde a água entra em contacto com o CO2 (dióxido de carbono), o que faz acidificação da água e por outro lado adiciona-se cal para tornar a água com um carácter mais básico e acontece o equilíbrio calco-carbonico, o que é importante para controlar o pH da água final (na câmara de mistura) que é aproximadamente pH=7.
    • 6
    •  
  • 10. Decantação e floculação
    • Depois, segue para a decantação e floculação, onde a água passa nos decantadores horizontais de lamelas e é separada a água, das lamas. As lamas depois de separadas são encaminhadas para um espessador, mas como não têm lamas suficientes para o seu tratamento, o tratamento das lamas ainda não está a ser utilizado…mas quando há lamas, são enviadas para um espessador, e são enviadas para filtros de tratamento de lamas, para depois serem desidratadas e prontas para serem levadas principalmente para aterros sanitários e para algumas indústrias (cerâmica, etc.) uma vez que as lamas são lamas químicas .
    • 6
  • 11. Tratamento das lamas
    • As lamas depois de separadas são encaminhadas para um espessador, mas como não têm lamas suficientes para o seu tratamento, o tratamento das lamas ainda não está a ser utilizado…mas quando há lamas, são enviadas para um espessador, e são enviadas para filtros de tratamento de lamas, para depois serem desidratadas e prontas para serem levadas principalmente para aterros sanitários e para algumas indústrias (cerâmica, etc.) uma vez que as lamas são lamas químicas.
    • 6
  • 12. Filtração e reservatório de agua filtrada.
    • De seguida a água passa por um processo de filtração com filtros de areia, que fazem uma lavagem a ar e a água, que retiram as partículas mais finas, que a decantação não retira as partículas a 100%, e aqui nesta filtração são retiradas as partículas mais finas. Depois disto, então a água fica sem nenhuma partícula contaminante, ficando uma água praticamente própria para consumo. Depois da água de lavagem que sai dos filtros, volta para o inicio da ETA e sofre uma reutilização para evitar desperdícios, enquanto a outra é enviada para reservatórios de água filtrada, onde se analisam e onde, através de medidores, dão as informações necessárias sobre o pH, turvação, do alumínio da água,etc.De seguida sofre a desinfecção que é feita com hipoclorito de sódio, antes de ser enviada para a cisterna de água tratada
    • 6
  • 13. Cisterna de água tratada
    • A água já tratada, então é expedida para a rede de abastecimento público, que é da responsabilidade pela Câmara Municipal de Seia.
    • 6
  • 14. Finalidade do tratamento
    • Visa a melhoria da qualidade para o abastecimento ao nível:
    • Higiénico: Remoção de bactérias; elementos venenoso ou nocivos; mineralização excessiva, entre outros…
    • Estético: Correcção da cor, sabor e turbidez
    • Económico: redução da corrosibilidade, dureza, cor, turbidez, ferro, odor, sabor e manganês, etc.
  • 15. Conclusão
    • No final desta visita à ETA d Sra. do Desterro, ficámos com a ideia que os objectivos propostos foram realizados com êxito uma vez que ficámos sensibilizados para a protecção do meio ambiente com as explicações dadas pelo Dra. Sara Proença que nos guiou e nos fez reconhecer a necessidade de tratar as águas para consumo humano. No decorrer da visita e em contacto com o funcionamento daquela ETA, promoveu-se uma aprendizagem contextualizada com o curso. Permitiu-nos também observar e registar os acontecimentos em cada sector da ETA com o auxílio da Doutora, a quem podemos colocar algumas perguntas que foram surgindo. Ficámos também a saber algumas espécies e reacções químicas se desenrolavam no tratamento das águas.
  • 16. Realização: 12ºM
    • Armando Alves Nº5
    • Pedro Santos Nº14
    • Tiago Cabral Nº18
    • Tiago Félix Nº19