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Envelhecer no Centro de Dia de Pedrou ç os
Em algumas famílias, os idosos continuam a ser objecto de maus-tratos, despejados em lares ou hospitais como “pesos mortos...
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Car acteriza ç ão  dos Ut ente s <ul><li>A maioria vive com um certo grau de dependência; </li></ul><ul><li>A sua estadia ...
Papel da Educadora Social neste contexto <ul><li>Perspectiva intencional no desenvolvimento da sua acção </li></ul><ul><li...
<ul><li>Investir com respeito e autenticidade na inversão de certos valores e classificações negativas tidas pelos próprio...
Maiores dificuldades  na sua intervenção Marina Santos , como educadora social com total autonomia em termos de decisão e ...
É importante que o nosso futuro como Educadores Sociais seja construído com base em avaliações que tivemos a oportunidade ...
Roberto  Ferreira Gracinda Cardoso Joana Fernandes Com o apoio de Marina Santos (Educadora Social do Centro de Dia de Pedr...
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  1. 1. Envelhecer no Centro de Dia de Pedrou ç os
  2. 2. Em algumas famílias, os idosos continuam a ser objecto de maus-tratos, despejados em lares ou hospitais como “pesos mortos”, passam, frequentemente, a ser “casos” que ocupam “cadeiras” ou “camas”. Para estes será mesmo indiferente a institucionalização; onde pelo menos poderão ver outros rostos. Quando a alguns idosos lhes é pedido para falarem da sua vida, alguns respondem com um suspiro como se ela fosse um suspiro intraduzível em palavras. Há coisas da vida que não são facilmente convertíveis em relatos. A vida de alguns destes idosos às vezes é mesmo assim.
  3. 3. <ul><li>O Centro de Dia de Pedrouços, integrado na Santa Casa da Misericórdia da Maia fica situado na Casa do Alto. Este foi construído numa casa de lavoura que foi recuperada e equipada para apoio à comunidade desde o ano 2000, dando apoio a cerca de 20 utentes em situação de isolamento, com fracos recursos económicos e familiares assim como com grandes necessidades de convívio e ocupação. </li></ul><ul><li>Principais objectivos: </li></ul><ul><li>Resposta Social </li></ul><ul><li>Manutenção dos idosos no seu meio socio-familiar </li></ul><ul><li>- Convívio intergeracional (facilitado tendo em conta a existência de uma creche e jardim-de-infância no mesmo edificio) </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Profissionais da Instituição </li></ul><ul><li>Educadora Social (coordenadora) </li></ul><ul><li>Auxiliar </li></ul><ul><li>Motorista </li></ul><ul><li>Cozinheira </li></ul><ul><li>Ajudante de cozinha </li></ul><ul><li>(estes dois últimos pertencem simultaneamente ao jardim-de-infância). </li></ul><ul><li>Todos estes profissionais permanecem sempre atentos às necessidades dos idosos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Outros Profissionais: </li></ul><ul><li>Professora de ginástica </li></ul><ul><li>Duas psicólogas </li></ul><ul><li>Estagiários da Fundação da Juventude </li></ul><ul><li>Espaços de lazer para os idosos: </li></ul><ul><li>Sala de refeições </li></ul><ul><li>Sala de convívio </li></ul><ul><li>Auditório </li></ul><ul><li>Sala de exposições </li></ul><ul><li>Jardins </li></ul><ul><li>Anfiteatro ao ar livre </li></ul><ul><li>Parque para merendas com mesas e bancos. </li></ul>
  6. 6. Car acteriza ç ão dos Ut ente s <ul><li>A maioria vive com um certo grau de dependência; </li></ul><ul><li>A sua estadia no centro de dia prende-se com a indisponibilidade dos familiares; </li></ul><ul><li>Alguns são portadores de doenças físicas ou psíquicas; </li></ul><ul><li>Vivem com problemas de ordem familiar ou desaparecimento de entes queridos.; </li></ul><ul><li>Portadores de uma baixa literacia; </li></ul><ul><li>Portadores de vivências repletas de acontecimentos difíceis; </li></ul><ul><li>Portadores de lacunas ao nível de conselhos médicos e acompanhamento a consultas . </li></ul>
  7. 7. Papel da Educadora Social neste contexto <ul><li>Perspectiva intencional no desenvolvimento da sua acção </li></ul><ul><li>Desenvolver os indivíduos no que diz respeito às relações sociais que estabelece </li></ul><ul><li>Facilitar o desenvolvimento socioeducativo da sociedade </li></ul><ul><li>Consciência que trabalha num campo com difíceis oscilações de humor e tratar cada caso como um caso diferente </li></ul><ul><li>Criação de uma base de confiança e empatia para que seja possível o desenvolvimento de sentimentos genuínos </li></ul><ul><li>Eliminar preconceitos que se formulam incorrectamente acerca das características da 3.ª Idade e capacidade de se abstrair de habituais comentários </li></ul><ul><li>Saber ouvir é fundamental, tendo em conta que um dos factores que impulsiona as inscrições nos centros de dia é precisamente casos de extrema solidão </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Investir com respeito e autenticidade na inversão de certos valores e classificações negativas tidas pelos próprios idosos </li></ul><ul><li>Utilizar um discurso pausado, apropriado, claro e com recurso a exemplos do dia-a-dia com os quais os idosos possam estabelecer comparações que permitam uma melhor compreensão dos assunto s abordados </li></ul><ul><li>Desenvolver actividades que fomentem a transmissão de valores da sociedade actual </li></ul><ul><li>Fomentar a adaptação a novas condições sociais, a prevenção e controlo de situações de risco </li></ul><ul><li>Trabalho educativo conjunto que favorece a preservação de laços existentes . </li></ul>Papel da Educadora Social neste contexto
  9. 9. Maiores dificuldades na sua intervenção Marina Santos , como educadora social com total autonomia em termos de decisão e acções desenvolvidas no Centro de Dia, aponta os seus principais obstáculos. <ul><li>Baixo investimento estatal nos serv iços sociais que se resume nas dificuldades económicas evidentes </li></ul><ul><li>Dificuldade de diálogo com algumas famílias que recusam apoiar os seus idosos institucionalizados. </li></ul>
  10. 10. É importante que o nosso futuro como Educadores Sociais seja construído com base em avaliações que tivemos a oportunidade de fazer através desta nossa primeira observação no terreno. Foi possível concluirmos que estes idosos têm muito mais a dar do que aquilo que a sociedade lhes permite. E envelhecer feliz, é mesmo assim! Dar mais de nós até ao fim!
  11. 11. Roberto Ferreira Gracinda Cardoso Joana Fernandes Com o apoio de Marina Santos (Educadora Social do Centro de Dia de Pedrouços) Escola Superior de Educação do Porto Educação Social pós-laboral 2007/2008 EDUCAÇÃO SOCIAL Docente: Márcia Cardoso
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