Osm Mktpassos

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Osm Mktpassos - Presentation Transcript

  1. FACULDADE SÃO GERALDO Síntese da vida profissional MANTIDA PELA: ESCOLA SÃO GERALDO LTDA Credenciada pela Portaria MEC Nº 2738 de 12/12/2001 DOU DE 14/12/2001 Curso de Administração, Bacharelado,com Habilitação Comércio Exterior Portaria MEC Nº 2739 de 12/12/2001 (DOU 14/12/2001) Prof. Ivan Arenque Passos Curso de Pedagogia ,Licenciatura com Habilitações Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio, Supervisão Escolar, Orientação Educacional, Administração e Inspeção Escolar- Portaria MEC Nº 1839 de 20/06/2002 (DOU 21/06/2002) Ivan Arenque Passos, casado, 38 anos, Bacharel em Administração em Comércio Exterior – UNIP/SP, MBA marketing – FGV/ES, Administração Estratégica – University Central Florida EUA, Mestrando Administração Estratégica. Membro do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA- USP) Organização, Sistemas e Métodos Esteve trabalhando nas seguintes empresas: Prof. Ivan Arenque Passos Consultoria e treinamento em Adm. E Marketing – MKTPASSOS Se especializou nas áreas: E-mail: mktpassos@gmail.com Gestão da Qualidade Total, Marketing Varejo, Produto, Serviços, Pessoal, Social e Cultural e Administração. EMENTA da matéria: OS&M Organização e reorganização. Distribuição do trabalho. Processamento do Trabalho. Aproveitamento racional de Capítulo 1 espaço físico. Gráficos de organização. Manuais administrativos. Formulários. Metodologias para levantamento, análise e prognóstico das organizações. Estrutura, ambiente externo. Análise organizacional. 1
  2. Conteúdo do Conteúdo do Capítulo 1 (Seção A) Capitulo 1 (Seção B) Mudanç O Processo de Mudança Introdução ao Estudo de Organização, Sistemas e Cronograma Métodos Desperdí A Luta Contra os Desperdícios Denominações usuais de O S M Organizaç Fundamentos de Organização Administraç Colaboradores da Administração O S M é ... Funç Funções Básicas da Organização Bá Organizaç Objetivos básicos de O S M Funç Funções Administrativas (Modernas) Princí Bá Organizaç Princípios Básicos de Organização Perfil profissional Raciocí Raciocínio Cartesiano O ambiente de trabalho Grupos Estruturais Básicos Centralizaç Descentralizaç Centralização / Descentralização Fatores para ação do órgão de O S M Tipos de Autoridade Posição estrutural Departamentalizaç Departamentalização Patologias Organizacionais Introdução ao Estudo Denominações usuais de O S M de OSM O novo conceito de OSM é o desenvolvimento organi- Organização, Métodos e Qualidade zacional, que envolve a atuação do profissional como Organização e Métodos consultor em planos estratégicos, projetos de mudança Modernização Administrativa organizacional, gestão de negócios, qualidade total e Análise Sistemas e Informações educação empresarial. Desenvolvimento Organizacional O novo O&M assume forma virtual, ligando-se diretamen- te ao ambiente da TI (Tecnologia da Informação. Neste Organização, Sistemas, Métodos e Informações ambiente, a Intranet, Internet, GED, sistemas workflow, Planejamento e Métodos CRM, formulários eletrônicos, B2B e outros, dão suporte Sistemas Administrativos a tomada de decisão. Análise Administrativa 2
  3. OSM é ... Objetivos Básicos de OSM Racionalização Administrativa e Operacional Racionalizar os processos administrativos e operacionais Criatividade Processar a análise funcional/estrutural (“downsizing”) Processo de Melhoria Contínua Identificar os pontos críticos e falhos da empresa (soluções) Luta contra os Desperdícios Processar a sinergia interdepartamental Simplificação do fluxo de trabalho Aumento da produtividade Sensibilizar os ativos intelectuais para a importância dos clientes Ferramenta de competitividade Estimular a criação de Círculos de Controle de Qualidade Mudança de paradigmas Buscar a padronização de métodos e procedimentos (ISSO Identificação dos problemas e busca soluções 9000/14000) Estudos de ambiência / Estresse Minimizar os custos com a documentação Treinamento de usuários / novas tecnologias Criar meios para agilizar e eliminar os ruídos das comunicações Planejamento Estratégico Possibilitar a troca de experiências (“Benchmarking”) Modernidade Organizacional e Sistêmica Perfil Profissional O Ambiente de Trabalho Conhecimentos especializados Pesquisador Facilidade de relacionamento humano COORDENAÇ COORDENAÇÃO SISTEMAS INTERNOS SISTEMAS EXTERNOS Versalidade e visão empresarial ANALISTA DE NÍVEL DE DECISÃO COLETA DADOS OSM Poder de criatividade PLANOS ESTRATÉGICOS PROCESSAMENTO Capacidade de análise e síntese NÍVEL DE GESTÃO (Aná (Análise) ADEQUAÇÃO DOS MEIOS Paciência e perseverança NÍVEL DE EXECUÇÃO EXECUÇ RESULTADOS Boa percepção BUSCA DE RESULTADOS Reputação profissional 3
  4. Fatores para Posição Ação do Analista Estrutural do Órgão SOLITAÇÃO SOLITAÇ A unidade de OSM deverá ficar posicionada o mais próximo SOBREVIVÊNCIA CLIENTES possível da maior autoridade decisória da empresa. PRESIDÊNCIA Um Analista de OSM OSM para fazer o que? EVOLUÇ EVOLUÇÃO GLOBALIZAÇ GLOBALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO PRODUÇÃO MARKETING TECNOLÓGICA TECNOLÓ (Competitividade) (Polí MEIO AMBIENTE (Política, social, Econômico) Cronograma Cronograma DATA LOGO da (Nome da empresa) Conceito . Empresa (Nome do Projeto) (mês) (mês) (Responsável - VOCÊ) (mês) (mês) (mês) ATIVIDADES Cronograma é um gráfico que procura demonstrar o início e 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1. Caracterização do Estágio / Atividades na Empresa (Orientações Introdutórios) o término das diversas fases de um processo operacional, dentro 2. Reciclagem (Revisão Bibliográfica) das faixas de tempo previamente determinadas, possibilitando 3. Elaboração do Plano de Estágio acompanhar e controlar a execução planejada. 4. RTE (Relatório Técnico de Execução) Objetivos 4.1 Estratégia Empresarial 4.2 Levantamento (Identificação dos Permitir controlar o tempo de execução de cada atividade; problemas existentes) 4.3 Análise (Avaliação da situação atual / teoria aplicada à prática) Permitir visualizar qual a fase que está terminando e qual a que 4,4 Proposta de Solução (Resultados obtidos / contribuição efetiva para empresa) deve ser iniciada; 5. Elaboração do Relatório Final Possibilitar um melhor aproveitamento do tempo disponível e 6. Workshop (Data final para entrega do Relatório) Legenda: - Previsto - Realizado - Interrupções uma diminuição de interrupções. Obs: 17 de Março - Data limite para entrega do Plano Workshop = data limite para entrega do Relatório Final Importante: 4.2, 4.3 e 4.4 = Etapas do Plano de Estágio Estimativa de TEMPO para realização das atividades: FIXAS: 1 = 4 semanas, 3 = 2 semanas, 5 = 1 semana. VARIAVÉIS: demais atividades de acordo com a envergadura de cada projeto. 4
  5. Elaborar o Cronograma O Processo de da Disciplina OSM Mudança Conteúdo Programático 1ª Fase Introdução ao Estudo de OSM Fundamentos de Organização (Reciclagem) A Mudança Pessoal (Eu quero e irei conseguir) Gráficos de Organização e Controle Departamentalização 2ª Fase Estruturas Organizacionais A Iniciativa da Empresa (Ela quer e irá conseguir) Patologia Organizacional Análise Funcional / Estrutural 3ª Fase Análise e Distribuição do Espaço Físico / “Ambiência” Técnicas de Levantamento A Mudança Propriamente Dita (Nós queremos e iremos Análise e Distribuição do Trabalho conseguir) Formulários Manuais PERT / CPM Processo de Mudança Processo de Mudança Operacionalização Definição dos Objetivos Básicos da Empresa Não anunciar excelentes produtos / serviços antes de A empresa deve permanentemente, possuir e buscar o aperfeiçoamento de seus objetivos básicos, os quais servirão de guia referencial para a preparar os colaboradores para executá-los condução de seus negócios: Tratar igualmente os clientes internos e externos 1. Qualidade 2. Eficácia Organizacional Desenvolver o relacionamento interpessoal 3. Informações Estabelecer programas de treinamento e desenvolvimento 4. Desenvolvimento de Recursos Humanos de pessoal 5. Racionalização Divulgar sistematicamente as melhorias conquistadas 6. Efetividade Aperfeiçoar o sistema de recrutamento e seleção 7. Planejamento 8. Custos Fazer com que cada empregado tenha orgulho de 9. Produtividade trabalhar na empresa 10. Decisão 5
  6. A Luta contra os A Luta contra os Desperdícios Desperdícios Desperdícios Visíveis (Só não vê quem não quer): Desperdícios Invisíveis (Acontecem sem a percepção do excesso de reuniões; executor, por incompetência ou preguiça mental): utilização “a vontade” dos veículos da empresa; excesso de burocracia; ligações interurbanas sem controle; pagamento de multas e juros por ineficiência dos controles; má utilização de energia elétrica; demora no atendimento aos clientes; “ em caso de erro a culpa é do outro setor; existência da “central de boatos” ; altos índices de erros nas operações; “bitolamento empresarial” não ouvindo os colaboradores; retorno de garantia; duplicidade de controles; retardamento nas decisões; falta de profissionalismo; conflitos pessoais; má programação dos itens de estoque; Iluminação inadequada. Mau atendimento e uso indevido do telefone. A Luta contra os Fundamentos Básicos de Organização Desperdícios Reciclagem para o Estudo de OSM Algumas “Armas” (ferramentas) para combater os Desperdícios: Colaboradores da Administração Cientifica Just In Time Funções Básicas da Organização Seis Sigmas Análise e Distribuição do Trabalho Princípios Básicos de Organização Programa 5S Preceitos de Descartes Análise e Distribuição do Espaço Grupos Estruturais Básicos “call center” Raciocínio Cartesiano Centralização / Descentralização Programa de Qualidade Total Tipos de Autoridade Elaboração de Normas Procedimentais Análise Funcional / Estrutural Departamentalização Estudo das Patologias Administrativas Patologias Organizacionais 6
  7. Colaboradores da Colaboradores da Administração Cientifica Administração Cientifica Taylor Fayol O homem treinado produz mais e com melhor Planejar qualidade; Prever, antecipadamente uma ação Organizar Qualquer trabalho necessita de planejamento; É proceder a divisão do trabalho Co-participação entre o capital e trabalho – salários Comandar melhores – aumento da produtividade; É o poder de dirigir e se fazer obedecer Introduziu o controle, para evitar o desperdício Coordenar operacional; Significa harmonizar esforços entre indivíduos e/ou unidades administrativas e operacionais Inseriu, também , a supervisão funcional. Controlar É avaliar os resultados de acordo com as metas estabelecidas Colaboradores da Colaboradores da Administração Cientifica Administração Cientifica Mc-Gregor Maslow Hierarquia das Necessidades Humanas Teoria Y O homem está permanentemente motivado para assumir responsabilidades; tem iniciativa e não precisa ser comandado; Auto-Realização está sempre preocupado com os problemas da empresa; gosta de Status participar das decisões e dirige seus esforços para os objetivos da organização, pois entende que o seu futuro dela depende. Sociais Teoria X Segurança Dentro do enfoque da Qualidade, sua contribuição, reside, Fisiológicas somente na teoria Y. 7
  8. Funções Básicas da |Funções Administrativas Organização Modernas Segurança . Preocupa-se com os bens patrimoniais QUAIS SÃO AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS? Financeira Gerenciamento de capitais ORGANIZAÇÃO Técnica PLANEJAMENTO Capacidade de gerenciar o processo produtivo Comercial DIREÇÃO Escoamento da produção CONTROLE Contábil Função legal e de suporte para a tomada de decisões Administrativa (Fayol) COMANDAR COORDENAR TREINAR Planejar, Organizar, Comandar, Coordenar e Controlar Princípios Básicos Sistemas de Controle de Organização SistemaTradicional Divisão do Trabalho ENTRADA SAÍDA Caracteriza-se pela decomposição das atividades dos órgãos PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO Contato/Pedido Produto ou em tarefas e passos a serem executados pelos elementos humanos do Cliente Pedido do Cliente Serviço da organização de forma que o trabalho seja realizado, sem sobrecarga, com eficiência e eficácia. Coordenação Sistema Atual Consiste em harmonizar os esforços de todos os setores e/ou ENTRADA SAÍDA pessoas, processando a sinergia necessária a satisfação dos PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO Contato/Pedido Produto ou clientes do Cliente Pedido do Cliente Serviço Alcance do Controle 8
  9. Raciocínio Cartesiano Grupos Estruturais (Preceitos de Descartes) Básicos Princípio da Evidência (DIREÇÃO) Não aceitar nada como verdadeiro, enquanto não for conhecido como tal. DIRETORIA Princípio da Análise EXECUTIVA Fracionar as dificuldades em tantas partes quantas forem necessárias, de modo a facilitar a sua compreensão. Princípio da Síntese DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO Pensar ordenadamente, a partir dos fatos mais simples até chegar DE DE DE aos mais complexos. PRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃO ADMINISTRAÇÃO Princípio da Enumeração Fazer enumerações tão completas e revisões tão detalhadas, de (FIM) (QUASE-FIM) (MEIO) modo a certificar-se de que nada foi omitido. Centralização / Descentralização Tipos de Autoridade Concentração / Desconcentração - Centralização Deliberativa Poder de Decisão (Autoridade) { - Descentralização Estabelece as políticas e diretrizes Executiva Fazer cumprir o que foi deliberado Fiscal Verificar, acompanhar e controlar os resultados Consultiva Área Geográfica (Localização) { - Desconcentração - Concentração Oferecer aconselhamento, apresentar sugestões Técnica Orienta e fiscaliza as operações Coordenadora Articular e harmonizar os esforços das aéreas sob sua coordenação 9
  10. Departamentalização Departamentalização Procedimentos Procedimentos Departamentalização Coordenação É uma forma de fracionar a estrutura organizacional, Agrupamento de atividades correlatas e de objetivos comuns. objetivando agrupar atividades homogêneas que possuam uma mesma linha de ação. Visa fortalecer o desempenho funcional. Enquadramento Procedimentos Agrupamento das atividades de acordo com seu “grupo estrutural básico” (direção, fim, meio e quase-fim). Agregação Colocar “especialistas” numa mesma unidade de trabalho Processos Atividades mais relevantes que possuam objetivos comuns. Controle Agrupar as atividades de forma que possam ser facilmente supervisionadas Departamentalização Departamentalização Critérios Critérios ⇌ Critério da Qualidade ⇌ Critério Geográfico Atividades ligadas à geração da qualidade. Visa atender a clientes dispersos geograficamente. ⇌ Critério da Direção Superior ⇌ Critério de Processo ou Equipamento Direcionado à gestão dos negócios empresariais. Atividades que usam o mesmo tipo de máquina, equipamento ou técnica. ⇌ Critério Funcional ⇌ Critério Ininterrupto Atividades que possuem o mesmo propósito. Destinado ao atendimento dos clientes 24 horas por dia. ⇌ Critério de Produto e Serviço ⇌ Critério pela Força de Trabalho Diretamente relacionada com os produtos e serviços. Destinado normalmente a supervisão dos serviços terceirizados. ⇌ Critério de Objetividade / Clientela ⇌ Critério Multifuncional Atendimento exclusivo ao cliente externo. Objetiva atender vários órgãos independente da vinculação hierárquica. 10
  11. Patologias Patologias Organizacionais Organizacionais Semelhante ao corpo humano, a estrutura organizacional da empresa ★ Coordenação Acumulativa apresenta diversos tipos de enfermidades que, se não medicados em tempo Chefe hábil, irão se agravando e prejudicando os demais órgãos da empresa. ★ Empresa Excessivamente Organizada Problemas (“bitolamento empresarial”; iniciativa pessoal tolhida; A B C D E F G H I J K L M multiplicação da atividade de staff; estrutura “amarrada” ...) ☺ Soluções (“reestudo dos manuais internos; elaboração de normas que Problemas (impossibilidade de dar um atendimento rápido e solução correta a dêem abertura para a criatividade; flexibilização estrutural ...) todos os subordinados; dificuldade da chefia em dominar todos os assuntos e ★ Inexistência de Instrumentos de Formalização Estrutural diferentes problemas existentes na empresa ...) Problemas (conflitos e politicagem; ineficiência e inveja; insegurança e ☺ Soluções (dividir o trabalho a ser supervisionado entre diversas chefias, irresponsabilidade; insatisfação dos clientes...) segundo sua área de responsabilidade; aplicar a fórmula de Graicunas, na qual ☺ Soluções (criação de documentos formais de organização; definição das se tenta estabelecer o número ideal de subordinados para cada chefia, linhas de autoridade; elaboração de guias de atribuições ...) empregando a formula abaixo: ...) Nt = N (2n/2 + N – 1) Patologias Patologias Organizacionais Organizacionais ★ Multicomando .★ ★ Falta ou Excesso de Delegação de Autoridade Problemas (engarrafamento do poder de decisão, excesso de problemas insignificantes na “mesa” da alta administração; estímulo à criação de unidades organizacionais independentes no seio da organização; emperramento dos processos, causando transtornos e, conseqüentemente, prejuízos aos clientes ...) Problemas (multicomando; excessiva proliferação da autoridade funcional; má definição da autoridade de linha; dúvidas com relação a quem obedecer primeiramente ...) ☺ Soluções (criar um ponto de equilíbrio entre a centralização e a ☺ Soluções (fazer com que cada funcionário seja responsável apenas perante a descentralização administrativa de forma que o trabalho flua um superior hierárquico; utilizar a autoridade funcional com moderação, normalmente sem que os entraves decisórios possam prejudicá-lo...) zelando para que seus titulares tenham as respectivas áreas de atuação perfeitamente delineadas ...) 11
  12. Patologias Patologias Organizacionais Organizacionais ★ Conjugação de Atividades Divergentes .★ ★ Excesso de Níveis Hierárquicos Departamento de Contabilidade Problemas (aumento do nível de ruído nas comunicações; demora excessiva na tomada de decisão, muitas vezes quando Fiscalizado e chega ao interessado já “estourou” o Auditor sob a prazo para a ação; alto custo com mesma chefia Lançamentos Auditoria pessoal, em virtude do grande número Contábeis Interna de chefias...) ☺ Soluções (processar a análise funcional / Problemas (uma das atividades será preterida; as duas atividades serão estrutural, “enxugar” a estrutura prejudicadas; insatisfação e conflito entre as áreas ...) aplicando o downsizing, eliminando as unidades / chefias desnecessárias ...) ☺ Soluções (processar a divisão do trabalho por meio da redepartamentalização das atividades, dividindo-as e colocando-as sob chefias específicas ...) Patologias Patologias Organizacionais Organizacionais ★ Insegurança Executiva ou “Trincheira de Assessores” . ★O Chefe do Chefe Problemas (alerta contra a Presidente incapacidade do executivo; demora Problemas (uma da chefias fica Departamento nas decisões; conflito entre os órgãos ociosa; “briga” pelo poder; de Recursos R. Públicas Jurídico de linha e assessorias; indefinição das despesa desnecessária com uma Humanos funções e ociosidade da maioria dos Marketing Imprensa das chefias ...) assessores ...) ☺ Soluções (eliminar uma das duas ☺ Soluções (rever quais assessorias são Secretaria Auditoria chefias, após a verificação de qual Divisão de realmente necessárias ao desempenho delas é a mais importante para os Serviços da função; agrupar as assessorias com Consultor Gabinete objetivos da empresa ...) Sociais objetivos comuns; eliminar as assessorias desnecessárias...) Comercial Operacional 12
  13. Patologias Organizacionais ★ Outros Problemas de Natureza Diversa Estrutura organizacional obsoleta e antiquada Indefinição dos objetivos e das metas e obscuridade das políticas e diretrizes Capítulo 2 Tolerância a incompetência Normas e rotinas administrativas pesadas e inflexíveis Incoerência entre o que foi planejado e o que está sendo executado Ausência de agregação de valor na execução dos serviços Uso inadequado da tecnologia da informação Ênfase nas aparências, ignorando e/ou prejudicando as substâncias Recursos humanos mal dimensionados, alguns setores com excesso e outros ... Falta de integração e sinergia entre os diversos departamentos, entre outros Conteú Conteúdo do Capítulo 2 Capí A Qualidade na Estrutura Organizacional A Qualidade na Estrutura Organizacional Acredita-se uma empresa terá uma estrutura organizacional Gráficos de Organização e Controle de qualidade, se os seus processos estiverem mapeados com objetividade, visando atender aos requisitos de seus clientes, Cronograma (Unidade 1) independente do modelo organizacional que estiver adotando. Organograma Presidente Funcionograma CLIENTE Fluxograma de Análise de Processos (Unidade 4) Comercial Serviços Adm./Fin. Modelos de Estruturas Organizacionais Análise Funcional / Estrutural Vendas Faturam. Revisão Mecânica Financeiro Administr. Vista Prazo Contas Caixa 13
  14. Fatores a Considerar na Fatores a Considerar na Concepção Estrutural Concepção Estrutural Uma sólida sinergia interdepartamental; Privilegiar (em relação aos recursos e investimentos) as áreas que Uma abertura ampla e incondicional, junto ao mantém contato direto com os clientes; macrossistema de informações; Eliminar as atividades que não agregam valor para a empresa, terceirizando-as; Clientes Sociedade Acionistas Utilizar o benchmarketing para a concepção de um modelo de estrutura mais voltado para resultados do que para as funções; Aplicar o downsizing enxugando-a, tornando-a mais simples, Fornecedores Empresa Concorrentes ágil e interativa, e ainda, diminuindo os níveis de comunicação, facilitando a delegação de autoridade, ampliando os graus de Bancos Sindicatos responsabilidade, processando a melhoria contínua e, finalmente, Governo garantindo a qualidade. Fatores a Considerar na Metodologia para Avaliação de Estruturas Concepção Estrutural Organizacionais - MAEO Colocar o cliente no topo da pirâmide organizacional “coman- 1 Definição da Missão e 6 Aprovação e dando” a empresa; do Negócio da empresa implantação Fazer da hierarquia apenas um referencial de coordenação e não uma “ditadura”; Fomentar a sinergia em todos os setores de modo que eles se esfor-cem e caminhem para um só objetivo, a satisfação dos 2 Levantamento de dados 5 Seleção da alternativa clientes; e informações mais viável Transformar os fornecedores em aliados, parceiros, respeitando suas obrigações para com eles; Ser competitivo e enfrentar com profissionalismo e honestidade 3 Análise Funcional / 4 Apresentação de os seus concorrentes; Estrutural alternativas Valorizar os recursos humanos, motivando-os e desenvolvendo o espírito de equipe. 14
  15. Definição da Missão e Trabalho de Organização do Negócio da Empresa Informações Básicas e Subsidiárias Antes de iniciar qualquer trabalho de organização ou de Objetivos econômicos, financeiros, sociais e políticos de empreendimento; reorganização de uma empresa, é indispensável que se defina em Mercado consumidor, local e global, e potencial dos concorrentes; primeiro plano a sua missão e o seu negócio. Capacidade de investimentos e recursos disponíveis; Missão Disponibilidade local de mão-de-obra qualificada e possibilidade de É a expressão que define e justifica a razão de ser de uma treinamento; organização. Subsídios do governo municipal e estadual, incentivos fiscais e protecionismo do governo federal para os produtos a serem fabricados; Ex.: “Promover o ensino e a geração de conhecimento, formando o profissional compromissado com uma sociedade justa.” Facilidades aduaneiras e meios de transporte para o escoamento da produção; Infra-estrutura física da cidade para construção da empresa e saneamento Negócio básico para os seus funcionários; É a síntese de uma proposta que uma empresa deseja oferecer Localização geográfica em relação a seus fornecedores / consumidores; aos seus clientes. Poder de mobilidade da classe sindical. Ex.: Ensino, pesquisa e extensão. Trabalho de Reorganização Trabalho de Reorganização Informações Básicas e Subsidiárias Informações Básicas e Subsidiárias Para um trabalho de reorganização, além das informações citadas Nível Interno no trabalho de organização, considerar os seguintes aspectos : Perfil profissional dos seus recursos humanos; Nível Externo Capacidade de liderança de seu corpo gerencial; ∴ Nível de aceitação dos produtos e serviços da empresa pelo Eficiência do sistema de informações; mercado consumidor e o grau de satisfação gerado em seus Qualidade dos programas de desenvolvimento de pessoal; clientes; Política salarial em relação ao mercado de trabalho; ∴ Potencialidade de seus fornecedores; Nível de produtividade atual versus pretendido; ∴ Capacidade tecnológica da empresa em relação aos seus Grau de motivação dos colaboradores no ambiente de trabalho; concorrentes Ampliação da quantidade de parceiros e possibilidade de encampação de ∴ Posição em relação à competitividade no mercado local e outras empresas; regional; Possibilidade de crescimento físico. ∴ Posicionamento da imagem institucional da empresa. 15
  16. Gráficos de Organização e Controle Organogramas Organogramas Tipos Organograma é um gráfico que representa a organização Em Barras formal, configurada na estrutura que foi delineada pelo São representados por intermédio de longos retângulos a partir de uma Regulamento da Instituição, apresentando-se no mesmo os base vertical, onde o tamanho do retângulo é diretamente proporcional à diversos setores, suas posições e respectivas interdependências, importância da Autoridade que o representa. via hierárquica, itinerário de comunicações, vinculação e subordinação. Importante salientar que o “novo” organograma deixa de ser um elemento totalmente estático, rígido e segmentado para para se transformar num ponto de referência da estrutura hierárquica da empresa num dado momento organizacional. Nesta nova postura, o organograma deve possuir um caráter dinâmico, ser altamente flexível e funcional, possibilitando uma integração sistêmica e sinérgica entre todos os setores da empresa. Organogramas Organogramas Tipos Tipos Em Setores (Setorial ou Setograma) Radial (Solar ou Circular) São elaborados por meio de círculos concêntricos, os quis representam os O seu objetivo é mostrar o macro sistema das empresas componentes de um diversos níveis de autoridade a partir do círculo central, onde se localiza a grande grupo empresarial. autoridade maioe da empresa. 16
  17. Organogramas Organogramas Tipos Tipos Organograma Linear de Responsabilidade – OLR Informativo Possui um diferencial em relação aos demais organogramas pois sua Apresenta um máximo de informações de diversas naturezas relacionadas com preocupação não é representar o posicionamento hierárquico, mas, sim, o cada unidade organizacional da empresa. inter-relacionamento entre as diversas atividades e os responsáveis por cada DEPARTAMENTO DE PESSOAL uma delas. Adm.: João da Silva Código: 6754 Referência:400 -30 Lotação: 21 Síntese da Atribuições: -Processar o controle de férias -Elaborar a Folha de Pagamento -Recrutar e selecionar pessoal Organogramas Organogramas Tipos Técnicas para Construção Clássico (Vertical ou Retangular) Representação dos órgãos É o tipo de organograma mais completo e usual, o qual permite melhor 1. Assessores – ligados à linha entendimento da representação orgânica de uma empresa. Demonstra os órgãos de decisão, de assessoria, operacionais e o posicionamento hierárquico. 2. Assistentes – ligados ao órgão 2 Decisão Superior Diretoria Diretoria Assessoria 1 (da pessoa) Assessoria Assessoria (do órgão) Decisão Intermediária Decisão Intermediária Operacionais Operacionais 17
  18. Organogramas Organogramas Técnicas para Construção Técnicas para Construção Linhas Tracejadas ● Os níveis superiores devem ● Para melhorar a estética usar a Para os órgãos que não existem formalmente ou deseja destacá-los, ser, discretamente, maiores forma intercalada na elaboração objetivando um estudo isolado. que seus subordinados do organograma clássico Diretoria Manutenção Departamento Divisão Ônibus Tratores Caminhões Automóveis Serviço Seção Setor Organogramas Organogramas Técnicas para Construção Técnicas para Construção Representação das Linhas Representação dos Tipos de Autoridade Órgãos de decisão – representada por linhas verticais Órgãos de assessoria – representada por linhas horizontais Autoridade Colorido Preto / Branco Deliberativa Executiva Fiscal Consultiva Técnica Coordenadora 18
  19. Organogramas Organogramas Técnicas para Construção Técnicas para Construção Nível dos Órgãos Nomenclatura dos Órgãos 1º nível – órgãos deliberativos Os órgãos que estiverem no mesmo nível hierárquico devem possuir a mesma Deliberativos nomenclatura. 2º nível – órgãos executivos 3º nível – órgãos técnicos Executivos 4º nível – órgãos operacionais Técnicos Técnicos Operacionais Operacionais Operacionais Gráficos de Organização e Controle Funcionograma Funcionograma Objetivos O funcionograma é um gráfico que amplia as partes setoriais de Possibilitar um conhecimento mais íntimo da organização; um organograma, respeitando suas características estruturais, Fornecer detalhes do órgão em estudo; tornando claras as atividades que o justificam, possibilitando Tornar evidentes as funções que justificam os órgãos (missão). conhecer a interdependência das partes componentes do organismo. Conhecido, também como organograma funcional, o funcionograma procura das uma idéia geral da missão de cada órgão da empresa. Os funcionogramas devem ser incluídos no Manual de Organização. É por intermédio do funcionograma que se criam condições de iniciar o processo de análise funcional. 19
  20. Modelos de Estruturas Organizacionais Modelos de Estruturas Organizacionais Normalmente toda organização apresenta ou deveria Estruturas Clássicas Conhecidas como piramidais, são aquelas aplicadas há muito tempo, apresentar alguma forma de estruturação interna, a qual normalmente utilizadas por empresas comerciais e produtoras de bens e estabelece as regras básicas para a realização de seus serviços. Estruturas Pós-clássicas objetivos. É um avanço da estrutura clássica. As empresas não adotam um único tipo de estrutura Estruturas Modernas organizacional; na realidade, fazem uma mesclagem São aquelas mais recentes, normalmente utilizadas em empresas de planejamento, pesquisa, construção civil e organizações que possuem dos diversos modelos pelos diversos setores departamentos específicos de desenvolvimento de projetos. organizacionais. Estruturas Pós-modernas São estruturas dinâmicas e altamente mutáveis, que se adaptam com rapidez e facilidade à conjuntura do mercado consumidor, oferecendo resultados e soluções corretas, com a agilidade que os clientes requerem. Estruturas Clássicas Estruturas Clássicas Linear Funcional Linear (escalar, hierárquica, vertical ou militar) Funcional É um tipo de estrutura no qual prevalece a centralização, exigindo chefias Surgiu em oposição oposição à estrutura linear. Na concepção atual, ela autocráticas e com grande conhecimento da organização como um todo, cuja guarda o princípio da especialização proposto por Taylor, onde cada chefia autoridade deve ser implacável, restando aos subordinados obediência e possui amplo domínio sobre determinada área de sua especialização. execução das atividades decorrentes de seu trabalho. 20
  21. Estruturas Clássicas Estruturas Clássicas Linear-Funcional Comissional ou Colegiada Linear-Funcional (staff, assessoria, estado-maior, ou hierárquico-consultivo) Comissional ou Colegiada Possui como característica básica a manutenção da unidade de comando, sem Este tipo possui um “pool” de diretores ou membros que deliberam sobre os tirar o poder de decisão dos órgãos de linha. Possui a mesma estrutura das assuntos mais relevantes da empresa, ou algum assunto bem específico. formas anteriormente apresentadas, adicionando-se um órgão de asessoria, Usualmente sã denominados de conselhos, comitês, juntas, comissões cujo objetivo é, entre outros: pesquisar, estudar, processar análises e fornecer colegiados, etc. aconselhamentos. Estruturas Pós-Clássicas Estruturas Modernas Com base na Função e Divisional Matricial Com base na Função Estruturas Modernas Graficamente semelhante à estrutura linear, é um modelo em que as São aquelas mais utilizadas mais recentemente, normalmente em atividades análogas, interdependentes se unem ao propósito dominante empresas de planejamento, pesquisa, construção civil, entre outras. da empresa, ou seja, são agrupadas em um órgão especifico, constituin- do-se em uma grande unidade setorial da organização, a qual se dedica Matricial ao desenvolvimento de uma única função. É um tipo de estrutura que surgiu com o advento da tecnologia espacial, a qual apresenta duas características básicas: Divisional - Com relação à autoridade Caracteriza-se pela divisão da estrutura existente, em unidades orgâ- Existe uma autoridade hierárquica semelhante à da estrutura funcional e nicas de maior flexibilidade organizacional, constituída de atividades outra bem específica e direta, que é a da coordenação de cada projeto. díspares (produção, informática, logística, etc), mas vinculadas a um - Com relação à mobilidade dos funcionários objetivo final específico (eletrodomésticos, alimentos, veículos, etc) e Os funcionários são permanentemente vinculados à organização e agrupadas em uma mesma unidade organizacional. alocados aos diversos projetos em execução. Concluído o projeto, eles retornam a seus órgãos de origem. 21
  22. Estruturas Modernas Estruturas Modernas Matricial Por Projetos . Por Projetos Normalmente é um tipo de estrutura que não se aplica na empresa como um todo, e os recurso humanos são contratados, geralmente, por tempo determinado, coincidente com o prazo de conclusão de cada projeto. Este tipo de estrutura funciona com um Banco de Recursos, onde estão cadastrados diversos profissionais que são convocados em conformidade com a necessidade de cada projeto. Estruturas Pós-Modernas Estruturas Pós-Modernas Processual Estruturas Pós-Modernas Processual São estruturas dinâmicas e altamente mutáveis, que se adaptam com É um tipo de estrutura que modifica totalmente o enfoque estrutural, o qual rapidez e facilidade à conjuntura do mercado consumidor, oferecendo deixa de ser caracterizado pelas funções e passa a ser caracterizado pelos processos. Em vez de criar departamentos, divisões, seções, etc. criam-se resultados e soluções corretas, com agilidade que os clientes requerem. células de produtividade, unidades de negócios, grupos de produtos, times de As estruturas pós-modernas são organizadas horizontalmente e/ou em qualidade, equipes multidisciplinares, força-tarefa, etc. rede (network structure). Seus integrantes se ligam aos demais diretamente ou através dos que os cercam. O conjunto resultante é semelhante a uma teia de aranha de múltiplos fios ligados entre si, que se espanham para todos os lados, sem que nenhum deles possa ser considerado mais importante, ou representante dos demais. 22
  23. Estruturas Pós-Modernas Estruturas Pós-Modernas Integrada Integrada Integrada . Propõe que a hierarquia tão comum nas organizações seja substituída por uma rede de comunicações, ou seja, por uma rede de relacionamen- to. Este modelo exige uma grande integração entre as partes envolvidas, porém sem desrespeitar a interdependência requerida entre os diversos negócios da empresa, em relação aos seus colaboradores, clientes, parceiros e, inclusive na relação com outras empresas, através do c- business, que define as práticas e as tecnologias necessárias para as empresas trabalharem em projetos comuns, compartilhando informações remotamente distribuídas. Estruturas Pós-Modernas Estruturas Pós-Modernas Integrada Integrada A operacionalização da Estrutura Integrada deverão estar Sistemas / softwares “inteligentes” da TI e das comunicações apoiados na utilização dos diversos recursos das comunicações eletrônicas, mais usuais e comuns, utilizadas por organizações de eletrônicas e das Tecnologias da Informação – TI, todo o mundo, especialmente, por “empresas virtuais”: notadamente nos sistemas integrados de gestão empresarial e ERP (Sistema de Gestão Empresarial) Business Intelligence (Data warehouse, OLAP, Data mining) nas ferramentas de apoio à decisão, os quais procuram otimizar CRM (Gerenciamento das Relações com os Clientes) e integrar os processos internos e externos da organização de SCM (Gerenciamento da Cadeia de Suprimento) forma a disponibilizar o sustentáculo indispensável, em nível de EAI (Integração de Aplicações Corporativas) informações, para uma acertada tomada de decisão. GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) Worflow (Gerenciamento Eletrônico do Fluxo de Trabalho) COLD/ERM (Gerenciamento Corporativo de Relatórios) Document Management, entre outros 23
  24. Análise Funcional / Estrutural Análise Funcional / Estrutural Análise Funcional Análise Funcional É o estudo das funções e atividades de uma empresa, tendo em Estuda as unidades da empresa e as suas inter-relações, com o objetivo vista a obtenção de arranjos dessas funções e atividades, de modo de que essas unidades exercitem eficientemente as funções e atividades a garantir a consecução dos objetivos empresariais. que lhes são atribuídas. Levantamento Levantamento Identificar os objetivos da empresa Caracterização e individualização das unidades Funções e atividades desenvolvidas Descrição entre o relacionamento das diversas unidades Identificação dos critérios de departamentalização Coleta de dados sobre a autoridade/responsabilidade, amplitude de supervisão, delegação e comando Análise Avaliar a necessidade das funções e atividades existentes Análise Reconhecer e julgar os critérios de departamentalização Avaliar a composição quantitativa e qualitativa das unidades Verificar se os órgãos conhecem perfeitamente suas atribuições Julgar a natureza das unidades e seus reflexos sobre os níveis de eficiência Verificar o comportamento do complexo Análise Funcional / Estrutural Análise Funcional / Estrutural O processo de análise funcional / estrutural, na prática, se desenvolvem .Ferramentas para processar a Análise Funcional / Estrutural: simultaneamente, sendo quase impossível separá-los Organograma – possibilitará verificar quais são as unidades componentes da estrutura organizacional e seu posicionamento hierárquico; Funcionograma – tem o objetivo de verificar se as atribuições de cada unidade são harmônicas com o negócio e a missão da empresa; Tipos de Autoridade – avaliar o nível de relacionamento entre as diversas unidades organizacionais; Questionário para Levantamento de Dados – permitirá analisar outras informações colhidas durante a fase de levantamento, bem como, outros documentos descritivos anexados a ele. 24
  25. Conteúdo do Capítulo 3 Análise e Distribuição do Espaço Físico / (“Ambiência”/ layout) Fatores ambientais (cores, iluminação, temperatura, ergonomia, etc) Estudo e disposição física do ambiente (layout) Capítulo 3 Estação de Trabalho (cálculo de área) Análise e Distribuição do Trabalho Levantamento Elaboração do QDT (Quadro de Distribuição do Trabalho) Técnicas para análise do QDT Formulários Caracterização técnica, princípios para elaboração e análise Características básicas dos papéis e padrão internacional de medidas métricas Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Fatores Ambientais (Ergonomia) Fatores Ambientais (Cores) O meio ambiente é o local onde se processa a integração Cores harmônica entre o homem e a natureza, é onde se vive e trabalha. As cores podem influir sobre o comportamento Os fatores ambientais exercem fortes influências na performance dos colaboradores, tanto psicologicamente do indivíduo, tanto em nível de produtividade quanto de como biologicamente. qualidade, pois atual diretamente sobre o estado psíquico dele, Com relação à temperatura: alterando, de forma significativa, o seu comportamento. Quentes – devem ser utilizadas quando se deseja estimular o interesse, a atenção e a motivação para Ergonomia o trabalho. O amarelo, o verde-escuro, o vermelho e o laranja são consideradas como cores quentes. É a ciência que estuda a organização metódica do ambiente de Frias – devem ser utilizadas em locais de clima trabalho com o objetivo de harmonizar as relações entre os quente, pois causam uma impressão de diminuição homens e a máquina, de forma a atender às necessidades físicas e da temperatura. O cinza, o verde-claro e o azul são psicológicas humanas. consideradas cores frias. 25
  26. Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Fatores Ambientais (Cores) Fatores Ambientais (Cores) Com relação à iluminação: Com relação à utilização: As cores estão diretamente ligadas aos problemas de iluminação, em virtude Cores que devem ser evitadas no ambiente de trabalho: de sua capacidade de reflexão e de absorção. Portanto, de conformidade com o cinza - desperta o medo e a tristeza, diminui a capacidade iniciativa dos trabalho que se pretende realizar, deve-se fornecer a quantidade de indivíduos e produz a depressão; luminosidade requerida, utilizando as cores adequadas para tal. marrom - induz as pessoas a ficarem pensando em seus problemas pessoais, desviando dos propósitos do trabalho; violeta - leva à depressão, à tristeza e prejudica o inter-relacionamento pessoal; preta - gera o desenvolvimento de aspectos comportamentais negativos, tais como: desobediência aos superiores hierárquicos, ao descumprimento das normas da empresa, etc. Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Fatores Ambientais (Cores) Fatores Ambientais (Cores) Com relação à utilização: Com relação à utilização: Cores que requerem um cuidado especial quando de sua aplicação: Cores mais recomendadas (sempre na tonalidade clara): branca - deve ser utilizada em conjunto com outras cores, principalmente verde - lembra a natureza, dá uma sensação de liberdade, faz com que as nos tetos, em virtude de sua característica de reflexão. Quando utiliza-la, pessoas acreditem na possibilidade de dias melhores, induz à paciência e preferir o branco-gelo ou outra tonalidade mais escura, pois o branco puro pode levar à monotonia; ao amor pelo trabalho; vermelha - dá vitalidade, alegria e dinamismo ao ambiente, mas, por outro azul – reflete a paz, a tranqüilidade, fazendo com que as pessoas tenham lado, desperta a impulsividade e a intempestividade comportamental do maior compreensão com os seus pares no ambiente de trabalho, desperta a indivíduo; criatividade e estimula a pesquisa; amarela - também possui os dois lados; de um, incita à iniciativa e à bege - torna o ambiente agradável, fazendo gerar um clima amistoso ação, fomenta a energia, destaca locais que se deseja chamar a atenção. entre as pessoas no desenvolvimento de atividades coletivas. Por outro, provoca a aceleração do sistema nervoso, refletindo comportamento do indivíduo, irritando-o facilmente por qualquer motivo. 26
  27. Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Fatores Ambientais (Iluminação) Fatores Ambientais (Poluição Sonora) Iluminação Poluição Sonora Nos ambientes de trabalho, a iluminação está diretamente relacionada a fatores Caracteriza-se pelo barulho excessivo e pelos níveis de ruído como a saúde, a segurança, e a produtividade dos ativos intelectuais, suportáveis ou não, presentes em nosso dia-a-dia. resultando de sua adequada utilização aumento de qualidade e economia para as empresas. Análise e Distribuição do Espaço Físico Fatores Ambientais (Aeração, Temperatura e Limpeza) Análise e Distribuição do Trabalho Aeração e Temperatura Ambiental A insatisfação no ambiente de trabalho é fruto de Aeração ou circulação de ar influi significativamente na vários fatores ecológicos e comportamentais. Mas temperatura do ambiente e, conseqüentemente, no outro fator que requer uma atenção especial refere- desempenho do homem, cujo organismo requer uma se a distribuição do trabalho. perfeita disponibilidade de oxigênio por metro cúbico, Muitas vezes o mau desempenho de um de acordo com o trabalho que esteja realizando. funcionário é causado por força reflexiva de outro colega, do responsável pelo setor, ou da política da empresa em não reconhecer e valorizar os seus Limpeza Interna recursos humanos. Entre outros podemos citar: o Este fator não deve ser visto simplesmente como limpeza trabalho não é distribuído eqüitativamente, alguns propriamente dito, mas sim como preservação da natureza, funcionários sobrecarregados, e outros ociosos, economia de energia, meio de controle que impõe funcionários executando tarefas superiores ou restrições à poluição ambiental não só internamente no inferiores à sua capacidade profissional, chefes ambiente de trabalho, mas de uma forma mais abrangente, desqualificados e improdutivos, etc. afetando, inclusive, a comunidade em geral. 27
  28. Análise e Distribuição do Trabalho Análise e Distribuição do Trabalho Pelos motivos citados anteriormente torna-se necessário Ex.: processar a análise e distribuição do trabalho. Para aplicação desta técnica há de se conhecer alguns conceitos básicos: Passo - é a parcela de trabalho executada por uma pessoa; Tarefa – é um conjunto seqüencial de passos realizados por uma pessoa; Atividade – é o agrupamento das tarefas homogêneas, reunidas por características de complementaridade e similaridade, com o objetivo de definir a missão do órgão em questão; Tempo base – é o período de tempo da jornada de trabalho. Normalmente são utilizados 40 horas semanais. Como pode-se observar, passo e tarefa são o que a pessoa faz, e a atividade é o que o órgão faz. Análise e Distribuição do Trabalho Análise e Distribuição do Trabalho Fases do processo de análise Fases do processo de análise Levantar as Tarefas Individuais Elaborar a Lista de Atividades Esta fase consiste em verificar quais são as tarefas realizadas pelos A Lista de Atividades é elaborada a partir do agrupamento das tarefas segundo funcionários e seus respectivos tempos. características de complementaridade e similaridade, em grupos homogêneos, Ex.: formando atividades. Estas atividades devem ser listadas por ordem decrescente de importância, colocando em último lugar a atividade diversos, que agrupará as pequenas tarefas não contempladas nas atividades anteriores. 28
  29. Análise e Distribuição do Trabalho Análise e Distribuição do Trabalho Fases do processo de análise Fases do processo de análise Elaboração do QDT (Quadro de Distribuição do Trabalho) . O QDT é a síntese da divisão do trabalho de uma unidade organizacional. Neste quadro (próximo Slide) serão consolidadas todas as atividades, todas as tarefas, seus responsáveis, os respectivos cargos e o número de horas consumido para cada uma delas. Análise do QDT Requer um senso crítico e acurado do analista para perceber e diagnosticar as falhas existentes na unidade em estudo. Análise do tempo (das atividades e das tarefas Análise da capacidade técnica dos funcionários Análise do volume / equilíbrio da divisão do trabalho Análise das possibilidades de racionalização Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Trabalho Layout: Conceito e Objetivos Propor novo QDT Elaborar novo QDT Layout (Arranjo físico) Aprovado o novo QDT, o pessoal É a disposição que se encontra ou que se deseja colocar, um envolvido deverá ser treinado para escritório, uma linha de montagem, os móveis, equipamentos e desenvolver as novas tarefas. material relativos a determinada área onde se desenvolve deter- Com o objetivo de tornar o trabalho mais minado trabalho. eqüitativo, além de causar maior Objetivos do estudo do layout satisfação aos colaboradores de uma Reduzir os custos e aumentar a produtividade maneira geral, a técnica de Análise e Racionalizar a utilização do espaço disponível Distribuição do Trabalho deve ser aplicada de tempos e tempos nas diversas Reduzir a movimentação de materiais, produtos e pessoas unidades organizacionais da empresa. Racionalizar o fluxo de trabalho Minimizar o tempo de produção Propiciar aos colaboradores melhores condições de trabalho 29
  30. Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Princípios Planta Baixa Elaborar a Planta Baixa A planta baixa é a representação gráfica do corte horizontal de uma área, na qual usualmente emprega-se a escala de 1:50, ou seja, cada unidade medida, na planta, equivale a 50 unidades da medida real. Simbologia normalmente utilizada: Princípios de Layout: Análise e Distribuição do Espaço Físico Análise e Distribuição do Espaço Físico Distribuição do Espaço Disposição Física Distribuição do espaço físico entre as unidades da empresa Estudo da disposição física do ambiente As unidades que possuem grande contato com os clientes externos devem ficar Um instrumento que vai auxiliar o analista nesta tarefa é o fluxolocalgrama, posicionadas em locais de fácil acesso e as unidades internas devem ser que é um gráfico que demonstra a seqüência das operações de um processo em posicionadas uma próximas às outras de acordo com os processos que um determinado ambiente de trabalho. desenvolvem. 30
  31. Formulários Formulários Tipos Na era da informação, com os micro- Tipos de formulários computadores ligados em rede, correio Planos – normalmente são apresentados em folhas soltas e/ou em blocos (Requisição eletrônico, datawarehouses, software para de Material). workflow e um sem número de outros Jatos – são apresentados em jogos individuais presos e devidamente carbonados (passagem aérea). recursos da Tecnologia da Informação, OBS: os formulários Planos e jatos são confeccionados em papel, de acordo com os imaginou-se que em breve os “papéis” padrões internacionais ISO e nacionais ABNT. seriam banidos das empresas, Infelizmente Contínuos – são confeccionados em papel, obedecem a padrões internacionais isso não aconteceu, pois os documentos da direcionados para utilização em equipamentos de impressão computadorizados. mídia digital são criados mais facilmente e Eletrônicos – são aqueles que guardam os padrões dos formulários acima citados. em maior número e constantemente Preenchidos via teclado dos computadores e/ou por meio de interação com o banco de “baixados” para papel. Assim, está muito dados. distante o momento que eles poderão ser Virtuais – são formulários disponibilizados nos sites das empresas os quais visam eliminados. facilitar / agilizar o fluxo de informações. Fichas – são confeccionados em papel de maior gramatura, obedecem aos padrões anteriores e são destinados ao registro de dados sintéticos. Formulários Formulários Princípios Análise Princípios para elaboração de formulários Análise de Formulários Antes de elaborar um formulário, deve-se verificar qual a sua contribuição Para processar a análise deve-se fazer as seguintes perguntas: para o fluxo do trabalho. Qual é o seu objetivo? Analisar a possibilidade de incluir novas informações, as desejadas, em Por que de cada campo? outros formulários já existentes. Todas as vias são necessárias? Concebê-los de forma a facilitar a vida de que vai utilizá-los; com campos Existem formulários semelhantes ou com dados de mesma natureza? bem definidos, com espaço suficiente para o seu preenchimento e, sempre que possível incluir a resposta que se deseja. Os campos estão dispostos dentro de uma ordem lógica e racional? Deve possuir somente os campos necessários, aqueles, realmente, Possui muitas informações? Existe um detalhamento excessivo? relevantes e que serão preenchidos. As respostas as estas perguntas darão condições de: Atentar para sua utilização (grande número de usuários / uso específico) ELIMINÁ-LOS, se supérfluos ou obsoletos; (cliente interno ou externo). COMBINÁ-LOS, se semelhantes ou possuírem objetivos comuns; Não confeccionar o formulário de forma definitiva antes de testá-lo. REORGANIZÁ-LOS, se incompletos ou malfeitos; SIMPLIFICÁ-LOS, se complicados ou excessivamente detalhados. 31
  32. Formulários Formulários Tipos de papéis Padrão Internacional ISO Um dos maiores desperdícios na elaboração Apergaminhado ou sulfite - é o tipo de papel mais utilizado na de um formulário é o não-emprego da confecção de formulários, sendo empregado na confecção de padronização internacional das medidas formulários contínuos. métricas da DIN – Deutsche Industrie Offset – utilizado na confecção de formulários impressos somente pelo Normen (alemã), que também é utilizada sistema offset. pela ISO e regulamentada pela ABNT. Flor-post – quando um formulário possuir mais de uma via este é o papel ideal para confecção das demais vias. Kraft – papel de grande resistência, bastante utilizado para confecção de envelopes e capa de bloco de formulários. Bufon – é a segunda linha dos papéis apergaminhados, de custo inferior, utilizados para a confecção dos formulários internos. Jornal – papel de baixo custo, uso interno (papel rascunho). Formulários Elaboração Título – é a identificação do formulário, deve ser colocado na parte superior e no centro da folha, de forma destacada e suficientemente descritiva, mas breve, para a sua imediata identificação. Logotipo / logomarca – é a representação visual de uma marca, formada graficamente por meio de letras e/ou símbolos que identificam a empresa. Capítulo 4 Normalmente é colocado no canto superior esquerdo. Margeamento – é o espaço destinado ao arquivamento do formulário. Disposição dos campos – os campos devem estar dispostos numa ordem lógica e racional, para que os assuntos sejam agrupados de forma homogênea. Adequação do preenchimento – deve-se prever espaços adequados para o seu preenchimento, manuscrito, à máquina ou equipamento eletrônico. Codificação – destinado a caracterizar cada formulário individualmente. Padronização – por razões funcionais, econômicas, estéticas, de visualização gráfica, os formulários de uma empresa deverão ser padronizados. 32
  33. Conteúdo do Capítulo 4 Técnicas de Levantamento Técnicas de Levantamento Levantamento de Dados Pesquisa Institucional e Revisão Bibliográfica É a base fundamental para o desenvolvimento de um trabalho de Observação Direta organização. Questionário Um levantamento imperfeito, incompleto, com dados inverídicos e Entrevista inconsistentes, poderá gerar uma análise tecnicamente perfeita, Aná Fluxograma de Análise de Processos – FAP porém com o resultado comprometido porque a nova sistemática Manuais / Normas Gerais operacional proposta poderá ficar aquém da atual, complicando em Normalização vez de solucionar o problema existente. Normas ISO 9000 / 14000 Em síntese: quando se levanta “lixo”, analisa-se “lixo” e, Responsabilidade Social Corporativa e Segurança e Saúde no Ambiente de Trabalho conseqüentemente, a proposta não será diferente. Manuais de Gestão Qualidade Portanto, ao fazer um levantamento tenha muito cuidado! Manual de Formulários Técnicas de Levantamento Pesquisa Institucional e Revisão Bibliográfica Técnicas de Levantamento Observação Direta A Pesquisa Institucional e/ou Revisão Bibliográfica Das técnicas de levantamento existentes, talvez a deve ser a primeira técnica empregada em um Observação Direta seja a mais eficiente, pois possibilita levantamento, pois oferece suporte às demais, verificar “in loco” as atividades que estão sendo possibilitando um entendimento mais direcionado ao desenvolvidas, permitindo, assim, coletar as informações de assunto a ser tratado. acordo com o desenrolar das operações e/ou execução dos processos. Revisão Bibliográfica – Consiste em pesquisar a literatura pertinente (livros, revistas especializadas, Para execução desta técnica, basta simplesmente que o legislação, artigos, etc). analista observe as atividades de cada funcionário, registrando o que está sendo realizado (forma de execução, Pesquisa Institucional – consiste basicamente em tempo de duração, dificuldades, procedimentos gerais, etc). identificar, na empresa, trabalhos que já foram desenvolvidos sobre o assuntos (estatuto social, Contudo, por ocasião da analise, o profissional deve estar regimentos, normas, regulamentos, manuais, instruções ciente que é natural ao ser humano aumentar o seu normativas, relatórios, etc). desempenho e a sua produtividade quando esta sendo observado. 33
  34. Técnicas de Levantamento Técnicas de Levantamento Questionário Entrevista O emprego do Questionário se justifica quando se deseja coletar A Entrevista é uma das técnicas mais dados de pessoas fisicamente distantes ou que constituem um comuns no levantamento de dados, visando grupo numeroso de pessoas a serem inquiridas. a resolução dos problemas organizacionais. Para facilitar a sua elaboração deve-se, inicialmente, elaborar Consiste em um diálogo planejado com o um esquema que possa congregar títulos de assunto de mesma fim de obter informações de quem executa natureza. as atividades, por meio de uma Ex.: área de Suprimentos comunicação verbal e direta, com o Política de compras objetivo de coletar subsídios para uma Remanejamento de material posterior análise. Seleção de fornecedores Critérios de pagamento Técnicas de Levantamento Técnicas de Levantamento Entrevista Entrevista Fases da Entrevista: Fases da Entrevista: Planejamento Entrevista propriamente dita a) Preparar-se com respeito ao assunto, para que a) Após cumprimentar o entrevistado, dar uma idéia geral sobre o assunto a ser abordado e esclarecer sobre o tipo de informação desejada; se possa dialogar e entender a terminologia e as b) Deixar o entrevistado à vontade dentro de um clima de cordialidade e explicações técnicas dos usuários; confiança; b) Selecionar as pessoas que serão entrevistadas, c) Utilizar um vocabulário simples e de fácil compreensão para o ou seja aquelas que efetivamente tenham entrevistado, evitando o uso de termos técnicos e sofisticados; condições de dar as informações desejadas; d) Deve-se ser observado que no momento da entrevista não é ocasião c) marcar hora e local e preferencialmente no oportuna para criticar e muito menos para corrigir suas falhas, mas sim de colher informações consistentes para uma posterior análise; “habitat” natural do entrevistado, para que ele se e) Concluída a entrevista, deve-se solicitar ao entrevistado que faça alguns sinta mais à vontade. comentários sobre o assunto em questão, tipo: críticas, elogios e, principalmente sugestões. 34
  35. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Conceito / Objetivos Exemplo O FAP é uma ferramenta gráfica que demonstra a seqüência operacio- nal do desenvolvimento de um processo, o qual caracteriza: o trabalho que está sendo realizado, o tempo necessário para a sua realização, a distância percorrida pelos documentos, quem está realizando o trabalho e como ele flui entre os participantes deste processo. Objetivos: No levantamento de dados – fluxogramação dos processos, quando da entrevista junto aos usuários; Na análise de dados – proporciona condições técnicas, para racionalizar e simplificar procedimentos administrativos e operacionais; Na apresentação de projetos – possibilita demonstrar de forma global os novos procedimentos propostos e a sua eficácia; Na implantação – utilizado para facilitar o treinamento dos usuários. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Simbologia Usual Simbologia Complementar TÍTULO SÍMBOLO REPRESENTA TÍTULO SÍMBOLO REPRESENTA Terminal Ponto de início e término do fluxo Fluxo do processo E indica o fluxo de informações e de Processamento Operações manuais operações Documento Relatórios, formulários, documentos, fichas, etc Conector de fluxo Conexão do fluxo na mesma página Emissão Doc. Doc. emitidos p/ computador ou manualmente Conector de página Conexão de fluxo de uma pág. para outra pág. Decisão Possibilidade de alternativas (sim/não, +/-, etc) Pr. Predefinido Ponto limítrofe e de interseção entre processos Conector de X Conexão de fluxos para páginas diferentes y página/fluxo Microcomput. Entrada/saída de dados de mini/microcomputadores Teleprocessamento Comunicação, via teleprocessamento Arq. definitivo Arquivo permanente de materiais ou documentos Arq. provisório Arquivo temporário de materiais ou documentos Atenção Falhas e possibilidades de racionalização 35
  36. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Simbologia Eventual Regras Básicas TÍTULO SÍMBOLO REPRESENTA 1. Entrada/Saída: todos os símbolos devem possuir entrada(s) e saída(s), exceto os de término de fluxo (item 2), que possuem somente entradas, os conectores – fluxo e página – possuem entrada e saída conforme o caso, e os de Volumes em geral Materiais, peças, e outros tipos de volumes informações adicionais que possuem somente saídas. que fazem parte de um processo Fita magnética Arquivo magnético em fita (Digital Áudio Tape, Digital Linear Tape, etc) Disco Arquivo em disco (óptico, CD-ROM, DVD, 2. Término de fluxo (opções possíveis): etc) Destruição de Informações Observações, explicações ou algo inserido no documento FIM adicionais processo FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Regras Básicas Elaboração 3. Conjunto de Documentos: (A) deverão ser representados pela sobreposição da 1. Setores Envolvidos: criar uma coluna para cada setor envolvido no simbologia de documento, ou (B) no caso de representar um grupo de processo. documentos em que não há a necessidade de identificá-los. 2. Definir quais processos serão fluxogramados (atendimento ao cliente, serviço de cadastro, admissão de pessoal, programação de vendas, etc). 3. Identificar as unidades envolvidas (internas/externas): departamentos, (A) (B) divisões, seções, fornecedores, clientes, etc. 4. Iniciar o levantamento propriamente dito, posicionando-o com a 4. Nome do documento / número de vias: escrever o nome do documento na dinâmica do fluxo (utilizando a simbologia do FAP) e identificando os primeira vez que o documento aparecer no processo, e depois basta documentos envolvidos (recibos, formulários, relatórios, listagens, etc). simplesmente colocar a sua sigla. Durante o levantamento, deve-se anotar tudo o que julgar relevante para o seu desenvolvimento, como: falhas, incoerências, idéias de melhoria, ou seja, os pontos positivos e principalmente os negativos Solicitação de Contratação de Pessoal (SCP) SCP 5. Após o levantamento passar o FAP a “limpo” e em seguida conferir os dados fluxogramados com os usuários e as respectivas. 36
  37. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Exemplo Análise dos Dados (preceitos de Descartes) É o momento em que mais efetivamente coloca-se em prática os preceitos de Descartes, por serem seus postulados direcionados para um raciocínio lógico e ordenado, na busca da verdade, da análise e da racionalização dos processos. Princípio da Evidência: não aceitar nada como verdadeiro, enquanto não for convencido como tal, de modo a procurar evitar a precipitação e a prevenção contra determinados fatos. Princípio da Análise: fracionar as dificuldades em tantas partes quantas forem necessárias, de modo a facilitar a sua compreensão e seu entendimento. Princípio da Síntese: pensar ordenadamente, a partir dos fatos ou objetos mais simples até chegar aos mais complexos, admitindo existir entre eles uma certa ordem de execução. Princípio da Enumeração: fazer enumerações tão completas e revisões tão detalhadas, de modo a certificar-se de que nada foi omitido e esquecido. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Análise (Perguntas Básicas) Análise (Perguntas Básicas) O quê? (O que se faz e qual o seu objetivo) Quem? (Questiona-se a extensão e a exatidão do grau de Quais são as etapas deste processo? delegação de autoridade e responsabilidade das pessoas as O que se faz em cada etapa? envolvidas no processo) Estas etapas estão completas em uma ordem lógica e seqüencial? Quem faz esta etapa? Por quê? ou Para quê? (Questiona-se a validade de cada etapa Quem está executando é a pessoa mais indicada para tal? do processo) Existe alguém mais capacitado para realizá-la? É indispensável esta etapa? É mais conveniente que outro execute esta etapa? Irá, realmente, influenciar no resultado final do processo? Quem poderá executá-la melhor? Constitui uma necessidade absoluta? Onde? (Verifica-se o local de execução de cada etapa) Em que local deve ser realizado esta etapa? Seria mais facilmente executada em outro local? 37
  38. FAP - Fluxo de Análise de Processos FAP - Fluxo de Análise de Processos Análise (Perguntas Básicas) Análise (Exemplo) Em uma breve análise pode-se Quando? (Questiona-se a seqüência do processo) questionar: Quando se deve ser realizar esta etapa? # - (1) Realmente são necessárias 4 As etapas estão sendo desenvolvidas no momento adequado? vias da RM? Seria conveniente alterar a seqüência de desenvolvimento? # - (2) Há providências com relação à reposição de estoques? Como? (Verifica-se a metodologia utilizada no desenvolvimento # (3) Arquiva-se as 4 vias, com que do processo) objetivo? # (4) O material recebido confere Como executar cada etapa? com o solicitado? Pode esta etapa ser dividida em outras? # (5) Foi dado “baixa” nos itens de Há possibilidade de agrupamento de diversas etapas? estoque que saíram do almoxarifado? Existem outras maneiras de executá-la? # (6) A 3 vias são arquivadas com que objetivo? FAP - Fluxo de Análise de Processos Manuais / Normas Gerais Análise (Exemplo) Normalização Após uma rápida análise, possibilitou condições de melhorar o controle de Conceito: (ABNT)“Normalização é a atividade que estabelece, em relação a itens de estoque e de eliminar pelo menos duas vias da RM. problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado momento”. Objetivos: Economia: proporcionar a redução da crescente variedade de produtos e procedimentos; Segurança: proteger a vida humana e a prevenção da saúde; Comunicação: proporcionar meios mais eficientes na troca de informações entre o fabricante e o cliente; Proteção ao consumidor: prover a sociedade de meios eficazes para aferir a qualidade dos produtos; e Eliminação de barreiras técnicas e comerciais: evitar a existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países, facilitando, assim, o intercâmbio comercial. 38
  39. Normalização Normas Gerais Benefícios Órgão Normalizador Qualitativamente, a normalização permite: melhorar a A International Organization for Standardization – qualidade dos produtos e serviços; utilizar adequadamente ISO, é, na realidade, uma federação internacional de os recursos humanos, materiais, financeiros e organismos nacionais de normalização, cujos tecnológicos; padronizar a produção; uniformizar a membros vêm de órgãos normalizadores de mais de 130 países, inclusive do Brasil (ABNT – Associação prestação de serviços; facilitar o desenvolvimento de Brasileira de Normas Técnicas). pessoal; registrar o conhecimento tecnológico; O objetivo básico da ISO é o de promover a racionalizar e otimizar os processos. Facilitar a normalização internacional, de tal forma a facilitar o contratação e venda de tecnologia; evitar acidentes, etc. intercâmbio, a transferência de tecnologia e a Quantitativamente, a normalização facilita: reduzir os padronização das unidades métricas para o comércio desperdícios; padronizar componentes; diminuir o globalizado, mediante o estabelecimento de um consumo de materiais; padronizar os equipamentos; conjunto único de medidas para a garantia da aumentar a produtividade; controlar os processos; cumprir qualidade, as quais possibilitam às pessoas em todo o os objetivos e as metas, entre outras. mundo reconhecerem estes padrões e principalmente os respeitarem. Normas Gerais ISO 9000 ISO 9000 Cuidados A certificação é o resultado da implantação de uma das normas Cuidados que se deve ter para obter a Certificação: da série ISO 9000 , o qual é formalizado através de um A norma deve ser a mais simples possível e, por isso, dispensa soluções documento comprobatório de que a empresa possui sistemas de complicadas; qualidade que atendem a rígidos padrões internacionais. As descrições escritas dos procedimentos devem ser objetivas, a fim de que os funcionários as entendam com clareza; Objetivos da certificação: É fundamental o envolvimento dos colaboradores, independente do seu Melhorar a gestão empresarial; nível hierárquico; Fomentar as vendas; Cada funcionário precisa conhecer profundamente sua função Controlar a qualidade dos produtos e serviços; O auditor do órgão emissor do certificado deve ser sempre acompanhado Melhorar a imagem institucional; por alguém da empresa que conheça os diversos procedimentos interno e Satisfazer os desejos dos clientes; também o processo de auditoria. Garantir a sua sobrevivência. 39
  40. ISO 9000 ISO 14000 Caminhos para Certificação “Selo Verde” A ISO “verde” é um conjunto de normas técnicas direcionadas para a gestão ambiental. Esta série possui como objetivo básico certificar as empresas e/ou produtos que estejam de acordo com a legislação ambiental e que não degradem o meio ambiente. De forma simplificada a ISO 14000 pode ser classificada em seis áreas: sistemas de gestão ambiental; auditorias ambientais; rotulagem ambiental “selo verde”; avaliação do desempenho ambiental; análise do ciclo de vida do produto e padronização do vocabulário da gestão ambiental. NORMAS Responsabilidade Social Corporativa Responsabilidade Social Corporativa Situação brasileira Conceitos como responsabilidade social, empresa cidadã, balanço Em nosso país, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade social, entre outros, têm incomodado empresas que desejam continuar Social foi fundado em 1998 com o objetivo de “ajudar as empresas a sobrevivendo no mercado mundial. compreender e incorporar o conceito de responsabilidade social no Social Accountability - SA 8000 cotidiano de sua gestão”, sendo hoje centro nacional de referência no âmbito da gestão social. É uma norma internacional extremamente moderna, que tem como objetivos básicos aprimorar o bem-estar e as “condições globais de trabalho” (tratamen- Em junho de 2000 o Instituto apresentou alguns indicadores divididos to leal, ambiente adequado, remuneração justa, etc), no ambiente corporativo, em sete grandes temas: Valores e Transferência, Público interno, Meio e avaliar a cadeia produtiva sob a ótica da responsabilidade social. Ambiente, Fornecedores, Consumidores, Comunidade, Governo e Sociedade. Accountability 1000 – AA 1000 As empresas interessadas em avaliar seu grau de responsabilidade É uma norma voltada para implantação, aperfeiçoamento da gestão ético- social podem associar-se ao Instituto, que possui um questionário com profissional e da distinção do balanço social. Possui como objetivo básico os indicadores (acima mencionados). Utilizando este instrumento a assegurar a qualidade da responsabilidade social, cidadania, relato e auditoria, que contemplam a avaliação do desempenho ético e social das empresas. empresa pode avançar pelos caminhos da responsabilidade social. 40
  41. Sistemas de Gestão de Segurança OHSAS 18.001 e Saúde Ocupacional Objetivos Básicos A saúde e segurança dos colaboradores vêm preocupando Minimizar e controlar os riscos ocupacionais. empresas em todo o mundo, pois os consumidores têm Implementar, manter e melhorar continuamente o pressionado por atividades mais humanitárias e que levem em sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho – SST. consideração as necessidades profissionais do ser humano. Estabelecer um sistema de gestão da SST, para Occupational Health and Safety Assessment Series – OHSAS eliminar ou minimizar riscos aos trabalhadores. 18.001 – surgiu com o aperfeiçoamento da BS 8800 (oriunda do Assegurar conformidade com a política de SST. órgão normalizador britânico British Standards Institution). A Demonstrar tal conformidade aos clientes e ao OHSAS 18.001é uma norma que estabelece as especifica-ções público, em geral. para certificação de Sistemas de Gestão de Segurança e Higiene Buscar a certificação. no Trabalho. Realizar auto-avaliação e emitir autodeclaração de conformidade. OHSAS 18.001 OHSAS 18.001 Diretrizes para implantação Vantagens Recentemente surgiu a OHSAS 18.002, cujo objetivo é apresentar as Internamente: redução dos custos relacionados diretrizes para implantar a OHSAS nas organizações, seguindo os seguintes com os acidentes de trabalho através da passos: prevenção, lealdade dos colaboradores, 1. Definir a política de higiene e segurança; diminuição da taxa de absenteísmo, diminuição 2. Planejar a identificação, avaliação e controle dos riscos de acidente do do número e gravidade dos acidentes, melhoria e trabalho; eficácia dos processos de produção e controle 3. Caracterizar a natureza e os riscos da empresa; dos perigos e riscos, menor turnover, etc. 4. Cumprir a legislação vigente no país; Externamente: melhoria da imagem da empresa 5. Documentar, implantar e manter o sistema; junto à sociedade, maior facilidade de 6. Verificar e implementar as ações corretivas necessárias; negociação com as entidades representativas dos 7. Divulgar a política a todos os colaboradores e parceiros da organização; trabalhadores, maior e melhor aceitação no 8. Revisar permanentemente os procedimentos, buscando a melhoria contínua, mercado da exportação, grupo maior e fiel de com o comprometimento da alta administração. clientes, abertura a novos e mais exigentes mercados, etc. 41
  42. MANUAIS Manual de Política da Manual de Gestão da Qualidade Qualidade Usamos o vocábulo Manual de Gestão da Qualidade num sentido genérico Este manual tem por objetivo fundamental firmar os para designar a coletânea de todos os documentos e atividades relativas ao compromissos da empresa com a garantia da qualidade gerenciamento da qualidade de uma organização. perante seus clientes, ou seja, demonstrar suas Macroestrutura do Sistema de Gerenciamento da Qualidade verdadeiras intenções e as diretrizes globais da empresa, ⇨ Nível 1 – Estratégico – deve evidenciar “o que” a empresa faz, caracteri- zando o planejamento global, os sistemas da qualidade e as políticas estraté- relativas à qualidade. gicas. Estes elementos deverão ser consolidados no Manual da Política da Estrutura básica de um Manual da Política da Qualidade. Qualidade ⇨ Nível 2 – Tático – descreve “como” as ações serão desenvolvidas, estabe- Apresentação: pequeno histórico da criação da empresa, lece os procedimentos, detalhando quem faz o que nas atividades das unidades data de criação e registros legais. organizacionais e nos processos operacionais. Estas ações deverão ser apre- sentadas através do Manual de Procedimentos da Qualidade. Política da Qualidade: registrar os compromissos da ⇨ Nível 3- Operacional – demonstra detalhadamente “como” fazer cada tare- organização com seus clientes, sua missão, o seu fa. Tais orientações deverão ser disponibilizadas através das Instruções de negócio, seus objetivos e suas ações em benefício da Trabalho (POP – Procedimento Operacional Padrão). coletividade. Manual de Política da Manual de Procedimentos e Qualidade da Qualidade - MPQ Objetivo: define os objetivos do manual. O MPQ é um instrumento que estabelece as regras orientadoras e Definições: explica os termos utilizados no manual. disciplinadoras em nível operacional; uniformiza os procedimentos Estrutura Organizacional: apresenta o organograma e as orientando para que as operações sejam executadas de forma atribuições de cada unidade organizacional. padronizada. Matriz de Responsabilidade: estabelece a responsabilidade de O MPQ é composto basicamente por Instruções Normativas – IN. cada cargo existente na empresa. Estrutura básica: Diretrizes do sistema da Qualidade: Controle e registro da Cabeçalho – informações que identifiquem o processo e permitam documentação, inspeções e ensaios, ações corretivas e preventivas, o controle da IN. auditorias internas da qualidade, etc) Declaração de Conformidade: atendimento aos requisitos da ISO 9000. 42
  43. Manual de Procedimentos e Manual de Procedimentos e da Qualidade - MPQ da Qualidade - MPQ Conteúdo Básico do MPQ: Exemplo: Finalidade – deve informar de maneira clara os objetivos da Norma Procedimental – NP. Âmbito de Aplicação – designar de maneira precisa os setores envolvidos pela NP. Fundamentação Legal – citar as Leis, Resoluções, Atos do presiden-te, entre outros, que digam respeito ao assunto da NP. Conceitos Básicos – definir os termos específicos empregados na NP. Normas – estabelecer as regras orientadoras e disciplinadoras da NP. Procedimentos Gerais – estabelecer os procedimentos, passo a passo, das unidades e/ou pessoas que executam o processo (é a descrição escrita do fluxograma). Considerações – registrar os fatos não aplicáveis nos itens anteriores. Instruções de Trabalho – IT Instruções de Trabalho – IT (POP – Procedimento Operacional Padrão) (POP – Procedimento Operacional Padrão) Considerada como o instrumento Estrutura Básica de uma Instrução de Trabalho: mais simples do rol das Tarefa – nome da tarefa pertinente à Instrução. informações técnicas e gerenciais Responsável – título do cargo executante da tarefa. da área da qualidade, as Instruções Recursos necessários – elenco de peças, materiais, etc. de Trabalho têm uma importância Atividades críticas – que requerem atenção especial. capital, dentro de qualquer processo Cuidados especiais – como o próprio nome diz. funcional, cujo objetivo básico é o Procedimentos básicos – roteiro e procedimentos para a execução das de garantir, mediante uma tarefas. padronização, os resultados Resultados esperados – quantidade / qualidade, prazos, etc. esperado por cada tarefa executada. Ações corretivas – em caso de anomalia e não-conformidades, que procedimentos devem ser seguidos. Aprovação – assinatura dos colaboradores que elaboraram a IT e do responsável pela aprovação. 43
  44. Manual de Formulários Manual de Formulários Instrução de Preenchimento É a coletânea dos formulários utilizados O ideal é que o formulário seja auto-explicativos. Não sendo pela empresa, regulamentando-os mediante possível esta opção, elaborar uma instrução com os seguintes a apresentação das características físicas, a tópicos: instrução de preenchimento, o órgão Finalidade – informar os objetivos do formulário. responsável pelo seu controle e a Emitente – relacionar qual(is) unidade(s) emite(m) o formulário. quantidade/periodicidade para sua reprodução. Prazo de emissão – estabelecer a periodicidade (semanal, diário). Processo de emissão – manuscrito, datilográfico, eletrônico. Características físicas Todos os formulários contidos no manual devem Número de vias/destino – indicar o nº de vias e a quem elas se destinam. possuir especificações próprias, pois quando Modo de preenchimento – relacionar todos os campos do formulário e na necessitar confeccionar um formulário, teremos frente de cada um explicar como ele deverá ser preenchido. em um só local todas informações a respeito dele. Conteúdo do Capítulo 5 Ferramentas da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT – Método para Priorização de Problemas Capítulo 5 Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de Controle Ciclo PDCA de Controle de Processos PERT / CPM (Tempo) Planejamento Estratégico 44
  45. Ferramentas da Qualidade Brainstorming Brainstorming Fases para condução de uma sessão 1º Escolha do Coordenador Poderá ser uma pessoa (interna ou externa) indicada pela direção da empresa ou escolhido pelos membros do grupo entre seus próprios componentes. Brainstorming – é um termo de origem britânica Funções do Coordenador: que pode ser traduzido como tempestade de Esclarecer sobre o tema e os objetivos da sessão; idéias, no qual consiste em reunir um grupo de Conduzir as atividades, fazendo que o grupo se sinta à vontade; funcionários com o propósito de “gerar” idéias e Estimular a imaginação e a criatividade dos participantes a exporem os emitir opiniões acerca dos diversos assuntos problemas vivenciados na empresa e as possíveis soluções; vivenciados na empresa. Orienta os participantes no sentido de que não poderá haver críticas das idéias apresentadas durante a sessão; Ser o moderador e controlar o tempo de exposição de cada indivíduo. Brainstorming Ferramentas da Qualidade Fases para condução de uma sessão Brainswriting 2º Anotar as idéias apresentadas Escrever todos os problemas de acordo com o ponto de vista de cada partici- pante, colocar as idéias em um local visível para todos, de forma que na segunda etapa eles possam selecioná-las e priorizá-las. 3º Priorização dos Problemas O Brainswriting é um modelo Aplicar o GUT (técnica que apresentaremos a seguir). semelhante ao Brainstorming, cujas 4º Sessão de Sugestões diferenças essenciais são: as idéias Deverá ser promovido uma nova sessão, com o objetivo de oferecer sugestões são apresentadas por escrito e as para os problemas priorizados. contribuições são mais bem 5º Relatório de Resultados elaboradas, porque existe mais Emitir relatório descrevendo os problemas identificados e a proposta de tempo para refletir sobre elas. solução para cada um deles à direção da empresa. 45
  46. Brainswriting Brainswriting Fases para condução de uma sessão Fases para condução de uma sessão Após todos anotarem suas opiniões, solicita-se aos presentes que Basicamente as mesmas fases do brainstorming, acrescentando: passem suas folhas para o colega ao lado, orientando para que a Esclarecimentos iniciais, distribuição do material (lápis, folha de folha recebida seja analisada, podendo ser ampliada e papel, etc). Solicitar a todos que escrevam de forma legível, façam enriquecida, sem, contudo, ser criticada. Processem rodadas até silêncio e escrevam os problemas e/ou solução conforme o caso. que a folha retorne a origem. Ao receber, a “origem” analisa as opiniões emitidas em relação às suas idéias, consolida-as e entrega-as ao Coordenador, que deverá elaborar um relatório a ser encaminhado à direção da empresa. Ferramentas da Qualidade GUT – Método para Priorização de Problemas GUT – Método para Priorização de Problemas Quadro de Prioridades É uma ferramenta que consiste, basicamente, em separar e priorizar os Para facilitar os cálculos e definir as prioridades, deve-se utilizar o problemas para fins de análise e posterior resolução. Sua base é fundamentada Quadro de Prioridades - QP, onde cada participante analisa e avalia no tripé: cada fator, atribuindo-lhes notas 1, 3 ou 5, relacionadas ao problema “G” – Gravidade – avaliar as conseqüências negativas que podem trazer para os clientes; levantado. “U” – Urgência – avaliar o tempo necessário ou disponível para corrigir os problemas levantados; “T” – Tendência – avaliar o comportamento evolutivo (irá melhorar ou piorar) da situação. Para cada um dos fatores acima deve ser atribuída uma nota de acordo com a relevância de cada problema levantado. (1 = baixo; 3 = médio e 5 = alto). Em seguida multiplicam-se os três fatores por eles próprios (G X U X T = OP), onde o OP é o resultado que estabelece a Ordem de Prioridade para O QP acima demonstra que os problemas deverão ser resolvidos na resolução dos problemas apresentados. seguinte ordem: 2, 1, 4, 3 e finalmente o problema 5. 46
  47. Ferramentas da Qualidade Diagrama de Causa e Efeito – DCE Diagrama de Causa e Efeito - DCE Roteiro para Elaboração O DCE também conhecido como “Espinha de Peixe” é uma técnica japonesa Defina o problema (anomalia ou efeito) a ser analisado. que possui múltiplas funções, sendo utilizada para levantar e identificar as Levante as causas prováveis que possam estar contribuindo para gerar o causas dos diversos problemas existentes nos processos, além de fornecer problema. subsídios para analisá-los. Para tanto é necessário aplicar, em conjunto o Elabore o diagrama (Ex. processo ensino-aprendizagem). “método dos porquês”. Normalmente os elementos mais utilizados como causas podem ser visualizados abaixo: Diagrama de Causa e Efeito – DCE Diagrama de Causa e Efeito – DCE Método dos Porquês Método dos Porquês Com o objetivo de analisar o processo, aplica-se a técnica dos SOLUÇÃO: porquês, que deve se utilizada uma, duas ou quantas vezes forem Mostrar à direção da escola o necessárias até chegar à causa fundamental do problema. quanto poderão ser úteis os Ex. com base no diagrama anterior (Recursos audiovisuais recursos audiovisuais no inexistentes) processo ensino- ⇨ Por que não existem recurso audiovisuais na escola? aprendizagem. Resposta: porque nunca foram solicitados. Formalizar o pedido com a ⇨ Por que nunca foram solicitados? participação de todos os Resposta: porque os alunos e professores julgam que a direção não irá interessados (abaixo- adquiri-los. assinado). ⇨ Por que fazem este julgamento? Resposta: porque tudo que é solicitado recebe um não como resposta. 47
  48. Ferramentas da Qualidade Gráfico de Pareto Gráfico de Pareto Análise É um método que parte da premissa de que existe um nº reduzido de causas, Monte o Gráfico de Pareto a partir do Mapa de Ocorrências. da ordem de 20%, que provoca 80% dos problemas que afetam os processos; se corrigidos a tempo, praticamente eliminam-se os problemas existentes. Roteiro para Aplicação Defina o processo a ser analisado (ex. entrega de mercadorias) e inicie o levantamento dos problemas que o afetam. Prepare o Mapa de Ocorrências, colocando os problemas em ordem decrescente de acordo com o número de ocorrências. Analise cada problema, iniciando-se pelo “A”, “B”, nesta seqüência até “outros”, perguntando: o que?, onde?, quando?, quem?, como? E por que? Observa-se que resolvidos os problemas “A” e “B”, praticamente resolve-se o problema maior – Entrega de Mercadorias. Ferramentas da Qualidade Histograma Histograma Roteiro para elaboração O Histograma é um gráfico composto por abscissas (eixo x) e Elaborar a tabela dos dados levantados (percentual em relação ao ordenadas (eixo y), onde são colocadas barras ou retângulos contíguos número de clientes de cada filial). que representam a distribuição da variação dos dados que ocorrem dentro de um processo, cujo objetivo é apresentar uma situação para fins de análise e posterior solução. Roteiro para elaboração Definir o processo a ser analisado (levantar os dados) Ex. reclamação de clientes per capita por localidade: São Paulo (38), Campinas (68), Santos (18), Uberaba (22), Uberlândia (68) e Goiânia (70). 48
  49. Histograma Histograma Roteiro para elaboração Roteiro para elaboração Montar o histograma, onde as escalas devem crescer da esquerda para direita Tomar as medidas preventivas cabíveis e elaborar novo levantamento (adotar (eixo “x”) e de baixo para cima (eixo “y”). os mesmos procedimentos descritos anteriormente) e verificar os novos resultados. São Paulo (8), Campinas (4), Santos (2), Uberaba (6), Uberlândia (11,2) e Goiânia (14). Analisar o histograma, onde pode-se verificar que o número de reclamações está mais acentuado, nas filiais de Uberlândia e Goiânia. Providências devem ser tomadas para eliminar o grau de reclamações, especialmente, nestas duas Observa-se que os resultados foram positivos, porém podem e devem filiais. melhorar ainda mais. Ferramentas da Qualidade Gráfico de Controle Gráfico de Controle Roteiro para elaboração O Gráfico de Controle é uma ferramenta utilizada para verificar Montar o gráfico. Ele permitirá visualizr o percentual de refugo de se um processo está dentro dos limites estatísticos de controle peças e observar o que está estável e sob controle. estabelecidos para ele, permitindo, assim, fazer os ajustes No exemplo abaixo pode-se observar que na quinta semana (ponto necessários. “E”) alguma “coisa” saiu errada, as quais deverão ser verificadas e corrigidas. Roteiro para elaboração Definir o processo a ser controlado (ex. controle semanal de peças refugadas) Estabelecer (por meio de cálculos estatísticos) o Limite Superior de Controle (LSC), o Limite Inferior de Controle (LIC) e o o Ponto Intermediário Médio (PIM). 49
  50. Ferramentas da Qualidade Ferramentas da Qualidade Ciclo PDCA de Controle de Processos Ciclo PDCA de Controle de Processos O Ciclo PDCA (QC Story ou Método de Resumo para Solução de Problemas) é um método gerencial utilização do utilizado tanto na manutenção dos padrões PDCA como na melhoria dos padrões. O método apresenta duas grandes vantagens: possibilita a solução de problemas de maneira A P científica / efetiva e permite que cada pessoa da organização se capacite para resolver os problemas específicos de sua responsabilidade. C D O PDCA constitui-se em uma peça fundamental para o controle da qualidade e deve ser dominado por todas as pessoas da empresa. PERT / CPM Ferramentas da Qualidade (Tempo) Ciclo PDCA de Controle de Processos Metodologia para O PERT / CPM é uma ferramenta de valiosa colaboração quando da aplicação do elaboração de um planejamento e de seu respectivo controle, PDCA objetivando atingir uma determinada meta. 50
  51. PERT / CPM PERT / CPM Origem Campo de Aplicação O CPM – Critical Path Method, foi elaborado entre 1956 e 1958 pela O PERT / CPM, pode ser aplicado em tudo que se possa imaginar que tenha Dupont Company, que desenvolvia projetos de produtos químicos. Para uma origem e um término previamente fixado. Desde a fabricação de um cumprirem os seus objetivos deveriam executar os projetos com o máximo de alfinete até a elaboração de um projeto para colocar um satélite em órbita. precisão em relação ao fator tempo. O PERT – Program (Project) Evaluation and Review Technique, foi elaborado por volta de 1957 por uma equipe de Projetos Especiais da Marinha dos EUA quando necessitava desenvolver um projeto muito complexo, construir um foguete, o qual requeria um sólido planejamento e um rígido controle, considerando a grandeza dos projeto. O projeto contava com 200 empreiteiras, 9000 subempreiteiras e deveriam ser construídas em torno de 70.000 peças. Com a aplicação da técnica, foi possível reduzir de 5 para apenas 3 anos o tempo para execução do projeto do submarino atômico que conduziria o míssil “Polaris”. PERT / CPM PERT / CPM Diferenças Básicas Conceitos Básicos O PERT trabalha com três estimativas de tempo: Atividade: representa uma parcela do trabalho total Tempo otimista – condições favoráveis. necessário para a execução de um projeto. Consome tempo Tempo mais provável – tempo mais próximo da realidade. e recursos (humanos, financeiros, tecnológicos e materiais). Tempo pessimista – condições desfavoráveis. Por este motivo o PERT possui características probabilísticas e variáveis aleatórias. Portanto para calcular o tempo de cada atividade é necessário usar a formula abaixo. Evento: é a caracterização no tempo da origem ou do término de uma atividade, não consome tempo e nem recursos. O CPM possui características determinísticas e variáveis reais. 51
  52. Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Informações Preliminares O Planejamento Estratégico consiste num esforço concentrado de Competência para elaboração – corpo diretivo da empresa (de todos todo o corpo diretivo da empresa, com base na missão e no negócio os níveis hierárquicos), que conhecem melhor do que ninguém a sua da empresa, por ele próprio definido, em levantar, analisar e propor realidade e os problemas do dia-a-dia. soluções, mediante a elaboração de um Plano de Ação, objetivando Coordenação – uma pessoa de fora da empresa (imparcialidade), com garantir a qualidade desejada por seus clientes. grande experiência neste tipo de trabalho. Local / tempo – se possível escolher um local fora da empresa (evitar interrupções e possibilitar maior concentração no desenvolvimento do trabalho). O tempo deve ser, pelo ao menos durante 3 dias (de acordo com o grau de complexidade da empresa). Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Etapas para elaborar o Planejamento Etapas para elaborar o Planejamento 1º Definir e aprovar o Negócio 2º Analisar o Ambiente Interno e Ambiente Interno – é o momento de diagnosticar a saúde da empresa, e a Missão da empresa o Ambiente Externo de identificar as forças restritivas e impulsoras internas, ou seja, aquelas que estão dificultando e/ou auxiliando o desenvolvimento dos Etapa (inicial) fundamental processos na busca dos objetivos estabelecidos. para elaboração do planejamento Fraquezas – consiste em analisar os fatores que estão afetando o estratégico, onde todo o trabalho desempenho da empresa. Nesta fase devem ser verificados: os deverá ser desenvolvido com sistemas de informação, os recursos humanos, materiais, base na missão e no negócio da financeiros e tecnológicos, os controles internos, a filosofia e a empresa. cultura, a estrutura organizacional e a física, o estilo gerencial, a qualidade dos produtos e serviços, etc. Forças – consiste em verificar o que a empresa possui de “bom”, quais são os seus pontos fortes e que se destacam no mercado e, dentro dos itens relacionados acima como fraquezas, e buscar todos os fatores positivos relacionados. 52
  53. Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Etapas para elaborar o Planejamento Etapas para elaborar o Planejamento Ambiente Externo – é o momento dos componentes do grupo 3º Elaborar o Plano de Ação exercitarem o seu raciocínio, identificando e examinando as forças restritivas e impulsoras existentes no ambiente, que podem prejudicar Instrumento que irá permitir estabelecer as ações preventivas e e/ou auxiliar a empresas no sentido de atingir os seus objetivos. corretivas como objetivo de “combater” as forças identificadas na Ameaças – consiste em identificar os fatores ambientais que etapa anterior, além de outras ações que possam inovar os podem influencias negativamente no desenvolvimento da processos atuais e futuros. empresa, entre eles destacam-se: os concorrentes, as políticas governamentais, a localização geográfica, a demografia, os avanços tecnológicos, os fatores empresariais, as mudanças econômicas e sócio-culturais. Oportunidades – consiste em perceber e registrar quais fatores poderiam favorecer o desenvolvimento da organização, podendo ser buscados/pesquisados no potencial de mercado da empresa e em todos os fatores citados acima, como ameaças. Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Etapas para elaborar o Planejamento Etapas para elaborar o Planejamento Estrutura básica do plano de ação 4º Implantação Programas, subdivididos em projetos, os quais deverão conter: os Antes da implantação deve ser desenvolvido um trabalho de objetivos gerais e específicos, as atividades ou ações, as metas a serem atingidas, os recursos necessários, os resultados esperados e a equipe sensibilização, que consiste na preparação e conscientização dos responsável pelo seu desenvolvimento. recursos humanos sobre a importância do Plano de Ação. Em Objetivo do plano de ação seguida parte para a implantação propriamente dita, onde todo o potencial criativo da equipe sai do papel e passa para a ação prática Identificar e priorizar as ações que serão empregadas para eliminar os pontos fracos e fortalecer os pontos fortes da empresa, constituindo as e concreta. diretrizes do processo de mudança. Estratégias Elementos que irão definir como cada unidade, dentro de sua área de competência deverá participar do esforço coletivo da organização para atingir os objetivos delineados no no Plano de Ação. 53
  54. Planejamento Estratégico Bibliografia: Etapas para elaborar o Planejamento 5º Acompanhamento e Avaliação O plano não deve ter fim, deve ser constantemente revisado e permanentemente acompanhado. No caso de desvios e necessidades de ajustes em virtude de oscilações do meio ambiente, as estratégias deverão ser corrigidas o mais brevemente possível. Outro providência importante é o de seguir o cronograma, de modo que os os objetivos e as metas sejam atingidas de acordo com o preconizado no Plano de Ação. 54

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