Palestra Sobre O Amor

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    Palestra Sobre O Amor - Presentation Transcript

      • Amar a Deus
      • acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo.
    1. Defini çã o de Amor segundo o dicionário Novo Aurélio
      • Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa.
    2. Definicao de Amor segundo o Livro O Problema do Ser, do Destino e da Dor pelo espirito Leon Denis
      • O amor, como comumente se entende na Terra, é um sentimento, um impulso do ser, que o leva para outro ser com o desejo de unir-se a ele. Mas, na realidade, o amor reveste formas infinitas, desde as mais vulgares até as mais sublimes.
    3. Continuacao…
      • Princípio da vida universal, proporciona à alma, em suas manifestações mais elevadas e puras, a intensidade de radiação que aquece e vivifica tudo em roda de si; é por ele que ela se sente estreitamente ligada ao Poder Divino, foco ardente de toda a vida, de todo o amor. Acima de tudo, Deus é amor.
      • Cap. XXV, p. 363
    4. Definicao de Amor segundo o Evangelho Segundo o Espiritismo
      • O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito.
      • Amar a Deus
      • acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo.
    5. Amor a si mesmo
      • O amor que se deve oferecer ao próximo é consequência natural do amor que se reserva a si mesmo, sem cuja presença muito difícil será a realização plena do objetivo da afetividade.
    6. Amor a si mesmo
      • Somente quando a pessoa se ama, é que pode ampliar o sentimento nobre, distribuindo-o com aquelas que a cercam, bem como estendendo-o aos demais seres vivos e à mãe Natureza.
    7. Amor a si mesmo
      • O amor a si mesmo deve ser desenvolvido através da meditação e da auto-análise, porque, ínsito no ser, necessita de estímulos para desdobrar-se, enriquecendo a vida.
    8. Amor a si mesmo
      • Esse auto-amor é constituido pelo respeito que cada qual se deve ofertar, trabalhando em favor dos valores éticos que lhe jazem latentes e merecem ser ampliados, de forma que se transformem em luzes libertadoras da ignorância e em paz de espírito que impregne as outras vidas.
    9. Amor a si mesmo
      • Sem esse amor a si mesmo, a pessoa não dispõe de recursos para encorajar o seu próximo no empreendimento da autovalorização e do autocrescimento, detendo-se nas sensações mais grosseiras do imediatismo, longe dos estímulos dignificantes e libertadores.
    10. Amor a si mesmo
      • A consciência de si mesmo, inspirada pelo auto-amor torna-se lúcida quanto aos enganos cometidos, ensejando-se oportunidade de reparação.
    11. Amor a si mesmo
      • Compreendendo a finalidade da existência terrena, a pessoa desperta para o amor a si mesma, trabalha sem desespero, confia sem inquietação, serve sem humilhação, produz sem servilismo e avança sem tensões perturbadoras no rumo dos objetivos essenciais da vida.
    12. Amor a si mesmo
      • Ninguém, que se disponha a amar sem resolver as inquietações internas, que lhe produzem desamor, que conspiram contra a auto-estima, conseguirá o desiderato.
    13. Amor a si mesmo
      • Invariavelmente a falta do amor a si mesmo decorre de conflitos que remanescem da infância mal amada, de frustações acumuladas e de projetos que não se consumaram conforme foram anelados, dando surgimento a complexos de inferioridade, a insegurança e a fugas psicológicas.
    14. Amor a si mesmo
      • Muitas vezes, a pessoa que se não ama, encontra motivos frívolos para justificar o sentimento de vazio existencial, transferindo para o próximo aquilo que gostaria de desfrutar ou possuir.
    15. Amor a si mesmo
      • São detalhes físicos, que parecem retirar o conforto e a satisfação pessoal, na aparência ou na constituição, dificuldades de inteligência, posição social, problemas na saúde que, sem dúvida, não merecem maior consideração, e deverão ser enfrentados de maneira positiva, diferente, proporcionando estímulos para novos enfrentamentos, vitória a vitória.
    16. Amor a si mesmo
      • Durante muito tempo, a pessoa coleciona o azinhavre da insatisfação consigo mesma, atribuindo-se fracassos que, em realidade, jamais ocorreram, infelicidades que não tem justificação, quando fazem comparações com outras pessoas que acredita ditosas e sem problemas.
    17. Amor a si mesmo
      • Em uma atitude conflitiva, tenta amar-se, em luta feroz por acumular dinheiro, conseguir destaque na sociedade, tornar-se importante, invejada… Entrega-se ao trabalho exaustivo, inconscientemente para fugir a sua realidade, ou supondo-se insubstituível no desempenho da tarefa ou realização a que se entrega.
    18. Amor a si mesmo
      • Ao começar a amar-se, descobre que são as pequenas coisas, aquelas aparentemente sem grande importância, que constituem significados alentadores.
    19. Amor a si mesmo
      • Momentos de solidão para auto-análise e reflexão, instantes de prece silenciosa, refazimento através da música, de caminhadas tranquilas, de caricias a crianças ou animais, de cuidados com plantas, flores e adornos vivos, sentindo a vida fluir de todo lado.
    20. Amor a si mesmo
      • Em outras ocasiões, conversações edificantes, destituidas de objetivos imediatistas, cuidados com a alma, preservando-lhe a lucidez em relação aos deveres e aos compromissos que lhe dizem respeito.
    21. Amor a si mesmo
      • A seguir, torna-se necessária uma avaliação daquilo que é útil em relação ao que é secundário e a que se atribui significado exagerado.
    22. Amor a si mesmo
      • O amor a si mesmo desempenha uma ação autoterapêutica, porque liberta dos conflitos de autopunição, de autocensura e de autocompaixão.
    23. Amor a si mesmo
      • A compreensão dos próprios limites e possibilidades enseja um sentimento de alegria pelo já conseguido e de encorajamento em relação ao que ainda pode ser alcançado.
    24. Amor a si mesmo
      • No cultivo desse propósito, o egoísmo não consegue alojamento, porque não há ambição de posse ou de domínio, de superioridade ou de vitória, senão sobre as próprias paixões pertubadoras.
    25. Amor a si mesmo
      • Jesus viveu o amor a si mesmo, a medida que se entregava ao próximo, a Humanidade.
      • Nunca se permitiu descurar da tarefa para a qual veio ao mundo.
    26. Amor a si mesmo
      • Jamais se facultou transferir o culto do dever, mesmo quando perseguido, caluniado, vigiado pelos adversários gratuitos.
    27. Amor a si mesmo
      • Não se facultou a tristeza ou a depressão, embora não faltassem motivos e circunstâncias para conduzí-lo ao desânimo.
    28. Amor a si mesmo
      • Impert é rrito, manteve-se afável com os enfermos e cansativos companheiros do ministério, dócil ante as misérias morais dos doentes da alma, compadecido da ignorância que vigia em toda a parte, confiante em Deus em todos os instantes, até mesmo no Calvário…
    29. Amor a si mesmo
      • … E por conhecer a grandeza de que era constituído não falhou, não temeu, não deixou de amar, embora desamado, injuriado e aparentemente vencido, terminando por vencer todas as injunções perversas e seus sequazes.
      • Trecho extraido do segundo capitulo do livro Garimpo de Amor pelo espirito Joanna de Angelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco.
    30. O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
    31. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.  
    32. Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
    33. Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
    34. Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
    35. É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.  
    36. Quando aparente—de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato—se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.  
    37. Quando real, estruturado e maduro—que espera, estimula, renova—não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo.
    38. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante
    39. O amor nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e de paz.  
    40. Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado…  
    41. O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
    42. O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
    43. Diante, portanto, de qualquer situação, é necessário amar.  
    44. Desamado, se deve amar.
    45. Perseguido, é preciso amar.
    46. Odiado, torna-se indispensável amar.
    47. Algemado a qualquer paixão dissolvente, a libertação vem através do amor.  
    48. Quando se ama, se é livre.
    49. Quando se ama, se é saudável.
    50. Quando se ama, se desperta para a plenitude.  
    51. Quando se ama, se rompem as couraças e os anéis que envolvem o corpo, e o Espírito se movimenta produzindo vida e renovação interior.
    52. O amor é luz na escuridão dos sentimentos tumultuados, apontando o rumo.
    53. O amor é benção que luariza as dores morais.
    54. O amor proporciona paz.
    55. O amor é estímulo permanente.
    56. Desse modo, através do amor, imbatível amor, o ser se espiritualiza e avança na direção do infinito, plenamente realizado, totalmente saudável, portanto, feliz.  
      • Amar a Deus
      • acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo.

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