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Aula 01 evangelismo (etcam)
 

Aula 01 evangelismo (etcam)

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Aula ministrada pelo Pr. Nonato - ETECAM - Camboriú - SC

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    Aula 01 evangelismo (etcam) Aula 01 evangelismo (etcam) Presentation Transcript

    • Para falarmos de evangelismo, temos que explicitar primeiramente qual a missão da Igreja. A missão da Igreja é extraída do próprio sentido da palavra igreja. O termo Igreja vem de dois verbos gregos “EK + Kallein = Eklesia (igreja)” que significa chamados ou convocados de dentro para fora. Com a idéia de “para fora” para: É do termo “para” que surge a idéia da missão da igreja. Existe quatro palavra que nos ajudam a entendermos com mais clareza o sentido da palavra igreja: Igreja como templo; Igreja como denominação; Igreja como conjunto de crentes; Igreja como corpo místico e universal de Jesus Cristo. É dessa última designação que procede originalmente a palavra igreja e a sua missão.
    •  
      • NESTE LIVRO TRATAREMOS APENAS DA ÚLTIMA ETAPA DA MISSÃO DA IGREJA, ISTO É, DA SUA MISSÃO PARA COM O MUNDO.
      • “ IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA”
      • É BASEADA NO IDE IMPERATIVO DE JESUS QUE FORTEMENTE ECOA NA HISTÓRIA DA IGREJA ATRAVÉS DOS SÉCULOS, QUE A MESMA TEM VENCIDO TODOS OS OBSTÁCULOS QUE O INIMIGO TEM LANÇADO DIANTE DELA.
      • CRISTO ALÉM DE NOS ORDENAR QUE PREGUEMOS O EVANGELHO, COLOCOU A NOSSA DISPOSIÇÃO TODAS AS CAPACIDADES PARA CUMPRIRMOS A SUA ORDEM.
      • O OBJETIVO PRINCIPAL DO ESTUDO DESSE LIVRO É CAPACITAR TEOLOGICAMENTE CADA CRISTÃO PARA DESENVOLVER COM ÊXITO O SEU MINISTÉRIO.
      • NESTE ESTUDO TRATAREMOS DAS SEGUINTES QUESTÕES: EVANGELHO, EVANGELISMO, MÉTODOS DE EVANGELIZAÇÃO, A MOTIVAÇÃO DA AÇÃO EVANGELIZADORA, AS DESCULPAS À AÇÃO EVANGELIZADORA, A PESSOA DO EVANGELISTA, EVANGELIZAÇÃO COM LITERATURA, O PLANO DA SALVAÇÃO, OS RESULTADOS DA EVANGELIZAÇÃO, EVANGELIZAÇÃO INFANTIL.
    •  
    • EVANGELIZAÇÃO E EVANGELISMO
    • A definição e distinção entre evangelização e evangelismo nos leva a observar a observar quatro elementos necessários para que haja um evangelismo completo. Consequencias ou objetivos da evangelização
      • Condição de pecador perdido
      • Consequencia do pecado
      • Salvação a provisão de Deus
      • O que é necessário para a salvação
      • O propósito final de Deus
      • Destrói os argumentos heréticos
      • Modifica sua postura filosófica
      • Fortalece o cristianismo
      • Segue após a conversão
      • Por meio do batismo em águas
      • Formação ministerial
      • Na fé,
      • na sabedoria espiritual
      • Na prática da oração
      • Na fidelidade da mordomia
      • Na capacidade de testemunhar
    •  
      • A Igreja é edificada (Mt 16.18)
      • A Igreja é comprada (1 Pe.18,19)
      • A igreja é revestida de poder (At 1.8).
      • A Igreja como organismo
      • A Igreja como organização
      • Evangelização do mundo
      • Como atingir o propósito de evangelizar o mundo
    • As bases da evangeliza ç ão O tríplice ministério do Antigo Testamento:
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
      • O êxito na evangeliza ç ão depende de alguns princ í pios relacionados à vida do evangelista:
      • Vida pessoal:
      • Uma nova criatura (Jo 3.5);
      • Um verdadeiro crente (At 9.15);
      • Um cristão de vida exemplar (At 3.4; 1 Pe 2.12);
      • Uma pessoa af á vel e cheia de simpatia (1 Co 9.19);
      • Ser cheio do Esp í rito Santo (At 1.8; 2.4;4.8;7.55).
      • Vida intelectual:
      • Maneja bem a palavra de Deus (2 Tm 2.15);
      • Conhece os homens e suas desculpas (Jo 4.16-18);
      • Conhece as seitas, religiões mais comuns;
      • Sabe o que se passa no mundo;
      • Vida espiritual:
      • Deve orar com fervor (At 3.1; 4.31; 10.9);
      • Deve ler a B í blia (Hb 4.12);
      • Deve meditar na sua missão – ter o desejo de ver as almas salvas (1 Tm 4.15);
      • Deve ir à casa de Deus (At 3.1; Sl 122.1).
      • Seu campo de a ç ão:
      • A fam í lia;
      • O trabalho;
      • A escola;
      • Os profissionais liberais;
      • Os comerciantes
      • Nos meios de transportes;
      • As crian ç as;
      • Os amigos;
      • As entidades.
      • Determina ç ão (Jo 1.35-46)
      • Persistência (Jo 4.1-30)
      • Compaixão (Mt 23.37; 14.14)
      • Dependência do Esp í rito Santo
      • Testifica de Cristo (Jo 15.26);
      • Convence o mundo (Jo 16.8);
      • Nos guia (Jo 16.8);
      • Nos ensina e faz lembrar (Jo 14.26);
      • É o nosso “ dinamus ” (poder) (At 1.8).
      • Ora ç ão (1 Ts 5.17), a ora ç ão é a chave da vit ó ria. Para que:
      • Deus nos mostre com quem falar
      • Deus nos guie no que falar
      • As nossas palavras se tornem poderosas
    •  
    • MOBILIZANDO A IGREJA PARA O CRESCIMENTO
      • Através dos alvos definidos
      • Através da integração
      • Através dos grupos familiares
      • Através da Escola Dominical
      • Através do trabalho social
      25% 25% 25% 25% Parábola do semeador
    • Mobilizando a Igreja para o crescimento   Introdução   O crescimento da Igreja é o resultado, em última análise, da evangelização. Por mais que se busquem fórmulas que projetem o trabalho eclesiástico numa cidade, região ou Estado, por meio de múltiplas atividades, não ocorrerá nenhum crescimento se a responsabilidade evangelística for relegada a segundo plano. Crescer decorre da própria natureza da existência da Igreja no mundo. Foi com esta finalidade que Jesus a estabeleceu (Mt 16.18) e a tarefa do crescimento só há de ser concluida quando completar-se a plenitude dos gentios, conforme ensina o apóstolo Paulo em (Rm 11.25). O proposito de nossa matéria, portanto, é levar a Igreja a entender esta verdade e a praticar um evangelismo de resultados, que reverta de modo efetivo no seu crescimento perante Deus e a comunidade.
      • Natureza do crescimento
      •  
      • Antes de analisarmos qualquer outro tópico, precisamos ter uma idéia clara da natureza do crescimento da Igreja, para que possamos, a partir daí, delinear os caminhos pelos quais esse crescimento poderá ser alcançado. Sem isto ficará difícil estabelecer-se qualquer metodologia, pois está terá de ser embasada na visão bíblica que esta proposta significa para a Igreja.
      •  
      • Crescimento é de natureza vertical
      • É preciso que fique bem claro que a Igreja, antes de partir para qualquer ação evangelística, deve crescer no sentido vertical, ou seja, na comunhão com Deus (1 Co 1.9). a palavra comunhão em seu significado específico, significa identidade de objetivos, isto é, ter os mesmos interesses ou participar da mesmas idéias.
      •  
      • Igreja primitiva – igreja ideal
      • Igreja atual ou real – Igreja que vive a realidade do mundo em busca da qualidade para chegar a estrutura da igreja ideal.
      • O crescimento é de natureza horizontal
      •  
      • Quando se fala em crescimento de natureza horizontal, o propósito é realçar a importância da unidade da Igreja para a realização de um trabalho evangelístico produtivo. Crescer horizontalmente significa, em suma, buscar o exercício da comunhão uns com os outros no seio da comunidade cristã (Sl 133).
      • Quando tal relacionamento – Igreja versus membros – é vivido nesta dimensão bíblica, todos se sentirão comprometidos com a causa maior – a Igreja – e por ela trabalharão. Isto é comunhão. Isto é crescer horizontalmente, no sentido de fortalecer os entrelaçamentos que unem os crentes uns aos outros, no âmbito da representatividade que a Igreja exerce perante a sua comunidade.
      • Só em um ambiente desse tipo terá o pecador condições de sentir-se, de fato, resgatado das trevas do pecado. Somente com essas qualidades a Igreja será, realmente, “sal da terra e luz do mundo”.
      • O crescimento é de natureza quantitativa
      •  
      • Aqui entra o aspecto mais visível do crescimento, que é a constituição numérica da Igreja, pela real conversão do que, a cada dia, a ela convergem. A meta final de toda a sua atividade é está, e não pode ser redirecionada para outro objetivo. A busca por novos crentes em todas as camadas da sociedade deve constitui-se em prioridade absoluta. Esta é a conseqüência natural quando a Igreja desenvolve a comunhão com Deus.
      •  
      • A lei da semeadura (Ec 11.1; Sl 126.6; 2 Co 9.10; Gl 6.7), a lei da semeadura sempre implica em colheita.
      • Se não há colheita, não houve semeadura ou esta foi feita de modo errado.
      • Crescimento deve ser proporcional
      •  
      • Assim como o desenvolvimento do corpo físico é proporcional, o mesmo se verifica também em relação à Igreja. O crescimento de um, a partir da fecundação do óvulo no ventre materno, ocorre progressivamente pela multiplicação das células. A lógica é a mesma quando aplicada ao corpo de Cristo, cujas células, os salvos, têm o dever de multiplicar-se em novos discípulos, conforme registra (Mt 18.19).
      •  
      • Proporcionalidade ao trabalho realizado
      • O resultado da semeadura será proporcional ao que foi semeado. “Porque semearam ventos, segarão tormentas” (Os 8.7). uma grande colheita dependerá, antes de tudo, da quantidade de sementes plantadas. Mas o bom lavrador deverá também conhecer todas as técnicas capazes de produzir o maior resultado possível da semeadura, que jamais poderá ser feita aleatoriamente.
    • 25% Beira do caminho 25% Pedregais 25% Espinhos 25% Solo bom Parábola do Semeador
      • Proporcionalidade ao tamanho da terra
      •  
      • Se o Lavrador possui uma grande área cultivável, onde pretende desenvolver determinada cultura, a semeadura terá de levar em conta o tamanho da área. O princípio da proporcionalidade está implícito na Bíblia, quando, por exemplo, Jesus identifica o crente como “sal da terra e luz do mundo”. A parábola do Semeador (Mt 13.1-9) também traz o mesmo ensino.
      •  
      • Quantos tipos de terra receberam a semente. Na Bíblia, o número 4 é símbolo de totalidade. Portanto, toda a área sob a influencia de uma igreja local deve ser cultivada, independentemente de alguns segmentos serem ou não férteis. Não pode haver preconceitos na evangelização. O rico e pobre, o intelectual e o analfabeto, o profissional liberal e o lavrador, todos, sem distinção, devem receber a Palavra de Deus.
      • A terra que deu frutos exemplifica o percentual que a Igreja alcançará, quando fizer um evangelismo eficiente. Isto significa que pelo menos 25% da totalidade evangelizada terão de produzir resultados permanentes.
      • “ Deus cumpriu a sua parte, fazendo brotar todas as sementes. A falha estava do lado humano, que não soube preparar a terra para recebê-las e fazer com que frutificassem. As terras não férteis podem ser trabalhadas para produzirem resultado mais efetivo.
      • Proporcionalidade ao tamanho da fé
      •  
      • A fé deve ser o princípio ativo que permeia qualquer empreendimento da vida do crente. A tarefa evangelística não pode prescindir de ser feita por fé, que, segundo a Palavra de Deus, varia de intensidade. A Bíblia fala de:
      • Pouca fé (Mt 6.30)
      • Tanta fé (Mt 8.10)
      • Fé como um grão de mostarda (Mt 17.20)
      • Homem cheio de fé (At 6.5)
      • Medida da fé (Rm 12.6)
      • Isto significa que o trabalho de cada um será, também, proporcional ao tamanho de sua fé. Só fará grandes coisas para Deus que tiver fé abundante e assentada nas promessas de Deus.
      • Mobilizando a Igreja para o crescimento
      •  
      • Mobilizando para o crescimento por meio de alvos predefinidos
      • Mobilizando para o crescimento através da integração
      • Mobilizando para o crescimento por meio dos grupos familiares
      • Mobilizando para o crescimento por meio da Escola Dominical
      •  
      • Mobilizando para o crescimento por meio do trabalho social
      • Bênçãos decorrentes do crescimento
      •  
      • A Igreja permanece em constante avivamento
      • O crescimento da igreja passa a ser natural
      • Os recursos financeiros passam a serem mais abundantes
      • Haverá maior comunhão entre os crentes
      • O tradicionalismo dá lugar à renovação
    •  
    • Referencias bibliográficas: SOARES, Ezequias. Manual básico de missões e evangelismo. 1 Ed. São Paulo: Além mar, 2003. ROYER, Gary L. Missiologia: ide e pregai. 2ª Ed. Campinas – SP: Escola de Educação Teológica das Assembléias de Deus (EETAD), 1982. SODRÉ, Israel. Evangelismo e Missões. Curitiba: Escola Bíblica de Obreiro, 2001. IBADEP. Eclesiologia/Missiologia. 5 Ed. Guaíra: Instituto Bíblico das Assembléias de Deus no Estado do Paraná, 2005. CABRAL, Elienai. A Igreja e a sua Missão. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2007. COUTO, Geremias do. Mobilizando a Igreja para o crescimento. Rio de Janeiro, 1997.