PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 05 09 1009

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Apresentação feita por ocasião do encontro da Região Norte para discutir o PNE - Audiência Pública realizada pela Câmara de Deputados, na Assembléia Legislativa de Palmas TO, nos dias 5 e 6/11/2009,

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PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 05 09 1009

  1. 1. MAIS DEZ: o Legislativo e a Sociedade Construindo juntos o novo PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DA REGIÃO NORTE (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) PARTICIPAÇÃO DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA ALBERTO ARAUJO 5/11/2009
  2. 2. Represento, neste evento, o Presidente da CNI, Deputado Armando Monteiro Neto. Ao chegar a Palmas, nas últimas horas, surpreendo-me, com as grandes realizações do modelar Departamento Regional do SENAI de Tocantins. Aproveito para transmitir a todos os cumprimentos do Presidente da CNI, Dr. Armando Monteiro Neto, do Diretor Geral do SENAI, Prof. José Manuel de Aguiar Martins, do industrial Roberto Magno Martins, Presidente da FIETO, do industrial Carlos Augusto Suzana, Presidente da FIETO em Exercício, e do Engenheiro Marcus Fonseca, Diretor Regional do SENAI Tocantins, neste encontro, representado pela Profa. Leidivan Dias Lucena, Diretora em Exercício do SENAI Tocantins .
  3. 3. O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, na visão da Presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal: “ A hora é agora.” “ Parlamentares, professores, executivos e sociedade civil são protagonistas do PNE.” “ É preciso agir logo e coordenadamente, num esforço conjunto da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.” “ A responsabilidade é de todos os entes federados, segundo o regime de colaboração estabelecido pela Constituição Federal.” Deputada Maria do Rosário Presidente da Comissão de Educação da Câmara
  4. 4. <ul><li>CENÁRIO </li></ul><ul><li>A INSTITUIÇÃO DE UM PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, QUE ORIENTE E ESTABELEÇA </li></ul><ul><li>AS GRANDES POLÍTICAS EDUCACIONAIS, É RELATIVAMENTE RECENTE. </li></ul><ul><li>- Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova – 1932, que influenciou a Constituição </li></ul><ul><li>de 1934 sobre a importância de um Plano Educacional, para viabilizar suas propostas </li></ul><ul><li>inovadoras no campo da educação. Mas, </li></ul><ul><li>“ Com a suspensão dos trabalhos da Câmara dos Deputados, em 10 de novembro de 1937, por meio do fechamento de todos os poderes representativos, não permitiu que se </li></ul><ul><li>prosseguisse o estudo da questão do Plano Nacional de Educação (CURY, 2009:7). </li></ul><ul><li>Somente em 1962, na vigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 4.024/61), surge o primeiro PNE. </li></ul><ul><li>Em 1988, com a nova Constituição Federal, fica estabelecida a necessidade de um PNE de longo prazo e com força de lei. </li></ul>
  5. 5. Com a Lei 10.172, em 9 de janeiro de 2001, o novo PNE surge como política de Estado, devendo ser a base para os futuros planos das diversas instâncias do poder público (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) que dariam suporte à realização de suas Metas, o que, de fato, não se concretizou. Sobre o PNE, diversas avaliações foram desenvolvidas, tais como: - Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados (2004), - Conselho Nacional de Educação (2005), - Secretaria de Educação Básica do MEC (2005-2006), - Centro de Planejamento e Desenvolvimento Regional -CEDEPLAR (2006) , - INEP/MEC (2005)
  6. 6. Com base nas diversas experiências de avaliação mencionadas, O CNE destaca alguns problemas detectados: <ul><li>Pouca utilização do PNE no primeiro triênio após sua aprovação. </li></ul><ul><li>Pouca consideração dada ao PNE quanto ao estabelecimento das políticas de governo, </li></ul><ul><li>gerando algumas concepções, ações, programas e políticas diferentes das estabelecidas no PNE. </li></ul><ul><li>Desarticulação entre o PNE e os planos setoriais de governo. </li></ul><ul><li>Dissociação entre o PNE e os Planos estaduais e municipais de Educação. </li></ul><ul><li>Descontinuidade na coleta de informações pelo INEP e secretarias do MEC. </li></ul><ul><li>Pouca divulgação do PNE. </li></ul><ul><li>Ausência de normatização do sistema nacional de educação e do regime de colaboração. </li></ul><ul><li>Articulação tardia do PDE e do PAR com os princípios e metas do PNE. </li></ul><ul><li>Minimização da universalização da Educação Básica como direito. </li></ul><ul><li>Ausência de mecanismos para o acompanhamento e avaliação sistemáticos do PNE. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Ausência de indicadores relativos às metas, para concretizar a possibilidade de acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do PNE. </li></ul><ul><li>Retirada dos mecanismos concretos de financiamento das metas, expressos no próprio PNE (vetos). </li></ul><ul><li>Poucas políticas com capacidade de enfrentar as grandes desigualdades </li></ul><ul><li>Regionais. </li></ul><ul><li>Desarticulação interna e superposição de metas, dado o formato assumido pelo PNE. </li></ul><ul><li>Pouca expressividade das políticas voltadas para a diversidade. </li></ul><ul><li>Focalização excessiva no Ensino Fundamental. </li></ul><ul><li>Supremacia das metas quantitativas sobre as qualitativas. </li></ul><ul><li>Excessivo número de metas que acabaram pulverizando e fragmentando as ações. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>DESAFIOS: </li></ul><ul><li>1 . Limites e dificuldades do pacto federativo; </li></ul><ul><li>Recursos e o financiamento; </li></ul><ul><li>Rotatividade administrativa decorrente da alternância democrática dos governos; </li></ul><ul><li>Participação; </li></ul><ul><li>Relação público/privado. </li></ul>
  9. 9. PRIORIDADES O SENAI DEPARTAMENTO NACIONAL ANALISOU E RECONHECE A OPORTUNIDADE DAS INDICAÇÕES DE PRIORIDADES CONTIDAS NO DOCUMENTO PRODUZIDO PELA COMISSÃO BICAMERAL CONSTITUÍDA PELAS PORTARIAS CNE/CP 7/2009 e 8/2009, aprovado por unanimidade pelo Plenário do CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. DESEJAMOS, NESTE MOMENTO, DESTACAR ALGUMAS PRIORIDADES OBSERVADAS PELAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA INDÚSTRIA E QUE DESEJAMOS VER INCORPORADAS AO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, POR SEREM DO INTERESSE DA INDÚSTRIA , COM VISTAS AO ALCANCE DO OBJETIVO ESTRATÉGICO PREVISTO NO MAPA ESTRATÉGICO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA:O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO PAÍS.
  10. 10. <ul><li>PARA QUE ISTO OCORRA , NÃO PODEMOS PRESCINDIR QUE O NOVO PNE , FAFOREÇA O ALCANCE </li></ul><ul><li>PRIORITARIAMENTE DE ALGUNS OBJETIVOS, TAIS COMO: </li></ul><ul><li>Elevar, COM QUALIDADE, o nível de escolaridade da população. </li></ul><ul><li>Ampliar a oferta de cursos destinados à formação profissional e continuada de trabalhadores, </li></ul><ul><li>articulada com o ensino fundamental e médio, SEMPRE ALINHADA À DEMANDA DO SETOR PRODUTI- </li></ul><ul><li>vo. </li></ul><ul><li>Otimizar o uso dos recursos, EVITANDO E ELIMINANDO AS SUPERPOSIÇÕES DE AÇÕES ENTRE OS </li></ul><ul><li>DIFERENTES OFERTANTES DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL no país. </li></ul><ul><li>PROMOVER OU AMPLIAR AS PARCERIAS ENTRE OS SETORES PÚBLICO E PRIVADO, PARA A EXPANSÃO </li></ul><ul><li>DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL. </li></ul><ul><li>UTILIZAR, SEMPRE QUE ADEQUADAS, AS SOLUÇÕES FLEXÍVEIS E AS OFERECIDAS PELAS TICs. </li></ul><ul><li>SUPERAR E ELIMINAR AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS. (EXEMPLO: PRÁTICA ESTABELE- </li></ul><ul><li>CIDA NA LEGISLAÇÃO QUE ORIENTA A UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DO SENAI, DESDE A SUA CRIAÇÃO). </li></ul><ul><li>ESTABELECER METAS E CONTROLES SOBRE O DESEMPENHO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS, </li></ul><ul><li>INCLUSIVE PROMOVENDO O ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O FUTURO PNE NECESSITA COBRIR AS LACUNAS E CONSIDERAR AS DIFICULDADES DO </li></ul><ul><li>SEU SIMILAR ANTERIOR, A DESPEITO DOS AVANÇOS ALCANÇADOS. </li></ul><ul><li>O FUTURO PNE NASCE COM A DESTINAÇÃO DE SER POLÍTICA DE ESTADO, pela: </li></ul><ul><li>Duração de dez anos (extrapola o mandato de um governo) </li></ul><ul><li>Criação por Lei </li></ul><ul><li>Condução democrática com a necessária participação de todos os setores da sociedade </li></ul>
  12. 12. VAMOS NOS LIMITAR, NESTE EVENTO, AOS ASPECTOS RELEVANTES PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO PAÍS NA VISÃO DA INDÚSTRIA, POR MEIO DO SENAI. APRESENTAREMOS, A SEGUIR, ALGUNS EXEMPLOS PRATICADOS PELO SENAI, QUE SUGERIMOS, COMO BOA PRÁTICA, PARA TODAS AS INSTITUIÇÕES QUE FAZEM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO PAÍS.
  13. 13. A MARCA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
  14. 14. <ul><li>Decreto-lei nº 4.048 – 22/01/1942 </li></ul>Art. 3º “ O SENAI será organizado e dirigido pela Confederação Nacional da Indústria.” Decreto-lei nº 4.481 – 16/07/1942 Art. 2º “ ...entidade jurídica de direito privado....” Ato Constitutivo
  15. 15. Conselho Nacional Conselhos Regionais Departamento Nacional Departamentos Regionais ÓRGÃOS NACIONAIS ÓRGÃOS REGIONAIS Órgãos Deliberativos / Normativos Órgãos Executivos Unidade normativa e descentralização executiva Ao Conselho Nacional cabe estabelecer as normas e as diretrizes gerais para todo o país, além da função fiscalizadora. Aos Conselhos Regionais cabe no âmbito estadual disciplinar os seus serviços específicos. Ao Departamento Nacional cabe coordenar a execução das políticas emanadas pelo Conselho Nacional. Aos Departamentos Regionais cabe, com autonomia administrativa, a execução direta dos serviços. Estrutura de Gestão
  16. 16. “ Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Brasileira. ” Missão
  17. 17. “ Consolidar-se como o líder nacional em educação profissional e tecnológica e ser reconhecido como indutor da inovação e da transferência de tecnologias para a Indústria Brasileira, atuando com padrão internacional de excelência”. Visão
  18. 18. SENAI EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA TECNOLOGIA INDUSTRIAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA GESTÃO E GOVERNANÇA INDÚSTRIA
  19. 19. Formação por Competência Certificação de Competencia Sociedade EDUCAÇÃO PROFISSIONAL N S O CANDIDATO POSSUI AS COMPETÊNCIAS REQUERIDAS ? Modelo simplificado do sistema adotado pelo SENAI Setor Produtivo Industrial MERCADO ITINERÁRIOS FORMATIVOS NORMAS DE CERTIFICAÇÃO PERFIS PROFiSSIONAIS DESENHOS CURRICULARES
  20. 20. Metalmecânica Metrologia Mineração Minerais não Metálicos Petroléo e Gás Polímeros Química Refrigeração e Climatização Segurança do Trabalho Sucroalcoleiro Tecnologia da Informação Telecomunicações Têxtil e Vestuário Transportes Ferroviário Alimentos e Bebidas Automação Automotiva Celulose e Papel Construção Civil e Pesada Couro e Calçado Eletroeletrônica Energia Gemologia e joalheria Gestão Gráfica e Editorial Logística Madeira e Mobiliário Meio Ambiente Setores e Áreas de Atuação
  21. 21. <ul><ul><li>Alimentos e Bebidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Têxtil </li></ul></ul><ul><ul><li>Plástico </li></ul></ul><ul><ul><li>Couro e Calçados </li></ul></ul><ul><ul><li>Metalmecânica </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecânica Industrial </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecânica de Precisão </li></ul></ul><ul><ul><li>Automação Industrial </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecatrônica </li></ul></ul><ul><ul><li>Petróleo e Gás </li></ul></ul><ul><ul><li>Cerâmica Industrial </li></ul></ul><ul><ul><li>Gestão de processos Industriais </li></ul></ul><ul><ul><li>Informática Industrial </li></ul></ul><ul><ul><li>Mineração </li></ul></ul><ul><ul><li>Gráfica </li></ul></ul><ul><ul><li>Logística </li></ul></ul>Setores e Áreas atendidos exclusivamente ou majoritariamente pelo SENAI
  22. 22. Infra-estrutura e Recursos Humanos 19.291 Profissionais 2008
  23. 23. 454 Unidades Fixas CIMATEC Salvador/BA CTAB – Vassouras /RJ Vila Canaã - Goiânia/GO Roberto Simonsem– São Paulo/ SP Infra-estrutura e Recursos Humanos 2008 CTAB - Vassouras / RJ CIMATEC - Salvador/BA
  24. 24. 284 Unidades Móveis MANUTENÇÃO DE MOTOS – SENAI/SC SENAI / PR AUTOMAÇÃO INDÚSTRIAL – SENAI/RS SAMAUMA – SENAI / AM Infra-estrutura e Recursos Humanos 2008 SENAI/SC SAMAÚMA - SENAI/AM
  25. 25. 320 Kits didáticos CONTROLADORES AR CONDICIONADO PANIFICAÇÃO INJEÇÃO ELETRÔNICA Infra-estrutura e Recursos Humanos 2008 INJEÇÃO ELETRÔNICA CONTROLADORES LÓGICOS
  26. 26. ESTRATÉGIAS <ul><li>SENAI ITINERANTE - Ampliação do Atendimento com Soluções Flexíveis </li></ul><ul><li>Kits Didáticos </li></ul><ul><li>Unidades Móveis e </li></ul><ul><li>Postos Avançados </li></ul><ul><li>PARCERIAS ENTRE OS SETORES PÚBLICO/PRIVADO </li></ul><ul><li>Governo do Estado </li></ul><ul><li>(TOCANTINS PROFISSIONALIZADO) </li></ul><ul><li>Prefeituras Municipais </li></ul><ul><li>Empresas privadas (Votorantim, Bunge, Consórcio Estreito Energia - CESTE) </li></ul>
  27. 27. LÓGICA DAS AÇÕES ITINERANTES
  28. 28. 131 Laboratórios 83 acreditados pelo Inmetro, MAPA, ANVISA e MTE ROBÓTICA MICROELETRÔNICA CONTROLE DE PRODUÇÃO POLÍMEROS Infra-estrutura e Recursos Humanos 2008 MICROELETRÔNICA ROBÓTICA
  29. 29. De 1942 a 2008 foram capacitadas 47.883.006 pessoas
  30. 30. Matrículas em Educação Profissional e Tecnológica <ul><ul><ul><li>2008 2.482.257 </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>2007 2.175.928 </li></ul></ul><ul><li>2006 2.030.665 </li></ul>+ 14% + 7%
  31. 31. Matrículas em Formação Inicial e Continuada
  32. 32. Matrículas em Habilitação Profissional * Inclui Aprendizagem Técnica e Qualificação Técnica
  33. 33. Matrículas em Ensino Superior e Pós-Graduação * Inclui-Pós graduação
  34. 34. Pesquisa com Egressos - 2008 <ul><li>88,2% das empresas preferem contratar egressos do SENAI </li></ul><ul><li>Tecnólogos </li></ul><ul><li>93% dos tecnólogos ocupados no mercado de trabalho </li></ul><ul><li>Técnicos </li></ul><ul><li>79,6% de ocupação no mercado de trabalho </li></ul>Fonte: UNIEP
  35. 35. Gratuidade – Metas SENAI 48% Realizado até agosto/2009 Metas
  36. 36. Programas
  37. 37. EDUCAÇÃO PARA A NOVA INDÚSTRIA Metas - 2007-2014 <ul><li>19,4 milhões de matrículas; </li></ul><ul><li>R$ 2,4 bilhões de investimentos em infra-estrutura </li></ul><ul><li>R$ 202 milhões de investimentos em desenvolvimento de pessoal </li></ul><ul><li>Ações Inovadoras </li></ul>
  38. 38. SENAI 24 HORAS Ações Inovadoras Inovar é romper com o uso tradicional do tempo e do espaço no processo permanente de aprendizado por meio da educação a distância 24 horas por dia e 7 dias da semana . Meta 2007-2014: 350.000 matrículas www.senai.br/ead Meio digital e eletrônico – Material Impresso – Simulador – Celular
  39. 39. ESTRATÉGIAS FLEXÍVEIS Ações Inovadoras Cursos, currículos e carga horária usualmente adotadas flexibilizadas na forma de oferta e funcionamento, com redução de carga horária diária ou semanal e ampliação da duração, preservando a carga horária total estabelecida no plano de curso. Meta 2007-2014: 200 Unidades Operacionais
  40. 40. SENAI ITINERANTE Ações Inovadoras Flexibilizar tanto a tecnologia educacional como o suporte físico e pedagógico , por meio de ações móveis, compreendendo unidades móveis e kits didáticos Meta 2007-2014: 240.000 matrículas
  41. 41. SENAI PARCERIAS Ações Inovadoras Serviços e produtos sistematizados de acordo com o modelo SENAI de educação profissional, desenvolvido, total ou parcialmente, por parceiros. Meta 2007-2014: 2000 parcerias Exemplos:
  42. 42. COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS Ações Inovadoras Temas presentes em diversas ações de educação profissional modelados e ofertados como programas ou cursos. Meta 2007-2014: 10 programas transversais 2 milhões de matrículas
  43. 43. CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Ações Inovadoras Certificação profissional de pessoas segundo competências e normas estabelecidas, independentes da forma pela qual foram adquiridas Meta 2007-2014: Centro de exames certificadores em todos os Departamentos Regionais
  44. 44. SENAI DIDÁTICA Ações Inovadoras Fonte permanente e atualizada de recursos didáticos e técnicos , utilizada pelos docentes e técnicos na formação profissional
  45. 45. INCLUSÃO DIGITAL PARA TODOS Ações Inovadoras Facilitar o acesso a informática por meio de cursos, softwares e aplicativos para os educadores e alunos. Metas 2007-2014: - 13.000 computadores para educadores do SENAI - 1 milhão de matrículas em cursos de TI - Espaços digitais para docentes em todos os DRs
  46. 46. 115.634 Serviços Técnicos Tecnológicos 18.761 empresas atendidas 2.200.479 homens/hora de consultoria técnica 80.091 Serviços Técnicos e Laboratoriais 17.884 Serviços de Informação Tecnológica 13.700 Assessorias Técnicas e Tecnológicas 2.926 Serviços de Desenvolvimento Tecnológico 763 Certificações de Processos e Produtos TECNOLOGIA INDUSTRIAL 2008
  47. 47. Serviços Técnicos e Tecnológicos <ul><ul><ul><li>2008 115.364 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2007 96.458 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2006 83.984 </li></ul></ul></ul>+ 20% + 15%
  48. 48. Inovação Tecnológica <ul><li>131 projetos de inovação com orientação técnica do SENAI e fomento por empresas e instituições </li></ul>Meta 2007-2014: 500 projetos de inovação Parceria entre SENAI-PB e IDUSPLAST Tubos feitos com resíduos de plástico (PET) Parceria SENAI-GO e Empresa Só Soja Parceria SENAI-SC e Empresa Buettner para fabricação de toalhas de fios orgânicos
  49. 49. Prêmio FINEP de Inovação - 2008: SENAI 1º lugar da Região Centro-Oeste na categoria de Instituição de C&T. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
  50. 50. PESQUISA CNI-SENAI-IBOPE – 2007/2008 <ul><li>Opinião pública e sociedade </li></ul><ul><li>83% dos entrevistados tem imagem positiva do SENAI. </li></ul><ul><li>- 86% dos entrevistados acreditam que o SENAI seja uma entidade muito importante para o País; </li></ul><ul><li>Empregados e Prestadores de serviços para a indústria </li></ul><ul><li>92% dos empregados da indústria acreditam que o SENAI traz benefícios para a indústria brasileira; </li></ul><ul><li>- 84% dos entrevistados afirmam que o SENAI oferece serviços de boa qualidade. </li></ul>
  51. 51. COOPERAÇÃO INTERNACIONAL 2008 parceria com o governo brasileiro e instituições internacionais 43 parcerias internacionais firmadas com instituições de 31 países 11 Projetos internacionais de desenvolvimento Cooperação recebida: 6 projetos com Alemanha, França, Itália, França e Reino Unido Cooperação prestada: 16 projetos com São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor Leste, Moçambique, Guiné Bissau, Marrocos, Jamaica, Haiti, México, Guatemala, Costa Rica, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Peru e Suriname
  52. 52. Brasil - Olimpíada do Conhecimento - 2008 <ul><li>571 competidores </li></ul><ul><li>47 ocupações </li></ul><ul><li>61 Patrocinadores </li></ul><ul><li>230.000 visitantes </li></ul><ul><li>360 toneladas de equipamentos </li></ul><ul><li>118.000 m 2 de área </li></ul>
  53. 53. Competição Internacional de Educação Profissional 51 Países Canadá – Calgary - 2009
  54. 54. SENAI é o 3º do mundo em Educação Profissional representando o Brasil Competição Internacional de Educação Profissional
  55. 55. CLASSIFICAÇÃO DO BRASIL/SENAI Torneio País-Sede Colocação 2003 Suíça 12º 2005 Finlândia 7º 2007 Japão 2º 2009 Canadá 3º
  56. 56. <ul><li>“ O Sistema S brasileiro é o maio e mais consolidado agente privado de formação profissional na América Latína, tendo inspirado e orientado a criação de similares na maioria dos países da região. Mas nenhum persiste com o perfil, escala e dinamismo do SS brasileiros [Cinterfour / OIT(2002 a e b)]. Comparado aos vizinhos, nosso Sistema S cresceu, modernizou-se e inovou, reforçando sua posição no mercado nacional da formação e seu perfil exportador de tecnologia e produtos educacionais para países menos desenvolvidos da América Latina e da África.” </li></ul><ul><li>Fonte: Brasil: o estado de uma nação – mercado de trabalho, emprego e informalidade, IPEA/2006 </li></ul>
  57. 61. <ul><li>SENAI - Departamento Nacional </li></ul><ul><li>Alberto Araujo </li></ul><ul><li>Assessor da Direção Geral </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>SENAI – DR TOCANTINS </li></ul><ul><li>Leidivan Dias </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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