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Tema 13 Apresentacao Modelos De Negocios Digitais

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Apresentação do tema 13 - Segundo semestre - 2009

Apresentação do tema 13 - Segundo semestre - 2009


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  • Menor risco e custo de transação: Comprar através de um e-marketplace permite a automatizar várias rotinas de uma empresa, favorencendo seus profissionais e departamentos como hoje é feito no envio de cotações e na tomada de pedidos. Em alguns portais do setor, existe até a probabilidade de utilização de logística (entrega de produtos) e acesso a crédito do próprio portal. Como principal resultado, os riscos e custos de transações se reduzem substancialmente tanto para quem compra, como para quem vende. Expansão rápida da base de clientes e fornecedores: Por reunir um grande número de compradores e fornecedores em um mesmo espaço virtual os portais atraem maior número de clientes. Baixos investimentos tecnológicos A participação de uma empresa em um e-marketplace em geral é simples e rápida e requer baixo investimento tecnológico. Para começar, o cadastro em geral é gratuito. No caso de compra de produtos, alguns portais cobram por cotações respondidas e/ou divulgadas. Outros cobram mensalidades fixas. Para a venda de produtos, alguns optam em soluções prontas não havendo necessidade das empresa fazerem investimentos. Alguns portais cobram por cotações respondidas e/ou divulgadas, outros cobram mensalidades fixas. O e-marketplace permite aos fornecedores participar de várias cotações de compra e concorrências de outras empresas de forma automática e on-line. isso permite aos compradores ter acesso a novos fornecedores rapidamente.
  • O Mercado Eletrônico, empresa que viabiliza negociações eletrônicas entre empresas na América Latina, encerrou o ano com 25 bilhões de reais em valores transacionados. Segundo a companhia, o resultado é 56,25% superior ao ano anterior. O crescimento foi atribuído à estratégia da companhia de ampliar a oferta de serviços como terceirização de compras (outsourcing) e metodologia para redução de custos de aquisição (sourcing).
  • Transcript

    • 1. Modelos de Negócios Digitais Sistemas de Informação – NPA 810
    • 2. GRUPO XIII Sistemas de Informação – NPA 810 NOME NÚMERO Bruno Piccoli 12.105.125-4 Bruno Sereno 12.105.214-6 Dênis G. Leonardo 12.105.266-6
    • 3. MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS
      • e-Business;
      • e-Commerce;
      • e-Procurement;
      • e-Marketplace;
      • Produtividade e Internet;
      • Economia digital.
      Agenda
    • 4. E-BUSINESS
      • E-business , acrónimo do inglês Electronic Business , é o termo que se utiliza para identificar os negócios efetuados por meios eletrônicos, geralmente na Internet .
      • E-business são negócios feitos através da Internet no sentido mais amplo da palavra negócio, desde:
        • contatos diretos com consumidores ou fornecedores;
        • análises de mercado;
        • análises de investimentos;
        • busca de informações sobre o macroambiente;
        • pesquisa de mercados;
        • etc.
      Definição
    • 5. E-BUSINESS Partes CRM – Customer Relationship Management ERP – Enterprise Resourse Planning e-Commerce SCM – Supply Chain Management e-Procurement DSS – Decision Support System
    • 6. E-BUSINESS
      • Divulgar o produto/empresa a milhões de pessoas em todo o Mundo;
      • Melhorar sua comunicação interna e com clientes, representantes e fornecedores;
      • Vender produtos e serviços pela Internet a outras empresas e ou consumidores finais.
      Objetivos
    • 7. E-BUSINESS
      • - integração: sistemas conectados como ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) eSCM (Gerenciamento de Cadeia de Fornecimento) facilitam a troca de informações;
      • agilidade: informações em tempo real sobre o seu negócio facilitam a tomada de decisão;
      • transparência: todas as etapas envolvidas estão disponíveis para o nível gerencial.
      Vantagens
    • 8. E-BUSINESS
      • necessidade de domínio das novas tecnologias e ferramentas;
      • ambientes heterogêneos (Unix, Linux, NT, etc.);
      • confiabilidade e velocidade no tratamento dos dados;
      • necessidade de acesso aos dados corporativos;
      • conhecimento do negócio (regras de negócios) das aplicações.
      Desvantagens
    • 9. E-COMMERCE
      • Nos anos 90 -> privatização da internet;
      • No século 21 ->um grande desacordo de opiniões entre economistas tentando provar que a Economia Digital não saia das regras básicas da Economia;
      • Situada entre: Séc 19 – Evolução da Telecom e Eletronica e Surgimento dos Computadores durante a 2 Guerra Mundial.
      • Conclusão de que a tecnologia digital tem um propósito geral de impacto na perfomance da economia e transformação de práticas em todas as dimensões da vida social: normas de consumo; modo de produção; formas de organização; etc.
      Histórico
    • 10. E-COMMERCE O Mito e a Realidade do e-commerce 1- Permite que as empresas passem por cima dos parceiros de canal; 2- As empresas podem usar a Internet como a única forma de conseguir novos clientes 3. As empresa do B2B com grandes sites na WEB estão aptas a eliminar substancialmente seus gastos com propaganda e promoção 4. Os sites na WEB devem fornecer todas as informações que os visitantes precisam 5. O sucesso de um site B2B é medido pelo tempo que um visitante permanece no site Hutt & Speh
    • 11. E-COMMERCE Comércio eletrônico, é a forma on-line de compra e venda. Pela internet, você pode adquirir os mais diversos produtos e serviços disponíveis na grande rede por meio das lojas virtuais. Definição
    • 12.
      • E-commerce intra-organizacional
        • Comunicações com o grupo de trabalho
        • Publicações eletrônicas
        • Produtividade da equipe de vendas
      • E-commerce empresa-cliente
        • Informação sobre o produto
        • Vendas
        • Serviços
        • Pagamento
        • Pesquisa de Mercado
      E-COMMERCE Tipos de e-Commerce
      • E-commerce interorganizacional
      • Gerenciamento de fornecedores
      • Gerenciamento de estoque
      • Gerenciamento de distribuição
      • Gerenciamento de canal
      • Gerenciamento de pagamento
    • 13. E-COMMERCE
      • B2B: comércio feito entre empresas;
      • B2C: comércio feito entre empresa e consumidor;
      • C2C: comércio feito entre consumidores;
      • G2C: comércio feito entre governo e consumidor;
      • G2B: comércio feito entre governo e empresas.
      Tipos de e-Commerce C to C
    • 14. E-COMMERCE Realizado entre empresas. Engloba todas as transações eletrônicas bens ou serviços efetuadas entre empresas. Tipos de e-Commerce – B2B Business to Business Fornecedores Primários (Du Pont) Resinas Plásticas Fornecedores Diretos (Johnson Controls) Bancos de Carros Produtores de Veículos (GM) Materiais de Compra utilizados nos automóveis Marketing B2B
    • 15. E-COMMERCE Tipos de e-Commerce – B2B Business to Business
      • Como a Internet é vista pelo profissional de Marketing B2B?
      • Um meio de comunicação para construir relacionamentos com os clientes
      • Um canal de distribuição alternativo
      • Um meio valioso para prestar serviços a clientes
      • Conduzir pesquisas de mercado
      • Um método para integrar os membros da cadeia de suprimentos
    • 16. Varejistas operando e-commerce - marca, confiança - relacionamento com o cliente - menor custo de aquisição de clientes - mídia permanente (materiais de apoio, propagandas...) Varejistas Virtuais Puras - Maior flexibilidade - Estrutura mais enxuta - Menor custo operacional - Maior agressividade tecnologica - Maior conhecimento individual do cliente E-COMMERCE Distingue-se pelo estabelecimento de relações comerciais eletrônicas entre as empresas e os consumidores finais. Tipos de e-Commerce – B2C Business to Consumer
    • 17. E-COMMERCE Tipos de e-Commerce – B2C Business to Consumer Loja Catálogo On-Line Cliente - Gratificação Imediata - Toque - Contato Humano - Venda de Conceito e Estilo de Vida - Portabilidade - Imagens de Alta Qualidade - Conveniência - Interatividade - Informação - Atualização Fonte: Multivarejo na Próxima Economia – Marcos Gouvêa de Souza e Alberto Serrentino
    • 18. Fonte: Multivarejo na Próxima Economia – Marcos Gouvêa de Souza e Alberto Serrentino “ % de consumidores que procuraram ou compraram bens anteriormente vistos em outro canal” Lojas Catálogo On-Line 26% 26% 25% 22% 39% 68% Tipos de e-Commerce – Cross-Channel E-COMMERCE
    • 19. E-COMMERCE Realizados por meio de uma plataforma eletrônica na Internet e intermediados por uma empresa que oferece a infra-estrutura tecnológica e administrativa. Tanto o comprador quanto o vendedor devem estar cadastrados no sistema e podem ser avaliados por todos os membros da comunidade de negócios pela quantidade de transações que já realizaram e pelas notas que receberam em cada transação, numa espécie de ranking dos bons negociadores. Tipos de e-Commerce – C2C Consumer to Consumer
    • 20. E-COMMERCE
      • Realizados por meio de uma plataforma eletrônica na Internet e e ngloba todas as transações electronicas efetuadas entre os indivíduos e o Governo (Administração Pública).
      • Exemplos de aplicações:
      • Educação - divulgação de informação, formação à distância;
      • Impostos - entrega das declarações, pagamentos, etc;
      • Saúde - marcação de consultas, informação sobre doenças, etc.
      Tipos de e-Commerce – G2C Goverment to Consumer
    • 21. E-COMMERCE Esta parte do comércio eletrônico engloba todas as transações realizadas on-line entre as empresas e o Governo (Administração Pública). Esta é uma área que envolve uma grande quantidade e diversidade de serviços, designadamente nas áreas fiscal, da segurança social, do emprego, dos registros e notariado, etc. O tipo de serviços tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos com os investimentos feitos em e-government. Tipos de e-Commerce – G2B Goverment to Business
    • 22. E-COMMERCE
      • Possibilidade de comprar a qualquer hora do dia, a qualquer dia da semana, de qualquer lugar, sem sequer precisar sair de casa;
      • Redução de custos para o fornecedor, que não precisa arcar com os altos custos da manutenção de lojas físicas, vendedores, etc, e para o consumidor também, já que o barateamento dos custos costuma chegar até ele no preço dos produtos e serviços adquiridos;
      • Rapidez. Tudo é realizado de forma instantânea, sem barreiras impeditivas, sem burocracia;
      Vantagens:
    • 23. E-COMMERCE
      • Mais opções e melhor acesso à informação, pois com poucos cliques na grande rede o consumidor é capaz de comparar preços, funcionalidades dos diferentes produtos de diferentes fabricantes e optar de forma consciente pelo que atende melhor suas necessidades;
      • Ampliação relevante do mercado, pois pessoas que, seja por questões geográficas, seja por questões econômicas ou sociais, estariam alijadas do mercado de consumo agora têm acesso ao mesmo mercado que qualquer habitante de grandes centros urbanos.
      Vantagens:
    • 24. E-COMMERCE
      • Dificuldades naturais para identificar as partes. Tanto comprador quanto vendedor podem estar maquiando sua real identidade, escorados na virtualidade do meio em que se contrata, o que demanda cautelas especiais no momento de encetar um negócio;
      • Riscos de segurança, associados aos dois primeiros itens acima;
      • Dificuldades probatórias da contratação, das especificações do produto, etc.
      Desvantagens:
    • 25. E-COMMERCE
      • Ausência de contato interpessoal direto, o que pode levar a uma justificável insegurança. Trata-se, na verdade, de uma contratação bastante impessoal, em que o elemento confiança adquire um peso ainda maior do que na contratação tradicional, presencial;
      • Impossibilidade de manipulação dos bens comercializados, um critério até então importante para a decisão do consumidor. Contudo, a sociedade de consumo massificou os bens de consumo, fazendo com que esse contato direto perca sua relevância paulatinamente;
      Desvantagens:
    • 26. E-COMMERCE Faturamento em bilhões de reais R$ 10,5 Valor estimado R$ 8,2 R$ 6,4 R$ 4,4 R$ 2,5 http://www.e-commerce.org.br/stats.php O Natal é a época de maior faturamento do comércio eletrônico: em 2008 faturou 1,25 bi representando 15,24% do faturamento anual de vendas pela web No Brasil: Cenário Atual e Estatísticas – Evolução do e-Commerce Cresce 76% Cresce 43% Cresce 30% Cresce 22%
    • 27. E-COMMERCE Fonte: WebShoppers da E-bit No Brasil: Cenário Atual e Estatísticas – Produtos mais Vendidos As 4 categorias abaixo representam 9,8 milhões de produtos vendidos, o que representa 48% do total das vendas de produtos pela web Informática 11% 2,2MM Beleza & Saúde 12% 2,4MM Eletrônicos 9% 1,8MM Livros 17% 3,4MM
    • 28. E-COMMERCE No Brasil: Cenário Atual e Estatísticas – Principais períodos de e - vendas Dados do E-bit para o ano de 2008 Período Faturamento Ticket Médio Crescimento em relação a 2007 Categoria destaque
    • 29. E-COMMERCE No Brasil: produtos c/ maior potencial de crescimento de vendas on-line
      • Compras repetitivas: comprados com frequência e na maioria das vezes da mesma marca e loja.
        • alimentos, bebidas alcoólicas, remédios, lentes de contato, vitaminas e perfumes;
      • Compras de alto valor: foco na escolha da loja e do modelo. Concretizada na loja.
        • TV, computadores, geladeiras, carros, som, vídeo, outros.
      • Compras diferenciadas: produtos difíceis de encontrar onde você mora.
        • equipamentos para esportes radicais ou hobbies, acessórios para veículos importados, comidas exóticas.
    • 30. E-COMMERCE No Brasil: Cenário Atual e Estatísticas – Perfil do e - Consumidor http://docs.google.com/gview?a=v&q=cache%3A3dny2l8sEpQJ%3Awww.camara-e.net%2F_upload%255Cperfil_e-consumidor.pdf+n%C3%BAmeros+de+e-consumidores+no+Brasil&hl=pt-BR&gl=br&pli=1
    • 31. E-PROCUREMENT Definição
      • O E-Procurement é o termo usado para descrever completamente o uso de métodos eletrônicos em cada estágio do processo da compra, identificada, desde a solicitação até o pagamento, e contrair informações de potencial a gerência executiva.
      • O sistema é uma aplicação Web,
      • e permite que os compradores
      • gerenciem suas compras e
      • otimizem seu tempo na redução
      • operacional em relação aos
      • sistemas de cotações
      • convencionais.
    • 32. Etapas E-PROCUREMENT
    • 33. Fluxo Operacional E-PROCUREMENT
    • 34.
      • O e-Procurement em sistemas de informação teve início nos sistemas EDI (Electronic Data Interchange). O EDI permite a troca de informação comercial entre duas ou mais organizações;
      • No final dos anos 90, a massificação da utilização da Internet rapidamente surgiu a necessidade de melhorar os sistemas de EDI já existentes, dado terem custos de
      • implementação e exploração mais
      • reduzidos. Deste modo, o
      • e-procurement foi alargado a
      • fornecedores e compradores de
      • menores dimensões, uma vez que
      • o EDI exigia investimentos muito
      • elevados;
      EDI (Eletronic Data Interchange) X E-Procurement E-PROCUREMENT
    • 35.
      • A cotação eletrônica pode ser de propriedade da empresa, ou contratada de terceiros, no qual é feito um e-Sourcing, para processo contratual;
      • Já o E-procurement é proveniente do desenvolvimento da própria empresa, que agrega outros sistemas informatizados, como: banco de dados, ERP e web solutions;
      • Neste caso, as informações ficam
      • ainda mais dinâmicas e automáticas.
      EDI (Eletronic Data Interchange) X E-Procurement E-PROCUREMENT
    • 36.
      • Redução de custos – com ligações, impressões, fax, tempo inoperacional e mão-de-obra;
      • Agilidade nas compras – redução do tempo que o comprador perderia digitando os valores das cotações no sistema, quem fez isso foi o próprio vendedor, lá no fornecedor.
      • Ganhos financeiros – aumento dos ganhos financeiros, pois o fornecedor se esforçará, para cotar o menor preço e desativa a opção de negociação, afim de obter o preço do concorrente;
      • Segurança – aumento da garantia de compra sempre do menor preço através do sistema eletrônico.
      Vantagens E-PROCUREMENT
    • 37. Definição E-MARKETPLACE
      • Espaço virtual onde se encontram alojadas várias aplicações comunicando entre si por meios eletrônicos, permitindo que vários compradores, fornecedores e parceiros de negócios possam encontrar e interagir através de vários serviços, tais como, suporte às transações comerciais e processos colaborativos de negócios;
      • Assim, um Marketplace é uma plataforma que permite transpor para o espaço virtual, para a Internet, um vasto conjunto de processos de negócio entre empresas, acarretando vantagens, democratizando a informação, conferindo às empresas um posicionamento mais competitivo.
    • 38. Definição MARKETPLACE E-MARKETPLACE Comércio Varejista Comércio Varejista
    • 39. Vantagens
      • Menor risco e custo de transação;
      • Expansão rápida da base de clientes e fornecedores;
      • - Baixos investimentos tecnológicos.
      E-MARKETPLACE
    • 40. Modelos de E-Marketplace - HORIZONTAL
      • Os e-markets horizontais procuram satisfazer necessidades comuns à grande maioria das empresas, independentemente do seu setor, e são caracterizados sobretudo por possuir nos seus catálogos, artigos indiretos ou serviços de interesse para a generalidade das empresas, independentes dos setores de atividade onde atuem.
      E-MARKETPLACE
    • 41. Modelos de E-Marketplace - VERTICAL - Nos e-markets verticais são transacionados todos os materiais que integram a cadeia de produção de um determinado setor de atividade, como, por exemplo, o setor de automóvel ou a indústria do calçado onde atuem. E-MARKETPLACE
    • 42. Exemplos de E-Marketplace E-MARKETPLACE C2C B2B B2C
    • 43. PRODUTIVIDADE E INTERNET
      • O potencial da internet no aumento de produtividade se manifesta de várias formas, como:
      • - Pela redução de custos de muitas transações necessárias à produção e distribuição de bens e serviços;
      • Pelo aumento na eficiência na gestão das cadeias de suprimentos;
      • - Pelo aumento na competição, tornando os preços mais transparentes e alargando mercados para compradores e vendedores, podendo resultar em mercados mais competitivos.
      Impacto da Internet na Produtividade
    • 44. PRODUTIVIDADE E INTERNET Padrão de interoperabilidade entre redes distintas estabelecendo uma distinção radical entre o Gerenciamento de serviços de rede e o Gerenciamento do meio físico. Descentralização da administração da Internet. Possibilidade de criação de conteúdo, informação e serviço com acesso controlado e através de uma tecnologia flexível. Impacto do padrão aberto na inovação e no preço, onde a convergência globbal aumentou cada vez mais a competitividade dos operadores, forçando os preços para baixo e incentivando a inovação. Razões para o Sucesso da Internet
    • 45. ECONOMIA DIGITAL
      • - Segunda Revolução Industrial
      • - Informação
        • - Produção da informação
        • - Versões
        • - Bem experienciável
        • - Rentabilidade da atenção
      • Tecnologia
        • ENIAC -> PC -> Internet
    • 46. ECONOMIA DIGITAL Uma nova Infraestrutura para Economia O desenvolvimento de atividades econômicas através de redes, se iniciou muito antes do surgimento da Internet. Nos anos 70 muitos sistemas de transação via redes, começou a surgir principalmente nos mercados de finança, transporte aéreo e Energia. O comércio eletrônico não surgiu exclusivamnente da Internet, mas sim dos beneficios obtidos das experiencias do caminho do ICT na evolução das modalidades de coordenação da Economia. (Brosseau and Rallet 1999).
    • 47. ECONOMIA DIGITAL Uma nova Infraestrutura para Economia Qual a especificidade da internet quando ela se torna o meio da coordenação Econômica? 1 - Sua característica universal faz com que seja possivel integrar e coordenar todos os níveis do negócio: do produtor de matéria prima à entrega ao consumidor final. 2 – As ferramentas de multimidia fazem com que seja possivel disponibilizar informação e serviços com grande variedade de comunicação, diferenciação e estratégia de curto prazo. 3 – Precisão e controle de informações torna possivel estabelecer novas modalidades de integração entre os agentes econômicos. Através de processos hibridos (free and cost), dando origem a outro modelos de negócios.
    • 48. ECONOMIA DIGITAL Uma Visão Enganosa A infraestrutura universal, multimedia, decentralização de fato deram à Internet três essenciais funcionalidades que a tornou vetor da transformação da economia. 1 – Plasticidade: A habilidade de agregar novos participantes na rede. 2 – Transversatilidade: A capacidade de integrar usuários independetemente de sua visão política, economica ou social 3 – Seletividade: capacidade de fazer uma seleção na troca de informações, de acordo com a natureza dos remetentes e destinatários, do tipo de canal, etc. (um pra um, um para todos, todos para todos, etc) Da Internet à Economia Digital
    • 49. ECONOMIA DIGITAL Uma Visão Enganosa Sob o controle de uma tecnologia de alta performance, com outros recursos e menos submetida a uma hierarquia burocrática, tem-se a visão de que a economia também deveria ser tal qual a tecnologia. No entanto os fatos denotam o contrário, quanto maior a tecnologia envolvida, mais elementar, prático, seguro e transparente. Resultado: A revolução digital pode produzir efeitos inesperados como: mercados tendendo a uma maior INDIVIDUALIZAÇÃO do que maior instabilidade, hierarquias tendendo a maior maleabilidade do que maior eficiência e o maior de tudo, a informação se tornando um entrada “free” do que uma valorosa saída. (Ex. Vestido de Noiva / Artigos Luxuosos) Da Internet à Economia Digital
    • 50. ECONOMIA DIGITAL O Segundo Paradigma da Economia Digital Desmaterialização A informação já não possui propriedade física, mas é a mais importante ferramenta considerada pelo consumidor do ponto de vista de disponibilidade, usabilidade e confiança no produto. Assim como nos CDs e DVDs que migraram dos discos de vinil e agora estão disponíveis em outros formatos, sem qualquer necessidade de tê-los fisicamente. Da Internet à Economia Digital
    • 51. ECONOMIA DIGITAL O Segundo Paradigma da Economia Digital Intensidade da informação Numa extremidade os produtos se Tornam commodities sem qualquer diferencial e do outro a informação e o serviço a ele agregados o fazem diferente de todos os outros e aplicável para uma necessidade específica de mercado. Da Internet à Economia Digital
    • 52. Definição ECONOMIA DIGITAL
      • Economia baseada em tecnologias digitais:
      • Redes de comunicação digital (internet, intranets, redes privadas);
      • Computadores;
      • Softwares e outras tecnologias relacionadas.
      • Na Economia da Informação, as redes digitais e infra-estruturas de comunicação proporcionam uma plataforma global a partir do qual indivíduos e organizações interagem, comunicam-se, colaboram e buscam informações.
    • 53. Características ECONOMIA DIGITAL
      • Na economia digital a informação em todas suas formas tornou-se digital:
      • - Reduzida a bits armazenados em computadores e correndo na velocidade da luz por redes.
      • É também uma economia do conhecimento, baseada na aplicação do know-how humano a tudo o que produzimos, e como produzimos.
      • Mais e mais valor agregado será criado pelo cérebro e não pela força.
      • - Quer as pessoas ajam como consumidoras ou produtoras, a incorporação de idéias será crucial para a criação da riqueza.
      • - Esta é uma era de interligação em rede não apenas da tecnologia, mas também de seres humanos, organizações e sociedade.
    • 54. Organizações e Economia Digital ECONOMIA DIGITAL
      • TAMANHO do engajamento das organizações na Economia Digital
      • 1- Participação de clientes em relação ao total de internautas
      • 2- Dimensão da rede de e-mails (inter e extra company);
      • 3- Quantidade de operações via web.
      • - RAZÃO do engajamento das organizações à Economia Digital
      • 1- Necessidade de Recursos;
      • 2- Expectativas para reduções de custos;
      • 3- Acessos a novos mercados;
      • 4- Relação custo Benefício da Tecnologia Digital.
      • NATUREZA do engajamento das organizações à Economia Digital
          • 1- Comunicação via e-mail;
          • 2- Presença na Web;
          • 3- Transações Compra e Venda – Catálogo Online;
          • 4- Integração em Tempo Real.
    • 55. Definição: Indivíduos e organizações situados em uma “ecologia” de redes ECONOMIA DIGITAL Fonte: Carley (1999) PESSOAS CONHECIMENTO ORGANIZAÇÕES PESSOAS Rede Social Rede Conhecimento Rede Trabalho Laço Fenômeno Aprendizado Who Knows who Estrutura social Aprendizado estruturado Who know what Cultura Aprendizado individual Who works where Demografia organizacional Turnover based learning CONHECIMENTO Rede Informações Rede Competências Laço Fenômeno Aprendizado What informs what Formação intelectual Descoberta What is where Competência Essenciais P&D Aprendizdo Estratégico ORGANIZAÇÕES Inter-Organizacional Laço Fenômeno Aprendizado Conexões Organizacionais Estrutura da indústria Mímica, adoção de pr
    • 56. Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers ESTUDO DE CASO Erik Brynjolfsson Michael D. Smith Sistemas de Informação – NPA 810
    • 57.
      • Modelo de Bertrand;
      • Representa a visão extrema da eficiência do mercado;
      • O modelo de Bertrand pressupõe que os produtos são perfeitamente homogêneos, os consumidores sejam informados de todos os preços, há a entrada livre no mercado, um grande número de compradores e vendedores, e zero os custos de pesquisa. Este cenário gera uma concorrência puroa de preços : o varejista com o preço mais baixo recebe todas as vendas e em consequência, os preços são levados a custo marginal
      ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 58. Definição pré-estudo do mercado digital: - A Internet é um mercado quase perfeito, porque a informação é instantânea e os compradores podem comparar as ofertas dos vendedores todo o mundo. O resultado é uma concorrência feroz, diminuindo diferenciação do produto, e desaparecendo fidelidade à marca. ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
      • O ESTUDO – 02/1998 até 05/1999
      • Realizado com Livros e Cds (Produtos Homogêneos);
      • 8500 observações de preços durante 15 meses;
      • 41 lojas consultadas (internet e mercado convencional)
    • 59.
      • CONCLUSÕES DO ESTUDO
      • PREÇOS:
      • Preços da Internet são menores que os preços dos mercados convencionais;
      • Livros – preço em média 9% menor (diferença média de US$ 2,16)
      • - CDs – Preço em média 16% menor (diferença média de US$2,58)
      ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
      • EXPLICAÇÕES
      • Menor custo estrutural;
      • Menor custo operacional;
      • Menor custo de entrada no mercado ( só é necessário um site e relacionamento com os fornecedores)
    • 60.
      • CONCLUSÕES DO ESTUDO
      • AJUSTES DE PREÇOS
      • A internet ajusta mais vezes os preços e em escalas menores;
      • Livros: menor ajuste da internet foi US$0,05 contra US$0,35 do mercado convencional;
      • CDs: menor ajuste da internet foi US$0,01 contra US$1,00 do mercado convencional
      ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 61. ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers CONCLUSÕES DO ESTUDO AJUSTES DE PREÇOS
    • 62.
      • CONCLUSÕES DO ESTUDO
      • AJUSTES DE PREÇOS - EXPLICAÇÕES
      • A internet não possui custo de mudança;
      • A mudança na internet é instantânea;
      • Custo elevado no mercado convencional com a etiquetagem e mão de obra.
      ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 63.
      • CONCLUSÕES DO ESTUDO
      • DISPERSÃO DE PREÇOS
      • A dispersão de preços é maior na internet que nos mercados convencionais;
      • Livros: preços diferem em média 33%
      • CDs: preços diferem em média 25%
      • Na maioria das vezes os preços mais baratos não são os que recebem mais pedidos.
      ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 64. CONCLUSÕES DO ESTUDO DISPERSÃO DE PREÇOS- EXPLICAÇÕES - A confiança do consumidor na “marca” é o diferencial, o que permite alguns sites “famosos” aumentarem seus preços e manterem o nível de vendas - A confiança assume esta importância nos mercados eletrônicos devido ao espaço e separação temporal entre compradores e vendedores, não envolvendo troca simultânea de dinheiro ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 65. Estudos sugerem que há uma variedade de maneiras varejistas pode ser capaz de sinal de confiança em um mundo on-line: - Links de outros sites confiáveis: Confiança pode ser sinalizado através de ligações de confiança indivíduos (por exemplo, programas do associado) ou links de sites respeitados (por exemplo, Barnes e Link Nobre da versão online do livro revisão New York Times) (Brynjolfsson e Smith, 1999). - Informações imparciais sobre o produto: Serviços de recomendação pode aumentar a avaliação imparcial de um varejista e a confiança entre os consumidores. - Marca convencionais existentes mundo: Ter uma marca no mundo convencional pode ser um sinal de confiança e suavizar a concorrência de preços. Os varejistas com sede convencional são capazes de cobrar um preço de 8% a 9% maiores que os fornecedores pure-play varejistas Internet. ESTUDO DE CASO Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • 66. web 1.0 to 2.0… TENDÊNCIAS
      • Mobile
      • ringtones, wallpapers
      • downloads musicas
      • Mobile Tecnologia 3G
      • patrocínio dos conteúdos ao vivo da WebTV para celulares
        • ESPN
      • venda dos conteúdos da WebTV para as operadoras
        • Grupo Estado
      Web 2.0 Web 1.0 para Web 2.0 banner ads / IPO’s Page rank / adsense Mídia Social
    • 67. TENDÊNCIAS
    • 68. Bibliografia
      • BRYNJOLFSSON, E.; SMITH, M. Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers. Working Paper. 1999b.
      • ORLIKOWSKI, W. The Truth is Not Out There: An Enacted View of the “Digital Economy”.
      • Eric Brousseau et Nicolas Curien (ed.), "Internet and Digital Economics", Cambridge University Press, 2007.
      • http://www.amazon.com
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      MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS Sistemas de Informação – NPA 810