JOVET 2013

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Palestra apresentada em 25 de setembro de 2013

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JOVET 2013

  1. 1. Heidi Ponge Ferreira h.ponge@gmail.com (11) 9 9564 5030 heidi.pongeferreira heidiponge Heidi Ponge Ferreira
  2. 2. 1988 Michigan State University trabalhos em abrigos locais 1990 proprietária de The Cat Clinics of Roswell trabalhos em órgãos de controle animal Gwinnet County Animal Control 2007 trabalho em tempo integral para ASPCA Treina veterinários e agentes da lei e do
  3. 3. 1881 - 1ª entidade britânica de proteção ao menor: Society of The Prevention of Cruelty to Children num encontro de proteção animal em Liverpool Society for the Protection of Animals “Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vítima.” Alphonse de Lamartine (1790-1869)
  4. 4. VÍTIMA “Pessoa que, individual ou coletivamente tenha sofrido danos, inclusive lesões físicas ou mentais, sofrimento emocional, perda financeira ou diminuição substancial de seus direitos fundamentais, como consequências de ações ou omissões que violem a legislação penal vigente, ... incluída a que prescreve o abuso de poder.”
  5. 5. é o ofendido ou lesado, aquele que sofre ação ou omissão do autor do delito; sujeito passivo ou titular do bem jurídico lesado (a vida, a liberdade, o patrimônio, etc) Os animais são objetos materiais como as coisas inanimadas e não podem ser sujeitos passivos
  6. 6. VITIMIZADO meios de vitimização relações com o vitimizador Aplica-se ao meio ambiente. Justiça Restaurativa anulação de desigualdades entre as formas de vida
  7. 7. ―Sintomas‖ de/para Identificação arranhaduras em braços e pernas Roupas ―peludas‖ estilo casual ―desleixado‖ vestir e morar prefere gastar com gatos do que com cuidado pessoal ―descabelada‖
  8. 8. CONSCIÊNCIA DE LIMITE
  9. 9. Síndrome de Diógenes ISOLAMENTO VOLUNTÁRIO por ruptura de relações sociais AUTONEGLIÊNCIA abandono de higiene, saúde, nutrição NULA CONSCIÊNCIA do problema RENEGA mudança de vida ou conduta ACÚMULO DE LIXO AMBIENTE SUJO SITUAÇÃO DE MISÉRIA APARÊNCIA COMPROMETIDA
  10. 10. Síndrome de noé
  11. 11. www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1083622-colecionar-animais-pode-ser-disturbio-obsessivo-compulsivo.shtml
  12. 12. alta densidade populacional
  13. 13. animais soltos no entorno
  14. 14. ninhadas múltiplas
  15. 15. Abandono Direcionado
  16. 16. comprometimento funcional dos espaços
  17. 17. PEDIDOS DE AJUDA
  18. 18. Levantamento de Recursos ou Estelionatos ?
  19. 19. Estelionatos
  20. 20. FALECIMENTOS
  21. 21. Entorno Miserável
  22. 22. INTERVENÇÃO CRIMINAL Animais = evidência manter em custódia judicial. Caso/processo(s) demora meses ou anos. Berry et al, “ Long-term outcomes in animal cases” 4. Animal Law, 11: 167-194, 2005
  23. 23. 13 casos pode haver um esforço dos agentes interventores para desenvolver um relacionamento (amigável) com os acumuladores para trabalhar com eles por uma solução apropriada I. Um modelo Alternativo
  24. 24. Matéria da Folha UOL sobre Raimunda
  25. 25. Colecionadores..sentem que tem a missão de evitar a morte dos animais. possuem vários animais e são capazes de cuidar bem deles...surge um desiquilíbrio... algum tipo de perda, seja financeira ou de alguma pessoa querida.
  26. 26. A melhor estratégia para começar a recuperação é criar um ambiente estável ... Muito difícil conseguir que as pessoas se desfaçam de seus bichos. Colecionadoras de animais hoje livres do problema não percebiam o problema.
  27. 27. 1 liberdade fisiológica (ausência de fome e de sede) 2 liberdade ambiental (edificações adaptadas) 3. liberdade sanitária (ausência de doenças e de lesões) 4. liberdade comportamental (comportamentos normais) 5. liberdade psicológica (ausência de medo/de ansiedade)
  28. 28. MAUS TRATOS EVIDENTES MEDIAÇÃO PREVENÇÃO
  29. 29. Infância juventude maturidade meia-idade senilidade diógenesTOC / consumo hipocondria vínculo com animais drogas de abuso distúrbios cognitivos separação / morte ―bullying‖ abuso sexual depressão VULNERABILIDADE ao CRIME e / ou ESTELIONATO Referências: depoimentos em histórico de anamnese ―CONFISSÕES‖
  30. 30. OCULTAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO IDENTIDADE CIVIL OU JURÍDICA PROTEÇÃO JURÍDICA OU SIGILO
  31. 31. • Peso e condição corporal do animal; TACC – Tuft´s Animal Care and Condition • Mensuração de volume e valor nutricional do alimento; • Composição Corpórea Privação de alimento ( FOME ) causa alterações enzimáticas e orgânicas próprias. Allen, T.A., Toll, P.W. 1995 Medical implications of fasting and starvation. In Kirk´s current veterinary therapy XII:Small animal practice.
  32. 32. SISTEMA DE AVALIAÇÃO CORPORAL por parâmetros visuais ANIMAL SUBALIMENTADO (caquexia extrema) • costelas visíveis • vértebras lombares visíveis à distância; • ossos pélvicos • gordura corporal • massa muscular não discernível; ANIMAL SUBALIMENTADO (comprometimento leve) • costelas • topo de vértebras lombares visíveis; • ossos pélvicos pouco visíveis; • gordura corporal pouco palpável; • cintura e reentrância abdominal evidentes;
  33. 33. ANIMAL IDEAL (alimentado sem excessos) • costelas palpáveis; • costelas um pouco visíveis; • cintura um pouco visível; • abdômen retraído; NOTA: expectativas exageradas = sobrepeso ou obesidade = comprometimento da saúde animal Direitos Autorais de Uso de Imagens NESTLÉ PURINA Laflamme,D.P. Development and Validation of a Body Condition Score System for Dogs. Canine Practice 1997
  34. 34.
  35. 35. TERRENO CASA GAIOLA CORRENTE
  36. 36. 1. Entorno social ( Etnoveterinária – sociologia ); 2. Inspeção Zoosanitária Padrão (critérios de Saúde Pública); 3. Condição alimentar, nutricional, hídrica (ou carência); recipientes e estoques de alimento / de água 5. Dimensões do recinto / jaula e condições de confinamento; local para movimento e descanso (ou privação); 6. Acesso a ar e luz (ou privação); 7. Guarda responsável‖ ( ou omissão, imprudência) contensão, condução, agressão; 8. Treinamento vicioso (ou imperícia, imprudência) : petrechos, objetos, contensão; 9. Trabalho (petrechos de trabalho / provocação / castigo) 10. Abandono(omissão) /descaso (negligência) - invasão de domicílio; Condução da Ocorrência - Relativos ao Local
  37. 37. Condução da Ocorrência - Relativos ao Objeto de Perícia 1. espécie(s) envolvidas, número de cada espécie; 2. Identificação ( transponder ou chip, tatuagem, anelação, resenha técnica reconhecimento ( confronto e “atende por nome próprio” ) 3. Fotografação / Transponder 4. ―Corpo de Delito” Animal: 1. Estado nutricional e exterior descritivo, 2. Alterações de pelame / plumagem, 3. Lesões, ferimentos, soluções de continuidade, cicatrizes. 4. Amputação o ausência de membros, órgãos, anexos, 5. Amostras para identificação genética e exames complementares; 5. SINAIS DE DOR; 6. SINAIS DE MEDO; 7. SINAIS DE ESTRESSE = síndrome geral de adaptação
  38. 38. 8. Aspectos comportamentais gerais 1. relação com humanos (obediência, dominância, sociabilidade) 2. agressividade (dirigida a pessoas, adultos, crianças ou minorias ao manuseio ou trato, no convívio, entre outros cães, entre animais) 3. territoriabilidade 4. localização e espaço de fuga / postura 5. latidos e vocalizações 9. Avaliação encontrada no contexto social: 1. Utilidade (companhia, segurança, trabalho, exibição) 2. Valoração (estimativa de valor alegado, presumível, sentimental)
  39. 39. Bibliografia
  40. 40. • The Hoarding Handbook: A Guide for Human Service Professionals Christiana Bratiotis, Cristina Sorrentino Schmalisch, Gail Steketee, 2011 • Stuff: Compulsive hoarding and the meaning of things [Contains a chapter on animal hoarding] Randy Frost and Gail Steketee, 2010 • A theoretical perspective to inform assessment and treatment strategies for animal hoarders Gary Patronek and Jane N Nathanson, Clincal Psychology Review, 2009 • Animal hoarding: Slipping into the darkness of co-morbid animal and self- neglect Jane N Nathanson, J Elder Abuse and Neglect, 2009 • The case of Barbara Erickson and her 552 dogs Arnold Arluke and Celeste Killeen, 2009 • ANIMAL HOARDING: Structuring Interdisciplinary Responses to Help People, Animals, and Communities at Risk Gary Patronek, Lynn Loar and Jane N Nathanson, eds, 2006
  41. 41. • Long-term outcomes in animal hoarding cases Colin Berry, Randy Lockwood, and Gary Patronek, Animal Law, 2005 • Normalizing passive cruelty:The excuses and justifications of animal hoarders Arnie Arluke and Maria Vaca-Guzman, Anthrozoos, 2004 • Health implications of animal hoarding HARC, Health & Social Work, 2002 • Press reports of animal hoarding Arnold Arluke & HARC, Anthrozoos, 2002 • The problem of animal hoarding Gary Patronek, Municipal Lawyer, 2001 • People who hoard animals Randy Frost & HARC, Psychiatric Times, 2001 • Hoarding of animals: an under-recognized problem in a difficult to study population Gary Patronek, Public Health Reports, 1999 • Tufts Animal Care and Condition Scales Lori Donley and Gary Patronek, 2001 These scales were also published in the textbook of Shelter Medicine, by Drs Lila Miller and Steve Zawistowski.
  42. 42. Heidi Ponge Ferreira h.ponge@gmail.com (11) 9903 8799 heidi.pongeferreira heidiponge Heidi Ponge Ferreira
  43. 43. The Link Between Violence Against Animals & Against Humans The Violence Connection juízes, promotores e outros profissionais da esfera legal, psiquiatras, familiares, professores e forças policiais
  44. 44. O CASO MANÍACO DA CANTAREIRA
  45. 45. O CASO MANÍACO DA CANTAREIRA
  46. 46. Fazenda em Franco da Rocha 731 quilômetros quadrados Juqueri
  47. 47. blog.caosemdono.com.br Denúncia em Franco da Rocha Foram quase 100 kg de ração em menos de 3 horas dentro do hospital. mais ou menos uns 150 animais e dois cavalos.
  48. 48. O Caso Franco da Rocha - Parte 2 Conseguimos doar os dois cavalos. Recolhemos 9 filhotes. Sra. Lurdinha (diretora do complexo) autorizou ceder um espaço:
  49. 49. Cadáveres com dezenas de perfurações a faca... Ademir Oliveira do Rosário ...confessou o crime... Já fora condenado por atentado violento ao pudor e homicídio. Cumpria pena no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Franco da Rocha, em regime semi-aberto. Veja São Paulo - O portal da cidade 03 OUT
  50. 50. 30.09.2007 O que diz o psiquiatra que deu o último laudo sobre o homem que matou dois adolescentes? “Ele era, tecnicamente falando, um psicopata”, avalia o psiquiatra Charles Kiraly. “Eu disse que ele era perigoso, que tinha periculosidade. A possibilidade dele reincidir é grande” tv globo
  51. 51. O Globo – 27 de Setembro de 2007 Maníaco confessa morte de irmãos e é suspeito de abusar de 11 jovens O assassino disse que teve visões de animais, como leões [...] [...] os jovens foram mortos com uma faca de cozinha... [...] ele chegou a ter relações sexuais depois de morto (necrofilia).
  52. 52. 27 de maio de 2007
  53. 53. Hellman e Blackman (1966) TRÍADE: 1. maus-tratos 2. atear fogo 3. enurese 45 % crimes violentos
  54. 54. Karlsson 1997 Lesões múltiplas profundas e violentas sugerem envolvimento e risco à pessoa próxima do agressor.
  55. 55. CRUELDADE COM ANIMAIS x VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHERES: UMA CONEXÃO REAL Maria José Sales Padilha Psicóloga e Mestre em Educação Georgia State University USA DATA: março a agosto de 2010 LOCAL :Pernambuco: Jaboatão dos Guararapes e Recife Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher AMOSTRAGEM B.O. de mulheres de várias classes sociais “Lei Maria da Penha” Lei 11.340 de 07/08/2006 453 questionários respondendo 9 perguntas.
  56. 56. PERFIL DA VÍTIMA: 1. Motivo da ocorrência 37% violência física 28 % violência sexual 2. Idade das vítimas 52 % + de 30 anos 32 % +de 25-30 anos 3. Escolaridade da vítima 43% Ensino Fundamental Incompleto 32% Ensino Fundamental Completo 4. Vítima possui animais em casa? 25% não possui animais 44% cães 26% gatos 5. O agressor já foi violento com os animais da casa ou com outros animais? 51% já foi violento com os animais
  57. 57. PERFIL DO AGRESSOR: • Qual(is) tipo(s) de violência para com os animais? 50% espancamento físico 30% privação 22% chantagem • Idade do agressor 79 % + de 30 anos 14% + de 25 a 30 anos • Escolaridade do agressor 13% Analfabetos 30% Ensino Fundamental Incompleto 33% Ensino Fundamental Completo
  58. 58. 9. Agressor segundo sua proximidade familiar 27% companheiro 27% marido 23% ex-companheiro 16% ex-marido
  59. 59. Aggression and Violent Behavior Volume 12, Issue 5, 2007, 493- 507 Crime Classification and Offender Typologies Serial Murder and the Psychology of Violent Crimes 2008
  60. 60. 1998 Cruelty to Animals and Interpersonal Violence: Readings in Research and Application 1998 Child Abuse, Domestic Violence, and Animal Abuse: Linking the Circles of Compassion for Prevention and Intervention 2001 Safe Havens for Pets: Guidelines for Programs Sheltering Pets for Women who are Battered. Children and Animals: Exploring the Roots of Kindness The International Handbook of Theory and Research on Animal Abuse and Cruelty
  61. 61. Suspeita de trauma não – acidental no animal sistemática o diagnóstico Síndrome da Criança Espancada por analogia denominado Síndrome do Animal Espancado
  62. 62. Indicadores: • Relatos de histórias discrepantes sobre o trauma • Os envolvidos não querem ou não conseguem explicar o que ocorreu no episódio do trauma • As explicações sobre o trauma são vagas • A narrativa não é compatível com a gravidade da apresentação clínica • Não há demonstração de preocupação com o animal — naturalização do trauma • Recorrência de acidentes com animais no ambiente familiar • Nos acidentes recorrentes são acionados distintos serviços de saúde e profissionais para dificultar a detecção das causas reais • Episódios ou mortes violentas entre os membros humanos da família FATOR DE RISCO RELATIVO À FAMÍLIA
  63. 63. Indicadores: • Traumas múltiplos • Lesões com estágios evolutivos distintos • Sinais comportamentais não usuais do animal • Raça: pit bulls e rottweilers • Sexo: machos caninos • Idade: cães e gatos menores de dois anos de idade e idosos FATOR DE RISCO : EVIDENCIA NO EXAME CLÍNICO DO ANIMAL
  64. 64. Indicadores: • Sexo masculino • Usuários de drogas • Pertencentes a segmentos sociais menos favorecidos • Portadores de Síndrome de Münchausen FATOR DE RISCO RELATIVO AO AGRESSOR
  65. 65. Cruelty to Animals and Interpersonal Violence: Readings in Research and Application Frank Ascione 1998
  66. 66. Child abuse, domestic violence, and animal abuse: linking the circles of compassion for prevention and intervention Editores: Frank R. Ascione Phil Arkow 1999
  67. 67. Animals, the Law and Veterinary Medicine: A Guide to Vetrinary Law Orland A. Soave 4ª Ed. 2000
  68. 68. Criminal Poisoning: An Investigational Guide for Law Enforcement, Toxicologists, Forensic Scientists, and Attorneys John H. Trestrail 2000
  69. 69. Animal Cruelty: Pathway to Violence Against People Kathleen M. Heide 2003
  70. 70. Into the Minds of Madmen: How the FBI's Behavioral Science Unit Revolutionized Crime Investigation Don DeNevi John H.Campbell Stephen Band John E. Otto
  71. 71. Brute Force: policing animal cruelty Arnold Arluke. 2004
  72. 72. Children and Animals: Exploring the Roots of Kindness and Cruelty Frank R Ascione 2005
  73. 73. Domestic violence at the margins readings on race, class, gender, and culture edited by Natalie J. Sokoloff/ Chiristina Pratt 2005 7. The Intersectionality of Domestic Violence and Welfare in the Lives of Poor Women Jyl Josephson
  74. 74. Forensic investigation of animal cruelty: a guide for veterinary and law enforcement professionals Leslie Sinclair Melinada Merck 2006
  75. 75. Silent Victims: Recognizing and Stopping Abuse of the Family Pet Tom Flanagan Pamela Carlisle- Frank 2006
  76. 76. Veterinary forensics : animal cruelty investigations Melinda Merck 2007
  77. 77. Introduction to veterinary and comparative forensic medicine John E. Cooper Margaret E Cooper 2007
  78. 78. O cientista deve ter a consciência de como o seu trabalho pode criar uma vida melhor.... A motivação de ser bom vem da consciência de sua importância na vida das pessoas. Roberto Shinyashiki ( psiquiatra ) Trabalhe com amor no coração / setembro de 2007
  79. 79. Murar o medo, por Mia Couto Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. Para enfrentar as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania. Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de ―eles‖.
  80. 80. Heidi Ponge Ferreira h.ponge@gmail.com (11)9 9903 8799 heidi.pongeferreira heidiponge Heidi Ponge Ferreira

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