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Conflito Entre Israel E Palestina
 

Conflito Entre Israel E Palestina

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Esse slide aborda o conflito entre israelenses e palestinos, levantando um histórico e traçando as principais características que envolve tal conflito.

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  • ANDERS BEHRING BREIVIK, da Noruega não é um assassino, é um idealista, assim como foi Che Guevara e outros, que arriscaram suas vidas e liberdade, em prol da humanidade. E. como o próprio Anders da Noruega declarou: 'foi cruel, mas necessário'. Com seu ato, ao eliminar os islamitas e seus simpatizante, ele teve a intenção em alertar o mundo sobre os perigosos muçulmanos, que se infiltram na Europa e em outros países civilizados, sob qualquer pretexto, e na primeira oportunidade fazem terrorismo nos países que os acolheram.



    Alguns exemplos: na França, queimam as propriedades dos ocidentais, sob qualquer pretexto, e contratam desocupados para fazerem o “serviço”, em conjunto, para não serem incriminados. E, onde podemos observar que todas as Igreja estão pichadas, e apenas as Mesquitas não estão. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estaria. Na Rússia, mataram dezenas de crianças numa escola, mas ali não puderam negar a autoria. Na Itália, oito islamitas apenas, em poucos meses, estupraram mais de 600 (seiscentas) meninas de 12 a 16 anos de idade, obviamente virgens, o que foi amplamente divulgado. Na Inglaterra incendiaram várias cidades inglesas, somente porque um islamita foi morto pela polícia, e também estupram meninas inglesas. Nos USA todos sabem o que aconteceu, porque foi amplamente divulgado. No Brasil, um brasileiro que matou vários estudantes num colégio, tinha ligações com terroristas islâmicos, inclusive pela Internet.



    Portanto, podemos deduzir que todos os assassinatos nas escolas, no mundo inteiro, mesmo não sendo efetuados por muçulmanos, os atiradores são recrutados por eles.



    Islamismo não é religião, é Seita Pedofílica e política, com suas leis próprias, nas quais a pedofilia é legalizada por lei do Islã. Qualquer muçulmano jovem ou velho, pode casar com meninas de 9 (nove) anos de idade, para suas orgia pedofílicas, e quando morrem nessas orgias, apenas são substituídas por outras vítimas infantis. Alegam que é costume, para justificarem suas perversões sexuais. Os islamitas seguem o exemplo do pedófilo Maomé (Mohamed), que chamam de profeta, e cuja última esposa, a Ayshah, tinha apenas 8 (oito) anos de idade.



    Antes do ato de Anders Behring Breivik, a Nova Ordem dos Templários não era conhecida, agora essa Sociedade Secreta se espalhou pelo mundo inteiro, com milhares de seguidores, que estão aumentando a cada dia. Se era esse o objetivo de Anders, a divulgação, então conseguiu!!! E, a Islamofobia se fortificou pelo mundo civilizado, graças ao corajoso Anders de Noruega.
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  • Antes de mais nada, islamismo não é uma religião, mas, uma Seita Pedofílica e política, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.



    A realidade: os cristãos ou membros de outras religiões não enviam assassinos para matar no Oriente Médio, porém, os muçulmanos enviam suas facções Terroristas, sob o pretexto que são 'Fundamentalistas Islâmicos', para matar no Ocidente.

    Muçulmanos recolhem dízimos nas Mesquitas, para o Terrorismo, então são cúmplices.



    No Oriente Médio, constantemente, estupram, mutilam e matam cristãos e membros de outras religiões.



    Por que então, temos que os tolerar na Europa e em outros países civilizados, se eles nos odeiam e nos matam?



    Os islamitas seguem, rigorosamente, o que está escrito no CORÃO (escrito pelo pedófilo Maomé, que chamam de Profeta), por esse motivo a PEDOFILIA é legalizada pela lei do ISLÃ.



    Também, nesse livro satânico que chamam de sagrado, o CORÃO, está escrito que todos têm que serem convertidos ao islamismo ou assassinados, de acordo com a tal 'Guerra Santa', que de santa não tem nada.



    Nos noticiários, poderemos saber das atrocidades que praticam nas indefesas aldeias e pequenas cidades da África: estupram suas meninas e jovens, e matam todos os homens, para que não mais procriem: os 'Cães Infiéis, ao Maomé' (como chamam todos que não são muçulmanos). Em seguida obrigam suas vítimas a colocar o véu, e as transformam em muçulmanas, contra a vontade delas.



    Depois alegam, decaradamente, que islamismo é a 'religião' que mais cresce no mundo.



    Entre outras perversidades: estupros de mais de seiscentas meninas e adolescentes, obviamente virgens, como foi amplamente divulgado na Itália. Na Inglaterra estupraram centenas de meninas, também amplamente divulgado. Assim como em todos os países europeus, onde estão infiltrados, acontece a mesma coisa.



    Ainda, picham todas as Igrejas nos países europeus, que os acolheram, onde podemos observar que apenas as Mesquitas não estão pichadas. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estariam.



    Depois reclamam da ISLAMOFOBIA?



    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do mundo, a chaga da humanidade, o islamismo, e suas perversões sexuais: a pedofilia
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  • A Suprema Corte da Espanha, revogou a lei que proibia o uso de véu e os devidos trajes das muçulmanas, porque recebeu ameaças da IRMANDADE MUÇULMANA!!!



    Assim como, todos os MOVIMENTOS contra os islamitas na Europa, logo são silenciados, porque as Organizações recebem ameaças de morte, pela IRMANDADE, nas quais estão incluindo os familiares.



    É terrorismo oculto, feito através do TELEFONE.



    Obs.: Também, sob ameaça de morte, forçam que se converta ao islamismo.



    Os muçulmanos se impõem na Europa, através de ameaças de morte ou ameaças de incêndios provocados, seja numa residência ou instituição pública, como foi o caso da Suprema Corte da Espanha.



    Exemplo claro: o caso do político holandês, que quer livrar seu país dos islamitas, e tem todos os motivos, e devido a isso, tem que andar com seguranças, usar carro blindado, para não ser assassinado pelos muçulmanos, em seu próprio país!



    Ainda, os islamitas pertencem a uma Seita Pedofílica e política, denominada islamismo, que se intitula religião, sem o ser, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.



    Em razão disso, se acham no direito de estuprar nossas crianças, podendo levá-las à morte, por hemorragia interna, e se sobreviverem, ficarão traumatizadas para o resto de suas vidas.



    Uma coisa é certa, eles também tem família, como nós!!!



    Então, vamos aplicar nos muçulmanos, a Lei de Talião:



    'OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE'.



    Assim, não poderão mais nos intimidar com ameaças, porque saberão que haverá o troco!!!



    No Oriente Médio, matam, estupram e mutilam cristãos e membros de outras religiões.



    Por que temos que os tolerar na Europa ou em outros países civilizados, se eles nos odeiam e matam?



    VAMOS DAR UM BASTA!!! NÃO VAMOS CONTINUAR A SERMOS AMEAÇADOS, ASSASSINADOS OU DEIXAR NOSSAS MENINAS SEREM ESTUPRADAS PELOS PEDÓFILOS MUÇULMANOS, OU AINDA RECEBERMOS ORDENS PARA TIRAR CRUCIFIXOS DAS IGREJAS, ÁRVORES DE NATAL, E ASSIM POR DIANTE!!! EM NOSSOS PRÓPRIOS PAÍSES, ONDE SÃO INTRUSOS!!!



    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do mundo a chaga da humanidade: o islamismo e suas perversões sexuais: a pedofilia



    Obs.: os muçulmanos sempre envolvem os judeus nas descriminações, sendo que os judeus nunca foram taxados como assassinos, estupradores ou terroristas. É uma jogada maquiavélica dos islamitas, tentando espalhar o anti-semitismo pelo mundo, com intenção de enfraquecer a ISLAMOFOBIA.
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  • Slide muito bem feito...contempla as questões mais pertinentes acerca do tema...
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  • Olá!!Eu achei mto interessante,me ajudou mto em minha pesquisa.



    obrigado!!
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    Conflito Entre Israel E Palestina Conflito Entre Israel E Palestina Presentation Transcript

    • CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINA
    • ORIENTE MÉDIO
    • IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DO ORIENTE MÉDIO
      • IMPORTÂNCIA GEOGRÁFICA – localizado no sudoeste asiático, estrategicamente entre três continentes: Europa, Ásia e África.
      • Pontos importantes :
          • Canal de Suez – ligação artificial entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho
          • Estreito de Ormuz – liga o Golfo Pérsico ao oceano Índico (rota obrigatória dos petroleiros dos países árabes)
          • Estreito de Bósforo – liga o mar Mediterrâneo e o mar Negro (passagem da Europa para países asiáticos)
    • ECONOMIA
      • Constituído por 17 países, mais o Estado Palestino (ainda não reconhecido)
      • Presença de importantes jazidas de petróleo na Península Arábica
    • HISTÓRIA E DIVERSIDADE ÉTNICA E RELIGIOSA
      • Área de ocupação antiga, a região recebeu influências de diversas civilizações (egípcios, civilizações da Mesopotâmia – sumérios, assírios e caldeus, hebraica, fenícia e pérsa.
      • Expansionismo árabe (séc. VII a XV) e presença de do Império Otomano (séc. VII a XX).
      • Após a I Guerra Mundial, as áreas que então pertenciam ao Império Otomano foram repartidas entre França e Reino Unido
      • Berço das 3 maiores religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo.
    • CONFLITOS TERRITORIAIS
      • Ocasionados pelas diversidades étnicas e religiosas e pela disputa de território.
      • A região é a maior consumidora do mercado mundial de armas.
      • Dentre as disputas, a questão da Palestina é a mais sangrenta
    • A QUESTÃO DA PALESTINA
      • Pequena faixa de terra localizada ao longo do mar Mediterrâneo, entre o Líbano e o Egito
      • Há 60 anos tem sido alvo de violenta disputa entre árabes e judeus
    • JUDEUS
      • Descendentes dos hebreus (antigos habitantes da Palestina que haviam sido expulsos pelos romanos no início da era Cristã
      • Dispersos pelo mundo ( diáspora ), passaram a ser chamados de judeus (hoje – israelenses)
      • Alegam direitos históricos sobre a Palestina (longa ocupação da região)
    • ÁRABES
      • Ocuparam a região durante sua expansão (entre os séc. VII e XV).
      • Permaneceram na região durante o domínio do Império Otomano e do protetorado britânico.
      • Também denominados de palestinos .
    • INÍCIO DO CONFLITO
      • Movimento sionista – surgiu na Europa no final do séc. XIX, quando os judeus elegeram a Palestina como a terra prometida para a construção de seu respectivo Estado
      • A Inglaterra (responsável pela região na época) permitiu a entrada de colonos judeus na Palestina
      • O choque com os habitantes locais (árabes) foram inevitáveis e cada vez mais intensos
    • AGRAVAMENTO DO CONFLITO APÓS A II GUERRA MUNDIAL
      • Durante a II Guerra Mundial , o fluxo migratório dos judeus para o Oriente Médio aumentou, devido a perseguição a qual estes foram submetidos pelos nazistas
      • Com o final da II Guerra e a independência dos protetorados ingleses, a situação entre árabes e judeus ficou insustentável
    • A PARTILHA DA PALESTINA
      • Intervenção da ONU
      • 1947
      • Divisão da região em dois Estados:
        • um Estado árabe
        • um Estado judaico
    • PRIMEIRA GUERRA
      • Inconformados com a decisão da ONU, os palestinos declararam guerra aos israelenses, com a intenção de expulsá-los da região
      • A guerra (1948/49) terminou com a vitória de Israel e o fim da territorialidade árabe no Estado que lhes fora designado pela ONU
    • RIVALIDADE
      • Apesar de perder o território, os árabes preservaram a vontade de manter a soberania em suas terras, agora ocupadas por Israel
      • Com a derrota, cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de sua pátria (estes passaram a viver em países vizinhos, onde eram tratados como cidadãos de segunda classe)
      • O mesmo aconteceu com os palestinos que permaneceram no Estado de Israel
    • REAÇÃO PALESTINA - A OLP
      • 1959 – o líder palestino Yasser Arafat cria o organização terrorista Al-Fatah , que passou a lutar pela recuperação dos territórios palestinos
      • Em 1964, a Al-Fatah transformou-se na OLP (Organização para a Libertação da Palestina)
      • Instalada na Jordânia, a OLP passou a atacar Israel e também a receber ataques israelenses (apoiados pelos EUA)
      • Em 1970, a OLP foi expulsa da Jordânia e migrou para Beirute, atacando Israel a partir do sul do Líbano
    • DIÁLOGO ENTRE A OLP E ISRAEL
      • Em 1982, devido aos intensos ataques de Israel ao Líbano, a OLP deixou o país, instalando-se na Tunísia
      • Em 1988, a OLP mudou seu discurso e Arafat renunciou ao terrorismo, aceitando dialogar com os representantes israelenses
      • Início dos anos 90 – pequena esperança de paz na região (líderes moderados assumiram o poder em Israel)
    • ACORDO DE OSLO
      • 1993 – assinatura de histórico acordo de paz (em Oslo) entre Arafat e Israel (representado por Yitzhak Rabin e Shimon Peres)
      • 1994/95 – novos acordos são assinados, estabelecendo a gradual devolução dos territórios ocupados por Israel (Faixa de Gaza e Cisjordânia) para a criação do futuro Estado palestino
    • MORTE DE RABIN
      • 1995 – assassinato de Rabin por extremista israelense (que não aceitava que “terras públicas” israelenses fossem cedidas aos palestinos)
      • Acordo de Oslo (94) – o Estado palestino deveria ter sido instalado na Faixa de Gaza e na Cisjordânia (cujos limites definitivos não foram estabelecidos até hoje) até 1999 (o que não ocorreu)
    • ISRAEL
      • FAIXA DE GAZA – área de 363 Km², onde vivem 1 milhão de palestinos e 5 mil israelenses
      • CISJORDÂNIA – com 5.400 Km² abriga 1,5 milhão de palestinos e 100 mil colonos judeus, situada à 40 Km de Gaza
    • AUTORIDADE NACIONAL PALESTINA (ANP)
      • Depois de 27 anos de exílio, Arafat voltou à Palestina para formar um governo autônomo ( Autoridade Palestina ), da qual seria eleito presidente em 1996
      • A Autoridade Palestina não foi reconhecida pela ONU (o seu reconhecimento seria o primeiro passo para a criação de um Estado palestino)
    • ACORDO DE CAMP DAVID
      • Após a morte de Rabin e o fim do governo de Perez, o processo de paz sofreu retrocesso
      • 1998/2000 – novos acordos foram assinados, porém os ataques terroristas e choques entre palestinos e colonos judeus se intensificaram
      • 2000 – Acordo de Camp David – por não abordar a partilha de Jerusalém e a nova demarcação dos territórios palestinos foi considerado um fracasso
    • ARIEL SHARON NO PODER
      • 2001 – Ariel Sharon assumiu o poder em Israel, declarando guerra ao terrorismo palestino e acusando Arafat de ser conivente com tais práticas
      • Sharon não reconheceu os antigos acordos, destruiu escritórios da Autoridade Palestina e ordenou a invasão de cidades palestinas
      • Os palestinos responderam com atentados suicidas e invasões de colônias israelenses
    • SEGUEM OS ATENTADOS TERRORISTAS
      • 2003 – Acordo de Genebra – sem sucesso
      • 2004 - morte de Arafat
      • 2005 – Abu Mazen foi eleito comandante da Autoridade Palestina
      • Novas negociações de paz entre Sharon e Mazen foram estabelecidas, porém atentados terroristas continuaram ocorrendo
      • 2005 – Mahmoud Abbas vence as eleições e se torna o novo presidente da Autoridade Palestina
        • Um ano depois, devido a divergências com seu partido (Fatah) acusado de corrupção, colabora para a vitória do movimento rival, o Hamas nas eleições parlamentares palestinas, com Ismail Haniyeh chegando ao posto de premiê
        • A vitória do Hamas levou a comunidade internacional a impor um boicote à Autoridade Palestina, gerando crise interna e violência
    • PLANO DE RETIRADA
      • 2005 – Israel inicia o “Plano de Retirada” de assentamentos judaicos e forças militares dos territórios palestinos
      • Facções opostas se negaram a acatar a decisão
      • 2006 – afastamento de Sharon, após sofrer derrame cerebral, Olmert assume o posto de premiê israelense
      • 2007 – Os partidos palestinos rivais (Fatah e Hamas) firmam colisão, numa negociação marcada pela violência
    • OPERAÇÃO “CHUMBO FUNDIDO”
      • 2008 – Israel inicia em 27/12 a operação “Chumbo Fundido” na Faixa de Gaza
      • Oficialmente, essa operação tem como objetivo responder aos ataques (lançamento de foguetes) do Hamas no sul de Israel
      • Deve-se considerar também, a necessidade de Israel buscar restabelecer seu poder de dissuasão, a proximidade da posse do novo presidente dos EUA (Barack Obama) e o tenso relacionamento com o Hamas (considerado pelo governo israelense um grupo terrorista)
    • SITUAÇÃO HUMANITÁRIA EM GAZA
      • Dos aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, metade vive abaixo da linha da pobreza e 45% da população ativa está desempregada
      • Mais da metade da população constitui-se de refugiados das guerras contra Israel
      • A população sofre com a escassez de alimentos, remédios e outros suprimentos básicos
      • Denúncias de violação aos direitos humanos
      • Comunidade internacional pede o fim do conflito
    • PRINCIPAIS CONFLITOS
      • GUERRA DOS SEIS DIAS (1967)
        • Palestinos (apoiados pelo Egito, Síria e Jordânia)
        • Com a vitória, Israel aumentou seu território com terras da Síria (colinas de Golan), do Egito (Faixa de Gaza e Sinai) e Jordânia (Cisjordânia)
    •  
    • OUTRAS GUERRAS
      • Guerra do Yom Kippur (1967) – realizada no Dia do Perdão (comemorado pelos judeus), os países árabes fizeram uso político do petróleo, restringindo a produção e diminuindo o fornecimento (“choques do petróleo”)
      • Intifada – revolta das pedras, a primeira Intifada teve início nos anos 1980, a segunda iniciou-se em 2000
    • JERUSALÉM – POMO DE DISCÓRDIA
      • PALESTINOS – presença das mesquitas do Domo da Rocha e de Al-Aqsa (sagradas) na porção oriental, onde o profeta Maomé subiu aos céus, conforme a crença muçulmana
      • ISRAELENSES – única capital e centro da vida judaica quando esse povo habitava a Palestina, onde vivia o rei Davi e onde está o Muro das Lamentações
      Vista de Jerusalém Torre de Davi
    • EXTREMISMOS
      • Grupos radicais de ambos os lados não aceitam os acordos estabelecidos por seus respectivos líderes, não admitindo a convivência de um Estado palestino com um Estado judeu
      • Árabes – Hezbollah (Partido de Deus), Hamas e Jihad não aceitam a representação da OLP e os acordos de paz
      • Israel – Kach, Yesha e Eyal
      • Fanatismo religioso
      • Atentados terroristas – homens-bomba
      • Jihad – guerra santa
    • O MURO DE ISRAEL
      • Em 2002, os israelenses começaram a construir um muro entre Israel e Cisjordânia, visando proteger seu território contra ataques terroristas palestinos
      • A construção gerou tensões políticas internas e muitas críticas palestinas e da comunidade internacional
    • IMAGENS DA GUERRA
    • IMAGENS DA GUERRA
    • IMAGENS DA GUERRA
    • CRÉDITO
      • Profº Mateus Silva