Tratamento TéCnico

2,185 views
2,005 views

Published on

Published in: Technology
0 Comments
4 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
2,185
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
22
Actions
Shares
0
Downloads
94
Comments
0
Likes
4
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Tratamento TéCnico

  1. 1. Introdução ao Circuito do Documento
  2. 2. Orientações RBE <ul><li>Tratamento documental                                                                                             </li></ul><ul><li>Aferição dos critérios de classificação - se ainda não existe proceder à organização de uma listagem das notações da CDU usadas na classificação dos documentos; </li></ul><ul><li>Aferição dos critérios de indexação - listagem dos termos de indexação usados; </li></ul><ul><li>Aferição das cotas - listagem das notações da CDU usadas na cota; </li></ul><ul><li>Produção de boletins bibliográficos (se houver catálogo informatizado) que permitam uma análise objectiva do fundo documental e da sua organização. </li></ul><ul><li>Política de aquisições </li></ul><ul><li>Gestão de colecções </li></ul>
  3. 3. BE – que documentos? - Material Impresso <ul><li>Livros </li></ul><ul><ul><li>Livros de imagens ou álbuns e livros-jogo </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros de literatura (romances, contos, novelas, lendas, poesia, teatro, livros interactivos, etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Obras de referência (dicionários, enciclopédias, anuários, catálogos, etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros documentais (monografías, ensaios, etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>- Livros de Banda Desenhada </li></ul></ul><ul><li>Literatura cinzenta e material efémero </li></ul><ul><li>fotocópias, folhetos, panfletos, documentos de professores, de alunos, </li></ul><ul><li>Dossiers temáticos … </li></ul><ul><li>Publicações periódicas </li></ul><ul><ul><li>Jornais diários /jornais desportivos/semanários </li></ul></ul><ul><ul><li>- Revistas de grande informação </li></ul></ul><ul><ul><li>- Revistas dirigidas ao público infanto-juvenil </li></ul></ul><ul><ul><li>Publicações para os docentes </li></ul></ul>Material gráfico cartazes, mapas, fotografias, desenhos...
  4. 4. BE – que documentos? – Material Não Impresso Documentos audiovisuais slides, diaporamas, transparências ; Cassetes VHS,DVD Documentos informáticos ou electrónicos CDA; CD-Rom; DVD; DVD-Rom... Ficheiros armazenados em computador Listagens de ligações úteis à internet Outros materiais globos, jogos didácticos, exposições...
  5. 5. Circuito do Documento <ul><li>Circuito do Documento </li></ul><ul><li>Selecção, </li></ul><ul><li>Aquisição </li></ul><ul><li>Registo </li></ul><ul><li>Carimbagem </li></ul><ul><li>Tratamento Técnico catalogação </li></ul><ul><li>Classificação </li></ul><ul><li>Indexação </li></ul>
  6. 6. Registo
  7. 7. Carimbagem
  8. 8. Catalogação É o registo descritivo dos dados bibliográficos contidos num documento com o objectivo do mesmo ser posteriormente localizado e recuperado. Descrição bibliográfica do documento, recuperando os elementos constantes do registo : título, autor, tradutor, data de publicação, local de publicação, editora
  9. 9. Classificação <ul><li>A Classificação é o tratamento intelectual de um documento . </li></ul><ul><li>Processo de descrição do conteúdo de um documento, pelo qual se determina o seu assunto principal e, eventualmente, um ou dois assuntos secundários, que se traduzem pela notação (código numérico) mais apropriada da linguagem documental (tabela classificativa) utilizada. </li></ul><ul><li>Quando se aplica um sistema de classificação a qualquer documento,  o objectivo é adequar  o seu conteúdo o mais exactamente possível a um ramo do saber, de modo a que fique agrupado com os documentos similares. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Classificar permite: </li></ul><ul><li>facilitar a recuperação da informação e o trabalho de referência; </li></ul><ul><li>ordenar a informação em função do seu assunto principal, numa série de categorias logicamente definidas </li></ul>
  10. 10. Classificação Decimal Universal (CDU) A CDU é uma linguagem documental, controlada e normalizada, com vista ao armazenamento e recuperação da informação.
  11. 11. C lassificação D ecimal U niversal <ul><li>A estrutura da CDU baseia-se numa CLASSIFICAÇÃO DECIMAL , isto é: </li></ul><ul><li>Qualquer esquema sistemático de classificação que emprega, para representar os assuntos, uma notação decimal que consiste numa sequência de algarismos considerados não como números inteiros, mas como se fossem precedidos de 0, (zero vírgula). </li></ul><ul><li>Cada índice pode ser dividido num máximo de dez índices de categoria imediatamente inferior: </li></ul><ul><li>0,1 compreende as divisões 0.10 – 0,11 – 0,12 – etc. – 0,19 </li></ul><ul><li>0,10 compreende as divisões 0,100 – 0,101 – 0,102 – etc. – 0,109 e assim sucessivamente </li></ul><ul><li>Na prática, suprime-se o zero e a vírgula que precedem cada número. O aspecto passa a ser o do número inteiro, mas conserva um carácter decimal. </li></ul>
  12. 12. C lassificação D ecimal U niversal Tabelas principais Na C.D.U. o universo do conhecimento está dividido em 10 classes (de 0 a 9), encontrando-se a classe 4 cancelada desde 1963. Cada grande classe pode ser dividida para formar 10 classes mais específicas ou subclasses. Essas subclasses compreendem conceitos mais restritos, os quais são representados por números mais extensos. As tabelas principais são divididas hierarquicamente. A hierarquia numérica reflecte a hierarquia de conceitos.
  13. 13. C lassificação D ecimal U niversal Principais divisões 0 Generalidades 1 Filosofia. Psicologia 2 Religião. Teologia 3 Ciências Sociais 4 Classe actualmente não usada 5 Ciências Exactas. Ciências naturais 6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia 7 Arte. Arquitectura. Recreação e Desporto 8 Linguística. Língua. Literatura 9 Geografia. Biografia. História
  14. 14. C lassificação D ecimal U niversal <ul><li>CDU - Exemplos </li></ul><ul><li>Quando se lê uma notação devem-se enunciar os algarismos (seis, dois, ponto, três …) e não o número completo, pois não se trata de um número inteiro, mas sim de uma fracção. </li></ul><ul><li>A CDU é uma classificação aberta. Sendo as fracções decimais extensíveis infinitamente, é sempre possível introduzir novas subdivisões. </li></ul><ul><li>Ex. 621.3 </li></ul><ul><ul><ul><li>6 Ciências Aplicadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>62 Engenharia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>621 Engenharia mecânica </li></ul></ul></ul>
  15. 15. C lassificação D ecimal U niversal <ul><li>CDU - Tabelas </li></ul>Sinais de ligação + / Divisões auxiliares comuns de: língua = forma (0…) lugar (…) tempo”…” Divisões Principais 0 a 9 e suas subdivisões TABELAS AUXILIARES TABELAS PRINCIPAIS
  16. 16. A CDU e a Biblioteca Escolar
  17. 17. Indexação <ul><li>Operação destinada a representar pelos elementos de uma linguagem documental, os resultados da análise de um documento ou parte de um documento, com vista a facilitar a pesquisa e a recuperação. </li></ul>
  18. 18. Indexação <ul><li>A indexação, permite formar uma lista de cabeçalhos e de entradas que constituem pontos de acesso ao catálogo </li></ul><ul><li>É o que permite ao utilizador pesquisar por assuntos </li></ul>
  19. 19. Indexação A pesquisa por assuntos , utilizada para todos os tipos de suportes, é hoje praticada na generalidade das bibliotecas tanto públicas como escolares. A adaptação à língua e ao contexto cultural português da presente lista de cabeçalhos de assuntos teve como objectivo colocar ao dispor das bibliotecas, um instrumento de referência e um método de indexação que — pela sua proximidade da linguagem natural e pela sua estrutura de lista aberta de cabeçalhos — se revelam particularmente adaptados às características generalistas dos fundos dessas bibliotecas e de fácil acesso por parte dos seus utilizadores
  20. 20. Cotação <ul><li>A cotação é a atribuição de um código que permita a fácil localização de um documento no meio  de outros existentes na biblioteca, de acordo com uma classificação previamente realizada. </li></ul><ul><li>É através da cota alfa numérica (letras e números), a qual deve ser escolhida em função do assunto mais relevante e das três primeiras letras do apelido do autor, ( no caso de o documento não ter um autor devem considerar-se as três primeiras letras do título esquecendo os artigos e preposições) que se procede à arrumação dos documentos nas estantes. </li></ul><ul><li>Depois de ter sido atribuída uma cota a cada documento, aquela inscreve-se numa pequena etiqueta que se cola no documento (nos livros é costume colocá-la a mais ou menos 2 cm da parte inferior da lombada). É também colocada no verso da folha de rosto dos livros e na ficha de catalogação do documento (normalmente no canto superior direito) </li></ul>
  21. 21. Cotação
  22. 22. Arrumação <ul><li>A arrumação por assuntos é a mais coerente em bibliotecas escolares e o modelo mais correcto é o de livre acesso aos documentos. </li></ul><ul><li>As etapas para a arrumação são as seguintes : </li></ul><ul><li>Classificação (de acordo com a CDU) </li></ul><ul><li>Produção pictogramas ou letreiros, que servirão para identificar as estantes. As estantes devem ter a indicação das grandes classes da CDU mas, dentro delas, podem ser feitas as subdivisões que se considerem necessárias. </li></ul><ul><li>Os documentos são arrumados pela cota (=notação da CDU). Esta permite definir qual o tema em que o documento é arrumado </li></ul>

×