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Grupo de Sábado – Partindo do Trabalho Colaborativo Vanessa Moreira Crecci CEMPEM GdS
“ Grupo de Sábado” PRAPEM-CEMPEM (Prática Pedagógica em Matemática –  Círculo de Estudo Memória e Pesquisa em Educação Mat...
Um pouco da minha trajetória... Realidade Escolar Universidade Aluna de Escola Pública Percepção das relações conflituosas
Relações Conflituosas Professores Escolares Formadores de  Professores Graduandos
Comumente quando alunos de graduação vão fazer  estágios ou estudos de campo  nas escolas encontram professores que os hos...
<ul><li>Zeichner ao destacar a visão dos acadêmicos sobre os professores destaca que: </li></ul><ul><li>“ Professores têm ...
Pensando na Colaboração <ul><li>Colaboração –  co  significa ação conjunta,  operare, laborare  significam trabalhar ou pr...
Grupos Colaborativos <ul><li>[...]De fato, os grupos de estudo e pesquisa iniciam, normalmente, com uma prática mais coope...
COLABORAÇÃO RESPEITO APRENDIZAGEM (RE) SIGNIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMPARTILHAMENTO
Excedente de Visão <ul><li>“ O excedente de minha visão sobre o outro contem, em geme, a forma acabada do outro, cujo desa...
História <ul><li>O Grupo de Sábado desde 1999 conta com a participação de professores de matemática de escolas públicas e ...
Motivação <ul><li>“ Nem os professores da escola nem os da universidade possuíam autonomia para, independentemente uns dos...
Formadores e Graduandos no GdS Professores  da escola no  GdS <ul><li>Formadores: </li></ul><ul><li>aportes teóricos e met...
Formadores e Licenciandos no GdS Professores  da escola no  GdS <ul><li>Comunidade de Prática </li></ul><ul><li>Trabalho C...
Dinâmica – Rompendo com Paradigmas de Formação Continuada <ul><li>Os professores da escola a partir de situações do cotidi...
Algumas VOZES
Com a palavra, uma professora: <ul><li>“ (...) em 2006 o grupo acabou se abrindo mais. Acho muito bom essa proposta de pod...
Com a palavra, o professor da Universidade <ul><li>“ No GdS, os professores aprendem e desenvolvem-se profissionalmente pe...
Com a palavra, uma graduanda: <ul><li>“ No grupo encontro uma valorização que julgo extremamente necessária das percepções...
Colaborando... <ul><li>http://grupodesabado.blogspot.com/ </li></ul>
Algumas Conclusões <ul><li>Nesta dinâmica o desenvolvimento profissional dos professores é notável a partir das posturas a...
<ul><li>FIORENTINI, D. (ORG.) ; CRISTOVÃO, E.M. (ORG.) .  Histórias e investigações </li></ul><ul><li>de/em aulas de matem...
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  1. 1. Grupo de Sábado – Partindo do Trabalho Colaborativo Vanessa Moreira Crecci CEMPEM GdS
  2. 2. “ Grupo de Sábado” PRAPEM-CEMPEM (Prática Pedagógica em Matemática – Círculo de Estudo Memória e Pesquisa em Educação Matemática) Faculdade de Educação - FE Este grupo se reúne quinzenalmente, aos sábados pela manhã para estudar compartilhar, discutir, investigar e escrever sobre a prática pedagógica em matemática nas escolas em um ambiente de trabalho colaborativo que congrega professores de Matemática do Ensino Fundamental e Médio, graduandos e docentes da Área de Educação Matemática
  3. 3. Um pouco da minha trajetória... Realidade Escolar Universidade Aluna de Escola Pública Percepção das relações conflituosas
  4. 4. Relações Conflituosas Professores Escolares Formadores de Professores Graduandos
  5. 5. Comumente quando alunos de graduação vão fazer estágios ou estudos de campo nas escolas encontram professores que os hostilizam como se fossem representantes diretos das teorias que não dialogam com a realidade das práticas de sala de aula das escolas Sabemos que em alguns contextos universitários, ainda é freqüente a pouca valorização dos saberes experienciais dos docentes escolares tanto por formadores de professores, quanto por estagiários que nas discussões acerca do vêem nas escolas enfatizam os aspectos ruins apenas.
  6. 6. <ul><li>Zeichner ao destacar a visão dos acadêmicos sobre os professores destaca que: </li></ul><ul><li>“ Professores têm sido referidos como tecnocratas, sexistas, racistas, incompetentes e mediocremente superficiais (Zeichner, 2001 apud Noddings, 1986). </li></ul><ul><li>E ainda, ressalta a visão dos professores sobre os pesquisadores acadêmicos: </li></ul><ul><li>Os professores, por outro lado, sentem que os pesquisadores acadêmicos são insensíveis às complexas circunstancias vivenciadas em seus trabalhos e freqüentemente se sentem explorados pelos pesquisadores universitários. (Zeichner, 210-211, p. 2001) </li></ul>
  7. 7. Pensando na Colaboração <ul><li>Colaboração – co significa ação conjunta, operare, laborare significam trabalhar ou produzir algo com determinado fim. </li></ul>Resgate etimológico da palavra
  8. 8. Grupos Colaborativos <ul><li>[...]De fato, os grupos de estudo e pesquisa iniciam, normalmente, com uma prática mais cooperativa que colaborativa. Mas, à medida que seus integrantes vão se conhecendo e adquirem e produzem conjuntamente conhecimentos, os participantes adquirem autonomia e passam a autoregular-se e a fazer valer seus próprios interesses, tornando-se, assim, grupos efetivamente colaborativos. </li></ul><ul><li>FIORENTINI (2004, p. 53) </li></ul>
  9. 9. COLABORAÇÃO RESPEITO APRENDIZAGEM (RE) SIGNIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMPARTILHAMENTO
  10. 10. Excedente de Visão <ul><li>“ O excedente de minha visão sobre o outro contem, em geme, a forma acabada do outro, cujo desabrochar requer que eu lhe complete o horizonte sem tirar a originalidade. Devo identificar-me com o outro e ver o mundo através de seu sistema de valores, tal como ele vê; devo colocar-me em seu lugar, e depois, de volta ao meu lugar, contemplar seu horizonte com tudo o que se descobre do lugar que ocupo fora dele; devo emoldurá-lo, criar-lhe um ambiente que o acabe, mediante o excedente de minha visão, de meu saber, de meu desejo e de meu sentimento” (BAKTHIN apud FIORENTINI, 2006,p.14) </li></ul>
  11. 11. História <ul><li>O Grupo de Sábado desde 1999 conta com a participação de professores de matemática de escolas públicas e particulares da região de Campinas (SP). Também conta com a participação de formadores de professores da universidade e futuros professores. </li></ul>
  12. 12. Motivação <ul><li>“ Nem os professores da escola nem os da universidade possuíam autonomia para, independentemente uns dos outros, resolver o desafio de mudar as práticas escolares e contribuir para a formação do novo professor, exigido pela sociedade atual. A hipótese de solução que se vislumbrava para isso era de que ambos poderiam aprender, uns com os outros, a enfrentar esse desafio” (FIORENTINI, 2006) </li></ul>
  13. 13. Formadores e Graduandos no GdS Professores da escola no GdS <ul><li>Formadores: </li></ul><ul><li>aportes teóricos e metodológicos que promovem a análise e o estranhamento das práticas dos professores. </li></ul><ul><li>experiências e conhecimentos relativos à EduMat e à Educação. </li></ul>conhecimento experiencial relativo ao ensino de matemática nas escolas atuais em diferentes contextos. <ul><li>Comunidade de Prática </li></ul><ul><li>Trabalho Colaborativo </li></ul><ul><li>Diálogo cultural, científico e profissional tendo como foco de estudo problemas e desafios da prática docente nas escolas </li></ul><ul><li>Graduandos: </li></ul><ul><li>domínio da informática, da matemática e da didática atual. </li></ul><ul><li>vigor e criatividade . </li></ul>Excedente de visão (Bahktin) de um grupo sobre o outro
  14. 14. Formadores e Licenciandos no GdS Professores da escola no GdS <ul><li>Comunidade de Prática </li></ul><ul><li>Trabalho Colaborativo </li></ul><ul><li>Diálogo cultural, científico e profissional tendo como foco de estudo problemas e desafios da prática docente nas escolas </li></ul>DINÂMICAS <ul><li>A teoria não como princípio ou fim, mas como mediação necessária. </li></ul><ul><li>O objeto da reflexão coletiva é a prática pedagógica dos próprios professores, sobretudo em situação de inovação curricular na qual o aluno é concebido como alguém capaz de produzir conhecimento. Entretanto, quando essa reflexão passa por um processo investigativo do professor, que compreende coleta de material produzido pelos alunos e análise escrita (narrativas) do professor - mediada pela teoria e reflexão coletiva do grupo - a (re)significação dos saberes e práticas, tanto dos professores escolares quanto dos acadêmicos, torna-se ainda mais rica e contributiva. </li></ul><ul><li>Exemplo : as Investigações Matemáticas vêm da academia, mas foram incorporadas (e adaptadas) à prática como alternativa para enfrentar o desinteresse dos alunos pela matemática e as classes heterogêneas. </li></ul>
  15. 15. Dinâmica – Rompendo com Paradigmas de Formação Continuada <ul><li>Os professores da escola a partir de situações do cotidiano de suas práticas pedagógicas vivenciadas em diferentes contextos indicam os assuntos para serem tratados, no ano de 2007 foram os seguintes assuntos: condições dos professores da escola pública, alunos defasados em idade e aprendizado, alunos com necessidades especiais, progressão continuada, relação professor titular e professor especialista em educação especial, estatística na educação de jovens e adultos, currículo, formação de professores, ensino para deficientes auditivos, fracasso escolar e escrita no ensino-aprendizagem da matemática [1] . </li></ul><ul><li>[1] Os assuntos foram transcritos de forma literal a partir da ordem em que os participantes foram dando suas sugestões no encontro do dia 10/02/2007 </li></ul>
  16. 16. Algumas VOZES
  17. 17. Com a palavra, uma professora: <ul><li>“ (...) em 2006 o grupo acabou se abrindo mais. Acho muito bom essa proposta de podermos escolher temas, porque assim, o tema não é pré-apresentado, ele é construído com os participantes do grupo. Acho essa abertura muito interessante” </li></ul>
  18. 18. Com a palavra, o professor da Universidade <ul><li>“ No GdS, os professores aprendem e desenvolvem-se profissionalmente pelo simples fato de participar e compartilhar ativamente suas experiências, reflexões e investigações sobre a prática do ensino da matemática nas escolas (...) o grupo não segue um modelo tradicional de formação de professores, o qual caracteriza-se pela realização de cursos ou de oficinas para treinar ou ensinar os professores o que devem fazer em suas aulas” </li></ul>
  19. 19. Com a palavra, uma graduanda: <ul><li>“ No grupo encontro uma valorização que julgo extremamente necessária das percepções dos professores escolares, ponderadas pelos aportes teóricos levantados pelos formadores de professores. Em uma comunidade em que ambos grupos podem construir colaborativamente alternativas para as práticas escolares.” </li></ul>
  20. 20. Colaborando... <ul><li>http://grupodesabado.blogspot.com/ </li></ul>
  21. 21. Algumas Conclusões <ul><li>Nesta dinâmica o desenvolvimento profissional dos professores é notável a partir das posturas autônomas que adquirem no enfrentamento das adversidades do ambiente escolar, na (re)leitura reflexiva que fazem de suas práticas, na contribuição na formação de novos professores e o diálogo de igual para igual com os formadores de professores da universidade. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>FIORENTINI, D. (ORG.) ; CRISTOVÃO, E.M. (ORG.) . Histórias e investigações </li></ul><ul><li>de/em aulas de matemática. 1. ed. Campinas, SP: Editora Alínea, 2006. v. 1. (p. 244) </li></ul><ul><li>FIORENTINI , Dario. Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In: BORBA, Marcelo C. & ARAÚJO, Jussara L.A. Pesquisa. </li></ul><ul><li>PONTE, J. P. Prefácio in FIORENTINI, D.; CRISTOVÃO, E. M.. (Org.). Histórias e investigações de/em aulas de matemática. 1 ed. Campinas: Editora Alínea, 2006 </li></ul><ul><li>SCHNETZLER, R. P . Prefácio in Apresentação: GERALDI, Corinta Maria </li></ul><ul><li>Grisolia, FIORENTINI, Dario, PEREIRA, Elisabeth Monteiro de Aguiar. Cartografias do Trabalho Docente. Campinas, SP : Mercado de letras: Associação de Leitura do Brasil – ALB, 2000 (p.07) </li></ul><ul><li>TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional, Petrópolis, RJ: Vozes, 2002 (p. 20) </li></ul><ul><li>ZEICHNER. K. M. Para Além da Divisão Entre Professor Pesquisador e Pesquisador Acadêmico in: GERALDI, Corinta Maria Grisolia, FIORENTINI, Dario, PEREIRA, Elisabeth Monteiro de Aguiar. Cartografias do Trabalho Docente. Campinas, SP : Mercado de letras: Associação de Leitura do Brasil – ALB, 2000. </li></ul>Referências Bibliográficas
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