Computer Systems Architecture - Mano - Presentation Transcript
Contenido
lr
PREFACIO v l
t SISTEMAS INARIOS
't-'l
E
Computadores digiialesy sistemas
d¡gitales
t-z Númerosbinarios 4
t-5 Conversionesentre números based¡ferente
de
1-4 Números y
hexadecimalesoctales 9
-5 Comolementos I I
-6 Códigos b¡nar¡os | 6
y
Almacenamiento binarios regislros 23
de
I -8 Lógicabinaria 26
-q Circuitosintegrados 3l
Referencias 33
Problemas 33
A L G E B R AD E B O O L E C O M P U E R T A S O G I C A S
Y L 36
z-l Def¡n¡ciones
lógicas 36
2-2 axiomática álgebra
Definición del booleana 38
2-3 Teoremas básicos propiedades
y del álgebrade
Boole 4l
2-4 Funcionesbooleanas 45
2-5 Formas y
canónica normalizada 49
2-6 Otrasoperaciones lógicas 55
Compuertas icas digitales 58
lóg
2-8 Familias circuitos
de integrados
lógicodigitales 62
Referencias 70
Problemas 7l
CONTENIDO
S I M P L I F I C A C I OD E F U N C I O N E S
N
DE BOOLE
75
3-1 E l m é t o d od e l m a p a 7 5 ,
3-2 Mapas de dos y tres variables
3-3 7Sr/
M a p a d e c u a t r ov a r i a b l e s g O
3-4 X
M a p a s d e c i n c o y s e i s v a r i a b l e sx . g 3
3-5 Simplificación e un producto
d d e s u m a sy , g 6
3-6 Ejecución on NAND y NOR
c Sg
3-7 O t r a se j e c u c i o n e s o n d o s n i v e l e s g 6
c
3-8 Condiciones e NO importa
d I 03
3-9 E f m é t o d od e l t a b u l a d o I O s
3 -1 0 Determinación e fosprimeros
d
3-11 implicados lOs
S e l e c c i ó nd e l o s p r i m e r o s i m p l i c a d o s
3 -1 2 Observaciones oncluyentes | ||
c | |s
Referencias | | s
Problemas | | 6
L O GI C A C O MB I N A C I O N A L
120
4-1 fntroducción | 20
4-2 P r o c e d i m i e n t od e d i s e ñ o
4-3 | 2l
Sumadores 123
4-4 Sustractores | 27
4-5 C o n v e r s i ó ne n t r e c ó d i g o s
4-6 l30
P r o c e d i m i e n t o d e a n á \"s i s
if
4-7 | 3g
Circuitos AND de muftinive
N
4-8 l | 36
Circuitos OR de mu¡t¡n¡vái
N
4-E t44
L a s f u n c i o n e so R e x c r u s i v a
y de equivarencia r4g
'
Referencias I 54
Problemas I 54
L O GI C A C O MB I N A C I O N A L
C O N M S I Y L SI
159
5-1 fn t r o d u c c i ó n I S g
5-2 S u m a d o r p a r a l e l ob i n a r i o
5-3 | 60
S u m a d o rd e c i m a l | 6 6
5-4 C o m p a r a d o rd e m a g n i t u d e s
5-5 | 70
Decodificadores | 7 |
5-6 Muftiplexores I gl
5-7 M e m o r i a d e s o l o l e c t u r a( R O M )
5-8 188
A r r e g f o l ó g i c o p r o g r a m a b l e( p L A )
5-9 195
Notas concluyentes 20l
R e f er e n c i a s 2 0 2 I
Problemas 2O3
I
CONTENIDO v
LOGICA ECUENCIAL
S 208
6-1 fn t r o d u c c i ó n 2 0 8
6-2 F l i p - lf o p s 2 l O
6-3 D i s p a r od e l o s F l i p - lf o p s ( t r i g g e r i n g ) 2 t 6
6-4 A n á l i s i sd e l o s c i r c u i t o ss e c u e n c i a l e se m p o r i z a d o s 2 2 4
t
6-5 R e d u c c i ó n e e s t a d o sy a s i g n a c i ó n 2 3 1
d
6-6 T a b l a sd e e x c i t a c i ó n e l o s F l i p - f l o p s 2 3 7
d
6-7 Procedimiento e diseño 240
d
6-8 D i s e ñ od e c o n t a d o r e s 2 5 1
6-9 D i s e ñ od e e c u a c i o n e s e e s t a d o 2 5 5
d
R e f er e n c i a s 2 5 9
Problemas 260
R E GS T R O S O N T A D R E S U NI D A DD E M EM OR I A
I C O Y 265
7-1 lntroducción 265
7-2 Registros 266
7-3 Registros e desplazamiento 272
d
7-4 Contadores e rizado 282
d
7-5 C o n t a d o r e ss i n c r ó n i c o s 2 8 6
7-6 S e c u e n c i ad e t i e m p o 2 9 5
s
7-7 L a u n i d a dd e m e m o r i a 3 O O
7-8 E j e m p l o sd e m e m o r i a d e a c c e s oa l e a t o r i o 3 0 6
Refe encias 3l 2
r
Problemas 3l3
L O GI C A D E T R A S F E E N C I A E R E G S T R O S
R D I 316
8-1 lntroducción 3 | 6
8-2 Trasferencia ntre regtstros 3l9
e
8-3 M i c r o o p e r a c i o n e s n t m é t i c a s , ó g i c a sy
a l
desplazamiento 327
8-4 P r o p o s i c i o n e c o n di c i o n ae s de control 332
s l
8-5 D a t o sb i n a r i o sd e l p u n t o f i j o 335
8-6 Sobreca acidad 33I
p
8-7 D e s p l a z a i e n t o sa r i t m é t i c o s 3 4 1
m
8-8 D a t o sd e c i m a l e s 3 4 3
8-9 D a t o sd e l p u n t o f l o t a n t e 3 4 5
8 -1 0 D a t o sn o n u m é r i c o s 3 4 8
8-11 C ó d i g o sd e i n s t r u c c i ó n 3 5 2
8 -1 2 D i s e ñ od e u n c o m p u t a d o rs e n c i l l o 3 5 7
Referencias 366
Problemas 366
--
V¡ CONTENIDO
9 D I S E Ñ OL O G I C OD E P R O C E S A D O R E S 372
9-1 Introducción 372
9-2 Organización el procesador 373
d
9-3 U n i d a d l ó g i c aa r i t m é t i c a 3 8 2
9-4 D i s e ñ od e u n c i r c u i t oa r i t m é t i c o 3 8 3
9-5 D i s e ñ od e l c i r c u i t ol ó g i c o 3 9 O
9-6 D i s e ñ o d e u n a u n i d a d l ó g i c aa r i t m é t i c a 3 9 3
9-7 Registro de condición 396
9-8 D i s e ñ o d e u n . r e g i s t r od e d e s p l a z a m i e n t o 3 g g
9-9 Unidadprocesadora 4Ol
9-10 D i s e ñ od e l a c u m u l a d o r 4 0 6
Referencias 417
Problemas 417
10 D I S E Ñ OD E L O G I C A E C O N T R O L
D 423
1 O -1 Introducción 423
1O-2 Organización el control 42G
d
10-3 -
C o n t r o ld e c o m p o n e n t e s l a m b r a d o s E j e m p l o1
a 431
10-4 C o n t r o ld e m i c r o p r o g r a m a 4 4 1
10-5 C o n t r o ld e l a u n i d a d p r o c e s a d o r a 4 4 7
1O-6 C o n t r o l a b a s e d e c o m p o n e n t e sc o n e c t a d o s -
E j e m p l o2 4 5 2
1O-7 C o n t r o ld e l P L A 4 6 1
10-8 S e c u e n c i a d od e l m i c r o p r o g r a m a 4 6 4
r
Referencias 471
Problemas 472
11 D I S E Ñ OD E C O M P U T A O O R E S 477
1 1 -1 Introducción 477
11-2 Configuración el sistema 478
d
11-3 I n s t r u c c i o n ed e c o m p u t a d o r 4 8 2
s
11-4 Sincronización e tiempo y control 4Sg
d
11-5 E j e c u c i ó nd e i n s t r u c c i o n e s 4 g O
11 - 6 D i s e ñ od e l o s r e g i s t r o s e c o m p u t a d o r 4 9 7
d
11-7 D i s e ñ od e l c o n t r o l 5 O 3
11 - 8 Consola el computador Sl2
d
Referencias 5l3
Problemas 5l4
CONTENIDO vii
12 D I S E Ñ OD E L S I S T E M AD E L M I C R O C O M P U T A D O R 518
12-1 lntroducción 5l8
12-2 O r g a n r z a c i ód e l m i c r o c o m p u t a d o r 5 2 1
n
12-3 Organización el microprocesador 526
d
12-4 Instruccioney modos de direccionamiento 534
s
12-5 P i l a , s u b r u t i n a se i n t e r r u p c i ó n 5 4 3
12-6 Organización e la memoria 554
d
12-7 Interconexión e entrada-salida 559
d
12-8 A c c e s od i r e c t o d e m e m o r i a 5 6 9
Referencias 574
Problemas 575
13 C I R C U I T O SN T E G R A D O S I G I T A L E S
I D 579
13 - 1 Introducción 579
13-2 C a r a c t e r í s t i c ad e l t r a n s i s t o rb i p o l a r 5 8 1
s
13-3 C i r c u i t o sR T L y D T L 5 8 5
13-4 L ó g i c ad e i n y e c c i ó ni n t e g r a d a ( l ' z L ) 5 8 9
13-5 Lógica de transistor-transistor (TTL) 591
13-6 L ó g i c ad e e m i s o r a c o p l a d o (ECL) 600
13-7 Semiconductor e óxido de metal (MOS) 604
d
13-8 M O S c o m p l e m e n t a d o( C M O S ) 6 0 8
Referencias 6lO
Problemas 6l O
A P E N D I C E : R e s p u e s t a s p r o b l e m a ss e l e c c i o n a d o s
a 613
INDICE 625
Prefacio
La lógica digital trata de la interconexión entre componentes digitales
y módulos y en un término usado para denotar el diseño y análisis de los
sistemas digitales. EI ejemplo más conocido de un sistema digital es un
computador digital para propósito general. Este libro presenta los concep-
tos básicos usados en el diseño y análisis de los sistemas digitales e intro-
duce los principios de la organízacíón del computador digital y su diseño.
Presenta varios métodos y técnicas adecuados para una variedad de apli-
caciones de diseño del sistema digital. Cubre todos los aspectos del siste-
ma digital desde los circuitos de compuertas electrónicas hasta la estruc-
tura compleja de un sistema de microcomputador.
Los Capítulos t hasta 6 presentan técnicas de diseño de lógica de dise-
ño desde el punto de vista clósico. El álgebra de Boole y las tablas de ver-
d a d s e u s a n p a r a e l a n á l i s i s y d i s e ñ o d e l o s c i r c u i t o s c o m b i n a c i o n a l e sy l a s
técnicas de transición de estado para el análisis y diseño de los circuitos
secuenciales. Los Capítulos 7 hasta el 12 presentan métodos de diseño de
sistemas digitales desde el punto de vista de trasferencia entre registros.
EI sistema digital se descompone en subunidades de regirqtrosy el sistema
se especifica con una Iista de proposiciones de trasferencia entre registros
que describen las trasferencias operacionales de la información almacena-
da en los registros. El método de trasferencia entre registros se usa para
ei análisis y diseño de las unidades del procesador, unidades de control,
un procesador central de computador y para describir las operaciones in-
ternas de microprocesadores y microcomputadores. El Capítulo 13 trata
de la electrónica de los circuitos digitales y presenta las familias lógicas
digitales más comunes a base de circuitos integrados.
Los componentes usados para construir sistemas digitales se fabrican
en la forma de circuitos integrados. Los circuitos integrados contienen
una gran cantidad de circuitos digitales interconectados dentro de una
pequeña pastilla. Los dispositivos (MSI) de integración a mediana escala
conforman funciones digitales y los dispositivos (LSI) de integración a
gran escala conforman módulos de computador completos. Es muy impor-
ante para el diseñador lógico, familiarizarse con los diferentes componen-
viii
X
PREFACIO ix
tes digitales encontrados en la forma de circuitos integrados. Por esta
razón muchos circuitos MSI y LSI se introducen a lo largo del libro y se
explican completamente sus familias lógicas.El uso de circuitos integrados
en el diseño de sistemas digitales se ilustra por medio de ejemplosen el
texto y en los problemasal final de los capítulos.
Este Iibro fue planeado originalmente como una segundaedición del
diseñn lógico de computadores, del autor (Prentice-Hall, rg72). Debido a
la gran cantidad de material nuevo y a las revisionesextensasque se han
llevado a cabo, parecemás apropiadoadoptar un nuevo título para el texto
presente. Alrededor de un tercio del texto es material que apareceen el
Iibro anterior. Las otras dos terceraspartes constituyen información nue-
va o revisada. Los factores fundamentalespara las revisionesy adiciones
surgen de las desarrolladasen la tecnologíaelectrónica digital. Se da un
gran énfasis a los circuitos MSI y LSI y a los métodosde diseño que usan
circuitos integrados.El libro cubre varios componentes LSI de la variedad
de grupo de bits y microcomputador.Presentaaplicacionesde Ia meryroria
de sólo lectura (RoM) y del arreglo lógico programable(PLA). sin embar-
go, los adelantos posterioresen el método de diseño de trasferenciaentre
registros,demandauna nueva redacciónde la segundaparte del libro.
El capítulo 1 presentavarios sistemasbinarios adecuados para repre-
sentar información en componentes digitales. El sistema de númerosbina-
rios se explica y se ilustran los códigosbinarios para demostrar la repre-
sentación de la información decimal y alfanumérica. La lógica binariá se
introduce desde un punto de vista intuitivo antes de proceder con una
definición formal del álgebrade Boole.
Los postuladosbásicosy teoremasdel álgebra de Boole se encuentran
en el Capítulo 2. Se enfatiza la correlaciónentre las expresiones Boole
de
y sus compuertas de interconecciónequivalentes.Todas Ias operaciones
Iógicasposiblespara dos variables se investigan y a partir de elló se dedu-
cen las compuertasdigitales disponiblesen Ia forma de circuitos integra-
dos se presentanal comienzode este capítulo, pero se deja para la última
parte del capítulo el análisis más detallado para describir Ia construcción
interna de las compuertas.
. rll capítulo 3 presentael mapa y los métodosde tabulado para simpli-
ficar las funciones de Boole. El método del mapa se usa para simplificar
circuitos digitales construidoscon AND, OR, NAND, NOR, y compuertas
lógicas alambradas. Los diferentes procesosde simplificación se sumari-
zan en forma de tabla para una referenciafácil.
Los procedimientosde diseño y análisis de los circuitos combinacio-
nales se presentan en el Capítulo 4. Algunos componentes básicosusados
en el diseño de sistemas digitales,-tales como sumadoresy convertidores
de código son introducidos como ejemplosde análisis y diseño. El capítulo
investiga configuracionesposibles usando circuitos combinacionalesde
multinivel NAND y NOR.
El capítulo 5 versa sobre los componentes MSI y LSI de lógica combi-
nacional. A menudo se explican funcionestales como sumadorei paralelos,
y
decodificadores multiplexores, y se ilustra con ejemplossu uso en el di-
seño de circuitos combinacionales. memoria de sólo lectura (RoM) y el
La
arreglo lógico programable(PLA) son introducidos y se demuestrasu uti-
lidad en el diseñode circuitos combinacionales complejos.
4^^idE
f, .Á
-/-
PREFACIO
El Capítulo 6 esboza varios métodos para el diseño y análisis de los
circuitos secuenciales temporizados. El capítulo comienza presentando
varios tipos de flip-flops y la forma como ellos son disparados. El diagrama
de estado, tabla de estado, y las ecuaciones de estado se presentan como
herramientas convenientes para analizar los circuitos secuenciales. Los
métodos de diseño presentados, trasforman el circuito secuencial a un
grupo de funciones de Boole que especifican la entrada lógica a los flip-flops
del circuito. Las funciones de entrada de Boole se derivan de la tabla de
excitación y se simplifican por medio de mapas.
En el Capítulo 7, se presentan una variedad de registros, registros de
desplazamiento y contadores similares a aquéllos disponibles en la forma
de circuitos integrados. Se explica la operación de la memoria de acceso
aleatorio (RAM). Las funciones digitales introducidas en este capítulo
son los bloques de construcción básicos a partir de los cuales se pueden
construir sistemas digitales más complejos.
El papítulo 8 introduce un método de trasferencia entre registros para
describir los sistemas digitales. Este muestra cómo expresar en forma
simbólica la secuencia de operación entre los registros de un sistema digi-
tal. Se definen símbolos para trasferencia entre registros, microoperacio-
nes aritméticas, lógicas y de desplazamiento. Se cubren en detalle los dife-
rentes tipos de datos almacenados en los registros de los computadores.
Se usan algunos ejemplos típicos para mostrar cómo se presentan las ins-
trucciones de computador en forma binaria codificada y cómo las operacio-
nes especificadas por instrucciones pueden ser expresadas con proposi-
ciones de trasferencia entre registros. El capítulo concluye con el diseño de
un computador muy sencillo para demostrar el método de trasferencia entre
registros del diseño de sistemas digitales.
El Capítulo 9 tiene que ver con la unidad procesadora de los computa-
dores digitales. Se discuten alternativas para organizar una unidad pro-
cesadora con buses y memorias tapón (Scratchpad memory). Se presenta
una unidad lógica, aritmética típica (ALU) y se desarrolla para el diseño
de cualquier otra configuración de ALU. Se presentan también otros com-
ponentes encontrados comúnmente en los procesadores, tales como regis-
tros de condición y desplazamiento. Se comienza el diseño de un registro
acumulador para propósitos generales, comenzando a partir de un grupo
de operaciones de trasferencia entre registros y culminando con un dia-
grama lógico.
En el Capítulo 10 se introducen cuatro métodos de diseño de lógica de
control. Dos de los métodos constituyen un control alambrado con circuito
impreso. Los otros dos introducen el concepto de la microprogramación y
cómo diseñar un controlador con un arreglo lógico programable (PLA). Los
cuatro métodos son demostrados por medio de ejemplos que muestran el
d,esarrollo de algoritmos de diseño y el procedimiento para obtener los cir-
cuitos de control del sistema. La última sección introduce un secuenciador
de microprograma LSI y muestra cómo se puede usar en el diseño de una
unidad de control de microprograma.
El Capítulo 11 está dedicado al diseño de un computador digital pe-
queño. Los registros en el computador son definidos y se especifica el con-
junto de instrucciones del computador. La descripción del computador se I
PREFACIO xi
formaliza con las proposicionesde trasferencia entre registros que especi-
fican las microoperacionesentre los registros, lo mismo que las funciones
de control que inician esas microoperaciones.Se muestra entonces que el
conjunto de microoperacionespuede usarse para diseñar Ia parte procesa-
dora de datos del computador. Las funciones de control en la lista de pro-
posiciones de trasferencia entre registros, suministran la información para
el diseño de la unidad de control. La unidad de control para el computador
se diseña por medio de tres métodos diferentes: el control alambrado con
circuito impreso,el control PLA y el control del microprograma.
El Capítulo 12 es enfocado sobre varios componentesLSI para formar
un sistema de microcomputador.La organización de un microprocesador
típico se describey explica su organizacióninterna. Un conjunto típico de
instruccionespara el microprocesador,se presentay se explican varios mo-
dos de direccionamiento.La operaciónde una pila y el manipuleo de las
subrutinas e interrupciones,se cubre desdeel punto de vista de los mate-
riales. El capítulo ilustra también la conexión de las pastillas de memoria
y
al sistema de bus del microprocesador la operaciónde varias unidades
de interconexión que se comunican con dispositivos de entrada y salida.
Concluye con una descripción del modo de trasferenciade accesodirecto
a Ia memoria.
El Capítulo 13 detalla los circuitos electrónicosde la compuertabásica
en siete familias lógicas de circuitos integrados.Este capítulo final debe
ser considerado como un apéndice,puede ser omitido si se desea.El Capí-
tulo 13 asume un. conocimientoprevio de electrónica básica, pero no hay
un prerrequisito específicopara el resto del libro.
Cada capítulo incluye un grupo de problemasy una lista de referencias.
Las respuestas los problemasseleccionados
a aparecenen el apéndicepara
suministrar una ayuda al estudiante y para ayudar al lector independien-
te. Un manual de solucionesse suministra para el instructor por parte
del publicista.
El libro es adecuado para un curso en lógica digital y diseñode courpu-
tadores en un departamento de ingeniería eléctrica o de computadores.
Se puede usar también en un departamentode ciencia de computadores
para un curso en organizaciónde computador.Las partes del libro pueden
usarsede va¡ias formas: (1) Como un primer curso en lógica digital o cir-
cuitos de conmutación al cubrir los Capítulos t hasta el 7 y posiblemente
el Capítulo 13. (2) Como un segundocurso, en lógica de computadordigital
con un prerrequisitode un curso en circuitos de conmutaciónbásicos,ba-
sadoen los Capítulos3 y 7 hasta el 12. (3) Como una introducción a la con-
figuración con materiales de los microprocesadores microcomputadores
y
al cubrir los Capítulos8 hasta el 12.
En conclusión,me gustaria explicar la filosofia fundamental del mate-
rial presentado este libro. El método clásico ha sido predominanteen el
en
pasadopara describir las operaciones los circuitos digitales. Con el ad-
de
venimiento de los circuitos integradosy especialmente la introducción
de
de los componentesLSI del microcomputador,el método clásico parece
estar bastante lejos de las aplicaciones prácticas.Aunque el método clásico
para describir sistemas digitales complejos no es directamente aplicable,
el conceptobásicode álgebrade Boole, lógica combinacionaly procedimien-
-4
?,s
--:7
PREFACIO
to de lógica secuencial, son todavía importantes para comprender Ia cons-
trucción interna de muchas funciones digitales. Por otra parte, el método
de trasferencia entre registros, presenta una mejor representación para
describir las operaciones entre los dife¡entes módulos en los sistemas
digitales. Este versa de la trasferencia de cadenas de bits en paralelo y
puede ser considerado como de un nivel mayor en la jerarquía de la repre-
sentación del sistema digital. La transición del método clásico al de tras-
ferencia entre registros, se hace en este libro por medio de las funciones
MSI de circuitos integrados. Los Capítulos 5 y 7 cubren muchas funciones
digitales que están disponibles en circuitos integrados. Su operación se
explica en términos de conpuertas y flip-flops que conforman el circuito
digital particular. Cada circuito MSI se considera como una unidad f'un-
cional que realiza una función particular. Esta operación se describeen el
método de rotación de trasferencia entre registros. Así, el análisis y dise-
ño de registros y otras funciones digitales se hace por medio del método
clásico, pero el uso de esas funciones al describir Ias operaciones de un sis-
tema digital, se especifica por medio de proposiciones de trasferencia entre
registros. EI método de trasferencia entre registros se usa para definir las
instrucciones de computador, para expresar las operaciones digitales en
forma concisa, para demostrar la organización de los computadores digita-
les y para especificar los componentes de los materiales para el diseño de
sistemas digitales.
D e s e o e x p r e s a r m i s a g r a d e c i m i e n t o sa l D r . J o h n L . F i k e p o r r e v i s a r e l
manuscrito original y al Profesor Víctor Payse por indicar correcciones
durante la enseñanzadel curso al usar el manuscrito. La mayor parte del
trabajo de mecanografia fue hecho por Mrs. Lucy Albert y su hábil ayuda
es apreciada grandemente. Mis mayores agradecimientos los doy a mi se-
ñora por ias sugerencias que ella hizo al mejorar la facilidad de lectura del
libro y por su ánimo y apoyo durante la preparación de éste.
M. Mor.nls M¡No
Sistemas
bi nar ros
ffi
1 - 1 C O M P U T A D O R E SG I T A L E S
DI
Y S I S T E M ¡ SO I C I T A L E S
Los computadores digitales han hecho posible muchos avances científi-
cos, industriales y comerciáIes que no se hubiesenpodido lograr por otros
medios. Nuestro programaespacialhubiesesido imposiblesin la vigilancia
continua de tiempo real del computador y muchas empresas de negocios
funcionan eficientemente sólo con la ayuda del procesamientoautomático
de datos. Los computadores se usan para cálculos científicos, procesa-
mientos de datos comerciales y de negocios, control de tráfico aéreo, di-
rección espacial, campo educacionaly en muchas otras áreas' La propie-
dad más impactante de un computador es su generalidad.Puede seguir
una serie de instrucciones, llamadas programa, que operan con datos da-
dos. El usuario puede determinar y cambiar los programas y datos de
acuerdo a una necesidadespecífica.Como resultado de esta flexibilidad,
los computadoresdigitales de uso general pueden realizar una serie de
tareas de procesamiento información de amplia variedad.
de
El computador digital de uso general es el ejemplo más conocido de
sistema digital. Otros ejemplos incluyen conmutadorestelefónicos, vol-
tímetros digitales, contadores de frecuencia, máquinas calculadoras,y
rnáquinasteletipos. Típico de un sistema digital es su manejo de elemen-
tos discretos de información. Tales elementos discretos pueden ser im-
pulsos eléctricos, Ios dígitos decimales,las letras de un alfabeto, las ope-
racionesaritméticas, los símbolosde puntuación o cualquier otro conjunto
de símbolos significativos. La yuxtaposición de elementos discretos de
información representanuna cantidad de información. Por ejemplo, las
letras d, o y g forman la palabra dog. Los dígitos 237 forman un número'
De la misma manera una secuencia de elementos discretos forman un
lenguaje,es decir una disciplina que con lleva información. Los primeros
computadoresfueron usados principalmente para cálculos numéricos, en
este caso los elementos discretos usados son los dígitos. De esta aplica-
ción ha surgido el término computador digital. Un nombre más adecuado
para un computador digital podría ser \"sistema de procesamiento de
información discreta\".
SISTEMAS INARIOS
B CAP, 1
Los elementos discretos de información se representan en un sistema
digital por cantidades físicas llamadas señnles. Las señales eléctricas
tales como voltajes y corrientes son las más comunes. Las señales en los
sistemas digitales electrónicos de la actualidad tienen solamente dos
válores discretos y se les llama binarios. El diseñador de sistemas digi-
tales está restringido al uso de señalesbinarias debido a la baja confia-
bilidad de los circuitos electrónicosde muchos valores. En otras palabras
puede ser diseñado un circuito con diez estadosque use un valor de volta-
je discreto.para cada estado, pero que tenga pocq confiabilidad de opera-
ción. En contraste,un circuito de transistor que puedeestar en conducción
o corte tiene dos valores de señales posibles y puede ser construido para
sér extrerradamente confiable. Debido a la restricción fisica de los compo-
nentesy a que la lógica humana tiende a ser binaria, los sistemasdigitales
que estén restringidos a usar valores discretos, lo estarán para usar valo-
res binarios.
Las cantidades discretas de información podrían desprendersede la
naturaleza del procesoo podrían ser cuantificadas a propósito de un proceso
continuo. Por ejemplo, un programa de pago es un procesodiscreto inheren-
te que contiene nombres de empleados, números de seguro social, sala¡ios
semanales,impuestos de renta, etc. El cheque de pago de un empleado, se
p¡ocesausando valores discretos, tales como las letras de un alfabeto (nom-
bres), dígitos (salarios) y símbolosespecialestales como g. Por otra parte, un
científico investigador podrla observar un procesocontinuo pero anotar sola-
mente cantidades específicasen forma tabular. El científico estará cuanti-
ficando sus datos continuos. Cada número en su tabla constituye un elemen-
to discreto de información.
Muchos sistemas fisicos pueden ser descritos matemáticamente por
medio de ecuaciones diferenciales cuyas soluciones, como funciones de
tiempo, darán un comportarñientomatemático del proceso.lJn computa-
dor análogo realiza una sirnulación directa de un sistema fisico. Cada
sección del computador es el análogo de alguna parte específica del pro-
ceso sometido a estudio. Las variables en el computador análogo están
representadaspor señales continuas que varían con el tiempo y que por
lo general son voltajes eléctricos. Las señalesvariables son-consiáeraáas
análogas con aquellas del procesoy se comportan de la misma manera.
De esta forma, las mediciones de voltajes análogos pueden ser sustituidos
por variables del proceso.El término señnl anéloga se sustituye por serial
continua debido a que un \"computador análogo\" se ha convertido signi-
ficativamente en un computador que maneja variables continuas.
Para simular un proceso físico en un computador digital, deben ser
cuantificadas las cantidades. Una vez que las variables del procesosean
representadas por señales continuas de tiempo real, estas últimas serán
cuantificadas por un aparato de conversión de análogo a digital. un sis-
tema fisico, cuyo compartamiento se exprese por medio de ecuaciones
matemáticas, se simula en un computador digital con base en métodos
numéricos. Cuando el problema que va a ser procesado inherentemente
es
discreto, como en el caso de aplicacionescomerciales, computadordigi-
el
tal manipula las variables en su forma natural.
Procesador
o unidad
aritmética
Almacenador
o unidad
de memoria
Dispositivos Dispositivos
de entrada de salida
y control y control
de de digital
Figura l-1 Diagrama bloque un computador
Un diagrama de bloque del computador digital se muestra en Ia Fi-
gura.1-1. Lá unidad de memoria almacena los programasde la misma for-
-\" q,r\" los datos de entrada, salida e intermedios. La unidad de proceso
realiza tareas aritméticas y de procesamiento de datos según sea especi-
ficado por el programa. La unidad de control supervisa el flujo de infor-
mación entre las diferentesunidades. Dicha unidad recupera las instruc-
ciones una a una del programa acumulado en la memoria. Para cada
instrucción, ella informa al procesador a fin de ejecutar la operación es-
pecífica de la instrucción. Tanto el programa como los datos se almacenan
en la memoria. La unidad de control supervisael programa de instruccio-
nes, y el procesador manipula los datos de acuerdo a las especificaciones
del programa.
El programa y los datos preparados por el usuario son trasferidos a
la unidád de la memoria mediante un elemento de entrada tal como una
lectora de tarjetas perforada o una teleimpresora. Un elemento de salida
tal como un impresor recibe el resultado de los cálculos y le presenta al
usuario los resultados impresos. Los elementos de entrada y salida son
sistemas digitales especiales manejables por partes electromecánicas y
controladaspor circuitos electrónicosdigitales.
Una calóuladora electrónica es un sistema digital similar al compu-
tador digital que tiene como elemento de entrada el teclado y como ele-
mento de salida una pantalla numérica. Las instrucciones son trasfe-
ribles a la calculadora por medio de las teclas de función tales como el
más y el menos. Los datos se introducen mediante las teclas numéricas
y los resultados se muestran por pantalla en forma de números. Algunas
talculadoras tienen algo de parecido a las computadoras digitales ya que
tienen forma de imprimir y además facilidad de programación'
-
4 STSTEMAS |NARTOS
B
CAp. l
Un computador digital es sin em,bargo,.un
aparato
una calculadora; puede usar muchos.otros\"disposiíivÁ más poderosoque
puede realizar nó solament\" áe entraü y salida,
' a¡itméticos y operacioneslóeicas
sino que puede ser \"et\"rlo. tomar
para
.programado
ciones internas y externas. decisioíes basadasen cJndi_
un computador digital es una interconexión
Para poder óomprender\"¡\" opl.\"\"ioi de módulos digitales.
de cada má-\"ü digital es necesario
tener lbs conocimientosbásicos de
los.\"rst\"-* áigül!, , a\" su compor-
tamiento. La primera mitad ae
este.ribro versa ,iúr\" ,r.t\"mas digitales
en general proporcionandolos conocimiento\"
La segundamitad del libro trata puru su diseño.,
\"\"\"\".iio.
sob¡e ros direil.,tes -\"oauto* de un
putador digital' su operacióny com_
,u diseRo.
les de la unidad de memoria só explican r,m \"\".\"\"t\"rísticas operaciona_
en el
y diseño de la unidad de proceso
.Jir\"tu\" .capíturo T. La organización
para diseñar la unidad de cont¡ol -en el capítulo g. varios métodos
de n computa t;r-ffi r\"ffi';#rueño p.*.,iü
sslnrroduc; ;;;i'ó;píruro
'3 u dái;ü 10. La orga_
:i\":f lr?,i,T
1T se
un procesadorcombinado con la
unidad de control
nente llamado uní.dad.centrar pri\"ro
d\" .formaun compo-
o cpu. ú\" ciri-, encapsulado
una pastilla de circuito integradá en
,e de'o- i\"; ;;;r;;ror\"rodor. La
dad de memoria, de ra mism; i;;;q;;'i;ñ;';;\"\".'ltror, uni_
nexión entre el microprocesgao-f la interco_
io* elementosde éntrada y sarida,
ser encapsulada dentio de ra pÁtiit\" puede
-de a\"f -i\"i\";;\";;;il, o puede encon_
trarse en pastilras pequeñas
circuitos integrados. un cpu
nado con u'u -u.noiia y un combi_
¿\" i.,ter.o.r?¡ár,- ro.-\".¿ un compu_
tador de tamaño nequeñóa\"ro-in\"a'o
\"o\"t.át-
m i c ro-c pui o-ii r'.\" dispon ridad
om ru ibi
de los aer -ic.o\"o-ii,\"r.ao\"
\"om'o.t\"ttie\"
de diseño de los sistemas aigitái\"i-permitiendo h; ;;;;ñ\"i\"r,^\"ao t\" tecnología
de c¡ear estructuras que antes al diseñador la libertad
eran antieconómicas.Los diferentes
ponentesde un sistema de com_
microcomputador,r;;;;;;;i\"., .., el capítulo
Ya se ha mencionadoel hecho de que
elementosdiscretosde informa;i¿;; un computadordigital manipula
que estos eÉmentos se p¡esentan
fo¡ma binaria. Los operando., .r.ldou en
sados en el sistema áe n.i*\"io.-üI\"\"rio.. ros \"¿r.\"l\"r-p\"eden ser expre_
- .en
cluidos los dígitos_ o;;-;;;;\"íL. aiscretos, in_
,deci*\"1\"., r\"- ,u!.u.\".rru' con códigos binarios. Er
procesamiento datos se lleva
de a cabo por medio ¿e los álementos
binarios, usando señales¡irra.ias. lógicos
iL- ca'tidades se acumulan en los
mentos de almacenamientobinario. ele_
u.propo.itá\"¿1\".i.'.apítulo es el de
introducir ros diferent_esconceptos
para un posterior estudio de los bi;uñr- ;;;; ^\"*^\" de referencia
;;\".;
capítulos .\".t\"\"i\"r.
1-2 N U M E R O SB I N A R I O S
un número decimal tal como T3g2
.;;; representauna cantidad igual
dades de mil, más 3 center,as, a T uni-
;;\"\"\"nas, más 2 unidades.Las unida_
des de mil, las centenas,etc.,^sonpoJencias
de 10 implícitamente indica-
de roscoeficienies. .\", ;á-;;;ctos, ?3e2
para puede
3r\"g;,#rrosición
s E c .1 - 2 NUMEROS INARIOS
B 5
7 x 103 3 x 102+ 9 x l0r + 2 x l0o
+
Sin embargo, Io tonvencional es escribir solamente los coeficientesy a
partir'de su posición deducir las potencias necesariasde 10. En general,
ün número con punto decimal puede ser representado por una serie de
coeficientes la siguiente
de manera:
A y A 4 A 3 A 2 A P O ,A - 1 Q - 2 Q - 3
L o s c o e f i c i e n t ea ¡ s o n u n o d e I o s d i e z d í g i t o s( 0 , l , 2 , . . . , 9 ) y e l s u s c r i t o
s
.l da el lugar y poi tanto el valor de la potencia de 10 por el cual debe ser
multiplicado el coeficiente.
1054, l}aao* lda3 * 102a2*lOra,* l00ao* l0-ra-,
+
+10-2a-2+ l0-3a-,
Se dice que el sistema de númerosdecimalestiene la baseo raíz I0 debido
a que ,r.á di., dígitos y que los coeficientesson multiplicados por poten-
cias de 10. El sislema binarío es un sistema numérico diferente. Los coe-
ficientes del sistema de números binarios tienen dos valores posibles:
Ó y 1. cada coeficienteo, se multiplica por 2'. Por ejemplo, el equiva-
lente decimal del número'binario 11010,11 26,75como se demuestrade
es
la multiplicación de los coeficientespor potenciasde 2.
I x 2 4 + I x 2 3+ 0 x 2 2 + I x 2 r + 0 x 2 0+ | x 2 - l
+lx2-2:26,75
En general,un número expresado un sistema de base r tiene coeficien-
en
tes multiplicados por potenciasde r:
en'rn + an-t'fn-l + * az'r2+ at'r* a¡
*a-t. r-t + a-r' r-2 +''' + Q-^' r-^
Los coeficientes o, varían en valor entre 0 y r-1. Para distinguir los
números de bases- diferentes, se encierran los coeficientes entre parén-
tesis y se escribe un suscrito igual a la base usada (con excepción en
algunós casos de los números decimales en los cuales su contenido hace
obvio que se trate de un decimal). Un ejemplo de un número de base 5
será:
( 4 0 2 1 , 2 ) :s 4 x 5 3 + 0 x 5 2 + 2 x 5 t + I x 5 0 + 2 x 5 - r : ( 5 1 1 , 4 ) 1 0
Nótese que los valores para coeficientes de base 5 pueden solamente ser
0 ', 7 , 2 , 3 y 4 .
'Es
cbstumbre presentar los r dígitos necesarios para los coeficientes
del sistema decimal en caso de que la base del número sea menor qge 10'
Las letras del alfabeto se usan para completar los diez dígitos decimales
cuando la base del número sea mayor que 10. Por ejemplo, en el sistema de
números hexadecimal (base 16) se presentan los primeros diez dígitos del
sistema decimal. Las letras A, B; C, D, E y F se usan para los dígitos 10,
-{
/
É
SISTEMAS EINARIOS
t CAP. 1
1 1 , 1 2 , 1 3 , 14 y 15 respectivamente.
Un ejemplo de números hexadecimal
será:
:
(865F)r6 ll x 163 6 x 162 5 x 16 * 15: (46687)rc
+ +
Los primeros 16 números en los sistemas decimal, binario, octal y hexa-
decimalse listan en la Tabla 1-1.
Las operacionesaritméticas con números en base r siguen las mis-
mas reglas que los números decimales. Cuando se usa ,.ru bu.\" diferente
a la conocida de 10 se debe ser precabidode usar solamente las r dígitos
permitidos. A continuación se muestran ejemplos de suma, resta y irul-
tiplicación de los nrlmerosbinarios:
sumando: l0l l0l minuendo: l0l I0l multiplicando; l0l I
s u m a n d o :+ l 0 0 l l l sustraendo:-l00lll multiplicador: xl0l
suma: l0l0l00 diferencia: 000110. l0l I
0000
l0l I
producto: ll0llt
Tabla 1-1 Números con dife¡entes bases
Decimal Binario Octal Hexadecimal
(base10) (base2) (base 8) (base 16)
00 0000 00 0
0l 0001 0l I
02 00r0 02 2
03 00r
r 03 J
M 0r00 04 4
05 0l0l 05 5
06 0ll0 06 6
07 0lll 07 7
08 1000 l0 8
09 l00l ll 9
l0 r0l0 t2 A
ll l 0 lI IJ B
t2 I 100 l4 C
l3 Il0l l5 D
t4 lll0 ló E
I5 lllt l7 F
La suma de dos números binarios se carcuia mediante las mismas
reglas que en decimalescon la diferencia de que los dígitos de la suma
en
cualquier posición significativa pueden ser 0 ó 1. cuaiquie¡ ..lleva\" obte_
nida en una posición significativa tlada, se usa por el par de dígitos
en
la posición significativa superior. La resta es un poco más com\"plicada,
S E C .1 - 3 C O N V E R S I O N E ST R E U M E R O D E B A S E I F E R E N T E 7
EN N S D
sus reglas son las mismas que en el caso del sistema decimal excepto que
la \"lleva\" en una posición significativa dada agrega 2 al dígito del mi-
nuendo. (Una lleva en el sistema decimal agrega 10 al dígito del minuen-
do). La multiplicación es muy simple. Los dígitos del multiplicador son
siempre 1 ó 0. Por tanto, los productos parciales son iguales al multipli-
cando o a 0.
1 - 3 C O N V E R S I O N E S T R E U M É R O S E B A S ED I F E R E N T E
EN N D
Un número binario puede ser convertido a decimal formando la suma de
las potencias de base 2 de aquellos coeficientes cuyo valor sea 1. Por ejem-
plo:
( 1 0 1 0 , 0 1 l ) z : 2 3+ 2 t + 2 - 2 + 2 - 3 : (10,375)r0
El número binario tiene cuatro unos y'el decimal equivalente se deduce
de la suma de cuatro potencias de 2. Similarmente, un número expresado
en base r puede ser convertido a su equivalente decimal multiplicando
cada coeficiente con su correspondiente potencia de r y sumando. El si-
guiente es un ejemplo de conversión de un sistema octal a decimal:
(630,4)8: 6 x 82 + 3 x 8 + 4 x 8-' : (408,5)¡q
La conversión de decimal a binario o cualquier otro sistema de base r
es más conveniente si el número se separa en parte entero y parte fraccio'
nario para hacer la conversión de cada parte separadamente. La conver-
sión de un entero de sistema decimal o binario se explica de mejor manera
en el siguiente ejemplo:
EJEMPLO f -1.' Convertir el decimal 41 a binario. Primero,
41 se divide por 2 para dar un cocienteentero de 20 y un residuo
de i. El cocientese divide a su turno por 2 para producir un co-
ciente nuevd con su residuo. Se continua así el procesohasta que
el cociente entero se convierte en cero. Los coeficíenúes los
de
números binarios deseados obtienen de los residuos de Ia si-
se
guiente manera:
Cocíente
entero residuo ,o\"ürr!!:
T: ,O
I
do: I
,
+= ro at=0
-l =
0 '\\ az: 0
2-
I
+ 4l: \\
;:2 2
id
?
i SISTEMAS BINARIOS CAP. 1
cocLente
entero residuo coefíciente
2
-: dq:0
2
I
_: ds: I
2
r e s p u e s t a : ( 4 1 ) r o: ( a r a . a s a z a t a o ) , : ( 1 0 1 0 0 1 ) ,
El proceso aritmético puede llevarse a cabo en forma más con-
veniente, de Ia siguiente manera:
entero residuo
4l
20 I
l0 0
5 0
? I
I 0
0 I l0l00l : respuesta
La conversión de enteros decimales a cualquier sistema de base r es
similar al ejemplo anterior con la diferencia de que la división se hace por
r en vez d,e 2.
EJEMPLO l-2: Convertir el decimal 153 a octal. La base
requerida es 8. Primero se divide 153 por 8 para dar un cociente
entero de 19 y un residuo de 1. Luego se divide 19 por 8 para dar
'.
,n cociente entero de 2 y un residuo de 3. Finalménte, ,\" diuidu
2 por 8 para dar un cociente de 0 y un residuo de 2. Este proceso
puede hacerse convenientemente de la siguiente manera:
153
l9 I
2 3
0 2L :1zl¡,
La conversión de una fracción decimal o binaria se lleva a cabo por
un método similar al usado para enteros..Empero, se usa Ia multiplicación
en vez de Ia división y se acumulan los enteros en vez de los residuos. El
método se explica más claramente a continuación:
EJEMPLO f-3.. Convertir (0,6875),0 a binario. Primero se
m u l t i p l i c a 0 , 6 8 7 5p o r 2 p a r a d a r u n e n t e r o y u n a f r a c c i ó n . L a n u e -
va fracción se multiplica por 2 para dar un número entero y una
nueva fracción. Este proceso se continúa hasta que la fracción
se convierta en 0 o hasta que el número de dígitos tenga la sufi-
ciente precisión. Los coeficientes del número binario se obtienen
de los enteros de la sizuiente manera:
\\
entero fr\"::r\"! ,oolrr::!t,
0,6875x2: I + 0,3750 ¿-r = I
0,3750x2: 0 + 0,7500 a-z=0
0 , 7 5 0 0 x2 : I + 0,5000 a -t: I
0,5000x2: I + 0,0000 a _c: I
- : (0'l0ll)2
respuestl: (0,6875)r0 (0,a-P -2a -3a-4)2
Para convertir una fracción decimal a un número expresadoen base
r, se usa un procedimiento similar: se multiplica por r en vez de 2 y los
coeficientesencontradosde los enteros varían entre valores desde 0 has-
tar-1 envezde0yl.
EJEMPLO f -4.' Convertir (0,513)roa octal'
0,513 8: 4,104
X
0 , i 0 4x 8 : 0 , 8 3 2
0,832 8: 6,656
X
0,656 8: 5,248
x
0,248x 8: 1,984
0,984 8:7,872
x
La respuestacon siete cifras significativas se obtiene de la parte
entera de los Productos:
( 0 , 5 1 3 ) r:o ( 0 , 4 0 6 5 1 1. ) a
La conversiónde números decimales con parte fraccionaria y entera'
se hace convirtiendo la parte fraccionaria y la entera separadamente y
luego combinando las dos respuestas.Usando los resultadosde los Ejem-
plos 1-1y 1-3se obtiene:
(41,687ro: (101001,1011)2
5)
De los Ejemplos 1-2 y l-4, se obtiene:
(153,51r0: (231,406517)8
3)
1-4 N U M E R O SH E X A D E C I M A L E S O C T A L E S
Y
La conversiónde binario a octal y hexadecimaly viceversa juega un papel
muy importante n los computadores gitalesComo2'-8 y 2a:16, cada
e di .
dígito octal corresponde tres dígitos binarios y cada dígito hexadecimal
a
co\"..esponde crrui.o dígitos binarios. La conversiónde binario a octal se
u
lleva á cabo fácilmentehaciendo la partición del número binario en grupos
de tres dígitos, cada uno comenzando desdeel punto binario y haciéndolo
cle izquierda a derecha. El dígito octal correspondiente asigna a cada
se
grupo, El, siguiente ejemplo es una ilustración del prbcedimiento:
I
''':í¿
aa'/
IO SISTEMAS INARIOS
B CAP.
(glgggIIgg pgsgrg
J_11 ), : (26153,7406)
r
'3
2 6 I 5 7 4 0 6
La conversión de binario a hexadecimal es simirar excepto que
el número
binario se divide en grupos de cuatro dígitos:
( l 0 1 1 0 00 l l 0 l 0 l I )': (2C68,F2),u
t_J
/
I
L__J I l__l I! EI
2C 6B F2
El dígito hexadecimal correspondiente para cada grupo de dígitos
'valores bina-
rios es fácilmente recordado después dé estudiar iós ústados en
Ia Tabla 1-1.
La conversión de octal o hexadecimal a binario se hace por un proce-
dimiento inverso al anterior._ cada dígito octal se convierte a un equiva-
lente binario de tres dígitos. De la misma manera, cada dígito hexadecimal
se convierte a un equivalente binario de cuatro dígitos. Esto se ilustra
con ejemplos a continuación:
: (
(6i3,r24)8 ¿g J-l_L
E_L gE Eg Ig t
673124
(306, ,0 : ( 001I 0000 0l l0
D) I l0l )\"
??? ?
Los números binarios son dificiles de trabajar ya que necesitan
tres
o cuatro veces más que su equivalente decimal-. por ejemplo, el
_dígitos
número binario 111111111111 es equivalente al decimal aOos.
Empero,
los computadores digitales usan los ñú.nu.o, binarios y uigr.,\",
veces se
hace necesario que el operador humano o usuario se comunique
directa-
mente con la máquina en términos de números binarios. un eiquema que
retiene el sistema binario en el computador pero que ¡educe el número
de
dígitos que el humano debe considerar, utilüa la relación que hay
entre
el sistema de números binarios y el sistema hexadecimal u octal. Median_
te este método, el humano piensa en.términos de números octales o
hexa-
decimalresy hace la conversión por medio de la inspección, cuando se
hace
necesaria la comunieación directa con la máquina. Así el número
binario
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 t i e n e 1 2 d í g i t o s y s e e x p r e s ae n o c t a l c o m o 7 7 7 7 ( . \" u i . o
dígitos) o en hexadecimal como FFF (lres dígitos). Durante la comuni-
cación de 1a gente (relativa a números binarios en el computador), se hace
más deseable la representación hexadecimal u octal yá qu\" puede
ser
usada de manera más compacta con una tercera o cuarta parte del número
de dígitos necesarios para expresar el número binario equivalente.
cuan-
do un humano se comu4.icq.col la máquina (a través ae tos interruptores
de la consola, las luces indicadoras o por medio de los programas escritos
en lenguaje de maquína), la conversión de octal o hexádeiimal a binario
y viceversa se hace por inspección de parte del usuario.
sEc. 1-5 COMPLEMENTOS I I
1-5 COMPLEMENTOS
Los complementosse usan en los computadores digitales para simplificar
la operaáiónde sustracción y para manipulacioneslógicas.Hay dos clases
de complementospara cada sistema de base r: (1) EI t:omplementode r
y (2) ei complemento (r- 1). Cuando se sustituye .! valor de la base
de
io.' áo. tipos reciben los nombres de complementosde 2 y 1 en el uso de
los númerosbinarios o complementosde 10 y 9 en el caso de los números
decimales.
El complemento de /'
Dado un número positivo .^y' base r con parte entera {e n dígitos, se
en
d e f i n ee l c o m p l e m ó n t r d e N c o m or \" - N p a r a N l 0 y
o O paraN:0' El
siguiente ejemplo numérico ayudará a comprendermejor Ia situación:
El complementode 10 de (52520)16 I05 -52520:47480.
es
El número de dígitosdel número es n:5.
El complemento 10 de (0,3267)1e l-0,3267:0,6733.
de es
No hay parte entera, por tanto i0' : 10o:1.
El complemento 10 de (25,639)ru 102-25,639:74,361'
de es
El complementode 2 de (101100),es (26)'o - (101100)z
: (1000000- :010100.
101100):
:
de es :
El complemento 2 de (0,0110), (1- 0,0110)z 0,1010.
Por la definición y los ejemplos,es claro que el complementode 10 de
un número decimal puede ser formado dejando todos los ceros menos sig-
nificativos inalterados, restando el primer número diferente de cero menos
significativo de 10 para luego sustraer el resto de dígitos más significati-
vos de 9. El complemento de 2 puede ser formado dejando todos los ceros
menos significativos y el primer dígito diferente de cero sin cambio, para
luego remplazar unos por cerosy cerospor unos en el resto de dígitos mas
significat ivos.
Un tercer método más sencillo para obtener el complementode r es
dado después la definicióndel complemento (r-1)'El complemento
de de
de r de un número existe para cualquier base r (siendo r mayor pero no
igual a 1) y puedeser obtenido de la definición que se dará a continuación.
Los ejemplos listados aquí usan números con r:10 (decimal) y r:2
(binario) debido a que estos son las bases más interesantes.El nombre
del complementose relaciona con Ia base del número usado. Por ejemplo
el complemento (r-1) de un númeroen base 11 se llama complemento
de
d e 1 0 y a q u er - 1 : 1 0 p a r ar : 1 1 .
E l c o m p l e m e n t od e ( r - 1)
Dado un número positivo N en base r con una parte entera de n dígitos y
una parte fraccionaria de rn dígitos, se define el complementode (r- 1)
de N como rn -r-n -11[. Se dan algunosejemplosa continuación:
Áfr
--r F
f
I |2 S I S T E M A SB I N A R I O S CAP. 1
I El complemento de 9 de (52520)r0 es (tOt - I-52520):99999-
I 52520: 47479.
Como no hay parte fraccionaria,
entonces10--:100 :1.
El complementode 9 de (0,3267),nes (1-tO-+ -0,3267):0,9999-
:0.6732.
0.3267
Cqmo no hay parte entera entonces10\" : 100: 1.
E l c o m p l e m e n t o e 9 d e ( 2 5 , 6 3 9 ) 1e s ( t 0 , - 1 0 - 3 - 2 5 , 6 3 9 ) : 9 9 , 9 9 9 -
d e
25.639 :74.360.
E l c o m p l e m e n t o e 1 d e ( 1 0 1 1 0 0 ) e s ( 2 6- 1 ) - ( 1 0 1 1 0 0 ) :( 1 1 1 1 1 1 -
d 2
101100)2 10011.
:0
E l c o m p l e m e n t o e 1 d e ( 0 , 0 1 1 0 )e s ( 1 - Z - + ) r o * ( 1 , 0 1 1 0 ) 2 ( 0 , 1 1 1 1
d 2 :
- 0,0110)2 0,1001.
:
De estos ejemplosse ve que el complementode 9 de un número deci-
mal se forma simplemente sustrayendocada dígito de 9. El complemento
de 1 de un número binario se expresaen una forma aún más sencilla: los
unos se cambian a cerosy los cerosa unos. Como el complementode (r- 1)
se puede obtener muy fácilmente el complementode r. De las definiciones
y de la comparación de los resultados obtenidos en los ejemplos se des-
prende que el complemento'de r puede ser obtenido del complementode
(r- 1) despuésde sumar r-^ al dígito menos significativo. Por ejemplo
el complemento de 2 de 10110100 obtiene del complemento de 1 de
se
01001011 agregando1 para dar 01001100.
Vale la pena mencionar que el complementodel complementodeja al
número en su valor original. El complementode r de N es rn - N y el com-
plemento de (r\" - N) es r\" - (r\" - N) : N; de la misma manera sucedecon
el complementode 1.
S u s t r a c c i ó n o n c o m p l e m e n t o sd e r
c
El método directo de sustracción diseñadoen las escuelas usa el concepto
de prestar. En este método se presta un 1 de una posición significativa
más alta cuando el dígito del minuendo es más pequeñoque el correspon-
diente dígito del sustraendo. Esto parece el método más sencillo usado
por la gente al hacer la sustracción con papel y lápí2. Cuando Ia sustrac-
ción se gjecuta por medio de los componentesdigitales se.encuentra que
este método es menos eficiente que el método que usa complementosy
suma de la forma descrita a continuación.
La sustracciónde dos númerospositivos (M-N), ambos en base r
puede hacersede la siguiente manera:
1. Se suma el minuendoM al complemento r del sustraendo
de N.
2. Se inspeccionanlos datos obtenidosen el Paso 1 para una \"ileva\"
final.
(a) Si ocurre una \"lleva\" final. se debe descartar.
sEc. 1-5 I3
COMPLEMENTOS
(b) Si no ocurre una \"lleva\" final, se toma el complemento de r del
número obtenido en el paso 1 y se coloca un número negativo
al frente.
Los siguientesejemplosilustran el procedimiento:
EJEMPLO I-5.' Usando el complemento de 10, sustraer
72532- 3250.
M =72532 72s32
N : 03250
+
complemento 10 de .lf : 96750
de 96750
lleva final -+ L/OgZgZ
respuesta: 69282
EJEMPLO l-6.' Sustraer: (3250- 72532)rc.
M:03250 03250
N :72532
complemento 10de N :2'1468
de
ninguna lleva
respuesta:-69282: - (complementode 10 de 30718)
EJEMPLO I-Z Usar pl complemento de 2 para sustraer
M - N con los númerosbinarios dados.
(a) M: 1010100 l0l0l00
N: 1000100
-r
complementode 2 d e N : 0 1 1 1 1 0 0 0llll00
lleva finul--- I 0010000
respuesta: I00[lA
(b) M: 1000100 1000100
N: l0l0l00
complementode 2 d e N : 0 1 0 1 1 0 0
nrnguna l l e v a
respuesta: - 10000: - (complementode 2 de 1110000)
--1
t4 SISTEMAS EINARIOS CAP. 1
La prueba de este procedimiento es: la suma de M al complemento
de r de N da (M*r\" -N). Para númerosque tienen una parte éntera de
l/ dígitos, r\" es igual a 1. (Lo que se ha llamado la \"lleva\" final) en la
posición (N+ 1). Como se asume que M y N son positivos,por tanto:
(o) (M+r\"-N))r, siM)N, o
(b) (M+r, -N)(r, siM(N
En el caso (a) la respuesta positiva e igual a M - N, y se obtiene direc-
es
tamente descartando la \"lleva\" final r\" . En el caso (b) la respuestaes
negativae igual a - (N-M).Este caso se detectapor la ausenciade la
\"lleva\" final. La respuestase obtiene sacando un segundocomplemento
y agregando signo negativo:
un
-lr' - (M + r^- N)] : - (N -
M).
Sustracción on complemento de (r -
c 1)
El procedimiento para sustraer con el complementode (r- 1) es exacta-
mente el mismo que el usado con el complementode r excepto por una
variación llamada la \"lleva\" final de reinicio mostrada a continuación.
La sustracción M-N de dos números positivos en base r pueden calcu-
larse de la siguientemanera:
1. Se agregael minuendoM al complemento (r-i) del sustraen-
de
do N.
2. Se inspeccionael resultado en el Paso 1 y la ..lleva\" finai.
(a) Si aparece una \"lleva\" final se agrega1al dígito menossigni-
ficativo (lleva final de reinicio).
(b) Si no ocurre una \"lleva\" final, se obtiene el complementode
(r- 1) del número obtenido en el Paso 1 y se coloca un signo
negativo al frente.
La prueba de este procedimientoes muy similar a la del complemento
de r dada y se deja al lector como ejercicio. Los siguientesejemplosilus-
tran este procedimiento:
EJEMPLO I-8.' Repetir los Ejemplos 1-5 y 1-6 usando com-
plementos
de
(a) M :72532 72532
N: 03250
complemento de 9 de N :96749 + 96749
/-t@ *
lleva final de reinicio
[__--',
69282
respuesta: 69282
\\
sEc.1-5 COMPLEMENTOS I5
(b) M:03250 03250
N :72532
complemento 9 de N : 27467
de + 27467
ninguna lleva
___Jh07n
respuesta: - 69282: - (complementode 9 de 30717)
EJEMPLO I-9; Repetir el Ejemplo 1-7 usando el comple-
mento de 1.
(a) M: l0l0l00 l0l0l00
N: 1000100
complemento de 1 d e 1 { : 0 l l l 0 l l 0lll0ll
lleva final de reinicio 000llll
I
0010000
respuesta: 10000
(b) M: 1000100 r000100
r/ : l0l0l00
complemento de 1 de N : 0 l 0 l 0 lI 0l0l0l I
ninguna lleva ll0lnl
respuesta: - 10000: - (complementode I de 1101111)
C o m p a r a c i ó ne n t r e l o s c o m p l e m e n t o s
de2ydel
Al comparar los complementos de 2 y de 1 se detallan las ventajas y des-
ventajas de cada uno. El complemento de 1 es más fácil de ejecutar, por
medio de componentes digitales ya que lo único que hay que hacer es
cambiar los ceros a unos y los unos a ceros. La ejecución del complemento
de 2 puede obtenerse de dos maneras: (1) agregando 1 al dígito significa-
tivo menor del complemento de 1 y (2) dejando los primeros ceros, en las
posiciones significativas menores y el prirner 1 inalterados para cambiar
solamente el resto de unos a ce¡osy de ceros a unos. Durante la sustracción
de los números, usando complementos,es ventajoso emplear el complemento
de 2 en el cual solamente se requiere una operación aritmética de suma. El
complemento de 1 requiere dos sumas aritméticas cuando sucedeuna.\"lle-
va\" final de reinicio. El complemento de 1 tiene la desventaja adicional de
poseer dos ceros aritméticos: uno con todos los ceros y otro con todos los
t6 SISTEMAS BINARIOS CAP. 1
{
I unos. Para ilustrar este hecho, considérese sustracción de dos números
-
binarios iguales 1100 1100: 0.
Usando el complementode 1:
la
I 100
T
001I
+ llll
Complementar de nuevo para obtener - 0000.
Usando el complementode 2:
I 100
-r
0100
+ 0000
Mientras que el complementode 2 tiene solamenteun cero aritmético, el
0 complemento de 1 puede ser negativo o positivo lo cual podría complicar
la situación.
Los complementosútiles para los cálculos aritméticos en los compu-
tadoresse tratan en los capítulos 8 y 9. El complementode 1, sin embargo,
es muy útil en los manipuladoreslógicos (como se mostrará más adelante)
ya que el cambio de urros a ceros y viceversa es equivalente a la operación
de inversión lógica. El complementode 2 se usa solamenteen asociode las
aplicacionesaritméticas. En consecuencia conveniente
es adoptar la sig¡ien-
te convención:cuando, use la palabra complemenúo, mencionarel tipo,
se sin
en asocio con una aplicación aritmética, se asume que es el complemento
de 1.
1-6 C O D I G O SB I N A R I O S
Los sistemas digitales electrónicos usan señales que tienen dos valores
distintos y elementosde circuito que tienen dos estadosestables.Existe
una analogía directa entre las señalesbinarias. los elementosde circuito
bina-riosy los dígitos binarios. un número binario de r dígitos, por ejemplo,
puede ser representadopor n elementos de circuito binaiio con se¡áleJ de
salida equivalentesa 0 ó 1 respectivamente. Los sistemas digitales tepi\"-
sentan y manipulan no solamente los númerosbinarios sino también mu-
chos otros elementosdirectos de información. Cualquier elementodiscreto
de información específico entre un grupo de cantidades puede ser repre-
sentado p9r un código binario. Por ejemplo el rojo es un color específicodel
espectro. La letra A es una letra específicadel alfabeto.
un óif por definición es un dígito binario. cuando se usa en asocio
con un código binario es mejor pensar que denota una cantidad binaria
igual a 0 ó 1. Para representar un grupo de 2n elementos diferentes en
código binario se requiere un mínimo de N bits. Ello es debido a que es
posible arreglar r bits en 2\" mane¡as diferentes. por ejemplo, ,r.t grnpo
-!
COOIGOS INARIOS t 7
B
de cuatro cantidades diferentes puede ser representado por un codigo de
dos bits con cada cantidad asignada a cada una de las siguientescornbi-
naciones de bits; 00, 01, 10, 11. Un grupo de ocho elementos requiere un
código de tres bits con cada uno de los elementosasignadosa uno y sólo
uno de los sigr¡ientes: 000, 001, 010, 011, 100, 101, 110, 111. Los ejernplos
muestran que las diferentes combinaciones bits de un código de n bits
en
pueden encontra¡secontando en forma bina¡ia desde 0 hasta 2'- 1. Al-
gunas combinaciones bits no se asignan cuando el número de elementos
de
de un grupo que va a codifica¡seno es múltiplo de una potencia de 2. Los
diez núme¡osdecimales0, 1, 2, , 9 son ejemplosde este grupo. Un códi-
go binario que distingue diez elementos diferentes debe contener mínimo
cuatro bits: tres bits dete¡minan un máxi¡no de ocho elementos. Cuatro
bits pueden conformar 16 combinacionesdife¡entes, pero como se codi-
fican solamente diez dígitos, las seis combinacionesrestantesno se usan
ni seasignan.
Aunque el número mínimo de bits, necesarios para codifica¡ 2\" can-
tidades diferentes, es n, no hay un número máxímo d,e bits que puedan
ser usados por un código bina¡io. Por ejemplo, los diez dígitos decimales
pueden ser codificados con diez bits y a cada dígito decimal asignarle
una combinación de bits de 9 cerosy un 1. En este código binario en par-
ticular, al dígito 6 se le asigna la combinaciónde bits 0001000000.
C ó di g o s d e c i m a l e s
Los códigosbinarios para digitos decimales requierenun mínimo de cua-
t¡o bits. Se puede obtene¡ numerosos códigos dife¡entes rearreglando
cuatro o más bits en diez combinacionesposibles.Varias de estas posi-
bilidades se muestran en la Tabla 1-2.
Tabla l-2 Códigosbinarios para dígitos decimal€s
Digito (BDC ) (Biguinario)
decimal u2\\ Exceso 3
a u.2-l 5043210
0 0000 001 I 0000 0000 010000|
I 0001 0100. 0llt 0001 0100010
2 0010 0101 0 ll 0 0010 0100100
3 001I 0 ll 0 0l0l 001 I 0101000
4 0100 0lll' 0lm 0100 0l 10000
5 0l0l 1000 l 0 lI l 0 lI 100000r
o 0 tl 0 l00l l0l0 I 100 1000010
'l
0lll l0lü l00t I l0l 1000100
8 r000 l0lI r000 lll0 1001000
9 t 00l I100 llll l l l0l0m0
Bl BDC (el binario decimal codificado)es una forma directa asignada
a un equivalente binario. Es posible asignar cargasa los bits binarios de
acuerdo a sus posiciones.Las cargasen el código BDC son 8, 4, 2, l. La
asignaciónde bits 0110por ejemplo, puede ser interpretadapor las cargas
I8 SI S T E M A S I N A B I O S
S
CAP. 1
el dísitodecimal ya que0x 8+ 1x 4+ 1x 2+0+
6
B1*_l:l,t:.\"ltg.
Ds posrDreasrgrar ca¡gas 1:6.
ne,gativasa un código decimal, tal como
muestra.en el código 8, a, se
.?,. 1. En este
0 1 1 0s e i n t e r p r e t ac o m o e l d í g i t o d e c i m a l i , \"u\"o
l\" ¿\" ¡its
\"n-binu\"l¿n8 + 1 X 4
de 0X
+.I x ( - 2) + 0 X ( - 1) : 2. O-tros dos códigásicon\" \" é r . \" \" á¡t
tabla son el 2421y el b043210. -o\"t.ados en la
U\" \"\"-.gJ-
á\"\"i_ái q,]\"\"J\" ¡u usado en al_
viejos en el código de \"Oaig,
fl9-.- \"\"-nut\"dores Este último es un
LuurBUsrn ca¡ga. cuva asrgnatión se obtiene \"*\"\".o \"'i.
del correspondientevalor
e n B D C u n a v e z s e h á y as u m a d ol .
o\"\",,lli,l\"l\"u'jff jl-.'j\"$\":ir:jffi
J:'::\"r\",::T,\"?,J:t'\"\"\"11r1':Tli\":
datos, el usuario gusta dar los datos f;;;; j*i.\"i.
L\"\" _\"r,ur\"\" d\",
crmales recibidas se almacenan inte¡namente \"\" en el computadorpor medio
del código decimal. Cada dígito a\"\"irn\"l .\"q,li\"i\"
mentos de almacenamientobinario. Los n,i-\".o.. ;;;;\"\".. 'a\"\"iaules cuatro ele-
se convrenen
cuando las operaciones aritméticas .\" hr\"un-lnt\".numente con
:..1i1*
numeros representados binario. Es posible
en también realizar operacio_
nes aritméticas directamente en decimál
con todos lo\" n\"¡n\"ro. ¡,a deja_
dos en forma codificada. por ejemplo, ,,,i_\".o J\"\"i-\"i ¡9b,
-\"ueve .\"
da igual a 1100b1011 \"t y \",rundo
:j:ri:rl\"_1^lirrio nume¡o
rrus. or mrsmo dígitos bina-
representado \"on\"i\"t\" \"i,
alternamente en código BóC, ocupa
p a r a c a d a . d i g r r dre c i m a lp a r a u n t o t a f
, ae iZ úiis:001110010101.
L.,fsr 1 \" _ , b 1 \" c't¡tro bits representan
: r ^ 1 prrmeros
el 3, los siguientescuatro el g y los
ultrmos cuatro el 5.
. Es muy importante comprender la dife¡encia entre conuersiónde un
n-úmero decimal a bina¡io y ra codit'icación 'á\" -¡it\". ¡i...L áu ,\"'.omero decimal.
-i_*
En_cada caso el ¡esultado rirral e\" u.. ,\".i\"
d-ela conversiónson dígitos binarios. L\", ¡ir\" obtenidos
úii\".¡1\"\"iJosli ta codificac¡ón
son combinaciones unos a ceros arregladu\"
de a\" u\"ulaan u las reglas del
código usado. Por tanto es extremadam\"ert\"
i-p\".ir.i\"'i\"r,\".
que una serie de unos y.ceros en \"n \"u\"nru,
un sistema dilital pueáe algunas veces
¡epresentarun número binario y otras veces
.\"pi\"a\"r,tu. alguna otra can
tidad disc¡eta de información como se especifica
en un código binario
3:n::^,?^\":0.11\"^ *... ejemplo, \"laá-i\"\"\"eiJ.'j\"iui -o,,\",^ ouu
u,r coorgoy una llc
ha
conversiónbina¡ia directa \"\" siemprey cuando los números
decimalessean algún entero y entre 0 y 9. pa;
conversióny Ia codificación son completamente
;;;JrÁ-il.yo.\". que g, la
diferentÁ.'E.t\" -.r\"upto
es tan importante que vale la pena repetirlo
usando otro ejemplo: la con_
versión binaria del decimal l3 es l10l; t,
BDC es 00010011. áecimal 13 con
\"raln\"\"\"i¿\"\"aál
1 , \" \"c i n c o c ó d i g o sb i n a r i o s . l i s t a d oe n l a T a b l a
. s 12, et BDC parece
ser el \"m¿isnatural y es sin duda el que se encuentra
--_ ?
más ümtnmente. Los
otros códigosde cuatro bits tienen una característica
en común que no se en_
cuent¡a en BDC. El de exceso 3, el 2, a, a
?, ,,, B,¡, _l-_ I son códigos
autocomplementarios, esto es que el compremento 9 der núme¡o \"l de
se obtiene fácilmente cambianáot\"\" .á.;; decimal
;; ;ñ;il por más. Esta
propiedades muy útil cuando se hacen
las operaciones aritméticas interna_
c o D t G o s t N A R r o s1 9
B
mente con números decimales (en código binario) y la sustracción se hace
por medio del complemento de 9.
Fil código binario mostrado en la Tabla l-2 es un ejemplo de un código
de sietc díBitos con propiedades de derección de error. Cada digito decimal
c o n s i s ¡ e e 5 c e r o s 1 2 u n o s c o l o c a d o se ¡ r l a s c o r r e s D o n d i e n t c s l u m n a s d e
d co
.\"-a a.
IP
La propredad de la detección de e¡ror de este código puede compren-
derse si uno se da cuenta de que los sistemas digitalm representan el
binario 1 mediante una señal específica uno y el bina¡io cero por otra
segunda señal específica. Durante la t¡asmisión de señales de un lugar a
otro puede p¡esentarse un error. Uno o más bits pueden cambia¡ de valor.
Un ci¡cuito en el lado de recepción puede detectar la presencia de más (o
menos) de dos unos y en el caso de que la combinación de bits no esté de
acuerdo con la combinación permitida, se detectará un error.
Códigos de detección de error
La información binaria, siendo señales de pulsos modulados o señales de
entrada y salida de un computador digital, puede ser t¡asmitida a través
de algún medio de comunicación tal como ondas de radio o alambres. Cual-
quier ruido exte¡no int¡oducido en el medio de comunicación fisica cambia
los valo¡es de los bits de 0 a 1 y viceversa. Puede ser usado un código de
detección de error con el objeto de detecta¡ los errores durante la tras-
misión. El er¡or detectado no puede ser corregido pero sí indicada su
presencia. El procedimiento usual es observar la frecuencia del e¡ror. Si
el e¡ro¡ ocurre de vez en cuando, aleatoriamente y sin algún efecto pro-
nunciado sob¡e el total de la información trasmitida, o no se hace nada o
se trasmite de nuevo el mensaje erróneo especíñco. Si el erro¡ ocur¡e tan
a menudo que se distorciona el significado de la información ¡ecibida, se
debe rectificar la falla del sistema.
Un bit de parid.ad es un bit extra, incluido con el mensaje para con-
vertir el núme¡o total de unos en par o impar. Un mensaje de cuatro bits
y un bit de paridad P se representan en la Tabla 1-3. En (a), se escoge P
de tal manera que la suma de todos los unos sea impar (en total cinco bits).
En (b), se escoge P de tal manera que Ia suma de todos los unos es par.
Du¡ante la trasferencia de información de un lugar a otro, el bit de pari
dad se trata de la siguiente manera: en el ext¡emo de envío, el mensaje
(en el caso de los primeros cuatro bits) se aplica a un circuito \"generador
de paridad\" en el cual se genera el bit P requerido. EI mensaje junto con
su bit de paridad se t¡asfiere a su destino. En el extremo de recepción
todos los bits entrantes (en este caso cinco) se aplican al ci¡cuito de \"ve-
¡ificación de paridad' para constatar la paridad adoptada. Se detecta¡á
un eror si la paridad ve¡ificada no corresponde a la adoptada. El método
de Ia paridad detecta la presencia de uno, tres o cualquier combinación
de e¡ro¡es impar. Una combinación par de errores no se puede detecta¡.
Una ulte¡ior discusión de la generación de paridad y su verificación pue-
de ser encont¡ada en Ia Sección 4-9.
!¿
r Tabla l-3
(a) Mensaje
Generación
P (impar)
del bit de paridad
(b) Mensaje P (pari
0000 1 0000 0
0001 0 0001 1
00r0 0 0010 I
001 I I 001 I 0
0r00 0 0100 I
010 | I 0l0l 0
0 ll 0 I 0ll0 0
0l 0 0lll I
1000 0 1000 I
l00l I t 00l 0
l0l0 I l0l0 0
l 0 lI 0 l 0 lI I
I 100 I | 100 0
l0l 0 Il0l I
I l0 0 nl0 I
l I ll 0
El código reflejado
Los sistemas digitales pueden ser diseñados para procesa¡ datos solamen-
te en forma disc¡eta. Muchos sistemas fisicos suministran salida continua
de datos. Estos datos pueden convertirse en forma discreta o dieital antes
de ser aplicados a un sistema digital. La información análoga o continua
s_e.convierte a forma digital por medio del convertido¡ análógo a digital.
Algunas veces es conveniente usar el código reflejado mostrado en la Tabla
1-4 para representar los datos digitales convertidos en datos análosos.
-ou.
La ventaja del código reflejado sobre los números bina¡io, pu.o\"
\".
el número en el código reflejado cambia en sólo un bit cuando cambia'de
un número al siguiente. Una aplicación típica del código reflejado ocurre
cuando los datos análogos se ¡epresentan por un cambio continuo de la
posición de un eje. El eje se divide en segmentos y a cada segmento se le
asigna un número. Si se hace corresponder segmentos adyacentes con
núme¡os de código reflejados adyacentes, se reduce la ambigüedad cuan
do se sensa la detección en la línea que separa cualquier par de segmen,
tos. El código reflejado que se muestra en la Tabla l-4 es solamente uno
de los muchos códigos posibles. Para obtener un código reflejado diferente
se puede comenzar con cualquier combinación de bits y proceder a obtener
la siguiente combinación, cambiando solamente un bit de 0 a I ó de 1 a 0
de cualquier modo deseado, al azar, siempre y cuando dos núme¡os no
tengan códigos asignadtx idénticos. El código reflejado se conoce como el
código Groy.
Códigosa lfanu méricos
Muchas aplicaciones de computadores digitales, requieren manejar datos
que consisten no solamente de números sino también de letras. po¡ eiem_
20
\\
T6bls 1-4 Código reflejado de cuatro bits
Códigoreflejado Equivalentedecimal
0000 0
0001 I
001I 2
0010 3
0ll0 4
0lll 5
0l0l 6
'l
0100
l100 8
I l0l 9
llll l0
l 0 ll
l0l0 t2
l0l I
lml t4
1000 t5
plo una compañía de seguros con millones de clientes pueden usar un
computador digital para procesarsus historias. Para representarel nom-
bre del dueño de una póliza en forma bina¡ia, es necesa¡io tener un código
binario para el alfabeto. Además, el mismo código binario puede represen
tar números decimales y algunos otros caracteresespeciales. Un código
alfanumérico (algunas veces abreviado aLphameric)es un código binaricr
de un grupo de elementosconsistentede los diez números decimales, los
26 caracteresdel alfabeto y de cierto número de símbolosespeciales tales
como $. EI número total de elementosde un grupo alfanume¡rcoes mayor
que 26. Por consiguientedebe se¡ codificado con un mínimo de seis bits
( 2 ' j: 6 4 , y a q u e 2 5 : 3 2 e s i n s u f i c i e n t e ) .
Un arreglo posible de un código alfanumérico de seis bits se muestra
en la Tabla 1-5 bajo el nomb¡e de \"código interno\". Con algunas variacio-
nes se usa en muchas computadoras,para ¡epresentarinternamente ca,
¡acteresalfanumé¡icos.La necesidadde representarmás de 64 caracteres
(las letras minúsculas y los caracteresde control especiales para la tras-
misión de info¡mación digital) dio lugar a códigosalfanumé¡icosde siete y
ocho bits. Uno de estos códigoses conocidocomo ASCII (American Stan-
dard Code fo¡ Information lnterchange: Códigonormalizadoamericanopa-
ra el intercambiode información)iot¡o es conocido como EBCDIC (Extended
BCD InterchangeCode: Código de intercámbioBDC aumentado).El códi-
go ASCII listado en la Tabla 1-5, consistede siete bits, pero es para propó-
sitos prácticosun códigode ocho bits ya que el octavo bit se agregade todos
modospara efectosde paridad. Cuando se trasfie¡e información directa me-
diante tarjetas perforadas,los ca¡acteresa-lfanuméricos usan un código bi-
na¡io de 12 bits. Una tarjeta perforadaconsisteen 80 columnas y 12 filas.
En cada columna se representaun ca¡ácter alfanumérico mediante huecos
_- .- .1
Tsbla l-5 ( odrgos de caracte¡€s alfanuméricos
-
uoolgo L odlgo
Códigointemo AS CII EBCDIC Códisode taljeta
C a r a c te ¡ 6.bits ?-bits 8-birs 12-bits
0t0 001 lm 0001 I 100 0001 t2,1
B 010 010 100 0010 l 100 0010 1))
C 010 0 100 001I I 100 001 I 1) 1
D 010 r00 100 0100 I 100 0100 12,4
E 0t 0 r 0 l 100 0r0l r 100 0 1 0 |
F 010 I l0 100 0l l0 I 100 0 l t 0 12.6
G 010 l 1000lll I100 0 l t2,7
H 0lt 000 100 1000 | 100 1000 12,8
I 0l l 001 r00 l00l l l m 1001 t2,9
J 100 001 100 l0r0 I l 0 l 0001 lt,t
K 100 010 100 101 | I l 0 l 0010 11,2
L t00 0tI t00 llm I l 0 l 00 I1,3
M 100 100 100 I tol I l 0 l 0100 I t,4
N 100 l0l 100 Il t0 I l0l 0l0l I1,5
o 100 I l0 100 l l l 1 0 l 0ll0 I 1,6
P 100 Il I r0r 0000 Il0l 0lll 11,7
a l0l m0 l0l 0001 I l 0 l t000 I1,8
R t 0| 0 0 1 l0l 0010 I l 0 l t 00l I 1,9
s 0 0r0 l0l 001 I l ll0 ml0 o,2
T Il0 0ll l0l 0100 l I 0 001 I 0,3
U I l0 100 r0l 0l0l I l 0 0100 0,4
I l0 r0l I0l 0ll0 l r0 0l0l 0,5
Il0 ll0 l0l 0lll l l 0 0 ll 0 0,6
X ll0 lll l0l l0ü) lll0 0 r 0,1
Y llt 000 t0 l l 0 0 l lll0 r000 0,8
z ll I 001 l0l l0l0 lll0 t 00l 0,9
0 000 000 0l I 0000 I I Il 0000 0
I 000 001 0lt 0001 l l 0001 I
2 000 0r0 0l l 0010 l l l l 0010 2
3 000 0l I 0 001I Illl 00ll 3
4 000 100 0l I 0100 l l l t olm 4
5 000 l0r 0lI 0l0l ll 0l0l 5
0 000 l r0 0lI 0ll0 ll 0ll0 6
'l
000 I Il 0ll 0llt llll 0llt 7
8 001 m0 0l I 1000 r l ll 1000 8
9 00r 001 0l I t00l ll l00l 9
espacio l r0 000 010 0000 0100 m00 no perforado
0ll 011 0t0 I n0 0100 l0l I t2.8,3
( I lt I00 010 1000 0100 I l0r 12,8,5
+ 010 000 010 l o tI 0100 | I l0 12,8,6
$ I o t 0 lI 010 0100 0l0t lot I I1,8,3
l0 t 100 010 l0l0 0r0| I100 I1,8,4
)_ 0lI 100 010 r00l 0t0l Il0l I1,8.5
100 000 010 l l0l 0l l0 0000 ll
I l0 001 0t0 llll 0l r0 0001 0,1
ll I 0 010 l r00 0l l0 l0 0,8,3
001 0rl 0lr Il0l 0l lll0 8,6
T
SEC ]7 A L M A C E N A M I E N TD E E I N A R I O S R E G I S f R O S 2 3
O Y
perforados las columnas adecuadas.
en Un hueco se sensacomo 1ó su au-
sencia como 0. Las 12 filas están marcadas,comenzando desdeel extremo
superiorcomo las filas de ¡rerforación 11,0, 1,2,
12, , 9. Las tres primeras
constituyen el área de perforaciónde zona y las últimas nueve,de perfora-
ciór' numérica. El código de tarjeta de 12 bits most¡adoen la Tabla 1-5 da
un listado de las filas en las cuales se perfora un hueco (dando los unos).
Las filas restantesse asumen como ceros.El código de tarjeta de 12 bits es
ineficiente con respectoal número de bits con que se usa. La mayoría de
los computadores traducen el código de entrada a un código interno de seis
bits. Como ejemplose usa la representación nomb¡e \"John Doe\" a con-
del
tinuación:
100001rml l0 0l l0@ r00l0l l10000010100l00ll0 0l0l0l
JOH N espacio D OE
1.7 ALMACENAMIENTO BINARIOS REGISTROS
DE Y
Los elementos discretos de info¡mación en un computador digital deben
tener una existencia fisica en algún medio de almacenamiento de infor-
mación. Además, cuando los elementos discretos de info¡macion se re'
presentan en forma binaria, el medio de almacenamiento de información
debe contener elementos de almacenamiento bina¡io para Ia acumulación
de los bits individuales. Una celd.a binaría es un elemento que posee dos
estados estables y es capaz de almacenar un bit de info¡mación. La entra-
da a la celda ¡ecibe las señales de exitación que la coloca en uno de los
dos estados. La salida de la celda es una cantidad ñsica que distingue
entre los dos estados. La información almacenada en la celda es un I
cuando está en su estado estable y un 0 cuando está en el otro estado
estable. Algunos ejemplos de celdas bina¡ias son los circuitos flip-flops, los
núcleos de ferrita usados en la memoria y las posiciones perforadas o no de
una tarJeta.
Reg ist ros
Un regístro es un grupo de celdas binarias. Como una celda almacena un
bit de información, se desprende que un registro de r celdas puede alma-
.:enar cualquier cantidad disc¡eta de información que contenga n bits.
El estado del re$stro es un número enésimo de unos o ceros con cada brt
.ndicando el estado de una celda en el registro. El cc,ntenido de un registro
es una función de la interpretación dada a Ia info¡mación almacenada en
ella. Considé¡ese como ejemplo un registro de 16 celdas:
I I 0 0 0 0 I I I 0 0 0 0 I
| 2 3 4 5 6 7 8 9 l0 1l 12 13 14 15 16
Físicamente se podría p€nsar que el registro está compuesto de 16 celdas
b i n a ¡ i a s , c o n c a d a c e l d a a l m a c e n a n d o u n 1 ó u n 0 . S u p o n g a m o sq u e l a c o n -
fizuración de bits almacenados es como se muestra en la figu¡a. El estado
*t
24 S I S T E Ñ 4 AB I N A R I O S
S CAP, 1
del registro es el número 16-avo 1100001111001001. claramente, un
Más
¡egist¡o de n celdas puede estar en uno de los 2n estadosposibles.Ahora
bien, si se asume qu€ el contenido del registro ¡epresenta entero bina-
un
rio, obviamente el registro puede almacenar cualquier número binario de
0 a 2¡6 -1. Para el caso particular mostrado,el contenido del registro es
el equivalentebinario al número decimal 50121.Si se asumeque el registro
almacena caracteresalfanuméricos de un código de 8 bits, el contenido
del registro es cualquiera de los caracteressignificativos. (Las combina-
ciones de bits no asignadas no representan información significativa).
En el código EBCDIC, el ejemplo anterior representalos 2 caracteresC
(ocho bits izquierdos)e 1 (ocho bits derechos).Por otra parte, si se inter-
p¡eta el contenido del registro como cuat¡o dígitos decimales repr€senta-
dos por un código de cuatro bits, el primero se¡á un número decimal de
cuatro dígitos. En el código de excesoa 3 del ejemploante¡ior se represen-
ta el núme¡o decimal 9096.En el código BDC el contenidodel registro no
tiene ningún significado ya que la combinación de bits 1100no se asigna
a ningún dígito decimal. De acuerdo al ejemplo, se nota que un registro
puede almacenar uno o más elementosdiscretos de información v que la
misma configuración de bits puede ser interpretada, de manera dife¡ente
para dife¡entes tiDos de elementos de información. Es muv importante
que el usuario almacene información significativa en ¡egistros y que el
computador sea programado para procesar esta información de acuerdo
al úipo de la misma.
T r a s f e r e n c i ae n t r e r e gi s t r o s
Un computador digital se caracterizapor sus ¡egistros.La unidad de me-
moria (Figura 1-1) es principalmente una colecciónde cientos de registros
para almacenar información digital. La unidad procesadora compone
se
de va¡ios registros que almacenan operandoscon base en los cuales se
realizan operaciones,La unidad de control usa registros para controlar
va¡ias secuenciasdel computador y cada dis¡nsitivo de ent¡ada y salida
debe tener al menos un registro para almacenar la información trasferida
de o al dispositivo. Una operación de trasferenciaenrre registros es una
operación básica en sistemas digitales y consiste en la t¡asferencia de
la información almacenadade un registro a otro. La Figura 1-2 ilustra la
trasferencia de información entre registros y demuestra pictóricamente
ia trasferencia de información binaria de un teclado de teletipo a un re-
gistro en la unidad de memo¡ia. Se asume que la unidad de entrada del
teletipo tiene un teclado, un circuito de control y un registro de entrada.
Cada vez que se digita una tecla, el control introduce al registro de en-
t¡ada un código de carácter alfanumérico equivalentede 8 bits. Se supone
que el códigousado es el códigoASCII con un octavo bit de paridad impar.
La info¡mación del registro de entrada se t¡asfie¡e a las ocho celdas me-
nos significativas del registro procesador.Después de cada trasfe¡encia
se borra el registro de entrada para permitir que el control pueda enviar
un nuevo código de ocho bits cada vez que se digite el teclado. Cada ca-
racter de ocho bits t¡asferido al registro procesadorviene seguidopor un
corrimiento del anterior carácter en las sizuientes ocbo celdas a su iz-
\\
UNIDAD DE MEMORIA
roH
00 I
0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 I11 0 0 1 0 0 I0 1 1 1
I 1I
1
PROCESADOR
UNIDAD TELETTPODE ENTRADAI Resistro
..-:-.--.--.!
CONTROL
Figura l_2 Traslerenciainformación registros
de con
quierda. Cuando se complete la t¡asferencia de cuat¡o caracteres,el re-
ji.i.o p.o\"\".udor estará lleno y su contenido se trasferirá.al registro de
il\"-o.iu. El contenido almacenadoen el registro de memoria de la Figura
1-2 nrovino de la t¡asferencia de los caracteresJOHN despuésde digitar
las óuat¡o teclas adecuadas.
P\".\" pro\"\"\"u. las cantidades discretas de información en forma bi-
naria, el óomputador debe estar dotado de (l) elementos que sostengan
los datos qus vayan a ser procesados (2) elementos de circuito que
y
manejen los bits individuales de info¡mación. El elementomás convenien-
temente usado para retener información es un registro. El manejo de va-
¡iables bina¡ias se hace por medio de circuitos lógicos digitales' La Figura
1-3 ilustra el procesode suma de dos númerosbinarios de 10 bits' La uni-
dad de memoria, que consiste usualmente en cientos de reglstros se
muestra en el diagráma con sólo tres de sus registros.La pa¡t€ de la uni-
dad de procesomóstrada, consiste en tres registros,R1, R2 y R3 conjun-
tamente con circuitos lógicosdigitales que manejan los bits de Rl y R2 y
t¡asfie¡en a R3 un númeio binario igual a su suma aritmética Los regis-
t¡os de memoria almacenan información y están incapacitadospara pro-
cesar los dos operandos.Sin ernbargo,la información almacenadaen la
memoria puede ser trasferida a los regist¡os de proceso Los resultados
obtenidos por el registro del procesadorpueden ser trasferidosal registro
25
I NIDAD DE MEMORIA
0000000000
0011100001
0001000010
00010000r0
Circuitos de
lógica digital
para la
01001000 r l
suma binaria
001 l 100001
U N I D A DD E P R O C E S A D O R
Figura l-3 Ejemplo de procesamiento de información binaria
de la memoria para almacenamientohasta que vuelvan a ser necesarios.
El diagrama muestra el contenido de los dos operandostrasferidosde los
dos registrosde memoria Rl y R2. Los circuitos lógicos digitales producen
la suma que a su vez será trasferida al registro R3. El contenido del regis-
tro R3 puedeser trasladado a los registrosde memoria.
Los últimos dos ejemplos demuestranla capacidaddel flujo de infor-
mación del sistema digital de una manera muy sencilla. Los registrosdel
sistema son los elementosbásicospara almacenamientoy retención de la
información binaria. Los circuitos digitales procesan la información. En
la siguiente sección se introducen los circuitos digitales y su correspon-
diente capacidad de manipulación. El tema de los registros y las opera-
ciones de trasferenciade registrosse verá de nuevo en el Capítulo 8.
1-8 L O G I C AB I N A R I A
La lógica binaria trata con variablesque toman dos valoresdiscretosy con
operaciones que asumen significado lógico. Los dos valores que las varia-
bles asumen pueden llamarse de diferentes maneras (por ejemplo, uerda-
dero y falso, si y no, etc.) pero para este propósito es conveniente pensar
26
SEC.1-8 LOGICA INARIA
B 27
en términos de bits y asignar los valoresde 1 y 0. La lógica binaria se usa
y
para describir, de una manera matemática el procesamiento manipuleo
de la información binaria. Se acomodamuy bien para el análisis y diseño
de los sistemas digitales. Los circuitos lógicos digitales de la Figura 1-3,
que realizan la aritmética binaria, son circuitos cuyo comportamientose
más convenientemente términos de variables binarias y ope-
en
\".*p.e.u lógicas. La lógica binaria que se introduce en esta sección es
tuóion\".
equivalentea un tipo de álgebrallamada álgebrade Boole..La presentación
formal del álgebra-deBoole de dos valores se verá en más detalles en el
Capítulo 2. E1 proposito de esta sección es el de introducir el álgebra de
Boó1\",de una -a.tóra heurísticay de relacionarla con los circuitos lógicos
digitales y señalesbinarias.
D e f i n i c i ó nd e l ó g i c a b i n a r i a
La lógica binaria consisteen variables binarias y operaciones lógicas. Las
variabllesse indentifican mediante las letras del alfabeto tales como A,
B, C, x, y, z, etc. y cada variable tendrá dos y sólo dos valores posibles:
1 y 0. Hay tres operacioneslógicasbásicas:AND, OR y NOT.
1. AND: Esta operación se representa por un punto o por la ausencia
de un operador. Por ejemplo,Í'!:z ó xy:z leído \"x y y es igual
a z \" i m p l i c a nq u e e : 1 s i y s ó l os i ¡ : 1 y y : 1 ; d e o t r a f o r m ae : 0 '
(Recuérdese que f, y y z son variables y pueden ser solamente 1
ó0ynadamás.)
2. OR: Esta operación se representapor un signo más. Por ejemplo r f
y:z se leé \"r OR y es igual a 2\", queriendo ecir que z:1!i d
¡:f o s i y : 1 o s i s e t i e n ex : l y y : 1 ' . S i a m b o s : 0 y ! : 0 ,
¡
entoncee:0. s
3. NOT: Esta operación se representapor un apóstrofe (algunas veces
por una barra). Por ejemploix':z (6 7: e) se lee \"r no es igual a
z\" implicandoque z es lo que r no. En otras palabras, ¡:1 en- si
t o n c e se : 0 , p e r os i ¡ : 0 e n t o n c e s : 1 '
e
La lógica aritmética se parecea la aritmética binaria y las operaciones
AND y OR tienen su similitud con la multiplicación y la_sumarespectiva-
mente. De hecho los símbolosusadospara AND y OR son los mismos que se
usan para la suma y la multiplicación. La lógicabinaria, empero'no se debe
confundir con la aritmética binaria. Se debe tener en cuenta que una va-
riable aritmética designaun número que puede consistir en muchos dígi-
tos mientras que una variable lógica es siempre 1 ó 0. En la aritmética
binaria, por ej-emplo, tiene que 1+ 1: 10 (leído \"uno más uno es igual
se
a dos\") mientral que en la lógica binaria se tiene que 1+ 1 : 1 (leído:
\"uno OR uno es igual a uno\").
Existe ,r.r uulo. de z especificadopor la definición de la operación ló-
gica, por cada combinación de valores x y y. Estas definiciones pueden
Ii.t\"r.\" en una forma compacta usando tablas de uerdad. Una tabla de
verdad es una tabla de todas las combinaciones posiblesde las variables
_*Á
Tabla l-6 Tablas de verdad de las operaciones lósicas
AND OR
x'Y x y
0 0 00 0
0 0 0l I
I 0 l0 I
l I
ll I
que muestra la relación entre los valores que
las variables pueden tomar
y el resultado de la^operación.por ejemplo,
las tablas-áe verdad para las
operaionesAND y OR con variables r y y se
obtienen al listar todos los
-r\"
valores_posibles que las variables puede' t\"rr\".
pares. El resultadode la operaciónde cada en
\"rráláo lista en una
se \"o*binan co-
llrlu separada.Las tabrai de verdad d\" Áñó, oii;\"ñóT
\"o-¡i\"ácián
se listan en la
Estas tabras demuestranclaramentelas definiciones
::?jlj:t de lps ope-
S e ñ a l e s b i n a r i a s y c i r c u i t o sd e c o n m u t a c i ó n
El uso de variables binarias y la aplicación a ra
lógica binaria se demues-
tra por los circuitos sencillos de c-onmutación
de ü rig\".\" r_4. suponga_
mos que los interruptores A. y B representen
-in-terruptor dos variables binarias con
valores iguales a 0 cua¡do el está abierto e-igual 1 cuando el
interruptor está cerrado. Simultáneámente
asúmase que la lámpara l
representauna tercera variable primaria igual
a t cuandola luz está pien-_
dida e igual a 0 cuando está apagJu. puü
;;-ü., i't\"r.upto.u, .r,
series, la luz se prende solamenté si A y B \"t \"uro para los inte_
están
rruptores en paralelo,.ra ruz se prenderá si
A o B \";;.;á;..
;;;\";;rrados. obvia_
mente estos dos circuitos pueden expresarse por medio de la lógica binaria
con las operaciones AND t OR repectivamente:
L = n .B para el circuito de la Figura I_4(a)
L : A + B para el circuito de la Figura
1-4(b)
Los ci¡cuitos digitales electrónicosse llaman
algunas veces circuitos
de conmutación,ya que se comportan como
u¡ interruptor con qR elemen-
to activo tal como un transistor conduciendo
(interripto, o en
\"...uao)
Fuente
Fuente
de voltaje
de voltaje
(a) Inte¡ruptoresen se¡ie- AND lóeica
(b) Interruptoresen paralelo- OR lósico
Figura l-4 ci¡cuitos de interrupción que demuestran la lógica
binaria
28
L
f
Voltios
Tolerancia
Lógica l nominal permitida para
la lógica 1
La transiciónocur¡e
entre estosIímites
Tolerancia
Lógica 0 nominal permitida para
la lógica0
-0,5
Figura l-5 Ejemplo de señalesbina¡ias
corte (interruptor abierto). En vez de cambiar manualmente el interrup-
tor el circuito de interrupción electrónico usa señalesbinarias para con-
trolar el estado de conducción o no conducción del elemento activo. Las
señaleseléctricas tales como voltajes o corrientesexisten por todo el sis-
tema digital en cualquierade los dos valores reconocibles (exceptodurante
la transición). Los circuitos operadospor voltaje respondena dos niveles
separadoslos cuales representanuna variable binaria igual a lógica 1 o
lógica 0. Un sistema digital en particular podría definir la lógica 1 como
una señal de valor nominal de 3 voltios y la lógica 0 como una señal de
valor nominal de 0 voltios. Como se muestra en la Figura 1-5 cada nivel de
voltaje tiene una desviación aceptable de la nominal. La región interinedia
entre las regiones permitidas se cruza solamente durante las transiciones
de estado. Los terminales de entrada de los circuitos digitales aceptan se-
ñales binarias dentro de las tolerancias permisibles y respondenen el termi-'
nal de salida con señalesbinarias que caen dentro de las tolerancias espe-
cíficas.
Compuertaslógicas
Los circuitos digitales electrónicosse llaman circuitos lógicosya que con
las entradas adecuadasestablecen caminos de manipuleo lógico. Cual-
quier información deseadapara calcular o controlar, puede ser operada
pasando señales binarias a través de varias combinacionesde circuitos
iógico* con cada señal que representa una variable y trasporta un bit de
inlormación. Los circuitos lógicos que ejecutan las operacioneslógicas de
AND, OR y NOT se muestran con sus respectivossímbolosen la Figura 1-6.
29
-J
I x
( a ) CompuertaAND de (b) CompuertaOR de (c) Compuerta NOT
dosentradas dos entradas o inversor
a---.fA F - ABC ,$ G: A* B -¡c + D
BcL)-
Bjf
(d) CompuertaAND de (e) Compuerta OR de
tres ent¡adas cuatro entradas
Figura l-6 Símbolos para los circuitos lógicos
Estos circuitos, llamados conlpuertas son bloques de circuitería que
producen señalesde salida de lógica 1 o lógica 0, si se satisfacenlas cón-
diciones de las entradas lógicas. Nótese que se han usado cuatro nom-
bres diferentes para el mismo tipo de circuito: circuitos digitales, circuitos
de conmutación, circuitos lógicos y compuertas. '.fodos los cuatro nombres
se usan a menudo pero se hará referencia a los circuitos como compuertas
AND, OR y NOT. La compuertaNOT se denominaalgunasvecescomocjr-
cuito inuersorya que invierte la señal binaria.
Las señales de entrada r y y en las compuertas de dos entradas de la
Figurl 1-6 pueden existir en uno de los cuatro estadosposibles:00, 10, 11
ó 01. Estas señalesde entrada se muestran en la Figurá 1-? conjuntamen-
te con las señalesde salida de las compuertasAND y oR. Los diagramas de
tiempo de la Figura 1-7 ilustran la respuesta de cada circuito a cada
una de las posibles combinaciones binarias de entrada. La razón para el
nombre \"inversor\" dado a la compuerta NOT es aparente al comparar la
señal ¡ (entrada del inversor) y la señal r' (salida del inversor).
Las compuertas AND y OR, pueden tener más de dos entradas como la
compuerta AND con tres entradas y la compuerta OR con cuatro entradas de
la Figura 1-6. La compuerta AND de tres entradas respondecon la salida de
lógica 1 si todas las tres señalesde entrada son de lógica 1. La salida pro-
duce una señal de lógica 0 si cualquier entrada es de lógica 0. La compüer-
ta 0 de cuatro entradas respondecon lógica 1 cuando cualquier enirada
es de lógica 1. Su salida será de lógica 0 si todas las señalesde entrada
son de lógica 0.
' ol-T--Tlo o
_v o, ofTlo
AND: ;r . y o o.f--Tl o o
OR:¡*y fr
NOT: ¡' W
Figura l-7 señales de entrada-salida para las compuertas (a), (b) y (c) de la Figura l-6
30
1-9 C I R C U I T O SN T E G R A D O S I
I 3
El sistema matemático de lógica binaria es mejor conocido como de
Bole o álgebra de conmutación. Esta álgebra se usa convenientemente
:,ara describir la operación de conjuntos complejos de circuitos digitales.
',,s
diseñadoresde los sistemas digitales usan el álgebra de Boole para
::asformar los diagramas de circuito a expresiones algebraicaso vicever-
-a. Los capítulos 2 y 3 se dedican al estudio del álgebra de Boole, sus
:ropiedadesy su capacidad de manipuleo. El Capítulo 4 muestra cómo
.. atgebra de Boole puede usarse para expresar matemáticamente las
.:lrerconexiones entre los enlaces de compuertas.
.-9
C I R C U I T O SN T E G R A D O S
I
Los circuitos digitales están construidos invariablemente con circuitos
.ntegrados.Un clrcuito integrado (abreviado CI) es un cristal semicon-
juct'or de silicón, llamado pastilla, que contiene componenteseléctricos
:ales como transistores, diodos, resistenciasy condensadores. Los diver-
:os componentes están interconectados dentro de la pastilla para formar
un circuito electrónico. La pastilla está montada en un empaqueplástico
con sus conexionessoldadasa las patillas externas para conformar el cir-
cuito integrado. Los circuitos integrados difieren de otros circuitos elec-
t¡ónicos compuestosde elementosdiscretos en que los componentes
-CI indi-
viduales del no pueden ser separadoso desconectados que el circuito
y
dentro del paqueteie hace accesible solamente por medio de las patillas
externas.
Los circuitos integrados vienen en dos clases de pastillas, la pastilla
plana y la pastilla de hilera doble de patillas* tal como se ve en la Figura
i-s. Lá pu.li¡a de hilera doble es la más comúnmente usada debido a su
bajo costo y fácil instalación en los circuitos impresos. La protección del
ciicuito iniegrado se hace de pl:ístico o cerámica. La mayoría de las pas-
tillas tienen tamaños normalizados y el número de patillas varían entre
g y &. cada circuito integrado tiene su designación numérica impresa
.oÉt\" su superficie, para poder identificarlo. Cada fabricante publica
un libro de características o catálogo para suministrar la información
correspondientea los diversos productos.
Pastilla plana
Pastilla de hilera doblede patillas
Figura l-8 Circuitos integrados
* En inglés se usa (DIP) Dual-in-line package.
32 S I S T E M A SE I N A R I O S CAP, 1
El tamaño del c,ircuito integrado es bastante pequeño. por ejemplo,
cuatro compuertas AND están escapsuladasdentro de una pastilla de 14
patillas en hilera doble con dimensiones 20x 8x B milímetios. un micro-
de
procesador completo está encapsulado de una pastilla de 40 patillas en
hilera doble con dimensiones 50 X 15X 4 milímetros.
de
Además de la reducción sustancial de tamaño el cI ofrece otras ven-
tajas y beneficios comparados con los circuitos electrónicos con compo-
nentes discretos. El costo de los CI es bastante bajo, lo cual los háce
económicosde usarlos.- bajo consumo de poder haóe los sistemasdigi-
Su
tales más econémicos operar. Tienen una gran confiabilidad de no faliár
de
y por tanto menos reparaciones. velocidad de operaciónes alta hacién-
La
-
dolos más adecuados para operaciones alta velocidad. El uso de los cI
de
reduce el número de conexiones externas ya que la mayoría están inter-
namente dentro de la pastilla. Debido a todas estas ventajas, Ios sistemas
digitales se construyencon circuitos integrados.
Los circuitos integrados se clasifican en dos categorías generales:
lineales y digitales. Los cI lineales operan con señales'contiñuas para
producir funciones electrónicas tales como amplificadbres y
res de voltaje. Los circuitos integrados digitale!, operan con \"o-prt\"do-
señáles bi-
nar'ias y se hacen de compuertas digitales interconictadas. Aquí se tra-
tará solamentecon los circuitos integradosdigitales.
A medida que mejora la tecnología de los cI, el número de compuertas
que pueden encapsularse una pastilla de silicón, ha aumentado consi-
en
derablemente.La forma de diferenciar aquellos cI que tengan unas pocas
compuertas, con las que tienen cientos de compuertas, eJ referirse a la
pastilla como un elementode integraciónpequeña-, medianao grande.unas
pocas compuertasen una sola pastilla constituyen un elemento de inte-
gración pequeña (ssD.* Para poder calificar como un elemento de inte-
gración mediana (MSI)* el circuito integrado debe cumplir una función
lógica c-ompletay tener una complejidad de 10 a 100 compuertas. un ele-
mento-de integración a gran escala (LSD* realiza una función lógica con
más-de_1_00_ compuertas.Existe también una integración de muy- grande
escala (vLSI). para aquellos elementosque contienen miles de áoñrp,r\"r-
tas en una sola pastilla.
Muchos diagramas de circuitos digitales considerados este libro,
en
se muestran en detalle hasta describir las compuertasindividuales y sus
interconexiones.Tales diagramas son útiles para demostrar la conjtruc-
ción Iógica de una función particular. sin embargo,dcbemostener en cuenta
en Ia práctica que una función dada se obtiene de u.t elemento de mediana
o gran integración(MSI y LSI), al cual el usuariosólo tiene acceso las en-
a
t¡adas externas o salidas pero nunca a las entradas o salidas de las com-
puertas intermedias. Por ejemplo, un diseñador que desee incorporar un
registro en,su sistema debe preferiblemente escogertal función de un circui-
!o -9\".mediana integración (MsI), en vez de diseñar los circuitos digitales
individuales como se muestra en el diagrama.
'En
inglés se usa: SSI (Small scale integration) Integración de pequeña escala; MSI
(Medium scale integration) lntegración de mediana escala; LSI (Lar'ge'scale integration)
Integración a gran escala; VLSI (Very large scale integration) Iniegrición a muy-grande
escala.
\\
PROBLEMAS 33
REFERENCIAS
1. Richard, R. K., Arithmetíc Operations in Digítat Computers. Nueva York: Van
Nostrand Co., 1955.
2. Flores, 1., The Logic of computer Arithmetic. Englewoodcliffs, N. J.: Prentice-
Hall, Inc., 1963.
3. Chu, Y., Dígitat Cornputer Design Fundamentals. Nueva York: McGraw-Hill
Book Co., 1962,CaPítulos 1 Y 2.
4. Kostopoulos,G. K., Digital Engineering. Nueva York: John wiley & sons, Inc.,
1975,Capítulo 1.
N. J.:
5. Rhyne, Y. T., Fundamentalsof Digitat sysüemsDesign. Englewood cliffs,
Prentice-Hall. Inc., 19?3,Capítulo 1.
PROBLEMAS
1-1. Escriba los primeros 20 dígitos decimales en base 3'
L-2. sume y multiplique los siguientes números en la base dada sin convertirlos
a decimal.
(a) (1230)+ (23)¿ Y (c) (367)' v (715)a
(b) (135,4)6 (43,2)o
v ( d ) ( 2 9 6 ) t zY ( 5 7 ) t z
1-3. convierta el número decimal 250,5a base 3, 4,7,8 y 16 respectivamente.
t-4. Convierta los siguientes números decimales a binarios: 12,0625,104, 673,23
y 1.998.
1-5. Convierta los siguientes binarios a decimales:
1 0 , 1 0 0 0 1 ,0 1 1 1 0 , 0 1 01 1 1 0 1 0 1 , 1 11 1 0 1 1 0 1 ' 1 1 1 .
1 1, 0,
1-6. convierta los siguientes números en base a las bases que se indican:
(a) El decimal 225,225 binario, octal y hexadecimal'
a
(b) El binario 11010111,110decimal, octal y hexadecimal'
a
(c) El octal 623,77 decimal, binario y hexadecimal'
a
(d) El hexadecimalzAC5,D a decimal, octal y binario'
l-7. Convierta los siguientesiúmeros a decimal:
(a) (1001001,011),
(b) (12121)3
(c) (1032,2)o
(d) (4310)5
(e) (0,342)u
(f) (50)?
(g) (8,3)g
(h) (1e8),,
1-8. Obtenga el complementode 1 y de 2 de los siguientes números binarios:
1010101,0111000,0000001,10000,00000
1-9. obtenga el complemento de 9 y de 10 de los siguientes números decimales:
13579,09900, 90090. 10000,00000.
34 s r s r E M A sB l N A R t o s C A P .1
1-10. Encuentre el complementode 10 de (935),,.
1-11. Haga la sustracción de los números decimalesa continuación, usando (1)
el complemento de 10 (2) el complemento de 9. Compruebe la respuestapor
medio de la resta directa.
(al 52ñ-32I
(b) 3570- 2100
(c) 753-864
(d) 20- 1000
l-L2. Realice la sustracción, de los siguientes números binarios usando (1) el
complemento de 2 (2) el complemento de 1. Compruebela respuestapor sus-
tracción directa.
( a ) 1 1 0 1 0 -1 1 0 1
(b) 11010- 100m
( c ) 1 0 0 1 0 -1 0 0 1 1
(d) 100- 110000
1-13. Pruebe el procedimiento expuesto en la Sección 1-5 para la sustracción de
dos númeroscon complementode (r- i).
1-14. Para los-códigoscargados(a) B, B, 2, 1 V (b) 4,4,9, _2para númerosdeci-
males, determine_todaslas tablas posibles de tal manera que el complemen-
to de 9 de cada dígito decimal se obtenga mediante el cambio de unos a ceros
y de ceros a unos.
1-15. Representeel número decimal 8620 (a) en BDC, (b) en código de exceso3,
(c) el código 2, 4, 2, 1 v (d) como número binario.
1-16' Un código binario usa diez bits para representar cada uno de los diez dígi-
tos decimales. A cada dígito se le asigna un código de nueve ceros y un r.
El código binario.para-6,.por_ejemplo, 0001000000. es Determine el cóáigo bi-
nario para los dígitos decimales restantes.
L-r7. obtenga el código binario cargado para los dígitos de base 12 usando las
cargas de 542L.
1-18' Determine el bit d9 paridad impar generadocuando el mensaje consiste
en
d r e zd i g i t o sd e c i m a l e s n e l c ó d i g o9 , 4 , _ 2 , _ 1 .
e
1-19. Determine otras dos combinaciones distintas al código reflejado
mostrado
en Ia Tabla 1-4.
l-20. obtenga un código binario para representar todos los dígitos
en base 6 de
tal manera que el complemento de 5 se cbtenga re-plar\"rráo I por 0 y por
0 1
en cada uno de los bits del código.
1-21' Asigne un código binario de alguna manera ordenada a
las b2 cartas de la
baraja. Se debe usar el menor número de bits.
L-22. Escriba su norrbre y apellidos en un código de ocho bits
compuesto de los
siete bits ASCII.de la Tabla 1-5 v un brt d\"eparidaá p\"i
L\"\"rúao un t\" po-
sición más significativa. Incluya los espaciósentre las partes
del nombre
y el punto despuésde la inicial del segundoapellido.
L-23' Muestre la configuración de un registro de 24 celdas
cuando su contenido
representa(a) el número (295),s en binario, (b) el número decimal
2g5;;
BDC y (c) los caracteres Xyb en ngCOtC
¡t
PROBLEMAS 35
l-24. El estadode un registrode 12 celdases 010110010111.¿Qué significa su con-
tenido si este representa (a) tres dígitos decimales en BDC, (b) tres dígitos
decimales en código de exceso 3, (c) tres dígitos decimales en código 2, 4, 2,
1 V (d) dos caracteresen el código interno de la Tabla 1-5?
I-25. Muestre el contenido de todos los registros en Ia Figura 1-3 si los dos nú-
meros binarios agregados tienen el equivalente decimal de 257 y 1050.Asuma
un registro¡c{on celdas.
8
L-26. Exprese el siguiente circuito de conmutación en notación lógica binaria.
AL
I'Lrente de
voltaje
1-27. Muestre las señales(usando un diagrama similar al de la Figura 1-7) de las
s a l i d a s F y G d e l a Figura 1-6. Use señales arbitrarias en Ias entradas A,
B,CyD.
Algebra
d e Boole
ly compuertaslógicas
2-1 D E F I N I C I O N E SO G I C A S
L
EI álgebra de Boole, como cualquier otro sistema matemático deductivo
puede ser definida por un conjunto de e.lementos, conjunto de opera-
un
dores, un número de axiomas o postulados.Un conjunto de elementoses
una colección de objetos que tienen una propiedad común. Si S es un
conjunto y x y y son objetos ciertos, entonces¡€S denota que r es un
miembro del conjunto S y y G S denota que y no es un elementode S. Un
conjunto con un número finito de elementosse representapor medio de
llaves:A:11, 2, 3, 4f , es decir Ios elementos del conjunto A son los nú-
meros l, 2, 3 y 4. Un operador binario definido en un conjunto S de ele-
mentos, es una regla que asigna a cada par de elementosde S un elemento
único de S. Por ejemplo,considérese relacióna*b: c. Se dice que * es
la
un operador binario si éste especificauna regla para encontrar c de un
par (o, b) y también si a, b, ceS. Por otra parte, * no es un operadorbi-
nario si a, beS mientrasque la regla encuentre que cG S.
Los postuladosde un sistema matemático forman las suposiciones de
las cuales se deducen las reglas, teorías y propiedadesdel mismo. Los
postulados más comúnmente usados para formular varias extructuras
algebraicas son:
1. Conjunto cerrado. Un conjunto S es cerrado con respecto a un
operadorbinario, si para cada par de elementosde S, el operador
binario especificauna regla para obtener un elemento único de S.
El conjunto de los números naturales N: I 1, 2, B, 4, l, po.
ejemplo, es cerrado con respectoal operador binario ( + ) por las
reglas de la suma aritmética ya que por cada a, b e N se obtiene
una ce N única por la operación a+b: c. El conjunto de los nú-
meros naturales no es cerrado con respecto al operador binario
menos ( - ) por las reglas de la sustracción aritmética ya que
2-3: -t y 2,8€ N mientras ue(- l) € N.
q
2. Ley asociatiua. Se dice que un operadorbinario * en un conjunto
S es asociativosi:
36
sEc.2-1 D E F I N I C I O N E S I C A S3 7
LOG
(x*Y)+z : ¡*(Y*z) Paratoda x,Y, z €S
3. Ley conmutatiDo. Se dice que un operador binario * en un con-
junto S es conmutativo si:
x*y : y*x para toda x,y € S
4. Elemento de identidod. Se dice que un conjunto S tiene un ele-
* en S
mento de identidad con respecto a la operación binaria
si existe un elemento e € S con la propiedad:
e*x: x*e: x paratodax€S
Ejemplo: El elemento 0 es un elemento de identidad con respecto
a l a o p e r a c i ó n e n e l c o n j u n t od e e n t e r o s : l
* I ,-3, -2, -7,
0 , 1 , 2 , 3 , . . . 1 Y aq u e :
x*0:0+x:xParatoda x€I
El conjunto de números naturales N no tiene elemento de identi-
dad ya que el 0 es excluido del mismo.
5. Inuerso.Se dice que un conjunto S, que tiene un elemento de
identidad e con respectoa un operadorbinario *, tiene un inverso
si para cada ¡ € S existe un elementoy C S tal que:
x*!:€
ffimplo: En el conjunto de enteros I con e: 0, el inverso del ele-
m e n t oo e s ( - o ) Y a q u e o + ( - o ) : 0 .
6. Ley distributiua. Si * y . son dos operadores binarios en un con-
¡unto S, se dice Que * es distributivo con respectoa ' si:
x * ( \" y 'z ) : ( x * , ¡ ' ) ( x * z )
'
Un ejemplo de una extructura algebraicaes un compo. Un campo es
un conjunto de elementos agrupadoscon dos operadoresbinarios, cada
uno de los cuales tiene las propiedades a 5 que se combinan para dar Ia
1
propiedad 6. El conjunto de números reales conjuntamente con los ope-
iadóres binarios + y . forman el campo de los númerosreales.El campo
de los números reales es la base de la aritmética y el álgebra ordinaria.
Los operadores postulados tienen los siguientessignificados:
y
El operadorbinario * define la suma.
La identidad aditiva es 0.
El inverso aditivo define la sustracción.
El operadorbinario . define la multiplicación.
La identidad multiplicativa es 1.
El inverso multiplicativo de a:l/a define la división, es decir, a.l/a
: 1.
La única ley distributiva aplicable es la de ' sobre f :
a-(b + c): (a'b) + (a'c)
2.2 D E F I N I C I OA X I O M A T I C A
N
DELALGEBRA OOLEANA B
Boole (1) introdujoun tratamientosistemático lógica
En 1854George de
!' para ello desarrolló un sistema algebraico que hoy en día llamamos ríl-
gebra de Boole. En 1938 C. E. Shannon (2) introdujo una álgebra de
Boole de dos valores llamada álgebra de conmutación en la cual él demos-
tró que las propiedades de los circuitos de conmutación eléctricas bies-
tables pueden ser representadas por esta álgebra. Se usarán los postulados
formulados por E. v. Huntington (3) en 1g04 para la definición formal del
álgebra de Boole. Estos postulados y axiomas no son únicos para definir
el álgebra de Boole ya que se ha usado otro conjunto de postulados. *El
álgebra de Boole es una estructura algebraica definida para un conjunto
de elementos B juntamente con dos operadores binarios + y ., de tal
forma que se satisfagan los siguientes postulados (Huntington):
1. (a) Conjunto cerrado con respectoal operador +.
(b) Conjunto cerrado con respecto al operador ..
2. (a) Un elemento de identidad con respecto a f designado por el
0:rf0:0+x:x.
(b) Un elemento de identidad con respecto a . designado por 1:
r.1: 1.r: ¡.
3 . ( a ) C o n m u t a t i v o c o n r e s p e c t oa + : x + y : ! * x .
(b) Conmutativo con respectoa . i x,y:y.x.
(b) * e s d i s t r i b u t i v os o b r e . : r + ( y . z ) : ( x * y ) . ( x - t z ) .
5. Para cada elemento ¡ € B, existe un elementor' € B (llamado el com-
p l e m e n t od e ¡ ) t a l q u e : ( a ) x + x ' : 1 V ft) x.x':0.
6. Existen al menos dos elementos r, ye B tales que xty.
Al comparar el álgebra de Boole con la aritmética y el álgebra ordina-
ria (el de los núme¡os reales) se notan las siguientes diferencias:
1. Los postulados de Huntington no incluyen la ley asociativa. Sin
embargo esta ley es válida para el álgebra de Boole y puede dedu-
cirse (para muchos operadores) de otros postulados.
2. La ley distributiva de + sobre ., es decir, r+(y.z):(x*y)
. (x -l z ) es válida para el álgebra de Boole pero no para el álgebra
ordinaria.
3. EI álgebra de Boole no tiene inversos aditivos o multiplicativos y
por tanto no hay operaciones de sustracción o división.
4. El postulado 5 define un operador Ilamado complemenúo el cual no
está disponible en el álgebra ordinaria.
*Ver por
ejemplo Birkoff y'Bartee (4),'Capítulo b.
?9
-\\
sEc. 2-2 D E F I N I C I O N X I O M A T I C A E L A L G E B R AB O O L E A N A 3 9
A D
5. EI álgebra ordinaria trata con los números reales, Ios cuales cons-
tituyen un conjunto infinito de elementos. EI álgebra de Boole
trata con los elementos B hasta ahora no definidos pero que se
definen a continuación para el álgebra de Boole de dos valores
(de mucho interés para el uso ulterior de esta álgebra), B está
definido como un conjunto de solamente dos elementos, 0 y 1.
El álgebra Boole se asemeja al álgebra ordinaria en algunos aspectos.
La escogencia de los símbolos + y . es intencional con el fin de facilitar
Ias manipulaciones con álgebra de Boole por parte de personas familiari-
zadas con el álgebra ordinaria. Aunque no se puede usar algunos conoci-
mientos derivadós del álgebra ordinaria para tratar con álgebra de Boole,
el principiante debe ser muy cuidadoso de no sustituir las reglas del ál-
gebra ordinaria donde no sean aplicables.
Es muy importante distinguir entre los elementos del conjunto de
una estrucfura álgebraica y las variables de un sistema algebraico. Por
ejemplo, los elementos del campo de los números reales son números
-i.ni.ur que las variables tales como a, b, c, etc., usadas en el álgebra
ordinaria son símbolos que se establecen para los números reales. Simi-
larmente en el álgebra de Boole se definen los elementos de un conjunto
B y las variables, tales que x, !, z sean simplemente símbolos que repre-
senten los elementos. A estas alturas es importante darse cuenta que
para tener una álgebra de Boole se debe demostrar:
1. los elementos del conjunto B,
2. las reglas de operación de los dos operadores binarios, y
3. que el conjunto de elementos B, juntamente con los dos operado-
res, satisfaga los seis postulados de Huntington.
Se pueden formular muchas álgebras de Boole dependiendo de la es-
cogencia de los elementos de B y las reglas de operacióni En el trabajo
suÉsiguiente, se tratará solamente con una álgebra de Boole bivalente,
es deóir, una con dos elementos. EI álgebra'de Boole bivalente tiene apli-
caciones en Ia teoría de conjuntos (el álgebra de enseñanza) y en la lógica
de proposiciones. El interés en este libro es en la aplicación del álgebra
de Boole a los circuitos con compuertas'
Algebra booleana bivalente
Una álgebra de Boole bivalente se define sobre un conjunto de dos ele-
mentos B: I 0, 1f , con reglas para los operadores binarios * y de Ia
manera como se muestra en las siguientes tablas de operador. (La regla
para el operador complemento es para verificación del postulado 5):
Estas reglas son exactamente las mismas que las operaciones AND, OR y
NOT respectivamente y que se han definido en la Tabla 1-6. Se debe demos-
oVer por (7), o Birkhoff y Bartee (4)
ejemplo, Hohn (6) Whitesitt
j
ñ
r
40 A L G E E R A E B O O L EY C O M P U E R T A S O G T C A S
D L C A P .2
0 0
0 0
I 0
I I
trar que los postuladosHuntington son válidos para el conjunto B: | 0, 1l
y para los dos operadoresbinarios definidos anteriormente.
r. Et conjunto cercadoes obvio a partir de las tablas ya que er resul-
t a d o d e c a d ao p e r a c i ó n s 1 ó 0 y 1 , 0 € . B .
e
2. De las tablas se observaque:
(a)0+0:0 0+l:l*0=l
(b)l.l:l l'0:0'l:0
lo cual establece dos elementosde identidad 0 para f
los y 1 para .
de la manera como se definen en el postulado2.
3. Las leyes conmutatíuasson obvias de la simetría de las tablas de
los operadoresbinarios.
4. (a) La ley distributiua x. (y * z) : (x.y ) * (¡. z ), puede dernos-
trarse que es verdadera de las tablas del operador,al formar
la tabla de verdad de todos los valores posibles de x, y y z.
Para cada combinaciónse puede de¡ivar x.(y*e) y demos-
trar que esevalor es el mismo que (¡.y) + (x.z).
rYz y+z x'(y + z) x'y x'z (x.y) + (x. z)
000 0 0 0 0 0
001 I 0 0 0 0
010 I 0 0 U 0
0l I I 0 0 0 0
100 0 0 0 0 0
l0l I I 0 I l
ll0 I I I 0 I
lll I l I I I
( b ) La ley dístributiua de + sobre . puede demostrarseque es
verdadera,mediante una tabla de verdad similar a la descrita
anteriormente.
5 . D e Ia tabla de complementosse puede demostrar fácilmente que:
(4, f +f':1, y a q u e0 * 0 ' : 0 + 1:1 y 1+ 1':1*0:1
(b) Í.x':0, ya que 0.0':0.1:0 y 1.1,:1.0:0 lo cual veri_
fica el postulado5.
\\ i
s E c .2 - 3 T E O R E M A S A S I C O S P R O P I E D A D ED E L A L G E B R AB O O L E A N A 4 1
B Y S
6. El postulado 6 se satisface, ya que el álgebra bivalente tiene dos
e l e m e n t o sd i s t i n t o s 1 y 0 c o n 1 1 0 .
Se ha establecidouna álgebra de Boole bivalente que tiene un conjun-
to de dos elementos 1 y 0, dos operadores binarios con reglas de operación
equivalentes a las operaciones AND y OR y el operador complemento equiva-
lente al operador NOT. Así, el álgebra de Boole ha sido definida de una ma-
nera matemática formal y se ha demostrado que es equivalente a la lógica
binaria representada heurísticamente en la Sección 1-8. La representación
heurística es una ayuda para entender la aplicación del álgebra de Boole a
los circuitos tipo compuertas. La representación formal es necesaria para
desarrollar los teoremas y propiedades del sistema algebraico. El álgebra de
Boole bivalente definida en esta sección, es llamada por los ingenieros \"ál-
gebra de conmutación\". Para darle énfasis a la similitud que hay entre el
álgebra de Boole bivalente y otros sistemas binarios, se Ie ha llamado \"lógi-
ca binaria\" en la Sección 1-8. De aquí en adelante se omitirá el adjetivo bi-
valente del álgebra de Boole en las discusiones subsiguientes.
2-3 TEOREMAS ASICOS PROPIEDADES
B Y
DELALGEBRA OOLEANA
B
Duaidad
l
Los postulados Huntingtonhan sido listadosen paresy repartidos
de en
parte (a) y parte (b). Una parte puede obtenersede otra si los operadores
binarios y los elementos de identidad son intercambiables.Este princi-
pio importante del álgebra de Boole se llama el princípio de dualídad.
Este último establece que las expresionesalgebraicasdeducidas de los
postulados del álgebra de Boole permanecenválidos si se intercambian
y
los operadores elementosde identidad. En el álgebrade Boole bivalente,
los elementosde identidad y los elementosdel conjunto B son los mismos:
1y 0. EI principio de dualidad tiene muchasaplicaciones. se desea
Si una
expresiónalgebraicadual, se intercambia simplementelos operadores OR y
AND y se remplazaunos por cerosy cerospor unos.
Teoremas básicos
En la Tabla 2-1 se listan los seis teoremasdel álgebra de Boole y cuatro
de sus postulados.La notación se simplifica omitiendo el toda vez que
no cause confusión. Los teoremasy postuladoslistados son las relaciones
más básicasen el álgebrade Boole. Se advierte al lector que debe familia-
rizarse con ellas tan pronto como pueda. Tanto los teoremascomo los pos-
tulados se listan en paresy cada relación es dual con la que está apareada.
Los postuladosson axiomas básicos de la extructura algebraicay no ne-
cesitan prueba. Los teoremas deben probarsea partir de los postulados.
Las pruebas de los teoremas con una variable se presentan a continua-
ción. En la parte derecha se lista el número del postulado que justifica
l cada paso de la prueba.
Tabla 2-l Postulados y teoremas del álgebra de Boole
Postulado2 (a)x*0=x ( b )x ' l : x
Postulado5 (a)x+x':l (b) x'x' = 0
Teorema I (a)x4'x:x (b)x.x = x
Teorema 2 (a)x+l:l (b)x'0:0
Teorema3, involución (x')' : x
Postulado3, conmutativo(a) x * y : y * x (b) xy : yx
Teorema4, asociativo (a) x + (y + z): (x + y)+ z (b) x(yz): (xy)z
Postulado4, distributivo (a) x(y i z¡:' xy i xz
(b)x+yz:(x+y)(x+z)
Teorema 5, DeMorgan (a) (x + y), : xiy, ,
Teorema 6, absorción
O) (rv)' = x' * /'
(a) x + A : x (b) x(r + y): x
TEOREMA l(a): ¡ * x: x.
x+x:(x*x).1 del postulado:2(b)
: (x + x)(-r * x,)
5(a)
:x*xx,
4(b)
:x*0
-x
5(b)
2(a)
TEOREMA l(b): ¡. r: .,r.
x-x:xx*0 del postulado:2(a)
:xx+xx' 50)
: x(x * x') 4{a)
: x. l 5(a)
:x 20)
-Nóteseque el teorema1(b) es el dual del teorema1(a) y que cada pa_
so de la prueba en parre (b) es el dual de la parte
a;J.-¿;\"lq;ier teoreiia
dual puede derivarsesimilarmente de la prueba de u.r'pur-.ár.\"rpondiente.
TEOREMA 2(a\\: x + 1: 1.
x*l:l'(-r+l) del postulado:2(b)
: (x + x')(x + l)
5(a)
:x*x'.1 (b)
: x'* x'
2(b)
:l
5(a)
TEOREMA 2(b): ¡.0: 0 por dualidad.
TEOREMA 3. (Í )' : x.. Del postulado5, se tiene ¡
:0, io cual define el complementó r. I x, : I y x. x,
de Er c'omplu-\"\"tá áu ,, ., , y
también (¡')\" Así comoel complemento único t*at\"-\"r
es que (r,),: x. \".
42
s E c .2 - 3 T E O R E M A S A S I C O S P R O P I E D A D ED E L A L G E B R AB O O L E A N A 43
B Y S
Los teoremas que comprenden dos o tres variables pueden ser probados
algebraicamenté los postuladosy de los teoremasya probados.Tómese
de
por ejemplo el teorema de absorción.
TEOREMA 6(a): ¡ i xY: x.
x * xy : x' I I xY del Postulado2(b)
: x(l * y) del Postulado4(a)
: x(Y + l) del Postulado3(a)
: x. I del teorema2(a)
- x del postulado 2(b)
TEOREMA 6(b): ¡(¡ *l') ::r por dualidad'
Los teoremas del álgebra de Boole pueden demostrarsepor medio de
las tablas de verdad. En estas tablas, ambos lados de la relación se com-
prueban para arrojar resultados idénticos para todas las combinaciones
posibles áe los variables integrantes. La siguiente tabla de verdad verifi-
ca el primer teorema de absorción.
xy x+ xy
0 0 0
0 I 0
I 0 0
I I I
Las pruebas algebraicas de la ley asociativa y del teorema de De Morgan
son largas y no se dará una prueba de ellas. Sin embargo, su validez es
fácilmente demostrable mediánte las tablas de verdad. Por ejemplo, la
tabla de verdad para el p r i m e r t e o r e m a d e D e M o r g a n ( r * J ) ' : ¡ ' y ' s e
muestra a continuación:
x+y (x + v)' x'y
I I
0 0
0 0
0 0
P r i o r i d a dd e l o P e r a d o r
La prioridad del operadorpara la evaluaciónde las expresiones Boole es
de
(1) él paréntesis,(l) NoT, (3) AND y (4) OR. En otras palabraslas expresio-
nes déntro de un paréntesis deben ser evalUadasantes de otras operacio-
nes. La siguiente óperaciónen orden prioritario es el complemento,luego
sigue la AÑn y finálmente la OR. Como ejemplo, considérese tabla de
la
u\".dud del teorema de De Morgan. El lado izquierdo de la expresión es
44 A L G E B R A E B O O L EY C O M P U E R T A S O G I C A S
D L CAP. 2
(r-1--r )'. Así, la expresión dentro del paréntesis es evaluada primero y
luego se complementa el resultado. El lado derecho de Ia expresión es
¡'-r''. Por tanto. el complemento de r y el complemento de ¡ se evalúan
primero y el resultado se somete a una operación AND. Nótese que en la
aritmética se tiene en cuenta la misma prioridad (excepto para ei comple-
mento) cuando la multiplicación y la suma se remplazan por AND y OR
respectivamente.
Diagrama de Venn
Una figura útil que puede ser usada para visualizar las relaciones entre
las variables del álgebra de Boole es el diagrama de Venn. Este diagrama
consiste en un rectángulo tal como el que se muestra en la Figura 2-1, en
el cual se dibujan círculos traslapados para cada una de Ias variables.
Cada círculo es designado por una variable. Se asignan todos los puntos
dentro del círculo como pertenecientes a dichas variables y todos ios
puntos por fuera del círculo como no pertenecientes a Ia variable. .Tóme-
se por ejemplo el círculo designado r. Si estamos dentro del círculo, se
dice que ¡:1 y cuando estamos fuera de él se dice que r:0. Ahora bien,
con dos círculos traslapados se forman cuatro áreas distintas dentro del
r e c t á n g u l o : e l á r e a q u e n o p e r t e n e c en i a ¡ n i a y ( x ' y ' ) , e l á r e a d e n t r o d e l
círculo y pero por fuera de r (r',r'), el área dentro del círculo y pero por
fuera de -v (rJ') y el área dentro de ambos círculos (ry).
Los diagramas de Venn se usan para demostrar los postulados del
álgebra de Boole y para demostrar la validez de los teoremas. La Figura
2-2, por ejemplo, muestra que el área que pertenece a :r1' está dentro del
círculo r y por tanto ¡*¡-r':.r. La Figura 2-3 ilustra la ley distributiva
r (y + zl: xy f rz. En este diagrama se tienen tres círculos traslapados
para cada una de las variables-r, J'y z. Es posible distinguir ocho áreas
diferentes en el diagrama de Venn de tres variables. Para este ejemplo
en particular, se demuestra la le¡' distributiva al notar que el área de
Figura 2-1 Diagrama de Venn de dos variables
Figura 2-2 liustración del diagrama de Venn x: ry + r
.r r--->l'--\\ .\\
I
f f a \\ t+\\ 1
l:, :li;tl I
\\#\\./
\\FZ\\{
\\\\l _/-
.¡ (.r' ¡)
Figura2-3IlustracióndeldiagramadeVennparalaleydistributiva
intersección entre el círculo f con el área que contiene y ó 2 es la misma
área que pertenece a x)' o rz'
2-4 FUNCIONES OOLEANAS
B
es una
una variablebinaria puedetomar el valor 0 ó 1. una función de Boole
formada cán variables binarias, dos operadoresbinarios OR y
\".p.ñ¿\" operadorNOT, el paréntesis el signo igual' Para un valor dado de
AÑD, el y-
-Consid¿resé
.ruri\"út\"r,'la función p-t\"á\"'t\"t 0 ó 1. por ejemplo la función de
Boole:
Ft: xvz'
Ft:0'
L a f u n c i ó nF , e s i g u a la 1 s i r : 1 y y : 1 y z ' : l ; d e o t r a m a n e r a
Et e;emplo anterio'r es una función de Boole representada como una ex-
por me-
p.u.iór, algebraica.Una función de Boole puede ser representada
dlo d\" .rná t\"blu de verdad. Para hacerlo se ttecesita una lista de 2\"
y column^a
combinaciones r.ro, y ceros de las n variables binarias una-
de
-ártr\"'¿o las combin\"\"ion\", para las cuales la función es igual a 1 ó 0'
Como se muestra en la Tabia 2-2 existen ocho posibles combinaciones
diferente, para asignar bits en las tres variables. La columna demarcada
La Tabla
F1 contiene un 0 ó-u.r l para cada uxa de estas combinaciones. --
mlestra que la función i, es igual a 1 solamente cuando x: !, y I
i ):0. Para cualquierotra'combilnación F' :0' (Nóteseque la afirmación
z' :1 es equivalenie a decir que z : 0.) Considérese siguiente función:la
Fz: x * )\"2
x : 1 e n l a sú l t i -
F z : l s i ¡ : 1 ó s i ! : 0 , m i e n t a s - e : 1 ' 8 \" l a T a b l a2 - 2 ,
mas cuatro filas y ít:Ot en las filas 001 y 191'La última combinaciónse
para hacer Fr:1.
u¡i\"u también páíu-r: i. A\"i, hay cinco óombinaciones
io-o tercer ejemplo, considérese función:
la
Ft: x'Y'z + x'Yz + xY'
Fn es lo
Esto se muestra en la Tabl a 2-2 con cuatro unos y cuatro ceros.
mismo que F3 y se consideraa continuación:
45
Tabla 2-2 Tablas de verdad para F, :
ry2,, Fz: x * y,z,
Ft: x'y,z * x,yz * A,, ! Fa: ry,+ x,z
Fl F2 F3 F4
000 00 00
001 0l ll
010 00 00
0ll 00
100 0l
r0l 0l
ll0 ll 00
lll 0l 00
cualquier función
^deBoole puede ser representada
verdad. El número de filas en la tabla es de 2\"
por una tabla de
donde n es el número de
variables binarias de Ia función. Las combinacio.res
pueden obtener fácilmente para cada fila de unos y ceros se
de los n,imerosbi.rario. contan-
do desde0 a2\" - 1. para cada fira de la tabra, hay
un valor para la función
igual a 1 ó 0' se formula ahora la pregun_ta:
íHuv e\"f.esio' algebraica
única para una función de Boole^ dáa? n\" \"\"upulutrur, ¿Es posibre
encontrar dos expresiones \"t.\",
algebraicaspara especificarla misma función?
L.a respuestapara estas preguntas es sí. De hecho,
la manipulación del
álgebra de Boole se aprica rirayormenteal proble.n\"
J\" éncontrar expre_
siones más simples para ra mlsma función.
considéresepor ejernplo la
función:
Fq: xY'* x'z
De la Tabla 2-2 se.encuentra que es idéntica a Fr, ya que ambastie-
nen unos y ceros idénticos para cada combinació.t
\"n dó'uJor\"s de las tres
variables binarias. En general, dos funciones
de n variables binarias son
iguales si ellas tienen el mi.mo uulo. puru
todas ras 2^ combinaciones
posiblesde las n variables.
una función de Boole puede ser trasformada
de una expresión alge-
braica a.un diagrama lógico óompuestoa\"
realización de las cuatro funciónes introducidas oR y NoT. La
\"o*p\"\"rt\";lñi;,la anterior
en
se muestra en la FigurT,2.-4.Los diagramas discusión
\"\"n lógicos i\"\"I,tv.., un circuito
para cada va.¡iablepresente ,u forma de complemento. (El
ll-I:::\"r
rnversor no es necesariosi se cuenta con
el complementodé la uuri\"bi*)
Hay una compuertaAND para cada té¡mino de
la y una compuerta
oR para combina¡ dos o más términos.-be l;; \"*pr\".io.,
;i\"\";;;; ouuio que para
completar Fo se requieren menos compuertasy \"i
entradas que F3. como
$ v Fr son funciones de Boolg igoui;., es más económicollevar a cabo
la.forma F, que la fo¡ma Ir. Paü
encontrar circuitos más sencillos, se
debe conocercómo manipula\"rlas funliones de
Boole para-obtenerfuncio-
nes iguales pero simplificadas_I,o que constituye
la iiejo, fbrma de una
expresión de Boole, dependede la áplicación párti\"rrür.'
ñ., esta sección
se considerael criterio de minimizacibn de
\"q.ripo.
46
f
(a) Fr - ,xr-¿ (b) F2
.
(c) F3 :x'Y'2. +.r'-): ir)'
(d) F4 - xr'* 'r'z
Figura 2-4 Ejecución de las funciones de Boole con compuertas
M a n ip u l a c i ó na l g e b r a i c a
cuando una función de
:lJn literal es una variable tildada o no tildada.
B o o l e s e e j e c u t a c o n c o m p u e r t a s l ó g i c a s , c a d a l i t e r a l realiza d e l a f u n c i ó n
o l e t r a con una
il.\"\"; entrada u compuertay cada término se-
\"\"du literales y el número de tér-
compuerta. La minimi zación def ,rúmeó de
\";á
menos componentes'No es
minos dará como ,\" ,rltu¿o un circuito con tie-
siempre posible *i\";;i;;; unl¡o, simultáneamente.Por lo regular se
nen disponiblesotros.'it\"'io'' Por el momento se limitará el criterio de
minimización a la -l\"iÁir\".ión de literales. Posteriormente discuti- se
5. EI número de literales en una función
rán otros criterios algebraicas'
de Boole puede ser minimizado por medio de manipulaciones
\"\"'.i-ó\"pit\"lo
47
I
48 A I - G E B R A E B O O L EY C O M P U E R T A S O G I C A S
D L C A P ,2
Desafortunadamente'o hay regras específicasa
seguir que garanticen
una respuestafinal. El único método disponible es
el\"p.ocedimiento,,tra_
tar y acortar\" usando.los.posturados,loi teoremas
básicosy cualesquier
otros métodos de manipulación que se hagan familiaies-
con er uso. Los
siguientesejemplosilustran este
irocedimiénto.
EJEMPI O 2-_t; Simplifiquesela siguiente función
de Boole
al mínimo número de literáles.
l. x * x'y : (x + x,)(x * y) : I . (x + y) : x * y
2. x(x' * y): xx' * ry:0 '- xy : xy
3. x'y'z + x'yz * xy' : x,z(y,+ y) +
ry' : x,z * ry,
4. xy * x'z * yz= xy * x,z * yz(x I x,)
: xy + x'z * xyz * x,yz
: xy(l * z) + x,z(l + y)
- xy * x'z
5. (x + y)(x, + z)(y + z): (x + y)(x,* z) por dualidad
de
la función 4.
Las funciones I y 2 son duales entre sí y usan expresiones
duales en Ios
pasoscoirespondientes. función B muestra la
La igualdad de las funciones
Fe y Fn tratadas anteriormente. La cuarta dem\"uestia qu. un aumento
en el número de lite¡ales, algunas veces,produce ,rr\"
final más
simple. La función b no se hittimiza iii\"\"t\"-*i\" \"\"p=r\"rión
o\".Jo\"\"de deducirse
de la dual de los pasosusadospara deducir la función 4.
C o m p l e m e n t od e u n a f u n c i ó n
El complementode la función F es .t\" y se obtiene
del intercambio de ceros
a unos y un.s a ceros en el valor de F. El complemento
puede derivarse algehraicamente de una función
del teorema de be Morgan. Este par de
teoremasestán listados en la Tabla 2-1 para dos variablés.
Los teóremas
de De-Morgan pueden extendersea tres o más variables.
La forma de tres
variablbs del primer teorema de De Morgan se deriva
a continuación. Los
postuladosy los teoremasson aquellos liÁtados
en ta fabü z_f.
(A+B+C)':(A+X)' hágase B+ C: X
: A,X, del teorema5(a) (De Morgan)
= A' .(B + C)' sustitúyaseB+ C: X
: A, . (8,C,) del teorema5(a) (De Morgan)
= A'B'C' del teorema4(b) (asociativo)
Los teoremas de De- Morgan para cualquier número
de variables se pare-
cen al caso de las dos.variabiesy pu\"d\"rr,a.ri*i.\" por Justitucionessu-
cesivas similares al método usadó én la dórivaci¿n
tiecha anteriormente.
Estos teo¡emas pueden generalizarsede la siguiente
;;;;\",
\\
sEc.2-5 F O E M A SC A N O N I C A N O R M A L I Z A D A 4 9
Y
(A+B +C+ D+''' +F)':A'B'C'D'-\".F'
(ABCD''' F)' : A' + B' + C' + D' + \"' +F'
La forma generalizada del teorema de De Morgan expresa que el comp_le-
AND y OR
mento de una función se obtiene intercambiandolos operadores
y complementando cada literal.
EJDMPLO 2-2: Encuéntrese el complemento de las funcio-
nes F1 : x'yz' + x'y'z Y Fz: x(y'z' *yz\\' Aplicandoel teoremade
De Morgan tantas veces como sea necesariose obtienen los com-
plementosde la siguientemanera:
Fi : (x'yz' * x'y'z)' : (x'yz')'(x'y'r)' : (x + y' + z)(x + y + z')
Fi:lx(y'z'+ y z ) ) ' = x ' + ( y ' t ' + y z ) ': x ' + ( y ' z ' ) ' ' ( y z ) '
= x' + (y + z)(Y' + z')
Un procedimiento más sencillo para derivar el complemento de una
función es tomando el dual, de una función y complementando cada lite-
ral. Este método se deduce del teorema de De Morgan generalizado.Se
debe recordar que el dual de cada función se obtiene intercambiandolos
operadores AND y OR y los unos y ceros.
EJEMPL,2.S..EncontrarelcomplementodelafunciónF1
y Fz del Ejemplo 2-2 tomando los d¡*ales y complementando cada
literal.
I Ft: x'Yz'+x'Y'2.
El dual de F, es (x' * Y * z')(x' * Y' I z).
Complemeniando cada literal: (¡ *y' * z)(x *y * z'): FI'
2. Fz: x(Y'z'+Yz).
E l d u a l d e F 2 e sx + ( Y ' * z ' ) ( Y * z ) .
Complemenlando cadaliteral: r' + (y ¡ z)(l' t z') : Fí'
2.5 F O R M A SC A N O N l C A
Y NORMALIZADA
Términosmínimos y términos máximos
una variable binaria puede aparecer en su forma normal (¡) o en Ia forma
de complemento(r'). considéreseahora dos variablesbinarias f y y com-
binadas con la operación AND; como cada variable puede aparecerde cual-
quier forma, habiá cuatro combinaciones posiblestx'y-', !'1, xl'y ry' Cada
úno de estos cuatro términos AND representan una de las diferentes áreas
áui¿i\"gt\"-a de Venn de la Figura 2-{ y se llaman términos mínimos (min'
term) áe un producto normalizado. De igual manera, se _puedencambiar
n l,\"riubl\". para formar 2\" términos mínimos. Los 2\" diferentes térrni-
nos mínimos pueden determinarse por un método similar al mostrado en
Tabla 2-3 Términos mínimos y máximos para tres variables binarias
Términosmínimos Términosmáximos
x Y z Término Designación Término Designación
00 0 x'y'z' mo x+y+z Mo
00 I ml x+y+z' Ml
0l 0 x'yz' m2 x+y'+z M2
0l I l7l3 x+y'+z' M3
l0 0 xy'z' m, x'+y+z M4
l0 I m5 x'+y+z' Ms
ll 0 m6 x'+y'+z M6
ll I xyz tlt7 x'+y'+z M1
la Tabla 2-3 para tres variables.Los númerosbinariosde
0 a z^ -r se lis-
tan bajo las n variables.cada término mínimo seo¡iiene áL un termino
AND
de n variablescon cada variable tildada, si el bit correspondiente nú_ al
mero binario es 0 y si no está tirdada a l. un símbolopára cada término
mínimo se ilustra en la tabla en la fbrma de m¡, dondej denota,el equiva_
Iente decimal del número binario der término ií.ri.rro correspondiente.
De manera similar, las n va¡iables formandoun término oR, con
variable tildada o no tildada, darán 2\" combinaciones cada
posibles llamadas
términos máximos (maxterms) de las sumasnormalizados.
Los ocho tér_
minos máximos de las tres_variables, conjuntamente
con la simbología
-i¿.-irros
asignada, se listan en ra Tabla 2-3. cuálesquie.
i\" para n
variables pueden determinarsede manera similar.
cada término máximo
se obtiene de un término oR de n variabres
,r\"iia¡le no tirdada
si
.el.correspondiente es 0 y tildada .i ;; \"o., üIi\". ;;\" cada término
bit i¡- \"uáu
máximo es el complementode su cor¡espondiente
términá mínimo y vice-
versa.
una función de
-Boole puede ser expresadaargebraicamente partir
de una tabla de verdad dada, confoi-u\"ao a
un t¿.iii.ro mír,imo por cada
combinación de las variables qu. proá.r\"en
-Fo. un 1 en la función para luego
obtener la oR de todos ros términb.. ejemplo, l, rrrrr\"lár,en la Tabla
2-4 se determina expresandolas combinaciones
00r\", 100, lrJ. comox,y,z,
xy'z',y r y- z respectivamente. como cada uno ¿\"
resultaen /, : 1, se tiene: mínimos
\".t*?rrninos
ft: x'y'z * xy'z'* ryz : m, * mo* m,
De manera similar, se puede fácilmente verificar que:
. f z : x ' y z* x y ' z* r y 2 , * x y z : m r * m , i mui m,
'Algunos
textos definen un término máximo (maxterms) como un término
oR de n va-
riables con cada variable no tildada si el bit es I y tildada si es
0. La definición adoptada en
-run\"lon.,
este libroes preferible ya que lleva a conve¡sionesmás no¡mal\".
u.ri.\" iu. tipo tér-
mino máximo y término minimo.
50
Tabla 2-4 Funciones de tres variables
xy z Funciónft Función/2
0 0 0' 0 0
00 t I 0
010. 0 0
0l I 0 I
100 I 0
i
101 0 I
I l0 0 I
lll I I
Estos ejemplos demuestran una propiedad importante del álgebra de
Boole. óuaiquie. función de Boole puede ser expresadacomo una suma
de términos mínimos (por \"suma\" se quiere decir la suma oR de los tér-
minos).
Cánsidérese ahora el complementode una función de Boole. Este pue-
de Ieersede una tabla de ueidad formando un término mínimo por cada
combinaciónque produce un cero y luego haciendo la función OR de esos
términos. El complementode /r se lee así:
'l
.fí: *'Y'z' I x'Yz' * x'Yz * xY'z ryz'
Si se obtiene el complementode /i se obtiene la función /t:
* y * z')(x' 1-y' * z)
ft: (x * y * z)(x + y' + z)(x + y' + z')(x'
: Mo'Mr'Mt'Ms'Mu
De igual manera, es posible leer Ia expresión/2 de la tabla:
+ + z)
f z : G * y * z ) ( x + y + z ' ) ( x* Y ' * z ) \\ x ' Y
: MoMlM2Ma
Estos ejemplos demuestran una segunda propiedad importante del álge-
bra de Boole: cualquier función de Boole puede expresarse como un pro-
ducto de términqs máximos (por \"producto\" se implica el producto AND de
los términos). El procedimiento para obtener el producto de términos
máximos directamente de una tabla de verdad se logra de la siguiente
manera: fórmese un término máximo para cada combinación de variables
que produzcanun 0 en la función y luegoforme la función AND de todos los
términos máximos. A las funciones de Boole expresadas como una suma
de términos mínimos o producto de términos máximos se les dice que
están en forma canónica.
S u m a d e t é r m i n o sm i n i m o s
Se había dicho antes que para n variables binarias, se pueden-obtener
2' términos mínimos diferentes y que cualquier función de Boole puede
5l
52 A L G E B R AD E B O O L EY C O M P U E R T A S O G I C A S
L CAP,2
expresarsecomo una suma de términos mínimos. Los términos
mínimos
cuya suma define la función de Boole son aquellosque dan el 1 de la
fun-
ción en una tabla de verdad. como la función prruá\" ser 1 ó 0 para
cada
térm^ino-mínimoy
-ya que hay 2\" términos mínimos, se pueden carcular
las funciones posiblesque puéden formarse con n variabrés
it. ¡r_
gunas veces es convenienteexpresar la función de Boole \"\"-o
en Ia forma d.e
suma de términos mínimos. si no está en esta forma, se puede Ilegar
a
ella expandiendo primero.la expresióna una suma de términos AND. Luego
se inspeccionacada término pára uer si contiene t\"d\". i;
variables. Si le
hace falta una o más variabreé, aplica la función Áñt;;\"
se una expresión
tal como x I x', donde r sea una de las variables fartantes. El siguiente
ejemplo aclara este procedimiento.
EJEMPLO
.2-4: Expresa¡ la función de Boole F : A + B, C
como suma de términos mínimos. La función tiene tres variables:
A, B y c. como el primer término A no tiene las otras dos va¡ia-
bles por tanto:
A : A(B + B'): AB + AB,
Como la expresión carece de una variable:
A:AB(C+C,)+AB,(C+C,)
= ABC + ABC' + AB'C + AB,C,
El segundotérmino B'c carecetambién de una variable:
B'C : B'C(A + A'): AB,C + A'B,C
Combinando todos los términos se obtendrá:
F: A + B,C
: ABC + ABC' + AB'C + AB'C' + AB'C +
A'B'C
Pero como AB'c aparecedos veces,y de acuerdo al teorema
1
(¡*¡: ¡), es posible quitar uno de óllos. Rearreglando tér-
los
minos en orden ascendente obtendrá finalmentei
se
F: A,B,C+ AB,C,+ AB,C + ABC,+ ABC
m t + m 4 + m s+ m u * m ,
Es conveniente algunas veces, expresar la función de Boole cuando
está compuestade una suma de términos mínimos por medio de ra
siguien-
te forma simplificada:
F ( A ,B , C ) : ) ( 1 , 4 , 5 , 6 , 7 )
El símbolo de sumatoria I implica los términos a los cuales
se les
lplica la función OR. Los térm-iios entre paréntesisson los
términos míni-
s E c .2 - 5 FORMAS CANONICAY NORMALIZADA 53
mos de la función. Las letras entre paréntesisa continuación de la F for-
man la lista de las variablesen el orden tomado cuando el término mínimo
se convierteen un término AND.
Productode términos máx¡mos
Cada una de las 22' funciones de n variables binarias pueden expresarse
como un producto de términos máximos. Para expresar las funciones de
Boole comb un producto de términos máximos se debeprimero llevar a una
forma de términos OR. Esto puede lograrse usando la ley distributiva ¡ *
yz-- (x*y)(¡ *z) y si hay una variabler faltante en cada término OR se
le aplicarrí la función OR conjuntamente con ff'. Este procedimientose
clarifica por medio del siguiente ejemplo:
EJEMPLO 2-5: Expresar la función de Boole F:xy*x'z
como un producto en la forma de términos máximos. Primero con-
viértase la función a términos oR usando la ley distributiva:
F: xl I x'z : (xy + x')(xy + z)
: (x * x')(y + x')(x + z)(y + z)
- (x' t yXx + z)(Y + z)
La función tiene tres variables:x, y y z. A cada término oR le hace
falta una variable, Por tanto:
x' + y : x' + y * zz' : (x' * y * z)(x' I Y * z')
x + z : x * z * yy' : (x I y -l z)(i + y' + z)
y + z : y + z * xx' : (x 4 Y + z)(x' + Y + z)
Combinando todos los términos y quitando aquellos que aparez-
can más de una vez se obtendrá finalmente:
F : (x * y * z)(x + y' + zl(x' -r y * zl(x' * y + z'\\
: MoMzMqMs
una forma convenientede expresaresta función es de la siguien-
te manera:
F(x,y,z): fI(0,2,4,5)
El símbolo de producto II denota la aplicación de la función AND a los
términos máximos. Los números teptesetttanlos términos máximos de la
función.
Conversión entre las formas canónicas
El complementode una función expresadacomo la suma de términos mí-
nimos es igual a la suma de los términos mínimos faltantes de la función
orllinat. E\"stoúltimo es debido a que la función original es expresadapor
A L G E B R A E E O O L EY C O M P U E R T A S O G I C A S
D L CAP. 2
aquellos términos mínimos que hacen la función igual
a r mientras que
un complementoes ul 1 para aquellostérminos mínimos
en que Ia función
es un 0. Como ejemplo considérése función:
la
F ( A ,B , C ) : X l , 4 , 5 , 6 , 7 )
Esta función tiene un complernentoque puede expresarse
así:
t
F'(A, B, C) : )(0, 2,3) : mn * m, * m,
Ahora si se obtiene el complementode F' por el teorema
de De Morgan
obtendremos una F de manéra diferente:
F : (mo I m, * mt)' : m[. mL. m\\: MoMzM3: fI(0, 2,
3)
I
La última definición se de¡iva de la definición de
los términos mínimos
y términos máximos que fig'ran en la Tabra
2-3. De i\" t\"¡tu, .ú;; qr;
es válida la siguienterelación: \".
I
I
^j: M¡
Esto es, el término máximo con suscrito j es un complemento
de un tér-
t mino mínimo con el mismo suscritoj y vióeversa.
I
I
, El último ejemplo demuestra Ia óonversiónent¡e una función expre-
sada como una suma de términos mínimos a su equivalente
to de términos máximos. con- un. arg'umentosimilar se
como produc-
mostrará que la
I
conversiónentre el producto de términos máximos y
i minos mínimos es similar. Se estableceahora
ü **\" de los tér_
pro\"\"¿imiento de con-
versión general. Para hacer la conversión de \"\" rir-\"
i
lanónica a otra,
intercámbieselos símboros \"\"u
I v II y lístese que fal_
tan en la forma original. Comñotro ejemplo,la función:
\"qu\"iiá.-ntmeros
F(*,y,2): II(0,2,4,5)
se.expresa como producto de la forma de términos
máximos. su conver_
sión a la suma de términos mínimos será:
F(r,y,z): )(1,3,6,7)
Nótese que para poder encontrar los términos faltantes,
se debe tener en
cuenta que el número total de términos mínimos y tr;;i;o.
2n en donde n es el número variable binario en la -función. máximos es
Formas normalizadas
Las dos formas del álgebra de Boole son formas
básicas que se obtienen
al leer la función de la tabla de verdad. n.tu.
io.-u. ,,iuj ,uru-ente son
las que tienen el menor número de literales
d\"tú;-\"-i; cada término
mínimo o término máximo, debe contener por definiciónl
Ldos las varia-
bles complementadas no.
o
otra forma de expresar ras funciones de Boole es la forma
normariza-
do. En esta configuraiión, los términos que forman la
función deben con_
I
LOGICAS 55
OTRAS OPERACIONES
s E C .2 - 6
Hay dos tipos de formas
tener uno, dos o cualquier número de literales'
,roitnufir\"¿as: la suma de productosy el producto de sumas'
que contiene térmi-
La suma de prod,ucto's una expresión de Boole
es
o más literales cada uno' La
nos AND llamados t¿rÁi\"ot producto.de uno
sun-¿a denota la apti\"áciá\" ¿\"'ru función oR de estostérminos. un ejemplo
productos es:
á. tr.tu función eipresada en suma de
Ft: !' * xy * x'Yz'
uno' dos y tres literales
Esta expresión tiene tres términos producto de
;J; respectivamente'Su suma es en efecto una operación oR'
r\"^;, p r o d u c t o d . e s u m a s e s u n a e x p r e s i ó n d e B o o l e q u e c o n t i e nnú-é r m i -
Jn et
puede tener cualquier
nos OR, llamados tirÁ¡'iát i\"io. Cada término
mero de literales.
,Át
;;;á;;;; áenota la aplicació1 de 11 función AND a
ttt-inos. Un de una expresión en producto de sumas es:
\".to* \"j.-pto
Fz: x(Y'+ z)(x'* Y * z'* w)
y cuatro literales cada
La expresióntiene tres términos suma de uno, dos
uno. El producto El uso de las palabrasproducto y
\"r'\"ü \"pltación-AND. AND y el p-roducto
sutna se estableced;id\" ; la simi¡t,ud de la operación
OR con la suma
áiitÁ¿t]\"\" (multipl'iácián) y la similitud de lá operación
aritmética (adición).
UnafuncióndeBoolepuedeSerexpresadaenunaformanonormali-
zada.Por ejemPlola función:
F 3 : ( A B + c D ) ( , q ' n '+ c ' D ' )
cambiarse a una
no es ni surna de productos ni producto de sumas' Puede
forma normalizadr';;;á; la ley distributiva para quitar el parentesis:
Ft: A'B'CD + ABC'D'
2-6 OTRAS OPERACIONES OGICAS
L
cuando los operadores binarios AND y oR se colocan entre las dos variables
y !+y'respectivamente'
t y y, ellas iorman las funcionesde Poole x'y
é.'\"\".iubt..ió previarnente que hay 22' funciones de n variables binarias'
para dos variables,'i-Z númeio de funcionesde Boole posiblese-s^16'
p.ri\"\"t\" las funciones AND \"l' y OR son solamente dos del total de las 16 fun-
;ilr\";; posibles for-udu. do, variables primarias. Sería muy instruc-
\"o.,
14 funciones e investigar sus,propiedades'
tivo encontrar las otras
Las tablas d\" ;; i;t- i6 f,r.t\"iott\"s\"formadásóon dos variables
\";;á;d
binarias x y !,.\" ri.f\"\" la Tabla 2-5. En esta tabla, cada una de las 16
po-
\"\"
columnas Fo a F,r-i\"prr..\"tan una tabla de verdad de una función
las funcionesse de-
sible para las dos u\"rüb1\"\" dadas x y y'Nótese.que
que pueden ser asig-
terminan a partir d; l;. 16 combinaóiott\". binarias,
símbolooperador'
nadas a F. Algunas de las funcionesse muestran con un
pói ej\"-plo, F, .upr*enta la tabla de verdad para una AND y Ft represen-
I Tabla 2-5 Tablas de verdad para las 16 funciones
de dos variables binarias
Y
v Fo Ft F2 F3 F4 F5 F6 F7 Fs Fs Fto F,, F,z F,¡ Ft. F,,
00 0 0 0 0 0 0 0 0 I I I I I I
0l 0 0 0 0 I I
t I I I 0 0 0 0 I
l0 0 0 I I I I
I 0 0 I I 0 0 I I
ll 0 I 0 0 I I
0 I 0 I 0 I 0 I 0 I 0 I 0 I
Símbolo
operador
o + ú c f I
ta la tabla de verdad para la oR. Los
símbolos operadorespara estas fun_
cionesson (.) y (*) iespectiva-\".ri*
Las 16 funciones lisiadas Luu.de verdad pueden ser expresa-
das algebraicamente.pormedio \"*u expresio.ru.
de a\"- go;lJ]'n.to se puede
ver en la primera columna ae la
rabiá 2-6. Las expresiones Boole
de
tadas están simplificada. lis_
-i\"iÁJ\".r?,...o de rite¡ares.
\"t
Aunque cada función puede .\",
res de Boole AND, oR v ñot, en t¿rminou de ros operado-
\"rp\"\".\"dapara
operadores especiales para expresa¡ no poder asignar símboros
\";-itü;;\"ón otras
las
operadoresse listan funciones. Tales símbolos
t\" .\"guiráu ¿\" r\" i\"¡l\"l_0.
\"rt \"ol-ürru si., embargo,
Tabla 2-G Expresionesde Boole para
16 funciones de dos variables
Funcionesde Boole Símbolo Nombre Comentarios
operador
Fo:0
Nulo Constante
Ft=x! binaria 0
x.y AND
Fz = xy' ryy
x/v Inhibición r pero noy
Ft: *
Trasferencia x
F¿ = x'Y y/, Inhibición y pefo no ¡
Fs: /
Trasferencia
F6= xy'+ x'y v
x@y OR-exclusiva
F 1: x I y r óy perono ambas
x+y OR
Fr: (x + y)' xóy
xIv NOR
Fg= xy * x'y' No-OR
xoy Equivalencia*
Frc: /' r igual ay
v' Complemento Noy
Ftt=x1y, x Cl Implicación Siy entonces.r
F,, : ,, x' Complemento No¡
Fn:x'*y x)l Implicación Si r entoncesy
Ftq: (ry)' xlv NAND No-AND
4s=l Identidad Constante binaria 1
*Equiualenciaesconocidatambiéncomoigualdad,Ñ.
56
LOGICAS 57
OTRAS OPERACIONES
sEc.2-6
oR-
todos los símbolos nuevosimostrados, con excepción d9J símbolo de la
por parte de los.diseñadores digitales'
exclusiva O, no.ott á. uso común
su correspon-
Cada una de las funcionesen la Tabla 2-6 se lista con
diente nombre V .ot\"\"\"l\"tio que explica su función de forma simple. Las
io n listadas pueden subdividirse en tres categoias:
\"\"io\"\"s
1. Dos funcionesque producen una constante0 ó 1'
2. Cuatro funciones con operaciones unarias de complementoy tras-
ferencia.
3. Diez funciones con operadoresbinarios que definen ocho operacio-
nes diferentesAND, ÓR, NINO, NOR, OR-exclusiva,equivalencia,
inhibición e imPlicación.
cualquier función puede ser igual a una constante,pero una función
pro-
binaria püede ser igual solamente a-1 ó 0. La función complemento
'complemenio
á\".\" de cada una de las variables. A Ia función que es
y.a
rg\";l \"f lá váriable de entrada se le ha dado el nombre de trasferencia
;
d\"\" t\" variable x ó y es trasferida_ través de compuertas que forman- la
a
flnción sin cambiar su valor. De los ocho operadores binarios, dos (inhi-
trición e implicación) son usadospor los logistas,perofnuyfara vez se usan
en lógica dL computadores.Los óperadoresAND y OR se-han mencionado
conjuirtamente con el álgebra de Boole. Las otras cuatro funciones se usan
mucho en el diseño de sistemas digitales.
La función NOR es el complemento de la función oR y su nornbre es
una contracción de not-OR. De manera similar, NAND es el complemento
de AND y es una contracción de noü-AND. La OR-exclusiva, abreviado
yy
XOR ó EbR es similar al OR pero excluye la combinaciónde ambos x
igo\"l u 1. La equivalencia es una función que es l,cuando las dos variables
.;;ig\"\"I.., es'decir, cuando ambas son cero o ambas son 1. La OR-exclu-
;i;;; la ¡\"nción de equivalencia son complelrentarias entre sí. Esto puede
ser v-erificadofácilmente al inspeccionar ia Tabla 2-5. La tabla de verdad
pá.u tu OR-exclusiva es Fo y paf la equivalencia-es Fn y estas dos fun-
iio.r\", se complementan Por está razón la función de equivalencia
se
-- \"ti.ó \"i.
llama a menudo NoR-exclusiva, es decir oR-exclusiva NOT.
ñiárg\"bra de Boole tal como se ha definido en la Sección2-2, tiene dos
operadore-s binarios que nosotros hemos llamado AND y OR y el operador
unario NOT (complemento). De las definiciones, se ha deducido un número
de propiedades dó estos operadoresy se han definido ahora otros op€ra-
dores binarios en términos de los primeros. No hay nada especi\"l -u:T..\" d.t
(
este procedimiento. se hubiera podido comenzar con el operador NOK i )'
por ejemplo, para posteriormentl definir AND, OR y NOT en términos del
iti-üto.'Nó ob.t\"trt\", estas son buenas razones para introducir el álgebra
y \"lo-t\"
de BOOIede la fOrma que se ha hecho. LOs Conceptos\"a.nd\", \"or\"
son familiares y la genie los usa día a día para expres_arideas lógicalr 49\"-
;Á, lo. postuiadosie Huntington reflejan la naturaleza doble del álgebra
haciendo-énfasisen la simetría de * Y ' entre sí'
2-7 C O M P U E R T A SL O G I C A S D I G I T A L E S
como las funcionesde Boole se expresanen términos de operaciones AND,
oR y Nor, es más fácil llevar a cabo una función de Boole con esre tipó
de compuertas.La posibilidad de construir compuertaspara las otras ope-
raciones lógicas es de interés práctico. Los factoresque van a ser valori-
zados cuando se considera la construcción de otros iipos de compuertas
Iógicas son (1) la factibilidad y economíade producir la compuerra con
compuertasfísicas, (2) la posibilidad de expandir Ia compuerta a más de
dos entradas, (3) las propiedades básicas del operadorbinario tales como
conmutatividad y asociatividad y (a) la habilidad de la compuerra para
Ilevar a cabo las funcionesde Boole por sí solaso conjuntamentecon otras.
De las 16 funciones definidas en la Tabra 2-6, dos son iguales a una
constante y las otras cuatro se repiten dos veces.euedan solamentediez
funciones para ser consideradascomo candidatas pu.u lógi-
cas. Dos de ellas, la inhibición e implicación no son conmutativaso a*-
\"o.rrp.rertas
ciativas y por tanto imprácticas de usar como compuertaslógicas norma-
lizadas;Las ot¡as ocho:complemento, trasferencia,AñD, OR, ñAND, NOR,
oR-exclusiva y- equivalenciase usan como compuertasnormalizadár p\"rá
el diseño digital.
Los símbolos gráficos y las tablas de verdad de las ocho compuertas
se muestran en la Figura 2-5. Cada compuerta tiene una o dos entradas
variables designadascomo r y y y una variable de salida binaria desig-
nada como F. Los circuitos AND, oR e inversorfueron definidosen la Figü-
ra 1-6. El circuito inversor invierte el sentido lógico de una variable binaiia
y producela función NoT o complemento.El círculo pequeño la salida del
a
símbolo gráfico de un inversor implica un complemuntotagi\"o. El símbolo
triángulo designa para sí solo un circuito sepárador(buffér). un circuito
separador produce la función de trasferenoa pero no produce ninguna
operaciónlógica particular ya que el valor binario de la salida es iguál al
valor binario de la entrada. Este circuito se usa solamentepara amplifi-
cación Ce señal de potencia y es equivalentea dos inversoresconectatlos
en cascada.
La función NAND es el complemento la función AND tal comose in-
de
dica por el símbolo gráfico que cons.iste un símbolo gráfico AND seguido
en
de un pequeño círculo. La función NoR es el complem\"ito d\" la funciói oR
y ylq un símbolo gráfico oR seguidode un pequeñocírculo. Las compuertas
NAND y NoR se usan mucho como compueriaslógicas normalizadasy de
hecho son más popularesgy9_!ascomp.,eria. AND toR. Ello se debe a que
las compuertasNAND y NoR puedenconstruirsefácilmente con transisto-
res y ademásporque las funciones de Boole pueden llevarse a cabo fácilmen-
te con ellas.
La compuerta oR-exclusiva tiene un símbolo gráfico similar al de la
compuerta oR excepto por una línea curva adicional del lado de la entrada.
La equivalenciao compuerta NoR-exclusiva es el complementode la oR-
exclusiva de la manera como indica un pequeñocírculo áel lado de la salida
del símbolo gráfico.
58
Nombre Símbolo Función Tabla de
gráfico algebraica verdad
x-----ñ 00 0
AND | )-F F:x./ 0l 0
v -------l-/ l0 0
ll I
0
OR
i--1-\\ ' F:x*v '|
0
I
'l F
.Inversor \" ->- F F:x', 0lt
ll0
Separador ' --)-. F:x
x-----ñ.
NAND I F_-F F:(xy)'
)'-----l-/
¡ =-ñ. 00 I
NOR I >--F F:(x+y)' 0l 0
, -----1-/ l0 0
ll 0
x --\\1]- F: ry' I x'/ 00 0
oR-exclusiv¿ F 0l I
(xoR) v-+l-/ :x@Y
l0 I
ll 0
ri
x
NoR-exclusiva F : ry + x'y'
o Jf\\_. ' :xoy
y---lLJ-
equivalencia
Figura 2-5 Compuertas lógicas digitales
59
60 A L G E B R AO E B O O L EY C O M P U E R T A SO G I C A S
L CAP.2
E x p a n s i ó na e n t r a d a s m ú l t i p l e s
Las compuertasmostradas. la Figura 2-b a excepcióndel inversor
en -una y el
sepa-radorpueden expandirse más de dos entradas.
-binaria
\"
puede expandirsea múltiples entradas si la operaci¿n \"o-puárü
que repre_
senta es conmutativa y asociativa.Las operaciones
AND y oR dehnidasen
el álgebra de Boole tienen estas dos própiedades.
pa¡a ia función oR se
tiene:
**y:y+x conmutativo
y
(x + y) * z: , + (y * z): x * y * z asociativo
lo cual.indi_cgque las compuertasde entrada puedenintercambiarsey que
la función OR puedeextenderse tres o más variables.
a
Las funcionesNAND y NoR son conmutativasy sus
compuertaspue-
den expandirse para más de dos entradas si se tiene en
cuenta que la ope-
ración se modifica un poco. La dificultad es que i\".-\"pár\"a\"r\"\"
N¡ñií v
NOR no son asociativos,es decir, (r t g J l)-* ll;i-;;,
como se ve a
continuación:
(xly)It:f (\" + y), + ,f,: ( x r y ) 2 , : x z ,+ y z ,
xl}!z):1\"
+ (y + ,),1,= x,(t * z): x,y r x,z
Para vencer esta dificultad, se define u.na compuerta NoR
múltiple (ó
NAND) comouna oR complementada AND). e\"i, poi J\"rirri\"io'se
(ó tiene:
xlyl,z:(xty*z)'
xlylz : (ry2)'
Los..símbolosgráficos.de las compuertas de tres entradas
se muestran en
la Figura 2-7. Al esc¡ibir operaciones
con NoRv NÁño
tener en cuenta el co¡recto rso del paréntesis pu.\" i-piitrr se debe
\"\"larcada
la secuencia
adecuadade las compuertas. para demostrar lo anterior
considéreseel ci¡-
l . rl y ) I r : ( x * , r , ) z ,
Figura 2-6 Demostración de la no asociatividad del operador NO_O;
(xtry)l,z x(y!z)
+
I
'____ñ. x--ñ
I ___- (.r r r, *:) I --{ p- (.r.r'z)'
)o_ z ---L_./
z -----l-./
(a) CompuertaNOR de tres entradas (b) CompuertaNAND de tres entradas
A
B
C --
F = |(ABC)' ' (DE)'l' ABC + DE
(c) Compuertas NAND en cascada
y compuertas NAND
Figura 2-7 Compuertas NOR en cascada y de multi-entrada
debeescribir-
cuito de la Figura 2-7(c).La función de Boole para el circuito
SE ASí:
:
F :I(A B C )'(D E )'f' ABC+ DE
Esta mues-
La segundaexpresión se obtiene del teorema de De Morgan'
tru q.,1 se puede ,\"ilii^, una expresión en suma de productos por medio
las compuertas
de co*prrertas NAND. Posteriormente se tratará sobre
NAND v NOn en las Secciones 3-6,4-7y 4-8'
Las compuertasQR-exclusiva y de equivalencia- son ambas conmuta-
tivas y asociativ\". y' prr-aen extánderse a más de dos entradas' Sin
comunes
las compuett\"i OR-\"*clusiva de multientrada no son
\"-¡urÉo punt' O\"
desde el de-ior ciicuitos. En efecto, aun una función de
dos entrad\". ,\" .r..rut*ente con otro tipo de compuertas' Así'
\"i.ü -íunciones
la definició., a\"
\"orr\"i.rry\" debe modificarse cuando se expande a
\"\"iu. La función oR-exclusiva es impar, es decir, es igual
más de dos variables.
impar de unos' La fun-
a 1 si las variabler-d\" á\"1.\"¿a tienen un número va-
en una función por' es decir' es -igual a 1 si las
\"quivalencia
\"i¿n-¿\" de entrada tienen un número
riables par de ceros' La construcción de
F=Yoy@z
0 00 0
0 0l I
(a) Usando compuertas de dos entrad¿
0 l0 I
0 tl 0
--t{-\\. 00 I
\" ____#
.t
---H-/ >- t' = Y +.1'+ : 0l 0
z l0 0
ll I
(b) Una compue¡tade tres entradas
(c) Tabla de verdad
Figura 2-8 Compuerta OR-exclusiva de tres ent¡adas
6l
A L G E B R AD E E O O L EY C O M P U E R T A SO G I C A S
L
CAP.2
una función oR-exclusiva de t¡es entradas
se muestra en la Figura 2_g.
Esto último se realiza normalm\".,Ja-'\"orr\"\"tando
en cascada compuertas
de dos entradas como se muestra en (a).
Cr¿n.urn\".rt., se puede repre_
sentar con una sola compuerta de tres
entradas como se irústra Gi .
La tabla de verdad en (cj indica q\". ü,\"iiáá F es igual a 1
\";
\"ruru,'uni\"
si solamenteuna entracraes igual a 1 o si
todas las entrádas son igual a
1, es decir, cuando el número total de unos
de las variables de entrada es
impar' una ulterior discusión .ob.e el
on-\"*r*i;;-i;'\"qrivalencia se
verán en la Sección4-9.
2-8 F A M I L I A SD E C I R C U I T O S N T E G R A D O S
I
L O G I C OD I G I T A L E S
El circuito integrado se introdujo en la Sección
1-g, donde se dijo que los
circuitos digitales se construíán invariablem\"r,t\"'*
dos. Después de haber tratado varias compuertas integra_
\"i.cuitos
lógicas digitales en la
sección. anterior, se está en posición de presentar
las compuertasde cir_
cuitos integradosy de_discuti, ..r. propiedades
g\"\"\"*1\"..-'
. Las compuertas digitares de .ir\",rito. i\"t\"l.uáo.- r\" clasifican no
solamentepor su opu.ación lógica, sino por
ra faniiria áe lógicos,
específicos la cual pertenecén. cada familia
a tiene un \"lr\"rrito, electró_
circuito
nico básico propio, médiante el cual
se desarrollan ru.rcio.res circuitos
y
digitales- más complelos,El circuito beri.o en cada
puerta NAND ó una NoR. Las compuertas famiria es o una com-
elect¡ó.ri\"u. ,r.ád\"s en la cons-
trucción de circuitos básicos-seusan para determinar el nombre de la fami-
lia lógica. Hav muchas familias ió;ü;d\"
circuitos integradosdigitalesque
han sido introducidos comercialménte.
Aquelras que han alcanzadobuena
popularidadse listan a continuación.
TTL Lógica de transistores (transistor-transistor
logic)
ECL Lógica de acoplamiento de emisor (emitter-coupled
logic)
MOS Semiconductorde óxido de metal (metal-oxide
semicon-
ductor)
cMos semiconductorde óxido de metal complementario
(com-
plementary metal_oxide semiconductor)
I:L Lógica de inyección integrada (integrated_injection
logic)
La TTL tiene una lista extensa de funciones
mente la familia lógica más popular. La digitales y es común-
ECL .; ;.;-\"\";-sistemas que re_
qureren operaciones alta velocidad.
de \"r\"
Lo. Mós;l;i ur\"r, en cir_
cuitos que requieren alta densidad de
componentesy la CMOS se usa
para_s-lstemas requierenbajo
que consumo de poder- \"
El análisis de ros circuitos ere\"t.ár,icos
¡¿Jicos- cada familia rógica
en
se representaen el Capítulo 13. El lector
que está familiarizado con elec_
trónica básica puede róferirse.at capiiut\"
it con er fin de
familiarizarru con estos circuito. \";;;;;;;;,se limitará
Aquí la discu_
\"iici.¿nicos.
s E C .2 - 8
siónalaspropiedadesgenerales'delasdiferentescompuertasencrrcul.
;;:'i\"t\" g;\"dfs disponibles comercialmente' los tran-
LOGICO IGITALES 63
F A M I L I A SD E C I R C U I T O SN T E G R A D O S
I D
l
Debido u ru urtu'áJ\"tiá;e con l1 qü. puedatt:\"t -f1b-tl:udos
sistores con MOS ; I;il;t;. dg: fuyiliás se usan principalmente^-nllf
en las
funciones LSL Las ;;;'t; i;milias TTL, BCL v 9y9S se usan com-
d. .o.npnertasMSI v. SSI. Las
compuertas y \";';; ;;;'ñ;o
LSI pequeñode compuer-
puertas SSI son uq\"\"ff\"t'q\"e contienen un número de circuito
.r, Ia Sección 6-2) en una pastilla
tas o flip_flops (preJe-nl\"áu. sSI es el
de_circuitosen un componente
integrado. El límite'áJ*--.ro por ejemplo'
Una n\"ttifl\" q\" t1 tllt'll\"s'
número de patillas de la pastilla' una' ya
puede alojar solamente cuatro tornptt\"tt\"t de dos entradas cada
3 patiila^sexternas: dos para entradas v una
que cada compu\"tti ;;t;tit; patillas restantes
para la salida,.p\"; á;;;; totai de 1.2patillas' Las dos
potencia a los circuitos'
se usan para el 'u-i]litt'o de 2-9' Cada circuito
Algunos SSI se muestran eT la Figura
\"i,c\"iiot pa*till\" d9 f,a o 16 pati[as' Las patillas se nu-
está encapsrrluao cone-
\"'i\"\"'iu at la pastilia y se especifican las
nteran a lo largo d; bt*¿5; üáát áib\":udas áentro del circuito
xiones que pueden hace'se' Lu' \"otp'i\"it* t'o ptt\"d\"tt verseya que en la
para i\"r**áti¿\" totut\"tt\"l
integrado son
at l\" forma ilustrada en la Figura
realidad el circuito integrado aparece
t-t. por la de-
circuitos integrados TTL. se_distinguen_comúnmente numérica
t,u designación
.e.ie s¿óo v z\"+oo.
signación nrr*¿ri.u^i'\"-t'.orrro ra
\"o\" int\"g.udo. están numerados
de la serie ?400 implica que los \"ir'Ñár
fabricant\"ei^ ti\"\"\"\" clrcuitos integrados TTL
7 400,7 40I, Z¿Ozetc.''Ñ*\"\"1 como la serie
disponibles iilu'*i\"' ¿t\"ignu\"io\"\"t tuméti\"ut tales
\"o,,
n*J\"tffi;ra ssl. El ?404viene con cua-
2-9(a) ilustra dos circuitos TTL y
io. terminales marcados v¿6'
tro compuertas ÑÁNO de 2 entra¿\".. un voltaje
GND son p\"r\" r\"\"'p\"inf* la fue.ntedel poder que requieren
-a\"
de 5 voltios para la adecuadaoperaclon' La Figura
El tipo ECL;;;;;;;\" -gcL. a\"1g\"a 99-9 la serie 10'000'
t\"
El\" 10102viene con cuatro compuertas
2_g(b) muestra ¿\"\"\"\";r.\"ii\"\"
NoR de 2 entradas. ñót\".\" que la .o-p.r\"*u ECL pry{e tener dos entradas,
pu\"u-ü r\"\"ción oR, (pin 9 del circuito
una para la función Ñon y Ia otra OR-
integrado 10102).iii .ir*iil i.,i\"gr\"ao i0i0? contiene tres compuertas Ia
üri¿\"t á\" t\"a\" compuerta' La otra da
exclusiva, .n.*tJtui; h;;á\"t
Las compuertasEcL tienen tres
función ¿\" NOn-e*\"jrr\".i.r\"'o ó\"iualencia. por lo ge-
i v\"\"' t\" conectan
terminales ot\" t'iilil.itt'o-JJn9a\"t-1\" -
;'\";;;i;t í\" v v* a un voltaje de. 5'2 voltios'
4000se muestran en la Figura 2-9(c)'
Los circuit*'ai{ób'i\"-iá-.\"ri\" de cuatro entradas
d\"t ;;;ÑJl\"'
Solamente .\" pr't\"iut' á\"orro¿u' ry91 seis circui-
ñtit\"tio\" d\";;iil.\";'
en el 4002 ¿\"¡ia\"?l' integrados tienen dos terminales
\"tl-o-tg,::ntiene
tos separador\". &Jfi\"r). Ámbos circuitos
nr l\"tirinat marcado V\" requiere
sin uso, *ur.\"ai\"Ñ?'(tá g a t5 íoltios y vss comúpmente-seconecta
\"o\"e*i¿\"i'
un voltaje au .rr*i.riJro d\"
a tierra.
r
vcc vcc
t4 13 t4 13
23456 7 34s67
Tie¡ra Tierra
740<t-Seisinverso¡es 7400-Cuatro compuertasNAND de dos entradas
CompuertasTTL
vccz vccz
16 t5 tó 15
8l
vcct vre
vcct
NC Vte
10102-cuatro compuertasNoR de dos entradas 10107-Tres
compuertasoR_exclusiva,/NoR
(b) Compuertas ECL
voo
NC NC
t4 13 16 13 12
123456.7
34567 zss
NC l/ss voo
4002-Dos compuertas NOR de 4 entradas
4050-Seis separadores
(c) CompuertasCMOS
Figura 2-9 Algunas compuertastípicas en circuitos integradoa
Lógica Positiva Y negativa
cada compuerta puede tener uno
La señal binaria a la entrada ó salida de
d e d o s v a l o r e s , . * . \" p t o - A t \" a n t e l a t r a n s i c i ó n ' E l doso r d e u n a s e ñ a l r e plos -
v a l valores de señal a r e
senta lógica r v oiro'ü;;;b:, óoÁá ..
De-
\"r
dos valores lógicos ;;;\";;; dr; tipos -de-señiles asignadasa la lógica'
\".ignan
de Bóle, un intercambio de
bido al principio ¿\"\"i\"\"á\".fia\"d e-nel alge,ra
la asignación de un á\"-\"\"\"a1 resulárá en una función dual'
\"\"f\"t binaria mostrada en la Figura
considérese to, áo, ualores de la señal
2_10.un valor debe .;; -;y;. que el. otro ya que tienen que ser diferentes
como H (High) y el nivel
para poder distinguir\"ñ.'Oá\"ignl.. .t \"l*í alü
para la asignaciónde la lógica.
bajo como ¿ (l,owl. ñ;;-d*;il;rnativas
Valor Valor
Valor Valor
lógico señal
lógico señal
0
(b) Lógica negativa
(a) Lógica Positiva
tipo de lógica
Figura 2-1O Asignación de amplitud de señal v
la lógica l como se muestra en la
Escogerel nivel alto H para-representar positiua;
Fisura 2-10(a)v -ái\"\"i\" el cual se define e\"lsistema de lógica
ró gica 1 de la manera. ilustrada Ia
d\"J;*;r^;i i-ü;;-r;r;;\"tar _en.
\"ií\"í- -;ái; áái .\"\"t se define el sistema de lósica nesattua'
ñigri\"\"i_to(b) poT
adecuados que ambas seña-
ya
Los términos pos¿¿¿uos negatiuos son
y no-
es Ia polaridad de las señaleslo
les pueden r\", po\"iiüt'o-\"?g\"ti\"T'ry; lógicos
que determina el ,*r.;i l;;i;; ;i;\" la asignación de los valores
las señales'
á.-u.rr\".do a las amplitudesielativas.de
Las hojas t¿.\"iJ\". áI-;.;;;il;.;.ión de datos de los circuitos integra-
de lógica 1o lógica 0 sino
dos definen funciones digitales_no-en.tárminos
al usuario Ia oportunidad de usar
en término, a\" ,,iuei\"e.?; t. se le deja
las asignacior,\". po.iiiá i *t+i\"i ní ta Tabla 2-7 se listan los voltajes
para tres familias de circuitos integrados
de nivel alto (I{) V nl.r\"f Éajo-(L)
Tabla 2'7 Niveles HyL en las familias de CI lógicos
(V)
Nivel alto de.'/oltaje(v) Nivel bajo de voltaje
Tipo de familia Voltaje de
tuente (V) Rango TíPico
de CI
Vcc= 5 2,4- 5 3,5 0 - 0,4 0,2
TTL -1,9- -1,6 -1,8
V¿¿: -5'2 -0,95- -0,7 -0,8
ECL 0
Voo:3-I0 Voo Vpo 0-0,5
CMOS
lógica 0
Iógica 1
66 ALGEBRA BooLE coMPUERTAs
DE Y LoGIcAs cAP,2
lógicos digitales' En cada familia
hay u-n rango de varoresde voltaje que
el circuito puede reconocercomo nivel
alto o ,i*J-u\":ál'ñt u\"ro. típico
el que se usa más comúnmente.r,\" es
üui\"-á\" r\". iorrr;\". de sumi_
nistro como referenciapara \"á\"-¿.
Á_iii..
\"\"J\"
TTL tiene valores típicos ¿\" ¡i:
s,s voltios y L:0,2 vortios. ECL
tiene dos valoresnegativose\" a:
9¡i ¿: _-i¡;\"íriár. ñár.se que pesar
de ser de dos voltajes ,,egutivos\"Li\" a
-g. compuertas
cMOs pueden usar un uolt\"¡e \"1,\"\"\".\"^-i,b.'i\",
au-.u-inirtro voo en el rango
voltios con voltaies típicos d;;; de 3 a 15
id ,,oltios. lár\" u\"ior\", de ra señal
CMOS son función ¿el voltaje á.-r,riri'i.rro. en
con H : Von y L:0 voltios.
ffi',-\"X;i:l S,f:\"ffll\"dá\"'-;;'j\" üri*'*,i \",f ] negativa
sein-
Después del anterior planteamiento,
se hace necesariojustifica¡ los
símbolos lógicos usados p\". rár-
integrados
gura 2-9' Tómeseoor ejemplo,una \"ll;;;\". compuertas mostrados en la Fi-
de la.
7400. El diagramá de\"b.loiuá ;;h del circuito integrado
.l-pu\".t\" se muestra en ra Figura
2-11(b).La tabla de verdad a\"l r\"b¡.á\"te
ja de especificaciones de la compuertadada en la ho-
se muestra en la Figura 2_II(d. Esto
especificael
Tabla de ve¡dad en (b) Diagrama de blooue
té¡minosdeHyL.
de la compuerta
x---ñ
/______1.
lF_:
'
( c ) Tabla de verdad
(d) Símbolográficopara la
para la lógica
compuertaNAND de
positiva;
lógicapositiva.
H:T,L:0.
(e ) Tabla de verdad
( f ) Símbolográficopara
de lógica negativa
ra compuertaNOR
L:r,H:0.
de lógicanegativa.
Figura 2-11 Demostración de lógica positiva y
lógica negativa
LOGICO IGITALES 67
D
sEC.2-8 F A M I L I A SD E C I R C U I T O SN T E G R A D O S
I
con H con un valor típico de 3'5
comportamiento físico de la compuerta
v o l t i o s y L d e 0 , 2 v o l t i o s . E s t a c o m p u e r t a f í s i c a p u e d e f u n c i de lar asig-o
ona com
NOR dependiendo
una compuertaNAND ó como una compuerta
nación de la Polaridad'
lógica positiva cort
La tabla de verdad de Ia Figura 2-11(c) asume
H:t y L:0. nf .oriilr* lalablá de verdadcon las tablas de verdadde
la Figura 2-5, se reconoce que se tlqt-t-d\" una compuerta NAND' EI sím-
lógica positiva se muestra en
bolo gráfico p\"r\" .,.ru-.omiuerta .NAND de
adaptadopreviamente'
i\"^ñiEirr\"- z_-111¿¡ e. similar a la que se ha
y
compuer-
Ahora, considérese una asignación de lógica positiva a esta
tábla de verdad mostrada
ta física con L:1 ;;:ó.-ñir\".uttaáo \".\"tu que representala función
en Ia Figura Z-f1(ei.--Esta tabla se. reconoce
N o R a p e s a r d e q . . \" , . , , . e n t r a d a s e s t é n l i s t a d a s a l r e v é s .la lFigrrra2-11(f)' c o
E símbolográfi
se muestraen
para una compuerta-Ñon ¿\" lógica negativa
e.tttada y salida designan un indi'
El pequeñotriangulá e\";i* ui\"-*¡r.s áe
cador d,epolaridad,.\\l'Or*\"\".iq de este indicadór de polaridad en las en-
la
tradas y salidas i\"di;-ñ;-ia lógica ttág\"iiuu se asignáal terminal' Así'
como NAÑD de Iógica positiva o
misma compuerta fisica puede funcionar\"o es completa-
como NOR ae rogiá neiativa. El uno dibujado en el diagrama
mente dependient\" i;-i;\";:;ñ;til J\" pát\".i¿ud que el disenador desea
emplear.
D e m a n e r a s i m i l a r , e s p o s i b l e d e m o s t r a r o u e . l - anegativa'óLa cmisma t i v a
NoRdel gi aposi
es la mism\" ii\"i* q\"\" la NAND ie lógica
\"ornp,r.irJ AND y OR o entre las compuertas
relación es válida e,,t'e las compuertas ne-
oR-exclusiva y la il\";ñI\"*i\". n1 cualquiár casosi seasume lógica
necesario incluir el trián-
gativa en cualquie, te'mi\"ul de entrada o safida es
gulo indicador de p\"i;;ili;d lo l\"rgo-del terminal. Algunos diseñadores
\" p\"t\" fi'.ifit\"r el diseño de los circuitos digi-
digitales usan esta i\"\"\"\"\"\"1¿\" NOR y NAND. En este
las compuertas
tales cuando.\" ururi!*.iu.i\"u\"i\"\"te
recurrirá a otros métodos para ha-
Iibro no se usará esia simbología pero se cI presentados
cer diseños v Ñon Nótese oue lg¡
2-9\"o-i*J.;ÑiÑ\"D gráficos de lógica positiva' se
en la Figura\"or, se muestran con sus simbolos
hubieran podido *;;;;;-;;\" .i*¡olos lólicos negativos si se hubiera
\"\"r
deseado.
negativa y viceversa'es esen-
La conversiónde lógica positiva a lógica
a ceros y ceros a unos en Ias
cialmente una operación que cambia-unos
a que esta-operación produce
entradas V satidas á.'i\" J\"-p\"erta.- Debido
una función dual, todos los termlnales de una polaridad a
\"i \".t\"¡¡^de
otradaráelmismoresultadoquetomareldualdelafunción'EIresul-
t a d o d e \" . t \" \" o r r r o \" r . i ó r r \" . q u e t o d a s r a s o p e r a c i o n e s . Ael D s e c o neli e r t e n a
N incluir v indi-
;; d.b\" olvidar
operacioneson v-ri.L\"\"r.\". Ad\"-á\", -;; \"é ne-
cádor de polaridad i;; símbolos gráficos cuando se asume lógica
*u\"uÉi de polaridad I 9l
pequeño triángulo que representa un indicador
tienen efectos simi-
pequeño círculo.qrr\" tép'\"\"enta una to*ple-\"tttación el uno
lares, pero srgnrrrcados diferentes, por tanto' pueden.remplazarse
es diferente. un
por el otro, si se tiene en cuenta que su inierpretación
68 ALGEBRADE EooLE Y CoMPUERTASLOGfCAS
cAp. 2
círculo seguidopor un triángulo, tal c.oT9 en la Figura
2-ll(f), representa
una complementaciónseguida de un indicador de polaridad
gativa. Los dos se cancelan entre sí y pueden quitarse. perode lóeica ne_
si se-quitan
ambos, las entradas y salidas de la compuerta representarán
polaridades
diferentes.
Característicasespeciales
Las característicasde las familias de cI lógico digitales
se comparan
analizando el circuito de la compuerta básica\"¿e cadá familia.
Los pará-
metros más importantes que son evaluados y comparados
-*u.g\"r, son fu.r'orri,
disipación de poder,
{ego1a de propagación y de ruido. Se expli_
cará primero las propiedadesde estbs-parámétrosp\".u trrego
usarlos plra
compararlas familias lógicasde CI.
, l?l-o\"f especificael número de cargos normaresque puede accionar
la salida de la compuertasin menoscabai\"\" op\"i\".i*liJrmal.
u.a carga
normal se define como la cantidad de corrientó necesitadapara
la entrada
de.otra compuertaen la misma familia de cI. argu\"\". u\"\"es se
usa el tér-
mino cargadoen vez de fan-out. Este té¡mino se*deduce del hecho de que
la salida de la compuerta suministra una cantidad limitada
de corriente
por encima de la cual no opera cofrectamentey
se dice por este caso que
está sobrecargada. salida de la compuerta generalmente
La se conecta a
las entradas de otras compuertassimilares. cuáu
cierta
cantidad de potencia de la compuerta de entrada de tal -u.,\"ru que
\"\"iráj\" \"or,rrr-\" cada
conexión adicional se.agrega a ra carga de la compuerta. ,,Las
,Lglas Je
I
carga\" se listan comúnmentepara uná familia de circuitos digitalás i
nor_
malizados. Estas reglas especificanla máxima cantidaá de cJrga p\".Ái-
sible para cada salida de cada circuito. Al excedersela carga
máxima
especificadase podría causar mal funcionamiento ya que el
circuito no
puede suministrar el poder demandado.El fan-out es el
número máximo
de entradas que pueden conectarsea la salida a. rá-compuerta y
se ex-
presa con un númer<¡.
_ Las capacidades fan-out de la compuertadeben considerarse
de cuan-
do se simplifican las funcionesde Ebole. Se debe tener mucho cuidado
de
no desarrollar expresiones que resulten en una compuerta con sobrecarga.
Los amplificadores no inversores o separadosse ú.\"\"
fu* suministrar
capacidadadicional de accionamientopara el caso de cargaspesadas.
Disipación de potencio es la pot-enciasuministrada necesaria para
operar la compucrta. Este parámetro se expresa en milivatios (mw) y
representa Ia porencia real designada por lá compuerta. El número quá
representa este parámetro no incluye la potenciá suministrada
de oira
compue-rtao seu que representa la potencia suministrada a la
compuerta
por la fuente de poder. un cI con óuatro compuertas exigirá
de la fuente
cuatro veces la potencia disipada por cada óompuerta. En
un sistema
dado puede haber muchos ciriuitos integrado. y ,rr. potencias
deben te-
nerse en cuenta- El poder total disipado en un sistema es la
suma total
del poder disipado de todos los CI.
. .,Retardo de propagación es el tiempo promedio de demora en la tran-
srclon de programaciónde una señal de la entrada a la salida,
cuando las
LOGICO IGITALES 69
D
SEC.2.8 F A M I L I A SD E C I R C U I f O S N T E G R A D O S
I
toman
valor' Las señalesen una compuerta
señalesbinarias cambian de la salida'
para propag\"i.\" a\" las entradas a
cierta cantidad de tiempo demora de propaga\"tul 9:'11
t\";;l;
Este intervalo de tiempo se define
compuerta.EstaúltimaSeexpresaennanoseconds(ns).UnnseSlgu'al
to;t\"rt\".1;1!l'o,r\" digital a las
\" viajan cre las entradas de un circr¡ito
serie de to'opu\"tt\"t' Lu 'u-u de' las demoras de
salidas pasan po' ¿\"-ora total de propagación
propagación u t.\"u¿t de las compuertas \"t t\"
\"\"\"
com-
de operaciónes 'importante' cada
del circuito' cu\"nál l^ *fotiaád y el. circuito digital
á\"-piopug\"ción
puerta debe tener,ri\" p\"qrr\"na demora
''ni\"i-o
t\"tit entre las entradas
debe tener ,r. .tt-ut ¿\"
\"o*p\"\"ifut \"\"\"
t t\"Lt\"Tt3ff;adas digitales se apli-
digitales en ra mayoría de los circuitos
To{a1 aquellas compuer-
can simultan\"\"*\"\"t? a mát de una -compuerta' entradas externas cons-
de
tas que reciben .ul\"\"\"truáas exclusivamenteLas compuertasque reciben
del circuito.
tituyen el primer ;r;i';;l¿gica primer
u¡a salida de una compuertadel
al menos una entrada, a partir de y de manera
el segundo nivel de -t^óq1ca
nivel de lógica, \"t- to\"tiá\"'an en propaga-
y top\"'\"iot\"s' La demora total de
similar para los niveles tercero compuertapor
ción del circuito is\";i;lu Aé*ot\" d.epropagacl\"l 9:^t\"
\"t lógicosen eI crrcuito'.Así, una reducciónen el núme-
el número de niveles de
,\"\"rrtüJá'onu' *drr\".ió-n de la demora
ro de niveles lógicos dirá como de la demora de propaga-
La reducción
la señal y circuitái #;-J;id\"s. que- lq.reducción en el
ción en los circuitos podría ser más^i*p.it\"\"t\"
q\"t la velocidad de operación
número total de compuertas\"\" \"l \"uto-át
\"\"^ lr:::;::5:'HlT:Tli'*u',,,'o o: a de
vortaje ::d:^Tl:gado raseñar
a la
indeseable'
entrada de un áigit\"t que no cause un cambio
\"i\"\"it\"Hay dos tipos d; ;;tJ; que debe.r considerarse. El
salida del circuito.
t\" los niveles de voltaje de se-
.rr¡¿s (DC) cp ti\"'\"dJ poi-rt.á\"tui\"tiá\" por otras
ñal. El ruido cA ?;ó;\"-';i prrt* ,trutorio que puede,ver creado
es el término usado para denotar una
señales conmutadi;.-A\"l; et ,ui¿o La ha-
señal indeseablesuperimpuesta a una tt¡ut de operaciónnormal'
lá\"n\"uitl¿ad en un ambiente de
bilidad de los circuitos para operar \"o\"- El margende ruido se expre-
ruido es importaniJ';;;;¿h..^aplicaciones. puede ser
-¿*iÁu señal dJ ruido que
sa en voltios (V) y representa la
tolerada Por una compuerta'
de las familias de Cl lógicos
Características
E l c i r c u i t o b ¡ í s i c o d e l a f a m i l i a \"cuates elistan trescen p u e r t a N A NEsta a y
l ó g i c a se T T L e s l a o m Tabla 2-8' D . H
d
muchas versiones Til ;; d\" ta, -la Los
tabla da tu\" g\".r\"rut\"\"-d\" ias familias de CI lógicos'
\"uruJi\"ri.t[u.
valoreslistadosSontepresentativosco,'baseenlacomparación.Para
.\"\"fq\"l\"t familia o ut\"ión los valores puedenvariar'
de la familia
La compue,,\" fii normalizada fue la primera versión
u *\"¿ia\" qrre'tu tecnología ha progresado.
TTL. S. ;;\"r*
\"g.ug\"io;e\";;;'a; t\"\" ltti*\". innovacionesque reducen la de-
La TTL Schottü
en un aumento de asignación de
mora de propagación pero que '\"t\"iiá
j
--á
r Tabla 2-8 Características de familias
de CI lógicos
Familia de Fan-out Disipaciónde Demora de
CI lógico potenciaen (mW) Margen de
propagación(ns) ruido (V)
TTL normalizada l0
TTL Schoftky l0 l0
l0 0,4
22
TTL Schottky de J
0,4
baja potencia 20 2 l0
ECL 25 0,4
25 2 o9
CMOS 50 0,t 25
3
potencia' La versión.TTr
Schottky de baja potencia sacrifica
alguna ve_
l\"J*i::.i-1111\"1'.i\" á'.p\"\"ü;: frt\",,\"iu.Esra
demora de propagaci¿;i'rt #triihil.T\"H':Hriene mic_o
úlrima rq
oe potenciabastante
;;;;'
redücida. ran-outa\" r\" Íi:\"J:,ilT,?;
es I0 pero ra versióJr Ef uuirion'irr, normarizada
-;i;;;
scnottlv á. J\":\" po,\"n\"i,
Bajo ciertas condiciones un fan-outde 20.
i\".-'\"ti\".\"u.rrio_n\", p\"i;;
de 20. El margen i\"n., un tán_out
V,
1: Tid;,..L\":\", O\":_0,4 conun valortÍpicode lV.
*o\"\"11,\"'#if\"\"3;\"* delaramiii\" Éór.'\".l; ;;;;;\",1\" Non.Laventaja
,,eis esá\" Eü'fi :;:X ?\"\"\"ii,1,
ion -;; á;; rJpación. erg,,ái
-d\" ga .
f
d 0, n . Laas io d\";;l; ;i;-\";lT,\"ll,ffi
e 5 s i [ác n \",f:: fJi?:ri.T
mente \"
alta y su margen¿. ruiao u\";á.'nrto.
últimos dos parámeros \"\".\"::Ll:i\"\",,,1.,1
clesventaja escoser familia
al la nbl\"or, .\"spectoa las démás.pero,son una
de su baja demora\"d\";r\"pr;;;iór*i; a pesar
todas las famirias v. es un-úrti-o icl ,irr\".\"l\"?ir'\",r\" verocidadde
r\"*io para sistemasrápidos.
El circuito ¡¿sico-¿e cüóé;;'r.,u\"r.o.
truir las compuertasxrxo ^La con er cuai se pueden cons-
o* _ \" io\" t¿i u,
v-ñoñ ventaja especialdel cMos
.;: u,,;\"\"iai\" \".,. i.
es su
ü\"'iffi rV iJwr. curndo la *, \"
\"::,; *3;
p.o*\"áiu \"o¡,Tff;;:?, Ím es,despreciab.le ;;;
v,
hav. disipacián.d\" ai.,i.'rri
unalo
p.i;;;; señal':t]\",i^YoS JT'ri?.*,iilrrii
cual el circuito está 'd; ;r#T.tilf
tipico de la disipaciór.expues;;.--Ei';ffiero ristado en la tabla es un valor
;;i\";i\"'iir¿-i\"a en ras compuerrascMos.
La mayor desvenrajade las
ción' Esto sigrrifica que.no. cnros .u^-uiiu ;;;;r\" de propaga_
es práctico usarlas\"..
operacionesde arta velocidad.' ,rrt\"-u\". que requieren
\"\"
io.\"\"pur¿-etros--.\".á.r\"rlrri.*
compuerra cMos dependen para ra
¿el uortaii vuo de-1a f;;;;;;.
use' La disipación de potenciá poder que se
^p.op\"gu.iá\"
;.;;;;;\" el aumenro del votta;e de sumi_
nistro' La demora a.
iirii\"uv\" der voltaie
v el -utge., áur.uiao-.\" esrima en \"\"-.\"r\"
\"or,'\"iun 40iz
s:t;:il:\"tttro det valo¡ dól
REFE ENCIAS
R
t G'' An Inuestígation theLaws
of of Thought.Nueva
york: Doverpub..
#a':'
70
PROBLEMAS7I
-
2.Shannon,C.E.,\"ASymbolicAna-lysisofRelayandSwitchingCircuits\"'Trans'
if tn\" AIEE, vol. 57 (1938),713-23'
3.Huntington,E.V.,..setsoflndependent.PostulatesfortheAlgebraofLogic'''
\"
iiá\"t.Árn. Math' Soc', Vol' 5 (1904)'288-309'
Algebra' Nueva York: McGraw-
4. Birkhofl G., y T. C. Bartee, Modern Applied
Hill Book Co., 1970.
of Modern Algebra'3a' ed' Nueva York:
5. Birkhoff, G., y S. Maclane, A Suruey
The Macmillan Co.,1965'
Co''
' e d ' N u e v aY o r k : T h e M a c m i l l a n
6 . H o h n , F . 8 . , A p p l i e dB o o l e a n l g e h r a2 a '
A
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S.TheTTLDataBoohforDesignEngineers,DaIIas,Texas:Texaslnstruments
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g.MECLIntegratedCircuitsDataBooh.Phoenix,Ariz.:MotorolaSemiconduc-
tor Products,Inc.' 1972'
10.RCASolídStateDataBookSerjeslCOs/MOsDigitatlntegratedCircuit'.
-
S o m e r u i l l eN ' J . : R C A S o l i d S t a t e D i v ' ' 1 9 7 4 '
,
PROBLEMAS
básicas (con¡unto cerrado asociativa, conmutativa,
¿Cuál de las seis leyes el Par de oPerado-
áe identidad, inversa y distributiva) son cumplidas Por
listadosa continuación?
ies bir.,arios
.10 | 2
2-2.Demuestrequeelconjuntodelostreselementosl0'1'2lylosdosopera-
d o r e s b i n a r i o s + y d e l a m a n e r a d e f i n i d a e n l a t a b l a a n t e r i o r , n o cHuntington
onstl-
cuál de los postulados de
tuyen el álgebrJ ¿\"' S\"\"it' EtluUtt\"u
no se cumple.
2-S.Demuestrepormediodetablasdeverdadlavalidezdelossiguientesteo-
remas del álgebra de Boole'
( a t L a s l e Y e sa s o c i a t i v a s '
(b) Los teoremas de De Morgan para tres variables'
(c) La ley distributiva de * sobre \"
de Venn'
2-4. Repita el Problema 2-3 usando ios diagramas
2-S.simplifiquelassiguientesfuncionesdeBoolealmenornúmerodeliterales.
(d) zx + zx'Y
@) xy + ry'
(b) (x + Y)(¡ + Y') (e) (l + B)'(A' + B')'
(c) ryz * x'Y 1 ryz' (f) Y(wz'I wz)* ry
72 A L G E B RD E B O O L E C O M P U E R T A O G I C A S
A Y LS
I
I
I
CAP. 2 I
2-6. Refuzga- las siguientes expresiones
de Boole al número de literales I
tado al frente de cada una áe ellas. solici_
(a) ABC + A,B,C + A,BC + ABC,
+ A,B,C, a cinco literales
(b) BC + AC' + AB + BCD
a cuatro literales
(c) [(CD| + A], + A + CD + AB
a tres literales
(d) (A + C + DXA + C + D')(A + C' +
D)(A + B') a cuatro literales
Encuentre el complementode las sigui
rentes funciones de Boole y redúzcalas
al mínimo número de literales.
'(a) (BC'
+ A'D)(AB, + CD,)
.(b) B'D + A'BC' +
ACD + A'BC
(c) I@B)'AI[@B),Bl
@)¿n'+ C'D'
2-8. Dadas dos funcionesde Boole F, y
Fr:
(a) Demuestre^que función la de Boole
función OR a las dos funcionÁ !: F:*F2, obtenida al aplicar la
contiene i\" .uiu J. to¿o, los términos
mínimos en F, y F, .
( b ) D e m u e s t r e - q u ea f u n c i ó n
l d e B o o l e . G : F ¡ F 2 , o b t e n i d aa l
función AND a las dos funcionesl aplicar la
contiene to. t¿r-i'o. mínimos comunes
a ambas Ft ! F,
2-9. Obtengala tabla de verdad de la siguiente
función:
F:xl+ry,+y,z
2 10' Ex'rese funciones de Boole simplificadas
del problema 2-6 con compuer_
ulas
2-ll. Dada la función de Boole:
F=x!*x,y,*y,z
(a) Expréselacon compuertas
AND, OR y NOT.
(b) Expreselacon compuertas
OR y NOT solamente.
(c) Expréselacon compuertas
AND y NOT solamente.
2-12' simplifique las funciones ?r
J ?, al mínimo número de riterales.
00 r0
00 l0
0l t0
0t 0l
IO 0t
t0 0l
tl 0l
ll 0t
2-13. las siguientesfuncionesen suma
9-*f1....
d . ¡t é r m i n o sm á x i m o s . de términos mínimos y producto
(a) F(A, B, C, D): D(A,+ B) +
B,D
O) F(r, x,y, z) - y,z I wxy, + wxz, * w,x,z
P F O B L E M A S 73
+ CXA! l'XA + C' + D')
(c) F(A,B, C, D) = (A + B'
'ri'
* t + c + D'XB c' + D')
+
+ C)
(d) F(A, B, C) = (A' + B)(B'
(e) F(r, Y, z) : I
(fl F(x, Y, z) - (ry + z)(Y + xz)
2.L4.Conviertalassigrrientesexpresionesalaotraforma:
(a) F(x,Y,z) = )(l' 3' 7)
t4)
2' 6' 11'13'
a ,tn, B, c, D):>(0'
(c) F(x, Y, z) : II(0' 3' 6' 7)
2' 3' 4' 6' t2)
(d) F(A, B, C' D) : Ír(0' I'
normalizada?¿Cuál
forma canónica y I\" 'f9t11
es Ia dif'erenciaentre la
ó.Iaro ap'\"'r''' \" u ¿o' :Hl;ji ¡ ll,\"m\"l\"i:'ff \"l:'\"\"1\" iJT;
iuJ' n 1
i
2-15. ¿Cuál
rm
;;.t;Cuál ós la forma que se obtrel
\"\"iü de n varia-
de una función de Boole
, ,a. ;::*a de rodos los términos mínimos
bles es 1'
para n : ó'
(a) Pruebe la anterior afirmación
para una prueba general'
(b) Sugiera un procedimiento
2-|7'Elproductodetodoslostérminos-á*i.o.deunafuncióndeBooleden
variables es 0'
:'\"':\"\"\"111,:\"\"\"1g\"-i3¡;'Á\\-¿l'-r\"
l;]:ü:n'ilTü,üffi
principioi't'¿i\"iir¿iadespuétdt-;;\"ütlapárte(b)delProblemaz-ro:
igual a su complemento'
dual de la oR-exclusiva es
2-1g. Demuestre que el a las funciones binarias
la función de, Boole equivalente
2-19. Por sustitución de demuestre que:
definidasen la Tabla 2-6
(a)Losoperadoresdeinhibicióneimplicaciónnosonniconmutativosnl
sonconmutativosaso-
v
,r, ilJt:il:ilres oR_exclusivade equivalencia
y
ciativos'
(c) El operadorNAND no es asocratrvo'
no son distributivos'
(d) Los o*'\"áot\"t NOR y NAND l si Ia ma-
digital c'uyasalida es
2-20' Una compuerta mayorista:t:l :i\"tito 0' Por medio de
son l. De ¡uriáa,será
voría de las entradas \"i;i;;;\"i\"
u n a t a b l a d e v e r d a d . E n c u e n t r e , j ' \" ñ \" . i Simplifique e l l función' c a b o c o n
¿ ' d e . B o o l la e v a d a a
de 3
una compue'ta mayotitaria \"tit\"átt' O\" 3 entradas lis-
de,l^a,comPlertaOR-exc!il:\" de r' 1'y z'
2-21' !srifique- la-tabla d\" yq'd'\".d las ocho combinaciones
tada en Ia rigura 2-8(c)' Eaga.Ia lil;\"d\"
z--x@ Y @z'
Evalúe :r\"éi
e Y luegoF:A O
enpastillas-
mavormente
2'22.El sSIdeTTL viene
¿¿L t^ti:XliltÍ\";iXffiilil
de
;
este
l¿nji*:f,*í,US;:.i;';::*Sl¡jl'.\"i'il;;;st-iila
Hill'\"T
si t\";;i;;; tt-tigoit\"t\" tipo de compuertas?
estilo
de 2 entradas'
(a) Compuertas OR-exclusivas
(b) ComPuertasAND de 3 entradas'
{
74 ALGEERA EOOLE
DE Y COMPUERTAS
LOGICAS
cAP. 2
(c) Compuertas
NAND de 4 entradas.
(d) Compuertas
NOR d\" 5;;;d;,
(e) Compuertas
NAND ,\";;;;\".
2-23. Demuestreque
I
nná corrpüerta AND
d\" ló;i;;';.üc de lógica positiva
es una compuerta oR
224u\";\" \"#'üi
i;-,,,\" irJiliJllli;
cornpue
j\"i,lx..\":ñffi:.ñtHtilitt\",\",\"\"..#fri1
puertas separada
$
Simplificación de
funciones de Boole
:ffi
3-1 EL METODO EL MAPA
D
La complejidad de las compuertas lógicas digitales con que se llevan a ca-
bo las f.,.t.iott\"t de Boole se relacionan directamente con la complejidad
de la expresión algebraica de la cual se desprende la función. Aunque la
,epre.enfación de la tabla de verdad de una función única, puede apare-
.ui du muchas formas diferentes. Las funciones de Boole pueden ser sim-
plificadas por medios algebraicos de la manera vista en la Sección 2-4'
Sin embargo el procedimiento de minimización es un tanto raro ya que
carece de ieglas específicas para predecir cada paso sucesivo en el proce-
so de manipulación. El método del mapa presenta un procedimiento simple
y directo para minimizar las funciones de Boole. Este método puede ser
iratado no solamente en la forma pictórica de una tabla de verdad, sino
como una extensión del diagrama de Venn. El método del mapa, propues-
(2), se
to primero por Veitch (1) y modificado ligeramente por Karnaugh
comó el \"diagrama de Veitch\" o el \"mapa de Karnaugh\"'
\"orro\"\" mapa es un diagrama, hecho de cuadros. cada cuadro representa
El
un término mínimo. como cualquier función de Boole puede ser expresada
como una suma de términos mínimos, se desprende que dicha función, se
reconoce gráficamente en el mapa a partir del área encerrada por aque-
llos cuadros cuyos términos mínimos se incluyen en la función. De hecho,
que
el mapa presenta un diagrama visual de todas las formas posibles en
puede .ui una función en la forma normalizada. Al reconocer
varios patrones, el usuario puede derivar expresiones algebraicas alter-
\"*pt..uda
,ru. puü la misma función de las cuales se puede escoger la más simple.
Se aiume que la expresión algebraica más simple es cualquiera en una
suma de prtductos o producto de sumas que tiene el mínimo número de
Iiterales. (Esta expresión no es necesariamente única.)
3-2 M A P A S D E D O S Y T R E SV A R I A B L E S
un mapa de dos variables muestraen la Figura 3-1. on Jt hay.cuatro
se
términós mínimos para dos variables, es decir que el mapa consiste en
75
,-r Mapa*. ,ll]\"0*.
de
\",*,1\"'
cuatro cuadrados, uno para cada término mínimo. El mapa que se dibuja
de nuevo en (b) sirve para demostrar la relación entre los cuadrados y
las dos variables. Los ceros y unos marcados para cada fila y columna
designan los valores r y y respectivamente. Nótese que la r aparece til-
dada en la fila 0 y no tildada en la fila 1. De manera similar,-l,aparece
tildada en la columna 0 y no tildada en la columna 1.
Si se marcan los cuadrados cuyos términos mínimos pertenecen a una
función dada, el mapa de dos variables se convierte en otro método útil
para representar una cualquiera de las 16 funciones de Boole de dos va-
riables. como ejemplo, la función Íy se muestra en la Figura B-2(a). como
ry es igual & zl3, S€ coloca un 1 dentro del cuadrado que pertenece a ÍLz.
De manera similar, la función rf y se representa en el mapa de la Figura
3-2(b) por medio de tres cuadrados marcados con unos. Estos cuadrados
se escogen de los términos minimos de la función:
x * y : x'y t xy' * xy : m, I mr* m,
Los tres cuadrados pudieron haberse determinado de la intersección de
la variable ¡ en Ia segunda fila y la variable y en Ia segunda columna, lo
cual cubre el área perteneciente a r o y.
(a) .ry (b) ¡ * y
Figura 3-2 Representaciónde las funciones en un mapa
En la Figura 3-3 se ilustra un mapa de tres variables. Hay ocho tér-
minos mínimos para las tres va¡iables.EI mapa por tanto consisteen ocho
cuadrados.Nótese que los términos mínimos se arreglan, no en secuencia
binaria sino en una secuencia similar al códigoreflejaáolistado en la Tabla
l-4. La característicade esta secuenciaes que solamente un bit cambia
de 1 a 0 o de 0 a 1, en la secuenciadel listado. El mapa dibujadoen la parte
(b) se marca con los números de cada fila o cada iolumná para mostrar
la relación entre los cuadradosde las tres va¡iables. por ejemplo, el cua-
drado asignadoa m, corresponde la fila 1 y columna 01. óuando se con-
a
76
m m m m
i 0 I 3 2
ma m-
) m1 mo
.
L=-Y-
(a) /hr
Figura 3-3 Mapa de tres variables
catenan estos dos números darán el número binario 101, cuyo equivalente
decimai es 5. Qtra manera de mirar el cuadrado ñs: x!,2 es considerar
que está en la fila marcada r y en la columna que petieneceay'z (columna
01). Nótese_que hay cuatro cuadrados donde cada variable ei igual a 1 y
cuatro donde cada una es igual a 0. La variable aparece ,,o tildud\"
aquellos cuatro cuadrados donde sea igual a 1 y tiláada en aquellos que \"n
sea igual a 0. Por conveniencia, se escribe la variable usando un símbólo
de letra que abarca aquellos cuatro cuadrados donde la primera no esté
tildada.
Para entender la utilidad del mapa en la simplificación de funciones
de Boole, se debe reconocer la propiedad básica que tienen los cuadrados
adyacentes. cualquier par de cuadrados adyacenles en el mapa difieren
por una va¡iable tildada en un cuadrado y no tildada en el otro. por ejem-
plo, m, y m, están en dós cuadrados adyacentes. La variable y
está til-
dada en m5 y no tildada en m7, mientras que las otras dos uaiiable, ,o.,
iguales en ambos cuadrados. A partir de los postulados del álgebra de Boole,
se desprende que la suma de los términos mínimos en cuadiados adyacen-
tes pueden ser simplificados a un simple término AND consistente
en dos
literales. Para aclarar lo anterior, considérese la suma de dos cuadraáás
adyacentes tales como m5 y m7 i
ms -l m¡ : xJ''z xyz- xz(y' *y):
+ xz
Aquí los dos cuadrados difieren en la variable y, que puede ser removida
cuando se forme la suma de los términos mínimos. Así, a cualquier par de
té¡minos mínimos en cuadrados adyacentes a los cuales se le aplica la fun-
ción oR se les causará la remoción de la variable diferente. El siguiente
ejemplo explica el procedimiento para minimizar una función de Boóle con
un mapa.
EJEMPLO 3-I.. Simplificar la función de Boole:
F: x,yz * x,yz, * ry,z, * ry,2
Primero, se marca un 1 en cada cuadrado cuando sea necesario
para representarla función de la manera mostrada en la Figura
3-4' Esto puede lograrsede dos maneras:convirtiendo cada térmi-
no a un número binario para luego marcar 1 en el cuadrado corres-
77
)'
lr- 'A-
t--
0 1 -_Ll
t,
rl¡ tr r'l
t
+
Figura 3-4 Mapa Ejemplo r'-r'z r'l'z'+ xJ-'z' xJ-'2:r''\\'+ 'x'\\''
del 3-1; + +
pondiente u obteniendo Ia coincidencia de las variables en cada
iérmino. Por ejemplo, el término x'7,2tiene su correspondiente
número binario 011 y representael término mínimo m3 en el cua-
drado 011. La segunda forma de reconocer el cuadrado es por
coincidenciade las variables x\" y y z, las cualesse encuentranen
el mapa observando que f' pertenecea los cuatro cuadradosde la
primera fila, y pertenecea los cuatro cuadradosde las dos colum-
nas de la derlcña y z pertenecea los cuatro cuadradosde las dos
columnas del medio. El área que pertenecea los tres literales es
el cuadradode la primera fila y la tercera columna. De igual ma-
nera, los otros tres cuadradosque pertenecena la función F se
marcan con un 1 en el mapa. Se representaasí la función en el
área que Contiene cuatro cuadrados, cada uno marcado con un
1, de la manera mostrada en la Figura 3-4. El siguiente paso es
subdividir el área dada en cuadradosadyacentes.Estos se indi-
can en el mapa por medio de dos rectángulos,cada uno contenien-
do dos ,rno.. Ei rectángulo superior derecho representael área
encerradawr x'y; el inferior izquierdo el área encerradapor fy'.
La suma de estos dos términos dará Ia respuesta:
F: x'y * xy'
Seguidamenteconsidéreselos dos cuadradosmarcados mo y m2 en
la Figura 3-3(a)o x'y'z'y x'yz' en la Figura 3-3(b).Estosdostérminosmíni-
mos lambién difieren un ,r.tu variable y y su suma puede ser simplificada
a una expresiónde dos literales:
x'y'z'+x'yz':x'z'
En consecuencia, puede modificar la definición de los cuadradosadya-
se
para inclúir este y otros casossrmilares. Esto se logra consideran-
\"\"nturmapa como un dibújo en una superficiedonde los bordesizquierdo y
do el
derechoJe tocan entre sí para formar cuadradosadyacentes'
EJEMPLO 3-2; Simplificar la función de Boole:
F: x'yz i xy'z'* ryz * ryz'
El mapa de esta función se muestra en Ia Figura 3-5. Hay cuatro
marcados con 1, para cada uno de los términos míni-
\",rad.ado.
78
sEc. 3-2 M A P A S D E D O S Y T R E SV A R I A B L E S
mos de la función. Dos cuadrados adyacentes se combinan en la
tercera columna para dar un término de dos literales yz. Los dos
cuadrados restantes con 1, son adyacentes por la nueva defini-
ción y se muestran en dos cuadrados que cuando se combinan
darán un término de dos literales xz'. La función simplificada será:
I
I
f: yz * xz,
va y
tl
0 0
i
0 ¡
t , -it
x) | I l_1_.1r
l
t
+J
Figura 3-5 Mapadel Ejemplo
3-2; x'12 ¡.r''z' xJ'z r.t'l,: \\.2+ xz,
+ + +
Considérese ahora cualquier combinación de cuatro cuadrados adya-
centes en el mapa de tres variables. Una combinación como ésta representa
la aplicación de la función OR de cuatro términos mínimos adyacentes y que
resulta en una expresión de un literal solamente. Por ejemplo, Ia suma de
cuatro términos mínimos adyacentes trl6, trL2, lrlq y ffia, se reduce al
solo literal z' como se muestra a continuación:
x'y'z'* x'yz'* xy'z'* x!z': x'z'(y'+y) + xz'(y'* y)
: x'z' + xz' : z'(x' * xl: z'
EJEMPLO 3-3.. Simplificar la función de Boole:
F: A'C + A'B + AB'C + BC
EI mapa para simplificar esta función se muestra en la Figura 3-6.
Algunos de los términos de la función tienen menos de tres lite-
rales y son representados el mapa por más de un cuadrado.
en
Así, para encontrar los cuadrados correspondientes A'C se
a
forma la coincidenciade A' (primera fila) y C (dos columnas del
i medio) y se obtienen los cuadrados001 y 011. Nótese que al en-
I marcar los unos con cuadrados es posible encontrar un uno ya
I
I
A
0
I
All
t
C
Figura 3 - 6 Mapa del Ejemplo 3-3 A'C + A'B + AB'C + BC : C + A,B
80 S I M P L I F I C A C I OD E F U N C I O N E S E B O O L E
N D CAP. 3
colocado en el término anterior. En este ejemplo, el segundo tér-
mino A'B tiene unos en los cuadrados011 y 010, pero el cuadrado
011 es común al primer término A' C y solamentecontieneun uno.
La función de este ejemplotiene cinco términos mínimos, como se
indica por los cinco cuadradosmarcadoscon un 1. Se simplifica
combinandocuatro cuadradosdel centro para dar el literal C. El
cuadrado restante marcado con 1 en 010 se combina con un cua-
drado adyacenteque ya ha sido usado una vez. Esto es permisi-
ble y aun deseableya que la combinación de los dos cuadradosda
el término A'B mientras que el término mínimo sencillo represen-
tado por el cuadradoda el término A'BC'de 3 variables.La función
simplificada es:
F:C+A,B
EJEMPLO 3-4: Simplifiquese la función de Boole:
F(r, y, z) : )(0, 2,4,5,6)
Aquí se han dado los términos mínimos por medio de números
decimales. Los cuadrados correspondientes se marcan con unos
de la manera mostrada en la Figura 3-7. Del mapa se obtiene la
función simplificada:
F:z'*ry'
v 7 J
0 I
(
t-'-T
' 1 ' , -- I
lr
t
Lr
Figura 3-7 l(x, y, z) : X0, 2,4,5,6) : z' * U'
3-3 M A P A D E C U A T R O V A R I A B L E S\\ .
El mapa para las funciones de Boole de cuatro variables binarias se mues-
tra en Ia Figrrra 3-8. En (a) se listan los 16 términos mínimos y los cua-
drados asignadosa cada uno. En (b) se redibuja el mapa para demostrar
la relación con las cuatro variables. Las columnas y las filas se enumeran
en la secuencia del código reflejado con un dígito que cambia de valor en-
tre dos columnas o filas adyacentes. El término mínimo correspondiente
a cada cuadrado puede obtenerse por la concatenación del número de la
fila con el número de la columna. Así, los números en la tercera fila (11) y
la segunda columna (01) una vez concatenados, dan el número binario
1101,equivalentebinario al decimal 13. Por tanto, el cuadradoen la terce-
ra fila y la segunda columna representa el término mínimo m 13.
;
t
)
I 0l ll l0
t
t,
ml m\"
-t
^z w'x'y':,' w'x'y'z v)'x' y: w ' x ' \\
I
m5 m1 m- 0 1 tt'xy' a w'xy'i \\9'.xy w'.ryz'
a
\"t
ma
o
m m ^14
II I wxy'a' w-r)'rl w.ry: rrxyl
12 l3 15
m8 mg mrl n' lo I t ' y ' : wx't'z wf'yz v'.r'yi'
(a) ( b.)
Figura 3-8 Mapade cuatro
variables
La minimización, por medio del mapa, de una función de Boole de cua-
tro variables,es similar al método usado para minimizar funcionesde tres
variables. Los cuadrados adyacentes se definen como cuadrados cercanos
entre sí. Además,se considerael mapa que yace en una superficiecon los
bordes superior e inferior y los bordes izquierdo y derecho tocándoseentre
sí para formar cuadradosadyacentes.Por ejemplo, fro y m, forman cua-
drados adyacentesde la misma forma que m3 y mt. La combinación de
cuadradosadyacentes, útil durante el procesode simplificación, se deter-
mina fácilmente por inspeccióndel mapa de cuatro variables:
Un cuadrado representaun término mínimo, dando un término de
cuatro literales.
Dos cuadrados adyacentesrepresentanun término de tres literales.
Cuatro cuadrados adyacentes representan un término de dos lite-
rales.
Ocho cuadradosadyacentesrepresentanun término de un literal.
Dieciséis cuadradosadyacentesrepresentanla función igual a 1.
Ninguna otra combinación de cuadrados pueden simplificar la función.
Los siguientes ejemplos muestran el procedimiento usado para simplifi-
car las funciones de Boole de cuatro variables.
EJEMPLO 3-5; Simplifiquese la función de Boole:
F(w, x, !, z\\ : >(0, l, 2, 4, 5, 6,8,9, 12,13,14)
Como la función tiene cuatro variables,se debe usar un mapa de
cuatro variables. Los términos mínimos listados en la suma se
marcan con unos en el mapa de la Figura 3-9. Ocho cuadrados
adyacentes marcados con unos pueden combinarse para formar
un término literal y'. Los restantes tres unos a la derecha no pue-
den combinarseentre sí para dar un término simplificado. Deben
combinarse como dos o cuatro cuadrados advacentes. Entre ma-
81
ü
I
FS=--
r I
I
0l
1t tr
t_.1 L'
I I
Figura 3-9 Mapa del Ejemplo 3-5; F (u, x, z):
>(0, 1, 2, 4, 5, 6, 8, 9, t2, t3, 14): y' + w'z' * xz'
yor sea el número de cuadrados combinados, menor será el número
de literales en el término. En este ejemplo,los dos unos superiores
a la derechase combinan con los dos unos superiores la izquier-
a
da para dar el término u'z'. Nóteseque es permisible usar el mismo
cuadrado más de una vez. Queda entoncesun cuadrado marcado
con 1en la tercerafila y cuarta columna (cuadrado 1110).En vez
de tomar este cuadrado solo (lo cual dará un término de cuatro
Iiterales) se combina con cuadradosya usados para formar una
área de cuatro cuadrados. Estos cuadrados comprenden las dos
filas del medio y las dos columnas de los extremos para dar el
término xz'. La función simplificadaes:
F : l , * w , z ,* x z ,
EJEMPLO 3-6: Simplificar la función de Boole:
F: A'B'C' + B'CD' + A'BCD'+ AB'C'
El área, en el mapa, cubierta por esta función consisteen los cua-
drados marcados con unos en la Figura 3-10. Esta función tiene
cuatro variables y como se ha expresadoconsiste en tres térmi-
nos' cada uno con tres literales y un término de cuatro literales.
Cada término de tres literales se representaen el mapa por dos
cuadrados.Por ejemplo, A'B' C' se representapor los cuadrados
0000 y 0001. La función puede simplificarse en el mapa tomando
los unos de las cuatro esquinaspara formar el término 8,D,. Esto
es posible porque estos cuatro cuadradosson adyacentescuando
el mapa se dibuja en una superficie con los bordes superior e in-
ferior, izquierdo y derecho tocándoseentre sí. Los dos unos de
mano izquierda en la fila superior se combinan con los dos unos
en la fila inferior para dar el término B'C' . EI 1 restante puede
combinarse en una área de dos cuadrados para dar el término
A' C'D' . La función simplificadaes:
82
l\"
r
D
Figura 3-lO M a p a d e l E j e m p l o3 - 6 ; A ' B ' C ' + B , C D ' + A , B C D , + A B , C , fi
: B'D, + B,C,+ A,CD, rj
I
3-4 M A P A S D E C I N C O Y S E I S V A R I A B L ES ' /
f
Los mapas de más de cuatro variables no son simples de usar. El número
de cuadrados se hace muy grande y la geometría de combinar cuadrados
I
adyacentes se complica. El número de cuadrados es siempre igual al nú-
rnero de términos mínimos. Para mapas de cinco variables se necesitan
32 cuadrados y para seis variables se necesitan 64 cuadrados. Mapas de
siete variables en adelante necesitan muchos cuadrados y son muy im-
prácticos de usar. En las Figuras 3-11 y 3-12 se muestran los mapas para
cinco y seis variables respectivamente. Las columnas y filas se numeran
de la misma forma que la secuencia del código reflejado. El término mínimo
asignado a cada cuadrado se lee de esos números. De esta manera el cua-
drado en la tercera fila (11) y la segunda columna (001) en el mapa para
c i n c o v a r i a b l e s s e n u m e r a 1 1 0 0 1y e s e q u i v a l e n t e a l d e c i m a l 2 5 . P o r t a n t o ,
este cuadrado representa el término mínimo m2r. El símbolo de letra de
cada variable se marca abarcando aquellos cuadrados donde el valor del
bit correspondiente al número del código reflejado es 1. Por ejemplo, en
B
CDE
0 I 3) 2 6
ll
'7
) 4
I
il
'fi
;.:l
ü
8 9 ll l0 t4 l5 l-t t2 .u
^T
:' il
{
ll 24 25 27 26 30 3l 29 28 q
¡.
t l0 l6 t7 l9 t8 22 23 2l 20 1?
I
E
F
ü
D t
I
¡
I
Figura 3-11 Mapa de cinco variables ¡
83
I
fr
I
-/¡
frr
DEF
A B C 000 00r 0l I 010 110 lti 1 0 1 100
,7
000 0 3 2 6 5 4
I
001 8 9 u t0 l4 l5 l3 l2
\\C
0lt a1
l5 27 26 30 JI 29 i6
010 l6 17 t9 18 22 l.t 2l 20
ll0 48 49 5l 50 54 )f 53 52
lll )t) 57 59 58 o¿ 63 61 60
'c
r 0 1 40 4l 43 /1
46 Á1
45 44
100 1Z )-) 35 34 38 39 37 -to
FF
Figura 3-12 Mapa de seis variables
el mapa de cinco variables, la variable A es un 1 en las últimas dos filas
y B es un 1 en las dos filas del medio. Los números reflejados en las colum-
nas muestran la variable C con un 1 en las cuatro columnas de la extrema
derecha, la variable D con un 1 en las cuatro columnas del medio y los unos
para la variable E, no adyacentes físicamente,,se dividen en dos partes. La
asigrración de las variables en un mapa de seis variables se determina de
manera similar.
La definición de los cuadrados adyacentes para los mapas de las Fi-
guras 3-11 y 3-12 deben modificarse de nuevo para tener en consideración
el hecho de que algunas variables están divididas en dos partes. Debe
pensarse que el mapa de cinco variables consiste en dos mapas de cuatro
variables y el mapa de seis variables consiste en cuatro mapas de cuatro
variables. Cada uno de estos mapas de cuatro variables se reconocen por
las líneas dobles en el centr¿ riel mapa; cada uno de ellos conserva la cer-
canía definida cuando se toma individualmente. Además, la línea doble
del centro debe ser considerada como el centro de un libro con cada mitad
del mapa como una página. Cuando se cierra el libro, los dos cuadrados
adyacentes coinciden uno sobre el otro. En otras palabras, Ia línea doble
del centro actúa como un espejo ya que cada cuadrado es adyacente, no
solamente con sus cuatro cuadrados vecinos, sino con su imagen de es-
pejo. Por ejemplo, el término mínimo 31 en el mapa de 5 variables es ad-
yacente a los términos mínimos 30, 15, 29,23 y 27. El mismo término mínimo
en el mapa de seis variables es adyacente a todos esos términos mínimos
más el término mínimo 63.
84
1
Tabla 3-l La relación entre el número de cuadrados adyacentesy el número
p
iF
de literales en el término IF
li
Número
de
cuadrados Número de literales de un término en un
adyacentes mapa de n variables
2k n-2 n:3 n:4 n:5 n=6 n:7
0 I 1
4 5 6 7
I 2 I 2 3 4 5 ó
2 4 0 I 2 3 4 5
5 8 0 I 2 4
4 l6 0 I 2 J
5 32 0 I 2
6 g
0 I
- Por inspeccióny teniendo en cuenta la nueva definición de cuadrados
adyac€ntes, es posible mostrar que cualquier 2h cuadrados adyacentes
p a r a f t : O , 1 , 2 , . . . , n , e n u n m a p a d e n v a r i a b l e s r e p r e s e n t au n a á r e a
, n
para un término de n-& literales. para que la afirmaóión anterior
tenga
algun significado,n debe ser mayor que fr. cuando n:h el área total d\"el
mapa se combina para dar una función de identidad. La Tabla B-1 muestra
la relación entre el número de cuadradosadyacentesy el número de lite-
rales en el término. Por ejemplo, ocho cuadradosadyácentesse combinan
en-una área del mapa de cinco variables para dar un término de dos lite-
rales.
EJEMPLO 3-Z: Simplificar la función de Boole:
F ( A ,B , C ,D , E ) : > ( 0 ,2 , 4 , 6 , 9 , l , 1 3 ,1 5 , 1 7 , 2 1 , 2 5 , 2 7 , 2 9 , 3 1 )
l
- El mapa de cinco variables de esta función, se muestra en
la Figura 3-13. cada término mínimo se convierte a un número
binario equivalente y los unos se marcan en sus cuaclradosco-
rrespondientes.Es necesario ahora encontrar combinacionesde
cuadrados adyacentes que resulten en la mayor área posible.
Los cuatro cuad¡ados en el centro del mapa de la mitad áerecha
se reflejan a través de la línea doble y se combinan con los cuatro
cuadradosen el centro del mapa de la mitad izquierda, para dar
-término
ocho cuadrados adyacentes permisibles equivalentes al
BE. Los dos unos en la fila inferior son el ieflejo entre sí con res-
pecto a la línea del centro. combinándolos con los otros dos cua-
d¡ados adyacentes,se obtiene el término AD,E. Los cuatro unos
e-n la fila superior son todos adyacentes y pueden ser combina-
dos para dar el término A'B'E'. La función simplificada es:
F: BE + AD,E + A,B,E,
85
\\-D
E
Figura 3-13 Mapadel Ejemplo F(A,B, C, D, E) :
B-7;
> ( 0 , 2 , 4ó , 9 ,l l , 1 3 , 5 , 7 , 2 t , 2 5 , 2 t , 2 9 , 3 t )
, 1 1
= B E + A D , E+ A , B , E ,
3-5 S I M P L I F I C A C I O N U N P R O D U C T OE S U M A S
DE D
Las funciones de Boore minimizadas, derivadasdel
mapa en los ejemplos
anteriores fueron expresadasen la forma de suma a\" pio¿u\"tos.
pequeñamodificación se puede obtene¡ el producto con una
¿e'*rnu..
El procedimiento para obtener una función minimizada
en producto
* :\"q\"r se desprende-de las propiedades básicas de las funciones
Boole. Los unos colocadosen los cuadradosdel ;ó\";pise'ta' de
ros tér-
minos mínimos de la función. Los términos mínimos
no incruidos en Ia
función denotan el comprementode una funció.
mapa por cuadrados no marcados por unos. si au t ;; i\"p.\".\"ntr' en un
-\"ra\"., los cuadrados
vacíos con ceros y se combi.,utr .n cuadruáo, aátr;;;;r\"\"álidos,
se ob-
tiene una expresión simplificada del complementóde la
función es decir
de F'.
.El complementode F' dará de nuevo la función F. Debidoal teorema
generalizadode De Morgan el producto así
obtenido qr\"á, automática-
mente en la fornra de producto de sumas. La mejor -\"rr\"ru-á\"
mostrar esto
es mediante un ejemplo.
EJEMPI,-O B-8; Simplificar la siguiente función de Boole
en (a) suma de productosy (b) productó de sumas.
F(A, B, C, D) : >(0, l. 2, 5, g, 9, l0)
Los unos marcados.enel mapa de la Figura B_14 represenran
*Los to_
dos los términos mínimos de la función. cuadiadosmarcados
con ceros representanlos términos mínimos no incluidos
en F y
por tanto denotan el complementode F. combinando
los cuadra_
dos con unos se obtendrá una funció\" .i,optin.\"áu r.r suma
de
productos:
(a) F: B'D' + B,C, + A,C,D
B6
E
'
I
f
F
CD
/B - !9-- e.l
-lr C
to- $
00
t-,-] t
0 ;l 0
F
lI :¡j
il
I.
in
I'
^\\
r--+
l0l
._ 0 OI IE
i] I 3.1
D
I
Figura 3-14 M a p a d e l E j e m p l o3 ' 8 ; F ( A ' B ' C , D \\ :
>(0, l, 2, 5, 8, 9, l0) : B' D' + B'C' + A'C' D
: (A' + B'XIC'+ D')<B'+ D)
si se combinan los cuadradosmarcadoscon ceros,como se mues-
tra err el diagrama, se obtiene la siguiente función simplificada
de complemento:
F,: AB + CD + BD,
Aplicando el teorema de De Morgan (sacándole dual y comple-
el
mentando cada literal de la manera descrita en la Sección 2-4),
se obtiene una función simplificada en producto de sumas:
(b) r:(A'+ B')(C'+ D')(B'+ D)
La ejecuciónde las expresiones simplificadas obtenidasen el Ejemplo
3-8 se muestran en la Figura 3-15. La expresiónde la suma de productos
se ejecuta en (a) con un grupo de compuertas AND una para cada término
ANb. Las salidas de IaJ compuertasAND se conectan a las entradas de
una compuertaoR. La misma función se ejecutaen (b) en la forma de pro-
ducto de sumascon un grupode compuertas OR, una para cadatérmino OR'
Las salidas de las compuertasOR se conectana la$ entradas de una com-
puerta AND sencilla. En cada caso se asume que las variables de entrada
il\"gutt en forma de complementode tal manera que no se necesitaninverso-
tu\"l El patrón de configuración establecido en la Figura 3-15 es la forma ge-
neral por medio de la cual se ejecuta cualquier función de Boole.Una vez
en una de las formas normalizadas las compuertas AND se co-
\"*p.\".áda una compuertaOR en el casode suma de productos;las compuer-
nectan a
tas OR se conectana una sola compuertaAND en el caso de producto de
sumas. Cualquiera de las dos configuraciones forman dos niveles de com-
puertas. Así, la ejecuciónde una función en la forma normalizada se dice
que es una ejecuciónde dos niveles.
El Ejemplo 3-8 muestra el procedimientopara obtener la simplifica-
ción del producto de sumas cuando la función se expresa originalmente
en la suma de términos mínimos de la forma canónica. El procedimiento
es válido cuando la función se expresaoriginalmente en el producto de
87
-
B' A'
D' B'
,;,
D
(a) F - . . . 8 ' D-' B ' C ': A ' C ' D lhr F - tA' I B't t(\" t l) ¡t.[] Dt
Figura 3-15 Ejecucióncon compuertas la función del Ejemplo 3-8
de
Tabla 3-2 Tabla de verdad de la función F
términos máximos de Ia forma canónica. Cónsidérese por ejemplo Ia tabla
de verdad que define la función F en la Tabla 3-2. En suma de términos
mínimos esta función se expresaasí:
F(*,y,z) : )(1, 3,4,6)
Como producto de términos máximos se expresaasí:
F(r,y, z): fI(0,2,5,7)
En otras palabras los unos de Ia función representanlos términos míni-
mos y los cerosrepresentan términos máximos. El mapa de esta función
los
se dibuja en la Figura 3-16. Se puede simplificar esta función marcando
y? I'
I
00 0l
0 0 I 0
f
11l 0 I
I
1
Figura 3-16 Mapa de la función de la Tabla 3-2
88
sEc. 3-6 EJECUCION ON NAND Y NOR
C 89
primero los unos para cada término mínimo en que la función sea 1. Los
cuadradosrestantesse marcan como ceros. Si por otra parte se da inicial-
mente el producto de términos máximos se puedecomenzarmarcandoceros
en aquellos cuadradosque comprendeIa función; los cuadradosrestantes
se marcan con unos. Una vez que se hayan marcado los unos y los ceros,
la función puede ser simplificada en cualquiera de las dos formas norma-
lizadas. Para la suma de productosse combinan los unos para obtener:
F: x'z * xz'
Para el producto de sumas se combinan los ceros para obtener la función
simplificada del complemento:
F': xz * x'z'
lo cual muestraque la función oR-exclusiva es el complemento la función
de
de equivalencia(Sección2-6). Tomando el complemento F'se obtiene
de
la función simplificada en producto de sumas:
p : (x,.* z')(x + z)
Para colocar una función expresadaen producto de sumas en el mapa, se
saca el complementode la función y de ella se buscan los cuadradosque
se van a marcar con ceros.Por ejemplo,Ia función:
F: ( A ' + B , + C ) ( B+ O )
puede colocarseen el mapa obteniendoprimero su complemento:
F,: ABC,+ B,D,
para luego marcar con ceros los cuadradosque representanlos términos
mínimos de F'. Los cuadradosrestantesse marcan con unos.
3-6 EJECUCION ON NAND Y NOR
C
Los circuitos digitales se construyen más frecuentemente con compuertas
NAND y NOR que con compuertasAND y OR. Las compuertasNAND y
NOR son más fáciles de fabricar con compuertas y
electrónicas son las com-
puertas básicasusadasen todas las familias de CI lógico digitales. Debido
a la importancia de las compuertasNAND y NoR en el diseñode circuitos
digitales se han desarrolladoreglasy procedimierrtos para la conversiónde
funcionesde Boole en términos de AND, OR y NOT a diagramaslógicos
equivalentesen NAND y NoR. El procedimientopara la ejecuciónen dos
niveles se presentaen esta sección.La ejecuciónen multiniveles se discu-
tirá en la Sección4-7.
Para facilitar ldionversión a lógica NAND v NOR es conveniente defi-
nir otros dos símbolosgráficospara estas compuertas.En la Figura 3-1?(a)
se muestran dos símbolos equivalentes para la compuertaNAND. El símbolo
AND inversor ha sido definido precisamente consisteen un símbolo grá-
y
fico AND seguidode un pequeñocírculo. En vez de lo anterior es posible
F = (xt,z)'
AND-inversor lnversor-OR
\\ a ) Dos símbolosgráficos para la compuerta \\A\\D
F=(-r*-l +z)' I = ¡ ' r ' : ' = ( . r* t , * z ) '
OR-inversor AND-inversor
(b) Dos símbolosgráficos para la compuerta NOR
J_{
Separador-inversor AND-inversor OR-inversor
', (c) Tres símbolosgráñcospara un inversor
figura 3-17 Símbolos gráficos para las compuertas NAND ¡ ). _ -.
representar una compuerta NAND por medio de un símbolo gra:-:.-., oR pre-
cedido de pequeños círculos en todas las entradas. El símboic, :r..-ersor-oR
para la compuerta NAND se deduce a partir del teorema de De \\lorgan y
de la convención de que pequeños círculos denotan complemen!acron.
De manera similar, hay dos símbolos gráficos para 1a compuerta NoR
como se muestra en la Figura 3-17(b). El inversor OR es el símirr:,lo conven-
cional. El inversor AND es una alternativa conveniente que urrliza el teo-
rema de De Morgan y la convención de pequeños círculos en Ias entradas
que denotan complementación.
Una compuerta NAND o NOR de una entrada se comporra como un
inversor. Como consecuencia una compuerta inversor puede cet-lnirse de
tres maneras diferentes como se muestra en la Figura 3-1?(cr. Los círculos
pequeños en todos Ios símbolos de inversor pueden trasferirse al terminal
de entrada sin cambiar la lógica de la compuerta.
se debe resaltar que los símbolos alternos para las compuertas NAND
y NoR deben dibujarse con pequeños triángulos en todas las terminales
de entrada en vez de los círculos. un pequeño triángulo es un indicador
de la polaridad de Ia lógica negativa (ver Sección 2-8 y Figura 2-11). Con
pequeños triángulos en los terminales de entrada, el símboio gráfico de-
nota una polaridad de lógica negativa para las entradas, pero ia salida de
la compuerta (un triángulo) debe tener una asignación de lógica positiva.
En este libro, se prefiere usar la lógica positiva y emplear pequeños círculos
cuando sea necesario con el fin de denotar complementación.
Ejecución con NAND
La ejecución de una función de Boole con compuertas NAND requieren que
la función sea simplificada en la forma de suma de productos. Para ver la
90
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92 S I M P L I F I c A c I o N E L A S F U N c I o N E SD E B o o L E
D CAP. 3
relación entre una expresiónde suma de productosy su ejecuciónequiva-
lente en NAND, considérenselos diagramas de lógica áibu;ados ón la
Figura 3-18.Todos los tres diagramasson equivalentes ejecutanla función:
y
F:AB+CD+E
La función se ejecuta en la Figura 3-18(a)en la forma de suma de produc-
tos con compuertas
-o_I v AND. En (b) las compuertasAND se remplazan
por compuertas NAND, y la compuerta oR se remplaza por la compuerta
NAND con un símboloinversor oR. La variableE por sí sola se complemen-
ta y se aplica a la compuertainversor oR del segundonivel. se deüetener
en cuenta que un pequeñocírculo denota complementación.Así, dos cí¡culos
en la misma línea representan doble complementación ambospuedenanu-
y
larse. El complemento de.E pasa por_unpóqueñocírculo ro cual cbmple-é\"iu
la va¡iable de una vez más para producir ei valor normal de E.
euiianá; io;
círculos pequeñosen las compuertas de la Figura B-1g(b)se-p.oduce ei
circuito en (a). Así, los dos diagramas ejecutan la misma funóión y son
equivalentes.
En la Figura 3-18(c),la compuertaNAND de salida se puederedibujar
con su símbolo convencional. La compuerta NAND de una sola entrada
complementa la variable E. Es posible quitar este inversor y aplicar E,
directamente a la entrada de la compuerta NAND de segundonivel. El
diagrama en (c) es equivalenteal de (b) el cual es equivalentea su turno
al diagrama (a). Las compuertasAND y oR han sido cambiadas compuer-
a
tas NAND con una sola variable E. cuando se dibujan los diagramásen
lógica NAND son aceptables(b) o (c). El diagramade la figura (ú, sin em-
bargo, representauna relación más directa u I\" u*pre.ión d]eBoole'que eje-
cuta.
. La ejecución con.NANP,9n la Figura B-1g(c)puede verificarsealge-
braicamente.La función NAND que sJ ejecutap,r\"d. ser convertida fácil-
mente a una forma de suma de productos mediante el uso del teorema de
De Morgan.
P:l(AB)' .(CD)' . 8,), : AB + CD + E
De la trasformaciónmostradaen la Figura B-1gse concluyeque la fun-
ción de Boole puede ejecutarse con dos niveles de compuertas ñAND. La
regla para obtener el diagrama de lógica NAND a partii de una función de
Boole es de la siguientemanera:
1. simplificar la función de Boole y expresarlaen suma de productos.
2. Dibujar una compuerta NAND por cada término del producto de la
función que tenga por lo menos dos literales. Las entradas a cada
compuerta NAND son los literales del término. Lo anterior consti-
tuye un grupo de compuertas de primer nivel.
3. Dibujar una compuertaNAND en el segundoniver, (usandoel sím-
bolo gráfico de inversor AND o inversor oR con las entradas que
provienen del primer nivel de compuertas.
4. un término con un solo literal requiereun inversor en el primer ni-
.- vel o ser complementado primero y aplicado como entráda a una
\\ compuerta NAÑD del segundonivel.
sEc. 3-6 EJECUCION ON NAND Y NOR
C 93
Antes de aplicarse estas reglas a un ejemplo específico,debe mencionarse
que hay una segunda forma de ejecutar una función de Bo<llecon compuer-
tas NAND. Recuérdese que si se combinan los cerosen un mapa, se obtiene
la expresiónsimplificada del complementode la función en suma de pro-
ductos. El complementode la función puede ejecutarsecon dos niveles de
compuertas NAND usando las reglas establecidasanteriormente. Si se
desea una salida normal. debe ser necesariocolocar una NAND de una
entrada o compuerta inversor para generar el valor verdaderode Ia varia-
ble de salida. Hay ocasionescuando el diseñadorquiere generarel comple-
mento de la función para las cuales este método es más aconsejable.
EJEMPLO 3-9.' Ejecutar la siguiente función con compuer-
tas NAND:
F(t,y, z) : )(0, 6)
El primer paso es simplificar la función en la forma de suma de
productos.Esto se logra con el mapa mostradoen la Figrrra3-19(a).
Hay solamente dos unos en el mapa y no pueden combinarse.La
función simplificada para este ejemplo en suma de productos es:
F: x'y'z' * xyz'
La ejecucióncon NAND con dos niveles se muestra en la Figura
3-19(b). En seguidase trata de simplificar el complementode la
función en suma de productos. Esto se hace combinandolos ceros
en el mapa:
F':x'y+ry'*z
Las compuertasNAND con dos niveles, para generarF', se mues-
tran en la Figura 3-19(c). Si se requiere la salida F, es necesario
agregar una compuerta NAND de una sola entrada para inverti¡
la función. Esto dará una ejecuciónde tres niveles. Se asume que
las variables de entrada se pueden obtener en las formas norma-
les y de complemento.Si sólo se obtienen en una forma será nece-
sario colocar inversores en las entradas, lo cual agregaríaotro
nivel a los circuitos. La compuerta NAND de una sola entrada
asociadacon la sola variable z puede eleminarseen el caso de que
la entrada se cambiea e'.
Ejecución con NOR
La función NOR es el dual de la función NAND. Por esta raz6n, todos los
procedimientosy reglas para la lógica NOR son el dual de los correspondien-
y
tes procedimientos reglasdesarrolladas para la lógica NAND.
La ejecución de una función de Boole con compuertas NOR requiere
que la función se simplifique en la forma de producto de sumas. Una expre-
sión de producto de sumas especifica un grupo de compuertas OR para la
j'
t'z
Y00 0l lt i0
0 I 0 0 0 F = r' jJ z' * x!.2'
F-'= x'.v*,rr\" # :
\"{' 0 0 0
\\_YJ
(a) Simplificación del mapa en suma
de productos.
.X
_f
( b ) F = - r ' . r , ' -* ' . r r ' : '
- { c ) 1 . ' = ¡ ' . r '* x , l ' * :
Figura s-19 Ejecuciónde la función del Ejemplo 3-9 con compuertas
\\o-y
suma de té¡minos, seguida de una compu_erta
AND para generar el produc-
to. La trasfo¡maciónder diagrama o[-'eNo
ar Noñ-ño'l re dibuja en la
Figura 3-20. Es similar a la irasforÁ\"\"ió\"
NAND discutida anteriormente
exceptoque ahora se usa la expresiónde suma
de productos:
F: (A + B)(C+ D)E
r-a-reglapara obtenerel diagrama lógico NoR
puede derivarsede esta trasformáción. de una función de Boole
EI .i-il;;;;l.ir\" .dÁuNexD de tres
pasoscon la diferencia. de
.que la expresiónsimplificada
ducto de.sumas y los términos de la. .rru. en pro-
NoR de primer niver son
los términos de suma. un término \"ornp.r\"rtas
riteralilq\"i!r\" una NoR de
\"ort.r.,'.olo
n
A
p A
B
B
C
C
F C
F
D
D
f:'
E
(a)
(h)
rcr
Figura 3-2O Tres manerasde ejecutarF: (A + B)(C + DrE
94
r'
EJECUCION ON NAND Y NOR
C
s E c .3 - 6
€er complementada aplicada y
una sola entrada, o compuerta inve¡sora,o
nivel'
áii\"\"t\"to\"\"te a la compu;rta NOR de segundo po-
una segund\" ;\":\";; á; ejecutar la función con compuertas NOR
dría ser el usar f\" para el complemento de la función \"\" li:91:l:
\"ü.\".1¿\" para F'- y una eJecucron
á\" .\"r\"\"r. Esto dará una ejeiución de dos niveles
el caso dó necesitarse salida la F normal'
á\" i*\"
\"itJ\". t e \"n r e l p r o d u c t o d e S u m a s s i m p l i f i c a d o a p a r t i r d e u n m a p a '
Paraob ne
y luego complementarIa fun-
es necesariocombinai los ceros en el mapa
ción. para obtener ia erpre.ión en producto de sumas simplificadas para
el mapa
;i';;;pl;;ento de la función, es necesariocombinar los unos en
demuestrael pro-
y luego complemen; I\" funciór,. El siguiente ejemplo
cedimientopara una ejecucióncon NOR'
EJEMPL|S-10:EjecutarlafuncióndelEjemplo3-9con
compuertasNOR. Pri-
El *;;';; esta tunción se dibuja en la Figura 3-19(a).
para obtener:
mero, se ¿áU\"n combinar los ceros en el mapa
F':x'yrry'12
de productos' Se
Este es el complementode la función en suma
complemenü i:i pur\" obtener la función simplificada en producto
desumasdelamaneranecesariaparalaejecuciónconNoR:
F: (x + y')(x' * y)z'
se muestra en
La ejecuciónde dos niveles con compue¡tas.NOR
El término con un solo literal z, requiereuna com.
la Figrrra3-21(a).
Esta com-
prárt\" Nón d\"'\"\"a sola entrada o compuertainversora.
entrada z a la
puerta puede quitarse Para¿plicar directamente la
fntrada de la óompuert-a NOR de segundonivgl'
partir de la fun-
u\"\" .\"g\";á;-?or-u de ejecució.,e. porible a
ción en práducto de surnas' Para este caso combíneseprimero
los unos en el mapa con el fin de obtener:
F: x'y'z'* xYz'
v
(¿)F+(x+1t¡1x'+y)z' (b)F'= (¡ + -r'+ z) (x' * r\" + z)
Figura 3-21 Ejecución con compuertas NOR
t-
Tabla 3-3 Reglas para la ejecución con NAND v NOR
Número
de
Función a Forma normal Como Ejecutarse niveles
Caso simplificar de usar derivarla con de F
(a) F Sumade productos Combinelos unosen el mapa NAND 2
(b) F' Suma de productos Combinelos ceros el mapa
en NAND J
(c) F Producto de sumas Complemente en (b)
F' 2
NOR
(d) F' Productode sumas Complemente en (a)
F NOR J
Esta es la expresiónsimplificada en suma de productos. Se com-
plementa esta función para obtener el complementode Ia función
en producto de sumas que es la forma requerida para la ejecución
con NOR:
F':(xty*z)(.x,*y *z)
La ejecución de los dos niveles para F' se muestra en la Figura
3 - 2 1 ( b ) . S i s e d e s e a l a s a l i d a F , e s t a puede ser generada con un
inversor en el tercer nivel.
La Tabla 3-3 resume los procedimientos para la ejecución con NAND
y NoR, no se debe olvidar simplificar la función corr el fin de reducir el
núme¡o de compuertas en la ejecución de funciones. Las formas normali-
zadas obtenidas de los procedimientos de simplificación p<)r mapas se
aplican directamente y son muy útiles cuando se está tiabaianáo con
lógica NAND o NOR.
3-7 OTRAS EJECUCIONES ON DOS NIVELES
C
Las clas-es compuertas más encontradas a menudo en circuitos integra-
de
do_s-1o1 NAND y NoR. Por esta razón,las ejecuciones lógica Neño
las de
y NoR son las más importantes desde er punto de vista práctióo. Algunas
compuetas NAND y NoR (pero no todas) permiten la posibilidad dé una
conexión entre las salidas de las dos compuertaspara próducir una función
lógica específica.Este tipo de lógica se lláma lógica dé cableado.por ejem-
plo, las compuertas NAND TTL de colector aÉierto, una vez conectadas
juntas producen la lógica AND de cableado.(La compuerta TTL
de colector
abierto se muestra en el Capítulo 18, Figura 1g-11). lógica AND cableada
ia
ejecutada con dos compuertas NAND ie ilustra en la'Figura B-22(a). La
compuerta AND se dibuja con las líneas de entrada atraiesando la com-
puerta hasta el centro para distinguirla de una compuerta comercial. La
compuerta AND cableada no es una compuerta física sino solamente un
símbolo_paradesignar la función obtenida de la conexión cablead\" qu\" .\"
indica. La función lógica ejecutadapor er circuito de la Figura B-22(a)es:
P: (AB)'.(CD)' : (AB + CD)'
96
r¿
¡
F=(AB+CD)' F=tG+B)(C+D)
,¡
it
!-
(a) AND-cableado en compuertas NAND (b) OR-cableado en compuertas ECL
TTL de colector abier¡o
(AND.ORINVERSOR) (OR.AND NVERSOR)
I
Figura 3-22 Lógica de cableado
y se llama una función AND-OR inversor (o invertida).
De manerasimilar la salida NoR de las compuertas ECL puedenunirse
tcdas para conformaruna función cableadaoR. La función lógica ejecutada
por el circuito de la Figura 3-22(b)es:
r : ( A + B ) ,+ ( C + D ) ,: l ( A + B ) ( C+ D ) 1 ,
y se llama función (OR-AND) inversor (o invertida).
, una compuerta de lógica alambrada no produce una compuerta fisica
de segundonivel ya que se trata solamente de una conexión. sin embar-
go, para propósitos de discusión se consideran los circuitos de la Figura
3-22 como ejecuciones dos niveles. El primer nivel consisteen compuer-
de
tas NAND (o NoR) y el segundonivel tiene una compuertasencilla ÁNn
(u oR). La conexión cableadadel símbolo gráfico se omitirá en las discu-
sionessubsiguientes.
Formas no degeneradas
Es instructivo desde el punto de vista teórico encontrar cuantas combi-
nacionesde compuertasde dos niveles son posibles. Se considerancuatro
tipos de compuertas:AND, OR, NAND y NOR. Si se asignaun tipo de com-
puertas para el primer nivel y uno para el segundose encuentra que exis-
ten 16 combinacionesposibles de formas de dos niveles. (El mismó tipo de
compuerta puede estar en el primer y segundo niveles como en utta é¡ec.r-
ción con NAND-NAND). ocho de estas funcionesse les llama formas de-
generadas.Esto puede verse de un circuito con compuertas y en el primer
nivel y una compuertaY en el segundonivel. La salida del circuito ei sim-
plemente la función Y de todas las variables de entrada. Las otras ocho
formas no degeneradosproducen formas de ejecución en suma de produc-
tos o producto de sumas. Las ocho formas no degeneradas son:
AND-OR OR-AND
NAND-NAND NOR-NOR
NOR.OR NAND-AND
OR-AND AND.OR
97
98 S I M P L I F I C A C I OD E L A S F U N C I O N E S E B O O L E
N D CAP. 3
La primera compuerta de cada una de las formas listadas constituye el
primer nivel de la ejecución.La segundacgmpuertade la lista es una sola
compuerta colocadaen el segundonivel. Nótese que cualquier par de for-
mas de la lista son duales entre sí.
Las formas AND-OR y OR-AND son las dos formas básicasde dos ni-
velesdiscutidasen la Sección3-5. Las NAND-NAND y NOR-NOR se in-
trodujeron en la Sección3-6. Las cuatro formas restantesse investigan en
esta sección.
E j e c u c i ó nc o n A N D - O R i n v e r t i d a
La dos formas NAND-AND y AND-NOR son formasequivalentes pueden
y
ser tratadas conjuntamente.Ambas realizan la función AND-OR invertida
de la manera mostrada en la Figura 3-23.La forma AND-NOR se parecea
¡.'t\\sr la forma AND-OR con una inversión hecha fror un pequeñocírculo a la sa-
lida de la compuertaNOR. Esta ejbcuta la función:
F: (AB + CD + E)'
Usando el símbolo gráfico alterno para la compuerta NOR se obtiene el
diagrama de la Figura 3-23(b).Nótese 1ue la sola variable E no es comple-
mentada porque el único cambio hecho ps el símbolo gráfico de la compuerta
NOR. Se trasladan los círculos del terminal de entrada de las compuertas
de segrrndonivel a los terminales de salida de las compuertas del primer
nivel. Se necesitasolamenteun inversorpara que la sola variable mantenga
el círculo. Otra alternativa es quitar el inversorsiemprey cuandola entrada
E esté complementada. circuito de Ia Figura 3-23(c)es una forma NAND-
El
AND, se muestraen la FiguraS-22con el fin de ejecutarla función AND-OR
invertida.
Una ejecucióncon AND-OR requiereuna expresiónen suma de produc-
tos. La ejecucióncon AND-OR invertida es similar exceptopor la inversión
(negado). Por tanto, si el complementode una función se simplifica en suma
de productos (combinandolos cerosen el mapa), es posibleejecutarF' con
la parte AND-OR de la función. Cuando F' pasepor la inversión de salida
siemprepresente,se generarála salida F de la función. Un ejemplo de una
ejecucióncon AND-OR invertida se mostrará más adelante.
E j e c u c i ó nc o n O R - A N D i n v e r t i d a
Las formas OR-NAND y NOR-OR realizan la función OR-AND invertida
como se muestra en la Figura 3-24.La forma OR-NAND se parecea la for-
ma OR-AND exceptopor la inversión hecha por el círculo en la compuerta
NAND. Ella ejecutala función:
F : l ( A + B ) ( C+ D ) E ) ' ,
Mediante el uso de un símbolográficoalterno para la compuertaNAND
se obtiene el diagrama de la Figura 3-24(b).El circuito en (c) se obtiene
moviendo los círculos pequeños de las entradas de la compuerta de se-
z
z
z
I
Q
-1-
IA
v\\
é:kffi
l\\
z.=
zY
-- z
^
O
N
u0
z
z
(!
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49
z
xz
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N
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D'
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z
too
sEc.3-7 O T R A SE J E C U C I O N EC O N D O S N I V E L E S I O I
S
gundo nivel a las salidas de las compuertas de primer nivel. El circuito de
[a Figura B-24(c)en una forma NOR-OR se muestra en la Figura 3-22 para
ejecutar la función OR-AND invertida.
La ejecución OR-AND invertida requiere una expresión en producto de
sumas. Si el complemento de la función se simplifica en producto de sumas
se puedeejecutarF' con la parte OR-AND de la función. Una vez que F' oase
poi ta parte de inversión se obtieneel complemento F'osea F ala salida.
de
Tabla sumarioY ejemPlo
La Tabla 3-4 resume los procedimientos para la ejecuciónde funcionesde
Boole en cualquiera de las cuatro formas de dos niveles' Debido a la parte
de INVERSION, en cada caso es convenienteusar Ia simplificación F' (el
complemento)de la función. Cuando se ejecuta F' en una de estas formas
.\" oLti\"tr\" el complementode la función en la forma AND-OR u OR-AND.
Las cuat¡o formas de dos niveles invierten esta función dando una salida
que es el complementode F'. Esta última es la salida normal F.
Tabla 3-4 Ejecución con otras formas de dos niveles
Forma Ejecuta Simplifique Para obtener
equivalente la F' una salida
no degenerada función en de
(a,l (b)*
AND-NOR NAND-AND AND-OR-INVERTIDA Sumadeproductos F
combinando los
cerosen el mapa
OR-NAND NOR-OR OR-AND-INVERTIDA Productodesumas
combinandolos unos
en el mapa y luego
complementando.
*La forma (b) requiere una compuerta NAND de una ent¡ada a una NOR (inversor) para
el término de un solo literal.
EJEMPLO 3-11: Ejecútese la función de la Figura 319(a)
con las cuatro formas de dos niveles listados en la Tabla 3-4. El
complemento de la función se simplifica en suma de productos
combinando los ceros del mapa:
F':x'y*ry'*z
La salida normal de esta función puedeser expresadacomo:
F:(x'y*ry'*z)'
AND-NOR NAND-AND
( a )F = ( - r ' r* , r r ' ' * : ) '
,
)'
Z
-r
)'
z
OR.NAND NOR-OR
( b ) . r : = [ ( \" x1 -. t ' * z ) ( x ' + 1 ' + : ) ) '
Figura 3-25 Otras ejecuciones de dos niveles
la cual está en la forma AND-OR invertida. Las ejecuciones con
*
!a AND-NOR y NAND-AND se muestranen la Figura 3-25(a).Nótese
ry
-* que una NAND de una entrada o compuertainversorase necesita
para la ejecucióncon NAND-AND, pero no en el casoAND-OR. El
inversor puede eliminarse si se aplica una variable de entrada z'
en vez d,ez.
Las formas OR-AND invertida requierenuna expresiónsimpli-
ficada del complemento de las funciones en producto de sumas.
Para obteneresta expresiónse debencombinar los unos en el mapa:
F: x'y'z'* ryz
En seguidase toma el complementode la función:
F,:(r*y*z)(x,+y,*z)
La salida normal F puede ahora expresarse la forma:
en
F:l(x * y * z ) ( x '+ y ' + z ) f ,
la cual está en la forma OR-AND invertida. A partir de esta expre-
sión se puedeejecutar la función en las formas OR-NAND y NOR-
OR como se muestra en la Figura 3-25(b).
to2
3-8 CONDICIONES DE NO IMPORTA
Los unos y ceros en el mapa significan la combinación de variables que
hacen la función igual a 1-ó 0 respect-ivamente. Las'combinaciones se ob-
tienen comúnmente de una tabla de verdad que lista las condiciones bajo
las cuales la función es 1. Se asume que la función sea igual a cero bajo
cualquier otra condición. Esta suposición no es siempre verdadera ya que
hay aplicaciones donde ciertas combinaciones de variables de entrada
nunca ocurren. Un código decimal de cuatro bits, por ejemplo, tiene seis
combinaciones que no se usan. Cualquier circuito digital que use este
código, opera bajo la suposición de que esas combinaciones no usadas
nunca ocurren, siempre y cuando el sistema esté trabajando adecuada-
mente. Como resultado, no importa lo que sea la salida de la función para
estas combinaciones de variables ya que se garantiza que nunca ocurri-
rán. Estas condiciones de no importa pueden usarse en un mapa para
lograr una mejor simplificación de la función.
Se puede hacer énfasis en que la combinación de no importa no puede
ser marcada con un 1 en el mapa ya que ella implica que la función sea I
para esa combinación de entrada. De la misma manera colocar un cero re-
quiere que la función sea cero. Pára diferenciar las condiciones de no im-
porta de los unos y ceros se usará una X.
Cuando se escogen cuadrados adyacentes, para simplificar la función
en el mapa, se asume que la X sea 1 ó 0 según lo que produzca la expresión
más simple. Además, no se necesita usar la X si esta no contribuye al cu-
brimiento de una área mayor. En cada caso, la alternativa depende sola-
mente de la simplificación que se puede lograr.
EJEMPLO 3-12: Simplificar la función de Boole:
F(w, x, y, z) : >( l, 3, 7, I l, 15)
y las condicionesde no importa:
d(w, x, y, z) : >(0, 2, 5)
Los términos mínimos de F son .las combinacionesde variables
que hacen la función igual a 1. Los términos mínimos de d son las
combinacionesde no importa que se conoce que nunca ocurren.
La minimización se muestra en la Figura 3-26.Los términos mí-
nimos de F se marcan con unos y aquellos de d se marcan con
una X y los cuadradosrestantes se llenan con ceros. En (a) los
unos y las X se combinan de una forma convenientetal que se
abarque el mayor número de cuadradosadyacentes.No es nece-
sario incluir todas o algunas de las X sino aquellas que sean úti-
les para la simplificación de un término. Una combinaciónque da
una función mínima incluye una X y deja dos por fuera. Esto dará
como resultado una función simplificada en suma de productos.
F: w'z * yz
t03
\"yi ya
00 01 ll l0 00 0l
)1 ,f
ñ.l
X
i- -l
t X 0( it I X
0l 0
r _'J 0 I 0 0
t
0 0 0
lr'1
I I
tr ol 0
0 0 I 0 ll loi
_f
0l io
( a ) C o m b i n a n d ou n o s y X F: u'z +,,2 (b) CombinandocerosyX I':z(u, ly)
Figura 8_26 Ejemplo con condiciones de no importa
En (b), los ceros se combinan con cuarquier X convenientepara
simplificar el. complementode ra función. Los mejoresresultados
se obtienen si se incluyen las X de la mane¡a mostrada. La
fun-
ción complementada simplifica para dar:
se
F':z'+wy'
complementándola de nuevo se obtiene una función simplificada
en producto de sumas:
F:z(w,*y)
Lu! dos expresiones obtenidas en el
. Ejemplo 3-12 dan dos funciones,
las cuales se pueden demostrar como algebrui\"u**ü iguutur.
{ Este no es
rt siempre el caso cuando intervienen cond*iciones d\" iirporta. De hecho,
\\ si una X se usa como 1, cuando se combinan los unos \"; ;;\" 0 cuando se
combinan los ceros, las dos funciones resultantes ,ro proáu.irán
\" respues-
tas iguales algebraicamente. La selección de la condiiio\"'ae no importa
qomg 1 en el primer caso y como 0 en el segundo,resurta en expresiones
de diferentes términos mínimos y por tanto en diferentes
-En'la f'unciones.
Esto puede versedel Ejemplo 3-12. solución del mismo la X escogida
como 1. no se escogiócomo cero. Ahora,
-si en la Figura 3_26(a)
el término u'z'en vez de u'z se obtienede todas rorria. una
.\"
\".iog\"
tunción mini-
mizada:
F: w'x' I yz
Pero que no es algebraicamente igual a la obtenida
en producto de sumas
porque la misma X se usa como 1 en la primera
minimización y como cero
en la segunda.
Este ejemplo demuestra también que una expresión con un mínimo
de literales no es necesariamente única. Algunas veces el
diseñador se
encuentra con una alternativa entre dos términos con un número
igual de
literales, tal que la escogencia de cualquiera resulta en
una expresión
minimizada.
t04
3-9 E L M E T O D O E LT A B U L A D O
D
EI método del mapa para simplificación es conveniente siempre y cuando
el número de variables no exceda de cinco o seis. A medida que el número
de variables aumenta el número excesivo de cuad¡ados impide una selec-
ción razonable de cuadrados adyacentes. La desventaja obvia del mapa
es esencialmente el procedimiento de prueba y error que depende de la
habilidad del usuario humano para reconocer ciertos patrones. Para fun-
ciones de seis o más variables es muy dificil estar seguró que realmente
se hizo la mejor selección.
El método del tabulado elimina la anterior dificultad. Este se trata
de un procedimiento específico paso a paso que se garantiza para producir
una expresión de forma normalizada y simplificada. Este se puede aplicar
a problemas con muchas variables y tiene la ventaja de ser adecuado para
cómputos con máquina. Sin embargo es un poco tedioso para uso humano
y propenso a errores debido a un proceso rutinario y monótono. El método
del tabulado fue formulado primero por Quine (3) y más tarde mejorado
por McCluskey.
EI método de simplificación consiste en dos partes. La primera es en-
contrar mediante una búsqueda muy cohpleta de todos los términos can-
didatos de inclusión en la función simplificada. Estos términos se llaman
primeros-implicados. La segunda opdración es escoger entre los primeros
implicados aquellas que dan una expresión con el menor número de lite-
ra les.
3-10 DETERMINACION LOSPRIMEROS PLICADOS*
DE IM
El punto de partida del método del tabulado es la Iista de términos míni-
mos que especifican la función. La primera operación de tabulado es bus-
car los primeros implicados para usarlos en el proceso de apareamiento.
Este proceso compara cada término mínimo con cada uno de los restantes
términos mínimos. Si dos términos mínimos difieren en solamente una
variable, esa variable se elimina para encontrar un solo término con un
literal menos. Este proceso se repite para cada término mínimo hasta que
se complete el proceso completo de búsqueda. El ciclo del proceso de apa-
reamiento se repite para aquellos términos nuevos encontrados. Se con-
tinúa con el tercer y subsiguientes ciclos hasta el paso por un ciclo no
produzca nuevas eliminaciones de literales. Los términos restantes y to-
dos los términos que no se aparearon durante el proceso, constituyen los
primeros implicados. El método del tabulado se ilustra por medio del ejem-
plo siguiente:
EJEMPLO 3-13: Simplificar la siguiente función de Boole
usandoel método del tabulado:
F: ) ( 0 , 1 , 2 , 8 , 1 0 l, l , 1 4 ,1 5 )
*
Esta sección y la siguiente pueden ser omitidas sin perder continuidad.
105
/06 S I M P L I F I C A C I O N L A S F U N C I O N ED E B O O L E
DE S CAP, 3
Paso 1: Agrupar la representación binaria de los términos
mínimos de acuerdo al número de unos contenido de la manera
mostrada en la Tabla 3-5 columna (a). Esto se hace agrupando
los términos mínimos en cinco secciones separadas por líneas
horizontales. La primera sección contiene el número sin unos en
é1. La segunda sección contiene aquellos números que tienen so-
Iamente un uno. La tercera, cuarta y quinta sección contienen
aquellos números binarios con dos, tres y cuatro unos respecti- I
vamente. Los decimales equivalentes de los términos mínimos se
colocan a todo lo largo para identificación.
Paso 2: Cualquier par de términos mínimos que difieren en-
tre sí solamente por una variable, se pueden combinar y las varia-
bles no apareadas eliminar. Dos números de término mínimo caen
dentro de esta categoría si ambos tienen el mismo valor de bit
en todas las posiciones excepto en una. Los términos mínimos en
una sección se comparan con aquellos de Ia siguiente en adelante
ya que dos términos que se diferencian en más de un bit no se
pueden aparear. El término mínimo de Ia primera sección se com-
para con cada uno de los tres términos mínimos de la segunda
sección. Si hay dos términos iguales en todas las posiciones ex-
cepto en una, se marcan a la derecha de ambos términos mínimos
g i*'\"tl,l;13:,x11\"\"1-?i\"i::?\\?$\"
ffit*'#'\";';fi
\\ (b) de la tabla. La variable eliminada durante el proceso de apa-
reamiento se remplaza por un guión en su posición original. En
Tabla 3-5 Determinación de los primeros implicados para el Ejemplo 3-13
(a) (b) (c.)
wxyz u'x,y2 w xyz
0 0000 \\/ 0, 1 000- 0,2,8,10 - 0 - 0
o) 00 - 0 0,8,2,10 - 0 - 0
r 0001 0,8 -000 1 0 ,l l , 1 4 ,l 5 l-l-
2 0010 1 0 ,1 4 ,1 1 ,l 5 l-l-
1000 2, l0 -0 r 0 v
8, l0 l0-0 f
l0 1010 \\/
t0,ll l0l
ll l0ll v 10,14 l - l 0v
t4 lll0 \\/
It. 15 r-l r v
15 llll \\/ 1 4 .l 5 l l l - \\/
S E C .3 . 1 0 D E T E R M I N A C I O N L O S P R I M E R O SM P L I C A D O S O 7
DE I I
este caso mo (0000)se combina con mr (0001)para formar (000-).
Esta combinación equivalente la operación
es a algebraica:
mo I m, : w' x'Y' z' I w' x'Y' z : w' x'l'
El término mínimo ¡n0 se combina con m2 para formar (00-0) y
con m8 para formar (-000). El resultado de esta comparación se
c o l o c a .e n l a p r i m e r a s e c c i ó n d e l a c o l u m n a ( b ) . L o s t é r m i n o s m í -
nimos de las secciones dos y tres de la columna (a) se comparan
en seguida para producir los términos Iistados en la segunda sec-
c i ó n d e l a c o l u m n a ( b ) . T o d a s l a s o t r a s s e c c i o n e sd e ( a ) s e c o m -
paran de manera similar y las secciones subsecuentes se forman
en (b). Este proceso de comparación dará como resultado cuatro
s e c c i o n e sd e ( b ) .
Paso 3: Los términos de la columna (b) tienen solamente tres
variables. Un l debajo de la variable significa que no es tildada,
un 0 significa que es tildada y un guión significa que no se incluye
en el término. El proceso de búsqueda y comparación se repite pa-
ra los términos en la columna (b) para formar los dos términos
variables de Ia columna (c). De nuevo. los términos en cada sec-
ción necesitan compararse solamente si tienen guiones en la mis-
ma posición. Nótese que el término (000-) no se aparea con cual-
quier otro término. Por consiguiente, este no tendrá marca a su
derecha. Los equivalentes decimales se escriben a mano derecha
de cada entrada para propósitos de identificación. EI proceso de
comparación debe Ilevarse a cabo de nuevo en Ia columna (c) y en
Ias columnas subsiguientes siempre y cuando se consiga el apa-
reamiento adecuado. En el ejemplo presente, la operación para en
la tercera columna.
Paso 4: Los términos no marcados en la tabla forman los pri-
meros implicados. En este ejemplo tenemos el término r¿\"¡'y' (000-)
en la columna (b) y los términos x'z'(-0-0) y uy (1-1-)en la co-
Iumna (c). Nótese que cada término de Ia columna (c) aparece
dos veces en la tabla y cuando el término forme un primer impli-
cado es innecesario usar el mismo término dos veces. La suma de
los primeros implicados dará una expresión simplificada de la
función. Esto es debido a que cada término marcado en Ia tabla
se ha tenido en cuenta para la entrada de un término más senci-
llo en la columna subsecuente. Así, las entradas no marcadas
(primeros-implicados) constituyen los términos dejados para for-
mular la función. Para el ejemplo presente,Ia suma de los prime-
ros implicados dará la función minimizada en suma de productos:
F:w'x'y'*x'z'*wy
Vale la pena comparar la anterior respuesta con la obtenida mediante
el método del mapa. La Figura 3-27 muestra la simplificación por mapa de
esta función. Las combinaciones de los cuadrados advacentes dan los
)': y
00 0i 1l l0
_ll
00
E 'l
Lr
0l
II
il tl I
t''{
Tl
I'o
l L' tr
7
Figura 3-27 Mapa de la función del Ejernplo3-13;tr': w,x,t,,*x,2,+uy
tres primeros implicados de la función. La suma de estostres términos es
la expresiónsimplificada en suma de productos.
Es importante señalar.gle
9l Ejemplo B-18 fue escogido a proposito
para d,ar una función simplificada a partir de una \"d.
*o*u primerós im_
p\\icados. En \\a mayoria de los casos \\a suma
de los primeros impricados
no necesariamenteform-anla expresión con el número *írri,,'o
de términos.
Esto se demuestraen el Ejemptó a-t+.
La tediosa manipulación que se debe hacer cuando
se usa el método
del tabulado se reduce si la cómparaciónse hace con
números decimales
en vez de binarios. se mostrará áhora un método qu.
u.\" la resta de nú_
meros decimales en v:z de comparar y aparear números
binarios. Nótese
que cada 1 en un n:mgo binario representa
el coeficiente multiplicado
por una potencia de 2. cuando dos términos mínimos
son iguales tod\",
las posicionesexcepto en una, el término mínimo con
el 1 extra \"r, ser
debe
más grande,_ el número dei otro térmiho mínimo,
que en una potencia de 2.
Por tanto, dos términos mínimos se pueden cambia¡
'potencia si ei nrimero del pri_
mer término mínimo difiere. po.r yna de 2 de un segundo número
Tay.or de la siguiente sección inferior de la tabla-sliir.tr\"rá este proce_
dimiento repitiendoel Ejemplo 3-18.
como se muestra en la Tabla 3-6 columna (a), los términos
mínimos
se arreglan en secciones como se hizo anteriormeni; ;;\";;t\" que se listan
solamente los decimalesequivalentesa ros té¡minos
;i;i;\"r. El proceso
de comparar los términos mínimos es como sigue:
inspecciónese todo par
de números decimales en seccionesadyacentesde la
tabla. si el número
de la sección inferior es mayor que er número de la
sección superior por
una potenciade 2 (por ejemplo1,2,4, g, 16, etc.) márquese
para demostrarque han sido usadosy escróalos ambosnúmeros
.\" t\"'\"olr-na (b). Er par
de números trasferidos a la colum\"\" (¡) incluyen
u;-;;;;\", número en
paréntesis que designa la potencia de 2 por
la cual difieren los números.
úl numero en paréntesisdice la posición der guión
en la notación bina_
ria. El resultado de la comparaciónde la colu\"mn; (\"i
¡; muestra en la
columna (b).
.. !\" comparación,entre secciones adyacentesen la columna (b) se rea-
liza de manera similar, excepto qu\" .oi\",'\"nte se
comparan aquelrostér-
t08
Tabla 3-6 Determinaciónde los primeros-implicados Ejemplo 3-13
del
con notación decimal
(a) (b) (c)
0v 0 ,l(l) 0,2, 8, r0 (2,8)
0,2 (2) \\/ 0 , 2 , 8r 0
, (2,8)
lv 0,8 (8) v
2t/ 1 0 l, r , 1 4 , 5 ( 1 , 4 )
l
8v 2, l0 (8) 1 0 l, l , 1 4 ,l 5 ( 1 , 4 )
8, l0 (2)
l0
10, l (r)
r
ll , t0, t4 (4)
t4
l l, 15(4)
15v 1 4 ,l 5 ( l ) \\
minos con el mismo número en paréntesis.El par de númerosen una sec-
ción debe diferir por una potencia de 2 del par de númerosen Ia siguiente
sección. Y los números en la sección inmediatamente inferior deben ser
mayores para poder lograr la combinación. En la columna (c) escríbase
todos los cuatro números decimales, con los dos números en paréntesis
como indicadoresde la posición de los guiones.Una comparaciónde las
Tablas 3-5 y 3-6 podría ser útil para comprender las derivacionesde la
Tabla 3-6.
Los primeros implicados son aquellos términos no marcados en Ia
tabla. Son los mismos que los encontradosanteriormenteexcepto que es-
tán dados en notación decimal. Para convertir la notación decimal a bi-
naria conviértasetodos los números decimalesen el término a binarios y
luego colóquese guión en aquellas posicionesdesignadas
un por los núme-
ros en paréntesis.Así 0,1 (1) se convierte a binario como 0000,0001; un
guión en Ia primera porción de cada número ¡esultará en (000-). De la
misma manera, 0, 2, 8, 10 (2, 8) se convierte a la notación binaria 0000,
0010, 1000y 1010,y un guión colocadoen las posiciones2 y 8, dará como
resultado (-0-0).
EJEMPLO 3-14: Determinar los primeros implicados de Ia
función:
F ( w ,x , y , e ) : ) ( 1 , 4 , 6 , 7 , 8 , 9 ,1 0 ,l l ' 1 5 )
Los números de los términos mínimos se agrupan en seccionesde
la manera mostrada en la Tabla 3-7 columna (a). El binario equi-
valente de un término mínimo se incluye con el propósito de con-
tar el número de unos. Los númerosbinarios en la primera sección
to9
Tabla 3-7 Determinación de los primeros implicados
del Ejemplo 3_14
(a.l (b) (c)
000t r \\/ t,9 (8) 8 , 9 ,1 0 n ( 1 , 2 )
,
0r00 4 ^/ 4,6 (2) 8,9,10, (1,2)
lI
r000 8V 8,9 (r) v
8, l0 (2) v
0ll0 6 \\/
l00l 9 f 6,7 (t)
l0l0 l0 \\/ 9,lt (2) \\/
1 0 l, r (r) \\/
0lll 7f
r 0 lI uv 7. t5 (8)
ll, l5 (4)
illl 15v
\\
Pri meros-i mpl icados
Binario
Decimal uxYz Términos
1 , 9( g ) _U 0l
4,6 (2) 0l -0 w'xz'
6 , 7( t ) 0l l- w'xy
7, 15(8) -t tl xyz
r l , 1 5( 4 ) l- lt wyz
8 , 9 , 1 0 ,I l ( 1 ,2 ) l0 wx'
tienen sólo un uno, en la segrntia sección dos unos,
etc. Los nú_
meros de los términos mínimos se comparan por
el método deci-
mal y se
-hacenparejas,si el número de Laseccióninferlo. es mayor
que aquel de la secciónsuperior.si
el número de la seccióninf.erior
es.más pequeñoque el
_dela superior no se tiene
reja aunque los dos números difieren por una potencia
la pa_
\"n \".r..,fu 2. La
de
búsqueda minuciosa en la columna (a) aur¿ como
resultado ros
términos de la columna (b), con todos los término.
Ái.ri_o,
la columna (a) marcados.Hay soramentedos parejas
á\"-lZ.-i'o,\".,
en-la columna (b) las cuales darán el mismo término
de dos lite_
rales en la columna (c). Los primeros implicados
consisten en
todos los términos no marcadosen la tabla. La
conversiónde no-
tación binaria a decimal se muestra en la parte i\"re.ior
á\" la ta-
bla. Los primerosimplicadosencontrados son r,y,z, u),x2, tL,x.y,
wyz y wx'. , xyz,
tto
t: )'
00 0l ll l0
rtx
00
!_l
0 't
.I t;
t-
,J' I
Ll_l
I' I
gu
Fi ra t\", u''o' r-'n'
o
\" !?!i+\", 1i.':i.j;:_,1;1,p:
La suma de todos los primeros implicados, dará una expresión alge-
braica válida para la función. Sin embargo esta expresión no es necesa-
riamente la que contiene el mínimo número de términos. Esto puede de-
mostrarse inspeccionando el mapa de Ia función del Ejemplo 3-14. Como
se muestra en lf Figura 3-28 Ia función minimizada reconocida es:
F: x'y'z * w'xz' * ryz * wx'
la cual consiste en la suma de cuatro de los seis primeros implicados deri-
vados del Ejemplo 3-14. El procedimiento de tabulado para la selección
de los primeros implicados que dan la función minimizada es el tema de
la siguiente sección.
3-11 S E L E C C I O ND E L O S P R I M E R O S I M P L I C A D O S
La selección de los primeros implicados que forman Ia función minimizada
se hace a partir de una tabla de primeros implicados. En esta tabla, cada
primer implicado se representa en una fila y cada término mínimo en una
columna. Se colocan cruces en cada fila para mostrar Ia composición de
los términos mínimos que constituyen los primeros implicados. Un mínimo
grupo de primeros implicados se escoge de manera que abarque todos los
iér.tri.tos mínimos de la función. Este procedimiento se ilustra en el Ejem-
plo 3-15.
BJEMPLO 3-15: Minimizar la función del Ejemplo 3-14'
El tabulado de los primeros implicados para este ejemplo se mues-
tra en la Tabla 3-8. Hay seis filas, una para cada primer implicado
(derivado en el Ejemplo 3-14) y nueve columnas que representan
cada una un término mínimo de Ia función. Se colocan cruces en
cada fila para indicar los términos mínimos contenidos en el pri-
mer implicado de esa fila. Por ejemplo, las dos cruces en la primera
fila indlcan que los términos mínimos 1 y 9 están contenidos en el
p r i m e r i m p l i c a d o x ' y ' 2 . E s a c o n s e j a b l ei n c l u i r e l e q u i v a l e n t e d e c i -
ttl
Tabla 3-8 Tabla de primeros-implicados Ejemplo 3-1b
del
l0 ll
f x'v'z l,9
n/w'xz' 4,6 X
tp'xy 6,7 X X
xyz 7 t5 X X
wyz I l, l5 X X
v wx' 8,9,10,11 X X
mal del primer implicado en cada fila y convenientedar los térmi-
nos mínimos contenidos en é1. una vlz se hayan marcado todas
las cruces se procederáa seleccionarun númeró mínimo de prime-
ros implicados.
. La tabla completa de primeros implicados se inspecciona para
obtener columnas que contengan solamente una cruz. En este
ejemplo hay cuatro términos mínimos cuyas columnas tienen una
sola cruz: 1, 4, 8 y 10. El término mínimo 1 está cubie¡to por el
primer implicado x'y.'z;. es .decir,. seleccióndel primer imp-licado
la
garantizaque el término mínimo l está incluido en la iunción.
!_'J'z
De manera similar el término mínimo 4 está cubierto por el primer
implicado tD'xz'y los términos mínimosg y 10por el prirner implica-
do wx'' Los primeros implicados que cubren ros términos mínimos
con una sola cruz en su columna se llaman primeros implicados
esenciqLes-. Para permitir que la expresiónfinal simplificáda con-
tenga todos los términos mínimos no queda otra aliernativa que
incluir los primeros implicados esenciáles.Se coloca ,rr,, -u.\"\"
en la tabla a continuación de los primeros implicados esenciales
para indicar que han sido seleccio.,ádo\".
. En seguida se observa cada columna cuyo término mínimo
está cubie¡to por los primeros implicados eslnciales serecciona-
dos. Po¡ ejemplo, el primer implicaho seleccionado ,,y,)-.rr¡r\" to,
té¡minos mínimos 1 y 9, entonces se coloca ,.rrru,rr\".\"á
en-ia parte
inferior de las columnas. De manera similar, el primer,
impticado
w' xz' c\\bre los términos minimos 4 y 6 y,¿¡' cubre g, g,
i0 y'11 res_
pectivamente. La inspección de la taúla de pri*eio\"
i*pti\"\"ao.
cubre todos los términos de la función con excepciónde y
7 rs.
Estos dos términos mínimos deben ser incruido.'po. la
seiección
de.uno 9 -í\" primeros implicados. En este ejemplo es claro que
primer implicado ryz cubre ambos términos i\"i\"'i*\".1-\"r el
po, t\"rr-
to el seleccionado- Así se ha encontrado er .o\"¡\"tJ -iíi-o a\"
primeros implicados cuya suma da la función
mlnimizada reque-
rloa:
F: x'y'z + w'xz' + wx' + xyz
tt2
E
ñ
F
s E c .3 - 1 2 OBSERVACIONES NCLUYENTES I3
CO I ff
F
ii,,
Las expresionessimplificadas deducidas en los ejemplos anteriores
estaban expresadas la forma de suma de productos. El método del ta- f,
en
bulado puede adaptarsepara dar una expresión simplificada en producto
r
6
de sumas. De la misma manera que en el método del mapa se tiene que
comenzarcon el complementode la función tomando los ceroscornola lista F
ii
inicial de términos mínimos. Esta lista contiene aquellos términos míni- :'
':i
mos no incluidos en la función original, los cuales son numéricamente
iguales a los términos máximos de la función. El procesode tabulación se ri
lleva a cabo con los ce¡os de la función para terminar con una expresión ¡i
simplificada en suma de productos del complementode la función. Obte- ir
niendo de nuevo el complemento se consigue la expresión simplificada
en producto de sumas.
Una función con condiciones de no importa puede ser simplificada
por el método del tabulado despuésde una pequeñamodificación. Los tér-
minos de no importa se incluyen en la lista de los términos mínimos cuan-
do los primeros implicados se determinan. Esto permite la deducción de
primeros implicados con el mínimo número de literales. Los términos de
no importa no se incluyen en la lista de los términos mínimos cuando se
prepara la tabla de los primeros implicados ya que los términos de no im-
porta no tienen que estar cubiertos por los primeros implicados seleccio-
nados.
3-12 OBSERVACIONES ONCLUYENTES
C
Se introdujeron dos métodos de simplificación de funciones de Boole en
este capítulo. El criterio para la simplificación fue el de minimizar el nú-
mero de literales en expresiones de suma de productos o productos de
sumas. Tanto el método del mapa como el de.tabuladoson tan restringidos
en sus alcancesya que son útiles para simplificar solamentefuncionesde
Boole expresadasen las formas normalizadas. A pesar de que ello es una
desventajade los métodos,no es muy crítica, ya que la mayoría de aplica-
ciones buscan, más la forma normalizada, que cualquier otra forma. Se
ha visto de la Figura 3-15 que la ejecucióncon compuertas,de expresiones
en la forma normalizada,consistea lo sumo en dos niveles de compuertas.
Las expresionesque no están en la forma normalizada se ejecutan con
más de dos niveles. Humphrey (5) muestra una extensión del método del
mapa que produce expresiones simplificadas de multiniveles.
Se debe reconocer que la secuencia del código reflejado escogidopara
Ios mapas no es única. Es posible dibujar un mapa y asignar una secuen-
cia binaria de código reflejadoa las filas y columnas diferentea la secuen-
cia que se ha venido empleando. Siempre y cuando la secuenciabinaria
escogidaproduzca el cambio de un solo bit entre cuadradosadyacentes,
se producirá un mapa útil y válido.
Dos versiones alternas de mapas de tres variables que a menudo se
encuentranen la literatura de lógica digital se muestran en la Figura 3-29.
Los números de los términos mínimos se escriben en cada cuadrado para
referencias. En (a), la asignación de las variables a las filas y columnas
es diferente de la que se usa en este libro. En (b) se ha rotado el mapa a
x
0l
Y
00 0l ll l0 00 0 +
i 0 2 6 0l 5
I
zf 1
I '7
I J 7 5 lil J
L -v-'l
l
q_J
v
I'o 2 6
(a) (b)
Figura 3-29 Variaciones del mapa de t¡es variables
la posición vertical. La asignación del número del término mínimo en todos
Ios mapas permanece en el orden xyz.Por ejemplo, el cuadrado del término
mínimo 6 se encuentra asignando a las variables ordenadas el número
binario xyz:110. EI cuadrado para este término mínimo se encuentra en
(a) de la columna marcada W : ll y la fila z: 0. EI correspondiente cua-
drado en (b) pertenece a la columna marcada con r : 1 y a la fila con
yz:10. El proceso de simplificación con estos mapas es exactamente el
mismo que el descrito en este capítulo excepto por supuesto por las varia-
ciones de términos mínimos y la asignación de variables.
Otras dos versiones del mapa de cuatro variables se muestra en Ia
Figura 3-30. El mapa en (a) es muy popular y se usa muy a menudo en la
literatura sobre tales temas. De nuevo Ia diferencia es muy pequeña y se
manifiesta por el solo intercambio de la asignación de la variable de filas
a columnas y viceversa. El mapa en (b) es el diagrama original de Veitch
(1), el cual Karnaugh (2) modificó al mostrado en la Figura (a). Los proce-
sos de simplificación no cambian cuando se usan estos mapas en vez de
los usados en este libro. Hay también variaciones de los mapas de cinco
o seis variables. De todas maneras, cualquier mapa que parezca diferente
al usado en este libro o que se llame de manera diferente, debe reconocer-
A
AB __j_
CD 0 0 0l ll l0
0 q t2 8 t2 t4 6
,{
.{
0t
n
l0
3
2
5
7
o
--..-Y-
!----y-
IJ
l5
l4
9
il
l0
i l3
9
8
\\-J
ll
t0
7
J
5
0
l
BC
(a) (b)
Figura 3-30 Variaciones del mapa de cuat¡o variables
tt4
S E C .3 - 1 2 O B S E R V A C I O N E S N C L U Y E N T EIS5
CO I
se simplemente como una variación de la asignación de términos mínimos
a los cuadrados del mapa.
Como es evidente de los Ejemplos 3-13 y 3-14, el método del tabulado
tiene el inconveniente que ocurren errores inevitables al tratar de compa-
rar los números por medio de listas largas. EI método del mapa podría ser
preferible, pero para más de cinco variables no se puede estar seguro que
se ha encontrado la mejor expresión simplificada. La ventaja real del mé-
todo del tabulado está en el hecho de que consiste en procedimientos paso
a paso que garantizan Ia respuesta. Es más, este procedimiento formal es
adecuado para mecanización por computador.
Se ha establecido en la Sección 3-9 que el método de tabulado siempre
comienza con la lista de términos mínimos de la función. Si la función no
está en esta forma, debe convertirse a ella. En la mayoría de Ias aplicacio-
nes, la función que va a ser simplificada proviene de una tabla de verdad,
de la cual se puede obtener Ia lista de términos mínimos. De otra manera,
la conversión de términos mínimos agrega un trabajo considerable de ma-
nipulación al problema. Sin embargo, existe una extensión del método del
tabulado para encontrar los primeros implicados de expresiones algebrai-
cas de suma de productos. Ver por ejemplo McCluskey (7).
En este capítulo se ha considerado la simplificación de funciones con
muchas variables de entrada y una sola variable de salida. Sin embargo
algunos circuitos digitales tienen más de una salida. Tales circuitos se
describen mediante un conjunto de funciones de Boole, una para cada
variable de salida. Un circuito con múltiples salidas puede algunas veces
tener términos comunes entre las diferentes funciones que pueden ser
utilizadas para formar compuertas comunes durante la ejecución. Esto
dará como resultado una ulterior simplificación que no se ha considerado
cuando cada función se simplifica separadamente. Existe una extensión
del'rnétodo del tabulado para los circuitos de salidas múltiples (6, 7). Sin
embargo, este método es muy especializado y bastante tedioso para ma-
nipuleo humano. Tiene importancia práctica solamente si se le ofrece al
usuario un programa de computador basado en este método.
REFE ENCIAS
R
1 . Veitch, E. W., \"A Chart Method for Simplifuing Truth Functions\". Proc. of the
ACM (mayo 1952),127-33.
Karnaugh, M., \"A Map Method for Synthesisof CombinationalLogic Circuits\".
Trans. AIEE, Comm. and Electronics,Vol. 72, Parte I (noviembre1953), 593-99.
Quine, W. V., \"The Problemof Simplifying Truth Functions\".Am. Math. Month'
ly, Vol. 59, No. 8 (octubre1952),
521-31.
^ McCluskey, E. J., Jr., \"Minimization of BooleanFunctions\". BeII System Tech.
J., Vol. 35, No. 6 (noviembre1956),1417-44.
F
Humphrey, W. S., Jr., Switching Circuits with Computer Applícations. Nueva
York: McGraw-Hill Book Co., 1958,Capítulo 4.
Introduction to Stl)itchingTheory and Logícal De-
6 . Hill, F. J., y G. R. Peterson,
sign,2a. ed. Nueva York: John Wiley & Sons,Inc., 1974,Capítulos6 y 7.
s r M p L t F t c A c t o N F U N c t o N ED E B o o L E
DE s cAP.3
!16
E.
_!Icplr¡skey, J., Jr., Introduction to the Theory of switching circuits. Nueva
York: McGraw-Hill Book Co., 1g65,Capítulo 4.
{ohav-i, 2., suitching and Finite Automata Theory. Nueva york: McGraw-Hill
Book Co., 1970.
N a g l e ,H . T . J r . , B . D . c a r r o l , y J . D . I r w i n , A n I n t r o d u c t i o n t o c o m p u t e rL o g i c .
Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hail,Inc., 1925.
PROBLEMAS
obtenga las expresionessimplificadas en suma de productos de las s-iguien-
tes funcionesde Boole;
(a) F(x, y, z) : >(2, 3, 6,7)
@ ) F ( A , B , C , D ) : > ( 7 , 1 3 ,1 4 ,1 5 )
( c ) F ( A , B , C , D ) : > ( 4 ,6 , 7 , 1 5 )
( d ) F ( w ,x , y , z ) : 2 ( 2 , 3 , 1 2 ,1 3 ,1 4 ,1 5 )
3-2. obtenga las expresiones simplificadas en suma de productosde
tes funcionesde Boole:
(a) xy + x'y'z' * x'yz'
(b) A'B + BC' + B'C'
(c) a'b' I bc * a'bc'
(d) xy'z I ryz' * x'yz * ryz
obtenga las expresiones simplificadasen suma de productosde las siguien-
tes funcionesde Boole:
(a) D(A', + B) + B'(C + AD)
( b ) A B D + A ' , C ' , D '+ A ' B + A ' C D ' + A B ' D '
,
(c) k'lm' * k'm'n + klm'n' I lmn'
( d ) A ' B ' , C ' , D '+ A C ' D ' + B ' C D ' + A ' B C D + B C ' D
,
(e) x'z * w'ry' + w(x'y + xy')
3 - 4 . Obtenga las expresiones simplificadas en suma de productosde las siguien-
tes funciones de Boole:
(a) F(A, B, C, D, ¿/ : >(0, 1,4, 5, 16,t7,21,25,29)
(b) BDE + B'C'D + CDE + A'B'CE + A'B'C + B'C'D'E'
( c )A ' B ' C E ' + A ' B ' C ' D ' + B ' D , E , + B , C D , + C D E , + B D E ,
J-O. Dada la tabla de verdad:
000 0 U
001 I 0
010 I 0
0ll 0 I
100 I 0
l0l 0
ll0 0
ltl I
I
l\" 'ROBLEMAS | 7
|
(a) ExpreseFt I Fz en producto de términos máximos.
(b) Obtenga las funcionessimplificadasen suma de productos.
(c) Obtenga las funcionessimplificadasen producto de sumas.
3-6. Obtenga las expresiones simplificadas en producto de sumas:
(a) F(x,y, z) : II(0, I, a, 5)
@) F(A, B, C, D) : n(0, l, 2, 3, 4, 10, I l)
(c) F(w, x, y, z) : II(1, 3, 5, 7, 13,15)
3-7. Obtenga las expresiones simplificadas en (1) suma de productosy (2) pro-
ducto de sumas.
(a) x'z' * y'z' I yz' + ryz
(b) (A + B', + D)(A' + B + DXC + DXC', + D',)
( c ) ( A ' + B ' + D ' ) ( A+ B ' + C ' ) ( A ' + B + D ' ) ( B + C ' + D ' )
( d ) ( A ' + B ' , + D ) ( A ' + D ' , ) ( A+ B + D ' , ) ( A+ B ' , + C + D )
(e) w'yz' * ow'z' * ow'x * rs'wz* a'ut'y'z'
3-8. Dibuje la ejecución con compuertas de las funciones de Boole simplificadas,
obtenidas en el Problema 3-7 usando las compuertasAND y OR.
3-9. Simplifique cada una de las siguientes funciones y ejecútelas con compuer-
tas NAND. Dar dos alternativas.
(a) 4 : AC' + ACE + ACE, + A,CD, + A,D,E,
(b) F2:@',+ D',)(A',+ ',+ D)(A + B',+ C',+ D)(A',+ B + C'+ D')
C
3-10. Repita el Problema 3-9 para ejecucionescon NOR.
3-11. Ejecute Ias funciones siguientes con compuertas NAND. Asuma que se cuen-
ta con entradas normales y complementadas.
(a) BD + BCD + AB' C'D' + A' B'CD' con no más de seiscompuertas,
cadauna
con tres entradas.
(b) (AB + A' B' )(CD' + C'D) con doscompuertas dosentradas.
de
3-12. Ejecute las siguientes funciones con compuertas NOR. Asuma que se cuen-
ta con las entradasnormal y complementada.
(a)AB'+ C'D'+ A'CD'+ DC'(AB+ A'B')+ DB(AC'+ A'C)
b ) A B ' , C D ' , + A ' , B C D ' , +A B ' , C ' , D+ A ' , B C ' , D
3-13. Haga una lista de las formas degeneradas dos niveles y demuestreque se
de
reducen a una sola operación. Explique cómo las formas degeneradas dos
de
niveles pueden ser usadas para aumentar el fan-out de las compuertas.
3-14. Ejecute las funciones del Problema 3-9 con las siguientes formas de dos ni-
v e l e s :N O R - O R , N A N D - A N D , O R - N A N D y A N D - N O R .
3-15. Simplifique las funcionesde Boole F en suma de productosusando las con-
diciones de no importa d;
(a) F: y' + x'z'
¿l: yz * rl
o) F: B',C',D',+ CD'+ ABCD'
B
d: B'CD' + A'BC'D
CAP.3
, i ( t , S i m p l i l i q u ei ¿ rl u u c , ¡ i r r e B o o l eI i u s a n d ol a . ; c o n d i c i o n e ( l ¿ n o i m p o r t ad e n
d s
i l r s u r l a d e 'p r o d u c t o s ( 2 ) p r o d u c t od e s u m a s :
y
( a ) F : A ' B ' , ' . - . 4 ' C D+ A ' B C
d: A'BC'L,+ACD I AB'D'
O) .F : w'(x'y * x'!' + 4t¿) + x'z'(y + w)
d: w'x(y'z + yz') + nyz
lc) F: ACE + A'CD'E'+ A'C'DE
d: DE' + A'D'E + AD'E'
(d)F: B'DE'+ A'BE + B'C'E'+ A'BC'D'
d: BDE' + CD'E'
: l - 1 ; . l l j e c u t . e a s s i g u i e n t e su n c i o n e s s a n d ol a s < , , l d i c i o n e s e n o i m p o r t a . A s u -
l l u d
m a q u e s e c u e n t ac o n I r r se n t r a d a sn o r m a l e s ' , s u s t t t m p i e m e n t o s .
( a ) F : A ' B ' C ' + A B ' D + A ' B ' C D ' c o n d o s c o m p u e r t aN O R a l o s u m o .
s
d: ABC+ AB'D'
(b) f = U + D)(A'+ B)(,1'+ C') con tres compuertas AND a lo sumo. N
(c) f': B'D + B'C + ABCD c o n c o m p u e r t aN A N D .
s
d:A'BD+AB'C'D'
3-18. Ejecute las siguientes funciones en compuertasNAND y NOR. Use sola-
rnente cuatro compuertas.Solamentese cuenta con las entradas normales.
F: v/xz + tt\".vz .r'yz' * wxy'z
*
d : w-t-z
rj 19. La siguiente xpresión e Boole:
e d
BL + B'DE'
e s l a v e r s i ó ns i m p l i f i c a d a e l a f i r n c i ó n :
d
A ' B E + B C D E+ B C ' D ' E + A ' B ' D E ' + B ' C ' D E '
uHay condiciones no importa? Si es así, ¿cuálesson ellas?
de
il 2(). Dé tres manerasposiblesde expresarlas funciones:
F : A'B'D' + AB'CD' + A'BD + ABC'D
con ocho o menos literales.
jl 21. (lon el uso de mapas, encuentre la f<rrma más simple en suma de productos
de la l'unciórt F : f g, donde / y g estén dados por:
-f : wry' + y'z + w'yz' + x'),2'
g : (v, + x + y' + z')(x' * y' + z)(w' + y + z')
S u g e r e n c i c tV e ¡ e l P r o b l e m a 2 - 8 ( b ) .
:
: l - 2 2 . S i m p l i f i q u e l a f ' u n c i r j nd e B t x ¡ l e d e l P r o b l e m a S - 2 ( a ) u s a n d o e l m a p a d e f i n i d o
en ia l'igura il-29(a). Repita el ejercicio con el mapa de la Figura 3-29(b).
P R O B L E M A SI 9
I
3-23. Simplifique la función de Boole del Problema3-3(a)usandoel mapa definido
en la Figura 3-30(a).Repita con el mapa de la Figura 3-30(b).
3-24. Simplifique las siguientesfuncionesde Boole por medio del método del ta-
bulado.
(;a)F(4, B, C, D, E, F, G): >(20,28,52,60)
(b) F(A, B, C, D, E, F, G) : >(20, 28,38,39, 52, 60, r02, 103,127)
( c ) F ( A ,B , C , D , E , F ) : > ( 6 , 9 ,1 3 ,1 8 ,1 9 , 2 5 , 2 1 , 2 9 , 4 1 , 4 5 , 5 7 , 6 1 )
3-25. Repita el Problema3-6 mediante el uso del métododel tabulado.
i,
3-26. Repita el Problema 3-16(c)y (d) usando el método del tabulado.
i.
3!
I
Lógica combinaciona
4-1 INTRODUCCION
Los circuitos lógicos para los sistemas digitales pueden ser combinacio-
nales o secuenciales. Un circuito combinacional consiste en compuertas
lógicas cuyas salidas se determinan directamente en cualquier momento
de la combinación presentede entradas sin tener en cuenta las entradas
anteriores. Un circuito combinacional realiza una operación de procesa-
miento de información específicacompletamentelógica por medio de un
conjunto de funciones de Boole. Los circuitos secuenciales usan elemen-
tos de memoria (celdas binarias), Además de compuertas lógicas. Sus
salidas son una función de las entradas y del estado de los elementosde
la memoria. El estado de Ios elementosde Ia memoria, a su vez es una
función de las entradas previas. Como consecuencia, Ias salidas de un
circuito secuencial dependen no solamente de las entradas presentes,
sino también de las entradas pasadas,y el comportamientodel circuito
debe especificarse por una secuenciade tiempos de las entradas y estados
internos. Los circuitos secuenciales discuten en el Capítulo 6.
se
En el Capítulo 1 se aprendió a reconocerlos númerosy códigosbina-
rios que representan las cantidades discretas de información. Estas va-
riablei binarias se representan por medio de voltajes eléctricos o por
cualquier otra señal. Las señalespueden ser manipuladas por compuertas
Iógicásdigitales con el f,rn de ejecutar las funcionesdeseadas. el Capí-
En
tulo 2 se lntrodujo el álgebra de Boole como vehículo para expresaralge-
braicamente funciones lógicas. En el Capítulo 3 se aprendió a simplificar
las funciones de Boole para lograr ejecuciones con compuertas de tipo
económico.El propósito de este capítulo es el de usar los conocimientos
adquiridos en los Capítulos anteriores y el de formular varios diseños
sisfemáticos y procedimientos de análisis de los circuitos combinacio-
nales. La solución de algunos ejemplos típicos dará una recopilaciónútil
de funciones elementales importantes para Ia comprensión de computa-
dores digitales y sistemas.
Un circuito combinacional consisteen variables de entrada, compuer-
tas lógicas y variables de salida. Las compuertaslógicas aceptan señales
120
n variables m variables
de entrada de salida
Figura 4-1 Diagrama de bloque de urr-circuito combinacion'al
en las entradas y genelan señales en las salidas. Este procesotrasforma
información binaria de datos de entrada dados a datos de salida reque-
ridos. Obviamente, los datos de salida y de entrada se representanpor
medio de señalesbinarias, es decir, existen dos valores posibles,unorre-
presentado lógica 7 y el otro representado lógica 0. En Ia Figura 4-1 se
muestra un diagrama de bloque de un circuito combinacional.l Las n va-
¡iables binarias de entrada vienen de una fuente externa, las rn va¡iables
de salida van a un destino externo. En muchas aplicacionesla fuente y
el destino son registros acumuladores(Sección 1-7) localizadosen la ve-
cindad de un circuito combinacionalo en algún componenteremoto exter-
no. Por definición, un registro externo no debe influenciar el comporta-
miento de un circuito combinacionalya que si lo hace el sistema total se
convierte en un circuito secuencial.
Para n variables de entrada, hay 2\" combinaciones posibles de valo-
res de entrada binaria. Para cada combinaciónde entrada posible hay una
y sólo una combinaciónde salida posible.Un circuito combinacionalpuede
I describirsepol m funciones de Boole, una para cada variable de salida'
Cada función de salida se expresaen términos de n variablesde entrada.
Cada variable de entrada a un circuito combinacional puede tener
Una o dos conexiones.Cuando se cuenta solamente con una conexión, se
puede representarla variable en Ia forma normal (no tildada) o en Ia for-
ma de cbmplemento (tildada). como una variable en una expresión de
Boole puede aparecer tildada- y no tildada es necesariosuministrar un
inversoi para óada literal que no se obtenga en el terminal de entrada.
Por otra parte, una variable de entrada puede apareceren dos terminales
suministrando las formas normales y de complemento a la entrada del
circuito. Si este eS el caso, no es necesarioincluir los inversoresa las
entradas. EI tipo de celdas binarias usadas en la mayoría de los sistemas
digitales son circuitos flip-flops (Capítulo 6) que tiengn salidas nalg Los
va\"loresnormales y de la variable binaria acumulada.
\"omple*entados que cada variable de entrada apa-
En el trabajo subiiguiente, se asume
rece en dos terminales, suministrando simultáneamente los valores nor-
males y de complemento.Se debe tener en cuenta que un circuito inversor
puede producir el complemento de la variable si se cuenta con un solo
terminal.
4-2 PROCEDIMIENTOE DISEÑO
D
El diseño de circuitos combinacionalescomienza desde el enunciado del
problema y termina con el diagrama de circuito lógico, o con un conjunto
áe funciones de Boole de los cuales se puede obtener el diagrama lógico
fácilmente. El procedimientocubre los siguientespasos:
t2l
I22 LOGICACOMEINACIONAL CAP 4
1. Se enuncia el problema.
2. se determina el número requerido de variabres de entrada v el nú-
mero requerido de variables de salida.
3. Se le asignan letras a las variables de entrada y salida.
4. se deduce la tabla de verdad que define las relaciones entre las
entradas y las salidas.
5. Se obtiene la función de Boole simplificada para cada salida.
6. Se dibuja el diagrama lógico.
una tabla de verdad para circuitos combinacionales consiste en co-
lumnas de entrada y columnas de salida. Los unos y ceros en las columnas
de entrada se obtienen de las 2n combinaciones binarias disponibles
para n variables de entrada. Los valores binarios para las salidas se de-
terminan después de un examen del problema enunciado. una salida puede
ser igual a 0 ó 1 para cada combinación válida de entrada. sin embargo,
las especificaciones podrían indicar que algunas combinaciones de entia-
da no ocurrirán. Estas combinaciones se convertirán en condiciones de
no importa.
Las funciones de salida especificadas en la tabla de verdad darán la
definición exacta del circuito combinacional. Es importante que las espe-
cificaciones enunciadas se interpreten correctamente en la tabla de ver-
dad. Algunas veces el diseñador debe usar su intuición y experiencia para
l l e g a r a l a i n t e r p r e t a c i ó n c o r r e c t a . L a s e s p e c i f i c a c i o n e se ñ u n c i a d a s - s o n
faÍa vez completas y exactas. Cualquier interpretación errónea que pro-
duzca una tabla de verdad incorrecta dará como resultado un ii.\"Litu
combinacional que no cubra las necesidades establecidas.
Las funciones de Boole de salida de una tabla de verdad se s.mplifi-
can por cualquier método disponible, tal como manipulación algebraica,
el método del mapa o el procedimiento del tabulado. Normalmente habrá
una variedad de expresiones simplificadas entre los cuales se puede es-
Loger. Sin embargo, en una aplicación particular, ciertas restricciones,
l i m i t a c i o n e s y c r i t e r i o s v i e n e n c o m o g u i a e n e l p r o c e s o d e s e l e c c i ó nd e
una expresión algebraica particular. Un método práctico de diseño tendrá
que considerar tales condiciones obligatorias como (1) número mínimo
de compuertas, (2) número mínimo de entradas a una compuerta, (3) tiem-
po de propagación mínima de una señal a través del circuito, (4) número
minimo de interconexiones y (5) limitaciones de la capacidad de accio-
namiento de cada compuerta. Como todos estos criterios no pueden satis-
facerse simultáneamente y como la importancia de las condiciones obli-
gatorias se dictan para la aplicación particular, es difícil hacer una
afirmación general en lo que respecta a una simplificación aceptable. En
la mayoría de los casos la simplificación comienza wr lograr un objetir.r,
elemental, tal como producir una función de Boole simplificada en la fbrma
normalizada y de allí proceder a lograr los otros criterios de comporta-
miento.
En Ia práctica, los diseñadores tienden a ir de las funciones de Boole
d una lista de terminales que muestran las interconexiones entre varias
'l
$
*
*
!
i
F
SEC, '3
4 S U M A D O R EI 2 3
S
compuertas lógicas n,rrmalizadas. En este caso el diseño no debe ir más
a l l á d e l a s f u n c i o n e s d e B < r o l es i m p l i f i c a d a s d e s a l i d a . S i n e m b a r g o , e l
d i a g r a m a I ó g i c o e s ú t i l p a r a r - i s u a l i z a r l a e j e c u c i ó n d e l a s e x p r e s i o n e sc t . , t r
compuertas.
4-:i SUMADORES
I , o c o r n p u \" l t a s i : i i g i t ¿ r l ehs c e n u n a v a r i e d a d d e t ¿ t , e a st i e ¡ t t , r t r t l s a m t e n t < l
'a
c k . i n f i r r m a c r r l n . ! l r r t r e l a . , l r r n c i o n e s b á s i c a s e n c ( ) n t r a d a se s t á I l I a s d i f i ¡
r('rltes operricionesaritméticas. La operaciórl aritmética más básica es
s i ¡ d u d a l a s u m a d e d o s d i g i t o s b i n a r i r - , s .E s t a s i m p l e a d i c i ó n c o n s i ; t e e l l
c u a t r o o p e r a c i o n e s l e m e n t a l e sp t l s i b l e sa s i : 0 f U - ( ' , 0 + I ' = 1 . 1 + 0 : 1 r
e
1 + 1 : 1 0 . L a s p r i m e r a s t r e s o p e r a c i o n e s r o d u c e nu n a s u ¡ l l ¿c u y a l o n g i t u t l
p t
es e n u n 'dríig iao i,ap e r o , e n e l c a s o e n q u e a m b o s s u m a n d o b s e a n i g u a l e s a I
t n r
t
i¿i suma c o t t s t s t e e n d o s c i i g i t o s . F l l i r i t l f l ü : : ' i r : ri f i t ' a t i ' i t ' i l n ' '
,.:srrltado Se llama bit de qrrrslre (Acarre0). Cuando l')s il¡ltrtu't de ros ''rS
- - ¡ ¿ ¡ ¡ 1 d c s' , r l l t i e n e t t m á s
i eli;lii,,. slgllrli.,rtir,r;l-.ei i r ltrraslte qL
o b t i e n e c l e l a s u m a d e d o s b i t s s e a g r e g a a i s i g u i e r r t' i i ¿ : r d e b i t s s t , . l l , r
i
t ' i c a t i y r ; sd e m a y o r o r d e n . U n c i r c u i t o c o m b i n a c i o r t ¿ l q u e r e a l i z a l a s t i , , l , ,
de dos bits se llama sumodor medio. Aquel que realrza ia suma dt tr':s ¡rlts
( d o s b i t s s i g n i f i c a t i v o s m á s e l b i t d e a r r a s t r e ) e s u n . s ü 1 7 ¿ { ¡ c iiro n t p l , ' l u . l l l
tr
n 6 m b r e d e l p r i m e r o s e d e r i v a d e l h e c h o d e q r r e s e u s ¿ t l ld o s s t l l l r i r , i r : i ' i : 'r , r -
S
r l i o s p a r a h a c e r u n s u m a d o r c o m p l e t o . L o s c l o s c i r c u i t o s s u n i a c l o r e sl r ) 5 : ) r l
r
l o s p r i m e r o s c i r c u i t o s c o m b i n a c i o n a l e sq u e s e v a n a d i s t . ' ñ a r .
Sumador medio
i ) t , I a r : x p l i c a c i ó nv e r b a l d e l s u m a d o r m e d i o s e e n c u e l r l r aq u e e s t e t ' i r t r t i i , ,
¡ecesita dos entradas binarias y drrs salidas binarias. Las varialtles cle
e n t r ¿ r d ad e s i g n a n l o s b i t s d e l o s s u m a n d o s , l a s v a r i a l l l e s d e s a l i d a l t r o c i u -
cen la suma v el bit dc arrastre. Es necesario especificar dc¡sr'¿triabk's
d e s a l i d a p o r q u e e l r e s u l t a d o p u e d e c o n s i s t i r d e d o s d í g i t , r s l ¡ i n ¿ r r i o s .S e '
a s i g n a n a r b i t r a r i a m e n t e l o s s í m b o L r s . I ] ' . 1 a l a s c l l \" t ' n i r a d ¿ l s ,\\ ' ( p a r a i ¿ r
s u m a ) ¡ ' C ( p a r a e l b i t d e a r r a s t r e i p a r ¿ il a s s ¿ r l i d a s '
U n a v e z q u e s e h a y a e s t a b l e c i d oe l n r i m e r r 1 ' 1 , , 1 , r o n r l t r e s e l ¿ t st , , r -
, ¡ d
r i a b l e s d e e n t r a d a y s a l i d a s e e s t á l i s t o p a r a f r r r i ¡ i u i ¿ t il a t a b l ¡ d e r . e r r l . r t i
para identificar exactamente la f'unción del sumatl¡rrnredio. Esta l¿ri,i '
de verdad se muestra a c'ontinuación:
(t 0
0 0
I 0
I 1
tll bit de arraslr* e:. r) ¿r n(; ser qrte ambas enl u l. l,,i ;,t.id.,
r e p r e s e n t ae l b i t n r e n , l s\" i g n i f i c a t i v o d e l a s u m a .
.l -fl-
)' --L-/ l__ñ
x' -t'
IH
)\"
'--ñ (-l-
j'1_/
tT - -L
] 1J
(a) .l : .r)' : .r') (b) J - (r -,-.v) { -y')
(r'
C=xl C: .r)
.I r
.t
c;\"
(c) S-(C*¡'y')' (d) S.(¡f r)'(.r'*r')
C:xy ¿-:1-r',',v',)',
Y
v
n'N
=i,*'
Figura 4-2 Varias configuracionesdel sumador medio
Las funciones de Boole simplificadas para las dos salidas pueden ob-
tenerse directamente de una tabla de verdad. Las expresiones simplifica-
das en suma de productosson:
S: x,y i ry,
C: xY
El diagrama lógico para esta configuraciónse muestra en Ia Figura 4-2(a)
de Ia misma manera que otras cuatro formas para hacer un sumador me-
dio. Todas ellas logran el mismo resultado en cuanto al comportamiento
de entrada-salida.Ellas muestran la flexibilidad disponible para el dise-
ñador cuando se configura una función lógica combinacional simple, tal
comoésta.
La Figura 4-2(a), como se ha enunciadoantes, es Ia configuracióndel
sumador medio en suma de productos. La Figura 4-2(b) muestra la confi-
guración en producto de sumas:
,S:(x+y)(x,+y,)
c:ry
124
H
H
PI
+i
sEc. 4-3 125
SUMADORES n1
t.i
;t'.
para obtener la configuraciónde la Figura 4-2(c),se nota que s es la oR-
exclusivade r y y. El de s es el equivalente ¡ y:' (sec-
de
\"o-plemento
ción 2-6):
S':xY+x'Y'
pero como c: xy se obtiene:
S: (C + ,,y')'
En la Figura 4-2(d) se usa la configuracióndel producto de sumas con c
derivado como sigue:
C:xy:(x,+1,),
El sumador medio puedeser configuradocon una OR-exclusivay una com-
nuerta AND de la manera mostrada en la Figura 4-2(e).Esta forma se usa
para
ila. i\"rá. para demostrar que se necesitan dos sumadoresmedios
construir un circuito sumador completo.
Sumador comPleto
Un sumador completo es un circuito combinacional que forma la suma
'bit.
aritmética de treÁ d\" entrada. Este consiste en tres entradas y dos
salidas. Dos de las variables de entrada denotadaspor I y y representan
los dos bits significativos que se aglegan. La tercera entrada z representa
el bit de arraslre de la poiición previa menos significativa' Se necesitan
dos salidas porque la suma aritmética de tres dígitos binarios varía en
valor de 0 a-3 y-los binarios 2 ó 3 necesitandos dígitos. Las dos salidas se
designanpor lós símbolosS para la suma y C para el bit de arrastre. La
variáble binaria S da el valor de la suma del bit menos significativo' La
' variable binaria C da el bit de arrastre de salida. La tabla de verdad del
sumador completo es como sigue a continuación:
000 00
001 01
010 0l
0ll l0
100 0l
l0l l0
110 l0
lll ll
Las ocho filas debajo de las variables de entrada designantodas las com-
bi*.ione. posibles <le unos y ceros que pueden tener esas variables' Los
V d\" las variables- salidá se determinan por la suma aritmé-
de
\"\"o. de \"\"ro,bits de entrada. Cuando todos los bits de entrada sean ceros'
tica los
la salida es cero. La salida S es igual a 1 cuando solamenteuna entrada
I
.{ 0 0 0r r 0
0 I
f .ll
I
.S .r'r,': -r'-l:'r .r)':'- ,rl,: C - .rr. I .t. \\:
Figura 4-B Mapas Ce un sumador comDleto
es igual a I ó cuando todas las tres entradas sean iguales a uno. La sali-
da c tiene un bit de arrastre de I s,i dos de las tres\"entradas son iguales
.. 1
c¡ t.
Los bits de entrada y salida de los circuitos combinacionales tienen
dilerentes interpretaciones en los diferentes estados del problema. Física-
mente. las señales binarias de los terminales de entraáa se consideran
dígitos binarios agregados aritméticamente para formar una suma de dos
digitos en los terminales de salida. por otrá parte, Ios mismos valores bi-
narios se consideran variables de las funciones de Boole cuando .\"\\ u\"p.\"-
san en Ia tabla de verdad o cuando se ejecutan los circuitos con compuerras
lógicas. Es importante tener en cuenta que se dan dos interpretaciones
difere'tes a los valores de los bits enconttado. en este circuito.
relación lógica de entrada-salida del circuito del sumador c¡mp¡'t.
-La
puede ser expresada con dos funciones de Boole, una para cada varial,le
cle salida. cada función de Boole de salida requiere un rnopu único para str
simplificación. cada mapa debe tener ocho cuadrados ya que cada ,,lr,l;i
es una función de las tres variables de entrada. Los mapas de la l.'igura
{ 3 se usan para simplificar las dos funciones de salida. Los unrrs err lor;
cuadradosde los mapas para s y c se determinan directamente cle la tabla
de 'erdad. L.s cuadrados con unos para la salida s, no combiran en cua-
drados adyacentes, para
_dar una expresión simplificada en suma de pro.
ductos. La sálida c puede simplificárse a una expresión de 6literales.
El
diagrama lógico para el sumador completo ejecutado en suma de productos
se muestra en la Figura 4-4. Esta configuración usa las siguientes expre-
sionesde Rnle.
S: x'y'z * x'yz'* xy'z'* x¡':
C:xy+xz+yz
Se pueden desarrollar otras configuraci.nr,s para el sumador
comple_
to. La ejecución del producto de suma.s reqrriere .l -i..rr-,,, ¡rirmero
de com-
p u e r t a s q u e l a c o n f i g u r a c i ó n d e l a F i g u r a 4 - ' 1 .c . n e l g r u p ' d e
corniiu,,rtas
AND y oR intercambiadas. un sumador completo p\"óa\" configurarse
con
dos sumadores medios y una compuerta oR, ctmo se muestra e., lu Figu.u
4-5. La salida s del segundo sumador medío es la aplicación
de una oR-
exclusiva de z y la salida del primer sumador medio dando:
t26
E
1,ff
F
$
Í'
t-
ii
il
it
i1
it
ii
t:l
i1
*t
FI
bi
&
Figura 4-4 Configuración un sumadorcompletoen suma de productos
de
Figura 4-5 Configurqción de un sumador completo con tilrs sumadores medios
y una codrpuerta OR
S: z O (r Oy)
: z'(x/' + x'y) I z(xy' * x'y)'
: z'(xt' + x'y) + z(xy + x'y')
: xy'z'+ x'yz'* xyz* x'y'z
y el bit de arrastrede salida será:
C: z ( x y ' + x ' y )* x y : x y ' z * x ' y z i x y
4-4 SUSTRACTORES
La sustracción de dos númerosbinarios pueden lograrsetomando el com-
plemento del sustraendopara agregarloal minuendo (sección 1-b). Me-
diante este método, la operaciónde sustracciónse convierteen operación
de suma que necesitasumadores completospara su ejecuciónen una má-
quina. Es posibleejecutarla sustracción con circuitos lógicosde una ma-
nera directa como se hace con lápiz y papel. Mediante este métod<i, cada
bit de sustraendo del número se resta de su correspondiente bit signifi-
cativo del minuendopara formar el bit de Ia diferencia.Si eL bit del mi-
nuendo es menor que el bit del sustraendo,se presta un 1 de Ia siguiente
posición significativa. EI hecho de que se ha prestadoun 1 debe llevarse
127
128 L O G T C Ao M B t N A C t O N A L
c
cAP. 4
al siguiente par de bits mayorgs por
medio de Ias señaresbinarias que
vienen (salida) de un estadl a\"gá-y
van al (entrada) siguiente estado
mayor' De la misma manera que hay
sumadores;;Ji*'y completos.Hay
sustractoresmediosy completos.
S u s t r a c t o rm e d i o
un sustractor medio es un circuito combinacional
produce su diferenc_ia. que resta dos bits y
Este también ti.n, unu salida que especifica
ha prestado un 1' se designa bi; det si se
mi'ue'do con r y el bit del sus-
traendo con v. para reariár.x-y \"r r\" a\"¡u lá\"r;],Jil
t i v a s d e x y y . S i r l y , t e n d r e m á tsr e s p o s i b i l i d a d e s : lagnitudes rela_
1-1:0. El resultadose llama er bit d\"'dl¡;;;;,- \"s-r,éó : 0 , 1 _ 6 : 1 y
O_
y se hace necesa¡io se tiene 0_1,
prestar un 1 der siguiente
del estad<¡ u 1 prestado
siguiente.mavor asresa 2 ar b;^á;i'-:;;;;;Hi\" \"stráo-rnay\"i.
que en el sistema decimal un r,ú,o\".o pre-stado misma forma
agrega10 al dígito der mi_
nuendo' Con el minuendoigual a 2laiiferen\"i\"
El sustractor medio necesitá ¿o. .uiiáu.. *L\"riJit\" 2-I:I.
una salida genera la diferencia\"r,
y se designamediante el símbolo D.
la segundasalidi aesignaaacomo B
(B viene de Borrow), generala
señal bi.raria que informa al siguiente
do que se ha prestado un uno. r,\" lu¡ia esta-
de verdad para las reraciones de
de un sustractor medio se puede dérivar
ffj;:Í;ir\"'ida de la siguienre
00 0
0l I
l0 0
ll 0
L a s a l i d ap r e s t a d a : : 0 . s i e m p r e y c u a n d o
B x . 2 y . S e r ál p a r a ¡ : 0 y y : 1 .
La salida D es el resultado¿\" iu oóurucrón
aritméti ca 28 + x _ y.
Las funcionesde B-oolepurá la, ao,
,unaá, o.r lur,ru.tor medio se
derivan directamentede la tabia de ueraad,
D: x,y | ry,.
B: x'y
Es interesantenotar g\"g
J\" lógica para D es exactamentela misma que la
lógica para Ia salida S ¿\"1 .\"riuaoi-.Ai\".
sustractor completo
Un sustractor completo es un circuito combinacional
que realizauna resta
entre dos bits, tomando en consideracionque
se ha prestado un 1 de un
estado menos simificativo. Este ci.cuito
tieie tres ;\";;;á; y dos salidas.
Las tres entradas,x, y e denotan J-
_y -ir,u\".rdo, el sustraendoy el bit de
arrastre o bit prestado respectivamente.
r,\". ¿o. *liJ\"., ñ'v B, represen-
E
SEC.4-4 S U S T R A C T O R E S1 2 9
H
lii
s:
s.
tan la diferencia y la salida del bit prestadorespectivamente. tabla de
La
verdad para este circuito es Ia siguiente:
000 00
001 ll
010 lt
0ll l0
i
100 0l i
l0l 00
ll0 00
lll ll
Las ocho filas debajo de las variables de entrada designantodas las com-
binacionesposiblesde unos y cerosque puedenadoptar las variablesbina-
rias. Los unos y ceros para las variables de salida se determinan por la
resta de x -y - z. Las combinacionesque tienen entrada prestada z:0
se reducena las mismas cuatro condicionesdel sumador medio. Para ¡:0,
y:0 y e: 1 es necesarioprestar un 1 del siguiente estado, lo cual hace
B : \\ y a g r e g a2 a x . Y a q u e 2 - 0 - 1 : l , D : 1 . P a r a¡ : 0 y y z : l 1 . , e s e c e -
r n
s a r i op r e s t a r e n u e v oh a c i e n d o : l y
d B x:2.Ya que2-1-1:0. D:0.
P a r ar : I y y z : 0 1 , s e t i e n er - y - z : 0 l o c u a l h a c eB : 0 y D : 0 . F i n a l -
m e n t ep a r a¡ : l y y : I , z : 1 s e t i e n eq u ep r e s t a r , h a c i e n d B : l y
1 o x:3
p a r a3 - 1 - 1 : t h a c i e n d o : I .D
Las funciones de Bpole simplificadas para las dos salidas del sustrac-
tor completo se derivan de los mapas de la Figura 4-6. Las funcionessim-
plificadas en suma de productosserán:
D : x'y'z + x'yz' I ry'z' * xyz
B:x'y*x'z*yz
De nuevo se nota que la función lógica para la salida D en un sustractor
completoes exactamentela misma que la salida S en el sumadorcompleto.
Sin embargo,la salida B se parecea la función C en el sumador completo,
excepto que la variable de entrada r se complementa.Debido a estas si-
militudes, es posible convertir un sumador completo a un sustractor
0 0
-R
; 0 tr L{---++ l
I r t -I
l-
t.
r'{ I I
f
¡{l
t I
+
7. 7.
D: x'y'zl x'yzl xy'z' * xyz B:x'y+x'zrya
Figura 4-6 Mapas para un sumadsr completo
l3O LOGICA OMBINACIONAL
C C A p .4
completo simplemente complementando la entrada ¡ antes de su aplicación
a las compuertas que forman el bit de arrastre de salida.
4.5 C O N V E R S I OE N T R E O D I G O S
N C
La disponibilidad de una gran variedad de códigospara los mismos ele-
mentos discretosde información da como resultado el uso de códigosdife-
rentes para diferentessistemas digitales. Es necesarioalgunas vecesusar
Ia salida de un sistema como entrada de otro. Un circuito de conversión
debe colocarseentre los dos sistemas, si cada uno usa diferentescódigos
para la misma información. De esta forma un conversorde código un
circuito que hace compatibles dos sistemas a pesar de que ambo- tengan \".
diferentecódigobinario.
Para convertir el código binario A al código binario B, las líneas de
entrada deben dar una combinación de bits de los elementos,tal como se
especifica por el código A y las líneas de salida debengenerarla correspon-
diente combinaciónde bits del código B. Un circuito cómbinacionalreáliza
e-statrasformación por medio de compuertaslógicas. El procedimiento'de
diseño de los conversores código se ilustra mediante Ln ejemplo espe-
de
cífico de conversiónde BDC a código de exceso3.
Las combinaciones bits del BDC y el exceso3 se listan en la Tabla
de
1-2 (sección 1-6). como cada código usa cuatro bits para representarun
I
dígito decimal, debe habe¡ cuatro variables de entrada y cuatro variables I
de salida. Es cpnvenientedesignarlas cuatro variablesbinarias de entrada
mediante los símbolosA, B, c y D y las cuatro variables de salida con u,,
-r, y, y z. La tabla de verdad que relacionalas variablesde entrada y salida
se muestran en la Tabla 4-1. Las combinaciones bits para las entradas
de
v sus correspondientes salidas se obtienen directamente de la Tabla 1-2.
Se nota que cuatro variables binarias pueden tener 16 combinaciones
Tabla 4-1 Tabla de verdad para el ejemplo de conversión de códieo
Entrada Salida
BDC código exceso3
0 0 00 0 ll
0 0 0l 0 00
0 0 t0 0 0l
0 0 ll 0 r0
0 00 0 tl
0 0l I 0 00
0 l0 I 0 0l
0 ll I 0 l0
I 00 I 0 ll
I 0l I I 00
!
SEC. .5
4 C O N V E R S I ON T R E O D I G O S 3 I
E C I
r
F
de bits de las cuales se listan 10 en la tabla de verdad. Las seis combina-
ciones de bits no listadas para las variables entrada son las combinacio-
nes de no importa. Como ellas nunca ocurren, se tiene la libertad de asig-
nar un 1 ó un 0, a las variables de salida, de acuerdo a Ia que dé un circuito
más simple.
Los mapas de Ia Figura 4-7 se dibujan para obtener una función de
Boole simplificada para cada salida. Cada uno de los cuatro mapas de la
Figura 4-? representa una de las cuatro salidas de este circuito como fun-
ción de las cuatro variables de entrada. Los unos marcados dentro de los
cuadrados, se obtienen de dos términos mínimos que hacen que la salida
sea igual a 1. Los unos se obtienen de la tabla de verdad observando las
columnas de salida una por una. Por ejemplo, la columna bajo la salida e
tiene 5 unos, por tanto, el mapa para z debe tener cinco unos cada uno de
los cuales debe ser un cuadrado que corresponde al término mínimo que
hace z igual a 1. Las seis combinaciones de no importa se marcan con X.
Una posible forma de simplificar las funciones en suma de productos se
lista bajo el mapa de cada variable.
Se puede obtener un diagrarrra lógico de dos niveles directamente de
las expresiones de Boole derivadas de los mapas. Hay otras posibilidades
para el diagrama lógico que ejecuta este circuito. Las expresiones obteni-
C
CD -ll 'lo- CD
AB OO ol LB 0
00 lt I 00 r-l ta
01 I I
II
t)
I
( lB
^l' x X ^
]' ^j ll X
lx
^ I
I
I' l_l X I
l-r L
D D
D' \\'-CD iC'D'
L
CD CD
B B 00 0l ll
I lll
-T
rl
I f-
f I
0l
I l it
'
I
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AI
t
I
[.]
Ir ^
I
=
lxl
'\\
rl
J'^u ll ^
I
^
I
A
^
I'
D D
t B'C - I]'D BC'D' v¡'-. A BC BD
Figura 4-7 M a p a s p a r a e l c r ¡ n v c ' t s o rd e c t i d i g o d e B D C e x c e s o 3
I32 L o G I c Ac o M B I N A C I o N A L
CAP. 4
das en la Figura 4-T pueden manipularsealgebraicamente
con er propósito
de usa¡ compuertascomunes pará do. o más salidas.
Esta manipuración
mostrada a continuación, ilustra la flexibilidad obtenida
con los sistemas
de múltiples salidas cuando se ejecutan con tres o más
niveles de com_
puertas.
z: D',
y: CD + C'D' : CD + (C + D\\,
X: B'C + B'D + BC'D' : B'(C + D) + BC'D'
: B'(C + D) + B(C + D),
w:A+BC+BD:A+B(C+D)
Pl diagrama lógico que configura la expresión anterior se muestra en ra
Figura 4-8. En este se_observa que la compuerta oR cuya salida es c+D
se ha_usadopara configu.a. pa.cialmente cada una de ias tres salidas.
No teniendo en cuenta los inversores de entraar,-ü-\"j\"\"rrción en
suma
de productos requiere siete compuértas AND y tre. colpuáJas oR.
La con-
ñguración de la Figura 4-8 requiere cuatro compuertas AND,
cuatro com_
puertas oR y un inversor. si están disponibles solamente'las
entradas
normales, la primera ejecución requerirá inversoresp\".u ü,
variables B, c
-v.D. Mie¡¡tras que la segunda ejecución requiere inversorespara ras varia-
b l e sB y D .
Figura 4-8 Diagrama lógico para el converso¡ de código
BDC a exceso 3
u
p,
h.i
ilr
*i
4-6 P R O C E D I M I E N T OE A N A L I S I S
D F:
El diseño de los circuitos combinacionales comienzacon las especificacio-
nes enunciadas de una función requerida y culmina con un conjunto de ':
funciones de Boole de salida o un diagrama lógico. El anólisis de un cir- ri
cuito combinacionales de cierta manera el procesoinverso. Este comienza il
diagrama lógico dado y culmina con un conjunto,de funcionesde rf
\"o\" \"\" una\"tabla dJverdad o una explicación verbal de la operacióndel
Bool\", i ¡i
circuiio. Si el diagrama lógico que se va a analizar se acompañadel nom- t
bre de la función, o una explicación de lo que se asumeque logre, entonc-es
rt u.tetiri* del problemase ieduce a la verificaciónde la función enunciada'
ii
El primer paso en el análisis es asegurarse que.el circuito dado sea il
combinacional y no secuencial.El diagrama de un circuito combinacional
tiene compuertás lógicas sin caminos de realimentación o elementos de
memoria.Ü.t camitto de realimentaciónes una conexiónde la salida de una
compuerta a la entrada de una segunda compuerta que forma parte de _la
entrada de la primera compuerta. Los caminos de realimentación o ele-
mentos de memoria en un circuito digital definen un circuito secuencial
en el
V á\"U\"\" ser analizados de acuerdo a los procedimientosesbozados
Capítulo 6.
una vez que se verifique el diagrama Iógico como circuito combinacio-
nal, se puede procedera obtener las funcionesde salida y la tabla de ver-
¿aa. Si-el circuito se acompañade una explicación verbal de esta función,
entonces las funciones de Boole o la tabla de verdad son suficientes para
la verificación. Si la función del circuito está bajo investigación,entonces
es necesariointerpretar la operación del circuito de la tabla de verdad
derivada. El éxito de tal investigación se facilita si se tiene experiencia
previa y familiaridad con'una gran variedad de circuitos digitales. La ha-
üiU¿\"a- de correlacionaruna tabla de vqrdad con una tarea de procesa-
miento de información es un arte que se adquierecon Ia experiencia.
Para obtener las funciones de Bbole de salida de un diagrama lógico,
se procedede la siguientemanera:
1. señálesecon símbolosarbitrarios todas las salidas de las compuer-
tas que son fpnción de las variables de entrada. Obténgaselas
funciones de Boole para cada compuerta'
2. Márquesb con otros símbolos arbitrarios aquellas compuertas que
son una función de las variables de entrada y las compuertasmar-
cadas anteriormente. Encuéntrese las funciones de Boole para
ellas.
3. Repítaseel procesoesbozadoen el paso 2 hasta que se obtengan
las salidas del circuito'
4. obténgase las funcionesde Boole de salida en términos de las va-
riableJ de entrada solamente,por sustitución repetida de las fun-
ciones definidas anteriormente.
El análisis del circuito combinacionalen la Figura 4-9 ilustra el pro-
cedimiento propuesto.Se nota que el circuito tiene tres entradasbinarias,
133
I34 LoGIcAcoMBINACIoNAL CAP. 4
A, B y c y dos salidas binarias, F, y Fz. Las salidas de las diferentes
compuertas se marcan con símbolos intermedios. Las salidas de las com-
puertas que son funciones de las variables de entrada son solamente F2
,
Tt y Tz. Las funciones de Boole para estas tres salidas son:
Fz:AB+AC+BC
Tt:A+B+C
TZ: ABC
En seguida se consideran las compuertas de salida que son funciones de
los símbolos ya definidos:
Tt: FiT,
F': T' + T'
La función de Boole de salida F, está ya expresada como una función de
las entradas solamente. Para obtener F, comó función de A, B y c se for-
man una serie de sustituciones como sigue a continuación:
Ft : Tt* Tr: F;Tt + ABC : (AB + AC + BC),(A + B + C) + ABC
: ( A ' + B , ) ( A ,+ C , ) ( 8 ,+ C , ) ( A+ B + C ) + A B C
: ( A ' + B ' C ' ) ( A B+ A C ' + B C ,+ B , C )+ A B C
'
: A , B C , + A , B , C+ A B , C , + A B C
si se quiere continuar con la investigación y determinar la ta¡ea de
infbrmación-trasformación lograda po. esie circúito se puede derivar
la
tabla de verdad directamente de las funciones de Boole y tratar de reco-
A
B
C
A
B
(-
B
C
B
C
Figura 4-9 Diagrama lógico para el ejemplo de análisis
S E C .4 . 6 PROCEDIMIENTO ANALISTS 135
DE
nocer una operación familiar. Para este ejemplo nótese que el circuito es
un sumador completo, con Fr siendo Ia suma de salida y Fz el bit de
arrastre de salida. A, B y C son las tres entradas sumadas algebraica-
mente.
La derivación de la tabla de verdad para el circuito es un proceso di-
recto una vez que se reconozcan las funciones de Boole de salida. Para
obtener la tabla de verdad directamente del diagrama lógico sin pasar por
las derivaciones de Ias funciones de Boole, se procede de la siguiente
manera:
1. Determínese el número de variables de entrada del circuito. Para
n entradas, fórmese las 2n posibles combinaciones de entrada de
unos y ceros listando los números binarios desde 0 hasta 2\" - I'
2. Márquese las salidas de las compuertas seleccionadas con símbo-
los arbitrarios.
3. Obténgase la tabla de verdad para las salidas de aquellas compuer-
l
li tas que son una función de las variables de entrada solamente.
4. Procédase a obtener la tabla de verdad para las salidas de aquellas
c',mpuertas que son una función de los valores definidos previa-
rrente hasta que se determinen las cclumnas para todas las salidas.
Este proceso puede ilustrarse usando el circuito de la Figura 4-9. En
Ia Tabla 4-2 se forman las ocho combinaciones posibles para las tres en-
tradas variables. La tabla de verdad para F, se determina directamente
de los valores de A, B y C con F, igual a 1 para cualquier combinacic,n que
tiene dos o tres entradas iguales a l. La tabla de verdad para Fj es el com-
plemento de Fr. Las tablas de verdad para T1 y ?2 son las funciones OR
y AND de las variables de entrada respectivamente. Los valores para T3 se
derivan de ?, y Fj: T, es igual a l cuando T'' y F:t son iguales a uno, y a
cero de otra manera. Finalmente, F, es igual a 1, para aquellas combina-
ciones en las cuales T2 o T3 o ambas sean iguales a 1. Por inspección de
las combinaciones de la tabla de verdad para A, B, C, Ft y F, de la Tabla
4-2 se muestra que son idénticas a la tabla de verdad del sumador com-
pleto dado en la Sección 4-3 para r, y, z, S y C respectivamente.
Tabla 4-2 Tabla de verdad para el diagrama lógico de la Figura 4-9
F2 Tl T3 Fl
000 0 000
00r 0 0ll
010 0 0ll
0tl I 0 000
r00 0 I 0ll
l0l I 0 000
rt0 I 0 000
lll I 0 r0l
r
I36 LOGICACOMBINACIONAL CAP. 4
Considérese ahora un circuito combinacionalque tiene combinaciones
de entrada de no importa. Cuando se diseña un circuito como este,se mar-
can las combinaciones no importa con una X en el mapa y se les asigna
de
un 1 o un 0, segúnsea lo más convenientepara la simplificación de la fun-
ción de Boole de salida. Cuando se analiza un circuito con combinaciones
de no importa se tiene una situación totalmente diferente. Aunque se
asume que las combinacionesde entrada de no importa nunca ocurren,
el hecho es que si cualquiera de estas combinaciones aplica a las en-
se
tradas (intencionalmenteo por error) se tendrá presente una salida bi-
naria. El valor de la salida dependeráde la escogencia la X durante
de
el diseño. Parte del análisis de tal circuito puede involucrar la.determi-
nación de los valores de salida para las combinaciones entraia de no
de
importa. como ejemplo,considérese conversor códigode BDC a código
el de
de exceso3 diseñado en la Sección 4-b. Las salidas obtenidas cuando Áe
aplican las seis combinaciones usadas del código BDC a las entradas
no
son:
Entradas BDC no usadas SaLidas
ABCD x
I I 0 0 I
I
I I I 0
I 0 0 I I
I 0 I 0 0 0
I I 0 0 0 I
I I I 0 I 0
Estas salidas pueden derivarse por medio del método del análisis de la
tabla de verdad esbozado en esta sección. En este caso particular, las sa-
lidas pueden obtenerse directamente de los mapas de la Figura 4-7. por
inspección de los mapas, se determina cuando las X en los iuadrados de
los términos mínimos correspondientes a cada salida, han sido incluidos
como unos o ceros. Por ejemplo, el cuadrado del término mínimo m,6 (1010)
se ha incluido con los unos para dar salidas w, x y z pero tro paü y. por
tanto, las salidas para mro son wxyz:1101 tal como están listadas en la
tabla anterior. Se nota que las primeras tres salidas en la tabla no tienen
significado en el código de exceso 3 y por lo menos tres salidas correspon-
den al decimal 5, 6 y 7 respectivamente. Esta coincidencia es totalmónte
una función de Ia escogencia de X durante el diseño.
4-7 CIRCUITOS AND DE MULTINIVEL
N
Los circuitos combinacionalesse construyen más frecuentementecon com-
pygflls NAND y NOR en vez de compuertasAND y OR. Las compuertas
NAND y NoR son más comunesdesdeel punto de vilta del materiai (trard-
ware) ya que se obtienen en la forma de circuitos integrados. Debido a la
importancia de las compuertas NAND y NoR en el áiseño de circuitos
combinacionales, importante poder reconocer relación que existe entre
es la
I
sEc. 4-7 CIRCUITOS AND DE MULTINIVEL 137
N ü
los circuitos construidos con compuertas AND-OR y sus diagramas NAND
o NOR equivalentes.
La ejecución de los diagramas lógicos de dos niveles NAND y NOR
fue presentada en la Sección 3-6. Aquí se considera el caso más general de
los circuitos de multinivel. El procedimientopara obtenercircuitos NAND
se presentaen esta seccióny para los circuitos NOR en la siguientesección.
Compuerta universal
La compuerta NAND se conocecomo la compuertauniversal ya que cual-
quier sistema digital se puede configurar con ella. Los circuitos combina-
cionales y secuencialespueden construirse también con esta compuerta
ya que el circuito flip-flop (el elemento de memoria usado más frecuente-
mente en los circuitos secuenciales) puedeconstruirsea partir de dos com-
puertas NAND conectadas especialmente como se muestra en la Sección
6-2.
Para demostrar que cualquier función de Boole puede configurarsecon
compuertas NAND, se necesita no solamente mostrar que las operaciones
lógicas AND, OR y NOT puedenser configuradas con compuertasNAND.
La configuración las operaciones
de AND, OR y NOT con compuertas NAND
se muestra en la Figura 4-10.La operaciónNOT se obtienede una compuer-
ta NAND de una sola entrada, lo cual constituyeotro símbolopara el inver-
sor. La operación AND requiere dos compuertasNAND. La primera produce
la AND invertida y la segundaactúa como un inversor para producir la sa-
lida normal. La operación OR se logra mediante una compuerta NAND
con inversoresadicionales en cada entrada.
Una manera convenientede configurar un circuito combinacionalcon
compuertas NAND es obtener las funciones de Boole simplificadas en tér-
minos de AND, OR y NOT y convertir las funcioncsa lógicaNAND. La con-
NOT (inversor)
AND
( A ' , B ' ) ' ,A * u
: oR
Figura 4-1O Configuración del NOT, AND y OR por medio de compue¡tasNAND
I38 LoGIcACoMBINACIoNAL CAP. 4
versión de expresiones algebraicas de operaciones AND, oR, Nor a opera-
ciones NAND son comúnmente muy complicadas ya que envuelve un gran
número de aplicaciones del teorema de De Morgan. La dificultad se elude
mediante el uso de manipulaciones de circuitos y reglas sencillas las cuales
se esbozan a continuación:
Configuraciónde las funciones de Boole-
Método del diagrama de bloque
I,a configuración de funciones de Boole con compuertas NAND pueden
obtenerse por medio de una técnica de manipulación del diagrama de blo-
que. Este método requiere que se dibujen otros dos diagramas lógicos antes
de obtener el diagrama lógico NAND. sin embargo el procedimiento es muy
simple y directo: Í
¡ A partir de una expresiónalgebraica,dibújeseel diagramalógico con
compuertasAND, OR y NOT. Asúmaseque se tienen disponibles
las entradas normales y sus compuertas.
2 . Dibújese un segundodiagrama lógico con la lógica NAND equiva-
lente, como se da en Ia Figura 4-10 y sustitúyasepara cada com-
puerta AND, OR y NOT.
Quítese cualquier par de inversores en cascada del diagrama ya
que Ia doble inversión no produce una función lógica. euítese los
inversoresconectadosa entradas externas simples y complemén-
tese la variable de entrada correspondiente.El nuevo diagrama
lógico obtenido es la configuración con compuertas NAND reque-
rido.
Este procedimientose ilustra en la Figura 4-II para la función:
F: A ( B + C D )+ B C '
La ejecuciónAND-OR de esta función se muestra en el diagrama lógico de
la Figura 4-11(a).Para cada compuerta AND, se sustituye una compuerta
NAND seguidade un inversor; para cada compuertaoR se sustituyen in-
versoresde salida seguidosde una compuerta NAND. Esta sustitución se
desprendedirectamentede Ias equivalenciaslógicas de la Figura 4-10 y se
muestra en el diagrama de la Figura 4-11(b).Este diagrama tiene siete in-
versoresy cinco compuertas NAND de dos entradas con sus respectivos
númerosdentro del símbolo de Ia compuerta.El par de inversoresconecta-
dos en cascada(de cada recuadro AND a cada iecuadro oR) se eliminan
ya que forman doble inversión. EI inversor conectadoa la entrada B se qui-
ta y se asigna Ia variable de entrada como B'. El resultadoes el diagrama
lógico NAND mostrado en la Figura 4-11(c),con el número dentro de cada
símboloidentificando la compuertade la Figura 4-11(b).
Este ejemplo demuestraque el número de compuertasNAND necesa-
rias para ejecutar la función de Boole es igual al número de compuertas
AND-OR si se cuenta con las entradas normales y su complemento.si se
(
D
B
A
R
(''
(a) ConfiguraciónAND-OR
C
D
R
A
A
B
('
(b) Sustituyendo
funciones
NAND equivalentes la Fizura5-8
de
(c) Configuracióncon NAND
Figura 4-ll C o n f i g u r a c i ód e I ' : A
n ( B + ( ' l ) t t B ( ' c o n c o m p u e r t aN A N D
s
IJJ
(a) Configuración
AND-OR
(b) SustituyendofuncionesNAND equivalentes
(c) ConfiguraciónNAND
Figura 4-12 Configuración (A+ B')(CD *E)
de con compuertasNAND
cuenta solamente con las entradas normales, se deben usar inversorespara
generar las entradas complementadasnecesarias.
Un segundo ejemplo de configuración con NAND se muestra en la Fi-
garu 4-12.La función de Boole que se va a ejecutar es:
F:(A+B,)(CD+E)
La configuraciónAND-OR se muestra en la Figura 4-12(a), su sustitución
y
con lógica NAND, en la Figura 4-12(b).Se puedenquitar un par de inver-
t40
sEc. 4-7 C I R C U I T O S A N D D E M U L T I N I V E L4 '
N '
soresen cascada.Las tres entradasexternasE, A y B' que van directamen-
te a los inversoresse complementan y se quitan los correspondientes inverso-
res. La config¡ración finál con compuertasNAND está en la Figura 4-12(c).
El núméro de compuertas NAND del segundo ejemplo es igual al nú-
mero de compuertasAÑD-OR más un inversor adicional en la salida (com-
puerta NANb 5). En general,el número de compuertasNAND necesarias
para configurar una función es igual al número de compuertas AND-OR,
fxcepto po*ralgun inversor ocasional. Esto es verdad si se cuenta con las
entrádas-normáles su complementoya que la conversiónhace que se com-
y
plementen ciertas variables de entrada.
El método del diagrama de bloque es algo aburrido de usar ya que re-
quiere el dibujo de dos diagramas lógicos para obteaer la respuesta en el
tercero. Con álguna experiénciaes posible reducir la cantidad de trabajo
anticipándo.e J los pares de inversores en cascada y a los inversores en
las eniradas. Comenzandocon el procedimientoesbozado, es muy difi-
no
cil derivar las reglas generalespara la ejecución de funciones de Boole
con compuertas NAND directamente de una expresión algebraica.
P r o c e d i m i e n t od e a n á l i s i s
El procedimiento anterior considera el problema de derivar un diagrama
togico NAND de una función de Boole dada. El procesoinverso es el análi-
siJdel problema que comienza con un diagrama lógico N4ND dado y que
culmina con una expresiónde Boole o una tabla de verdad. El análisis de
los diagramas lógicoi NAND sigue el mismo procedimientopresentado.en
la Secc-ión 4-6 pára el análisis de los circuitos combinacionales. única
La
diferencia qul la lógica NAND requiere una aplicación repetida-del teo-
-se
\"t
rema de De Morgan. demostrará la deducción de la función de Boole
a partir de un dlagrama lógico. Luego se demostrará la deducción de la
taÉla de verdad diiectamente del diagrama lógico NAND. Finalmente, se
presentará un método para converti¡ u¡r diagrama lógco- NAND a un dia-
gr\"*u lógico AND-OR por medio de la manipulación de un diagrama de
bloque.
Deducciónde la función de Boole
a p a r t i r d e l a m a n i p u l a c i ó na l g e b r a i c a
El procedimientopara deducir la función de Boole a partir de un diagrama
lógíco se esbozaeñ la Sección 4-6. Este procedimiento se demuestra para el
diágrama lógico NAND mostrado en la Figura 4-13,el cual es el mismo que
d\" la Figura 4-11(c). Primero, todas las salidas de las compuertas
\"q,r\"l
-\"r.\"tt con símbolos aritméticos. Segundo se derivan de las funciones
\"\" Boole para las salidas de las compuertas que reciben solamente entra-
de
das externas:
Tt: (CD\\': C' + D'
T r : ( B C ' ) ': B ' * C
La segunda forma se desprende directamente del teorema de De Morgan
y prr\"á\" a veces ser más conveniente de usar. Tercero, las funciones de
t
t
Figura 4-13 Ejemplo de análisis
I
Boole de compuertas que tienen entradas de funciones anteriormente de-
rivadas se determinan en .rden consecutivo hasta que la salida se exprese
en términos de variables de entradas:
\\: (B'7,)': (B'C'+ B'D')'
:(B+CXB+ D):B+CD
T ¿ : ( A T r ): l A ( B + C D ) j ,
p: (rrra)'
:
'
: ¡1rcf ¡nó + coll'\\,
BC',+ A(B + CD)
t
Deducción de la tabla de verdao
El procedimiento para obtener I^. tabla de verdad directamente de un dia-
grama lógico se esbozaen la Sección 4-6. Este procedimiento se demuestra
por e! diagrama lógico NAND de la Figura 4-13. primero se listan las
cuatro
variables de entrada conjuntamente óon las 16 combinaciones de unos v
ceros como se muestra en la Tabla 4-8. Segundo se marcan las salida.s
de todas las,compuertas con símbolos aritméticos como en la Figura 4-13.
Tercero se obtienen las tablas de verdad para las salidas de aquellas com-
puertas que son función de las variables de entrada solamente. Estas
son
T, y ( c D ) ' , e n t o n c e ss e m a r c a n c e r o se n a q u e l l a s f i l a s d o n d e a m -
-T¿.Tt:
y D sean iguales a 1y se llena el resto de las filas de ?, con unos.
F. 9
También Tr: (BC )' de tal manera que se marcan cerosen uqrr\"iru, colum-
n a s - d o n d eB : \\ y c:0 y se llena el resto de las filas de T, conunos. Se-
guidamente se procede a obiener la tabla de verdad para las salidas
de
aquellas compuertas que son función de las salidas deiinidas previamente
hasta que se determine la columna para la salida F. Es posiblé, ahora, ob-
tener una expresión algebraica a partir de la tabla de verdad derivada.
El mapa mostrado en la Figura 4-r4 se obtiene directamente de la Tabla
4-3 y tiene unos en los cuadrados de aquellos términos mínimos para krs
142
{
5
f
Tabla 4-3 Tabla de verdad para el circuito de la Figura 4-13
T2 T3 T4
0000 0 l0
0001 0 l0
0010 0 l0
00ll I l0
0100 I ll
0101 I ll
0ll0 I l0
0lll I l0
1000 0 l0
l00l 0 l0
l0l0 0 t0
l0ll 0 0l
ll00 I 0l
ll0l I 0l
lll0 I 0l
llll 0 0l
l
I AB
00
0l
I
l'
I
t Figura 4-14
D
F:AIJTI.JC,_ACt)
Deducciónde F a partir de la Tabla 4-3
cuales F es igual a 1. La expresión simplificada que se obtiene del mapa
será:
F : A B + A C D + B C ' : A ( B + C D )+ B C '
Esta es la misma expresión de la Figura 4-ll, verificando así la respuesta
correcta.
Trasformación del diagrama de bloque
Es conveniente algunas veces convertir un diagrama lógico NAND a
SU
equivalente diagrala ló_gico AND-OR para facilitar el procedimiento de
143
{
I44 LOGTCACOMEINACTONAL
CAP. 4 I
análisis. Al hacer esto, la función de Boole puede derivarse
mediante el uso del teorema de De Morgan. La conversión
muy fácilmente
r
de diagramas
]ó$co-s se logra a través.del proceso inve-rsour u.uaá pár\" la ejecución de
los mismos. En la sección 3--6se most¡a¡on ¡o.;ír\"bi;*grári.o.
para la compuerta NAND. Estos símborosse repitieron alternos
en litr'igura ¿-rlp.i
conveniencia. Po¡ medio de un conciente uso dL ambos términJs,
po.i'blu
convertir un diagrama NAND a una forma equivalente
AND-oÍt. \".
La conve¡siónde un diagrama lógico NAñD ;;;;i;srama
AND-OR
se logra a través de un cambio de símibros de un
¡ño lr,u\"urtido a oR in_
vertido en niveles de^compuertas arternas. El primer;;;i
que debe cam_
biarse a un símbolo oR invertido debe ser el último nivJ
Estos cambios
producen pares de círculos en ra misma línea, t\",
ya que representan doble complementación. una \"\"\"r\"r'iu\"¿.r, eliminarse
comp,r\"rt\" AND u oR de
y.ry .ol1 e\"t.rgqa pu:{e también quitarse ya que no hace ninguna función
lógica. una AND u oR de una sora entrada con u\"
la entrada o la
salida se cambia a un circuito inversor. \"ir.rrü\"r,
,1-\\a
B--------{ *-¡ ABC i A---{ - B' - C
c----l_J é--4_z )-¿'
, ,nurr'
(a) AND invertido (b) OR invertido
Figura 4-15 Dos símbolospara una compuerta NAND
Este procedimiento se demuestra en la Figrrra 4-16. El
diagrama lógico
.N+NP de la Figura 4-16(a) se conviert\" .rr,-di\"gr\"_\" .AñO_OR. El sím_
bolo-de-la gompuerta en el último nivel se\"
cambia a un oR invertido. obser_
vando los diferentes niveles, se encuent-raotra compuerta
que requiere un
cambio de símbolo como se muestra en la.Figur; a_i6ó\"
Cualquier par de
círculos en la misma línea se eliminan. círcil,os q\"\"lá1,
a ent¡adas exter_
nas se eliminan siempre y cuando la variable ¿e'e\"traáa
correspondiente
esté complementada.El diagrama lógico ¡,No-on ;q;;\"id\"
se dibuja en la
Figura 4-16(c).
4.8 C I R C U I T O SN O R D E M U L T I N I V E L
La función NoR es el dual de la función NAND. por esta
razón todos los
procedimientos y reglas para la lógica NoR forma\"
el-áu\"l de los corres-
pondientes procedimientos y regla-sdesarrollaá;-;;
ü t¿gi\"\"-ñÁñó.
Esta sección enumera varios métodospa-rala co., togica NoR
y el análisis mediante el seguimiento dg una listi
\"o\"irg.ir*io.
áé-lápi\"o. ,rüdo, p\"o
la lógica NAND. sin_embargono se incluye una m¡ís detallada
para prevenir repetición de lo expuestoen la Sección4-2.
\"rpri\"\".íó\"
Compuerta universal
Laconlpuerta NoR es univers¿r.ya que se puede ejecutar cuarquier
función
de Boole con ella incluyendo el ciicuiio flip-¡of -=J;\"d, t\"'se\"\"i¿r, o-2.
La conversión de AND, oR y NoT a t¡óR ü -o\".i.\" \"i t\" rig,r,a a--fi'.
\"r,
L'
D'
l B'.
A
B
(a) Diag¡ama lógico NAND
D
B'
A
B
(b) Sustitución de símbolosOR invertido
en nivelesalternos
D
B
A
B
( c ) Diagrama lógicoAND-OR
Figura 4-16 Conversiónde un diagramalógico NAND a AND-OR
NOT (inversor)
¿---l ffA'
t
A: B OR
(A' -r B')'- AB AND
B
Figura 4-L7 Configuración de NOT' OR Y AND por medio de compuertas NOR
t45
146 LOG¡CACOMBINACIONAL
CAP 4
La operaciónNoT se obtiene de una
compuertaNoR de una sora entrada
orro símbolo p\".\" inversor.^LaoperaciónOR requiere
l\"^:::::l:ti^tuve NoR.
dos compuertas \"t
La primera produce la oR inu\"liia, y
actúa como un inversor para obtener la la segunda
sarida ;\";;;1.\"i; operación AND
por medio de la óomp\"e.ta ñoR
.on i\"rl-r.á.., u^áicior,\"re. cada
en
:il\"\"t#
C o n f i g u r a c i ó nd e l a s f u n c i o n e sd e
Boole_
Método del diagrama de bloque
El procedimiento del diagrama de
bloque para configurar f.unciones de
concompuertas Noñ
1:t\" previa para
crón --- --¡
\"\".i-iiut \"l;;\"ül;i\"\"io?llo\"u¿o en la sec_
las compuertasNANID.
1' Dibújeseel diagrama rógicoAND-OR
a partir de una expresiónalge_
braica. Asúmase que se cuenta con
las errtiadas normales y su
complemento.
2' Dibújese un segundodiagrama lógico_con
lógica NoR equivalente,
de la maney ,lTdu e\" tá figu, a 4_17,
sustitirye.rdocada compuer_
ta AND, OR y NOT
3' Elimínese ros pares de inversores
en cascadadel diagrama.
-.\".r.ilt*
los inversoresconectadosa entradas euítese
.*t\"irr\", y comple-
méntesela variable de entrada correspondiente.
El procedimientose ilustra en la Figura
4-rg para la función:
F: A(B + cD) + BC'
La ejecuciónAND-oR de ra función se_muestra
Figura 4-18(a).Por cada-c\"-p\"\"ii\" óh en el diagrama rógicode la
.\" sustituye .rr,\" NoR
seguida de un inverso¡' por cáda com-puerta \"o*p.rerta
AND ie ,,rJiirryu' inve¡sores
en las entradas de una compuerta Nory.
rt pa, ae-r;;;;.;.\", en cascada
de la oR enmarcada la ANb y se elimina. Los cuatro inversores
conectadosa ras entradas externas se \"\"-\"tá\" remueven
y se comprementanlas
variables de entrada Er resultado .l aiagram; tári.\" ñón mostrado en
la Figura 4-18(c).El nume19-* \".
numerg d:.:l-p.\"\"fras l\"_-o*rtas NOR e.te e¡emptoes igual
1-l \"i
AND_OR *á. .r. inve¡so¡ adicional a la
(compuertaNoR 6). En general el núme¡o salida
para la ejecución de funciones ¿e Boolá au necesa¡ias
\"o*p,,,\"iü.-ñon compuertas
es iguar ;,1;;; de
AND-OR exceptopor un inversor o\"\".ion\"l.\"Lo \"i
y cuando se cuente con ras entradas a.,terio. J válido siempre
normalesy * ya que la
misma conversióninduce qu\" .\" \"\"-pl\"lento
ciertas variables.
\" \"o*pr\"-\".rten
P r o c e d i m i e n t od e a n á l i s i s
El análisis de los diagramas lógicos
NoR sig'e los mismos procedimien-
tos presentados la sección 4--6para-el
en análisis de los circuitos combi_
nacionales.para deducir una función
d\" Bnrr;-¡;;;^;iü\",\"a lógico se
(.
D
D
A
u
C'
(a) Configuración
AND-OR
Sustituyendolas funcionesNOR
equivalentes la Figura 5-19
de
^
B,
C
(c) Configuración
NOR
Figura 4-18 C o n f i g u r a c i ód e F - A ( B + C D ) + B C ' c o n
n compuertas OR
N
marcan las salidas de varias compuertas con símbolos arbitrarios. Me-
diante varias sustitucionesse obtiene la variable de salida como función
de las vaiiabhs de entrada. Para obtener la tabla de verdad de un diagra-
ma lógico sin primero deducir la función de Boole, se forma una tabla ha-
t47
CAP. 4
148 L O G I C AC O M B I N A C I O N A L
c i e n d o u n a l i s t a d e l a s n v a r i a b l e s c o n 2 ' f i l a s d e u n o s y c e r ose. L a t a b l a
s deducen
compu-ertasNoR
de verdad de las ,piiá\", de las diferentes
en cadena hasta obtenrri\"Lui\" de verdad de salida. La función de salida
de una compuertaNOR trpü;, ¿r lu forma T : (A+ B', +C)\" de tal ma-
;;t;^*; üiutru ¿. para T se m.arca con un 0 para aquellas combi-
\".ia\"á ó ¿ c : \\.El restode las filas se llena con unos.
naciones que A:l 6¡:
en
T r a s f o r m a c i ó nd e l d i a g r a m a d e b l o q u e
lógico
para convertir un diagrama lógico NOR a su equivalente diagrama
NOR mostrados en la
AND_OR, se usan ior\"i-iofor\"para las \"o-pr*itu*
Fizura 4-1g. La OR i\"\";id\" símbolo noimal para una compuerta NOR
;'i;';,Ñó\"f;;td;-;;-;;; alternativa convenienle que utiliza el teorema
\". \"l
que
á.'b;^Iü'\";;-;l; convención de pequeños círculos en las entradas
denotan comPlementación'
, 4_ _ _ _ _ _ S . tA_B+cy A'B'c' -\\A-B-CI
'o a-ñ
--
3-J E-
(b) AND inve¡tida
{ a) OR invertida
Figura 4-19 Dos símbolospara una compuerta NOR
diagramaAND-OR se
La conversiónde un diagrama lógico NOR a un
logra ¡xrr medio ¿u I\"Jü;; l;. .i-bolo. de OR invertida a AND inver-
\"\" y en niveles alternos' Los pares de
tida comenzando ,rr-\"i rifti-o nivel
c í r c u l o s p e q u e ñ o s \" n r r t t \" m i s m a l í n e a s e e l i m i n a n ' s e q u i t a n l a s c círculo r '
ompue
que tengan un'pequeño
tas AND u OR de una .ola entrada a no ser
en un lnversor'
a t salida o a Ia entrada, en cuyo casose convierten el diag¡ama
Este procedimiento se muestra en la Figu'7!-?\\tld\"
Elsímbolo para la
lógico NOR en t\"l *-\"ár*ierte a un diagrami¡,NO-On.
;;\"\";;;;;-\"\" .\"-ñiu a un AND invertida' Al observar
\"l\"\"liál.u
\"f',iiti-á se encuentrauna en el nivel 3 y dos en dl
los diferentesniveles, \"o-p\"\"*\"
nivel 1. Estas comp-iertas sufren un cambio de símbolos como se muestra
línease remueven. Los
en (b). cualquierp;; il circulos una misma en
círculos van a entradas
que externas quitansiempre cuando hayan
se y se
La compuerta
;;;;ü*;;lado las variables entradacorrespondientes,
de
e n e l n i v e l s s e c o n v i e r t e e n u n a c o m p u e r t a A N D dmuestra l a e n t r a d a
se e u n a s o la
en
tanto se elimina.El diagrama lógicoÁÑó-on buscado,
Figura 4-20(c).
4-9 LAS FUNCIONES EXCLUSIVA
OR
Y DE EOUIVALENCIA
La oRe lusav.de iv realt:
- xc iv equ
binarias que $\".1\"ff #:\"3.t\"?.ffiHi:\" ffitl;
\"l'-Y:, X1
;\"
|e, oPeraciones
xOY:ry'+x'Y
xOY:ry*x'Y'
C'
D'
(a) Diag¡ama lógico NOR
C'
D'
(b) Sustitución de símbolos AND invertida en niveles internos
B
C'
(c) Diag¡ama lógico AND-OR
Figura 4-2O Conve¡sión- un diagrama Iógico NOR a AND-OR
de
Las dos operaciones son complementos entre sí. Cada una de ellas es aso-
ciativa y commutativa. Debido a las dos anteriores propiedades, una
función de tres o más variables, puede expresarse sin paréntesis de la
siguientemanera:
(A @B)o c: A@(B e c) : A @B @ c
Esto implicaúa la posibilidad de usar compuertas OR-exclusiva (o de equi-
valencia) con tres o más entradas. Sin embargo las compuertas OR-exclu-
siva de entrada múltiple son antieconómicas desde el punto de vistade
los materiales. De hecho, aun la función de dos entradas se construye con
otro tipo de compuertas. En la Figura 4-2I(a\\, por ejemplo, se muestra la
ejecuci-ón la función OR-exclusiva de dos entradas con compuertasAND,
de
ÓR v NOf . La Figura 4-21(b)la muestra con compuertas NAND.
t49
I5O L O G I C AC O M B I N A C I O N A L CAP. 4
Solamenteun número limitado de funcionesde Boole se puedenexpre-
sar exclusivamenteen términos de operaciones OR-exclusivaso de equiva-
lencia. Empero, estas funciones resultan a menudo durante el diseño de
sistemas digitales. Las dos funciones son particularmente útiles en ope-
racionesaritméticas y en correcciónde detección de errores.
Una expresiónen OR-exclusivade n variableses igual a una función de
Boole con 2\" /2 térmínos mínimos cuyos números binarios equivalentes
tengan un número impar de unos. Esto se muestra en el mapa de la Figura
4-22(a) para el caso de cuatro variables. Hay 16 términos mínimos para
cuatro variables. La mitad de los términos mínimos tienen un valor nu-
mérico con un número impar de unos; la otra mitad tiene un valor numé-
rico con un número par de unos. El valor numérico de un término mínimo
se determina a partir de las filas y columnas de los cuadradosque repre-
sentan el término mínimo. El mapa de la Figura 4-22(a)tiene unos en los
cuadradoscuyos términos mínimos tienen un número impar de unos. La
función puede expresarse términos de operación OR-exclusiva con las
en
cuatro variables. Lo anterior se justifica por medio de la siguiente mani-
pulación algebraica:
A B ce,
@o
1,,u,',,(cD,
+A, +c,D)
:v,iii,1,4,ii,í:i,'
(a) con compuertas
AND-OR-NOT
re)
(b) con compuertas NAND
Figura 4-21 Configuraciones del OR-exclusrvo
C
0 0 B
B
I lc
l
0l I 0l I 1
I
lu
^1
I I ll I
l
I
D D
F-AaBfiCeD F .= A ABOCAD
(4, (b)
Figura 4-22 Mapa para cuatro variables (a) función OR-exclusiva
y (b) función de equivalencia
una expresión de equivalencia de n variables es igual a la función
de Boole cón 2\"/2 términos mínimos cuyos números binarios equivalen-
tes tienen un número par de ceros. Esto se demuestra en el mapa de la
Figura 4-22(b) para el caso de cuatro variables. Los cuadrados,con unos
representanlos ocho términos mínimos con un número par de cerosy la fun-
cién puede expresarse términos de operaciones equivalenciacon las
en de
cuatro variables.
cuando el número de variables en una función es impar, los términos
mínimos con un número de par de ceros son los mismos que los términos
con un número impar de unos. Esto se puededemostraren el mapa de tres
variables de la Figura 4-23(a).Por tanto, una expresión de OR-exclusiva
es igual a una expresión de equivalencia cuando ambas tienen el mismo
número impar de variables. Sin embargo,ellas forman los complementos
entre sí cuando el número de variables es par de la manera como se mues-
tra en los mapas de la Figura 4-22(a)y (b).
Cuando los términos mínimos de una función con un número impar
de variables tiene un número par de unos (o por equivalenciaa un número
impar de ceros), la función puede expresarsecomo complementode una
expresión de OR-exclusiva o de equivalencia.Por ejemplo, la función de
trés variables mostrada en el mapa de la Figura 4-23(b)puede expresarse
de la siguientemanera:
(A@BOC)':A@BOC
( A o B o c ) ' : A o B @c
La salida S de un sumador medio y la salida D de un sumador com-
pleto (Sección 4-3) puede configurarse con funciones OR-exclusivas ya que
óada función consiste en cuatro términos mínimos con valores numéricos
que tienen un número impar de unos. La función de OR-exclusiva se usa
t5l
BC BC
A 00 0l Á 00
0 0 I
I
All I All
t t
C L
(a) l:-A@B0c: AaBa,c (bl F: A@B'..C : A rBOC
Figura 4-23 Mapaparafunciones tresvariables
de
bastante en Ia ejecuciónde operaciones aritméticas digitales debido a que
estas últimas se ejecutan por medio de un procesoque requiere una ope-
ración de sumas o restas repetitivas
Las funciones de OR-exclusiva y de equivalpncia son muy útiles en
sistemasque requierencódigosde deteccióny correcciónde errores.Como
se trató en la Sección 1-6, un bit de paridad es una forma de detectar
errores durante la trasmisión de información binaria. Un bit de paridad
es un bit extra incluido con un mensajebinario para hacer el número de
unos par o impar. El mensaje,incluyendo el bit de paridad, se trasmite y
luego se comprueba en el extremo de recepción los errores. Un error se
detecta si la paridad comprobadano corresponde la trasmitida. El cir-
a
cuito que generael bit de paridad en un trasmisor se llama generadorde
paridad; el circuito que compruebala paridad en el receptorse llama com-
probador de paridad\"
Como ejemplo, considérese un mensaje de tres bits para trasmiti¡se
con un bit de paridad impar. La Tabla 4-4 muestra la tabla de verdad para
el generadorde paridad. Los tres bits x, y y z constituyen el mensajey
son las entradas al circuito. El bit de paridad P es la salida. Para una
paridad impar, el bit P se generapara hacer el número total de unos impar
(P incluido). De la tabla de verdad, se ve que P:1 cuando el número de
unos en x, y y z es par. Esto corresponde mapa de Ia Figura 4-23(b);
al
así, la función P puede expresarse la siguiente manera:
de
p:x@yOz
El diagrama lógico para el generadorde paridad se muestra en la Figura
4-24(a). Este consiste en una compuerta OR-exclusiva de dos entradas y
una compuerta de equivalencia de dos entradas. Las dos compuertaspue-
y
den ser intercambiadas aun producir la misma función ya que P es igual a:
p:xOy@z
El mensajede tres bits y el bit de paridad se trasmiten a su destino
donde se aplican a un circuito de observación de paridad. Durante la
trasmisión ocurre un error si la paridad de los cuatro bits es impar, ya
que la información binaria trasmitida fue originalmente impar. La salida
C del comprobador de paridad debe ser un 1 cuando ocurre un error, es
152
Tabla 4-4 Generaciónde paridad impar
Bit de paridad
generado
P
t (a) Generador ParidadimPar
de (b) Comprobador de paridad imPar
de tres bits de cuatro bits
Figtra 4-24 Diagramas lógicos para la generación y comprobación de la paridad
decir, cuando el número de unos en las cuatro,entradassea par. L,a Tabla
a-5 es la tabla de verdad de un circuito comprobadorde paridad impar.
De él se observaque la función de C consistede ocho términos mínimos
con valores numéricosque tienen un número pal de ceros.Esto correspon-
de al mapa de la FigurÁ ¡-ZZ(V),de tal manera que la expresiónpuedeser
expresadácon operadoresde equivalencia de la siguiente manera:
C: xOYOzOP
El diagrama lógico de un comprobador de paridad se.muestra en la Figura
4-24b1y consiJte en tres compuertas de equivalencia de dos entradas.
Vaté la pena anotar que el generadorde paridad puede ejecutarsecon
el circuito de ta Figura 4-24(b\\ si la entrada P se mantiene permanente-
mente en lógica 0 y1a salida se marca P, la ventaja estriba en el hecho de
\"circuiios
q* u-bor pueden ser usados para generación de paridad y
comprobación.
Es obvio del presenteejemplo que los circuitos de generacióny com-
p.obación de pariáad tengan una función de salida que incluye la mitad
de los términós mínimos cuyos valores numéricos tengan un número par
o impar de unos. En consecuencia estos se pueden ejecutar con compuer-
tas de equivalenciay de OR-exclusiva'
153
,
Tabla 4-5 Comprobación de la paridad impar
f
Cuatro bits recibidos Comprobación del
error-paridad
C
00 I
0t 0
t0 0
ll I
00 0
0l I
l0 I
ll 0
00 0
0l I
l0 I
ll 0
00 I
0l 0
10 0
ll I
REFERENCIAS
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Design.EnglewoodCliffs, N. J.:
Prentice-Hall. Inc.. 1973.
2 . Peatmán,J. P., The Design of Digítal Sysúems.
Nueva York: McGraw-Hill Book
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t L
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C I
H i l l , F . . I . , y G . R . P e t e r s o nI,n t r o d u c t i o nt o S u , i t c h i n g h e t ¡ n - n d L o g i c a lD e -
T a
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Maley, G.4., y J. Earle, The Logíc Design of TransistorDigitaL Computers.
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C ,
6 . F r i e d m a n , . D . , y P . R . M e n o n , T h e o r ya n d D e s i g no f S u i t c h i n g C i r c u i t s .W o o d -
A
l a n d H i l l s , C a l i f . : C o m p u t e rS c i e n c e r e s s , n c . , 1 9 7 5 .
P I
PROBLEMAS
4-1. Un circuito combinacional tiene cuatro entradas y una salida. La salida es
igual a 1 cuando (1) todas las entradas sean iguales a 1 o (2) ninguna de las
entradas sea igual a 1 o (3) un número impar de entradas sea igual a 1.
154
I
H
'l
PROBLEMAS I 55
fr
il
(a) Obtenga Ia tabla de verdad.
ii
(b) Encuentre la función de salida simplificada en suma de productos'
(c) Encuentre la función de salida simplificada en producto de sumas.
(d) Dibuje los dos diagramas lógicos'
y gene-
4-2. Diseñe un circuito combinacional que acepte un número de tres bits
re un número binario de salida igual al cuadrado del número de entrada'
bits para
4-3. Es necesario multiplicar dos números binarios, cada uno de dos
formar su producto en binarios. Asuma Ios dos números representados por
at, ao ! ó,, b,, donde el suscrito 0 denote el bit menos significativo'
(a) Determine el número de líneas de salida necesarias'
(b) Encuentre las expresiones de Boole simplificadas para cada salida.
producto) de los dos
4-4. Repita el Problema 4-3 para formar la suma (en vez del
números binarios.
que repre-
4-5. Diseñe un circuito combinacional con cuatro líneas de entrada
que generan el
senten un dígito decimal en BDC y cuatro líneas de salida
complemento de 9 del dígito de entrada'
de cuatro bits
4-6. Diseñe un circuito combinacional cuya entrada es un número
y cuya salida es el complemento de 2 del número de entrada'
por 5 una entrada en dí-
4-7. Diseñe un crrcuito combinacional que multiplique
gito decimal representada en BDi. La salida debe ser también en BDC.
de entrada sin
Demuestre que las salidas pueden obtenerse de las líneas
usar ninguna compuerta lógica'
la representaciór
4-8. Diseñe un crrcuito combinacional que detecte un error en
lógico
de un dígito decimal en BDC. En otras palabras obtenga un diagrama
cuya .alida sea lógica 1 cuando las entradas tengan una combinación poco
usual en el código.
medios y una com-
4-g. configure un sustractor completo con dos sustractores
Duerta oR.
4-10. Demuestre cómo un sumador completo puede ser conveitido a un
sustractor
completo con Ia adición de un circuito inversor'
4-11. Diseñe un crrcuito combinacional que convierta un dígito decimal
del códi-
go8,4,-2,-1aBDC.
del código
4-12. Diseñé un circuito combinacional que convierta un dígito decimal
2 , 4 , 2 , 1a l c ó d i g o 8 , 4 , - 2' - l.
de cuatro dí-
4-13. obtenga el diagrama lógico que convierte un número binario
gitos a r,,rr.,rrln\"ro decimal én BDC. Nótese que se necesitan dos dígitos
áecimales ya que los números binarios van de 0 a 15'
que
4-14. un decodificador BDC a siete segmentos es un circuito combinacional
acepta un número decimal en BDC y genera las salidas apropiadas para la
selécción de segmentos en un indicador usado para mostrar el dígito decimal'
seg-
Las siete salidas del decodificador (o, b, c, d, e, f, il, seleccionan los
mentos correspondientes en el indicador como se muestra en la Figura P4-14
(a). La designación numérica escogida para representar el. número decimal
BDC
se muestra en la Figura P4-14(b). biseñe el circuito decodificador de
a siete segmentos.
I56 LOGICACOMBINACIONAL CAP. 4
a
-l -t
rls l l,
l
| | lo -l _l t_ l: I_-tt--l
ll I t_tll _r_l
.l , l. lc _l
(b) Designación numérica para el tablero numérico
(a t Designación de segmentos
Figura P4-14
Figura P4-15
4-15. Analice los dos circuitos combinacionalesmostrados en la Figura P4-15.
Obtenga las funciones de Boole para las dos salidas y explique Ia operación
del circuito.
4-16. Deduzcala tabla de verdad del circuito mostradoen la Figura P4-15.
4-I7. Mediante el uso del diagrama de bloque, convierta el diagrama lógico de la
Figura 4-8 a una configuracióncon NAND.
4-18. Repita el Problema 4-I7 para una configuración con NOR.
4-19. Obtenga el diagrama lógico NAND de un sumador completo de las funciones
de Boole.
C:xl+xz+yz
S.:C'(x+y+z)+ry2
4-20. Determine la función de Boole para la salida F del circuito de la Figura
P4-20. Obtenga un circuito equivalente con menos compuertas NOR.
A'
C
B
B
Figura P4-20
4-21. Determine las funciones de Boole de salida de los circuitos en Ia Fizura
P4-21.
4-22. Obtenga la tabla de verdad para los circuitos en la Figura P4-21.
4-23. Obtenga el diagrama lógico equivalente AND-OR de la Figura P4-21(a).
(b)
Figura P4-21
157
I58 LoGIcAcoMBINACIoNAL CAP. 4
4-24. obtenga el diagramalógicoequivalenteAND-oR de la Figura p4-21(b).
4-25. obtenga el diagrama lógico de una función de equivalencia
de dos entradas
usando(a) compuertas AND, OR y NOT: (b) compuertas NOR y (c) compuer_
tas NAND.
4-26. Demuestre que el circuito en la Figura 4-2L(b) una oR-exclusiva.
es
4 - 2 i . D e m u e s t rq u e I O B O C O D :
e X 0 , 3 , 5 , 6 , 9 , 1 0 1 2 ,l 5 ) .
,
128' Diseñe un circuito combinacionalque convierta un número de
cuatro bits
en código reflejado (Tabla 1-4) a un número binario de cuatro bits. Ejecute
el circuito con compuertas OR-exclusiva.
1-29. Diseñe un circuito combinacionalpara comprobarla paridad par
de cuatro
bits. Se requiereuna salida de Iógica 1 cuando los cuatro bits no
constitu-
yen una paridad par.
'I 30' Ejecute las cuatro funcionesde Boole
listadas usando los tres circuitos su-
madoresmedios (Figura 4_2e).
D:AO¿OC
E: A'BC+ AB'C
F: ABC' + (A' + B')C
G:ABC
4-31. Ejecute la función de Boole:
F: A B , C D , + A , B C D ,+ A B , C , D + A , B C , D
con compuertasOR-exclusivav AND.
*
IF
IC
il
'f
Lógica combinacional
con MSI Y LSI
-
4
N
.)
:!
5-1 INTRODUCCION
ElpropósitodelasimplificacióndelasfuncionesdeBooleesobteneruna
resulte en rrn circuito de
expresión algebraica ql-r\" \"uuttao. se configure
que determina un circuito de bajo cos-
baio costo. stn emoarJo, eL criterio
simplificación
-iii
;;'; il;;\"'áLú. a\"ni'irse si se va a evaluar el éxito de la
i;g;\"á;. proc.di-iunto de diseño para los circuitos combinacionales
las compuertas nece-
p.?r.\"ira\" en la secci ón 4_2 minimiza el número de
s a r i a s p a r a e j e c u t u , - u n u f u n c i ó n d a d a . E s t e p r o c e d i m i e n t o c l á queoutilice e
sic asum
función' aquel
que, dados do, cir\"uiiot qu\" tuuti\"an ,la misma
que cuesta menos' Esto no es
menos compuertas et pte^fetible debido a
.,u\".ru.iurnénte cierto cuando se usan circuitos integrados'
C o m o s e i n c l u y e n v a r i a s c o m p u e r t a s l ó g i c a s e n u n a s o l a p a s t ipastilla
lla..de
CI se vuelv\" la máyoría de lás compuertas de una
\".onO--i\"\";;;;
utilizadaaunquealhacerloseaumenteeltotaldecompuertas.Másaún'
algunas de las i\"t\";;;;;;iones entre las . compuert,as ,en muchos CI son
usar tantas interconexiones
internas a la pastilla y es más económico pa-
i,.,i\".rru. posiblés pu.u Sd\"t minimizar el número de conexiones entre
t i l l a s e x t e r n a s . O o n l o s c i r c u i t o s i n t e g r a d o s ' n o e s l a c a n t i d usadocy m pnú- r .
a d d e o el u e
número y tipo de cI
tas lo que determl\"un .i áo\"lo, .ino e\"l
putá ejecutar una función
mero de interconexiones externas necesariu*
dada.
H a y n u m e r o s a s o c a s i o n e s c u a n d o e l m é t o d o c l á s i c o d e l a S e c c i ó nd a2 4--
p a r a e j e c u t a r. u n a f u n c i ó n
no produce el mejor circuito combinacional
de simplificación en este
da. Además, la tabla áe verdad y el procedimiento
método se vuelve -\"v1t-pficado, ti nú-\"to de variables de entrada es
\"l obtenido dice si debe ser configu-
excesivame.rt\" gru.,Jé. El circuito final
SSI' cuales podrían
rado con ,rnu .or,\"*i¿n aleatoria de compuertas 'las.
grande de cI y cableado de intercone-
utilizar un número relativamente
procedimiento de di-
xión. En la mayoría á\" to' casos la aplicación de un
combinacional para una función
seño alterno prr\"d\"*ptoautl' un circulto
el método de diseño clásico. La
dada aun -e¡o, q.re-el obtenido al seguir
p o s i b i l i d a d d e u n p , o \" \" a i , , ' i \" ' ' t o d e d i s e ñ o a l t e r n o d e p e n d e d e u n p r o b l e un
ma
il;;;;ilii;l i\"\"g\"\"¡ á\"r diseñador. métodoclásicoconstituve
El
que se producen resul-
procedimiento geneál tal, que si se usa se garantiza
t59
I60 L O G I C A O M B I N A C I O N AC O N M S I Y L S I
C L
CAP. 5
tados.. sin-embargo,
-cuando se amplía el método clásico es aconsejable
investigar la posibilidad de un método alterno que sea más eficient\" p\"r,
el problemaparticular entre manos.
Lg Rqimerapregunta que debe contestarseantes de pasar por un di-
seño detallado de un circuito combinacional,es si la función éstá dispo_
nible e¡ una pastilla de cI. La mayoría de circuitos MSI se obtienen co-
mercialmente. Estos circuitos realizan funciones digitales específicas
comúnmenteusadas en el diseño de sistemas de compirt\"do.r, digit\"l\".r.
Si no se encuentra un componente MSI que produ\"ca exactamente la
función necesaria,un diseñador recursivo dete poder formular un método
para incorporar un MSI en un ci¡cuito. La selecciónde componentes MSI
con preferenciasobre las compuertas SSI es extremadamenieimportante
ya que invariablemente dará como resultado una reducción considerable
de pastillas de CI y de cablesde interconexión.
La primera mitad de este capítulo presenta ejemplos de circuitos
combinacionalesdiseñados por métodos diferentes á lor pto\"edimientos
clásicos. Todos los ejemplos demuestran la construcción interna de las
funciones MSI existentes. Así se presentan nuevas herramientas de di-
señoy al mismo tiempo se familiariza el lector con las funcionesMSI exis-
tentes. Es muy importante conocer las funciones MSI existentes no sola-
mente en el diseñode circuitos combinacionales, sino también en el diseño
de sistemas de computadoresdigitales más complicados.
ocasionalmente se encuentran circuitos MSI y LSI que pueden apli-
carse directamente al diseño y ejecución de cualquier ciicuilo combina-
cional. Cuatro técnicas de diseño de lógica combinacionalmediante MSI
y LSI se introducen en la segundamitad de este capítulo. Estas técnicas
hacen uso de las propiedadesgeneralesde los decohificadores, multiple-
xores' memorias de programación (RoM) y arreglos lógicos p.ogru-rúle,
(PLU). Estos cuatro componentes cI tiénen u\"n gran\"nú-.ro á\" aplica-
de
ciones. Su uso en la configuraciónde circuito\" descritos
aquí es una de las muchas aplicaciones. \"o*bittu\"ionales
5-2 S U M A D O R P A R A L E L OB I N A R I O
EI sumado¡ completo introducido en la sección 4-3 forma la suma
de dos
bits y un bit de arrastre previo. Dos números binarios de n bits pueden
sumarse por medio de este circuito. para demostrar con un ejemplo
espe-
cífico considéresedos númerosbinarios, A:1011 y 8:0011
s:1110' cuando se-agreganun par de bits de u.r sumador completo \".ryu \".r*u
el
circuito produce un bit de arranque que se usa con el par de bits de
una
posición más significativa. Esto se muestra en la siguiente
tabla:
Sumador completo
Suscrito i 4321 de la Figura 4-S
Arrastre de entrada 0tl0 ci
Sumando 10ll Ai
Sumando 00ll Bi
Suma lll0 ^T
Arrastre de salida 00ll c,*,
u
$
ill
ll
.!
sEc. 5-2 SUMADOR ARALELO INARIO
P B 161
*
Los bits Se suman con sumadorescompletos, comenzandocon el bit
menossignificativo (suscrito) para formar el bit de suma y el bit de arras-
tre. Las éntradas y las salidas del circuito sumador completo de la Eigura
4-5 se indican a continuación. El arrastre de entrada C' en la posición
menossignificativadebeser 0. El valor de C,a¡ €n una posiciónsignifica-
tiva dada es el arrastre de salida del sumador completo.Este valor se tras-
fiere al bit de arrastre de entrada del sumador completo que agrega los
bits a una posiciónsignificativa de mayor posición a Ia izquierda. La suma
de bits es generadaatí, co*ertrando desde la posición de la extrema dere-
cha y es Jisponible tan pronto como se genereel bit de arrastre previo
correspondiente.
Lá suma de dos números binarios de n bits, A y B pueden generarse
de dos maneras:en serie o en paralelo. El método de la suma en serie usa
solamente un circuito sumador completo y un elemento acumulador para
conservarel arrastre de salida generado.El par de bits en A y B se tras-
fiere en serie,uno a la vez a través del solo sumador completopara produ-
cir una cadenade bits salida de Ia suma. El bit de arrastre de salida acu-
mulado de un par de bits se usa como bit de arrastre de entrada para el
siguiente put d-\" bits. El método en paralelo usa n circuitos sumadores
cJmpletosy todos los bits de A y B se aplican simultáneamente.El bit de
u.rr.tr. de salida de un sumador completo se conecta al arrastre de en-
trada del sumador completo de la posición siguiente a Ia izquierda' Una
vez se hayan generadolos bits de arrastre, los bits de la suma correcta
salen por las salidas de suma de los sumadorescompletos'
lJn sumador paralelo binario es una función digital que produce una
suma aritmética de dos números binarios en paralelo. Este consiste en
r\"iii\"aó.é!,-completos conectadosen cascadacon la salida de arrastre de
un sumador completo conectadoal arrastre de entrada del siguiente su-
mador completo.
La Figura 5-1 muestra Ia interconexión de cuatro circuitos sumadores
completos (FA) para dar un sumador paralelo binario de cuatro bits. Los
rrr*ádo.\". de A y los bits sumadores de B se designan por medio de nú-
meros suscritos de derecha a izquierda con el suscrito 1 denotandoel bit
de más bajo orden. Los arrastrés se conectan en cadena a través de los
sumadorescompletos.El arrastre de entrada del sumador es C1 y la sa-
lida de arrastre es C5. Las salidas S generanlos bits de suma requeridos.
Cuando el circuito sumador completo de cuatro bits se encapsuladentro
de una pastilla CI tendrá cuatro terminales para un sumando, cuatro ter-
minales para otro sumando, cuatro terminales para los bits de suma y dos
terminalés para los arrastresde entrada y salida.*
un sumador completo de n bits requieren sumadores completos.Pue-
de construirsea partir de las CI sumadores completosde 4, 2 y 1 bit conec-
tando en cascadavarias pastillas. La salida de arrastre de una pastilla
debe conectarse la entrada de arrastre de aquella con Ios siguientesbits
a
de mayor orden.
Los sumadorescompletosde 4 bits son un ejemplo tipico de una fun-
ción-MSI. Puedenusarseen muchas aplicacionesque incluyen operaciones
aritméticas. Obsérveseque el diseño de este circuito por medio del mé-
* Un ejemplode un sumadorcompletode cuatro bits es el CI TTL tipo 74%3.
s3 s2
Figura 5-1 Sumadores completos de 4 bits
todo clásico necesitaría una tabla de verdad con 2e : 512 gn*,¡edq6, ya
que hay nueve-entradas al circuito. Mediante el uso de un método iterativo
de colocar en cascada una función ya conocida se puede obtener una con-
figuración simple y bien organizada.
La aplicación de esta función MSI al diseño de un circuito combina-
cional se demuestra con el siguiente ejemplo:
EJEMPLO 5-I: Diséñese un conversor de código BDC a
e x c e s o3 .
Este circuito fue diseñado en Ia Sección 4-5 por medio del
método clásico. El circuito obtenido de este diseño se muestra en
Ia Figura 4-8 y requiere 11 compuertas. Cuando se ejecuta con
compuertas SSI requiere 3 circuitos integrados y 14 conexiones
i n t e r n a s ( s i n i n c l u i r l a s c o n e x i o n e s d e e n t r a d a y d e s a l i d a ). L a
inspección de las tablas de verdad revela que el código equiva-
lente de exceso 3 puede obtenerse del código BDC mediante la
suma del binario 0011. Esta suma puede ejecutarse fácilmente
mediante el circuito MSI de sumadores completos de 4 bits mos-
' trado en la Figura 5-2. El dígito BDC se aplica a las entradas A,
las entradas B se colocan a 0011 constante. Esto se logra aplican-
d o l ó g i c a1 a 8 1 y B z y l ó g i c a0 a B j , B t y C t . L a l ó g i c a1 y l a
lógica 0 son señales físicas cuyos valores dependen de la clase de
familia de los CI usados. Para los circuitos TTL, lógica 1 equivale
a 3,5 voltios y lógica 0 equivale a tierra. Las salidas S del circuito
darán el código equivalente de exceso 3 del dígito de entrada en
BDC. Esta configuración requiere un CI y 5 conexiones,sin in-
c l u i r l a s c o n e x i o n e sd e e n t r a d a v s a l i d a .
Propagación del arrastre
La suma de dos números binarios en paralelo implica que todos los bits de
los sumandos están disponibles para el cálculo al mismo tiempo. Como en
cualquier circuito combinacional, la señal debe propagarse por las com-
t62
No seusa
L5
a.
A2
Entrada
BDC ^
^1
¡ Salida de
e x c e s o3
Bl
B2
B3
D
- Ll
Figura 5-2 Convertidor de código de BDC a exceso 3
puertas antes que Ia suma de salida correcta esté disponible en Ios termi-
de
irte, ¿\" salid;. El tiempo de propagacióntotal es igual al retardo
propagaciónde una compuertatípica multiplicando por el número de nive-
ies'de compuertasen el circuito. El mayor tiempo de propagaciónen un
sumador paralelo es el tiempo que se toma el bit de arrastre en propagarse
pá, to. ,rr*adore. completoÁ. Cbmo cada bit de la salida de suma depende
del valor del arrastre ie entrada, el valor de S, en cualquier estado dado
en el sumador, estará en su valor final establesolamentehasta que el bit
de arrastre de entrada a este estado se haya propagado.ConsidéreseIa
.átidu S, en la Figura b-1. Las entradasA, y Bt alcanzanun valor esta-
la
ble tan pronto como las señalesde entrada se apliquen al sumador.Pero
entrada de arrastre C., no va a su estado estable final hasta que esté dis-
ponible c3 en su valoi de estado estable.De manera similar, c, tiene que
;.;;.;; i, C, t así sucesivamente hasta C1' Así, irán la salida Sr y el
arrastre C, a un valor final de estado estable hasta que se propagueel
arrastre a través de todos los estados.
El número de niveles de compuertaspara la propagacióndel arrastre
se puede deducir del circuito del sumador completo. Este circuito es de-
¿ucldo en la Figura 4-5 y redibujado en la Figura 5-3 por conveniencia'
Las variables de entrada y salida usan el suscrito i para denotar un estado
tipico de un sumador pu.ál\"lo. Las señalesen P, y G, llegan a su valor de
esiado estable despuéi de la propagaciónpor sus compuertasrespectivas'
Estas dos señales io.t a todos los sumadorescompletosy depen-
\"om,rnei
den solamentede los bits de entrada de los sumandos.La señal del arras-
tre de entrada, C,, se propaga arrastrede salida, C¡+t a través de una
al
I compuerta AND y una óompuerta OR, lo cual constituye dos niveles de com-
p\"\"riu. Si hay cuatro sumadorescompletos en el sumador paralelo, la
salida de arrastre Cu tendrá 2X4:8 niveles de compuertasdesde C1
hasta Cr. El tiempo d\" p.oprgución total en el sumador será el tiempo de
t63
complet'
Figura 5-3 Circuitosumador
propagación en un sumador medio, más ocho niveles cie : rpuertas. Para
un s.r-aAor paralelo de n bits, hay 2 n niveles de comp.;e:l's para el bit
de arrastre por los cuales se debe propagar.
El tiempo de propagación del arrastre es un fact,-,:.:rnitante de la
velocidad con la cual se suman dos números en paralei, .\\unque un su-
mador paraielo, o un circuito convencional, tengan sier:.pre un valor en
sus terminales de salida, las salidas no serán las cor¡ecta. .l no se Ies
da a las señale$ el tiempo suficiente para propagarse a tFa\\'trs de las com-
puertas conectadas desde las entradas hasta las salidas. C, mo todas las
operaciones aritrnéticas se ejecutan con sumas Sucesivas. el ttempo com-
piendido durante el proceso de suma es muy crítico. Una sc'iución obvia
para reducir el tiempo de demora de propagación del arrastre es la de usar
compuertas más rápidas con demoras reducidas a pesar de que los circui-
tos hsicos tengan un límite de su capacidad.' Otra solucion es Ia de au-
mentar la complejidad del equipo de tal manera que se reduzca el tiempo
de demora del arrastre.Hay otras técnicas para reducir el tiempo de pro-
pagación del arrastre en un sumador paralelo. La técnica usada más ex-
tensamente emplea el principio de obseruación del arrostre ¡,súerior y se
describe a continuación.
Considérese el circuito del sumador completo mostrado en Ia Figura
5-3. Si se definen dos variables binaias nuevas:
P,: A,@ B,
G,: A,B,
1a suma de salida y el arrastre puede expresarse como:
S,:4Oq
C¡*t: Gi + PiCi
C, se llama el arrastre generado\"y produce un arrastre de salida cuando
A, y B, son 1 sin tener en cuenta el arrastre de entrada. ,f se llama el
arrastre propagado ya que es el término asociado con la propagación de
C , h a s t aC , * 1 .
Se escribe la función de Boole para la salida de arrastre de cada esta-
do y se sustituye para cada C, su valor a partir de las ecuaciones previas:
t64
Figura 5'4 Diagrama lógico del generador del bit de arrastre [nsterror
Cz: Gt + PtCl
Ct: Gz+ P2C2: Gz* Pz(Gt + P,C,) : G 2 + P 2 G t+ P z P t C l
Cq: G t + P 3 C 3 : G t I P 3 G 2+ P 3 P 2 G :+ P 3 P z P t C l
en
Como las funciones de Boole para cada arrastre de salida se expresan
suma de productos, cada fun¿ión debe ser configurada con un nivel de
de
compuerta; AND seguidas de una compuerta OR (o mediante dos niveles
NAND). Las tres fiinciones de Boole para C2, Ct Y Ca se configuran con
que
el generador del arrastre primario mostrado en la Figura 5-4. Nótese
Ca no tiene que esperar u C, y C2 para propagarse; de hecho C', se pro-
paga al mismo tiemPo que C:¿Y C;.*
La construcción de un sumador en paralelo de 4 bits con un arrastre
posterior se muestra en la Figura 5-5. cada salida de suma requiere dos
genera la
compuertas OR-exclusivas. La salida de la primera OR-exclusiva
vari;ble 4 y la compuerta AND genera la variable G¡. Todas las P y G se
generan en ios .riueies de compuértas. Los arrastres se propagan a través
*Un generador de arrastre posterior es el CI tipo 74782. Se c-ompone de compuertas
: G + PC t.
AND-OR ilnvertida. Tiene también dos salidas para generar Cs
t65
Generador
de bit de
D arrastre
posterior
^2
Figura 5-5 sumadores completos de 4 bits con bit de arrastre posterior
del generadorde arrastre posterior (similar al de la Figura b-4) y se
apli-
can como entradas a una segunda compuerta oR-exclúsiva. Despué,
q,r\"
las señales P y G se establezcan a sus valores de estado estable, ioao,
io,
arrastres de salida se generarán después de una demora de dos niveles
de
compuertas. Así, las salidas s2 hasta sn tienen iguales tiempos de de_
mora de propagación. El circuito de dos niveles pará el arrastré de salida
c'' no se demuestra en Ia Figura b-4. Este circulto puede derivarse fácil-
mente por el método de ecuación sustitución como ie hizo anteriormente
(ver Problema 5-4).
5-3 SUMADOR ECIMAL
D
!.u. computadores o calculadoras que realizan operaciones aritméticas
directamente en el sistema de números decimales representan números
decimales en la forma de binarios codificados. un sumador para tal
com-
t€6
sEc. 5-3 S U M A D O RD E C I M A L 1 6 7
putador debe usar circuitos aritméticos que aceptan números decimales
codificados y presentan resultados en el código aceptado. Para suma bi-
naria, fue suficiente considerar un par de bits significativos al tiempo'
conjuntamente con el arrastre anterior. Un sumador decimal requiere un
mínimo de nueve entradas y cinco salidas, ya que se requieren cuatro bits
para codificar cada dígito decimal y el circuito debe tener un arrastre de
entrada y uno de salida. Por supuesto,hay una gran variedad de circuitos
de suma decimal que dependen del código usado para representar los dí-
gitos decimales.
El diseño de un circuito combinacional de nueve entradas y cinco sa-
Iidas por el método clásico requiere una tabla de verdad con 2e :512 entra-
das. La mayoría de las combinaciones de entrada son condiciones de no
importa, ya que cada entrada de código binario tiene seis combinaciones
que son válidas. Las funciones de Boole simplificadas por el circuito pue-
den obtenerse por un método de tabulado generado por un computador y el
resultado podría ser probablemente una conexión de compuertas formando
un patrón irregular. Un procedimiento alterno, es sumar los números con
circuitos sumadores completos, teniendo en cuenta el hecho de que no se
usan seis combinaciones en cada entrada de 4 bits. La salida debe ser
m o d i f i c a d a d e t a l m a n e r a q u e s o l a m e n t e a q u e l l a s c o m b i n a c i o n e sb i n a r i a s ,
válidas del código decimal, se generen.
Sumador BDC
C o n s i d é r e s eI a s u m a a r i t m é t i c a d e d o s d í g i t o s d e c i m a l e s e n B D C , c o n u n
arrastre posible de un estado anterior. Como cada dígito de entrada no
e x c e d ea l á s u m a d e s a l i d a n o p u e d e s e r m a y o r q u e 9 + 9 + 1 : 1 9 , siendo
el 1 en la suma, el arrastre de salida. Al suponer que se aplican dos dígitos
BDC a un sumador binario de 4 bits, el sumador formará la suma enbina'
rio y producirá un resultado que puede variar entre 0 y 19. Estos números
d e c i \" m a l e ss e l i s t a n e n l a T a b l a 5 - 1 y s e m a r c a n c o n s í m b o l o s K , Z * , Z r ,
Z¿ y 2,. K es el arrastre y los s\\scritos bajo la Ietra Z representan los
pÁ* s,' 4, 2 y 1 que deben ser asignados a los cuatro bits en el códig<r
blC. La primera óolumna en Ia tabla Iista las sumas binarias a medida
que aparec;n en las salidas de un sumador binarío de 4 bits. La suma de
salida de dos dígítos decimales debe representarse en BDC y debe apa-
recer en la forma listada en la segunda columna de la tabla. El problema
es encontrar una regla simple por medio de la cual el número binario en la
primera columna puede convertirse a la correcta representación de dígi-
tos BDC del número en la segunda columna.
Al examinar el contenido de la tabla, es aparente que cuando la suma
binaria sea ig¡al o menor que 1001, el correspondiente número BDC es
idéntico y por tanto no se necesita conversión. Cuando el número binarir,r
e s m a y o r q u e 1 0 0 1 s e o b t i e n e u n a r e p r e s e n t a c i ó nB D C n o v á l i d a . L a s u m a
d e l b i n a r i o 6 ( 0 1 1 0 )a I a s u m a b i n a r i a I o c o n v i e r t e a l a r e p r e s e n t a c i ó nB D C
correcta y también produce el arrastre de salida requerido.
El circuito lógico que detecta Ia corrección necesaria puede derivarse
de las entradas de la tabla. Es obvio que se necesita una corrección cuando
168 LOGICA OMBINACIONAL N MSI Y LSI
C CO CAP. 5
Ia suma binaria tiene un arrastre de salida K:1. Las otras seis combina-
ciones desde 1010 hasta 1111 que necesitan una corrección tienen un 1 en
la.posiciónzr. Para distinguirlosdel númerobinario 1000 1001que tam-
y
bién tienen un 1 en la_posiciónzr, se especificará
más adólante[ue z, ó
zt debentener un 1. La condición para que una correccióny un anastre
de salida pueda ser expresadapor *.dio d. u.,u función de Boole:
C: K + Z B Z 4 +Z 8 Z 2
cuando c: l, es necesario agregar 0110a Ia suma binaria y suministrarun
arrastre de salida a Ia siguienteetapa.
I
Tabla 5-1 Deducciónde un sumadorBDC
Suma binaria S u m aB D C Decimal
K z8 z4 z2 zl C ,s8 s4 s2 ,sr
0' 0 0 0 0 00000 0
0 0 0 0 I 00001 I
0 U 0 I 0 00010 2
0 0 0 I I 00011
0 0 I 0 0 00100 A
0 0 I 0 I 00101 5
0 0 I I 0 00110 6
0 0 I I I 00lll 7
0 I 0 0 0 01000 8
0 I 0 0 I
I 01001 9
0 0 l0 r000 0 r0
0 0 ll r000 I ll
0 00 l00l 0 t2
0 0l l00l I l3
0 r0 l0l0 0 l4
0 rl l0l0 I l5
I 0 0 00 l0ll 0 ló
I 0 0 0l l0tl I t7
I 0 0 t0 rl00 0 l8
I 0 0 ll 1100 I l9
lJn sumador BD.c. es un circuito que agrega dos dígitos BDC en para-
lelo y produce un dígito suma en BDC. unsrimador gbc dene incluir
Ia
c o r r e c c i ó n l ó g i c a e n s u c o n s t r u c c i ó n i n t e r n a . p a r a a g r e g a r0 1 1 0 e n l a
suma
binaria, se usa un segundo sumador binario de 4 bils óo*o .\" muesrra
en
la Figura 5-6. Los dos dígitos decimales, conjuntamente con
un arrastre
de entrada, se agregan primero en el sumadoi binario de 4 bits
superior
para producir la suma binaria. cuando el arrastre de salida
es igual u
no se agrega nada a la suma binaria. cuando es igual a 1 se agrega \"u.o,
el bi-
nario 0110 a la suma binaria por medio del sumadór binario
de ? bits lnre_
Sumando Sumando
n
I
!
1
',
Entrada
Salida de Sumador binario de 4 bits de arrastre
arrastre
28 24 22 zl
Bit de
arrastre
de saiida
Sumador binario de 4 bits
de de BDC
l'igura 5-6 Diagrama bloque un sumador
sumador binario superior
rior. El arrastre de salida generado a partir del
puede ignorarse porque Ju ü i\"ro.-ación ya disponible en el terminal de
arrastre de salida.
Cada uno de los su-
El sumador BDC puede construirse con tres CI'
madores de 4 bits u. función MSI y Jas tres compuertas para la lóe]c1
\"\"u
decorreccióncaben\"\"\"\"\"pastillassl.sinembargo,elsumadorBDC
de propagación
se obtiene en un .i..,-,ito úSt.- Para alcanzar demoras
más cortas, un sumador MSI BDC i n c l u y e l o s c i r c u i t o s n e c e s a r i o sp a r a
co¡rección no nece-
io. u.rurtr\"s posteriores. El circuito sumador para la
puede optimi-
sita todos los cuatro sumadores completos y este circuito
zarsedentro de una Pastilla de CI'
decimales necesita
Un sumador paralelo decimal que suma n dígitos
á\" rrrrrru'dores BDC. El arrastre de salida de una etapa debe co-
\" \"t;;;t de mayor orden'
nectarse al arrastre de entrada de la siguiente etapa
*El CI TTL tipo 82583 una sumador
es BDC'
169
5 _ 4 C O M P A R A D OD E M A G N I T U D E S
R
-'., . :--paracron dos númeroses una operación
de que determinasi un nú_
r\"cr e: ma-\\'orqu€' menor que o igual a otro
'\"¿¿n:itrdes un circuito número. Un comparadord.e
combinaciónal_q-u. .o-pululoL,t-\".os, A y B
r determinasus magnitudesrerativas.Bi
resurtádod; L comparación se
especificapor medio de tres variables binarias
A: B, ó A<8. luá-i\"Ji*, cuando A > B,
El circuito para comparar dos números de
. n bits tiene 22, entradas
en la tabla de verdad y se vuerve muy complicado
aun pu.u n : 3. por otra
parte, como es de sospechar, circuito
un comparador tiene cierta cantidad
de regularidad. Las funciones digitaies que poseen
una reguraridadinhe-
rtntt bi0ndufinidg
$u\"J\"r,J,r\"lu..\" po-r
medio un procedimiento
de algo_
iltlltlr0 utt¡tlontrá tl;;[;;;; J ;;;;;;;l;
sit0 su
¿*,,i\"n\"lu
que especifica un conjunto
de pasos, lo\"s cuales du' uru solución al
p r o b l e m a s i s e s i g u e n . S e i.finitoa r á
lustr éste método deduciendo un argoritmo
para el diseño de un comparador de
magnitud de 4 bits.
El algoritmo es una apricación dir:ecta
á\" ;; p.t\"ear-r\"nto que usa
una persona para comparar-ras magnitudes
\"rr.ro rerativas^de dos números. con_
sidérese los números A y B cada
4 dígit.s y escríbase los coefi-
cientes de los números en orden significativn \"or.
dJr\"\"r,áe\"t\" a\" la siguiente
manera:
A : A,A,A,Ao
B : BrB2BrBo
donde cada suscrito de letra representa
uno de ros dígitos der número. Los
dos números son iguales si toáos t,or-pu.\",
de números significativos son
i g u a l e s ,e s d e c i r s i - 4 1 :
p: ., ir:\"Éj , At: Bt y Ao:.8u. Cuando los
números son binarios ros dígitos son
1 ó 0 y ra relación de igualdad para ca_
de bits puede .*pré.u..\" lógicamente
con una furrción de equiva-
[X\"Tl
x, : A,B,+ A'iB,¡ i : 0, 1,2,3
donde x¡:l solamente si el par de bits en la posición
l s o n i g u a r e se s d e c i r
si ambos son unos o ceros.
La igualdad de dos números A y B se indica
en un circuito combina_
cional por rrfedio de una variable binaria
ae saliaa q;; ;; designa con el
símbolo (A: B). Esta variable binaria
es igual a 1 si los números de entra_
da A y B son iguales; de lo contra.lo
s\".á igual a 0. para que exista esta
condición de iguardad, todas las ,rarialle.
;:;;ü; .\"i'i?rul\", a 1. Esto
produce una operación AND
de todas las va¡iables:
(A:B):xrxrxrxo
la variable binaria (A -- B) es igual a
1 solamente si todos los pares de dí-
gitos de los dos números son izuáles.
Para determinar si A es mlyor o menor.qug_B
se inspeccionan las mag_
nitudes relativas de.los pu.\".. á\" dígitos
significativo, clesde
la posición significativa más arta. siios \"o-\"rrr\"ndo
dostígiñr\"\" ig\"\"i\"r, se compara
t70
F
it
I
il
i
sEc. 5-5 DECODIFICADORES
I71
I el siguiente par de dígitos siguientes menos significativos. Esta compara-
ción continúa hasta que se encuentre un par de dígitos desiguales. Si el
correspondiente dígito de A es 1 y el de B es 0, se concluye que A > B. Si
e l c o r r e s p o n d i e n t ed í g i t o d e A e s 0 y e l d e B e s 1 s e t i e n e q u e A 1 8 . L a
c o m p a r a c i ó n s e c u e n c i a l p u e d e e x p r e s a r s el ó g i c a m e n t e p o r l a s d o s s i g u i e n -
tes funciones de Boole:
(A > B): 4Éi * xrArB'r* xrxrArB', * x3xrxrAsB', i.
¡l
( A < B ) : A ' z B t I x l A ' r B 2 r x ' r x r A 'r B , * x r x r x r A ' o B o
l.
los símbolos (A > B) y (A < B) son variables de salida binarias que son ig'tra-
I les a 1 cuandoA> B ó A < B respectivamente.
I
La ejecución con compuertas de las tres variables de salida derivadas
il
es más simple de lo que parece ya que tiene cierta cantidad de repetición. D
Las salidas \"desiguales\" pueden usar las mismas compuertas que se ne- ñ
cesitan para generar una salida \"igual\". EI diagrama lógico del compara-
dor de magnitud de 4 bits se muestra en Ia Figura 5-i.* Las cuatro ¡ de
salida se generan con circuitos de equivalencia (NOR-exclusiva) y se apli-
can a una compuerta AND para dar la variable binaria de salida (A:B).
Las otras dos salidas usan las variables f para generar las f'unciones de
t Boole listadas a continuación. Esta es una configuración de multinivel y
como se puede ver tiene un patrón regular. El procedimiento para obtener
circuitos comparadores de magnitud para números binarios de más de
cuatro bits debe ser obvio para este ejemplo. EI mismo circuito puede
usarse para comparar las magnitudes relativas de dos dígitos BDC.
5-5 DECODIFICADORES
discretas información presentan sistemas
Cantidades de se en digitales
con códigos binarios. Un código binario de n bits es capaz de representar
hasta 2\" elementos dif'erentesde información codilicada. Un decodífica-
dor es un circuito combinacional que convierte Ia información binaria de
n líneas de entrada a un máximo de 2n líneas únicas de salida. Si la in-
formación decodificada de n bits tiene combinaciones no usadas o de no
importa, la salida del decodificador tendrá menos de 2' salidas.
Los decodificadores presentados aquí se llaman decodificadores en
l í n e a d e n a m . E n d o n d e m 1 2 \" . S u p r o p ó s i t oe s g e n e t a r 2 \" ( o m e n o s )
términos mínimos de n variables de entrada. EI nombre decodificador se
usa conjuntamente con cierto tipo de convertidores de código tal como el
decodificadorBDC a siete segmentos (ver Problema 4-l4l'
Como ejemplo, considérese el circuito decodificador en línea de 3 a 8
de la Figura 5-8. Las tres entradas se decodifican en ocho salidas y cada
salida representa uno de los términos mínimos de las variables de 3 en-
tradas. Los tres inversores generan el complemento de las entradas y cada
una de las ocho compuertas AND generan uno de los términos mínimos. Una
*El
TTL tipo 7485 en un comparador de magnitud de 4 bits. Tiene tres entradas más
para conectar los comparadores en cascada (ver Problema 5-14).
Figura b-Z Comparador de magnitudes de 4 bits
aplicación particular de este decodificador sería una conversión binaria
a octal. Las variables de entrada podrían representar un número binario
y las salidas représentarían los ocho dígitos en el sistema de numeración
octal. Sin embargo un decodificador en línea de 3 a 8 puede ser usado para
decodificar cualquier código de 3 bits para genera. ocho salidas, unu para
cada elemento del código.
La operación del decodificador será clasificada más adelante a partir
de las relaciones de entrada salida listadas en la Tabla 5-2. obsérvese
172
Do - ' r:'
Figura b-8 Decodificador en línea de 3 a g
Tabla b-2 Tabla de ve¡dad del decodificador
de línea
de3a8
Entradas
xyz Do Dt D2 D3 D4 Ds D6 D1
000 10000000
001 01000000
010 00100000
0l I 00010000
r 00 00001000
l0l 00000100
r l0 00000010
I ll 00000001
173
I74 L O G I c Ac o M B I N A C I o N A L o N M S I Y L S I
c CAP. 5
que las variables de salida son mutuamente exclusivas ya que solamente
una de las salidas es igual a 1 en cualquier momento. La línea de salida
cuyo valor corresponde a 1 representa el término mínimo equivalente al
número binario que se presenta en las líneas de entrada.*
EJEMPLO 5-2.. Diseñar un decodificador BDC a decimal.
Los elementos de información en este caso son los diez dígitos
decimales representados por el código BDC. El código en sí mismo
tiene cuatro bits, por tanto, el decodificador debería tener cuatro
entradas para aceptar el dígito codificado y las diez salidas para
cada uno de los dígitos decimales. Esto dará un decodificador de
4 a l0líneas de BDC a decimal.
No es necesario diseñar este decodificador ya que se puede
encontrar en la forma de cI como una función MSI. De todas ma-
neras se va a diseñar por dos razones: primero dará un conoci-
miento de Io que se debe esperar de tal fünción MSI; segundo,
esto constituye un buen ejemplo para mostrar las consecuencias
prácticas de las condicionesde no imoorta.
como el circuito tiene diez saúdas, sería necesario dibuiar
diez mapas para simplificar cada una de las funciones de sariáa.
Hay seis funciones de no importa que deben considerarse para la
simplificación de cada una de las funciones de salida. En vez de
dibujar diez mapas, se dibujará solamente un mapa y se escribi-
rán cada una de las variables de salida D,, hasta D\". dentro de
su cuadrado de término mínimo, de la manera mostrada en la Fi-
gura 5-9. Hay seis combinaciones de entrada que nunca ocurren
de tal manera que se marcan los cuadrados de ios términos míni-
mos correspondientes con X.
Es responsabilidaddel diseñador decidir cómo tratar las con-
diciones de no importa. se asume que ha decidido usarlas de tal
nanera que se simplifican las funciones al número mínimo de
,l
_]:
on nl rr rn
ll\\
D,, Dl D\\ D2
\" i.
0t D4 D\\ D1 Db
t,, X
Dr
Y
X
De
X
X
X
X
Figura 5-9 Mapa para simplificar un decodificador BDC a decimal
lEl CI tipo 74138 es un decodificador en línea de 3 a 8. Se construye con compuerras
NAND. Las salidas son los compleme¡rtos de los valores mostrados en la Tatla b-2.
I
I
S E C .5 - 5 D E C O D I F I C A D O R E S7 5
literales. D¡ Y Dt no pueden combinarse con ningún térmrno
mínimo de no importa. D2 puede combinarse con el término míni-
mo m r,, de no imPorta Para dar:
I
Dz: x'Yz'
E 1 cuadrado con D,, puede combinarse con otros tres cuadrados
de no importa para dar:
Ds: wz
se ob-
Usando los términos de no importa para las otras salidas,
tiene el circuito mostrado en ia Figura 5-10. De esta manera los
tárminosdenoimportacausanunareducciónenelnúmerode
entradas en Ia mayoría de las compuertas AND'
la minimiza-
un diseñador cuidadoso debería investigar el efecto de
ción anterior. A pesar de que bajo las condicionesde operación normal las
falla
seis combinacionósinválidas nunca ocurren. ¿Qué pasaríasi hay una
y ocurren? un análisis del circuito de la Figura 5-10 muestra que las seis
en
combinaciones no válidas de entrada producirán las salidas listadas
la Tabla 5-3. El lector puede mirar la tabla y decidir si ei diseño es buencr
I o malo.
:'
Do: w'r' )\"'
D | : w'x'Y'i
Dr: r'Y:,'
Dl:x')z
I
DB: t ''
I
Figura 5-1O Decodificador BDC a decimal
Tabla 5-3 Tabla parcial de ve¡dad para el circuito de la Fizura 5-10
Entradas Salidas
wxyz Do Dt D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 Ds
0 0010000010
I 0001000001
0 0000100010
I 0000010001
0 0000001010
I 0000000101
otra decisión de diseño razonable podría ser el hacer todas las sali-
das iguales a 0 cuando ocurre una combinación de entrada no válida.* Es-
to requeriría díez compuertas AND de cuatro entradas. Se deben considerar
otras posibilidades pero de todas maneras no se deben tratar las condicio-
nes de no importa indiscriminadamente, sino que se debe tratar de inves-
tigar su efecto una vez que el circuito esté en operación.
Configuración de circuitos con lógica combinacional
un decodificador produce 2\" términos mínimos de n variables de entrada.
Como cualquier función de Boole puede expresarse en suma de términos
mínimos en la forma canónica, se puede usar un decodificador para gene-
rar los té¡minos mínimos y una compuerta oR externa para formár la Juma.
De esta manera cualquier circuito combinacional con n entradas y m sa-
lidas puede configurarse con un decodificador en línea de n a 2n y m com_
puertas OR.
El procedimiento para configurar un circuito combinacional por medio
r1 codificador y compuertas oR requiere que las funciones de Boole
4\",
del circuito se expresen en suma de términos mínimos. Esta forma puede
obtenerse fácilmente de la tabla de verdad o por expansión de las funcio-
nes a su suma de términos mínimos (ver Sección 2-b). Luego se escoge un
decodificador que genere todos los términos mínimos de las n variables de
ent¡ada. Las entradas a cada compuerta oR se seleccionan de las salidas
del decodificador de acuerdo a la lista de términos mínimos en cada función.
EJEMPLO 5-J: construir un circuito sumador completo
con un decodificador y dos compuertas OR.
De la tabla de verdad del sumador completo (sección 4-3) se
obtienen las funciones para este circuito combinacional en suma
de términos mínimos:
S(\",.y, : >(1,2, 4, i)
z)
C ( * ,y , z , ) : ) ( 3 , 5 ,6 , 7 )
*
El CI tipo 7442 es un decodificador BDC a decimal. Las salidas seleccionadas
están
en el estado de 0 y todas las combinaciones inválidas darán una salida de solo unos.
176
ig
iq
'rt
$
rl
decofificador
-' 3x I
Figura 5-11 Configuración de un sumador completo a partir de un decodificador
Como hay tres entradas y un total de ocho términos mínimos se
necesita un decodificadoren línea de 3 a 8. Su ejecución se mues-
tra en Ia Figura 5-11. El decodificador genera los ocho términos
mínimos de x, y, z. La compuerta OR para la salida S forma Ia suma
de los términos mínimos 1,2, 4 y 7. La compuerta OR para la salida
C forma la suma de los términos mínimos 3, 5, 6 y' 7.
Una función con una lista Iarga de términos mínimos requiereuna
compuerta OR con un gran número de entradas. Una función F que tiene
una lista de ft términos mínimos puede expresarse en fbrma de complemen-
to F con 2\" -k términos mínimos. Si ei número de términos mínimos de una
función es mayor que 2\"/2 entonces F' puede expresarse con menores tér-
minos mínimos que los que necesita F. En tal caso, es ventajoso usar una
compuerta NOR para sumar los términos mínimos de F'. La salida de un¿
compuerta NOR genera una salida normal F.
El método del decodificador se puede usar para eiecutar cualquier
circuito combinacional. Sin embargo su realización se debe comparar con
otras configuraciones posibles para determinar la mejor solución. En aigu-
nos casos este método podría dar la mejor combinación, especialmente si
I o s c i r c u i t o s c o m b i n a c i o n a l e s t i e n e n m u c h a s s a l ñ d a sy s i c a d a f u n c i ó ' d e
salida (o su complemento) se expresa con una pequeña cantidad de tér-
minos mínimos.
Demultiplexores
Algunos CI se construyen con compuertas NAND. Como una compuerta
NAND produce una operación AND con una salida invertida, es más eco-
nómico generar los términos mínimos del decodificador en su forma comple-
mentada. La mayoría si no todos los CI decodificadores, incluyen una o más
entradas de actiuqcídn (enable), para controlar la operación del circuito.
Un decodificador en línea de 2 a 4 con una entrada de activación y construi-
do con compuertas NAND se muestra en la Figura 5-12. Todas las sali-
das son iguales a 1 si la entrada de activación E es 1, no importando los
valores de las entradas A v B.Cuando la entrada de activación es igual a
177
( a) Diagrama lógico. (b) Tabla de verdad
Figura 5-12 Un decodificador de línea 2 a 4 con ent¡ada activadora (E)
0, el circuito opera como decodificador con salidas complementadas. La
tabla de verdad lista estas condiciones. Las X debajo de A y B son condi-
ciones de no importa. La operación normal del decodificador ocurre sola-
mente con E:0 y las salidas se seleccionancuando su estado es 0.
El diagrama de bloque del decodificador se muestra en la Figura
5-13(a). El circuito pequeño en la entrada E indica que el decodificador
se activa cuando E:0. El pequeño círculo a la salida indica que todas
Ias salidas están complementadas.
Un decodificador con una entrada de habilitación puede f'uncionar
como demultiplexor. IJn demultipLexor es un circuito que recibe informa-
ción por una sola línea y trasmite esta información en una de las 2\" líneas
posibles de salida. La selección de una línea de salida específica se con-
trola por los valores de los bits de n líneas de selección. El decodificador
de Ia Figura 5-12 puede funcionar como demultiplexor si la línea E se toma
como línea de entrada de datos y las líneas A y B como líneas de selección
tal como se muestra en Ia Figura 5-13(b). La sola variable de entrada E
Do Do
decodificador Dl demultiplexor Dl
2x4 2x4
D2 u2
D3 t)-
E
Act ivación
Selección
(a) Decodificador con activado¡ (b) Demultiplexor
Figura 5-13 D i a g r a m a s d e b l o q u e para el circuito de la Figura 5-12
178
I-
:a
,i
sEc.5-5 D E C O D I F I C A D O R E S7 9
I
tiene un camino a todas las salidas, pero la información de entrada se diri-
ge solamente a una de las líneas de salida de acuerdo al valor binario de
l a s d o s l í n e a s d e s e l e c c i ó nA y B . E s t o p u e d e v e r i f i c a r s e d e l a t a b l a d e e s t e
circuito mostrada en la Figura 5-12(b), Por ejemplo si la selección de las
líneas AB: I0 la salida D2 tendrá el mismo valor que Ia entrada E, mien-
t r a s q u e l a s o t r a s s a l i d a s s e m a n t i e n e n e n 1 . C o m o l a s o p e r a c i o n e sd e c o -
dificador y demultiplexor se obtienen del mismo circuito, un decodificador
con una entrada de activación se Ilama un decodít'icador/demultiplexor.
Es la entrada de activación la que hace al circuito un demutiplexor; el de-
codificador de por sí puede usai-corripüertas AND, NAND y NOR.
Los circuitos decodificador,/demultiplexor pueden conectarse con-
juntamente para formar un circuito decodificador mayor. La Figura 5-14
muestra dos decodificadores de 3 x 8 con entradas activadoras conectadas
para formar un decodificador de 4 x 16. Cuando w :0, el decodificador
superior se habilita y el otro se inhabilita. Las salidas del decodificador
inferior son todas ceros y las ocho salidas superiores generan los términos
m í n i m o s 0 C C 0a 0 1 1 1 . C u a n d o u : 1 se invierten las condiciones de habili-
tación; el decodificador inferior genera los términos mínimos 1000 a 1111,
mientras que las salidas del decodificador superior son todas ceros. Este
ejemplo demuestra la utilidad de las entradas activadoras de los CI. En
general, Ias líneas activadoras son una característica conveniente para
conectar dos o más CI con el propósito de expandir la función digital a una
función similar con más entradas y salidas.
Figura 5-14 Un decodificador de 4X16 const¡uido con dos decodificadores de 3x8
Codificadores
lJn codificador es una función digital que produce una operación inversa
a Ia del decodificador. Un codificador tiene 2\" (o menos) líneas de entrada
v n líneas de salida. Las líneas de salida generan el código binario para las
I80 L o G I c A c o M B I N A C I o N A Lc o N M S I Y L S I
CAP. 5
2n variables de ent¡ada. Un ejemplo de un codificador
se muestra en la
Figura 5-1s. El codificador octál a binario
consisteu., oÁo entradas,una
para cada uno de los ocho dígitos y tres
.ariaa, pai\"-;;;;;r, er número bi_
nario correspondiente.Este-se-\"orrrtruy\" con conpuertas
oR, cuyas entra-
das se determinan a partir de la tabla de verdad
J\"d\" ;; tl r\"utu b_4. Los
bits de salida de bajb orden e rorr-f.i los
dígitos octales de ent¡ada son
impares' La salida y, l para ros dígitos octales 2,8,6 ó 7. Lasalida
\":
l para los dígitosoctales-4, ¡ es
5:6 ó z.i.üótese q;;.t;;\"; conectaa ningu_
nl.cgmprerta oR; la salida binaria debe sef
sólo\"cerosLn este caso. una
salida de sólo ceros se obtiene también cuando
todas las entradas sean
cero' Esta discrepanciapuede resolverseagregando
indicar el hecho áe que tádas las entradas una salida más para
no son ceros.
.El-c\"o{ificadoren la Figura 5-15 asume que solamenteuna línea de enj
tradapuede ser igual en
_1.1 cualquie-r
no tienesignificado..
;il;;\";\";;*#f#ilT:ü;i;
Nótese él circuitotieáeocho
qu. ;;r;;;.=';\"Jili],
tene¡ 28 : 2b6
combinaciones de entrada po.ibi;.. s\"iá-.\"t\"
tas combinaciones ocho de es_
tienen significado. Las otras combinaciones
ciones de no importa.
vv¡¡rv¡rrqu¡! son condi-
Los codificado¡es de este tipo (Figura 5-15)
no se encuentran en
clrya que se pueden construir rácilmente co¡r
compuertas oR. El tipo de
codificador que se encuentra en la forma d\"
sru¿\" es el codi-
ficadol de prioridad.* Estos codificadores establecen d\"
\"i;;;;;l\"-
entrada *r-lá\"j\"-a;
-para asegurar que solamente la línea du ru más alta
prioridad se codifica. Así, en la Tabla \"rrliaal-i\"
5-4, si la prioridad es dada a una
entrada con un número s'scrito mayor con respecto
a un numero
menor, entoncessi ambosDz y Ds son lógica 1-simultáneamente,suscrito
será 101 porque D\". tiene urr\" -uyo. prloridad la salida
.\"bt\" b;. por supuesto,
la tabla de verdad de .r' codificado\"ráe prioridad
es diferénte de la Tabla
5-4 (ver Problema5-21).
x: D¿i Dtl D6rD|
t : D2i_D'* Dul O,
z: D1lDrl D5l D,
Figura 5_lb Codificador octal a bina¡io
'Por
eiem¡rlo el CI tipo 24149.
Tabla 5-4 Tabla de verdad de codificador octal a binario
Entradas
Do Dl D2 D3 D4 Ds D6 D.l
10000 0 00 0 00
01000 0 00 0 0l
00100 0 00 0 l0
00010 0 00 0 ll
00001 0 00 00
00000 I 00 0l
00000 0 l0 l0
0 0l ll
1 00000
5-6 MULTIPLEXORES
Multiplexar significa trasmitir una gran cantidad de unidades de infor-
mació; por un nú*e.o pequeñode canaleso líneas.IJn.multiplexor digitaL
es un circuito combinacional que seleccionainformación binaria de una
t de muchas líneas de entrada pára dirigirla a una sola línea de salida. La
selecciónde una línea de entrada en particular es controlada por un con-
junto de líneas de selección. Normalmente hay 2\" Iíneas de entrada y n
iín\"u, de selección cuyas combinaciones bits determinan cuál entrada
de
se selecciona.
un multiplexor de 4 líneasa I línea se muestra en la Figura 5-16.cada
una de las cúatro líneas de entrada Io a Ir, se aplican a una entrada de
una compuerta AND. Las líneas de selecciónsr Y s6 se decodificanpara
seleccionáruna compuerta AND en particular. La tabla de función en la fi-
gura lista el camino de entrada a salida para cada comiinación posible de
tit* d. las líneasde selección.Cuando esta función MSI se usa en el diseño
de un sistema digital ésta se representaen la forma de diagrama de bloque
como se muestra en la Figura 5-16(c).Para demostrarla operacióndel cir-
cuito' considérese caso cuando srso:10' La compuerta AND asociada
el
con la entrada 12 tiene dos de sus entradas iguales a 1 y una tercera entra-
da conectada a 12. Las otras tres compuertas AND tienen al menos una
entrada igual a 0 lo cual hace su salida igual a 0. La salida de la compuerta
OR es igual al valor de /2 generando así un camino de la entrada
\"ñot\" ala salida. Un multiplexor se llama también un selector de
seleccionada
datos ya que seleccionauna de muchas entradas y guía la información bi-
naria a la línea de salida.
Las compuertas AND y los inversoresen un multiplexor se asemejana
un circuito decodificadory sin embargoellos decodifican las lineas de selec-
ción de entrada. En\"general, un multiplexor de 2\" a I Iínea se construye
con un decodificador de n a 2\" agregándolé líneas de entrada, cada una
2\"
para cada compuerta AND. Las salidas de las compuertas AND se aplican
,rttu sola compuerta OR para generaruna salida de 1 línea. El tamaño del
multiplexor se Lspecifica por el número 2\" de sus líneas de entrada y de la
\"
t8l
Entradas Salida
Y
Selección
( c ) Diagrama de bloque
(a) Diagrama lógico ( b ) Tabla de funcion
Figura b-16 Un multiplexor en línea de 4 a 1
sola línea de salida, implicando así que contiene n líneas de selección.
un
multiplexor es a menudo abreviado como MUX.
como en los decodificadores, los cI m*ltiplexores pueden tener una
entrada de activación para controrar Ia operación de la unidad.
-binario cuando la
entrada de activación esté en un estado dado, Ias salidas se inha_
bilitan o cuando está en el otro estado (el estado de habilitación)
er cir-
cuito funciona como un multiplexor normal. La entrada de habilitación
o
activación (algunas veces llamada strobe) puede ser usada para
expandir
dos o más cI multiplexores a un murtiplexor digitar co\" .r., g.\"r,
número
de entradas.
En algunos casos se encapsulan dos o más multiplexores dentro de
u n c I . L a s e n t r a d a s d e s e l e c c i ó ny a c t i v a c i ó n e n l o s c I d e m ú l t i p l e u n i d a d
pueden ser comunes a todos los multiplexores. como ilustración
se mues_
tra en la Figura 5-17* un cI multiplexor cuádruplede 2líneas a 1línea.
Este tiene cuatro multiplexores cada uno de los cuales puede seleccionar
u n a d e d o s l í n e a s d e e n t r a d a . L a s a l i d a y , p u e d e s e r s e l e c c i o n a d ap a r a
s - e ri g u a l a A t ó B r . D e m a n e r a s i m i r a r , l a s a i i d a y , p o d r í a t e n e r e r
valor
d e á . . . ó B ¿ y a s í s u c e s i v a m e n t e .u n a l í n e a d e s e l e c c i á n d e e n t r a d a ,
s, es
suficiente para seleccionaruna de dos líneas en todos los cuatro multiple_
xores. La entrada de control E habilita los multiplexores en el
estado 0 y
los inhabilita en el estado 1. Aunque ei circuito contiene cuatro
multiple_
xores se podría pensar que es un circuito que selecciona una en
un pui d\"
*
Este es similar al circuito integrado tipo 74157.
182
Tabla de lunción
É's Salida Y
lx todo 0
00 s e l e c c i ó nA
0l s e l e c c i ó nE
s
(selección
)
L
(habilita)
Figura 5-17 Multiplexores cuádruples en linea de 2 a I
4 líneas de entrada. Como se ve en la tabla de la función, la unidad se
selecciona cuando E:0. Entonces, si S:0 las cuatro entradas A tienen
una vía hacia las salidas. Por otra parte, si S: I se seleccionan las otras
cuatro entradas B. Las salidas serán todas ceros cuando E:1 sin tener en
cuenta el valor de S.
EI multipl€xor es una función MSI muy útil y' tiene una multitud de
aplicaciones. Se usa para conectar dos o más füentes a un solo destintr
entre las unidades del computador y es útil para construir un sistema de
bus común. Estos y otros usos del multiplexor se discutirán en capítulos
posteriores conjuntamente con sus aplicaciones particulares. Aquí se de-
muestran las propiedades generalesde este elemento y se muestra cóm()
puede ser usado para ejecutar una función de Boole.
t83
Ejecución de una función de Boole
se habría demostradoen la sección anterior que
el decodificado,puedJ,
ser usado para configurar una función ge-Boore-
;rol.\"t\" una compuerta ,
oR externa. un rápido vistazo al multiprexái-á. i'\" ir-igrr\"
5-16 revera que,
es esencialmenteun decodificadorcon una compuerta
oR v\" ái.p\"\"\"ilr;. i;;
términos mínimos fuera del decodificad' q;.:;;-;
pueden con_.)
trolarse con las líneasde entrada. Los términ\". \"-.iáÉ\"..\"
-i\"i-oli;;;;;;i;;ffi :
se con la función que. se está ejecutando se
r.*g.\" l\"liendo sus líneas ,
de entrada correspondientes,iguátes a 1 y aque¡os
- términos mínimos no i
incluidos en la función se inhaÉilitan al ú\"\"r'i;;
i;\"*'a'\".\"trilñ;ñ
a cero' Esto presenta un método para
configurar cuarluier función de ¡
Boole de n variabres ñltTire*o, a\"'il' u-i]^si., embargo, es
posiblehacer algo meJorque :;
_\":¡ eso. ,
.
si se tiene una función de Boole de n -¡ I variables
se toman n de estas
variablesy se conectana las ríneasa\"..te.ci¿r,
áü'.riiiprexor. La varia_
ble restante de la
-función se usa p\".\" tr. entradas del murtiplexor. si A
es esta sola variable, las entradas del multipl.\"-
..]..'Jg.n pur\" ser A ó
A' ó | ó 0. Mediante un concienzudouso
dé cu\"iro'valores para las
entradas y conectando ras otras variables \"sto,
a r\", ú;;;;- de selección, se
puede configurar cuarquier función ae goole
.o; u;-;;ltiple*or. De esta
es
fgtp\" -posible genetát cualquier función de n * 1 variabres con un mul_
tiplexor de 2.\" a l.
Para demostra¡ este procedimientocon un
ejemproconcreto,considé-
rese la función de tres vaiiables:
F ( A ,B , C ) : X 1 , 3 , 5 , 6 )
La función puede ser configu¡ada con un
multiplexor de 4 a ._como se
muestra en la Figura 5-1g.Dos de las variabrer
aíó.\" frii.u'a las líneas
de selecciónen eseorden, es decir, b s\"
conects I s1 y c ase. Las entra-
das del multiplexor son 0,.1, ,l y Á',.-clundo
BC : oo rá .rtia\" F: 0 ya que
Io :0. Por tanto, ambosd¿.irri\"á.*ín\"iiros
mo_: A,B,C, y mn: AB,C,pro-
ducen una salida 0, ya que la salida es 0 cuando
BC: 00 sin tener en cuen-
t a e l v a l o r d e A . ; C u a n d bB C : 0 t , l a s a l i d a¡ =
ambostérminos mínimosryt_:^A,B,C ^u: AB,C \"producen i; o*1, :,. por tanto,
ya que la salida es 1 cuandoBc :0r sin i una salida de 1
tener en cuentaer varor de A. cuan_
do BC:10 la entrada /, es seleccionada. como A se conectaa esta entra-
da, la salida será igual á 1,soramentepara el
término mínimo ma:ABC,,
pero no para el término.mínimorn2:A,BC,,
debido qu\"¿,: t,'entonces
A 0 como r, : 0 se tiene enton\"\". F: 0. Finalmente \" cuandoBC: rl
= I se
seleccionala entrada r, . como A' se conectaa
esta entrada, ra salida será
igrral a 1 solamente para el término minimo ,{ :
t;e;; no para rnz :
ABC. Esta información se sumariza en la Figuru
s-rsol,-ücr\"l
' \" -- ra tabla
de verdad de la función que se requiere ejecütar. . \"\"
La anterior discusión muestrá por análisis que
er multiplexor confi-
gura la función requerida. se representará
ahora un procedimiento generar
para configurar cualquier función de Boole
de n vaiiabll.- un multi_
plexor de 2\"-1 a 1. \"o.,
184
00 0
Io
001
It MUX 010
v
'
r 4xl 0l.l
13 J1
r 0. 0
s6
l0t
l l0
ltl
(a) Configuración del multiplexor (b) Tabla de verdad
A
(c ) Tabla de configuración
Figura 5-18 Configurando (A, B, C ) : t
F (1,3, 5, 6) con un multiplexor
Primero se expresala función en su forma de suma de términos míni-
mos. Se asume que la secuenciaordenadade variables escogidas para los
términos mínimos es ABCD . . ., donde A es Ia variable de Ia extrema iz-
quierdaen una secuencia ordenadade n variables BCD ... son los n-1
y
variables restantes. Se conectan las n - 1 variables a las líneas de selec-
ción del multiplexor con B conectadaa una línea de selecciónde mayor
orden, C a la siguiente línea menor de seleccióny así sucesivamente hasta
la últinia variable la cual se conecta'a la línea de seleccióri'demás bajo
orden s6. Considérese variableA. Como esta variableestá en la posi-
la
ción de más alto orden en una secuencia variables,será complementada
de
en los términos mínimos o hasta (2\"/2) - 1 los cuales comprendenIa pri-
mera mitad en Ia lista de los términos mínimos. La segundamitad de los
términos mínimos tendrán su variable A sin complementar.Para una fun-
ción de tres variables,A, B, C se tiene ocho términos mínimos. La variable
A se complementa los términos mínimos0 a 3 y no se complementa los
en en
términosmínimos4a7.
Lístese las entradas del multiplexor i bajo ellas los términos mínimos
en dos columnas.La primera fila incluye todos los términos mínimos en los
cuales A es complementada la segundafila todos los términos mínimos
y
con A no complementada la manera mostrada en Ia Figura 5-18(c).En-
de
ciérreseen un círculo todos los términos mínimos de Ia función e inspec-
ciónesecada columna separadamente.
Si los dos términos mínimos en una columna no están en círculo aplí-
quése0 a la entrada correspondientedel multiplexor.
185
186 LOGICA OMBINACIONAL N MSI Y LSI
C CO CAP.5
Si los dos términos mínimos están en un círculo aplíquese 1 a la entra-
d a c o r r e s p o n d i e n t ed e l m u l t i p l e x o r .
S i e l t é r m i n o m í n i m o i n f e r i o r e s t á e n c e r r a d oe n u n c í r c u l o y e l s u p e r i o r
n o l o e s t á a p l í q u e s eA a l a e n t r a d a c o r r e s p o n d i e n t ed e l m u l t i p l e x o r .
S i e l t é r m i n o m í n i m o s u p e r i o r e s t á e n c e r r a d oe n u n c í r c u l o y e l i n f e r i o r
n o l o e s t á a p l í q u e s eA ' a l a e n t r a d a c o r r e s p o n d i e n t ed e l m u l t i p l e x o r .
I
Este procedimiento se desprende de las condiciones establecidas durante I
el análisis previo.
La Figura 5-18(c) muestra la configuración de la función de Boole:
I
li
F ( A ,B , C ) : > ( 1 ,3 , 5 ,6 )
las
de la cual se obtiene conexiones multiplexor la Figura5-18(a).
del de
N ó t e s e q u e B d e b e c o n e c t a r s ea s r y C a s , , .
No es necesarioescoger la variable de la extrema izquierda de la se-
cuencia ordenada de una lista de variables para las entradas del multi-
plexor. De hecho, se pueden escogercualquiera de las variables para las
entradas del multiplexor si se tiene en cuenta la modificación de la tabla
de ejecución. Supóngase que se va a configurar la misma función con un
multiplexor, pero usando las variables A y B para la línea de seleccións,
y so, y la variable C para las entradas del multiplexor. La variable C se
complementa en los términos mínimos pares y no se complementa para los
i m p a r e s y a q u e e s I a ú l t i m a v a r i a b l e e n l a s e c u e n c i ad e l a s v a r i a b l e s I i s t a -
das. El arreglo de las dos filas de términos mínimos en este caso debe ser
como se muestra en Ia Figura 5-19(a). Encerrando en un círculo los tér-
minos mínimos y usando las reglas establecidas anteriormente se obtienen
las conexiones del multiplexor para la configuración de la función como se
ve en la Figura 5-19(b).
En forma similar, es posible usar cualquier variable de la función en
Ias entradas del multiplexor. Se pueden formular varias combinaciones
para configurar una función de Boole con multiplexores. De cualquier ma-
nera, todas las variables de entrada a excepción de una, se aplican a las
líneas de selección. La variable restante o su complemento ó 0 ó 1 se apli-
can a las entradas del multiplexor.
Io
/r MUX
Io It 12 13
r.
, 4xl
C, 0 : 4-7d
C coot 13 Jr Jo
( a ) Tabla de configuración (b) Conexióndel multiplexor
Figura 5-19 Configuración alterna p a r a F ( 4 , B , ( ' ) : I (1,3,5,6)
1,,
ll
t.
MLjX
r, r )
8r I
l1
A, I,
A
It,
/r .f: \\l .!r,
Figura 5-20 C o n f i g u r a c i ó nd e F ( A , B , C , D l : I ( 0 . 1 ' ; 1 , 4 '8 , 9 ' 1 5 r
EJEMPLO 5-4; Ejecutar la siguiente función coll utr mul-
tiplexor:
F ( A ,B , C , D ) : > ( 0 ,l , 3 , 4 ,8 , 9 ,1 5 )
Esta es una f'unción de cuatro variables y por tanto se neceslt¿t
Se
un multiplexor con tres líneas de selección y ocho entradas'
e s c o g ea p l i c a r l a s v a r i a b l e s B , C y D a l a s l í n e a s d e s e l e c c i . r \" r . ¿ r
L
pri-
tablá ds configuración es la mostrada en la l'igura 5-20. l,a
mera mitad de los términos mínimos e s t á I l a s o c i a d g sc ( ) n A ' ¡ ' l a
S e g u n d am i t a d c o n A . B n c e r r a n d c l e n u n c í r c u l o l o s t é r m i n o s n r l -
nimos de la función y aplicando las reglas para enc()lltrar l(,s \\'¿l-
lores para las entradas del multiplexor, se obtiene el circuitrr
mostrado.
C o m p á r e s e a h g r a e l m é t o d o d e l m u l t i p l e x o r c 1 ¡ t re l m é t o d o d e l c o d i t i -
cador paia configurar los circuitos combinacio¡ales. El método del decodi-
sólo
ficadoi requiere .,na comprrerta OR para cada función de salida, más
se necesitÁ un decodificaáor para generar todos los térmings mínimos' El
m é t o d o d e l m u l t i p l e x o r u s a u n i d a d e s d e m e n o r t a m a ñ o p e r t ) r e q u l e r eu l l
que
m u l t i p l e x o r p a r a c a d a t u n c i ó r l d e s a l i d a . P o d r i a 5 ' s ¡¡ ¿ 2 o t t n b l e s u m i r
a
los circuitos combinacionales c o l l u n a p e q u e ñ a c a n t i d a d d e s aI i c l a s s e
p u e d a n r e a l i z a r c o n m u l t i p l e x o r e s . L o s c i r c u i t o s c o m b i t l a c i o n a l e sc ( ) n m u -
del
c h a s f ' u n c i g n e sd e s a l i d a p r o b a b l e m e n t e u s a n m e n o s C I c o n e l m e t ¡ c l o
decodificador.
para lir
A u n q u e l o s m u l t i p l e x o r e s y d e c o d i f i c a d o r e ss e p u d i e r a n u s a r
ejecución de los circuiios c o m b i n a c i o n a l e s , d e b e t e t r e r s ee n c u e n t a q u e l ( ) s
decodificadores se usan principalmente para decodificar la infbrmaciti¡
üirruriu y, los multiplexorei para fbrmar un camino selecto e¡tre múltiples
^destino.
i¡,entu. y ,r., solo .Se deberían considerar cuando se diseñan pe-
187
r
188 L O G I c Ac O M B I N A C I O N A LO N M S I Y L S I
C CAP. 5
queños circuitos combinacionales especiales que no se consiguen como
funciones MSI. Para los grandes circuitos combinacionales con múltiples
entradas y salidas, hay un componente de CI más adecuado y este se pre-
senta en la siguiente sección.
5-7 M E M O R I AD E S O L O L E C T U R AR O M )
(
Se vió en la Sección 5-5 que un decodificadorgenera los 2n términos mí-
nimos de las n entradas variables. Colocandolas compuertasOR para sumar
los términos mínimos de las funcionesde Boole se podrá generarcualquier
circuito combinacional.Una memoria de solo lectura (ROM) que viene de
Read Only Memory) es un. elemento que incluye el decodificadory las
compuertas OR dentro de una sola cápsula de CI. Las conexionesent¡e las
salidas del decodificadory las entradas de las compuertas OR pueden espe-
cificarse para cada configuración particular \"programando\" la ROM. La
ROM se usa a menudo para configurar un circuito combinacionalcomplejo
en una cápsulade CI y así eliminar Ios cablesde conexión.
Una ROM es esencialmenteun dispositivo (o acumulador) de memoria
en el cual se almacena un conjunto fijo de información binaria. La infor-
mación binaria debe especificarse por el usuario y luego enclavarseen Ia
unidad para formar el patrón de interconexiónrequerida.Las ROM vienen
con enlacesinternos especiales que pueden esta¡ fusionados abiertos. La
o
interconexión deseadapara una aplicación particular requiereque ciertos
enlaces estén fusionadospara formar los caminos del circuito necesarios.
Una vez que se establezca patrón para una ROM, este permanecerá
un fijo
aunque se haga un corte de corriente y luego se restablezca.
Un diagrama de bloque de una ROM se muestra en la Figura 5-21.
Este consisteen n líneas de entrada y m líneas de salida. Cada combina-
ción de bits de las variables de entrada se llama una direccírín.Cada com-
binación de bits que sale por las líneas de salida se llama una palabra. EI
número de bitr por palabra es igual al número de líneas de salida m.Una
dirección es esencialmenteun número binario que denota uno de los tér-
minos mínimos de n variables. El número de direccionesdiferentesposi-
bles con n variables de entrada es 2\". Una palabra de salida puede ser
seleccionada por una dirección única y como hay 2\" direccionesdiferentes
n entradas
¡n salidas
Figura 6-21 Diagrama de bloque de una ROM
i
h'l
sEc. 5-7 M E M O R I AD E S O L O L E C T U R A R O M )
( 189 H
:il
*l
ljl
f
¡l
Él
enunaRoM,hay2\"palabrasdiferentesquésediceque.estánacumula.
salida, en cualquier
áu, u\" la unidad. iu puiuU.udisponibleen las líneasde de
momento aado, aeperiá\"del valor de la dirección aplicada a las líneas
palabras2\" y el núme-
;;1;;d\". una ÉOú se caracterízapor el número de
a la similitud
.\"-á\"-¡it. por palabra m. Esta teiminología se usa debido
fu -á-o.iu de solo lectura y la memoria de lectura-escrituraque se
\"\"tr.
presentaen la Secci6n7-7. palabras 8
de
Considérese u\"u iiOü de 32 X 8. La unidad consisteen 32
salida y 32 palabras
bits cada una. Esto ,ig\"ifi\"u que hay ocho líneas de
las cuales puedeaplicar-
distintas almacenadas la urridud, cada una de
i'
que está pre-
.r-u fu. Iíneas de salida. La palabra particular seleccionada
partir 4\" l^1tcinco líneas de
sente en las líneas á\" .ufiao se determinan a porque2s :
Hay solume'te cinco entradasen una ROM de 32X 8
direccioneso términ.s
32 y con .l.r\"o uuii\"bles se puede especificar32
\"\"ii\"a\".
pala-bra,única seleccio-
mínimos. para cada dirección de entrada hay una
nada. Así, si una Jireccl¿n de entrada es 00000,se'seleccionala palabra
la dirección de entrada
número 0 y esta up\"t.\"\" .\" las líneas de salida. si
es 11111, selecciona
se la palabra número31 y se aplica a las líneasde sa-
que pueden
lida. Entre ta prim\"iu-y'tu tttti-a hay otras 30 direcciones
seleccionar otras 30 Palabras'
determina del
El número ¿\" Jut\"¡tut direccionadasen una ROM se
n Iíneas de entrada para especificar2\" pala-
hecho de que r\" r;;l;
algunas vecespor el núm_ero total de bits que
bras. una ROM se especifica
de 2048bits puede
contiene, el cual ,\"ia Z\" x -. Éo, ejemplo, una ROM
significa que la
á.g\".,irut.\" .o-o Sii pututtu. de 4-biti cada una. Esto
Términos mínimos
Direccción de entrada
0
I
2
decodificador
5x32
128 enlaces +
Fr f1 13
Figura 5-22 Const¡ucciónlógica de una ROM de 32x 4
190 L O G I C A C O M B I N A C I O N A LC O N M S I Y
LSI CAP, 5
unidad tiene 4 líneas
.de salida y 9 ríneas de entrada para especificar
2 s : 5 1 2 p a l a b r a s E l n ú m e r ot o t a r d e b i t s e n
. r a u n i d a l e s 5 1 2 X4 : 2 . 0 4 g .
Internamente,la ROM es un circuito combinacio.,ui
.u., compuertas
AND conectadas como decodificador un número de compuertas
y
al número de salidas de la unidad. La Figur oR igual
a !-22muestrauna construcción
lógica interna de una RoM de g2a¡. Lis
cinco u;rñi;; de enrradase de_
codifican en 32 líneas por medio de 32
compuertasAND y 5 inversores.
cada salida del decodiiicador .ep.\".\".,tu uno de los términos mínimos de
una función de cinco variabies.óada una de
ras 32 direcciones selecciona
una y sólo una salida der decodificador. La direcciónes un númer. de 5
bits aplicado a las entradasy er tJrmir.ro
mínimo seleccionado fuera por
del decodificador er marcado .on
es 'u-u.o-á\".i-ái'.qriralente.
32 salidas del decodificador \"i Las
están conectadas medio de erroces cada
por a
compuerta oR. solamente cuatro de
estos se muestran en el dia_
grama pero realmentecada compuerta \".riucu.
oR tiene á1\";tr;;. y cada entrada
pasa a través de un enraceque puede
estar cortadosi así se desea.
La RoM es u-na configuración de dos niveles
términos mínimos. No tiene qrrusu. una configu.u\"i¿., de suma de
\"r,-fo.-u
Áñó-oR, pero puede
ser cualquierotra posibleconfiguración de tármino. -í.,i-o* de dos nive_
les. El segundonivel es normarinenf\" ,,.,,
conexión de rógicacabreada(ver
Secc_ión para facilitar la fünción de los
3-7) enlaces.
Las RoM tienen muchas aplicaciones importantesen el diseño de
sistemas de computadoresdigitaüs. su
uso para ra configuraciónde cir-
cuitos combinaciona-res- es justamente una de eüs apricaciones.
otros usos de las RoM-complejos se'prásentari otras partes del ribro conjunta-
en
mente con aplicaciones particulares.
C o n f i g u r a c i ó nd e l ó g i c a c o m b i n a c r o n a l
Del diagrama lógico de-la RoM, es claro que
cada salida producera su-
ma de todos los té¡minos mínimos de n variables
de urrtruáu.nucuérdese que
una función de Boore puede ser expresada
en forma d; .;rrru de términos
-*ini-u,
mínimos' Al romper,ros enlaces. aqueilos
de términos que no se
incluyen en la función, cada salida,le-ia
RoM puedehacerrepresentar ra
función de Boole de una de las va.iables
de sariáa u,, combina_
cional. Para un circuito combinacionar \"n \"ii\"uito
de n .ntruaá. v'.'suriaa. se nece_
sita una ROM de 2. ruptura de los enlaces ,\"liur\" a la progra_
l,^-.La ,é
mación de la RoM. El diseñador necesita .olu-*i\"-urpá\"ifi.ur una tabla
del programa RoM que da la info.mación para
los caminos necesarios en
la RoM. La programación actual ur-u.r pro\"\"dimientodel material (hard_
ware) que sigue las especificaciones ristadas en la tabl; áe programación.
Para aclarar er procesoes necesa¡ioun ejemplo
específico. La tabla
en la. Ficu{g.5-23_(a) un circuito combinacional
9:-uutlud, y
dos entradas dos salidas. Las \".p\".ifi., de con
frnciones Boole p\".a\"\" expresarse en
suma de términosmínimos:
F , ( A , , ) : > ( 1 ,2 , 3 )
A
Fr(Ar, Ao): >(0, 2)
H
ti
*
t;
';
t;
c
'i
z¿
¿C
E
a
:
F
'i
9a
O-:
óN
C,^
(J bc
t9l
192 L O G I c Ac o M B I N A C I o N A L o N M S I Y L S I
c CAP. 5
Cuandose configuraun circuito combinacionalpor medio de una ROM, las
funciones deben expresarseen suma de términos mínimos o mejor aún por
una tabla de verdad. Si la salida de las funcionesse simplifica, se encuen-
tra que el ci¡cuito necesita solamente una compuerta OR y un inversor.
obviamente, este es un circuito combinacionalsimple para ser ejecutado
con una RoM. La ventaja de las RoM es su uso en circuitos combinacio-
nales complejos.Este ejemplo solamentedemuestrael procedimientoy no
debe considerarse una situación práctica.
en
La ROM que configura el circuito combinacionaldebe tener dos en-
tradas y dos salidas de tal manera que su tamaño deberá ser 4 X 2. La
Figura 5-23(b) muestra la construcción interna de una ROM. Es necesa-
rio determinar cuál de los ocho enlacesdisponiblesdeben rompersey cuá-
les deben dejarse sin tocar. Esto puede hacersefácilmente de las funciones
de salida listadas en la tabla de verdad. Aquellos términos mínimos que
especifican una salida de 0 no deben tener un camino a la salida a través
de una compuerta OR. Así, pera este caso particular la tabla de verdad
muestra tres ceros y sus correspondientesenlaces con las compuertas OR
que deben quitarse. Es obvio que se debe asumir que un circuito abierto
a una compuerta OR se comporta como una entrada de 0.
Algunas ROM vienen con un inversor despuésde cada una de las com-
puertas OR y como consecuencia especificaque inicialmente tienen todos
se
0 en sus entradas. El procedimiento de programaciónde tales ROM re-
quiere que se abran los enlaces de los términos mínimos (o direcciones)
que especifiquen una salida de 1 en la tabla de verdad. La salida de la com-
puerta oR complementa la función una vez más para producir una salida
normal. Esto se muestra en la ROM de la Figura b-28(c).
El ejemplo anterior demuestrael procedimientogeneralpara ejecutar
un circuito combinacionalcon una ROM. A partir del número de entradas
y sahdas en el circuito combinacional,se determina primero el tamaño de
la ROM requerido.Luego se obtiene la tabla de verdad de programación de
la ROM; no se necesitaninguna otra manipulación o simplifieación. Los
ceros (o unos) en las funcionesde salida de la tabla de verdad especifican
directamente aquellos enlaces que deben ser removidos para producir el
circuito combinacionalrequeridoen la forma de suma de términos mínimos.
En la práctica, cuando se diseña un circuito por medio de una ROM,
no es necesariomostrar enlaces de las conexionesde las compuertasin-
ternas dentro de la unidad como se hizo en la Figura 5-23;lo cual fue mos-
trado para propósitos de demostración solamente. Todo lo que el diseñador
tiene que hacer es especificar la ROM (o su número asignado) y dar la
tabla de verdad de la ROM como en la Figura 5-23(a).La tabla de verdad
da toda la información para programar la ROM. No se necesita un dia-
grama interno que acompañe la tabla de verdad.
EJEMPLO 5-5.' Diseñar un circuito combinacional usando
una ROM. El circuito acepta un número de 3 bits y generaun nú-
mero binario de salida igual al cuadrado del número de entrada.
El primer paso es deducir la tabla de verdad para el circuito
combinacional. En la mayoría dé los casoses todo lo que se nece-
ü
H
¡l
Tabla 5-5 Tabla de verdad para el circuito del Ejemplo 5-5 I
ii
:.4
Entradas Salidas i?
At Ao 85 84 83 82 Bt Bo
0 0 000000 0
0
0 I 000001 I
0
I 0 000100 4
0
I I 001001 9
0
0 0 010000 l6
I
0 0ll00l 25
I I
I 0 100100 36
I
ll000l 49
I I t
^2 ^
ñl ro
A2 At Ao Fr F2 F3 F4
0 00 0000
0 0l 0000
0 l0 000I
ROM 0 ll 0010
8x4 00 0100
0l 0ll0
10 l00l
Ft F2 F3 F4 1l ll00
D
Bs B ^ B3 B2 Bl
(a) Diagramade bloque (b) Tabla de verdadde la ROM
5-5
Figura 5-24 Configuración la ROM del Ejemplo
de
verdad más
sita. En algunos casosse puede encajar una tabla de
p\"i\" r\" ROM usándo ciertas propiedades I.u.tabla de
;\"Ñ; -ttt
uerd\"d dél circuito combinacional' La Tabla 5-5 es la tabla de ver-
las tres entra-
aáa p\"r\" el circuito combinacional. se necesitan
il ;l-[ tres ralidas para acomodar.todos los números posibles.
S. que la saliáa Éo siempre igual a la entrada Ao de tal
\"otu
manera que no es necesario
\", genera-r 86 c9n la ROM.ya que es
es
ig\";i; i.ta lrariuble de entrada' Sin embargo' la salida B'
ó, d\" t\"l manera que siempre es conocida' Se necesita
dos
g\"\"\"iut sólamente cuatro entradas con una ROM; las otras
\"i\"*p*
debe tener
3e obtienen fácilmente' El tamaño mínimo de la ROM
ocho
tres entradas y cuatro salidas. Las tres entradas especifican
p\"fu¡ru, de taÍ maneraque el tamaño de la ROM debeser 8X 4. La
i\"\"fig*\".i¿n con ROM se muestra en la Figura 5-24' Las tres
Las
er,traáas especifican ocho palabras con cuatro bits cada una.
;l;;; d\". ,\"lidur de los clrcuitos combinacionales son igrrales a
193
194 L o c r c Ac o M B t N A c t o N A L N M S ty L S t
co cAp. 5
0 y Au. La tabia de verdad de Ia Figura 5-24 especificatoda Ia
información necesaria para programar la RoM y el diagrama de
b l o q u e r ¡ ¡ u e s i r e l a s c o n e x i o n e sr e o u e r i d a s .
Tipos de ROM
Los caminos necesarios en una RoM pueden ser programados de dos ma-
neras diferentes. La primera se llama programación por mascara y la hace
e l f a b r i c a n t e d u r a n t e e l ú l t i m o p r o c e s od e f a b r i c a c i ó n d e l a u n i d a á . E l p r o -
cedimiento para fabricar una RoM requiere que el cliente llene la tábla
de verdad según lo que se desea que la RoM satisfaga. La tabla de verdad
debe ser entregada en una forma especial suministrada por el fabricante.
Muy a menudo, se entrega en cinta de papel o tarjetas perfbradas en el
formato especificado en la hoja de datos de una RoM parficular. El fabri-
cante hace Ia máscara correspondiente para que los caminos produzcan
unos y ceros de acuerdo a Ia tabla de verdad del cliente. Este procedimien-
to es muy costoso ya que el vendedor le carga al cliente una tarifa especial
por hacerle una RoM con máscara. Por esta razón, Ia programación con
máscara es económica solamente si se van a fabricar grandes cantidades
del mismo tipo de configuración de ROM.
Para pequeñas cantidades, es más económico usar un segundo tipo
d e R o M l l a m a d o m e m o r í a p r o g r a m a b L ed e s o l o l e c t u r a o p R o M ( d e p . o g r a -
mable read-only memory). cuando se ordenan, las unidades pRoM .onti.-
nen ceros (o unos) en cada bit de las palabras almacenadas. Los enlaces
en el PROM se rompen por medio de pulsos de corriente a través de los
terminales de salida. un enlace roto define un estado binario y uno no
roto representa el otro estado. Esto le permite al usuario programar Ia
unidad en su propio laboratorio para lograr la relación deseáda*entre las
direcciones de entrada y las palabras almacenadas. Comercialmente se
obtienen unidades especiales llamadas programadores de pVoM para faci-
litar este procedimiento. De todas formas, todos los procedimientos para
programar las RoM son procedimientos de los materiales (hardware) aun-
que se use la palabra programación.
EI procedimiento de los materiales para programar RoM o pRoM es
irreversible y una vez programados el patrón dado es permanente y no
puede alterarse. una vez que se ha establecido un patrón de bits se debe
descartar la unidad si se quiere cambiar el patrón de bits. Un tercer tipo
d e u n i d a d e s l a l l a m a d a P R O M b o r r a b l e o E p R o M ( d e e r a s a b r ep R o M ) .
Las EPROM pueden ser recuperadas a su valor inicial (todos unos o todos
ceros) aunque se hayan cambiado previamente. cuando una EpRoM se
coloca bajo una luz ultravioleta especial por un periodo dado de tiempo, Ia
radiación de onda corta descarga los puentes internos que sirven de con-
tactos. una vez borrada la RoM regresa a su estado inicial para ser re-
programada. Ciertas RoM pueden ser borradas con señales eléctricas en
v e z d e l u z u l t r a v i o l e t a y s e l e s l l a m a a l g u n a s v e c e sR O M e l é c t r i c a m e n t e
o l t e r a b l eo E A R O M .
La función de una RoM puede interpretarse de dos maneras diferen-
tes. La primera interpretación es la de una unidad que configura cualquier
circuito combinacional. Desde este punto de vista, cada terminal de sálida
t!
?
{i
SEC.5-B A R R E G L O O G I C O R O G R A M A B L(E L A )
L P P 195
1
s e c o n s i d e r a s e p a r a d a m e n t ec o m o u n a s a l i d a d e u n a f ' u n c i ó n d e B o o l e e x -
presada .n .,,Áu de términos mínimos. La segunda interpretación consi-
fijo
hera Ia ROM como una unidad de almacenamiento que tiene un patron
de c a d e n a s d e b i t s l l a m a d a s p a L a b r a s .V i s t o d e e s t a f o r m a , l a s e n t r a d a s
e s p e c i f i c a n u n a d í r e c c i ó n p a t a u n a p a l a b r a e s p e c í f i c aa l m a c e n a d a
que se ir
la ROM de la Figura 5-24tiene tres
1
upii.u luego a las salidas. Por ejemplo,
líneas de dirección las cuales especificanocho paiabras acumuladas de la f
,
manera dada en la tabla de verdad. Cada palabra tiene cuatro bits de
Iongitud. Esta es Ia razón por Ia cual se le ha dado a la unidad ei nombre :q
':
d e \" m e m o r i a d e s c , l o I e c t u r a . l l t l p ¡ n t t r i os e u s a c o m u n m e n t e p a r a d e s i g n a r
u n a u n i d a d d e a l m a c e n a m i e n t o .L e c t u r o s e u s a p a r a i m p l i c a r q u e e l c o t r - ;
tenido de una paiabra especificada por una dirección en una unidad de
almacenamiento se localiza en los terminales de salida. Así' una ROM es
una unidad de memoria con un patrón fijo de palabra que puede ser leídtr
bajo la aplicación de una dirección dada. El patrón de bits en la ROM es
permanente y no puede cambiarse durante la operación normal'
Las ROM se usan extensamente para ejecutar circuitos combinacio-
nales complejos directamente de sus tablas de verdad. Son muy útiles para
convertir á\".rtt código binario a otro (tal como ASCII a EBCDIC 9 vice-,
versa), para funciones aritméticas como multiplicadores, para mostrar
caracteres en un tubo de rayos catódicos, y en cualquier otra aplicación
que requiera un gran número de er,tradas ¡,'salidas. Se emplean tambiérl
en el dlseño de unidades de control de los sistemas digitales. Como tales,
s e u s a n p a r a a l m a c e n a r p a t r o n e s f i j o s d e b i t s q u e r e p r e s e n t e nu n a s e c u e n -
c i a d e v á r i a b l e s d e c o n t r o l n e c e s a r i o sp a r a h a b i l i t a r l a s d i f e r e n t e s o p e r a -
ciones en el sistema. Una unidad de control que utiliza una ROM para
almacenar infbrmación de control binario se llama una unidad de c'tntrttl
m í c r o p r o g r a m a d a .E l C a p í t u l o 1 0 t r a t a r á e s t e t e m a e n m á s d e t a l l e s .
5-8 ARREGLOOGICO ROGRAMABLE LA)
L P (P
Un circuito combinacional puede tener ocasionalmente condiciones de ntr
importa. Cuando se configura con una ROM una condición de no importa
se convierte en una dirección de entrada que nunca ocurre. Las paiabras
en las direcciones de no importa no necesitan ser programadasy pueden
dejarse en su estado original (todos ceros o todos unos). El resultado es
qr. no todos los patrones de bits disponibles en la ROM se usan, lo cual
se considera como un desperdiciode equipo disponible.
Considéresepor ejemplo, un circuito combinacional que convierte utr
código de tarjeta de 12 bits a un código alfanumérico interno de 6 bits, co-
rno J\" lista en Ia Tabla 1-5. El código de tarjeta de entradas consiste en
12 líneasdesignadas or 0, 1,2, .. , 9, 11, 12. El tamaño de Ia ROM para
p
c o n f i g u r a r e l ó o n v e r s o r d e c ó d i g o d e b e s e r 4 0 9 6X 6 , y a q u e h a y 1 2 e n t r a d a s
y O salidas.Hay solamente 4? entradas válidas para el código de tarjeta
y el resto de cómbinaciones son condiciones de no importa. Se usan así
iolamente 47 palabras de las 4096 disponibles. Las 4049 palabras restantes
no se usan y se desperdician.
Para aquellos casos en los cuales el número de condiciones de no im-
porta es excesivo, es más económico usar un segundo tipo de componente
I96 L O G I C A O M B I N A C I O N AC O N M S I Y L S I
C L
CAP. 5
LSI Ilamado arreglo Iógicoprogramabre pLA (viene d,eprogramabre
o rogic
arrayl. un PLA es similara una RoM en concepto; embargo pl,A;lo sin el
produce la decodificacióncompleta de las variáblÁ y no genera
todos los
términos mínimos como en una RoM. En un pLA, eidecodificador
se rem-
plaza mediante un grupo de compuertas AND, cada
una de las cuales pue-
den ser programadaspara generar un término'producto ¿e-las
variables de
entrada. [,as compuertas AND y oR dentro del pLA se fabrican inicialmen_
te con enlaces entre ellas. Las funciones específicasde Boole se
ejecutan
en la forma de suma de productos al abrir los enlaces adecuados y d;ja; ú;
conexiones deseadas.
un diagrama de bloque de un pLA se muest¡a en la Figura 5-25.
Este
consiste en n entradas, rn salidas, ft términos de producto y rn términos
de
sunra. Los términos de producto constituyen un grupo de á compuertas
y los términos de suma co-nstituyenun g,upo ae\"-'comprr\"rtu. AND
oR. Los en-
laces se colocan ent¡e todas las entradá, ,, y ,us valores complementados.
otro grupo de enlaces en ros inversores de salida p\"r-ii\" q\"e se genere
la
función de salida o en la forma de AND-oR o ü forma AND-O:R inver_
tida. con el enlace del inve¡sor en su rugar, se puentea \"r, dando
una configuraciónAND-OR. cuando se rompe elinlace el inversor se \"l'irr.r\"rro. vuel_
be parte del circuito y la función se configuraen la forma AND-oR
inve¡_
tida.
EI tamaño del PLA se especifica oor el número de entradas,el número
de términos de producto y el número de salidas (el número
de términos de
suma es igual al número de salidas). Un típico pLA tiene
16 entradas,4g
términos producto y 8 salidas.* El número de enlaces programados
es
2 ¡ t x k * h x m f r n m i e n t r a s u e l o sd e l a R O M s o n2 ,
q x;.'
La Figura 5-26 muestra una construccióninterna de un pLA
específi-
co. Tiene t¡es entradas,tres términos producto y ao.
Tal pLA es
muy pequeñopara encontrarsecomercialmente; presenta se \"utiáus. solamente
aquí
para propósitode demostración.cada entrada y su
tomplemento se conecta
por medio de enlacesa las entradas de todas las compueitas-eN¡.
Las sali_
las
{as -de- compuertas AND se conectan por medio de enlaces a cada entra-
da de las compuertasoR. se suministran dos enlacesmás con los
inversores
de sa.lida' Al romper los enlaces seleccionados dejar olro. y rugar, es
posible, ejecutar configuraciones funcionesde Éoolé en la fbrma de suma
de \".r
oe productos.
De la misma fo1la que la ROM, el pLA puede ser programablepor
máscara o programablepor el usuario (programaciónde óu,opol. con
un
& términos ¡n términos
producto suma
(compuertas (compuertas
AND) oR)
Figura b-2b Diagrama de bloque del pLA
*El
CITTL tipo 82S100.
o
(!
ú
o
o
N
o
@
.ir
!6
\\o
a .-/
6É
;:-
6o
<?
F¡ O.
qE
)!z :
Tó
tri'6
6
¡r '=
b¡E
llI
197
198 L O G T C A M B | N A C | O N AO NM S ty
Co C L LSt
C A p .5
PLA programable por máscara,
el cliente debe entregar una
gramación der pLA al fabricante tabla de pro_
Est.a tabra.se,r.u
producir un pLA hecho puru io, el fabricante para
ui-\"tl'nte con to. rnrernos requeri_
dos enrre las enrradas
v'las.áliá\"]. u \" . \" g r \" i r _\" u;- i ' o .
;; \" pLA disponible
se llama arregto tógryo
iroer\"iitt\"2n ,t ,o,ip, fi,Te field prosram_
:i\"b^1:-tlqt\"
arrav.).nt .pie p\"\"J\" ser.programuao \" po. tde
-H;;ñil.iu0o.\", usuariopor medio
oe crerros procedimientosrecomendadás.
\"i comerciales
de materiales (hardwa..l pu.u-
u.u.-\"on¡u.rta-e.,te-\"o., ciertos F'LA.
Tabla de programadel pLA
El uso de un PLA debeser considerado
q u e t i e n e nu n g r a n n ú m e r o para los circuitoscombinacionales
de entraJas saridasEs superior
y .
para circuitos que tienen a una RoM
un gran ^i^rro de condici,onls
El ejemplo presentadou .oniinuu\"io\" de no importa.
PLA' Manténgase mente cuando ¿\"-r.r*;;; se programa un
en se obse.rve ejemploque tal circuito
el
sencillo no necesitaun pLA
vu ñ su configuración puedeejecutarse
económicamente compuertas
con más
SSI.
considéresera tabla d\" ;;.;;J'd-el
en la Figura E-27(a).Aunque circuito combinacional mostrado
ñóu
de suma de términos mínimos un pLA, \"o.,rigu.\" rá.'i,]\"\"l\"rrs en la fbrma
\"\"u
de suma de productos. cada t¿i,'ino r\". r,i\".\"i\"res en ra forma
\"otrriñ-,ia
¿\" p.;;;;r';;^ü'u\"p.\".ron
una compuerta AND. como requiere
el número. d\"
finito, es necesario simplificar-u r\"\"\"i¿\" \"o-puu.l\".^año en un pLA es
ñi\",_\"
de producto nara poder m-i;i;\";\"i \";;-;il; compuertas de términos
r,,i-\"ro de AND usadas.
l\":'J:'Ut\"¡'ffiT*1$;; ,1,-\"i productos
a\" .\"'oüii\"\"\"., ros
de ma-
Ft: AB' + AC
Fz: AC + BC
Hay tres términosde productodistintos
en
AB\" AC v BC. El circuiro ri\";;-;.;\";nrradas estecircuito cc¡mbinacionar:
la Figura b-26 puede y dos salidas;asÍ el pLA de
rrs.arse;\";; ;;;g\".u.
La programación-qe-l pLÁ .ig\"iii\"u que \"rt\"-.rr\"rliJ \"\"*¡inacional.
se especificanlos caminos en
su patrón AND-oR-Nor. una taÉla
de programaáe pLA típica se muestra
en la Figura 5-27(c).Esta consist\"
t.\". columnas. La primera columna
lista los rérminos de producto-;;;¿;i;\"-ente.
\"r,
cifica los caminos necesarios La ,\"g\";í; columna espe_
entre ras-l.rtradasy las compuertas
terceracolumnaesnecifica caminos AND. La
los -r\"-^il\"riü\"
entre las_ compuertás AND y las oR.
Bajo cada variable de salüa,
una v (verdadero)si ra función
debe complementarse con el i.r,u\"rro,de salida. Los términos
tados a la izquierda no son parte de de,Boole lis_
la tabra; ;;^i;;;uyen solamente
como ¡eferencia. \"ll;.
Para cada término producto,se
marcan las entradascon 1,0, ó - (guión).
si la variable en
\"11it.-i\"g
tildada), la va¡iable de..entrada i,.\"a\"\"t\" aparece en su forma normal (no
rece complementada .\" ^u.i;;;; .\" 1. si apa_
(tirdada) r\" \"o..\".po.rai\"rrt\"
-u.\"i un 0. Si la variabreestá ausente
\"on
ARREGLO OGICO ROGRAMABL(PLA)
L P E 199
sEc. 5-8
e n e l t é r m i n o p r o d u c t o s e m a r c a c o n u n g u i ó n . C a d aentradas y rlas c,m- s e
términop oducto
entre las
asocia con una .o-prrarü AND. Los caminos
puertas AND se ru columna llamada entradas.un 1en la
\"!p;^fi;;¡u:o Ln camino desdeIa correspondiente entrada
columna de entraoal-s;;;ili\"\"
a la entrada ¿\" ru que forma el término producto. un 0 err la
\"o*pir\"ilu-AND Éa*i'o entre la entrada correspondiente
columna de entrada;;;;ift;\";
complementaday t\" de la compuerta AND' Un guión no especifica
\"rri.\"d\" los que quedan forman los
conexión. Los enlaces adecuadosse rompen.y
caminos deseadoscomo se muestra \"n ü Figura 5--26- asurne que los
Se
terminales abiertos ;;1\"\";\";;\"erta AND se óomportan como una entrada
de 1.
L o s c a m i n o s e n t r e l a s c o m p u e r t a s A N D y o R s e e s p e c i f i cunos a j o l a s c o
a n b para
lumn'rs llamadas sat'idas. Las variables de salida se marcan con
f'unción' En el ejemplo de la
aquellos términos pr\"J\".t\" que formulan la
Figura 5-27 se tiene:
F, : AB, + AC
de tal forma que Ft se marca con un g.
'i¿r-i\"\" 1 para los términos producto 1 y 2 y
con un guión Para el producto Cudu término productoque tiene
IJ
,{
\\------Y---,
00 00 L
0l 00 ¡'1 =AB,+AC
l0 00
ll 0l
l0 B
00
OI 1l
l0 00
l1 I
1l
(a) Tabla de verdad
,{ I
\\_---r--J
C
¡:. -_AC + BC
(b) Simplificación maPa
Por
l'érmrno Entradas Salidas
producto ABC F, F)
AB, I 10 1
AC l ll l1
3 1l -l
BC
TT TiC
(c) Tabla de Programa del PLA
Figura 5-27 Pasos necesarios en la configuración del PLA
200 L O G I C A O M B I N A C I O N AC O N M S I Y L S I
C L CAP. 5
j,
un 1 en la columna de salida requiere un camino desde la compuerta AND
correspondientehasta la compuerta de salida OR. Aquellos marcados con
un guión no especificanconexión. Finalmente una salida V (verdadera)
indica que el enlace a través del inversor de salida permanece su lugar
en
y un c (complemento)indica que el enlace correspondiente está roto. Los
caminos internos del PLA para este circuito se muestran en Ia Figura 5-26.
Se asume que un terminal abierto en una compuerta OR se comporta como
un 0 y que un corto circuito a través del inversor de salida no daña el cir-
cuito.
cuando se diseña un sistema digital con un PLA no es necesario mos-
trar las conexiones Ia unidad como fue hecho en la Figura b-26.Todo lo
de
que se necesitaes una tabla de programacióndel PLA mediante la cual se
puedeprogramarel PLA para dar los caminos adecuados.
cuando se configura un circuito combinacionalcon pLA, se debe ha-
cer una investigación cuidadosa para poder reduci¡ el número total de
términos producto ya que un PLA podría tener un número finito de térmi-
nos AND. Esto puedehacersesimplificando cada función al mínimo número
de términos. El número de literales en un término no es importante ya que
se tienen disponibles todas las variables de entrada. Los valore. ue.áa-
derosy de complementode la función debensimplificarsepara ver cual se
puede expresar con menos términos producto y cual produce términos
producto que son comunesa otras funciones.
EJEMPLO 5-6.. Un circuito combinacionalse define nor las
funciones:
Ft(A,B, C) : )(3, 5,6,7).
F 2 ( AB , C ) : ) ( 0 , 2 , 4 , 7 )
,
configúreseel circuito con un PLA de 3 entradascuatro términos
productoy dos salidas.
Las dos funciones se multiplican en los mapas de la Figura
5-28. Ambos valores verdaderos complementosde Ia función se
y
simplifican. Las combinacionesque dan un número mínimo de
términos producto son:
Fr: (B'C' + A,C, + A,B,),
Fz: B'C' + A'C' + ABC
Esto produce solamente cuatro términos producto diferentes:
B'C' , A' C' , A'B' y ABC. La tabla programa pLA paraestacombi-
del
nación se muestra en la Figura 5-28. Nóteseque la salida F, es la
salida normal (verdadera)aunquese marque una c bajo ella. Esto
es debidoa que Fí se generaantes del inversor de salida. El inver-
sor complementala función para producir F, a la salida.
El circuito combinacionalpara este ejemplo es muy pequeñopara una
configuraciónpráctica con un PLA. Este se ha presentado aquí solamente
B B
I
A)' I o{ I I
L L
--_-J -_
L C
F1=AC+AB+BC FI.=8,C,+A,C,+ABC
B
I
U 0 0 0 0
,{ 0 ,tI 0 0
-r--/ \\____Y_/
L
F i = s ' c ' + A ' C ' +A ' B ' Fi=B'C+A,C+ABC
Tabla de prog¡ama de un PLA
Términos Entradas Sali{as
productos A B C Ft F2
B,C, I -00 ll
A,C, 1 0-0 ll
A'8, 5 00 l-
ABC 4 tll -l
CT ttL
Figura 5-28 Solucióndel Ejemplo5-6
para propósitos de demostración. Un PLA típico comercial tiene más de 10
entradas y cerca de 50 términos producto. La simplificación de las funcio-
nes de Boole con tantas variables debe llevarse a cabo por medio del méto-
do de tabulado u otro método de simplificación a base de computador. Aquí
es donde el programa de computador puede ayudar al diseño complejo
de Ios sistemas digitales. El programa del computador debe simplificar
cada función del circuito combinacional y su complemento al mínimo nú-
mero de términos. El programa selecciona el número mínimo de términos
diferentes para cubrir todas las funciones en su forma verdadera o de
complemento.
5-9 N O T A SC O N C L U Y E N T E S
Este capítulopresenta
una variedad métodos diseño
de de para los circui-
tos combinacionales. También presenta y explica un número de circuitos
MSI y LSI que pueden ser usados para diseñar sistemas digitales más
201
t¿
202 L O G I c Ac o M B I N A c I o N A L o N M S I Y L S I
C CAP. 5 .
complicados. El énfasis aquí fue sobre Ia lógica combinacional MSI y las
f'uncic¡nes SL Las funciones de la lógica secuencial MSI se discutirán en
L
e l c a p í t u l o 7 . E l p r o c e s a d o ry c o n t r o l M S I y l a s f u n c i o n e s L S I s e p r e s e n -
tarán en los capítulos 9 y 10. Los componentes del microcomputador LSI
se iritroducirán en el Capítulo 12.
Las funciones MSI presentadas aquí y otras disponibles comercial-
mente se describen en los libros de especificaciones o catálogos. Los libros
d e C I c o n t i e n e n d e s c r i p c i o n e se x a c t a s d e m u c h o s M S I y o t r o s c i r c u i t o s
integrados. Algunos de estos libros de datos se listan en las ref'erencias
que se darán más adelante.
Los circuitos MSI y LSI pueden usarse en una variedad de aplicacio-
nes. Algunas de estas aplicaciones fueron discutidas a lo largo de este
capítulo, algunas fueron incluidas en problemas y otros serán encontradas
en capítulos siguientes conjuntamente con sus aplicaciones particulares.
Los diseñadores recursivos pueden encontrar muchas otras aplicaciones
que se ajusten a sus necesidades particulares. Los fabricantes de circuitos
integrados publican numerosas notas de aplicación que sugieren la utili-
zación posible de sus productos. Una lista de notas de aplicación puede
obtenerse escribiendo a los fabricantes directamente o sólicitándola di-
r e c t a m e n t e a s u s r e p r e s e n t a n t e sl o c a l e s .
A,-
REFE ENCIAS
R
t.
Yu.lo'-M. M., computer S-ysfemArchitecture. Englewoodcriffs, N. J.: prentice-
Hall, Inc., 1976.
z- M o r r i s , R . L . , y J . R . M i l l e r , e d s . , D e s l g nn g w i t h r r L
i Integratedcircuits.
Nueva Yo¡k: McGraw-Hill Book Co., 1921.
3 . Blakeslee, R., Digítal Design with standlrd MSI and LSI. Nueva york: John
T.
Wiley & Sons, 19?5.
A
Barna A., y D. I. Porat, Integrated Circuíts in Dígitat Electronics.Nueva york: -t-
John Wiley & Sons,1973.
5 . I,.9, s. c., Digital Circuíts and Logic Design, Englewoodcliffs, N. J.: prentice-
Hall, Inc.,1976.
SemiconductorManufacturersData Books (consultar la última edición):
(a) The TTL Data Booh for Design Engineers.Dallas, Texas: Texas Instru-
m e n t s ,I n c .
( b I T h e t r ' a i r c h i l d e m í c o n d u c t o T T L D a t a B o o k .M o u n t a i n V i e w , c a l i f . : F a i r -
s r
child Semiconductor.
( c l D i g i t a t I n t e g r a t e dC i r c u i t s . S a n t a C l a r a , c a l i f . : N a t i o n a l s e m i c o n d u c t o r
Corp.
(d) Signerics igital, Linear,MOS. Sunnyvale, alif.: Signetics.
D C
(e) MECL Integrated circuits Data Booh. Phoenix, Ariz.: Motorola semicon-
t
ducto¡ Products,Inc. JI
( f ) R C A s o l i d s t a t e D a t a B o o hS e r i e s . o m e r v i l l e ,N . J . : R C A s o l i d s t a t e D i v .
s
PROBLEMAS
5-1. Diseñe un convertidor de código de exceso 3 a BDC usando un circuito MSI
de sumadores completos de 4 bits.
5-2. Usando cuatro circuitos MSI, construya un sumador paralelo binario para
sumar dos números binarios de 16 bits. Marque todos los arrastres entre
ios circuitos MSL
5-3. Usando 4 compuertas OR-exclusivas y un circuito MSI de sumadores comple-
tos de 4 bits, construya un sumador sustractor paralelo. Use una variable
de selección de entrada V de tal manera que cuando V:0, el circuito suma
y cuando V: t, el circuito resta. (Sugerencia: use la sustracción por com-
plementode 2.)
5-4. Deduzca la ecuación de dos niveles para el bit de arrastre de salida C, mos-
trado en el generador de bit de arrastre posterior de la Figura 5-5.
5-5.' (a) Usando el procedimiento de configuración AND-OR invertida descrito en
la Sección 3-7, demuestre que el bit de arrastre de salida en el sumador
completo puede expresarse como:
C¡+t : Gi + PiCí : (Ci Pi + GiCi)'
(b) El CI tipo 74182 es un circuito MSI generador de bit de arrastre poste-
rior que genera los bit de arrastre conjuntamente con las compuertas
AND-OR invertida. El circuito MSI asume que los terminales de entrada
tienen los complementos de G, P y de Cr. Deduzca las funciones de
Boole para los bits de arrastre posteriores Cr, C, y C¿ en este CI. (Su-
gerencia: use el método de ecuación sustitución para derivar los arrastres
en términos de C,')
5-6. (a) Redefina la programación y generación de los arrastres de la siguiente
forma:
P': A' * B'
G¡: A,B,
Demuestre que el arrastre de salida y la suma de salida de un sumador
completo se convierte en:
C¡*r: GiGi + Pi)': G,+ PiCi
E:(P,ci)@c,
(b) El diagrama lógico del primer estadodel sumador en paralerode 4 bits
como se configura en el CI tipo 74288y se muestra en la Figura pb_6.
Identifique los terminales Pj y Gi, como se definieronen (a) y demuestre
que el circuito puedeconfigurarun sumadorcompleto.
(c) Obtenga los arrastres de salida C., I C, en función de pi, pl, p!, Gí,
G;, C;, y C1 en la forma de AND-OR invertida y dibujeel circuito de arras-
tre posterior de dos niveles para este circuito integrado. fsugerencia:
use el método de ecuación-sustitución la forma como se hizo en el
de
texto al deducir la Figura 5-4, pero usandola función AND-OR invertida
d a d ae n ( a ) p o r C , * , . 1
203
rl
Figura P5-6 Primeraetapade un sumador
paralelo
5-7.!, (a) Asuma que la compuerta oR-exclusiva tiene una demora de propagación
de 20 ns y que las compuertasAND y OR tienen una demora de propaga-
ción de 10 ns. ¿Cuál es el tiempo total de demora de propagaciónen el
sumador de 4 bits de la Figura b-5?
(b) Asuma que C5 se propaga el recuadrode la Figura b-b al mismo tiem-
en
po que otros bits de arrastre (ver Problema 5-4).¿Cuál será el tiempo de
demora de propagacióndel sumador de 16 bits del Problema 5-2?
l.
5-8. Diseñe un multiplicador binario que multiplique un número de 4 bits B:
b3b2btbo por un número de 3 bits A -- ararao para formar el producto
C : c 6 c 5 c a c a c t c o . E s t o p u e d el o g r a r s e o n 1 2 c o m p u e r t a s d o s s u m a d o -
c2 c y
res paralelos de 4 bits. Las compuertasAND se usan para formar los produc-
tos en pares de bits. Por ejemplo, el producto de o6 y b6 pueden generarse
sacando la función AND de o¡ con ó¡. Los productos parciates formados por
Ias compuertasAND se suman con los sumadoresparalelos.
5-9., ¿Cuántas entradasde no importa hay en un sumadorBDC?
5-10. Diseñe un circuito combinacionalque genereel complementode 9 del dígito
BDC.
5-11. Diseñe una unidad aritmética decimal con dos variables de selección,vt y
vo y dos dígitos BDC, A y B. La unidad debe tener cuatro operacionesarit-
méticas que dependen de los valores de las variables de selección de la ma-
nera como se muestraa continuación.
Función de salida
00 A + 9's complemento B
de
0l A+B
l0 I * lO's complementode B
ll A + | (agreguelaA)
use funciones MSI en el diseño y el complementador de 9 del problema b-10.
5-12. Es necesario diseñar un sumador decimal de dos dígitos representados In
un código de exceso 3 (Tabla 1-2). Demuestre que la corrección después de
sumar los dos dígitos con un sumador binario de 4 bits es de la siguiente
,1,
manera:
204
,
P R O B T E M A S 205
(a) El arrastre de salida es igual al bit de arrastre del sumadorbinario'
( b ) S i e l a r r a s t r ed e s a l i d a : 1 , a g r e g a r 0 1 1 '
0
( c ) S i e l a r r a s t r ed e s a l i d a : 0 , agregar 101'1
Construyae]sumadorcondossumadoresbinariosde4bitsyuninversor.
5 . 1 3 , D i s e ñ e u n c i r c u i t o q u e c o m p a r e d o s n ú m e r o s d e 4 b i t s A y B , p a r a c o ny t a t a r
s
si A: B
s i e l l o s s o n i g u a l e s .E l c i r c u i t o t i e n e u n a s a l i d a ¡ ' t a l q u e ¡ : l
r:0 siA+ B.
5-14. EI circuito integrado74L85 es un comparador de-nrggnitudde 4 bits similar
internos
al de la Figura i-7, exceptoque tiene tres entradasmás y circuitos
que configur\"., uqniuuiente lógico mostrado en la Figura P5-14. Por medio
\"1 de mayor
de estos circuitos integrados, se pueden comparar los _números
longitud .o.r\".iu, los'comparadoies en cascaáa. Las salidasA<B' A> B y
A: B de\"l una etapa que contengabits menossignificativos se conectana
.que
las correspondienies tradas <8, A> en A B y A : B d e l a s . i g u i e n te t a p aq u e
menossig-
manipula bits más significativos.La etapa que manipula los bits
nificativos debe ser có-o el circuito -o.t.\"áo en Ia Figura 5-?. Si se usa el
entradasA <B
cl74L85,se debe-aplicar 1 a la entradaA: B y un 0 a las
un
bits menos significativos.usando
i ,q, n á\" .r ci qie r.rariprrlalos cuatro un circuito para
un circuito .o*o .i de la Figura 5-7 y un cI ?4L85,obtenga
comparar dos números de 8-bits. Justifique la operación del circuito'
^3
A<B
12
Al
Ao
C ircuito
dela A>B A>B
Figura 5-7
B3
B2
Bl
Bo A=B
A<B
A>B
A=B
I
lógicamente CI tipo 74L85
Figura P5-14 Circuitoequivalente al
, 5-15. Modifique el decodificadorde BDC a decimal de la Figura 5-10 para obtener
inválida'
una salida de sólo ceros cuando ocurra una combinaqión de entrada
/5-16. Diseñe ün convertidor de código BDC a exceso3 con un decodificador BDC
a decimal Y cuatro comPuertasOR.
fun'
b-lTY'Un circuito combinacionalse define por medio de las tres siguientes
ciones:
t¡
Ft: x'/' * ryz'
Fz:x'*Y
Fr: xy * x'y,
Diseñe un circuito con un decodificador y compuertas externas.
y'o-18. Un circuito combinacional
se define por medio de las dos sizuientes fun-
clones:
F,(x,y) : >(0,3)
Fr(x, : >(1,2, 3)
y)
Configure el circuito combinacional por medio del decodificador mostrado
en
la Figura 5-12 y compuertas NO-y externas.
r 5-79. Construya un decodificador de 5x 32 con cuatro decodificadores
demulti-
plexores de 3 x 8 y un decodificador de 2 x 4. Use la
construcción de diagrama
de bloque de la Figura b-14.
t 5-20. Dibuje el diagrama lógico de un decodificador demultiplexor
de 2 a 4 líneas
usando solamente compuertas NO-O.
5-21' Especifique la tabla de verdad de un decodificador de prioridad
de octal a
binario. coloque una salida para indicar que al -.r,o. unu
de ras entradas
es 1. La tabla puede ser listada con b filas-y algunas de las
entradas pueden
tener valores de no importa.
5-22. Diseñe un codificador de prioridad de 4 a 2 líneas. Incluya ¿_-
una salida E para
indicar que al menos una de las entradas es 1.
5-23. Configure la función de Boole del Ejemplo 5-4 con un multiplexor
de g x 1 con
A' B y l) conectados para seleccionar ias líneas s2, sr y s6 respectivamente.
5-24. Configure el circuito combinacional especificado en el problema
5-1T con
un doble multiplexor de 4 a 1 línea, una compuerta o y un inversor.
5-25. Obtenga un multiplexor de 8x I con un doble multiplexor
de 4 a 1 línea con
entradas de habilitación (enable) separados pu.o .o., Iíneas de
selección
comunes. Use la construcción por diagrama de bloque.
5-26. configure un circuito sumador completo con multiplexores.
5-27. La RoM de 32 G conjuntamente con ra línea 20 como se muestra
\" en la Fi-
gwa P5-27 convierte un número binario de 6 bits a su A
correspondiente nú-
mero BDC de 2 dígitos. por ejemplo, er binario 100001se convierte
al BDC
011 0011 (decimal 83). Especifique la tabla de verdad para la ROM.
23 22 2l
ABCD
32x6ROM
Ft F2 F3 Ft Fs
\\___Y-_i L____T____-_J
l0r 100
Figura P5-27 Conversorde binario a decimal
206
PROBLEMAS 2O7
que
5-28. .Pruebe que una ROM de 32 X 8 puede usarse para configurar un circuito
genere ei cuadrado binario de un número de 5 bits de entrada con Bo : Ao !
É, : 0. Como en la Figura 5-24(a). Dibuje el diagrama de bloque del circuito
y lirt. las primeras y últi*u. entradas de la tabla de verdad de la ROM.
5-29.,7 ¿Qué tamaño de ROM se usaría para configurar:
(a) Un sumador sustractor BDC con una entrada de control para seleccio-
nar entre Ia suma Y la resta?
(b) un multiplicador binario que multiplica dos números de 4 bits?
(c) unos multiplexores dobles de 4 a 1línea con entradas de selección co-
munes?
/ remplaza con una
S-gO/ Cada inversor de salida en el PLA de la Figura 5-26 se
compuerta OR-exclusiva. Cada compuerta OR-exclusiva tiene dos entradas.
y la otra entrada se
una entrada se conecta a Ia salida de la compuerta oR
conecta por medio de enlaces a una señal equivalente a cero o uno' Demues-
tre cómo .\"leccionu. la salida verdadera,/complemento en esta configuración'
que
S-gf l Deduzca la tabla de programación del PLA para el circuito.combinacional
eleva al cuadrado ,r., iú.n\".o de 3 bits. Minimice el número de términos
producto. (Ver la Figura 5-24 para la configuración con ROM equivalente')
de código de
5-32. Liste la tabla de programación del PLA para el convertidor
BDC a exceso 3 definido en la Sección 4-5'
t
á
Lógica
secuencial
I
I
t,l
6- 1 INTRODUCCION
Los circuitos digitales hasta ahora consideradoshan sido combinacio-
nales, es decir, las salidas en un instante dado de tiempo son enteramen-
te dependientes de las entradas presentes en ese mismo tiempo. Aunque
cada sistema digital debe tener circuitos combinacionales, mayoría de
la
los sistemas encontradosen la práctica incluyen también elementos de
memoria, los cuales requieren que el sistema se describa en términos de ¡
la lógica secuencial.
Un diagrama de bloque de un circuito secuencialse muestra en la
Figura 6-1. Este consiste en un circuito combinacionalal cual se le co-
nectan elementosde memoria para formar un camino de realimentación.,
Los elementosde memoria son capacesde almacenar información binaria
dentro de ellos. La información binaria almacenada en los elementos de
memoria en un tiempo dado define el estado del circuito secuencial.El
circuito secuencial recibe la información binaria de las entradas exter-
I nas. Estas entradas, conjuntamentecon el presenteestado de los elemen- i
tos de memoria, determinan el valor binario de los terminales de salida.
También determinan la condición de cambio de estado en los elementos {
de rnemoria. El diagrama de bloque demuestra que las salidas externas -t
en un circuito secuencialson una función no solamente de las entradas
externas sino del presente estado de los elementos de memoria. El si-
guiente estado de los elementos de memoria es también una función de
las entradas externas y del estado presente. Así, un circuito secuencial
se especifica por medio de una secuencia de tiempo de las entradas,
salidas y estadosinternos.
Hay dos tipos de circuitos secuenciales.Su clasificación depende
del tiempo de sus señales.Un circuito secuencialsincrónico es un siste-
ma cuyo comportamiento puede definirse a partir del conocimiento de
sus señales en instantes discretos de tiempo. El comportamiento de un
circuito asincróníco depende del orden en que cambien las señales de
entrada y puedan ser afectadas en un instante dado de tiempo. Los ele-
mentos de memoria comúnmente usados en los circuitos secuencialesasin-
crónicos son mecanismosretardadoresde tiempo. La capacidad de memoria
de los mecanismosretardadoresde tiempo se debe al hecho de que la señal
208
Entradas
Circuito
combinacional
Figura 6-1 Diagrama de bloque de un circuito secuencial
gasta un tiempo finito para propagarsea-través del dispositivo. En la prácti-
;\", ietardo de propágacién interna de las compuertas lógicas es de una
\"t
duración suficientó pltt\" producir el retardo necesario,de tal manera
\"o-o
fisicas de rétardo de tiempo puedan ser despreciables.
il; i;. unidades
Ér, los sistemas asincrónicos tipo compuerta, los elementos de memoria de
ü¡lisot\" 6-1 consisten en compuertas lógicas €uyos retardm de,propagación
;;.tlút\"\" la memoria reqn\"iid\". Así, un circuito secuencial asincronico
puede tomarse como un ciróuito combinacional con realimentación. Debido
a la realimentación entre las compuertaslógicas,un circuito secuencialasin-
puede a veces volverse inestable. El problema de inestabilidad im-
po\"\" Á\"\"rtas dificultades al diseñado¡. Por tanto, su uso no es tan común
\"Jtti\"o
como en los sistemas sincrónicos-
un sistema lógico secuencial sincrónico, por definición, puede usar
señales que afecten\"los elementos de memoria solamente en instantes de
;ü;p. discreto. Una forma de lograr este propósito es usar pulsos de
duración limitada a través del sistóma de tal manera que la amplitud de
un pulso representelógica 1 y otra amplitud de pulso (o la ausencia de un
pulso) représente lógica 0. La dificultad con un sistema de pulsos es que
iuufq\"i\"i par de pn-l.or que lleguen de fuentes separadas independientes
a las entradas dé la misma compuerta mostrarán retardos no predeci-
bles de tal manera que se separaiátt los pulsos ligeramente, resultando
una operaciónno confiable.
Los sistemas lógicos secuencialessincrónicos prácticos usan ampli-
tudes fijas tales coñro niveles de voltaje para las señales binarias' La
-de
sincronización se logra por un dispositivo tiempo llamado generadcir
maestro de tiempo genera un tren periódico de pulsos de reloj- Los
pulsos de reloj se distribuye.r través del sistema de tal manera que los
\"l \"rrál
-memori\"
\"
rotr afectadas solamente con la llegada del pulso
ilementos de
de sincronización. En la práctica, el pulso de reloj se aplica a las com-
¡pnetta* AND conjuntamente con las ieñales que especifican los cambios
-iequeriaos
en los élementos de memoria. Las salidas de la compuerta AND
pnLd\"n trasmitir señales solamente en los instantes que coinciden con
ia llegada de los pulsos de reloj.r Los circuitos secuenciales sincrónicos
q,r\" ,íu¡ pulsos dó reloj en las entradas de los elementos de memoria se
liaman círcuitos secuencialestemporizados. Los circuitos secuenciales
temporizados son el tipo más comúnmente usado. No presentan proble-
¡¡ur d\" inestabilidad y su temporización se divide fácilmente en pasos
discretos independientés, cada uno de los cuales se considera separada-
mente. Los circuitos secuenciales que se discuten en este libro son ex-
clusivamentedel tipo temporizado.
209
2IO LOGICA ECUENCIAL
S
CAP. 6
Los elementosde memoria usados en los circuitos secuenciales tem-
porizados se llaman flip-flops. Estos circuitos son celdas
binarias cafa_
ces de almacenar un bit de información. un circuito flip-flop tiene
áos
entradas, una-para el valor normar.y rrqo para el valor cbmplemento
del
bit almacenado en é1. La informacién binaiiá p\"\"¿\" .\"to, á ,r., flip flop
en una variedad de formas, hecho éste, que determina diferentes -tipos
de flip-flops. En la siguiente secciónse examinan varios tipos de flip-flops
y se definen sus propiedades lógicas.
6-2 FLIP-FLOPS
un circuito flip-flop puede mantener un estado binario indefinidamente
(siemprey cuando se esté suminist¡ando potencia
al circuito) hasta que
s,e cambie por una señal.de e¡trada para cambiar estados.
La principal
diferencia entre varios tipos de flip-fiops es el número de entradas
que
poseeny la manera en la cual las entradas afectan el
estadobinario. ios
tipos de flip-flops más comunesse discuten a continuación.
Circuitobásicode un flip-flop
se mencionó en las secciones 4-7 y 4-g que un circuito flip-flop
puecre
construirse con dos compuertas NAND o dos compuertas NoR.
Estas
construccionesse muestran en los diagramas lógicos de las
Fig*. o-i
y 6-3. cada circuito forma un frip-flop iá.i\"o deicual
,e p,r\"ae construir
u.nomás complicado.La conexión de acoplamientointercruzado
de la sa-
lida. de una.
.compuertaa ra entrada de ü otra .\"\";;i;;; un camino de
realimentación. Por esta razón, los circuitos se clasifican
como circuitos
secuenciales asincrónicos.cada frip-flop tiene dos salidas, y
entradas S (seú) y R (res-e.t). Q e, y dos
Este-tipo de flip-flop ,; iümu fúp_ftop RS
acoplado directamenteo bloquead,or SR (sR latctr). La, ietra.,R y s ron
las iniciales de los nombres en inglés de las entra¿as-ireset,set).
Para analizar la operación del circuito de la Figuru o z se
debe re-
cordar que la salida de una compuerta NoR es 0 ; ;;;rq\"ier
entrada es
1 y que la salida es 1 solamente cuando todas las entradas
sean 0. como
punto de partida asúmaseque la entrada de puesta
; ;;\" (set) es 1 y
que la entrada de puesta a cero (reset) sea 0. óo-o
ú la compuerta2 tiene
una entrada de 1, su salida Q'debe ser 0, lo cual colocaambas
entradas
;-J-1\" (puesta
a
l0 l0
00 l0 ( d e s p u éd e S : 1 , 8 : 0 )
s
0l 01
00 01 (después S: 0, .R: 1)
de
:-J-L, (puesta o,
au l¡ 00
(a) Diag¡ama lógico (b) Tabla de verdad
Figura 6-2 Circuito flip-flop básico con compuertas NOR
E
I
FL|P-FLoPS 2l I
sEc. 6_2
f
q
l!
de la compuerta 1a 0 para tener la salida Q como 1. Cuando la entrada
de puesta a uno (set) vuelva a 0, las salidas permanecerán iguales ya
que la salida Q permanece como 1, dejando una entrada de la compuerta
2 -e n t . E s t o c a u s a q u e I a s a l i d a Q ' p e r m a n e z c a e n 0 l o c u a l c o l o c a a m b a s
entradas de la compuerta número 1 en 0 y así la salida Q es 1. De la mis-
ma manera es posible demostrar que un 1 en la entrada de puesta a cero
(reset) cambia Ia salida Q a 0 y Q'a 1. Cuando la entrada de puesta a cero
cambia a 0, las salidas no cambian.
cuando se aplica un 1 a ambas entradas de puesta a uno y puesta a
cero ambas salidás I y Q' van a 0. Esta condición viola el hecho de que
las salidas Q y Q' son complementos entre sí. En operación normal esta
condición debe evitarse asegurándose que no se aplica un 1 a ambas en-
tradas simultáneamente.
Un flip-flop tiene dos entradas útiles. Cuando Q : 1 y Q' : 0 estará en
el estado áe púesta o uno (o estado 1). Cuando Q:0 y Q': 1 estará en el
estado de puósta a cero (o estado 0) . Las salidas Q y Q'son complenientos
entre sí y se les trata como salidas normales y de complemento respecti-
vamente. El estado binario de un flip-flop se toma como el valor de su salida
normal.
Bajo operación normal, ambas entradas permanecen en 0 a no ser que
el estado del flip-flop haya cambiado. La aplicación de un 1 momentáneo
a Ia entrada de puesta a uno causará que el flip-flop vaya a ese estado.
La entrada de puesta a uno debe volver a cero antes que se aplique un 1
a la entrada dg. puesta a cero. Un 1 momentáneo aplicado a la entrada de
puesta a cero causará que el flip-flop vaya al estado de borrado (o puesta
á cero). cuando ambas entradas son inicialmente cero y se aplica un 1a
la entrada de puesta. a uno mientras que el flip-flop esté en el estado de
puesta a uno o se aplica un 1 a la entrada de puesta a cero mientras que
ut ftlp-ftop esté en él estado de borrado, quedarán ias salidas sin cambio.
Cuando sl aplica un 1 a ambas entradas de puesta a uno y de puesta a
cero, ambas ialidas irán a 0. Este estado es indefinido y se evita normal-
mente. Si ahora ambas salidas van a 0, el estado del flip-flop es indeter-
minado y depende de aquella entrada que permanezca por mayor ttempo
en 1 antes de hacer Ia transición a 0.
El circuito flip-flop básico NAND de Ia Figura 6-3 opera con ambas
entradas normalmente en 1 a no ser que el estado del flip-flop tenga que
, cambiarse. La aplicación de un 0 momentáneo a la entrada de puesta a
'_lr
9 l-JS(puestaauno)
( d e s p u éd e S : 1 , f i : 0 )
s
0 (después S: 0, fi:
de 1)
I
:l-J-\"*uestaace
I (a) Diagrama lógico (b) Tabla de verdad
Figura 6-3 Circuito flip-flop básicocon compuertasNAND
212 LOGTCA ECUENCIAL
S CAP. 6
uno, causaráque Q vaya a 1 y Q' vaya a 0, llevando el flip-flop al estado
de puesta a uno. Después que la entrada de puesta a uno vuelva a 1, un
0 momentáneoen la entrada de puesta a cero causará la transición al esta-
do de borrado (clear). Cuando ambas entradas vayan a 0, ambas salidas
irán a 1; esta condición se evita en la operación normal de un flip-flop.
I
Flip-flop FS temirorizado
I
1
El flip-flop básico por sí solo es un circuito secuencialasincrónico.Agre- I
gando compubrtas a las entradas del circuito básico, puede hacerseque
el flip-f'lop responda a los niveles de entrada durante la ocurrencia del
pulso del reloj. El flip-flop RS temporizado mostrado en la Figura 6-a(a)
consiste en un flip-flop básico NOR y dos compuertasAND. Las salidas
de dos compuertas AND permanecen en cero mientras el pulso del reloj
(abreviado en inglés CP) sea 0, independientemente los valores de
de
entrada de S y rt. Cuando el pulso del reloj vaya a 1, la información de
las entradas S y .B se permite llegar al flip-flop básico. El estado de pues-
ta a uno se logracon S: 1, R:0 y CP: 1. Para cambiarel estadode pues-
ta a cero (o borrado) las entradasdeben ser S:0, R: I y CP: 1. Con
S : 1 y R: I, la ocurrenciade los pulsosde reloj causaráque ambassalidas
vayan momentáneamente 0. Cuando se quite el pulso, el estadodel flip-
a J
flop será indeterminado, es decir, podría resultar cualquier estado,
QQ+I\\
o 0 00
0 0l
C 0 l0
(Pulsos 0 ll
de reloj) 00
01
10
(a) Diagrama lógico ll
(c) Tabla ca¡acterística
SR
-¡
V 'l
tl
I
o1 !I lx
tr
w
rftfl
*_l--
rlr Q(t+t):s+R,o
SR:0
CP
(b) Símbolográfrco (d) Ecuación característica
Figura 6-4 Flip-flop .BS temporizado
E
ts
hl
sEc. 6-2 FLIP-FLOPS213 P
ii;
dependiendode si la entrada de puesta a uno o la de puesta a cero del
ftii-¡1op básico, permanezcael mayor tiempo, antes de la transición a 0 ü
:i
al final del pulso.
-
Ei símÉolográfico del flip-flop RS sincronizadose muestra en la Fi- $
A¡
gor¿ O-¿(¡).Tieñe tres entradl.' S, R y CP. La.entrada CP no se escribe F
Ir
pequeño
á\"\"tro deí recuadro debido a que se reconoce fácilmente por un !,]
irianguto. E! triángulo es un símbolo para el indicador.dinámico
y denota $
¿
¿\" que el\"nip-flop respondea una transición del reloj de entrada E
\"i-fr\"Efr\" de subida de una senai de un nivelWGTlnario)
o flanco a un nivel-alto tt
(1 binario). Las salidas del flip-flop se marcan con Q y Q', dentro del re- H
cuadro. Se le puede asignar át lip-nop un nombre de variable diferente
Áu\"q\"\" ,\" ur.rib\" u.t\" Q dentro del recuadro.En este caso Ia letra esco-
;id;;\"t; la variable del ilip-flop se marca por fuera del recuadrov a Io largo
áe ta tír,ea de salida. El eitadó del flip-flop se determina del valor de su
salida normal Q. Si se deseaobtener ei complementode la salida normal,
no es necesario usar un inversor ya que el valor complementado obtiene
se
directamentede la salida Q'.
La tabla característicadel flip-flop se muestra en la Figura 6-4(c).
Esta tabla resume la operación de1 flip-flop en forma-.detabulado. Q es
el estado binario del flip-flop en un tiempo dado (refiriéndose, es.tado aI
I presente),
'O las columnas S y B dan los valores posiblesde las entradas y
pulso de
t¿+ 1) !s el estado del flip-flop despuésde la ocurrenciade un
reloj (refiriéndose siguiente estado).
-La al
ecuación caracierística de un flip-flop se deduce del mapa de la
Figura 6-4(d). Esta ecuaciónespecificael valor del siguiente estado como
un\"a función del presente estado y de las entradas. La ecuación caracte-
rística es una expresiónalgebraicápara la información binaria de la tabla
característica.Lós dos estádos indeterminadosse marcan con una X en
el mapa, ya que pueden resultar como 1 o como 0. Sin embargola relación
-0
Sn : aéUeinctuirse como parte de la ecuación caracteústicapara espe-
que S y E no puedenser iguales a 1 simultáneamente'
-__:ttt\"\"t
Ftip-flopD
El flip-flop D mostrado en la Figura 6-5 es una modificación del flip-flop
BS sincronizado.Las compuertasNAND 1 y 2 forman el flip-flop básico y
las compuertas 3 y 4 las modifican para conformar el flip-flop RS- sincro-
nizado. La entrada D va directamente a la entrada S y su complemento É
r:
se aplica a la entrada R a través de la compuerta5. Mientras que el pulso 11
de rólo¡ de entrada sea un 0, las compuertas 3 y 4 tienen un 1 en sus sá- $
lidas, independientemente del valor de las otras entrad_as. -nlto \":!4 -9g tr
l¿
acuerdo á ios requisitos de que las dos entradas del flip-flop básico-N{ND ér
(Figura 6-3) permanezcaninicialmente en el nivel de 1. La entrada D se
corñpr,r\"ba dürante la ocurrencia del pulso de reloj- Si es 1, la salida de la
t
ja
(a no E
compuerta 3 va a 0, cambiando el flip-flop a!. estado- puesta a uno
H
de
;;¡ó\"; ya esté é.\" estado). Si es 0, la salida de la compuerta 4 va a 0,
\"tr
cambiando el flip-flop al estado de borrado.
El flip-flop tipo D recibe su nombre por la ha.bilidad de trasmitir
\"datos\" a un flip-flop. Es básicamente un flip-flop RS con un inversor en
f
(a) Diagrama lógico con compuertas NAND
a:
cP
Qr't - l¡'-'¡1
(b) Símbolo gráfico (c) Tabla caracte¡istica (d) Ecuación ca¡acterística
Figura 6-5 Flip-flop D temporizado
la entrada ft. El inversor agregadoreduce el número de entradas de
dos
a uno' Este tipo de
-flip-flop se llama algunas vecesbloqueador con com-
puert.aso flip-flop de bloqueo.La entrada Cp se le da a menudo
D
la desig_
nación variable G (de gate) para indicar que esta entrada habilita el flifr-
flop de bloqueopara hacer posible que los datos entren al mismo.
6-5(b). La tabla característicase lista en la parte (c) y la ecuació.r;;.á;-
terística se deriva en la parte (d). La ecüación característica muestra
que el siguiente estado del flip-flop es igual a la entrada D y
es indepen-
diente del valor del presenteeÁtado.
F l i p - f l o pJ K
un flip-flop JK es un refinamiento del flip-flop -RSya que el estado inde-
terminado del tipo fis se define en el tipo ix. tá, entradas ./ y K se
comportan como las entradas v n para poner a uno o cero (set ó clear)
I
al flip-flop (nóteseque en el flip-¡leo-¿¡4 la letra J re u.u para la entrada
d,epuesta o u,noy la_.letraK para ra entrada d.e puestaa' cero¡. cuando
ambas entradas se aplican a J y K simultánea.n\"r,i\", el flip-flop cambia a
su estadode complemento, esto es, si Q : 1 cambiaá q:0 y viceversa.
^ un flip-flop oIl( sincronizadose muestra en la Figüra 6-6(a). La salida
Q se aplica con K y cP a.una compuertaAND de tal manera que el flip-
flop .seponga a cero (clear) dura4te un pulso de reloj ,olamente si
previamente.De manera similar la salida e fue 1
e' se aplica con J y cp a una
compuertaAND de tal manera que el flip-flop .e p-ong\"a uno con un pulso
de reloj, solamentesi Q, fue 1 préviamente.
como se muestra en la tabra característicaen la Figura 6-6(c), el
flip-flop JK se comporta como un flip-flop RS excepto
v ¡i ,Lun
\"rrurráo\"r
214
E
ia
ii
&
g
p
fl
¡!
{
(a) Diagrama lógico
.l
IK
o 00 1l l0
tl
000
001
0
-T
tr l
-I l-'
EH
0r0 o ltl -l
011 t-
100
rll 101
1r0
K
CP Q ( r+ t ) - t Q ' + K ' Q
111
(b) Símbolográfico (c) Tabla característica (d) Ecuación característica
Figura 6-6 Flip-flop JK temporizado
ambos 1. Cuando J y K sean 1, el pulso de reloj se trasmite a través de
una compuerta AND solamente;aquella cuya entrada se conecta a la sa-
lida del flip-nop la cual es al presenteigual a 1. Así, si Q: 1, Ia salida de
la compuertaAND superior se convertirá en 1 una vez se aplique un pulso
de reloj y el flip-flop se ponga a cero' Si Q' : 1 la salida de la compuerta
-convieite
AND se e.t t y el flip-flop se pone a uno. En cualquier caso, el
estadode salida del flip-flop se complementa.
Las entradas en el símbolo gráfico para el flip-flop Jl( deben marcarse
I
I con una J (debajode Q) y K (debajode Q'). La ecuacióncaracterísticase
da en Ia Figura 6-4(d) y se deduce del mapa de la tabla característica.
Nótese que debido a Ia conexión de realimentación del flip-flop JI(,
la señal cP que permanece 1 (mientrasque J:K:1)
en causarátransi-
ciones repetidás y continuas de las salidas despuésde que las salidas
hayan siáo complementadas.Para evitar esta operación indeseable,los
prri.o. de reloj deben tener un tiempo de duración que es menor que la
á.-otu de propagación a través del flip-flop. g.!\" .es- *na restricción, ya
que la operación*del circuito dependedel ancñb-dé lós pulsos. Por esta
razón los flip-flóps JI{ nunca se construyen como se muestra en la Figura
6-6(a).La restricción del ancho del pulso puedeser eliminada con un maes-
tro esclavo o una construcción activada por flanco de la manera discuti-
da en la siguiente sección. El mismo razonamiento se aplica al flip-flop ?
I presentado a continuación.
I 215
(a) Diagrama lógico
tl
5Tr {i
ll
CP
(b) Símbolográfico (c) Tabla ca¡acterística
Q ( t+ t ) . - r Q ' + - r ' Q
(d) Ecuación característica
I
Figura 6-7 Flip-flop ? temporizado
. Flip-flop f
El flip-flop ? es la versión de una entrada, del flip-flop Jr(. como se mues-
tra en la Figura 6-7(a),el flip-flopJse obtiene de un tipoJK a la cual se le
unen las dos entradas. El nombre 7 se deriva de la habilidad del flip-flop
de variar (\"toggle\") o cambiar estado. Independientemente del preiente
estado del flip-flop, este asume el estado de complemento cuando ocurre
el,pulso de reloj mientras que la entrada ? esté en lógica 1. El símbolo,la
tabla característicay la ecuación característicadel flip-flop ? se mues-
tran en la Figura 6-7, partes (b), (c) y (d) respectivamente.
Los flip-flops introducidos en esta secciónson los de tipo más común
comercialmente.Los procedimientosde análisis y de diseño desarrollados
en este capítulo se aplican a cualquier flip-flop sincronizadouna vez que
se haya definido su tabla característica.
6-3 D I S P A R OD E L O S F L I P - F L O P ST R I G G E R I N G )
(
El estado de un flip-flop se,varía debido a un cambio momentáneoen la
señal de entrada. Este cambio momentáneose le llama disparo (trigger)
y la transición que lo causa se dice que dispara el flip-flop. Los flip-lops
asincrónicos,tales como los circuitos básicos de la Figura 6-2 y 6-8, re-
quieren un disparo de entrada definido por un cambio de niuel de señal.
216
S E C6 . 3
. D I S P A R O L O S L I P - F L O T R I G G E R I N2 1)7
DE F ( PS G
Este nivel debe regresarse un valor inicial (0 en el flip-flop a base de
a
NOR y 1 en aquella a base de NAND) antes de aplicarieel segundo dis-
paro. Los flip-flops sincronizadosse disparan por medio de pul.sos.Un
pulso comienza a partir de su valor inicial de 0, va momentáneamente a Jii¡'il
1 y despuésde un corto período,regresaa su valor inicial 0. El intervalo
de tiempo que ocurre desde la aplicación del pulso hasta que ocurra la
transición de salida, es un factor crítico que requiere investigación pos-
terior.
Como se ve en el diagrama de bloque de la Figura 6-1, un circuito se-
cuencial tiene un camino de realimentaciónentre el circuito combinacional
y los elementosde memoria. Este camino puede producir inestabilidad si
las salidas de los elementosde memoria (flip-flops) están cambiandomien-
tras que las salidas del circuito combinacionalque van a las entradas de
los flip-flops esténsiendosometidas disparopor el pulso del reloj. El pro-
a
blema de..tie_,mpo puede ser prevenido si las salidas de los flip-flops no
corrlienzan cambiar hasta que el impulso de entrada haya retornadoa 0.
a
Para asegurartal\"operación,-un flip-flop debe tener un ietardo de propa-
gación de la señal desdela entrada hasta la salida, en exceso,con respecto
a la duración del pulso. Este retardo es comúnmentemuy difícil de con-
trolar si el diseñador dependetotalmente del retardo de propagaciónde
las compuertas lógicas. Una forma de asegurar el retardo adecuado es
incluir dentro del circuito del flip-flop una unidad de retardo fisico que
tenga un retardo igual o mayor que la duración del pulso. Una forma muy
buena de resolver el problema de temporización por realimentación es_
hacer el flip-flop sensiblea Ia transicióñ del pulso en vez de la duración
del pulso.
Un pulso de reloj puede ser positivo o negativo. Una fuente de reloj
positiva permanece 0 durante el intervalo entre los pulsos y va a 1 du-
en
rante la ocurrencia de un pulso. El pulso pasa por dos transiciones de
señal: de 0 a 1 y el regresode1 a 0. Como se ve en la Figura 6-8, la transi-
ción positiva se define comoflanco positiuo y la transición negativa como
flanco negatiuo. Esta definición se aplica a los pulsos negativos.
Los flip-flops sincronizadosque se introdujeron en la Sección 6-2 se
disparan durante el flanco positivo del pulso y el estado de transición
comienzatan pronto como el pulso alcanza el nivel de lógica 1. EI nuevo
estado del flip-flop puede aparecer en los terminales de salida mientras
Pulso positivo Pulso negativo
tt
tl
tt
II
Flanco Flanco Flanco Flanco
positivo negativo negativo positivo
Figura 6-8 Definición de la t¡ansición de un pulso de reloj
218 L O G I c AS E C U E N C I A L CAP. 6
que el pulso de entrada sea 1 todavía. Si las otras entradas del flip-flop
cambian mientras que el pulso sea 1, el flip-flop empezará a responder a
esos valores nuevos y puede ocurrir un nuevo estado de salida. Cuando
esto pasa, la salida de un flip-flop no puede ser aplicada a las entradas de
otro flip-flop cuando ambos sean disparados por el mismo pulso de reloj.
Sin embargo, si se puede hacer que el flip-flop responda al flanco positivo
(o negativo) de transición solamente, en vez de la duración total del pul-
so, entonces se puede eliminar el problema de la múltiple transición.
Una manera de hacer que el flip-flop responda solamente al pulso de
transición es usar un acoplamiento capacitivo. En esta configuración, se
inserta un circuito fiC (resistencia-condensador) en Ia entrada de reloj
del flip-flop. Este circuito genera un pico en respuesta al cambio momen-
táneo de la señal de entrada. Un flanco positivo emerge de tal circuito
con un pico positivo y un flanco negativo con un pico negativo (spike). La
activación de los flancos se logra diseñando el flip-flop para ignorar un
pico y dispararse con la ocurrencia del siguiente. otra forma de lograr el
disparo de los flancos es el uso de un maestro esclavo o flip-flop de disparo
por flancos como se discute a continuación.
X Flip-flop maestro esclavo
Un flip-flop maestro esclavo se construye con dos flip-flops separados.
un circuito sirve como maestro y el otro como esclavo y el circuito com-
pleto se trata como un flip-flop maestro esclauo. EI diagrama lógico de un
flip-flop maestro esclavo RS se muestra en Ia Figura G-9. Esta consiste
en un flip-flop maestro, un esclavo y un inversor. Cuando el pulso de reloj
CP es 0, Ia salida del inversor es 1. Como el pulso de entrada de reloj
del esclavo es 1, el flip-flop se habilita y la salida Q es igual a Y mientras
que 8' se iguala a {'. El flip-flop maestro se inhabilita debido a que CP:0.
cuando el pulso de reloj se convierte en 1, la información en las entradas
externas R y s se trasmiten al flip-flop maestro. El flip-flop maestrd sin
embargo, se aísla por el intervalo en que el pulso esté en un nivel de 1, ya
que la salida del inversor es 0. Cuando el pulso regresa a 0, el flip-flop 1
Y
FLIP.FLOP MAESTRO ESCLAVO
Figura 6-9 Diagra.'.a lógico de un flip-flop maest¡o esclavo
CPN
Figura 6-lO Relaciones de tiempo de un flip-flop maestro esclavo
maestrd se aísla, Io cual previene que las entradas externas lo afecten.
El flip-flop esclavo irá al mismo estadoque el maestro.
Las ielaciones de tiempo mostradas en la Figura 6-10 ilustran la
secuencia de eventos que oculren en un flip-flop maestro esclavo. Asú-
mase que el flip-flop está en el estado de puesta a cero antes de la ocu-
rrenci; de un pulso, de tal manera que y: 0 y Q : 0. Las condicionesde
entrada son S : 1, R : 0 y el siguiente pulso de reloj debe conmutar el
flip-flop al estado de puesta a uno con Q: 1' Durante la transación del
pui.o d\" 0 a 1, el flip-f1opmaestro se pone a uno y conmuta Y a.í. El flip-
ilop esclavono se afecta debido a que su CP es 0: Como el flip-flop maes^tro
es un circuito interno, su cambio de estado no se nota en las salidas Q y
pa-
Q,. Cuando el pulso regrese 0, la información del maestrose permite
-haciendo a 'la
sár al esclavo la salida externa Q: 1' Nótese que entrada
externa S puede cambiarseal mismo tiempo que el pulso va a través de la
transición á\" utt flanco negativo.Esto se debe a que una vez que CP alcan-
ce el 0, el maestrose inhabilita y sus entradas R y 5- no tienen influencia
hasta que el siguiente pulso de reloj ocurra. Ento-nces,en un flip-flop
maestro esclavo, es posiüle variar la salida y la információn de entrada,
con eI mismo pulso de reloj. Se debe tener en cuenta que la entrada S po-
dria venir de la salida de otro flip-flop maestro esclavo que fuera conmu-
tado con el mismo pulso de reloj.
El comportamientodel flip-flop maestro esclavoya descrito determina
que los cambios de estadoen todos los flip-flops coincide con la transición
del flanco negativo del pulso. Sin embargo,algunos flip-flops maestro es-
clavo de CI cambian los estadosde salida en la transición del flanco posi-
tivo de los pulsosde reloj. Esto ocurre en Ios flip-flops que tienen un inver-
sor adicionál entre el terminal CP y la entrada del maestro. Este tipo de
flip-flops son disparadoscon pulsos negativos (ver Figura 6-8), tales que
el-flanóo negativo del pulso afecta al maestroy el flanco positivo afecta al
esclavoy a los terminales de salida.
La combinación maestro esclavo puede contruirse para cualquier tipo
de flip-flops agregando flip-flop ES sincronizadocon un reloj invertido
un
pu.\" fot*ár un ésclavo. Un ejemplo de un flip-flop JK maestro esclavo
construido con compuertas NAND se muestra en la Figura 6-11. Este
consiste en dos flip-flops; las compuertas t hasta 4 forman el flip-flop
219
Figura 6-11 Flip-flop JK temporizadomaestro esclavo
maestro y las compuertas5 hasta 8 forman el flip-flop esclavo.La infor-
mación presenteen las entradasJ y K se trasmitó al flip-flop maestro en
el flanco positivo del pulso de reloj y se sostieneallí haita que el flanco
negativo del pulso de reloj sucede,despuésdel cual se permite pasar has-
ta el flip-flop esclavo.El reloj de entrada es normalmente0, lo cual man-
tiene las salidas de las compuertasr y 2 en el nivel de 1. Esto previenea
l¡s entradas J y K de afectar el flip-flop maestro. El flip-flop Lsclavo es J
del tipo fts temporizadocon el flip-flop maestro que suministia las entra-
das y el reloj de entrada invertido por la compue.ta 9. cuando el reloj es
0, la salida de la compuertag es 1 de manera que la salida e es igual á y
y. Q'es igual a Y'. cuando ocurre el flanco positivo de un pulso dJreloi, el
flip-flop maestro se afecta y puede conmutár estados. El flip-flop
se aísla durante el tiempo en que el reloj esté en el nivel t,-debido a que
\"..iáuo
la. s.alid-a ]a gompuerta 9 suminist¡a un 1 a ambas entradas del flip-fiop
!e
básico NAND de las compuertas 7 y 8. cuando el reloj de entrada tég.\".L
a 0, el flip-flop maestro se aísla de las entradas J y K y el flip-flop
va al mismo estadodel flip-flop maestro. \".Jluuo
considéreseun sistema digital que contenga muchos frip-flops maes-
tro esclavo, con las salidas de algunos flip-flops conectadosa las entradas l
de otros. Asúmase que las entradas del pulso áe reloj a todos los flip-flops
están sincronizados(ocurren al mismo fiempo). Al comienzode cada pül-
so_de reloi, algunos de los elementos maestro cambian de estado,
iero
todos_losflip-flops de salida permanecenen sus valores previos. Después
que el pulso de reloj regresea 0, algunas de las salidas cambian de estado,
pero ainguno de estos estados nuevos tienen un efecto en cualquiera de
los elementos maestro hasta el siguiente pulso de reloj. Así, los estados
de los flip-flops en el sistema pueden cambiarsesimultáneamenteduran-
te e I mismo pulso de reloj, aunque las salidas de los flip-flops se conectan
a las entradas de otros. Esto es posible porque el nuévo éstado aparece
en los terminales de salida solamente despuésque el pulso de reloj haya
cambiadoa cero. Por tanto el contenidobinario á\" un lip-nop puedótrás-
ferirse al segundo y el contenido del segundo trasferiise ál'primero y
ambas trasferenciasocurren durante el misnio'pulso de reloj.
220
Flip-flop disparado Por flanco
Otro tipo de flip-flop que sincroniza los cambios de estado durante una n
transición de pülso de reloj es el flip-flop disparado por flanco (edgg-
triggered flip-flop). En este tipo de flip-flop, las transiciones de salida
$
o.,rñ\"tt en un nivel específicodel pulso de reloj. Cuando el nivel de entra-
ff
da del pulso excede este umbral, se cierran las entradas y el flip-flop es
por tanlo inactivo a cambios posterioresen las entradas hasta que el pul- f
so de reloj regresea cero y ocurra otro pulso. Algunos flip-flops disparados
por flanco causan una transición en el flanco positivo del pulso y otras
causatruna transición en el flanco negativo del pulso. H
El diagrama lógico de un flip-flop tipo D disparado por flanco positivo
se muestra en la Figura 6-12. Este consiste en tres flip-flops básicosdel
tipo mostrado en la Figura 6-3. Las compuertas ryAND 1 y 2 constituyen
u.t flip-flop básico y las compuertas 3 y 4 otro. El tercer flip-flop básico
H
qne las compuertas 5 y 6 suministra las salidas del circuito.
\"ó*ptende y R del tercer flip-flop básico deben mantenerseen lógica
ias entrádas S
1 para que las salidas permanezcan sus valores estables.Cuando S: 0
en
v n: 1, la salida va al estadode puestaa uno con Q: 1' CuartdoS: 1 y
n: O, la salida va al estadode puesta a cero con Q: 0. .Las salidas S y R
se determinan de los estados de los otros dos flip-flops básicos. Estos dos
flip-flops básicos responden a las entradas externas D (datos) y a CP
(pulso de reloj).
''
La operaóióndel circuito se explica en la Figura 6-13 donde las com-
puertas i-¿ se redibujan para mostrar todas las transiciones posibles.
Las salidas s y fi de las compuertas 2 y 3 van a las compuertas5 y 6 como
se muestra en la Figura 6-12, para suministrar las salidas actuales del
flip-flop. La Figura 6-13(a) muestra los valores binarios de las salidas de
lal cuátro compuertascuando CP:O. La entrada D bien podría ser igual
t¡
:i *
t
t
i.f
:4
,4
\"q
i ir
i.i
iÉ
lll
iil
|¡
';
Figura 6-12 Flip-flop tipo D disparado por flanco positivo
I.f
221 i.
r,t¡
lÉ
ig
H
(a) Con CP:0
J
(b) Con CP:1
Figura 6-lS Operación de un flip_flop tipo D disparado por flanco
t
a 0 ó 1. En cualquier caso, un cp de 0 causa que las salidas
de las com-
puertas 2 y 3 vayan a 1, haciendo s: R:1, ro cual constituye ra condi-
ción para la salida de estado estabre. cuando D : 0, la compuerta 4
tiene
una_salida-de 1 Io que causa que la salida de la compúerta 1 váya a
0. cuan-
do D: 1, la compue¡ta 4 irá a 0, lo cual causará q\"e lu sarida
de la com-
puerta 1 vaya a 1. Estas son las dos condiciones posibles
cuando con el
terminal cP en 0, se habilitan y cambian las salidas del flip-flop
sin im-
portar cual es el valor de D.
Hev un tiempo definido, llamado el tiempo de establecimiento durante
.
el cual se debe mantener la entrada D a un valor constante antes
de la
aplicación del pulso. El tiempo de establecimiento lguut al retardo de
propagación a través de las compuertas 4 y 7 ya que\". d'n
un\"cambio en D cau-
222
I
ü
¡
,.
sEc. 6-3 D I S P A R O E L O S F L I P - F L O Pf f R I G G E R I N G ) 2 2 3
D S :j
.ir
ahora que
sa un cambio en las salidas de esas dos compuertas. Asúmase :
D no cambia durante liu-po de establecimientoy que,la entrada CP
\"t D:0 cuando
se torna 1. Esta situación r\" áibo¡u en la Figura 6-13(b).si
a 0' Esto
CP se convierta en 1, entoncesS permanecerá pero-R cambiará
1
;.\";i q;; la salidl del flip-flop Q vaya a 0 (en la Figura 6-12)' Si ahora
ár.\".rt\" bp:t, hay un cambioLn la entrada D, la salida de la compuer-
iu ¿ p\".*\"r,\"\"\"rá i (\",tttque D vaya a 1)' ya que una de las entradas
\"r, 0. Solamente
á; lr'compuerta viene áe R-, la cual se ha mantenido en
cuando CP reapare\"\" 0, ia salida de Ia compuerta 4 puede cambiar;
p\"i\"- ámbas n V S se convierten en 1, no permitiendo ningún
\"r,
\"\"tá\"ce. salida áel\"flip-f1op. Sin embargo hay un tiempo definido,
i\"r\"¡i\" en la
el cual no puede se-r-cambiado la por
if\"-áá\" el tiempo leiort\"ni*ieito,
.nlrr¿\" D después áe la aplicación de la transición del flanco positivo
propa-
;\"ii áel pulró. El tiempo de sostenimientoes igual al- retardo de
gación de la compuerta á, ya que-se debe tener seguridad que R se co¡t-
1, inde-
vierta en 0 para poder mantenér la salida de la compuerta4 en
pendientemente del valor de D.
en 1,
si D: l cuando cP:1, entonces cambiaa 0 pero R permanece
s
en D' mien-
lo cual causaque la salida áel flip-flop Q vaya a 1' Un cambio
en 1 por la
lr\". Cp: 1 no altera S y R porquu la compuerta1 se mantiene
señal 0 de S. Cuando CP u\"yu á \"r.o, u-6\". R y S irán a 1 para prevenir
que la salida sufra algunoscambios'
de
En suma,.nutáo-.t pulso del reloj de entradahace una transición
flan\"o móvil'positivo, de D se trasfiere a Q' Los cambios en D
\"t-u\"to. a Sin
cuando CP se -a.,tie'e en un valor estable de 1 no afectarán Q'
embargo,r'u tru.,.i.lln del pulso de flanco negativo no.afectarála salida,
;;;; ;;prco Io hará CP:0. Entonces, los flip-flops disparados
\",rundo
cualquier problema de realimentaciónen los circuitos
poi nu\".ol eliminan
esclavo'
I\"\"u\".r\"iul\"s de la misma manera que lo hace el flip-flop maestro
Ei;i\";pr d\" y dasostenimiento deben tenerse en consi-
\".t\"bi\"\"imiento
deraciónal usar este tipo de flip-flop'
t
I
Cuando se usan diferentes tipos de flip-flops en el- mismo circuito
.\"\".r\"*i\"I, se debe estar seguro que todos los flip-flops hacen
ción al mismo tiempo es decir, durante el flanco
ii\"\" á\"f pulso. Aqriellos flip-flops que se comporten opuestamente
ira.rrición de polaridad adobtadá,
Ia transi-
positivo o el flanco nega-
pueden cambiarse fácilmente agregán-
doles inversoresen los reloies de óntrada. Un procedimiento
a la
alterno es
ambos pulsos positivos y negativos-(por-medio de un inver-
I suministrar
;;;t t luego aplicar' los púlro. posiiivos a los flip-flops
fl\".,\"o negativo
que se disparan
y loi pulsos negativos a los flip-flops que se
I dura.,te
disparan\"f durante el flanco positivo, o viceversa' .--{r.
I E n t r a d a sd i r e c t a s
I Los flip-flops disponiblesen cápsulasde cI vienen algunas veces con
tradas
^\".p\"\"iul\".-para
crónica. Estas entira¿u..\" Ilaman d.epuesta a Ltnodirecta
en-
puesta a uno o cero del flip-flop de manera asin-
(direct preset)
y de puestoo ,rro- áirecta (direct clear). Ellas afectan el flip-flon e.n
íalor positivo (o
\"ugutiuol
de la señal de entrada
e|
sin que sea necesarioel
Entradas
Tabla de función t
Salidas
I
BorradoiReloj J K oo' I
t
XXX 0l I
.1.00 I
No cambio
J0l 01 I
tl0 l0 i
+ll Conmuta
Figura 6-14 Flip-flop JK con entrada di¡ecta de puesta a cero
pulso de reloj. Estas entradas son útiles para
lrevar todos los flip_flops a
su estado inicial antes de empezarsu operación
temporizáda.por ejemplo,
cuando se suministra potencia por primera
vez, ,rr, .i.t\"-a digital el
estado.de los flip-flops es indete¡minado. Br
i\"L-\"pt\" i''de puestaa cero
llevará a todos los.flip-flops a un estado iniciar
de-cÁ ¡, er interruptor
de-comienzo (start) empezará la operació\"
¿\" t.*por^iiado del sistema.
El interruptor de puesta a cero debe \"limpiur\"
toái.-iá, nip-rops asin_
crónicamentesin la necesidadde un pulso.
Fl símbolo gráfico de un flip-frof,maestro esclavocon
puesta a cero directa se muestra en la Figura una entrada de
6-14. La entrada de reloj o
cP tiene un círculo debajo del pequeño\"triárwlo páru-'i'ai.ar I
que las
salidas cambian durante la transicün negativi
del pulso. (La ausencia
del pequeño círculo indicaría un flip-flop dt;ñ\"d\"
h\"r,.o positivo).
&
La entrada de puesta a cero directa tióne tambiénfr.*
para indicar que, normalmente, esta entrada un pequeño cí¡culo
debe mantenerseen 1. si {
la entrada de puesta a cero se mantiene en 0,
cero independientemente de otras entra.das alr priri
el flip-flop permanece en I
áá' .eto¡. La tabla ¡
\"
especificala operaciónder ci¡cuito. Las l.o.,-.o.,aición
9:_1_1:ió.
rmporta que indican que un 0 en la entrada directa- de no
de puesta a cero in_
I
I
habilita todas las entradas. Solamente cuando l
la entáda de puesta a I
cero es 1 tendría efecto la transición negativa
drl ,;i;i-\"n las salidas. :
Las salidas no cambian si J: X : O. et nipl¡oo
cuando J:K:1- Algunos flip-flop. pu\"du' i\"\"\". t\".\"¡ij., un\"
\"\";;\";;
se complementa I
directa de puesta u u.,o la cuai po,i\" lá salida entrada
camente. A a;^A lr, 0) asincróni_ l.
\";
cuando las entradas sincrénicas directas están presentes
flop maestro esclavo,deben en un flip_
al maestroy al esclavopara
poder superponerse las otras entradas y
a \"rt\". \"ore\"tadas
al reloj. Una entrada directa
de puesta a cero en el flip-fl op JK -a\"stro
esclavo de la Figura 6-10 se
conecta a las entradas de las óompuertas1, 4 y g.
una entrada de puesta
en el flip-flop D de disparo por flanóo d; i\" Fig;^
1 las
a :ero á-rz ,\" conecta
entradasde las compuertas2 y 6.
6-4 A N A L I S I SD E L O S C I R C U I T O S
S E C U E N C I A L E S EM P OR I Z A D O S
T
t
El -comportamiento los circuitos secuenciares
224
de se determina de las en_
tradas, las salidas y ros estados de los flip-flops.
Ambas entracrasv el J
sEc. 6-4 A N A L I S I SD E L O S C I R C U I T O S E C U E N C I A L E S M P O R I Z A D O S
TE 225
siguiente estado son una función de las entradas y el presente estado.
El análisis de los circuitos secuenciales consiste en obtener una tabla o
un diagrama de la secuenciade tiempo de las entradas, salidas y estados
internos. Es posible escribir expresiones Boole que describan el com-
de
portamiento de los circuitos secuenciales.Sin embargo, estas expresio-
nes deben incluir la secuenciade tiempos necesariadirecta o indirecta-
mente.
Un diagrama lógico se reconocecomo el circuito del circuito secuen-
cial si este incluye flip-flops. Los flip-flops pueden ser de cualquier tipo
y el diagrama lógico puede o no incluir compuertascombinacionales. En
ósta sección,se introduce primero un ejemplo de circuito secuencialtem-
porizado y luego se presentan varios métodos para describir el comporta-
miento de los circuitos secuenciales. Un ejemplo específico usará a lo
se
largo de la discusión para ilustrar los diferentesmétodos.
U n e j e m p l o d e u n c i r c u ¡ t os e c u e n c i a l
Un ejemplo de un circuito secuencialtemporizadose muestra en la Figu-
ra 6-1S.Tiene una variable de entrada, una variable de salida y dos flip-
flops temporizadosRS llamados A y B. Las co4exionesrealimentadasde
las salidas de los flip-flops a las entradas de las compuertasno se mues-
tran en el dibujo para facilitar el trazado del mismo. En vez de ello, se
reconocenlas conexiones por su letra marcada en cada entrada. Por ejem-
plo, la entrada marcada ¡' en la compuerta1 designauna entrada del com-
plemento de ¡. La segundamarcada A designauna conexión a la salida
normal del flip-flop A.
Se asume que hay disparo por flanco negativo en ambos flip-flops y
en la fuente que produce la entrada externa ¡. Por tanto, las señalespara
.r l-'
t----) I r'
B'-_-.1-/
B
Figura 6-15 Ejemplo de un circuito secuencialtemporizado
l
L
226 LoGIcA SECUENCIAL
CAP. 6
un estado presente dado
.es.tándisponibles durante el tiempo en que se
determina un pulso de reloj y el siguiente, en cuyo momento
el circuito
pasa al siguienteestado.
Tabla de estado
La secuenciade tiempo de las entradas,salidas y estadosde los
flip-flops
pueden enumerarseen una tabla de Lá ta¡ta Je estado puru ut
\"rtodo.*
circuito de-la Figura 6-15 se muestra en la Tabla 6-1. Ella consiste
en tres
seccionesllamadas estudo presente, estado siguiente y ,oluo.
El estado
pre-sente desigrralos estadosde los flip-flops antes de iu o\"r..run.ia de
pulso un
.de reloj. El estado siguiente muestra ros estados de los flip-flops
despuésde
.la aplicación del purso de reloj y la secciái-de salida lista los
valores de las variables de sálida durante él presenteestado.
Las seccio-
nes de estado siguiente y de sarida tienen dos columnur,
,rnu para r : 0
y Ia otra para r: 1.
Tabla 6-1 Tabla de estado para el circuito de la Fizura 6_15
Estadosiguiente Salida
Estadopresente x:0 x:l x:0 x: I
AB AB AB
00 00 0l 0 0
0l ll 0l 0 0
l0 l0 00 0 I
ll l0 lt 0 0
La deducción de la tabla de estado comienza a partir de
un estado
inicial asumido. El estado inicial de la mayoría de lás
circuitos secuen_
ciales prácticos se define como el estado .ori .\".o. .o toJá.
los nrp-flops.
Algunos circuitos secuenciales tienen un estado inicial diferente i,
nos no.tielen ninguno-.
.En cada caso, el análisis puede comenzara partir \"rg,;-
de-cualquier estado arbitrario. En este ejemplo, ,\"
derivando la
tabla de estadocomenzando con el estadoiniciai OO. \"o*i\"\"ra
. cuando el presenteestadoes 00, A : 0 y B: 0. Del diagrama lógico, se
gllT\"u que con los flip-flops e_ngero j r : 0, ninguna de las .o.rrirr\"rtu,
AND produce una s_eñal rógica 1. por tánto, ei ,igu\"i-\"ie u*t\"¿o p\"ñ;;\"¿;
sin cambiar. con AB: 00 y ¡ : 1, la compuerta2 produce
una señal rógica1
en la entrada S del jlip-lop B^V t\".compuerta 3 produceuna
señal lógica 1
en la entrada R del flln-flor. cuando un pulso au'r.toj áirp\"lu
lo. flip-\"flops,
{ se pone a cero y B se pone a uno, pioduciendo a .iñii\"\"t\" estado 01.
Esta información se lista en la primera'fila de la tabla aá u.tuao.
*Los
libros de teoría de los circuitos de conmutación llaman
slcidn Ellos reservan el nombre tabla de estado a una tabla
a esta tabla tabla de tran-
con estados internos representa-
I
dos por símbolos arbit¡arios.
SEc.6.4 ANALISIS LOS
DE CIRCUITOS 227
TEMPORIZADOS
SECUENCIALES
De manera similar, se puede deducir el siguiente estado comenzando
a partir de los otros tres estados presentesposibles. En general, el si-
guiente estadoes una función de las entradas,el estadopresentey el tipo
áe flip-flop usado. Con flip-flops RS por ejemplo,se debe recordarque un 1
en la entrada s pone en 1 el flip-flop y un 1 en la entrada R lo pone a cero
independientemente del estado anterior. Un 0 en ambas entradas S y fi
deja el flip-flop sin cambio, mientras que un 1 en ambas entradas s y R
demostraríaun diseño malo y una tabla de estadoindeterminada.
Las entradas para Ia sección de salida son más fáciles de deducir.
En este ejemplo,la salida y es igual a 1 solamente cuandox:1, A:I y
B: 0. Poi tanto, las columnas de salida se marcan con 0, exceptocuando
el estado presentees 10 y la entrada r: 1, para la cual y se marca con
un 1.
La tabla de estado de cualquier circuito secuencialse obtiene por el
mismo procedimientousado en el ejemplo. En general,un circuito secuen-
cial con m flip-flops y n variables de entrada tendrá 2- filas, una para I
cada estado. Lut tócciotte. del siguiente estado y de salida tendrán cada
una 2\" columnas,una para cada combinaciónde entrada. I
Las salidas externas para un circuito secuencial pueden venir de
compuertas lógicas o eleméntos de memoria. La sección de salida en el
estaáo estable es necesariasolamente si hay tres salidas de las compuer-
tas lógicas. Cualquier salida externa tomada directamente de un flip-
flop se lista en la columna de presenteestado de la tabla de estado. Por
tanto la sección de salida de la tabla de eslado puede ser excluida si no
hay salidas externasde las compuertaslógicas.
D i a g r a m ad e e s t a d o
La información disponible en la tabla de estado puede representarsegrá-
ficamente en un diagrama de estado. En este diagrama se representaun
estado por un círculo y la transición entre estadosse indica por líneas
dirigidas que conectan los círculos. El diagrama de estado del circuito
seculencial la Figura 6-15 se muestra en la Figura 6-16. El número bi-
de
nario dentro de cada circuito identifica el estado representadopor el
00
r/1
t/0
-\\ ol l0
o/o
0/0
ll
/0
Figura 6-16 Diagrama de estado para el circuito de la Figura 6-15
228 LOGTCA
SECUENCIAL
CAP. 6
circulo. Las líneas dirigidas se marcan con dos números
binarios separa_
dos por /. El valor de entrada que causa la transición
de estado se mar-
ca primero; el número en seguida del símbrl\"
,, á\" á-i Jato, de la salida
durante el presente estado. por ejempro, la línea
¿irigi¿\" del estado 00 a
01 marcada r,/0, significa que el óircüito secuencial
.r1¿1n el estado pre_
sente 00 mientras que.r 1.y y:0 y que al finalizar el-siguientep\"f.á a.
-
reloi, el circuito va al siguiénie estádo 01. una
línea dirigida que conecta
un círculo a sí mismo, indica que no hay cambio
;; ;J;á\". oi ¿iágr\"-\"
de estado suministra la mismá informaóión que
la ta¡la ¿e estado y se
obtiene di¡ectamentede la Tabla 6_1.
No hay diferencia entre una tabla de estado y
un diagrama de estado
excepto en la fo¡ma de la presentación. La tabla
á. es más fácil de
deducir a partir de un diágrama de lógica \"rt\"á.
J;á; ; J Jüsr\"-, de estado
se desprende directamente de la tabra \"d\"
E-i ;;gr\"-a
-y de estado
{3 \"\"1. vista pictórica de las transiciones de estado está en una forma
\";;\";;.'
disponible para interpretación binaria de la
operación del circuito. El
diagrama de estado s\" usa -\"r,rráo como la especificación de diseño
\"
inicial de un circuito secuencial.
Ecuaciones e estado
d
una ecuación de estado (también conocida como
una ecuación de aprica_
ción)
.e.s.ula expresión algebraica que especificalas condicionespara Ia
transición de estado de.un flip-flop. bt lu¿o i\"q\"Lrd\"
i\"\"l;;;\"\"\"i0í{;.1
ta el estado siguiente d€l flii-flop y el lado a\".\"\"rro-\"\"á
que especifica las condiciones del presente tr.ci¿n de Boole
estado que hacen el siguiente
estado igual a 1. una ecuación de estado
.i-ilu.'\"; f;^\" a una ecua_
ción característica, un
de \",
_flip-flop,excepto que especificalas condiciones
del siguiente estado en té¡minor a\" ta. variables'de
enirada externas y
otros valo¡es de los flip-flops. La ecuación
de estados.áLriu\" directamen-
te de la tabla de estadó..por_ejemplo,la e^cuación_de estadoil\"lJh'i3:ii;;
A se-deriva por inspecciónde la'Ta'bla 6-1. De
f\"\" .i'oi\"\"ies columnas de
estado,se nota que el flip-flop A va al estado
- cuatri d \" ; . o r e s a r s e
t E s ; ; - ; ; \"uáces:cuando ¡:0
v A B : 0 1 ó 1 0ú 1 1 'o . 1 y \" a ! r : 1 v AB.:11
braicamenteen la ecuaciónde estadáde la siguie.rt\"-.rr\"rráru, alge-
A(t + l): (A,B + AB, t AB)x, * ABx
El lado derechode la ecuaciónde estadoes una función
de Boole para un
estadopresente. cuando esta función es ig'al
a 1, ü ocurrencia de ros
pulsos-de reloj causa que el flip-flop A
tóngu lisui\";\" estado de 1.
cuando una tunción \"r
a 0, el iutso de?újüi;;;;'queA
siguiente estado de,0. \"*-iry\"I izquierdo de la ..\";;ió;;;ntifica tenga el
Fr-lado
flops por un símbolo de letra r\"guido de una los flip_
il.ig\";;ió\" en función de
tiempo (t + 1), para enfatizar que\"este valor ,\",
,t\"in\"áao por el flip_flop,
un pulso posterior de la secuencia.
La ecuación de estado es una función de Boole
con un tiempo inclui-
do' Es aplicable solamente en ros circuitos .\"\"r,,\"rr.i\"i\"s I
áe reloi, ya que
A(t + t) se define para que cambie de valor
ü ¿\"1 pulso de
reloj en instantes discretosde tiempo. \"\"; \";;;;.,ii\"
0
I
A1l
l
-
it
A ( t - l ) : B x ' + ( B * x ' )A B(t-l)-A'x-(A'!x)B
(a) - B x ' - : -( B ' x ) ' A (b) : A t xi (Ax')'B
Figura 6-17 Ecuacionesde estado para los flip-flops A y B
La ecuación de estado de un flip-flop A se simplifica por medio de un
mapa como se muestra en la Figura 6-17(a). Con algrrna manipulación
algebraica,la función puede expresarse la siguiente forma:
de
A(t + l): Bx' + (B'x)'A
Si se deja que Br': S y B'x: R, se obtienela siguienterelación:
A(t + l): , S+ R ' A
la cual es una ecuación característicade un flip-flop RS IFigura 6-4(d)].
Esta relación entre Ia ecuación de estado y las ecuaciones características
del flip-flop puede justificarse por inspección del diagrama lógico de la
Figura 6-1b. En esté se ve que la entrada S del qip-flop A es igual a la
función de Boole Bx'y la entrada ft es igual a B'x. Sustituyendo estas
funciones en la ecuación característica del flip-flop' dará como resultado
la ecuaciónde estado para este circuito secuencial.
La ecuaciónde estadopara un flip-flop en un circuito secuencialpue-
de deducirse de una tabla de estado o de un diagrama lógico. La deduc-
ción de una tabla de estado consiste en obtener Ia función de Boole es-
pecificando Ias condicionesque hacen el siguiente estado del flip-flop un
t. l-u deducción a partir de un diagrama lógico consiste en obtener las
funcionesde las entiadas del flip-flop y sustituirlas en Ia ecuación carac-
terística de la misma.
La derivación de la ecuación de estado del flip-flop B a partir de una
tabla de verdad se muestra en el mapa de la Figura 6-17(b).Los l marca-
dos en el mapa son las entradas presentes las combinaciones entrada
y de
que causanque el fiip-flop vaya al siguienteestadode 1. Estas condiciones
se obtienen directamente de la Tabla 6-1. La forma simplificada que se
obtiene en el mapa se manipula algebraicamente la ecuación de estado
y
que se obtiene es:
B(r+t):A'x+(Ax')'B fl
:Fi
:t¡ j
La ecuación de estado puede derivarse directamente a partir del '¡Il
diagrama lógico. De la Figura 6-15 se observaque la señal para Ia entrada if
S a\"etnip-¡óp B se generapor Ia función A'x y la señal para la entrada R
229
23O LOGICASECUENCIAL CAP. 6
por la función A¡'. SustituyendoS:A'¡ y R:Ax' en la ecuacióncarac-
terística del flip-flop RS dada por:
B(/+l):,S+R'.8
se obtiene la ecuación de estado derivada anteriormente.
Las ecuaciones de estado de todos los flip-flops, conjuntamente con
las funciones de salida, especifican totalmente un circuito secuencial.
Ellas representan,algebraicamente, misma información que representa
la
una tabla de estado en forma tabular y un diagrama de estado representa
una forma gráfrca.
F u n c i o n e sd e e n t r a d a d e u n f l i p - f l o p
El diagrama lógico de un circuito secuencialconsisteen elementosde me-
moria y compuertas. La clase de flip-flops y la tabla característicaes-
pecifican las propiedades lógicas de los elementosde memoria. Las inter-
conexionesentre las compuertas forman un circuito combinacional y se
pueden expresar algebraicamentecon funciones de Boole. Así, un cono-
cimiento del tipo de flip-flops y una lista de las funciones de Boole del
circuito combinacional darán toda la información necesariapara dibujar
el diagrama lógico de un circuito secuencial.La parte del circuito combi-
nacional que genera las salidas externas se describealgebraicamente por
las funciones de salidq del circuito. La parte del circuito que genera las
entradas de Ios flip-flops se describealgebraicamente por un conjunto de
funciones de Boole llamadas funciones de entrada del flíp-flop o algunas
vecesecuociones entrada.
de
Se adoptará la convención de usar dos letras para designar una va-
riable de entrada de un flip-flop: la primera designa el nombre de las
entradas y la segundael nombre del flip-flop. Como un ejemplo, considé-
rese las siguientesfunciones de entrada de un flip-flop:
JA:BC'x*B'Cx'
KA:B+y
JA y KA designan las variables de Boole. La primera letra en cada una
denota la entrada J y K respectivamentedel flip-flop JK. La segunda
letra A es el símbolonombre del flip-flop. El lado derechode cada ecuación
es una función de Boole para la córrespondiente variable de entrada del
flip-flop. La configuraciónde las dos funciones de entrada se muestra en
el diagrama lógico de la Figura 6-18. El flip-flop JI( tiene un símbolo de
salida A y dos entradas marcadasJ y K.EI circuito combinacionaldibu-
jado en el diagrama es la configrración de una expresiónalgebraicadada
por las funciones de entrada. Las salidas del circuito combinacional se
designan por JA y KA en las funciones de salida y van a las entradas J y
K del flip-flop A.
De este ejemplo, se observaque la función de entrada del flip-flop es
una expresión algebraicapara un circuito combinacional.La designación
de dos letras es el nombre de una variable para una salida de un circuito
combinacional. Esta salída se conecta siempre a la entrado (designada
por la primera letra) del flip-flop (designadopor la segundaletra).
Hil
ü
J
B
C'
Figura 6-18 Configuración de las funciones de entrada de un flip-flop
JA: BC'x, B'Cx' y KA: B ¡Y
*
El circuito secuencialde la Figura 6-15 tiene una entrada r, una en-
trada y y dos flip-flops RS denotadórpo. A y B.El diagrama lógico-pu_ede
..i-..pó.\"do aüebráicamente con cuatro funciones de entrada del flip-
flop y una función de salida del circuito como sigue:
SA: Bx' RA: B'x
SB: A'x RB: Ax'
l: AB'x
Este conjunto de funciones de Boole expecifica totalm^enteel diagrama
las
r¿gico. Las variables sA y RA especificanel flip-flop RS llamado A;
SB y RB especifican un segundo flip-flop_RS denotado por B' La
\"\"?i\"¡f\". y denota la salida. Las expresiones Boole para las variables
,\"ri\"¡r\" de
parte del circuito combinacionaldel circuito secuencial.
Las funcionesde entrada del flip-flop constituyen una forma algebrai-
\".p\".in.á\"
secuen-
ca convenientepara especificarun diagrama lógico de un circuito
cial. Ellas impúcan el tipo de flip-flop a partir de la primera letra de la
variable de entrada y especificancompletamdnteel circuito combinacio-
en
,r\"i qrr\" maneja et tilp-ftop. El tiempo no se incluye explícitamente
estas ecuacionespero éstá comprendidb a partir de la o-peración del pulso
un
de reloj. Es conveniente algunas veces especificar a.lgebraicamente
cucuito secuencial con funci*ones de salida del circuito y funciones de
entrada del flip-flop en vez de dibujar el diagrama lógico'
6.5 R E D U C C I O N E E S T A D O SY A S I G N A C I O N X
D
comienza de un diagrama de cir-
El análisis de los circuitos secuenciales
cuito y culminan en una tabla de estadoo diagrama. El diseño de un cir-
cuito secuencialpaite de una serie de especificaciones culmina en un
y
+
áiug*^\" Iógico.Los procedimientosde diseño se presentan comenzando F
por la Seccién 6-?. Esia sección incluye ciertas propiedades los circui-
de
io. ,\".,t\"rr.iales que pueden ser usados para reducir el número de com-
ii
puertas y flip-flops durante el diseño. ;!
.ll
*Esta sección se puede omitir sin perder continuidad' :{
i¡i
231 ,1
;¡
!¿
rf,
*i
ü
H
1.
-¡l
Reducción de estado
Cualquier procedimiento de diseño debe considerar el problema de mini-
mízar el costo del circuito final. Las dos reducciones de costo más obvias
son las reducciones en el número de flip-flops y el número de compuertas.
Debido a que estos dos ítems son los más obvios, se han estudiado e inves-
tigado extensamente. De hecho, una gran porción del objetivo de la teoría
de conmutación trata la manera de buscar algoritmos para minimizar el
número de flip-flops y compuertas en los circuitos secuenciales.
La reducción del número de flip-flops en un circuito secuencial se
conoce como lo reducción de estado del problema. Los algoritmos de re-
ducción de estado tratan con los procedimientos para reducir el número
de estados en la tabla de estado mientras mantiene los requerimientos de
entrada-salida externos sin cambio. Como m flip-flops producen 2^ es-
tados, una reducción en el número de estados podría (o no podría) resultar
en una reducción en el número de flip-flops. Un efecto impredecible en la
reducción del número de flip-flops es que algunas veces el circuito equi-
valente (con menos flip-flops) podría requerir más compuertas combina-
cionales.
Se demostrará la necesidad de reducción de estado con un ejemplo.
Se comienza con un circuito secuencial cuya especificación se da en el
rliagrama de estado de Ia Figura 6-19. En este ejemplo, solamente las se-
cuencias de entrada-salida son importantes; los estados internos se usan
solamente para suministrar las secuencias requeridas. Por esta razón, los
estados marcados dentro de los círculos se denotan por símbolos de Ietras
en vez de sus valores binarios. Esto es en contraste a un contador binario,
donde la secuencia de valores binarios de los estados en sí mismos se
toman como salidas.
Hay un número infinito de secuencias de entrada que puede ser apli-
cado al circuito; cada uno dará como resultado una secuencia única de
salida. Como ejemplo, considérese la secuencia de entrada 01010110100
empezando por el estado inicial o. Cada entrada de 0 ó 1 produce una sa-
Figura 6-19 Diagramade estado
232
¡
sEc. 6-5 REDUCCION E ESTADOS ASIGNACION 233
O Y
lida de 0 ó 1 y causa que el circuito vaya al siguienteestado.De este dia-
grama de estado, se obtiene la salida y secuencia de estado para una
secuenciadada de entrada como sigue: con el circuito en el estado inicial
o, una entrada de 0 produce una salida de 0 y el circuito permanece el
en
estadoo. Con el estadopresenteo y una entrada de 1, la salida es 0 y el
siguiente estado,es b. Con el estado presente b y una entrada de 0, la
salida es 0 y el siguiente estado es c. Continuando este proceso, encon-
se
trará que la secuencia completa es como sigue:
estadoaabcdeJÍCfga
entrada0l0l0ll0l00
salida 0 0'0 0 0 I I 0 I 0 0
En cada columna, se tiene el estado presente,el valor de Ia entrada y el
valor de la salida. El siguiente estado se escribe encima de la siguiente
columna. Es importante tener en cuenta que en este circuito los estados
en sí mismos son de importancia secundariaporque el interés primordial
son las secuencias salida causadaspor las secuencias entrada.
de de
Asúmase ahora que se tiene un circuito secuencial cuyo diagrama
de estado tiene menos de siete estadosy se deseacompararlo con el cir-
cuito cuyo diagrama de estado se da en la Figura 6-19. Si se aplican se-
cuencias de entrada directas a los dos circuitos y ocurren salidas idén-
ticas para todas las secuenciasde entrada, entoncesse dice que los dos
circuitos son equivalentes (en lo que se refiere a la entrada-salida)y se
pueden remplazar entre sí. El problema de Ia reducción de estado es en-
contrar maneras de reducir el número de estadosen un circuito secuen-
cial sin alterar las relacionesde entrada-salida.
Se procederáa reducir el número de estadosde este ejemplo. Primero,
se necesita una tabla de estado; es más convenienteaplicar los procedi-
mientos para la reducción de estadosaquí que en los diagramasde estado.
La tabla de estadodel circuito se lista en la Tabla 6-2 y se obtiene directa-
mente del diagrama de estado de la Figura 6-19.
Tabla 6-2 Tabla de estado
Estado siguiente Salida
Estadopresente x:0 x:l ¡:0 x:l
a a b 0 0
b c d 0 0
c a d 0 0
d e f 0
e a f 0
f c Í 0
o a f 0
234 LoGIcA SECUENCIAL CAP. 6
Un algoritmo para la reducción de estado de una tabla de estado es-
pecificada completamente se da aquí sin prueba alguna: \"Se dice que dos
estados son equivalentes si, por cada miembro del conjunto de entradas,
ellos dan exactamente la misma salida y envían al circuito al mismo esta-
do o a un estado equivalente. cuando dos estados son equivalentes, uno
de ellos puede quitarse sin alterar las relaciones de entrada-salida\".
se aplicará este algoritmo a Ia Tabla 6-2. observando la tabla de ver-
dad, se escogen los estados presentes que van al estado siguiente y que
tienen Ia misma salida para ambas combinaciones de entrada. Los estados
g y e son dos de tales estados; ellos van a los estados a y f y tienen las sa-
Iidas de 0 y l para ¡:0 y r:l respectivamente.Por tanto, los estados
g y e son equivalentes y se puede eliminar uno. El procedimiento para
quitar un estado y de remplazarlo por un equivalente se demuestra en
Ia Tabla 6-3. La fila con el estado presente g se tacha y el estado g se rem-
plaza por el estado e cad.a vez que apatezca en las siguientes columnas
de estado.
Tabla 6-3 Reduciendo la tabla de estado
Estadosiguiente Salida
Estadopresente x:0 x:l x:0 x:l
a a b 0
b c d 0
c a d 0
d e fd I
e a ld I
Í te f I
g a f I
El estado presente/ tiene ahora las entradas siguientes e y f y las
salidas 0 y 1 para ¡:0 y r: 1 respectivamente. Los mismos estadossi-
guientes y las salidas aparecenen la fila con el estado presente d. por
tanto, Ias entradas f y d son equivalentes,el estado / puede quitarse y
remplazarsepor d. La tabla reducida final se muestra en la Tabla 6-4. El
diagrama de estado para la tabla reducida consiste en solamente cinco
estadosy se muestra en la Figura 6-20. Este diagrama de estado satisface
las especializaciones originadas de entrada-saliday producirá la secuen-
cia de salida requeridapara una secuenciadada de entrada. La siguiente
lista deducida del diagrama de estadode la Figura 6-20es para la secuen-
cia de entrada usada previamente.Se nota que resulta la misma secuencia
de salida aunque Ia secuenciade estadoes diferente:
estado a a b c d e d d e d e
entrada 0 I 0 I 0 I I 0 I 0 0
salida 0 0 0 0 0 I I 0 I 0 0
sEc. 6-5 REDUCCION E ESTADOS ASIGNACION
D Y 235 T
iü
De hecho, esta secuencia es exactamente la misma que se obtuvo de la
Figura 6-19, si se remplaza e por g y d por f .
Tabla 6-4 Tabla de estado reducida H
Estado siguiente Salida
Estado presente x:0 x:l x:0 x:1
a a b 0 0
b d 0 0
0 d 0 0
d e d 0 I
e d 0 I
Figura 6-2O Diagrama estado
de ¡educido
De cualquier forma, la reducción de siete a cinco estadosno reduceel nú-
mero de flip-flops. En general, la reducción del número de estados de una
tabla de estado se espera que resulte en un circuito con menos equipo.
Sin embargo,el hecho de que una tabla de estado haya sido reducida a
menos estados no garantiza un ahorro en el número de flip-flops o el nú-
mero de compuertas.
Vale la pena notar que la reducción en el número de estadosde un
circuito secuencial es posible si se interesa solamente en las relaciones
externas de entrada-salida. Cuando las salidas externas se toman direc-
tamente de los flip-flops, las salidas deben ser independientes del número
de estados de que se apliquen los algoritmos de reducción de estados.
El circuito secuencialde este ejemplo fue reducido de siete a cinco
estados. En cada caso, la representación de los estados con componentes
r
ilt
F]
E1
fisicos requieren que se usen tres flip-flops, porque m flip-flops pueden $l
FI
representar hasta 2- estados diferentes. Con tres flip-flops, se pueden ht
formular hasta seis estados binarios denotados por los números binarios
000 hasta 111,con cada bit designando estadode un flip-flop. Si la tabla
el
de estado de la Tabla 6-2 se usa, se deben asignar valores binarios a los F
siete estados: el estado restante no se usa. Si se usa la tabla de estado
H
t
236 L o G I c AS E C U E N C I A L CAP. 6
de la Tabla 6-4, solamente cinco estadosnecesitan asignación binaria y
quedarían tres estados sin usar. Los estados sin usar se tratan como
condicionesde no importa durante el diseño del circuito. Como las com-
binacionesde no importa por lo general ayudan a obtener una función de
Boole más simple, de manera parecida el circuito con cinco estadosnece-
sitará menos compuertas combinacionalesque aquella con siete estados.
De cualquier forma, la reducción de siete a cinco estadosno reduce el nú-
mero de flip-flops. En general, la reducción del número de estadosde una
tabla de estado se esperaque resulte en un circuito con menos equipo. sin
embargo, el hecho de que una tabla de estado haya sido reducidá a menos
estados no garantiza un ahorro en el número de flip-flops o el número de
compuertas.
Asignación de estado
El costo de Ia parte de circuito combinacionalde un circuito secuencial
puede reducirse usando los métodos de simplificación conocidos para los
circuitos combinacionales. sin embargo,hay otro factor, conocidocomo el
problema de asignaciónde estado,que entra en juego para la minimización
de las compuertascombinacionales. Los procedimientosde asignaciónde
estado tienen que ver con los métodos pára la asignación de valores bi-
narios o estados de tal forma que se reduce el costo de los circuitos com- ¡
binacionales que accionan los flip-flops. Esto es particularmente útil
cuando se obse¡va un circuito secuenciala partir dé sus terminales ex-
ternos de entrada-salida. Tal circuito puede seguir una secuencia de
estados internos, pero los valores binarios de los estados individuales
podrían no tener ninguna consecuencia todo el tiempo en que el circuito
produzca la secuencia seguida de salidas pat\" u.rá secuencia dada de
entradas. Esto no se aplica a los circuitos cuyas salidas externas se to-
man directamente de los flip-flops con secuenciasbinarias totalmente
especificadas.
Las alternativas de asignación de estado binario disponiblespueden
ser demost¡adas conjuntamente con el circuito secuencial especifrcado
en la Tabla 6-4. Recuérdeseque, en este ejemplo, los valores binarios de
los estados son inmateriales durante el tiempo en que su secuencia man-
tenga las relaciones de entrada-salida adecuadas.Por esta razón, cual-
quier asignación de número binario es satisfactoria siempre que a cada
estado se le asigrre un número. Tres ejemplos de asignacionés binarias
posibles se muestran en la Tabla 6-b para los cinco estados de la tabla
reducida. La asignación 1 es una asignación binaria directa para la se-
cuencia de estados desde a hasta e. Las otras dos asignacionesse escogen
arbitrariamente. De hecho, hgy 140 asignaciones dife.etrter para este
circuito (11).
La Tabla 6-6 es la tabla de estado reducida con la asignación binaria
1 sustituida por las letras de los cinco estados.* Es obvio que una asig-
nación binaria diferente resultará en una tabla de estado con valorJs
binarios diferentes para los estados, mientras que las seleccionesde en-
trada-salida permanecen iguales. La forma binaria de la tabla de estado
se usa para deducir la parte del circuito combinacional del circuito se-
*Una
tabla de estado con asignación binaria se llama algunas veces tabla de trarwición.
Tabla 6-6 binarias de estado posibles
Tres asignaciones
Estado Asignación t Asignación2 Asigrración3
a 001 000 000
b 010 010 100
0ll 0ll 010
d 100 l0t l0l
e l0l lll 0ll
Tabla 6-6 Tabla de estado reducido con asignación bina¡ia 1
Estado siguiente Salida
Estado presente x:0 x:l x:0 x:l
001 001 010 0 0
0r0 0ll 100 0 0
0ll 001 100 0 0
100 l0l 100 0 I
l0l 001 100 0 I
cuencial. La complejidad del circuito combinacional obtenido, depende
de la asignacióndel estadobinario escogido. diseño del circuito secuen-
El
cial preséntadoen esta sección se completa en el Ejemplo 6-1 de la Sec-
ción 6-7.
Varios procedimientosse han sugerido para llevar a una asignación
binaria particular entre las muchas disponibles. El criterio más común
es que lá asignaciónescogidadebe resultar en un circuito combinacional
simple para las entradas del flip-flop. Sin embargo, hasta el momento, no
hay- procedimientos de asignación de estado que garantice-nun costo mí-
nimo de un circuito combinacional.La asignaciónde estadoes uno de los
problemas desafiantes de la teoría de conmutación. El lector interesado
puede encontrar mucha literatura completa y creciente de este tópico.
Las técnicas para tratar con el problema de asignaciónde estadose salen
del objetivo de este libro.
6-6 TABLAS DE EXCITACION E LOS FLIP-FLOPS
D
Las tablas características para varios flip-flops fueron presentadas en la
sección 6-2. una tabla caracteústica define la propiedad lógica del flip-
t flop y caracteriza completamente su operación. Los flip-flops de circ-uito
integiado se definen algunas veces por una tabla caracteústica tabulada
de manera diferente. Esta segunda forma de las tablas caracteústicas
para los flip-flops RS, JK, D y T se muestran en la Tabla 6-7. Ellas repre-
ientan la misma información que las tablas característicasde las Figu-
ras 6-4(c) hasta 6-7(c).
La Tabla 6-7(c) define el estado de cada flip-flop como función de sus
entradas y su estado previo. Q(t) se refiere al presenteestadoV Q(¿* 1)
237
I
L-
Tabla 6-7 Tablas característicasdel flip-flop
QQ+I)
QU)
0
I
@) JK
l
(c) D (d) 7\"
al estado siguientedespuésde la ocurrenciade un pulso de reloj. La tabla i
característicadel flip-flop RS muestra que el siguiente estadoLs igual al I
presenteestadocuando las entradasS y R son ambas0. Cuando la entrada
-E es igual a 1, el siguiente pulso de reloj pone a cero el flip-flop. cuando
la entrada s es igual
I \"l siguiente puljo-de reloj pone a t et rtip-nop. La
I
interrogación para el \"siguiente estado cuando ambos s y ft seán iguales
a 1 designa simultáneamenteun estado siguiente indeterminado.
_ !a tabla del flip-flop JK es la misnia que la del RS cuandá se rernplaza
J y K por s y ,B respectivamente, exceptoen el casoindeterminado.iuan-
do J y K son ambos igualesa 1, el estadosiguientees igual al complemento
del presente estado, decir, Q(r+ 1): e'ú1. nt siguienteestadodel flip-
es
flop -D es completamente dependiente de la entrada-D e independiente dLI
estado presente.El siguiente estado del flip-flop ? es el mismo que el es-
tado presentesi ?:0 y complernentando f : f .si
La tabla característicaes útil para el análisis y la definición de la
operación del flip-flop. Esta especificael estado siguiente cuando las en-
tradas y el estado presente se conocen.Durante p.o.\"ro de diseño se
\"l
conocepor lo general la transición del presente estado al siguiente y se
desea encontrar las condiciones de entiada del flip-flop qu; lu
transición requerida. Por esta razón, se necesita .rtrá ta-blu- \"u.r.\"., las
que liste
entradas necesarias para un cambio de estadodado. Tal lista se llama una
tabla de excitación.
^ _La Tabla 6-8 presentalas tablas de excitación de los cuatro flip-flops.
cada tabla consiste dos columnas,e{r¡ t eG+ 1), y una columnapára
en
cada entrada para mostrar cómo se logra la transíción requerida. Hay
cuatro transiciones posibles del presente estado al siguiente. Las condi-
-cuatro
ciones de entrada requeridas para cada una de las transiciones
se derivan de la información disponible en la tabla característica. El
símbolo X en las tablas representala condición de no importa, es decir,
no importa que la entrada sea 1 ó 0.
238
Tabla 6-8 Tablas de excitación de los flip-flops
QQ) QQ+I) QQ) QQ+I)
0 0 0
I 0 I
0 I 0
I I I
(a) RS O) /,K
QQ) QQ+I) QG) QQ+I)
0 0 0 0
0 0
I 0 I I
0 I
0 I 0 I
I 0
I I I 0
I I
(c) D (d) r
Flip-flop FS
en la Tabla 6-8(a)' La
La tabla de excitación del flip-flop RS se muestra
primera fila muestr\" nip-noP estado 0 en el tiempo Ú' Se desea
\"l \"l Ia tabla ca-
á;j;;i;\"; el estado o-áu\"Ñ¿, de^la ocurrencia del pulso. De
\"f
racterística, se encuent.a que si S y X son ambos 0, el flip-flop no cam-
biará estado. Por t\";;;;;;úas entradas S v x rtebenser 0' Sin embargo'
;;t;;;il rl se hace'ñ ,r,t I ocurre el pulso' vq qYe resulta dejan-
;; ;i-hi;-flop en el estado 0. Así, R puede ser 1 ó 0 v 9l flip-flop permane-
\"\"uttdo
de R se marca
;;J;^eI estadoo en ¿*1. por tanto, la entrada debajo
por la condiciónX de no imPorta'-
Si el flip-flop en ei estado0 y se deseaque vaya al estado 1' en-
\".la la única forma
torr\"J. u pur?i, ¿L tá iatta característica, se encueltra. o^g.e
á;ú;;.; Qtr+1) igual a 1 e s h a c e rs : 1 y R : 0 . s i e l f l i p - f l o pv a a t e n e r
:
u.r. trur,rüiór, d\"t 1 al estado0 se debe tener S: 0 y R 1'
\".luao ;;
La última .\"\"á;;ió\" ;;;dt ocurrir en un flip-flop es estar en el
e s t a d o l y p e r m a n e c e r e n e s e m i s m o e s t a d o . C i e r t a m e n t e R d e b0 ó e r 0
e s 1'
S.debe ser
ya que no se requl\"t\"-p\"\"\"t a 0 el flip-flop' Sin embargo
Si es 0, el flip_flop no cambia y permanecé el en estado1; si es 1 se llevará
elflip.flopalestadolcomo.\"d\".\"u.Así,sselistacomounacondición
de no importa.
E l f l i P - f l o PJ K
en la Tabla 6-8(b)'
La tabla de excitación para el flip-flop JK se muestra
Cuando ambos estado presente y estado siguiente t91\"..0' la entrada J
debepermar,\"\"\", .rJól i\" K puedesór 0 ó 1. Similarmente cuando
\"\"t*aá
239
2& LOGICASECUENCIAL
CAP. 6
el.estado presentey siguiente sean l, la entrada
K debe permaneceren 0
mientras que la entrada
_J luede ser 0 ó r. si.l-irip-ñáp ,,rua tener una
transición del estado O^areitado r, J debe
s* i*\"i'I r l\"
Jpone a I el flip-flop. Sin embargo, entrada.ipr\"J\"-.ár o,r. la entr¿.¡la
la
la condiciónJ: l pone a uno et fiip_nopcomo 0 ó 1. si K:0,
se requiere; K: ly J:1,
si
el flip-flop se complementa y va ¿ót estado 0 al
esta-Jo-i-to.,'o se requiere.
De esta manera la entrada K se marca con
una condición de no importa
para la transición de 0 a 1. para una
transición del estado 1 al estado0,
se debetener K:1ya que la entradaf pr\"\" o;iñ;;:h\"p. pero, la en_
trada J puedeser 0 ó 1, comoJ:0 no tiene efecto,y \" J:l conjuntamente
:oT r(: 1 complementael flip-flop con una transición resultante del es_
tado 1 al estado 0.
La tabla de excitació.nder flip-flop JK ilustra la
ventaja de usar este
tipo al diseñar los circuitos secul.,ciar\".. ni r,\"\"h;
á;;\"\" tiene tantas
condicionesde no importa- indica que los circuitos
comb]nacionales para
las funciones de entráda deben ser^más simples
debido a que las funcio_
nes de no importa simplifican usualmentela iunción.
Flip-flopD
La tabla de excitación para u.n fli!-flop tipo
D se muestra en ra Tabla
6-8(c). De la tabla. característica,f\"ú¡i O_Z(c),
* ;;;\"qre el siguiente
estado es siempre igual a la entrada D i;á¿p;\"ai\"nl\"'a\"r estado pre_
s e n t e .P o r t a n t o , D d e b e . s e 0 s i
r e { r a 1 ) - \" i e n e t u ; ; ; ; - ó , \"' y 1 s i e ( ¿ + t )
t
tiene que ser l, independientemente valor del de Oirll--
Flip-ftopf
La tabla de excitació\" p1rq el flip_flop ? se
muestra en la Tabla 6_g(d). De
la tabla característica,-Tabra o-?(d),-seencuentra que cuando la entrada
T:1 el estadodel flip-flop-.\"
cuando T:0 er estadodel
flip-flop permanece sin cambiar.\"o-pl\"-enta,cuando
poi tanto el estado del flip-flop
debe_permanecer igual, el requerimiento es que T:0. cuando
-' el estado
del flip-flop debe cómpiu-\"\"tái.\", i á\"¡\" .\". iguui
u 1\".'
Otros flip-flops
El procedimiento de diseño que se va a describir
en este capítulo puede
ser usado con cuarquier flip-flop. Es necesarioque
.\" la tabla
característica del flip--flop, de la cual es posible
-La \"orror.\"
desarrollar una nueva
tabla de excitación. iabla a\" se ;;;;;es para deter_
minar las tuncionesde ent¡ada der\"*\"it\"\"ión
nip-¡oo, ;;\" \".\"
;;;;ü;; en la sisrien-
te sección.
6-7 PROCEDIMIENTDE DISEÑO
O
El diseño de un circuito secuenciartemporizado
comienza a partir de un
-lógico
conjunto de especific-rciones curmina en un
y diug.u;á o una lista
de funciones de Boole de las cuares se puede
obt\"u.re.et a'iagrama lógico.
qq
,H
:fi
SEC. 6-7 P R O C E D I M I E N TO E D I S E Ñ O
O 241 ;i:
-i
i;
En contraste con el circuito combinacional,el cual está especificado com- ii
pletamente por una tabla de verdad, un circuito secuencialrequiere una :]
iabla de veriad para su especificación.El primer paso en el diseño de los
j
circuitos .e\".tettóialeses obtener una tabla de estado o una representa-
I
.i¿r, tal como un diagrama de estado o ecuacionesde estado'
\"qrri.rulentesecuencialsincrónico se hace de flip-flops y compuertas
Un circuito
combinacionales. diseño del circuito consiste en escogerlos flip-flops
El
y luego encontrar una estructura de compuertas combinacional, la cual,
tonjuntamente con los flip-flops, produce un circuito que copa las carac-
teisticas enunciadas.Et ntmero de flip-flops se determina por el núme-
ro de estadosnecesarios el circuito. El circuito combinacionalse deriva
en
de la tabla de estado por los métodos presentados en este capítulo. De
hecho, una vez que el tipo y número de los flip-flops se determinen, el
p.o\"\"ro de diseñó envuelve una trasformación del problema del circuito
iecuencial al problema del circuito combinacional. De esta manera Ias
técnicas de diseño de los circuitos combinacionales pueden aplicarse'
Esta sección presenta un procedimientopara el diseño de los circui-
tos secuenciales. Áunque su propósito es servir como guía al principiante,
este procedimiento púede acortarse con experiencia. Este procedimiento
,\" ,nirrir.rira medianie una lista de pasosconsecutivos que se recomiendan
como sigue:
1. se establece la descripción en palabras del comportamiento del
circuito. Esto puede acompañarsepor el diagrama de estado, un
diagrama de tiempos, u otra información pertinente'
2. De la información dada del circuito se obtiene la tabla de estado.
3. EI número de estados puede reducirse por los métodos de reduc-
ción de estados si el circuito secuencial puede caracterizarsepor
las relaciones de entrada-salida independientes del número de
estados.
4. Se asignan valores binarios a cada estado si la tabla de estado
obtenida en los pasos2 ó 3 contienensímbolosde letras'
5. se determina el número de flip-flops necesariospara asignar una
letra a cada una.
6. Se escoge tipo de flip-flops que se va a usar.
el
?. A partir de las tablas de estado,se deduce la excitación del circui-
to y las tablas de salida.
8. usando un mapa o cualquier otro método de simplificación, se de-
duce las funcionesde salida del circuito y las funcionesde entrada
del flip-flop.
9. Se dibuja el diagrama lógico.
Las especificaciones palabras del comportamientodel circuito asu-
en
men que ef lector está familiarizado con la terminologíalógica digital. Es
.,ece.árioque el diseñadoruse su intuición y experienciapara llegar a- la
correcta interpretación de las especificaciones del circuito, porque las
descripcione. ótt palabras pueden ser incompletas e inexactas. Sin em-
242 L O G I C AS E C U E N C I A L CAP, 6
bg1so,una- vez que se haya establecidotal especificación se haya obte-
y
nido la tabla de estado, es posible hacer usó del procedimiento formal
para diseñar el circuito.
La reducción del número de estadosy la asignaciónde valores bina-
rios a los estados fueron discutidos en la secci¿n o-s. En los ejemplos que
sisqe-nse^asume que el número de estados y su asignación binaria
nocida. como consecuencia, \". \"o-
los pasos 3 y i a\"t diJe¡o no se conside¡an
en las discusiones subsecuentes.
Ya se ha mencionadoantes que el número de flip-flops se determinan
por el número de estados. un circuito puede tener estádosbinarios sin
usar si el número total de estadoses menor que 2^. Los estadosno usa-
dos se toman como condicionesde no importa durante el diseñode la parte
del circuito combinacionaldel circuito.
El tipo de flip-flop que se va a usar puede incruirse en las especifica-
ciones del diseño o puede dependeren aquello que está disponible al dise-
ñador. Muchos sistemas digitales se construyen totalmente con flip-flops
Jrl porque ellos son los más versátiles y disponibles. cuando hay muchas
clasesde flip-flops disponibles,es aconsejable usar el flip-flop BS o D para
aplicaciones que requieren trasferencia de datos (taies óomo registros
de desplazamrento). tipo T para aplicacionesque incluy\"tr
El
tación (tales como contadoresbinarios), y el tipo JK para aplióaciones
\"o*plu-u.r-
generales.
La información de salida externa se especificaen la sección de sali-
da de la tabla de estado. De ella podemosdeducir las funcionesde salida
del circuito. La tabla de excitación del circuito es similar a la de los flip-
flops individuales, excepto que las condicionesde entrada son dictadas
por la información disponible en el presente estado y las columnas del
estado siguiente de la tabla de verdad. El método para obtener la tabla
de excitación y las funciones simplificadas de enfrada del flip-flop es
mejor ilustrarlo con un ejemplo.
se desea diseñar un circuito secuencial temporizado cuyo diagrama
de estadose da en la Figura G-21.El tipo de flip-flóp usado es el Jr(.
El diagrama de estado consiste en cuatro estádos con valores bina-
rios ya asignados.como las líneas designadas marcan con un solo dí-
se
gito binario sin una ,/, se concluye que hay una va¡iable de entrada v
Figura 6-21 Diagrama de estado
sEc.6-7 PROCEDIMIENTO DISEÑO
OE
ninguna variable de salida. (El estado de los flip-flops puede considerarse
como las salidas del circuito.) Los dos flip-flops necesarios para represen-
tar los cuatro estadosse designancomo A y B. La variable de entrada se
designa r.
La tabla de estado para este circuito, derivada del diagrama de es-
tado, se muestra en la Tabla 6-9. Nótese que no hay sección de salida
para este circuito. se mostrará ahora el procedimiento_ para obtener la
iabla de excitación y la estructura de la compuerta combinacional.
La derivación dé la tabla de excitación se facilitará si se reordenala
tabla de estado en forma diferente. Esta forma se muestra en la Tabla
6-10, donde el estado presentey las variables de entrada se reordenanen
la fórma de tabla de verdad. El valor del estado siguientepara cada esta-
do presente y las condicionesde entrada se copian de la Tabla 6-9. La
tabia de excitación del circuito es una lista de condicionesde entrada
del flip-flop que causan las transiciones de estado requeridasy es una
función aef tipo de flip-flop usado. Como este ejemplo especificaflip-flops
JI(, se necesitancolumnas para las entradasJ y K del flip-flop A (denota-
das por JA y KA) y B (denotadaspor JB y KB).
Tabla 6-9 Tabla de estado
Estado siguiente
Estado presente x:0 x:l
00 00 0l
0l 10 0l
l0 l0 ll
ll ll 00
La tabla de excitación para el flip-flop JK fue derivada en la Tabla
6-8ft). Esta tabla se usa ahora para deducir la tabla de excitación del
circuito. Por ejemplo,en la primera fila de la Tabla 6-10se tiene una tran-
sición del flip-flsp A de 0 en el presenteestado a 0 en el estadosiguiente.
En la Tabla 6-81b)se encuentra que los estados de transición de 0 a 0
requierenque la entrada J:0 y la entrada K:x. Así 0 y X se copian en
Ia primera-fila bajo JA y KA, respectivamente. Como la primera fila mues-
tra también la tránsición del flip-flop B de 0 en el presenteestadoa 0 en
eI siguiente estado, 0 y X se copian en la primera columna bajo JB y !<4.
La ségundafila de la Tabla 6-10 muestra una transición del flip-flopB de
O en él presenteestado a 1 en el siguiente estado. De la Tabla 6-8(b) se
encuentra que una transición de 0 a 1 requiereque Ia entrada J: t y la
entrada K: x. Así 1 y X se copian en la segundafila bajo JB y KB res'
pectivamente. Este pio\"e\"o se continúa para cada fila de la tabla de
verdad y para cada flip-flop con las condiciones de entrada especificadas
Tabla 6-10 Tabla de excitación
Entradas de los circuitos ü
Salidas del circuito
combinacionales ¡
combinacional I
I
Estado Siguiente
presente Entrada estado Entradas de los flip-flops
JA JB KB
00 0 00 OXOX
00 I 0l OXIX
0l 0 l0 IXXI
0l I 0l OXXO
r0 0 l0 XOOX
l0 I ll XOIX
ll 0 II XOXO
ll I
I 00 XIXI
en- la Tabla 6-8(b) copiadasen la fila correspondiente del flip-flop parti-
cular considerado.
. . Hágase una pausa y considéresela información disponible en una
tabla de excitación tal como la Tabla 6-10.se sabeque un'circuito secuen_
cial consiste en un número de flip-flops y un circuito combinacional.La
Figura 6-22 muestra los dos flip-flbp. iK-tr\"\"\"sarios p\"r\" circuito y un
rectángulo_ para representarel circuito combinacionál. E,\"r claro del dia-
grama-de
-bloqueque las salidas del circuito combinacional vayan a las
entradas de- los flip-flops y a las salidas externas (si se especiiica).
Las
entradas del circuito combinacional son las entradas externas y los
lores de estado presentesde los flip-flops. sin embargo,las funciones
va_ I
de
Boole que especificanun circuito combinacionalse derivan de una
tabla
de-verdad que muestra las relacionesde entrada-salidadel circuito. La
tabla- de verdad que describe el circuito combinacional es disponible en
la tabla de excitación. Las entradas del circuito combinacio.rál,.
cifican bajo el presenteestado y las columnas de entrada, las solidos iel
\"rp\"-
circuito combinacional se especifican bajo las columnas de entrada
de
los flip-flops. Así, una tabla de excitación trasforma un diagrama
de es-
tado a ia tabla de verdad necesariapara el diseño de la parte del circuito
combinacional circuito secuenciai.
del )
l,as funciones de Boole simplificadas para el circuito combinacional
pueden ahora derivarse.Las entradas son las variables A,
B y r; las sali-
das son las variablesJA, KA, JB y KB. La información dó la tabla
de ver-
dad se trasfiere a los mapas de la Figura 6-23,donde se derivan las
cuatro
funcionessimplificadas de la entrada de los flip-flops:
JA : Bx' KA: BX
JB:x KB: AOx
244
Salidas
A' externas
(ninguna)
A Circuito
B' combinacional
B
Figura 6-22 Diagrama de bloque del ci¡cuito secuencial
Bx B
-lr--^-T0-
A 0
0 I X X x X
I
All
l,
X x x X I
x
tA: Bx' KA -- Bx
I v X X x l-1
j
x X X X
lB:x KB:A@x
Figura 6-23 Mapas del circuito comhinacional
El diagrama lógico se dibuja en la Figura 6-24y consisteen dos flip-flops,
dos compuertas AND, una compuerta de equivalencia y un inversor. I
Con alguna experiencia,es posible reducir la cantidad de trabajo en- il
)14
vuelto en el diseño del circuito combinacional. Por ejemplo, es posible 5
obtener la información para los mapas de la Figura 6-23 directamente de
la Tabla 6-9 sin tener que derivar la Tabla 6-10. Esto se hace repasando
sistemáticamentecada estado presentey la combinaciónde entrada en la
245
Figura 6-24 Diagrama lógico del circuito secuencial
Tabla 6-9 y comparándola con los valores binarios del siguiente estado
correspondiente. Las condiciones de entrada necesarias, como se espe-
cifican por Ia excitación de los flip-flops en la Tabla 6-8, se determinan
entonces. En vez de insertar el 0, 1 ó ¡ así obtenidos en la tabla de excita-
ción, se pueden escribir directamente en el cuadrado apropiado del mapa
apropiado.
La tabla de excitación de un circuito secuencial con m flip-flops, fr
entradas por flip-flop y n entradas externas consiste en m * n columnas
para el estado presente y las variables de entrada y hasta 2-+\" filas lis-
tadas en alguna cuenta binaria conveniente. La siguiente sección de esta-
do tiene m columnas, una para cada flip-flop. Los valores de entrada de
los flip-flops se listan en mh columnas, una para cada entrada de cada
flip-flop. Si el circuito contiene j salidas, la tabla debe incluir j columnas.
La tabla de verdad del circuito combinacional se toma de la tabla de exci-
tación considerando el estado presente m + n y las columnas de entrada
como entradas, y los valores de entrada del flip-flop mk+j y las salidas
externas como solldos.
Diseño con estados no usados
Un circuito con m flip-flops puede tener 2- estados. Hay ocasiones cuan-
do un circuito secuencial puede usar menos que este máximo número de
estados. Los estados que no se usan en la especificación del circuito se-
cuencial no se listan en la tabla de estado. Cuando se simplifican las fun-
ciones de entrada de los flip-flops, los estados sin usar pueden ser trata-
dos como condiciones de no importa.
EJEMPLO 6-1.' Completar el diseño del circuito secuencial
presentado en la Sección 6-5. Use la tabla de estado reducida con
246
Tabla 6-11 Tabla de excitación para el Ejemplo 6-1
Estado Estado
presente Entrada siguiente Entradas de flip-flops Salidas
ABC ABC SA RA SA RB SC RC
001 0 001 0 x 0 X XO 0
001 I 0l0Oxl 0 0l 0
010 0 011 oxx 0 l0 0
0r0 I 100 l 0 0 OX 0
0ll 0 001 0 x 0 XO 0
0ll t
100 I 0 0 0l 0
100 0 10tx00 X l0 0
100 1 100x00 X OX I
l0l 0 001 0 I 0 X XO 0
l0l I 100x00 X 0l I
la asignación 1 tal como se da en Ia Tabla 6-6. El circuito debe
usar flip-flops RS.
La tabla de estado de la Tabla 6-6 se redibuja en la Tabla
6-11 en la forma conveniente para obtener la tabla de excitación.
Las condiciones de entrada del flip-flop se deriva de las colum-
nas del estado presente y del siguiente estado de la tabla de es-
tado. Como se usan los flip-flops RS es necesario referirse a la
Tabla 6-8(a) para las condiciones de excitación de este tipo de
flip-flop. A los tres flip-flops se les da los nombres de las variables
A, B y C. La variable de entrada es r y la variable de salida es y.
La tabla de excitación del circuito suministra toda la informa-
ción necesaria para el diseño.
Hay tres estados sin usar en este circuito: los estados bi-
narios 000, 110 y 111. Cuando se incluye una entrada de 0 ó 1 con
estos estados no usados se obtienen seis términos mínimos, de
no importa: 0, 1, 72, 13, 14 y 15. Estas seis combinaciones binarias
no se listan en la tabla de verdad bajo el estado presente y la
entrada y se tratan como términos de no importa.
La parte del circuito combinacional del circuito secuencial
se simplifica por medio de los mapas de Ia Figura 6-25. Hay siete
mapas en el diagrama, seis mapas son para simplificar las fun-
ciones de entrada para los tres flip-flops RS. El séptimo mapa es
para simplificar la salida y. Cada mapa tiene seis X en los cua-
drados de los términos mínimos de no importa 0, l, 2, 13, 14 y 15.
Los otros términos de no importa en los mapas provienen de las :i
X en las columnas de entrada dr-.I flip-flop de la tabla. Las fun-
.t:
ciones simplificadas se listan bajo cada mapa. El diagrama lógico
I
obtenido de estas funciones de Boole se dibujan en la Figura 6-26. l,
i''
Un factor olvidado hasta este momento en el diseño es el estado ini-
c i a l del circuito secuencial. Cuando se le da potencia a un sistema digital t:i
i
247
C
Cx
AB 00 0t ll l0
r-
X ^ X t4 tl I
el
[\"
L'o
0l
X
X
t-;
t^
l¿ !_)
X
;1
Y
i\" Y v
U
Y A X
L_J
RA=Cx SB = A'B'x
SA=Bx
^ X
-¡
X A X Y
F I
f-T E|
il
'l x I
A
I
l^
g JJ
x Y A ^
X X x x I X ^ rl
I
RB=BC+Bx .tc = x'
x ^
r; ¡ A
Li r_J
.v=Ax
Figura 6-25 Mapas para simplificar el circuito secuencial
del Ejemplo 6_1
por primera vez, no se conoce en qué estado se fijará el flip-flop. Es cos-
tumbre suministrar una entrada maestra de puesta a uno lmastei:re.set)
cuyo propósito es iniciar los estadosde todos los flip-flops ep el sistema.
Típicamente, la maestra de puesta a uno es una senal aplicada a todos
Ios flip-flops asincrónicos antes de 'comenzar las operaciónes temporiza-
das. -En la mayoría de los casos los flip-flops se llevan a 0 por medió de la
señal maest¡a de puesta a 0, pero algunos serán puestos a 1. por ejemplo,
el circuito de la Figura 6-26puede inicialmente ponersea 0 con un estado
ABC:001, ya que el estado000 no es un estadoválido para este circuito.
248
Figura 6-26 Diagrama lógico para el Ejemplo 6-i
¿Pero qué pasa si el circuito no se pone a cero con un estado válido
inicial? O lo que es peor, ¿qué pasa si debido a la señal de ruido o cual-
quier otra razón imprevista, el circuito se encuentra en uno de estos es-
tados inválidos? En este caso es necesario asegurar que el circuito
eventualmentevaya a uno de Ios estadosválidos para regresara la ope-
ración normal. De otra manera, si el circuito secuencial circula dentro
de los estadosinválidos, no habrá manera de llevarlo de nuevo a la secuen-
cia intentada de las transiciones de estado. Aunque se puede asumir que
esta condición indeseablesupuestamenteno ocurre, un diseñador cuida-
doso puedeprevenir que esta situación nunca ocurra.
Se había expresadopreviamente que los estadossin usar en un cir-
cuito secuencialpuedenser tratados como condicionesde no importa. Una
vez que se diseña el circuito, los m flip-flops en el sistema puedenestar en
cualquiera de los 2- estadosposibles. Si algunos de estos estadosse to-
maran como condicionesde no im¡rorta, el circuito puede ser investigado I
i
para determinar el efecto de estos estadossin usar. EI estado siguiente i
de los estados inválidos pueden determinarse del análisis del circuito.
De todas maneras, es siempre acertado analizar un circuito obtenidn de
un diseño, para asegurar que no se cometan errores durante el proceso.
249
2fr LOGICA ECUENCIAL
S CAP.6
EJEMPLO 6'2: Analízar el circuito secuencial obtenido en
el Ejemplo 6-1 y determinar el efecto de los estados sin usar.
Los estadossin usar son 000, 110 y 111. El análisis del circui-
to se hace por el método esbozado en la Sección 6-4. Los mapas de
la Figura 6-25 pueden ayudar también en el análisis. L' que se
necesita aquí es comenzar con el diagrama del circuito de la Fi-
gura 6-26 y derivar la tabla o el diagrama. si la tabla de estado
derivada es idéntica a la Tabla 6-6 (o la parte de ra tabla de esta-
do de la Tabla 6-11), entonces se sabe que el diseño es correcro.
En suma, se debe determinar los estados siguientes de los esta-
dos sin usar 000, 110y 111.
Los mapas de Ia Figura G-2b pueden ayudar a encontrar el
siguiente estado de cada una de las entradas sin usar. Tómese,
por ejemplo' el estado sin usar 000. si en este circuito, por alguna
razón, se encuentra en el presente estado 000, una entrada .r:0
trasferirá a otro (o al mismo) estado siguiente. Se investigará
primero el término mínimo ABCx:0000. De los mapas, se ve que
este término mínimo no se incluye en ninguna función excepto
para SC, es decir, la entrada de puesta a uno del flip_flop C. por
t-a1to, los_flip-flops A y B no cambiarán pero el flip_fiop C se pon-
drá.a 1. como el presente estado es ABC:000, el .igui\"trt\" estado
será ABC:001. Los mapas mostrarán también que el término
mínimo ABCx:0001 se incluye en las funciones para SB y RC.
Por tanto B se pondrá a uno y c se pondrá comenzando
c o n A B C : 0 0 0 y p o n i e n d o a u n o a B , s e o b t i e\"n e e l s i z u i e n t e e s t a -
\"u.o.
do ABC:010 ( C y a s e h a p u e s t o a c e r o ) . L a i n v e s t i g a c i ó nd e l
mapa para la salida y demuestra que y será paru estos dos
términos mínimos. \"\"to
El resultado del procedimiento de análisis se muestra en el
diagrama de estado de la Figura 6-27. El circuito opera como se ha
diseñado, siempre y cuando esté dentro de los 001, 010,
011, 100 y 101. si alguna vez se encuentra en uno de los estados \"rtudo.
Figura 6-27 Diagrama de estado para el circuito de la Fizura 6_26
sEC. 6-8 D l s E Ñ OD E C O N T A D O R E S 2 5 1
inválidos 000, 110 ó 111, irá a alguno de los estados válidos en unc
de Ios dos pulsos siguientes. El circuito será así de autocomienzo
y autocorrección ya que eventualmente irá a un estado válido a
partir del cual continuará operando de acuerdo a lo requerido'
Una situación indeseable hubiera ocurrido si el estado si-
guiente de 110 para r: t hubiera sido 111 y el estado siguiente
de 111 para r : 0, 110. Entonces, si el circuito comienza de 110 ó
111, circulará y se mantendrá entre estos dos estados para siem-
pre. Los estados no usados que causan tal comportamiento inde-
seable deben ser evitados; si se detecta su existencia, el circuito
debe ser rediseñado. Esto puede hacerse más fácilmente espec.i-
ficqn{o un estado siguiente válido para cualquier estado sin usar
que se haya encontrado circulando entre estados inválidos.
6-8 DISEÑO DE CONTADORES
Un circuito secuencial que pasa por una secuencia preestablecida de esta-
do_s después de Ia aplicación de pulsos se llama un contador. Los pulsos de
eni.ada, Ilamados pulsos de cuenta, pueden ser pulsos de reloj, o ellos
pueden originarse en una fuente externa y pueden ocurrir en inltervalos
óstablecidos de tiempo o aleatoriamente. En un contador, Ia secuencia de
estados puede seguii una cuenta binaria o cualquier otra secuencia de
estados. Los contadores se encuentran en la mayoría de los equipos que
contienen lógica digital. Ellos se usan para contar el número de ocurren-
cias de Un evento y se usan para generar Secuenclas cte tlempo para Con-
t r o l a r l a s o p e r a c i o n e se n u n s i s t e m a d i g i t a l .
De las diferentes secuencias que un contador debe seguir. Ia secuen-
cia binaria directa es la más simple y la más directa. Un contador que
s i g u e I a s e . c u e n c i ab i n a r i a s e l l a m a c o n t a d o r b i n o r i o . U n c o n t a d o r d e n
-I.
bits consiste en n flip-flops y puede contar en binario de 0 hasta 2\"
Como un ejemplo, el diagrama de estado de un contador de 3 bits se mues-
tra en la Figura 6-28. Como se ve en los diagramas de estado indicados
dentro de los círculos, Ias salidas de los flip-flops repiten Ia secuencia de
cuenta binaria con un regreso a 000 después de 111. Las líneas dirigidas
Figura 6-28 Diagrama de estado de un contador binario de 3 bits
252 LoGIcA SEcUENCIAL
CAP. 6
entre círculos no se marcan con valores de entrada-salida
como en otros
diagramas de estado. Recuérdese que las transiciánes Je estado en dos
circuitos secuencialestemporizadosocurren durante
un pulso ¿\" ,aroj;
los. flip-flops permanecenen sus estados pr\"r\"\"i\".-,i-no
pulso. Por esta razón,,el pulso de o\".rrre ningún
mente como una variabre de/entrada en.reloj variable cp ;; áirr..\" explícita_
un diagrama de eltado o tábra de
estado.Desdeeste punto-de/vista,el diagrama\"d;;t\"d;\"de
un contador
no tiene que mostrar valores de entrada\"-salida
i; l;;go de las líneas
dirigidas. La única entrada al circuito es el pulso \" de cuenta, y las
se especificandirectamente con los estados salidas
iresentes J; l;. itip-nops. oi
siguiente estado del contador dependeenteramente
de su estado presente
y la transición de estado o..,rr. cada vez que
ocurre el pulso. Debido a
esta propiedad, se es.pecifica completamente un contadoi por medio de
una lista de secuencia- cuenüo, es decir, la ...ua\".iá-
de de los estados
binarios que se le suceden.
La secuenciade cuenta de un contador binario de B
estadosse da en
Ia Tabla 6-12. El siguiente número en la secuencia representael siguiente
estadoalcanzadopor el circuito después Ia aplica;ió\";;ipulso
de de cuen-
ta. La secuenciade cuenta .e repite ,r.r\" u\", haya
alcanzado el último
valor, de tal manera que el estadb 000 es el estaáo
.ig;;rrt\" despuésde
111. La secuencia cuenta da toda la informaci¿\"
de p\"ru diseñar
el circuito. No es necesarioristar los estados.igui\".rt\", \"\"\"E.\"ri\" una
columna
s.eparada- porque se puede leer del número siguiénte .r, ü \"r, ...u.ncia. EI
diseño de contadoressigue el mismo procedñnientoque--aquel
esbozado
en la Sección 6-7, exceptoque la tabla de
i;;; obtenersedi-
rectamentede la secuencia cuenta.
de \"*\"it\".iá\"
Tabla 6-12 Tabla de excitación para un contado¡ binario de t¡es
bits
Secuencia cuenta
de Entradas del flip-flop
A2 Al Ao TAz TA, TAo
0 00 0 0
0 0l 0 I
0 l0 0 0
0 ll t
t I
00 0 0
0l 0 I
t
l0 0 0
ll I I
La Tabla 6-12 es la tabla de excitación para el contador
binario de 3
bits. Se les da designaciones varia¡re. ¿r, ¿,
de ;\";;; los tres flip-
flops. Los contadoresbinarios se construyen más
érió;\"rrle-ente con flip_
flops ? (o flip-flops J.If c9n V K unidasi. La excitació\"'á\"f
! nip-nop para
las entradas ? se deriva de ra iabla de excitación der
flip-flop T y por ins-
pección de Ia transición de estado de una cuenta
dada (estadopresente)
sEc 6-8 D I S E Ñ OD E C O N T A D O R E S 2 5 3
a la siguiente bajo ellqrfestado siguiente). como ilustración, considérese
es 001
tas e.rtiadas del i'lip-flfp'pr.u Ia fila 001. El estado presenteaquí
cuenta en la secuencia.Com-
i\"t riguiu\"te es 01ó, el'cúal es la siguiente
ir\"i\"\"¿lestas dos cuentas' se nota que A2 va de 0 a 0; y-así lo hace TA':
;;;;;0 porqueel flip-flop A2 debé permanecer cambiar cuandoocu-
sin
porque
;;; p,rlto de reloj. Á' vá de 0 a 1; y así ?Ar se marca con un l
\";
,i nip if\"p debe ser complementado el siguiente
e1 pulso de reloj. De ma-
y
.,.ru ,i-ilur A0 va de 1 a 0, indicando que esta puede complementarse,
así TA6 se marca con un 1, La última columna con el estadopresente111
AI
.\" *Ápuru con la pii*\"tu cuenta 000 la cual es su estado siguiente.
;;.;t- á\" to¿ot los unos a todos los ceros, se requiere que todos los tres
flip-flops se comPlementen.
Las funcion\"r á\" é\"1tuda de los flip-flops de las tablas de excitación
lis-
se simplifican en los mapas de la Figura 6-29. Las funcionesde Boole
i\"au. il\"¡ cada mapa especificanla parte de circuit. combinacionaldel
un
contador. Incluyendó estas funciones con los tres flip-flops, se obtiene
ái;ilr; lógico del contador de la manera mostrada en la Figura 6-30'
un cont*adorcon n flip-flops puede tener una secuenciabinaria de
menos d,e 2\" números. Un contador BDC cuenta Ia secuenciabinaria
desde 0000 hasta 1001 y regresa a 0000 para repetir la secuencia.otros
puede no ser
contadorespueden .eg.,ir urru .\".uuttcia arbitraria, la cual
la secuenciábinaria iirecta. De todas fbrmas, el procedimientode diseño
se
es el mismo. La secuenciade cuenta se lista y la tabla de excitación
comparando una cuenta presente con la siguiente cuenta listada
\"úti\"\"\"
^11
I I
A-rLI I I I I I
4O
TA, =AtAo TAt = Ao TAo=1
Figura 6-29 Mapas para un contador binario de 3 bits'
Pulsos
de cuenta
Figura l-3O Diagrama lógico de un contador binario de 3 bits
2g L o G I c AS E C U E N C I A L
CAP, 6
bajo ella. Una secuencia de cuenta tabulada siempre asume
una cuenta
repetida, de tal forma que el estado siguiente de la última ehtrada
es la
primera cuenta listada.
EJEMPLO 6-J.. Diséñeseun contadorque tenga una secuen-
cia repetida de seis estadoscomo Ia listada én la T\"abla6-rg.
En esta secuencia,ros flip-flops B y c repiten la cuenta bi-
naria 00, 01, r0 mientras que ei flip-flop A alterna entre los
estados
0 y l cada tres cuentas.La secuenciadecuenta paraA, B,
C no
es binaria-directa y los dos estados011 y.111 no se usan. La
es-
:oC:\"gr.ude los_flip-flopsJI( resulta en una tabla de excitación de
la Tabla 6-13.Las entradasKB y KC tienen soramente
1v X en
Tabla 6-13 Tabla de excitaciónpara el Ejemplo 6-3
Secuencia de cuenta Entradasdel flip-flop
JA JB JC
0 00 OXOXIX
0 0 ll OXIXXI
0 l0 IXXIOX
00 XOOXIX
0l XOIXXI
l0 XIXIOX
sus columnas, de tal, manera que esas entradas sean
siempre l.
Las otras funciones de entrada de los flip-flops p\"\"J\"\"
,i*priri
carse usando té¡minos mínimos 3 y T
de no
i m p o r t a . L a s f u n c i o n e s s i m p l i f i c a d a i s o n\" ó - o - \" o r r d i \" i o r r \" .
:
JA:B KA: B
JB:C KB:I
JC: B, KC: I
EI diagrama lógico del contador se muestra en la
!.igura
6-31(a). como hay dos estadossin usar, se analiza
el circuito
para determinar su efecto. El diagrama de
estado así obtenido
se dibuja en la Figura 6_81(b).Si eI circuiro por
algur, mllivo va
a un estadb inválido, el siguiente purso de cuenta\"ro
t.u.fi\".. u
uno de los estados váridos y continúa contando correctamente.
fuí, el contador se autoinicia. un contador autocomenzante
aquel que puede comenzar en cualquier estado y es
alcanzarla secuencia cuentanorÁal.
de \"u\".rtrruÍmenre
(a) Diagrama lógico del contador
(b) Diagrama de estado del contador
Figura 6-31 Solución al Ejemplo 6-3
6-9 D I S E Ñ O O N E C U A C I O N E SE E S T A D O
C D
Un circuito secuencial puede diseñarse por medio de ecuaciones de estado
en vez de una tabla de excitación. Como se muestra en la Sección 6-4, una
ecuación de estado es una expresión algebraica que da las condiciones
para el siguiente estado como una función del estado presente y las va-
.iubl\". de entrada. Las ecuaciones de estado de un circuito secuencial
expresan en Iorma algebraica Ia misma información Ia cual es expresada
en forma tabular en la tabla de estado.
El método de la ecuación de estado es conveniente cuando el circuito
se haya especificado en esta forma de la tabla de estado. Este es el méto-
do prlferido cuando se usan los flip-flops D. !l método puede ser algunas
veces conveniente de usar con flip-flops JK. La aplicación de este proce-
dimiento en los circuitos con f'lip-f'lops RS o ? es posible pero encierra una
255
256 L o G r c As E c u E N c t A L
cAp. 6
cantidad considerable, de manipulación
algebraica. Aqur se mostrará la
aplicación de este
-método u tá* lir\"rrrros secuenciales
p ó JK. El pu\"1t.de
comienro\"\"\"'\"uau estu
caso
del flip-flop de¡ivado e\" tu S\"\"ci;; \"\"uu\"illu:3:\"\"11,j1?:;
ü.
Circuitos secuenciales con flip_flops
D
La ecuación característica del
flip-flop D se deriva en la Figura
6_s(d):
QQ+t):D I
Esta ecuación estable\"\",.qu\" er siguiente
I
valor presentede su sarida ¿ est¿do del flip-flop es igual al
v-ü-i\"aependiente a\"i áto. del presente
estado' Esto sisnifica que ra* enrradu.
pa.u el siguienteestadoen Ia
bla de estadosón exactamente ta_
las mismas que ras'entradas,. por
no es necesarioderivar las condiciones tanto,
t'abla de excitación porque esta información de^\".,truau--á\"r\"nip_noppara la
columnasdel siguienteestado. está disponible ya en las
por ejemplo,la tabla de excitación
-,-Tó*\":\",
gurentecolumna de estado para de la Tabla 6-10. La si-
A tiene cuatro unos, de la misma
que la columna para el sigurente manera
;hd\" d; t. p; ;;.;;\", esre circuito
co,' flip-flop. D,.se escribe-n tu..*u.innes de estadoy se fbrma
crón con ellos a las entrada. D la ecua_
\"o..\"rpondientes:
A(t + r) : DA(A,B, x) : >(2,4,s,6)
B ( t + l ) : D B ( A ,B , x ) = > ( 1 , 3 , 5 , 6 )
donde DA y DB son las funcionesde
entrada de los flip-flops para los flip-
B, respectivamente, t il; i,rr,\",o., se expresa como la suma de
fl:or cuatro
los 1.t términos mínimos. Las funcio\"u. .i;;i;¡;ias
nerse por medio de dos mapas de ^r,u. pueden obte-
tres variables. irrrr\"ionessimplifi-
cadasde entrada al flip_flop son:
DA = AB'* Bx,
DB:A'x*B,x+ABx,
Si hay estadossin usar en el circuito
secuencial,deben considerarse
'd;-;;
conjuntamente con ras entrada*
términos mínimos de no i-portu \"o-o- \"o-binaciones importa. Los
a.i- o¡teniáos ñ;\";\" rr*r.u para sim_
plificar las ecuaciones estat;
de ¿ i;; firnciones,i\" del flip_flopD.
\"nirrau
EJEM,LO 6'4: Diséñeseun circuito secuencial
flip-flops A, B, C y D. Los u.lu¿o. con cuatro
siguientes d;C,'¿ y D son igua-
les a los estadospresentes ¿,
¿. ¿ v-ó .\".p\".ii#Ll\"r\". El estado
sis'iente de A ei iguar a ru ciñ-\"*ór\"riu;i;i;.-u\"iuao.
deCyD. presentes
A partir del enunciadodel problema,
primero las ecuaciones estado es conveniente escribir
de para el circuito:
sEc.6-9 D I S E Ñ OC O N E C U A C I O N E D E E S T A D O
S 257
A(t+l):COD
B(t+r):A
C(t+t¡:3
D(t + l): C
Este circuito especifica un registro de corrímientopor realimen-
tación (feedbackshift register). En este registro, cada flip-flop
trasfiere o desplaza su contenido al siguiente flip-flop cuando
ocurre un pulso de reloj, pero el siguiente estado del primer flip-
flop (A en este caso) es alguna función del estado presente de
otros flip-flops. Como las ecuaciones estado son muy simples,
de
el flip-flop más conveniente usar es el tipo D.
de
Las funciones de entrada del flip-flop para este circuito se
toman directamente de las ecuaciones estado, con la siguiente
de
variable de estado remplazadapor la variable de entrada del flip-
flop:
DA:C@D
DB: A
DC: B
DD: C
El circuito puede construirse con cuatro flip-flops D ¡' una com-
puerta OR-exclusiva.
E c u a c i o n e s e e s t a d o c o n f l i p - f l o p sJ K *
d
La ecuación característica para el flip-flop JI( se deriva en la Figura
6-6(d):.
e Q+ t ) : ( J ) e , ( K , ) e
+
Las variables de entrada J y K se encierran en paréntesis, de tal manera
que no se confunda los té¡minos AND de la ecuación característica con la
convención de dos Ietras las cuales se han usado para representar las
variables de entrada de los flip-flops.
El circuito secuencial puede derivarse directamente de las ecuaciones
de estado sin tener que dibujar la tabla de excitación. Esto se hace por
medio de un proceso de apareamiento entre la ecuación de estado para
cada flip-flop y la ecuación general característica del flip-flop J1(. El pro-
ceso de apareamiento consiste en manipular cada ecuación de estado
hasta que esté en la forma de ecuación característica. Una vez que se hace
esto, las funciones para las entradas J y K pueden ser extractadas y sim-
plificadas. Esto debe hacerse para cada ecuación de estado listada, y su
nombre de variable de flip-flop A, B, C, etc., debe remplazar Ia letra Q en
Ia ecuación característica.
tEsta parte puede
omitirse sin pérdida de continuidad.
258 LoGIcA SECUENCIAL CAP. 6
Una ecuación de estado dada para e (¿+ 1) puede expresarsecomo
función de Q y Q'. A menudo,o Q o Q'o ambasestárían ausentes la ex-
en
presión de Boole. Es necesarioentoncesmanipular la expresiónalgebrai-
camente hasta que Q v Q'se incluyan en las posibilidádes que pueder\"t
encontrarse.
EJEMPLO 6-5; Diseñar un circuito secuencialcon los flip-
flops JI( para satisfacer las siguientesecuaciones estado:
de
A(t + l): A'B'CD + A'B'C + ACD + AC'D'
B(t + l): A'C + CD' + A'BC'
C(t+t):3
D(t + l): D'
Las funciones de entrada del flip-flop A se derivan por este
método rearreglandola ecuación de estado y apareándolácon la
ecuacióncaracterística la siguientemanera:
de
A ( t + t ) : ( B , C D + B , C ) A ,+ ( C D + C , D , ) A
: (J)A' + (K')A
De ia igualdad de estas dos funciones,se deducen las funciones
de entrada del flip-flop A como:
J : B,CD + B,C: B,C
Y: (CD + C'D')' : CD' + C,D
La ecuación de estado para el fl,ip-flop B puede rearreglarse
de la siguientemanera:
B(t + l) : (A,C + CD,) + (A,C,)B
Sin embargo, esta forma no es adecuadapara aparearla con la
ecuación característicaporque la variable B, está faltando. Si a
la primera cantidad en paréntesisse le aplica la función AND con-
juntamentecon (B'*B), la ecuación permanece igual, pero con la
variableB' incluida. Entonces:
B(t + t): (A'C + CD,)(B,+ B) + (A,C,)B
: (A,C + CD,)B,+ (A,C + CD, + A'C,)B
: (J)8, + (K,)B
De Ia igualdad de estas dos funciones,se deducen las funciones
de entradapara el flip-flop B:
J: A,C + CD,
y: ( A ' C + C D , + A , C , ) ,: A C , + A D
REFERENCIAS259
como
La ecuación de estadopara el flip-flop C puede manipularse
sigue:
C ( r + t ) - - S '- B ( C ' + C ) : B C ' + BC
: ( J ) C '+ ( K ' ) C
Las funciones de entrada del flip-flop C son:
J:B
K: B'
puede ser
Finalmente, la ecuación de estado del flip-flop D
manipulada para el propósito de apareamiento de la siguiente
D(t ,,_:!r,,r:r,,
manera:
+
i ,i rrl
lo cual da la función de entrada:
J:K:l
y
Las tünciones de entrada derivadas pueden acumularse
listarseconjuntamente.Laconvencióndedosletrasparadesig-
narlauu,iabt\"deentradadelflip-flop,nousadaenlaanterior
derivación, se usa a continuación:
JA: B,C KA: CD,+ C,D
JB: A,C + CD, KB: AC, + AD
JC: B KC: B'
JD: I KD: I
alterno pa-
El procedimiento de diseño introducido aquí es un método
ra determinar las trrr\"lont. de entrada del flip-flop del circuito secuencial
parc usar este procedimiento cuando un
;;^\"d\" se usan flip_¡1oo, JK.
es nece-
ái;g;;-\" de estado o tábla de estado se especifica inicialmente,
por el procedimiento esbo-
,urñ q\"\" Ias ecuaciones de estado se deriven
para encon-
,uao u\" la Sección 6-4. El método de la ecuación de estado
trar las funciones dá l\"tr\"d\" del flip-flop puede extenderse para cubrir
de no importa'
estados sin usar los cuales se considéran como funciones
Los términos mínimos de no importa se escriben en la forma de una ecua-
de la ecuación
ción de estado y se -a.,ipulan Éasta que estén en la forma
característica para el flii-flop particular considerado' Las funciones J y
mínimos
K en Ia ecuación de estado denó importa se toman como términos
un flip-
de no importa cuando se simplificutt lu. funciones de entrada de
flop particular.
R E F E E N CA S
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PROBLEMAS
6-1' lógicode un flip-flop -RStemporizado cuatro
con compuer-
|;SntirtLtma
6-2' Dibujeel diagramarógico un flip-flopD temporizado compuertas
de con AND
v NOR.
6-3' Demuestre el frip-flop temporizado
que D de la Figura6-5(a)
puede
simplifi_
carseen una compuerta.
6-4' considere un flip--flop JK' es decir un
flip-flop JK con un inversor entre la
entrada externa K' y la entrada interna
K.
(a) Obtengala tabla característica
del flip-flop.
(b) Obtengala ecuacióncaracterística.
(c) Demuestreque atando las
dos entradas externas entre sÍ se forma
flip-flop D. un
6-5' un flip-flop con.entradan1inciq11 puesta
de a uno, tiene entradasde puesta
a.uno v de puesta a cero. Esta difiere ^d\"
r;flip-¡i;;;;;;;;\"\".ional en que
uno y a cero simultáneamente, et tiip-nop
;H\"\"ffi.a comá resultado ,u pá.,-
(a) Obtenga ,\" ,ilti...:i1.1.:i.r].1 y ecuación característica de un flip-flop
con dominio de puesta a uno (set_dominate).
(b) obtenea el diagrama lógico
de un flip-flop con dominio de puesta a
asincrónico. uno
P R O B L E M A S2 6 1
6-6. obtenga el diagrama lógico de un flip-flop JK maestroesclavocon compuer-
tas AÑD y NOR. Incluya una provisiónpara ponera uno y a ceroel flip-flop
asincrónicamente (sin reloj).
6-7. Este problema investiga la operacióndel flip-flop JK maestroesciavoa tra-
vés de la transición binaria en las compuertasinternas de la Figura 6-11.
Evalúe los valores binarios (0 ó 1) en las salidas de las nueve compuertas
cuando las entradas del circuito van a través de la siguientesecuencia:
(a) CP:0, Y:0, Q:0 YJ:K:r.
(b) Después que CP vaya a 1 (Ydebe ir a uno; Q permanece 0).
de en
(c) Después que CP vaya a 0 e inmediatamente
de después iráa 0 (Q debe
J
ir a 1; Y quedasin afectarse).
(d) Después que CP vaya a 1 de nuevo (Y debe ir a 0).
de
(e) Despuésde que cP vaya de vuelta a 0 e inmediatamente después eso
de
K v a y a a 0 ( Q d e b ei r a 0 ) .
(f) Todos los pulsos que se sucedenno tienen efecto siemprey cuandoJ y
K permanezcan 0. en
6-g. Dibuje el diagrama lógico (mostrandotodas ias compuertasde un flip-flop
D maestroesclavo.Use compuertas NAND.
6-9. Conecte un terminal de puesta a cero (clear) asincrónicoo las entradasde
Ias compuertas y 6 del flip-flop de la Figura 6-12.
2
(a) Demuestreque cuando el terminal de puesta a cero es 0, el flip-flop se
pone a cero y permaneceasí independientemente dos valores de las
de
entradasCP y D.
(b) Demuestreque cuando Ia entrada de puesta a cero es 1, no tiene efecto
en las operaciones normalestemporizadas.
6-10. El sumador completode la Figura P6-10recibe dos entradasexternasr y y;
Ia tercera entrada z viene de la salida del flip-flop D. El arrastre de salida
(carry output) se trasfiere al flip-flop en cada pulso de reloj. La salida ex-
terna S dá la suma de x, y y z. Obtenga la tabla de estadoy el diagrama
de estadodel circuito secuencial'
Figura P6-10
6-11. Deduzca la tabla de estado y diagrama de estado del circuito secuencial de
la Figura P6-11. ¿Cuál es la función del circuito?
262 L O G I C AS E C U E N C I A L
CAP. 6
Figura P6-ll
6-12. un circuito secuencialtiene cuatro flip-flops A, B, c y D y
una entrada ¡.
Este se describe por medio de las siguie.,tes .c,racio.reri
A(t + t): (CD, + C,D)x + (CD + C,D,)x,
B(t + t¡: 1
C(t+t):B
D(t+t):C
( a , obtenga la secuenciade estados cuando
r: r, comenzarrdo
desde el
estado BCD:0001.
A
( b ) obtenga la secuenciade estadoscuando r:0
comenzando
desdeel es-
t a d oA B C D : 0 0 0 0 .
6-13. lln circuito secuencialtiene dos flip_flops(A V B), dos entradasr y y, y una
salida z. Las funcionesde entrada-aetitip-rtóp yiu. r\"\".iones de
salida del
circuito son las sizuientes:
JA:xB+y,8, f,q : xy'B'
JB: xA, K B : x y '+ A
z: xyA * x,y,B
Obtengael diagrama lógico, la tabla de estado, el diagrama de estado y las
ecuaciones estado.
de
6-14. Reduzca el número de estados en la siguiente tabla de
estado y tabule la
tabla de estado reducida.
Estado siguiente Salida
Estado
presente x:0 x:l x:0 x:l
a JI 0 0
b dc 0 0
c Je 0 0
d 8a I 0
e dc .0 0
f lb I I
I sh 0 I
h ga I 0
PROBLEMAS 263
6 . 1 5 ' C o m e n z a n d o c o n e l e s t a d o o d e l a t a b l a d e e s t a d o e n e l P r o de eentrada 4 , e n .
b] ma6-1
la secuencia
cuentre la secuencia de salida generada con
01110010011.
6-16.RepitaelProblema6.lsusandolatablareducidadelProblema6-14.De-
de salida'
muestre que se obtiene la misma secuencia
6 - | T . s u b s t i t u y a l a a s i g n a c i ó n b i n a r i a - 2 d e l a T a b l a 6 - S a l o s asignación n l a T a b l3.
e s t a d o s e binaria a
6_4 y obteng^ l;t?;i; de estado binario. Repítalo con la
6-13.obtengalatabladeexcitacióndelflip-flopJK'descritaenelProblema6-4.
6-19.obtengalatabladeexcitacióndeunflip-flopcondominiodepuestaauno
(set-dJminate) descrita en el Problema 6-5'
y una salida. Ei diagrama de es-
6-20. un circuito secuencial tiene una entrada con (a)
tado se muest;;; iu riguru p6-20. Diseñe un circuito secuencial
ifio-¡oo. ?, (b) flip-flops 'RS v (c) flip-flops Jl('
6 - 2 | . D i s e ñ e e l c i r c u i t o d e u n r e g i s t r o d e 3 b i t s q u e c o n v i e r t e - e l n iam e r o a c u ¡: u .1'
ú entrada m
duj cuando
lado en .f ,.gi.irl a su valo\"r de complemeto
Losflip-flopsdelregistrosondeltipofisT'Esteflip-floptienetresentradas:
d o s e n t r a d a s t i e n e n c a r a c t e r í s t i c a s R s y u n a t i e n e . c a r a c t e r í s t i c a sentrada
T.Las
entradas nS *.-\"ü\" pu* f.á.f\"tir el nú\"mero de 4 bits cuando una
para la conversron'
}: 1. Use la entrada ?
6.22.RepitaelEjemplo6.lconIaasignaciónbinariaSdela'|abla6.5.Uselos
flip-flops JK.
6-23. Diseñe un contador BDC con flip-flops JK'
0/0
001
0/0
I/1
r00 ll
0/o
t/r 0/0 / /oto
010/
lt/
000
Figura P6-20
6.24.Diseñeuncontadorquecuentedígitosdecimalesdeacuerdoalcódigo2'4'
2, 1, (Tabla 1-2)' Use fliP-floPsT'
la siguiente secuenciabinaria
G-ru. Diseñe los contadoresbinarios que tienen
!' repetida. Use fliP-floPs JK'
i
2il L o G I c AS E C U E N c I A L
(a) 0, 1,2
CAP 6
J
(b) 0, 1, 2, 3, 4
(c) 0, 1,2,3, 4, b,6
6-26. Diseñe un contador-con la siguiente
s e c u e n c i ab i n a r i a : 0 , 1 , l i , 2 , 6 , 4 , 5 , i y
repetición. Use flip_flops r?S.
6-27' Diseñe un contador con la siguiente
s e c u e n c i ab i n a r i a : 0 , 1 , J , i , 6 , 1 y repe-
tición. Use flip-flops ?.
6 - 2 8 ' D i s e ñ e u n c o n t a d ' r - - c - o na s i g u i e n t e
l s e c u e n c i aL ¡ i n a r i a : 0 , 4 , 2 , 1, 6 y repeti-
ción. Use flip-flops J1(.
6-29. Repita el Ejemplo 6-5 usando flip-flops
D.
6-30' Verifique el circuito obtenido en el Ejemplo
6-b usando el método de ra tabla
de excitación.
6-31' Diseñe el circuito secuencial descrito por
medio de las siguientes ecuaciones
de estado. Use flip-flops JK.
A(t + l): xAB+ yA,C+ ry
B(t + l): xAC+ y,BC,
C(r+ l): x'B+ yAB,
6-32' (a) Deduzca las ecuaciones estado para
cle el circuito secuencialespebifica-
do en la Tabla 6_6,Sección6-5. Liste lo.stérminos a.,\"l.rp\".ta.
las funcionesde ent_rada ros flip-frops (b) Deduzca
de a partir de ras ecuacrones esta-
de
do (v ros términos_de importa) ,\"un¿o
no ei método ;b.;;;\" en el Ejemplo
6-5. Use flip-flops JK.
Registros,conta o res
d
y unidad de memoria
¡i\"¡i1.,f..',.r
.='
7-1 INTRODUCCION
Un circuito secuencial temporizado consiste en un grupo de flip-flops y
compuertas combinacionales conectados para formar un camino de reali-
mentación. Los flip-flops Son esenciales porque, en su ausencia, el circuito
se reduce a un circuito puramente combinacional (siempre y cuando no
haya un camino de realimentación). Un circuito con flip-flops solamente
se considera un circuito secuencial aun en la ausencia de compuertas
combinacionales.
un circuito MSI que tiene celdas de almacenamiento dentro de él es
por definición un circuito secuencial. Los circuitos MSI que incluyen flip-
flops .r otras celdas de almacenamiento se clasifican comúnmente por la
función que ellas realizan en vez de por el nombre \"circuito secuencial\".
Estos circuitos MSI se clasifican en una de tres categorías: registros,
contadores o memorias de acceso aleatorio. Este capítulo presenta varios
registros y contadores obtenibles en la forma de CI y se explica su opera-
ción. La organiZación de la memoria de acceso aleatorio se presenta tam-
bién.
IJn registro es un grupo de celdas de almacenamiento binario capaz de
retener información binaria. Un grupo de flip-flops constituyen un registro
ya que cada flip-flop es una celda binaria que acumula un bit de informa-
ción. Un registro de n-bits tiene un grupo de n flip-flops y tiene capacidad
de acumular cualquier información binaria que contiene n bits. Además
de Ios flip-flops, un registro puede tener compuertas combinacionales que
ejecutan ciertas tareas de procesamiento de datos. En su definición más
general, un registro consiste en un grupo de flip-flops y compuertas -que
afectan su transición. El flip-flop retiene información binaria y las com-
puertas controlan cuándo y cómo se trasfiere la nueva información al re-
gistro.
Los contadores se introdujeron en la Sección 6-8. Un contador es
esencialmente un registro que pasa por una secuencia predeterminada
de estados después de la aplicación de pulsos de entrada. Las compuer-
tas en un contador se conectan de tal manera que se produce una secuen-
cia preestablecida cie estados binarios en el registro. Aunque los contado-
\\
266 R E G I S T R o S o N T A D o R E S U N I D A DD E M E M o R I A
c, Y CAP 7
res son un tipo especial de registro, es común diferenciarlos dándoles un
nombre especial.
Una unidad de memoria es una colección de celdas de almacenamiento
conjuntamente con los circuitos asociados necesarios para trasferir la
infbrmación de entrada y salida. Una memoria de acceso aleatorio (RAM)
difiere de una memoria de solo lectura (ROIVI) en que una RAM puede
trasferir la información acumulada hacia afuera (lectura) y también es
capaz de recibir nueva información para almacenamiento (escritura). Un
nombre más adecuado para tal memoria podría ser memoria de Lecturu
y escritura.
t
Los registros, los contadores y las memorias se usan externamente
en el diseño de sistemas digitales en general y computadores digitales en
particular. Los registros pueden usarse también para facilitar el diseño
de circuitos secuenciales. Los contadores son útiles para generar variables
de tiempo para temporizar y controlar las operaciones en un sistema digi-
tal. Las memorias son esenciales para almacenar los programas y los datos
I
en un computador digital. EI conocimiento de las operaciones de estos
componentes es indispensable para la comprensión de la organización y
diseño de los sistemas digitales.
7-2 REGISTROS
varios tipos de registros
estándisponibles circuitosMSI. El circuito
en
más simple es aquel que consiste en flip-flops sin ninguna compuerra ex-
terna. La Figura 7-1 muestra tal registro construido con cuatro flip-flops
tipo D y un pulso de reloj común de entrada. El pulso de reloj de entrada,
cP, habilita todos los flip-flops de manera que Ia información disponible
al presente en las cuatro entradas pueda ser trasferida al registro de 4
bits.'Las cuatro salidas pueden ser cateadas para obtener Ia información
acrrmulada en el registro.
I3
Figura 7-1 Registro de 4 bits
La forma en que los flip-flops de un registro se disparan es de supre-
ma importancia. Si los flip-flops se construyen con compuertas retenedo-
ras tipo D (gated D-type latches) como en la Figura 6-5, la información
presente en la entrada (D) de datos se trasfiere a la salida Q cuando el
habilitador (cP) es 1. cuando cP va a cero, la información que estaba
R E G I S T R O S6 7
2
sEc.7-2
presenteen la entrada de datos justamente antes de la transición es re-
ienida en Ia salida Q. En otras palabras los flip-flops son sensiblgt*u lu
que.CP: t'
á\"r*i¿\" dei pulso, y el registro\"e ttabihta durante el tiempo
Un registro qrr\" .urponde á la duración del pulso se _llama comúnmente
;;*p;;;;t ,\"irn\"doíi (gated latch), v la enlrada CP se marca con la
uu.iuUt\" G (en vez de CF). los retenedores útiles para almacenamiento
son
un destino ex-
i\"\"rp\"ráf de Ia información binaria que se va a trasferir a
el diseño de circuitos secuenciales que tienen
terno. No se deben usar en
conexiones realimentación.
-- de
en el
C;;\" ,e e\"pliá-\"n la Sección6-3, un flip-flop puedeser usado
temporizadossiempre y cuando sean sen-
¿ire¡o áe circuüOs selue-nciáles
pulso. Esto signi-
.rbi;r'a la transiciO\"'Oripút.q u., ueZde la duración del
ii;;\"\" los flip-flops en ei registro debenser del tipo de.disparopor flanco
;';;;;r;;i\"f!t\".'N\".malmJnte no es posibledistinguir en un diagrama
por
i¿gü'.;6\"d\"';\" flip-flop es un retenedor de compuerta, se dispara
gráficos de las tres son
flanco ó es maestro erclávo, porque los símbolos
a la unidad'
ig\";i;. La distinción debe hácersea partir del nombre dado
ü;;;;p\" de flip_flopssensibles a duración de pulso se.llaman por lo gene-
sensiblesa
ral-un retenedor(l;tch), mientras que un grupo de flip-flops
a\" p\"f.i, se llaman ,n ,\"gittro.* Un registro puede ser siempre
i¡;\".i.i¿l
con el fin
remplazadopor un ,\"tenedor, si el remplazose hace con cuidado
á\" á.\"gururr. qu\" las salidas del retenedor nunca vayan a otras entradas
deflip.flopsqueesténactivadasconelmismopulsoderelojcomún.Err
que cualquier grupo de
iu, ai...,.iones subsiguientes, asumirá siempre
se
son
hip i\"ñ dibujados ónstituye un registro v que !od9s los flip-flops
del tipo de disparo por flanco o maestro \".\"luub. Si el registro es sensible
(latch)'
u-tu arr.u\"ión del ptiro' será tratado como un retenedor
R e g i s t r oc o n c a r g a e n P a r a l e l o
como la
La trasferenciade nueva información a un registro se denomina
carga del registró. si-!-g!os los bits del registro se cargan simultáneamen-
;;;;\";\" sio pulro de'reloj, se dice q.r\" lu carga_se hace en paralelo.Un
\"bp
p\"fr. a la entrada a\"t .egi.tto de _la Figura 7-1 cargarátod¿s
iu. entradas en paralelo. En esta configuración,el pulso de reloj
\"pfi\"ado
debe aislarse del terminal CP si el contenido del registro se debe dejar
\"rruiro
sin cambio. En otras palabras, Ia entrada CP actúa como una señal de
habilitación Ia cual co.ttrola la carga de la nueva información al registro'
Cuando CP va a 1, la información de entrada se carga al registro. Si 9P
p.t-u\"\".. en 0, el contenido del registro no cambia. Nóteseque el gampio
de estadoen la entrada ocurre en el flanco positivo del pulso. Si el flip-flop
cambia de estado en el flanco negativo, habrá un pequeñocírculo debajo
del símbolo de triángulo en la entrada CP del flip-flop'
La mayoría de Tos sistemas digitales tienen un generadorde pulsos
pul-
de reloj maestro que suministra un tren de pulsos de reloj. Todos los
*or ¿. reloj se upii.un a todos los flip-flops y registros en el sistema. El
*Por 7 ' 1 1 7 5e s
ejemplo el cI tipo 7475es un retenedo¡ de 4 bits, mientras que el cI tipo
un registro de 4 bits.
268 REGISTROS.
CONTADORES
Y UNIDAD MEMORIA
DE CAP.
7
generadorde pulsos de reloj maestro actúa como
una bomba que suminis-
tra un ritmo a todas las partes del sistema. una seiral de
control separada
decide e.ntonces qué pulso de reloj específico tendrá un erectoen un regis-
tro particular. En tal sistema, los pulios de reloj debenser,
con¡untamente
con la señal de control, aplicadosá un, .o-pueit, AND pár\" qu\"
ra salida
de esta última se aplique al terminal cp d;l .\"gi.f.o-r;;trado
gura 7-1. cuando la señal de control es 0, la saliáa en la Fi_
de la compuertaAND
será 0 y la información almacenadaen el registrop..Áun.cárá
sin cambiar.
Solamentecuando la señal de control 1, er pulso de reloj p\".u.l fo, '{
\". -u¡t
la compuertaAND y llegará al terminal cp pára.iru l\" nu\"uu
información
s€ cargue al registro. Tal variable de controi se lllma terlÁinaL
de control
de carga.
El colocar una compuerta AND en.el camino de los pulsos
de reloj
significa que la lógica se ejecuta con pursos de reloj. Ei-ágr\"gu,
compuer-
tas lógicas produce
.retardos _de propagaciónentre ér g\"*?\"a\", ¿er prrl.o
maestro y las entradas de reloj de los flip-flops. para \"sincronizar
comple_
I
Carga
Figura 7-2 Registro de 4 bits con ca¡ga en paralelo
\\
sEc. 7-2
tamente un sistema es necesarioaseg¡rarseque todos los pulsos de reloj
REGISTROS269 t
f
f
llegan al mismo tiempo a todas las entradas de todos los flip-flops de-tal
,rruLr\".uque todas cambian simultáneamente. Al ejecutar lógica con pulsos
de reloj se introducen demoras variables que pueden sacar al sistema de
sincronlsmo. Por esta razón, es aconsejable(pero no necesariosiempre y
cuando la demorano se tenga en cuenta) aplicar pulsosde reloj directamen-
te a todos los flip-flops y controlar la operacióndel registrocon otras entra-
das, tales como las entradasS y ft de un flip-flop RS.
Un registro de 4 bits con un terminal de control de carga a base de
flip-flops ñs .. muestra en la Figura 7-2. El terminal cP del registro re-
ciüe pul.os sincronizadoscontinuos los cuales se aplican a todos los flip-
flops. El inversor en el camino de CP causa que todos los flip-flops se dispa-
Carga
}H
t.it
ir
ii{
l;1
l5 i
rti-
,li ¡
uti
Borrado l+
lir
¡t
Figura 7-3 Registro con carga en paralelo con flip-flops D $
rli
H
:3
270 R E G I S T R o S ,o N T A D o R E SY U N I D A D D E M E M o R I A
c CAP, 7
ren por el flanco negativo de los pulsos entrantes. El propósito del inversor
es reducir la carga del generador de pulsos maestros. Eslo es debido a que
el terminal CP se conecta solamente a una compuerta (el inversor) en vez
de a las entradas de las cuatro compuertas qne .e hubieran podiáo nece-
sitar si las conexiones se hubieran hecho directamente a loi terminales
cie reloj de los flip-flops (marcados con pequeños triángulos).
El terminal de borrado (clear) o de puesta u ceio va a un terminal
especial en cada flip-flop a través de una compuerta separadora no inver-
sora (noninverting buffer gate). Cuando este terminal va a 0 el flip-flop
se borra asincrónicamente. La entrada de puesta a cero se usa p\"ru il\"rrui
al registro a ceros antes de la operación en cadencia. La entredá de puesta
a cero debe mantenerse en 1 durante las operaciones normales tempori-
zadas (ver Figura 6-14).
El terminal de carga pasa a través de una compuerta separadora (para
reducir la carga) y a través de una serie de compuértas ANb va a los-ter-
minales I y s de cada flip-flop. Aunque los pulsos de reloj están presentes
continuamente, en el terminal de carga que controla la óperación del re-
gistrc. Las dos compuertas AND y el inversor asociado con cada terminal
1 determinan los valores de ^R y s. si el terminal de carga es 0, ambos R
y s son cero, y no ocurrirá cambio de estado con ningún pulso de reloj.
Así, la señal del terminal de carga es una variable de controi la cual puedl +
prevenir cualquier cambio de información en el registro siempre qué esté
su señal en 0. Cuando el control de carga vaya a l-. las entradas 1, hasta
1., especificarán qué información binaria se carga al registro en el siguien-
te pulso de reloj. Para cada 1 que sea igual a 1, las entradas del flip-flop
c o r r e s p o n d i e n t e ss o n s : 1 , R : 0 . Para cada 1 que sea igual a 0, lás en-
t r a d a s d e l o s f l i p - f l o p s c o r r e s p o n d i e n t e ss o n S : 0 , n : 1 . Así, el valor de
la entrada se trasfiere al registro, si el terminal de carga es 1, el terminal
'Je borrado es 1, y el pulso de reloj pasa de 1 a 0. Este tipo de
trasferencia
se llama trasferencia de carga en paraLelo porque todos los bits se cargan
simultáneamente. Si la compuerta separadora asociada con la entrada de
carga se cambia a una compuerta inversor, entonces el registro se carga
cuando el terminal de carga es 0 y se inhibe cuando es 1.
un registro con-carga paralela puede ser construido con flip-flops D
como se muestra en la Figura 7-3. Los terminales de reloj y de borradó son
los mismos que antes. cuando el terminal de carga i, lu, entradas 1
s-etrasfieren al registro en el pulso siguiente de reloj. \".\" Cuando el terminal
de carga es 0, las entradas del circr.¡ito se inhiben y ios flip-flops D se car-
gan con su valor presente, manteniendo así el contenido del iegistro. La
conexión de realimentación en cada flip-flop es necesaria cuarráo se usa
del tipo D ya que el flip-flops tipo D no tiene una condición de entrada de
\"no cambio\". La entrada D determina el siguiente estado de la salida con
cada pulso de reloj. Para dejar la salida sin cambiar, es necesario hacer
la entrada D igual a la salida presente Q en cada flip-flop.
Configuración con lógica secuencial
Se trató en el Capítulo 6 que un circuito secuencial temporizado consiste
en un grupo de flip-flops y compuertas combinacionales. Como los resistros
Valor de estado siguiente
Registro
C ircuito
combinacional
Salidas
Figura 7-4 Diagrama de bloque de un circuito secuencial
es convenientealgunas
están disponiblesfácilmente como circuitos MSI,
veces emplear un registro como parte d.e.un
-áá'Utoqrr\" circuito secuencial'un dia-
;;;;\" de irn circuito secuencialque usa u¡ registro se muestra
:;il risr;\\-a. El estado presente del registro y las entradas externas
y los valores. de las salidas
determinan el siguienle estaio del registro\"
el siguiente estado
externas. Parte del ci.\"uito combinaciánal d-etermina
y la otra parte generála. sulidas. El siguiente valor del estadodel circui-
pulso de reloj' Si el registro
to combinacionalse cargaen el registroóott un
tiene un terminal ¿\" li.gu, te dJbe establecera 1; de otra manera' si el
el siguiente
registro no tiene t\".-i.,\"i á\" .\"rgu (como en la Figut&'i-'t\\,
valor del estado será trasferido automáticamenteen cada pulso.de reloj'
secuencial puede
La parte de ciicuito combinacionalde un circuito
ser ejecutada por.\"\"rq\"i.t\" de losrnétodos discutidos en el capítulo 5'
Se puedeconstruir;;;;;*p\";rtas.SSI con ROM' o con trn arreglológico
registro,es posible reducir-el diseño de un
o-ár\"rrá¡i\" tplnl.-ü.u\"ao^un conectadoa un registro'
cicuito secuencialal de un circuitó \"o-'bittu.ional
cuya tabla
EJEMPLO 7-I: Diseñar un circuito secuencial
de estadose lista en Ia Figura 7-5(a)'
42. una en-
La tabla de estado eJpecificados flip-f loPSA r Y
y' Ét tiguiente.estado e información de sa-
trada r y una
\".t.uáa
iidu .\" o\"bti.tt\" directamentede la tabla:
A,(t + l) : )(4, 6)
Ar(t + l) : )(1, 2,5,6)
y(Ap Az,x) : )(3, 7)
A\" At y
Los valores de términos mínimos son para las salidas
r, i\". .\"^i\"s son el estado presentey las variablesde entrada' Las
il;;io\".; para el siguiente v la salida pueden ser simpli-
\"*iráo
ficadaspoi medio de maPasPara dar:
At(t + l): Aé'
A z Q+ l ) : Az@x
l:Azx
EI diagramalógicose muestraen la Figura 7-5(b)'
271
Estado Entra Estado
presente da siguiente Salrda
At A2 x At A2 v
000 00 0
001 0l 0
010 0l 0
011 00 I
100 l0 0
l0l 0l 0
ll0 ll 0
lll 00 I
(a) Tabla de estado
(b) Diagrama lógico
Figura 7-b Ejemplo de configuración de un circuito secuencial
Tabla de verdad de la ROM
Di¡ección Salidas
r23 123
000 000
001 010
010 010
0ll 001 I I
100 100
l0l 010 2 2
rl0 rl0
lll 001
3 3
Figura 2-6 Circuitosecuencial usaun registro
que y una ROM
EJEMPLO Z-2: Repítase el Ejemplo T_1 p€ro úsese ahora
una ROM y un registro.
La ROM puede usarse para configurar el circuito combina_
cional y el registro suministiará los nfo-nops. El número
de en-
tradas de la RoM es igual ar número ae nii-rtops más
el número
de ent¡adas externas. El número de saridas de ia RoM
es igual
al nilmero de flip-flops más el número de salidas externas.
En este
caso se tienen tres entradas y tres salidas de ra RoM;
de tar for-
ma que su tamaño puede ser de g x 3. La configuración
se muestra
en la Figura 7-6. La tabla de verdad de la RdM
es idéntica a la
tabla de estado.\"o.\" .,entradas,,
:\":t_4o presente\" y especifican-
do la dirección de la RoM y él \"estado.ig,ri\".,tr;y
las,,salidas,,
que especifican las salidas de la RoM. Los
valores del estado si_
g'iente deben ser conectadosde las salidas
de la RoM a las en_
tradas del registro.
7-3 R E G I S T R O SE D E S P L A Z A M I E N T O
D
Un registro capaz de desplazar su información binaria
hacia la izquierda
o hacia la derecha se llama registro de desplazamiento.
ia confieuración
272
sEc.7-3 R E G I S T R O D E D E S P L A Z A M I E N T O7 3
S 2
lógica de un registro de desplazamiento consiste en una cadena de flip-
flops conectados en cascada, con la salida de un flip-flop conectado a ia
entrada del siguiente. Todos los flip-flops reciben un pulso de reloj común
el cual causa el deplazamiento de un estado al siguiente.
El registro de desplazamiento más sencillo es aquel que usa solamente
flip-flops como se muestra en la FiguraT-i.La salida Q de un flip-flop dado,
se conecta a la entrada D del flip-flop a la derecha. Cada pulso de reloj
desplaza el contenido del registro un bit en posición a Ia derecha. La en-
trada seríal determina qué va en el flip-flop de la extrema izquierda duran-
te el desplazamiento. La salida seriaL se toma de la salida dei flip-flop de
la extrema derecha después de la aplicación de un pulso. Aunque este re-
gistro desplace su contenido a la derecha, si se voltea la página se observa
que el registro desplaza su contenido a la izquierda. Así un registro de
desplazamiento unidireccional puede funcionar como un registro de des-
plazamiento a Ia derechao a Ia izquierda.
El registro en la F'igura 7-7 desplaza un contenido con cada pulso de
reloj durante el flanco negativo del pulso de transición. (Esto es indicado
por el pequeño círculo asociado con la entrada de reloj en todos los flip-
flops.) Si se requiere controlar el desplazamiento de tal manera que ocurra
solamente con ciertos pulsos pero no con otros, se debe controlar el ter-
m i n a l C P d e l r e g i s t r o . S e m o s t r a r á m á s a d e l a n t e , q u e l a s o p e r a c i o n e sd e
desplazamiento pueden ser controladas a través de las entradas D de los
flip-flops en vez de a través del terminai CP. Si se usa el registro de la
Figura 7-7 se puede controlar el desplazamiento por medio de una com-
puerta AND como se muestra a continuación.
Trasferencia en serie
Se-,dice que un Si;!e-¡4e digital operq en modo serie cuando la información
seJrasfieie.y,g.e ^á\"ipu1á-un bit ea cadá iiempo. EI conte\"iaó a\" un\"re-
gistro se trasfiere a otro desplazando los bits de un registro al siguiente.
La información se trasfiere bit a bit, uno cada vez desplazando los bits
del registro fuente hacia el registro de destino.
La trasferencia en serie de la información del registro A al registro B
se hace con registros de desplazamiento, como se muestra en el diagrama
de bloque de la Figura 7-8(a). La salida serial (S0) del registro A va a la
entrada serial (SI) del registro B. Para prevenir la pérdida de información
almacenada en el registro fuente, al registro A se le hace circular su infor-
mación conectando la salida serial a su terminal de entrada serial. El con-
Entrada Salida
serial serial
Figura 7-7 Registro de desplazamientcr
274 R E G I S T R O S ,O N T A D O R E Y U N I D A D D E M E M O R I A
C S CAP. 7
tenido inicial del registro B es desplazado hacia afuera a través de su
salida serial y se pierde a no ser que se desplace a un tercer registro de
desplazamiento. La entrada de control de desplazamiento determina cuán-
do y cuántas veces se desplazan los registros. Esto se hace por medio de
la compuerta AND que permite pasar los pulsos de reloj a Ios terminales
CP solamente cuando el control de desplazamiento es 1.
Supóngase que los registros de desplazamiento tienen cuatro bits cada
uno. La unidad de control que supervisa la trasferencia debe ser designada
de tal forma que habilita los registros de desplazamiento por medio de la
señal de control, para una duración de tiempo fija igual a cuatro pulsos
de reloj. Esto se muestra en el diagrama de tiempo de la Figura 7-8(b). La
señal de control de desplazamiento se sincroniza con el reloj y cambia su
+
valor justamente después del flanco negativo del pulso de reloj. Los si-
guientes cuatro pulsos de reloj encuentran la señal de control de despla-
zamiento en el estado 1, de tal manera que Ia salida de la compuerta AND
conectada a los terminales CP, producen los cuatro pulsos Tr, Tr, Tz y
?r. El cuarto pulso cambia el control de desplazamiento a 0 y los registros
d e d e s p l a z a m i e n t os e i n h a b i l i t a n .
Asúmase que el contenido binario de A antes del desplazamiento es
1011 y que el de B es 0010. La trasferencia en serie de A a B ocurrirá en
L
Reloj
Cont¡ol de
desplazamiento
(a) Diagrama de bloque
I
I
I
Cont¡ol de
d6plazamiento
* [LfLfLft
Tl T2 T3 T4
(b) Diagrama de tiempo
Figura 7-8 Trasferencia en serie del registro A al registro B
SEC.7-3 R E G I S T R OD E D E S P L A Z A M I E N T 2 7 9
S O
muestra en la Figura 7-10. El bit de arrastre del sumador completo se tras-
fiere al flip-flop D. La salida de este flip-flop se usa entonces como arrastre
de entrada para el siguiente par de bits significativos. El contenido de los
dos registros de desplazamiento se desplaza a la derecha por un período
de un tiempo palabra. Los bits de suma de Ia salida S del sumador comple-
to pueden ser trasferidos a un tercer registro de desplazamiento. Des-
plazando la suma a A mientras que los bits de A se desplazan hacia el ex-
terior, es posible usar un registro para almacenar el sumando y los bits
de suma. La entrada serial (SI) del registro B es capaz de recibir un nú-
mero binario nuevo mientras que los bits de suma se desplazan hacia afue-
ra durante la suma.
La operación del sumador en serie es como sigue. Inicialmente, los
registros A almacenan el sumando, el registro B almacena el otro suman-
do y el flip-flop de borrado se lleva a 0. Las salidas seriales (SO) de A y B
suministran un par de bits significativos para el sumador completo en r y
y.La salida Q de los flip-flops da el arrastre de entrada z. El control de
desplazamiento a la derecha habilita ambos registros y el flip-flop del bit
de arrastre; de esta manera, en el siguiente pulso de reloj ambos registros
se desplazan a la derecha, el bit suma de S entra en el flip-flop de la ex-
trema izquierda de A, y el arrastre de salida se trasfiere al flip-flop Q.Ei
control de desplazamiento a Ia derecha habilita los registros por un núme.
ro de pulsos de reloj iguales al número de bits en los registros. Para cada
pulso de reloj sucesivo, se trasfiere un bit suma nuevo a A, un nuevo bit
de arrastre a Q y ambos registros se desplazan una vez a la derecha. Este
proceso continúa hasta que el control de desplazamiento a la derecha se
Desplazar
de¡echa
ap
Figura 7-1O Sumador en serie
2& R E G I S T R o S ,o N T A D o R E S U N I D A DD E M E M o R I A
C Y CAP.7
inhabilita. Así, se lleva a cab. la suma pasando cada par
de bits coniu.-
lamente con ei arrastre previo a través de un circuitci sumador
compieto
sencillo y trasfiriendo ia suma, un bit a ia vez, al registroA.
s i e l n ú m e r o n u e v o t i e n e q u e a g r e g a r s ea i c o n t e n i d o d e l r e s i s t r o
;{.
este número debe ser trasferido primero en serie al registro É.
Repitienclo
el proceso u.a vez más se agregará el segundo númeio ar ,úmeri
previo
en A.
comparando el sumador en serie con el sumador en paralelo
descritr.r
e n . l a s e c c i ó n 5 - 2 , s e n o t a n l a s s i g u i e n t e s d i f ' e r e n c i a s .E l
sumador en pa-
ralelo debe usar re.gistros con capacidad de carga en pararelo,
que el sumador serial usa registroi de desplazam]ento.
mientras
b-l-,rú.¡\".n cie cir-
&
cuitos del sumador completo en er sumadoi en paralelo es igual
al númercr
de bits en los números binarios, mientras qrr\" él sumador
en serre requie-
re soiamente un ci¡cuito sumador completo y un flip-flop para
el arrastre.
I'')xcluyendo los registros, el sumado. er.rpaialelo
es un'circuito combina-
cional, mientras que el sumador en serie es un circuito
secuencial. El cir-
cuito secuencial en el sumador serial consiste en
un circuito sumador
completo y un flip-flop que acumula el arrastre de salida.
I
Esta es una ope-
r.ació.nen serie típica porque ei resurtado de una operaci¿\"
de un tiempo
de bit, puede depender no soramente en las entradai p.\"..\"t..
sino en Ias
entradas previas.
Para mostrar que las operaciones de un tiempo der bit
. en los computa-
d . o r e se n . s e r i e r e q u i e r e n u n c i r c u i t o s e c u e n c i a l , s e d i s e ñ a r á
el sumador se_
rial considerandoel circuito secuencial.
EJEMPLO 7-3.. Diseñar un sumador en serie usando el pro-
cedimiento de lógica secuencial.
Primero se debe estipular que dos registros de desplazamien-
to están disponibles para almacenar los números binaiios que
se
agregan serialmente. Las salidas seriales de ios registros
se de-
signan con las variables r y -1. El circuito secuencia\"iqu\"-.\"
rru u
diseñar no incluirá registros de desplazamiento,se colocaran
mas
tarde para mostrar la unidad completa. El circuito secuenciar
adecuado tiene dos entra-das, x y
,- que suministran un par de
b.its s^ignificativos, una salida s que\"genera los bits ,;-u
t ót rtip_
flop Q para almacenar el arrastre. EI estado p..runt,
áu\"q rrr,ni-
nistra.el valor presente del arrastre. El pulso áe reloi q.r,
airpturu
el registro habilita el flip-flop e para cargar el arrástre
nuevo.
Este arrastre es usado con el siguiente par de bits en x y y.
La
3!13 de estado que especifica el circuito secuenciar se da en ra
Tabla 7-3.
El. estado presente de Q es el valor presente del arrastre (car_
ry) El arrastre presente en Q se ugrega conjuntamente
con Ias
entradas r y y para producir el bit suáa en la salida S. EI
siguien_
te estado de Q es equivalente al arrastre de salida. Nótese que
las entradas de la tabla de estado son idénticas a ras
entradas
en la tabla de verdad del sumador completo excepto que el arras-
tre de entrada (input carry) está ahorá presente en el estado
o
\"tabla 7-3 Tabla de excitación para rrn sumador en serie
Estado Estado FJip-flops
presente Entradas siguiente Salida de entrada
a JQ KQ
0 000 0 OX
0 010 I 0x
0 100 I
I OX
0 lll 0 IX
I 00Ó I X1
I 0ll 0 XO
I i0l 0 XO
I lll I XO
y el arrastre de salida (output carry) está ahora en el estado
siguiente de Q.
Si se usa un flip-flop D para Q, se obtiene el mismo circuittl
que el de la Figura 7-10 debido a que los requerimientos de la en-
trada D son los mismos que los valores del siguiente estado. Si
se usa un flip-flop JK paru Q, se obtienen los requerimientos de
excitación de entrada listados en la Tabla 7-3. Las tres funciones
de Boole de interés, son las funciones de entrada del flip-flop para
JQ v KQ y la salida S. Estas funciones se especificanen la tabla
de excitación y pueden ser simplificadas por medio de los mapas:
Figura ?-11 Segunda forma de un sumador en serie
2Bl
JQ: ,y
KQ:x'y':(x+y)'
S:x@y@e
como se muestra en la Figuru 7-!r, el circuito consisteen tres
compuertasy un flip-flop JK. Los dos registrosde desplazamiento
se incluyen también en el diagrama para mostrar el sumador com-
pleto en serie. Nóteseque la salida s es una función no solamente
de r y y sino también del estadopresentede Q. EI siguienteestado
de Q es una función de valores presentes r y ), que resultan de
de
las salidas en serie de los registrosde desplazamiento.
7-4 C O N T A D O R E SD E R I Z A D O
Los contadoresMSI vienen en dos categorías: contadoresde rizado y con-
tadoressincrónicos. En un contadorde rizado, la transiciónde salida del
flip-flop sirve como fuente para disparar los otros flip-flops. En otras pala-
bras las salidas cP de todos los flip-flops (con excepciónde la primeraI
se disparan no por los pulsos de entrada sino por la transició. q.te ocurre
en los otros flip-flops. En un contador sincrónico, los pulsos de entrada se
aplican a todas las entradas CP de todos los flip-flops. El cambio de estado
de un flip-flop en particular es dependientedel estado plesente de otros
flip-flops. Los contadoresMSI sincrónicosse discuten en la siguiente sec-
ción. Aquí se presentan algunos contadorescomunes de rizado MSI v se
explica su operación.
Contador binario de rizado
un contadorbinario de rizado consisteen una conexiónen serie de flip-
flops complementarios (tipo 7 ó JK), con Ia salida de cada flip-flop
\"o.r.\"-
tado a la entrada cP del siguiente flip-flop de mayor orden. El ?tip-nop
que almacena el bit menos significativo recibe los pulsos de cuenta ,1\"
trada. EI diagrama de un contador de rizado binaiio de 4 bits se muestra \"t--
err la F-igura7-12. Todas las entradas J y K son iguales a l. El pequeñ,r
círculo en la entrada CP indica que el flip-flop se complementaduiante Ia
transición del flanco negativoo cuandr¡la salida a la cual está conectada
Figura 7-12 Contador binario de rizado de 4 bits
282
.E
r¡t
Tabla 7-4 Secuencia de cuenta para un contador binario de rizado
i1
i:
I
Secuencia de cuenta Condiciones para complementar los flip-flops
A4 A3 A2 AI
0000 ComplementarAt
0001 ComplementarAt A . l irá de 1 a 0 y complementaA2
0010 ComplementafA,
00ll ComplementarA, A l irá de 1 a 0 y complementa A2 ;
0r00
f-\\^l ComplementarA,
A 2 irá de 1 a 0 y complementa.4,3
0 I 0 -'lo C o m p l e m e n t a r A , A l irá de 1 a 0 y complementa A,
0l f Complementar At
0lll Complementar At A I irá de 1 a 0 y complemerti: 1,, ;
I A2 irá de 1a 0 y complerneriia 1 :
A
^A^l
1000 y así sucesivamente
A3 irá de 1 a 0 y complemenra,4,
va de 1 a 0. Para entender la operación de un contador binario, se debe'
hacer referencia a la secuenciade cuenta dada en la Tabla 7-4. Es obvio
que el bit de más bajo orden A, debe ser complementado con cada pulso
de cuenta. Cada vez que A, va de 1 a 0, este complementa Ar. Cada vez
q u e 4 2 v a d e 1 a 0 , e s t e c o m p l e m e n t a , 4 3 y a s í s u c e s i v a m e n t e .P o r e j e r n -
plo. tómese la transición desde la cuenta 0111 hasta 1000.Las flechas en
Ia tabla enfatizan las transiciones en este caso. A, se complementa con
el pulso de cuenta. Como .41 va de 1 a 0, este dispara 42 y lo complemen-
ta. Como resultado, A2 va de 1 a 0, lo cual a su turno complementa A,. A.¡
va de 1 a 0, Io cual complementa Ar. La transición de salida de A.,,.si se
conecta al siguiente estado, no dispara el siguiente flip-flop ya que ésta va
desde 0 hasta 1. Los flip-flops cambian cada uno a su tiempo en rápida
cadencia y la señal se propaga por el contador a manera de rizo. Los conta-
dores de rizo se llaman algunas vecescon¿odores sincrónicos. a
Un contador binario con una cuenta invertida se llama un contador
bínario decreciente. En este contador la cuenta binaria se disminuye en 1
con cada pulso de cuenta de entrada. La cuenta de un contador decrecien-
te de 4 bits comienza con el binario 15 y continúa con las cuentas binarias
7 4 , 1 , 3 ,1 2 , , 0 p a r a p a s a r d e n u e v o a 1 5 . E l c i r c u i r o d e l a F i e u r a T - 1 2f u n -
c i o n a r á c o m o u n c o n t a d o r b i n a r i o d e c r e c i e n t es i l a s s a l i d a s s e t o m a n d e
los terminales complementados Q' de todos los flip-flops. Si sólo están dis-
ponibles las salidas normales de los f lip-flops, el circuito debe ser modifi-
cado ligeramente de la forma descrita a continuación.
Una Iista de una secuencia de cuenta de un contador binario decre-
ciente muestra que el bit de menor orden debe ser complementado con
cada pulso de cuenta. Cualquier otro bit en la secuenciaes complementa-
do, si el bit previo de menor orden va de 0 a 1. Por tanto, el diagrama de
un contador binario decreciente se ve de la misma forma que el de la Figu-
283
2A R E G I S T R O S ,O N T A D O R E Y U N I D A D D E M E M O R I A
C S CAP. 7
ra 7-r2, teniendo en cuenta que todos los flip-flops se disparan con ei
flanco positivo del pulso. (EI pequeño círculo en la entrada CP debeestar
ausente.) Si se usan flip-flops de disparo por flanco negativo, entonces la
entrada cP de cada flip-flop debe estar conectadaa Ia salida Q' del flip-
flop anterior. Entonces cuando Q vaya de 0 a 1, Q, irá de 1 a 0 y se comple-
mentará el siguienteflip-flop como se requiere.
Contador BDC de rizado
un contador decimal sigue una secuencia diez estadosy regresa 0 des-
de a
pués de Ia cuenta de 9. Tal contador debe tener por Io menos cuatro flip-
+
flops para representar cada dígito decimal, como un dígito decimal se
representapor medio de un código binario con cuatro bits al menos. La
secuenciade estadosen un contador decimal se deduce del código binario
usado para representarun dígito decimal. Si se usa BDC, la secuenciade
estadoses como se muestra en el diagrama de estado de la Figura ?-18.
Esto es similar a un contador binario, excepto que el estado despuésde
1001 (código para el dígito decimal 9) es 0000 (códigopara el dígilo deci-
mal 0).
@-o-@-@-@
ir
it
@-@-@-@*@
Figura 7-13 Diagrama estado un contador decimal
de de BDC
El diseño para un contador de rizado decimal o para cualquier conta-
dor de rizado que no siga la secuenciabinaria no es un procedlmientodi-
recto. Las herramientasformalesdel diseño lógico puedenservir solamente
com-ouna guía. Un producto satisfactoriamenteacabadorequiere la inge-
nuidad e imaginación del diseñador.
El diagrama lógico de un contador de rizado BDC se muestra en la
Figura 7-14.* Las cuatro salidas se designanpor el símbolo Q con un sus-
crito numérico igual a la cargabinaria del bit correspondiente el código
en
BDq Los flip-flops se disparan en el flanco negativo,es decir, cuando la
señal cP va de 1 a 0. Nóteseque la salida de Q' es aplicada a las entradas
cP de ambas Qz y Qs y Ia salida de Qz se aplica a la entrada cp de
Q+. Las entradasJ y K se conectana una señal permanentede 1 a las sa-
lidas de los flip-flops como se muestra en el diagrama.
un contador de rizado es un circuito secuencialasincrónicoy no pue-
de ser descrito por ecuacionesde Boole desarrolladaspara desóribir cir-
cuitos secuencialestemporizados.Las señales que afectan la transición
*Este
circuito es similar al CI tiDo 7490.
Figura 7-14 Diagrama lógico de un contador de rizado BCD
del flip-flop dependen del orden en el cual cambian de 1 a 0. La operación
para las
á.i .o\"tua\". puede ser explicada por una lista de condiciones
irarrriciones dl los flip-flops. Estas condiciones se deducen del diagrama
Iógico y del conocimiento de cómo opera un flip-flop Jll. Téngase en cuenta
:\\ y se po-
cu\"attaola entrada CP va de 1 a 0, el flip-flop se pone a uno si J
ne a cefo si K:1, se complementa siJ: K--1, y se deja sin cambiosiJ:
de
K--0. Las siguientes soi las condiciones para la transición de estado
cada flip-flop:
1. Qr se complementa en el flanco negativo de cada pulso de cuenta.
2. Q2 se complementa si Q, :0 y Q' va de I a 0' Q: se borra si Qt
:1YQr vadela0'
3. Qn se complementa cuando Qz va de 1 a 0'
4. Qe se complementa cuando QnQ,r : 11 y Qr va de 1 a 0' Qt se bo-
rrasiQ, óQ2 es0YQr vadela0'
Para verificar que estas condiciones resultan en Ia secuencia reque-
rida por un contadoi de rizado BDC, es necesario verificar que las transi-
Pulsos
de conteo L-rL-n-[
Ql
n,o o [--l-ln o IT--'_lo -r--l
Q4
o o o -j--!---qji I
Or o o tg
Figura?-lsDiagramadetiempoparaelcontadordecimaldelaFiguraT-14
285
Qs Qa Q2 Q1 Qa Q¿ Qz Qt
I o 2 dígito lo
I
dígito too dígito
Figura 7-16 Diagrama de bloque de un contador BDC decimal de 3 décadas
ciones del flip-flop sigan ciertamente una secuencia de estados como se
especifica por el diagrama de estado de la Figura ?-13. Otra manera de ve-
rificar la operación del contador es deducir el diagrama de tiempo para
cada flip-flop de las condiciones listadas anteriormente. Este diagrama
se muestra en la Figura 7-15, con los estados binarios listados después de
cada pulso de reloj. Q1 cambia de estado después de cada pulso de reloj.
Q2 se complementa cada vez gue Qr va de I a 0 durante el tiempo en que
Q, :0. Cuando Q¡ se vuelve 1, Q2 permanece en 0. Qn se complementa
cada vez eue Qz va de 1 a 0. Q* permanece en puesta a cero durante el
tiempo en que Q, ó Q, es 0. Cuando arnbas Qz y Q* se convierten en 1,
Q, se complementa cuando Q, vaya de I a 0. Q¡ se pone a cero en Ia
siguiente transición de Q, . .l
EI contador BDC de Ia Figura 7-14 es un contador en década, ya que
cuenta desde 0 hasta g. Para contar en decimal de 0 hasta 99 se necesitan
dos contadores en década. Para contar desde 0 hasta 999 se necesitan tres
contadores en década. Los contadores multidécada pueden construirse
conectando ios contadores BDC en cascada, uno para cada década. Un
contador de tres décadas se muestra en la Figura 7-16. Las entradas de
la segunda y tercera décadas vienen de Q* de la década previa. Cuando
Qs en una década va¡ra de 1 a 0, esta dispara la cuenta para la década
contigua de mayor orden mientras que su propia década va de g a 0. Por
ejemplo, Ia cuenta siguiente a 399 será 400.
7.5 CONTADORES SINCRONICOS
Los contadores sincrónicos se distinguen de los contadores de rizado en
que los pulsos de reloj se aplican a las entradas o terminales cP de todos
los f'lip-flops. El pulso común dispara todos los flip-flops simultáneamente
en vez de una a la vez en cadencia como en un contador de rizado. La de-
cisión de cuándo se debe o no complementar un flip-flop se determina de
los valores de las entradas J y K en el momento del pulso. Si J:K:0, el
f l i p - f l o p p e r m a n e c es i n c a m b i o . S i J : K : I e l f l i p - f l o p s e c o m p l e m e n t a .
Un procedimiento de diseño para cualquier tipo de contador sincró-
nico fue presentadoen la Sección 6-8. El diseño de un contador binario de
3 bits se llevó a cabó en detalle y se ilustra en la Figura 6-30. En esta sec-
ción se presentan algunos contadores típicos MSI sincrónicos y se explica
su operación. Se debe tener en cuenta que no hay necesidadde diseñar un
contador si se puede encontrar en la forma de CI comercial.
286
Contador binario
El diseño de contadores binarios sincrónicos es tan simple que no es ne-
cesario pasar por un proceso de diseño lógico secuencial riguroso. En un
contador binario sincrónico, se complementa el flip-flop en la posición de
menor orden con cada pulso. Esto significa que las entradas J y K deben ,
mantenerse en la lógica 1. un flip-flop en cualquier otra posición se com-
plementa con un pulsq siempre y cuando todos los bits en las posiciones
d\" tnenot orden sean iguales a 1, porque los bits de menor orden (cuando
están dados en 1) cambiarán a 0 en el siguiente pulso de cuenta. La cuen-
ta binaria dice cuando el siguiente bit de mayor orden debe ser comple-
mentado. Por ejemplo, si el estado presente de un contador de 4 bits es
A ABAI,A:: 0011, la siguiente cuenta será 0100. At se complementa
siempre. 4, se complementa porque el estado presente de Ar:1. A¡ se
complementa porque el estado presente de A2Ar:11. Pero Ar no se com-
plementa por el estado presentede A|A2A¡:011, Io cual no dará una con-
dición de solo unos.
L o s c o n t a d o r e s ' b i n a r i o ss i n c r ó n i c o s t i e n e n u n p a t r ó n r e g u l a r y p u e d e n
fácilmente ser construidos con flip-flops conrplementados y compuertas'
'1
EI patrón regular puede verse claramente del contador de bits ilustrado
en ia FiguruT-ll. Los terminales CP de todos los flip-flops están conecta-
áár á fuente de pulsos de reloj común. La primera etapa A' tiene J y K
igual a\"ü1 si el contadbr está habilitado. Las otras entradas J y K son iguales
a 1 si todos los bits previos de menor orden son iguales a 1 y se habilita la
cuenta. La cadena de compuertas AND generan la lógica necesaria para
Ias entradas J y K en cada etapa. El contador puedeexpandirsea cualquier
número de etapas; cada etapa contendrá un flip-flop adicional y una com-
puerta AND que da una salida de 1si todas las salidas de los flip-flops
previos son 1.
Nótese que los flip-flops se disparan con el flanco negativo del pulso.
Esto no es esencial aquí como lo fue en el contador de rizo. El contador po-
dría haberse disparado en el flanco positivo del pulso'
Contador binario creciente-decreciente
En un contador binario sincrónico creciente-decreciente l flip-flop en la e
posición de menor orden se complementa con cada pulso. un flip-flop en
iualquier otra posición se complementa con un pulso siempre y cuando to-
dos los bits de menor orden sean iguales a cero. Por ejemplo, si el esta-
d o p r e s e n t e d e u n c o n t a d o r b i n a r i o d e 4 b i t s c r e c i e n t e - d e c r e c i e n t ee s
A l A 3 A 2 A t : 1 1 0 0 , l a c u e n t a s i g u i e n t e s e r á 1 0 1 1 .A , s i e m p r e s e c o m p l e -
menta. A, se complementa porque el estado presente de A, :0. A¡ se
complementa porque el estado presente de ArAl :00. Pero Aa no se com-
plementa porque el estado presentede A, A2At:100, el cual no es una
condición de soio ceros.
U n c o n t a d o r b i n a r i o c r e c i e n t e - d e c r e c i e n t ep u e d e s e r c o n s t r u i d o c o m o
se muestra en Ia Figura 7-17, excepto que las entradas de las compuertas
AND deben venir de las salidas complementadasde Q' y no de las salidas
287
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29O REGISTROS, NTADORY S NIDAD E MEMORIA
CO E U D C A P .7
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normales Q de l.s flip-flops previos. Las dos operaciones se pueden
com-
binar en un circuito. un contador binario d\" contar hácia arriba o
hacia abajo se muest¡a, en la Figura T-1g. Los ufiip-flops r empleados en
\" pu,
este
circuito pueden considerarse como flip-flops JK coi los terminales J
v K
unidos entre sí. cuando la entrada del cóntrol creciente es 1, el circulio
cuenta hacia arriba, ya que las entradas ? se determinan a partir de los
valores previos de las salidas nori:iales en
e. cuando la entráda del con-
trol decreciente es 1, el circuito contará hácia abajo, ya que las salidas
complementadas Q' determinan los estados de las eniradás ?'. cuando
a m b a s s e ñ a l e s c r e c i e n t e y d e c r e c i e n ú es o n 0 , e l r e g i s t r o n o c a m b i a
de es-
t a d o p e r o p e r r n a n e c ee n l a m i s m a c u e n t a .
Contador BDC
un contador BDC cuenta en binario decimal codificado desde 0000 hasta
1001 y de vuelta a 0000. Debido al regreso a 0 después de la cuenta
de g,
un contador BDC no tiene un patrón regular como el contador binario
di-
recto. Para diseñar el circuito de un contador sincrónico BDC es necesa-
rio pasar por un procedimiento de diseño como el discutido en Ia
Sección
6-8.
L a s e c u e n c i ad e c u e n t a d e u n c o n t a d o r B D C s e d a e n l a T a b l a 7 - 5 . L a
excitación para los flip-flops ? se obtienen de la secuencia de cuenta.
Una
salida y se rnuestra también en la tabra. Esta salida es igual a
1 cuanclo
el contador de estado presente es 1001. De esta manera,
v'p.,\"de habilitar
la.cuenta-de
-la siguiente década de mayor orden mientias que el mismo
pulso cambia la presente década de 1001 a 0000.
Las funciones de entrada del flip-flop de la tabla de excitación pueden
ser simplificadas por me_diode los mapár. Los estados sin
usar pára los
términos mínimos 10 a 1b se toman como términos de no importa.
Las fun-
ciones simplificadas se listan a continuación:
TQt: I
rQz: QáQ'
TQq: QzQt
TQa: QaQt + QoQrQt
y : QeQt
El circuito puede dibujarse fácilmente con cuatro flip-flops z, cinco com-
puertas AND y una compuerta OR.
Los contadores sincrónicos BDC pueden conectarse en cascada para
lbrmar un contador para los números decimares de cualquier longitud. La
c o n e x i ó n e n c a s c a d as e h a c e c o m o e n I a F i g u r a T - 1 6 e x c e p t o q u e l a s a l i d a
1,
debe ser conectada a la entrada de cuenta\" de la décadá siguiente de má-
vor orden.
Tabla 7-5 Tabla de excitación para un contador BDC
Secuencia de cuenta Entradasdel flip-flop Arrastre de salida
Qa Qo Qz Qt TQa TQo TQz TQt
0000 0001 0
0001 00ll 0
0010 0001 0
00ll 0lll 0
0100 0001 0
0l0l 0011 0
0ll0 0001 0
0lll llll 0
1000 0001 0
l00l 1001 I
Contador binario con carga en paralelo
Los contadores usados en los sistemas digitales a menudo requieren una
condición de carga en paralelo para trasferir un número binario inicial
antes de la operación de conteo. La Figura 7-19 muestra el diagrama lógi-
co de un registro que tiene una característica de carga en palalelo y puede
operar también como un contadol.* La entrada de control de carga, cuan-
do es igual a 1, inhabilita la secuencia de cuenta y causa la trasf'erencia
de datos 1' hasta 1., a los flip-flops 41 hasta Aa respectivamente. Si la
entrada de carga es 0 y la entrada del control de cuenta es 1, el circuito
opera como un contador. Los pulsos de reloj causan entonces cambios del
estado de los flip-flops de acuerdo a la secuencia de cuenta binaria. Si
ambas entradas de control son 0, los pulsos de reloj no cambian el estado
del registro.
El terminal de salida del arrastre se convierte en 1 si todos los flip-
flops son iguales a l mientras se habilita Ia entrada de cuenta. Esta es una
condición para complementar los flip-flops que almacenan el bit siguiente
de mayor orden. Esta salida es útil para expandir el contador a más de
cuatro bits. La velocidad del contador se aumenta si se genera el arrastre
directamente de las entradas de todos los flip-flops en vez de ir a través
de una cadena de compuertas AND. De manera similar, cada flip-flop se
asocia con una compuerta AND que recibe todas las salidas de los flip-
flops anteriores diréctamente para determinar cuándo el flip-flop debe
ser complementado.
La operación del contador se resume en la Tabla l-6. Las cuatro en-
tradas dé control: borrado, CP, carga y cuenta determinan el siguiente
estado de salida. La entrada de borrado es asincrónica y cuando ésta es
0, causará que el contador sea puesto a cero, independientemente de la
presencia de los pulsos de reloj de otras entradas. Esto se indica en la
*Esto
es similar pero no idéntico al CI tipo 74161.
2 9 2 R E G I S T R O S ,N T A D O RY S N I D A D E M E M O R I A
CO EU D C A P ,7
tabla por medio de las entradas X, Ias cuales sirnbolizan las condiciones
de no_importa para las otras entradas, bien sea que su valor sea 0 ó 1. La
entrada de borrado debe ir al estado de 1 para Las operaciones temporiza-
das listadas en las siguientes tres entradas en ia tabla. con las eniradas
de carga y, cuenta iguales a 0, las salidas no cambian bien sea que se apli-
que un pulso en el terminal CP o no. ttna entrada.de carga
d e 1 - c a u s au n a
trasf'erencia de las entradas /1 a 1., al registro durant'e el flarrco posi_
ti.'o de un pulso de entrada. La información de entrada se carga a
un re-
giritro a pesar del valor del terminal de cuenta, porque la entracla
de cuenta
se inhibe cuando el terminal de carga es 1. Sl ei terrninal de cuenta se
mantiene er.r 0, Ia entrada de cuenta controla la operación del contador.
l,as salidas cambia' a Ia siguie'te cuenta binaria, en la transición
dei
flanc'positivo de cada pulso de reloi, pero no ocurre ningún cambio
de
estadc si la entrada de cuenta es 0.
El contador de 4 bits mostrado en la Figura 7-19 puede encapsularse
en un ci. Se necesitan dos cI para la construcción clé un contador
de g
b i t s : - c u a t r o c I p a r a u n c o n t a d o r d e 1 6 b i t s y a s í s u c e s i v a m e n t e .E l a r r a s -
tre de salida de u;: cI debe ser conectadoal ierminal de cuenta del cI que
almacena los cuairo bits siguientes de mayor orden del contador.
Los contadores con la característica áe carga en paralelo que tienen
un número especifico de bits son muy útiles en el disóño de ioi sistemas
digitales. Más tarde se tratarán como registros con carga y característi,
cas de incremento. La función de incremento es u.ru op\"ru\"ión que agrega
1 al contenido presente del registro. Al habilitar el control de cuentá
d.-u-
rante el período de un pulso de reloj. er contenido del registro
se puede
incrementar en 1.
un contador con- carga en paralelo puede ser usado para generar cual-
quier número deseable de secuencias de cuenta. un co'lador
de r\\ módu-
los (abreviado en inglés mod N) es un contador que pasa por una secuencia
repetida de N cuentas. Por ejemplo, un contadór binarió de 4 bits
es un
contador de 16 módulcrs(mod-16 counter). Un contador BDC es un conta_
d o r d e 1 0 m ó d u l o s ( m o d - t O c o u n t e r ). E n a l g u n a s a p l i c a c i o n e s , s e p u e d e .
no estar interesado ccn ios ly' estados particulare. qúe uru el contaáor
de
\\' ¡nódulos. Si este es el caso, entonce; el contador con carga en paralelo
puecte usarse para co;rstruir cualquier cc¡ntador de l/ módulos, siendo
ly'
c'ralquier valor escogirio. Esto se explica en el siguiente ejemplo.
EJEMPLa z-4: construir un contador de 6 módulos usando
e l c i r c u i t o M S I e s p e c i f i c a d oe n l a F i g u r a 7 _ l g .
La Figura 7-20 muestra cuatro maneras en las cuales un con-
tador con carga en paralelo puede usarse, para generar una
se_
cuencia de seis cuentas. En cada caso el contro-l de cuenta se
lleva a 1 para habilitar la cuenta por medio de los pulsos en
la
entrada cP. Se usa también el hecho de que el control de
carga
inhibe la cuenta y que la operación de borrado es independiente
áe
otras entradas de control.
_ La compuerta AND en la Figura r-2a@) detecta Ia ocurrencia
del estado 0101en la salida. cuando el contador está en este esta_
do, la entrada de carga es habilitada y todos los ceros de entrada
il
Figura 7-19 Contadorbinario de 4 bits con cargaen paralelo
Tabla 7-6 Tabla de función para el contadorde Ia Figura 7-9
Borrado CP Carga Conteo Función
.-:
X x X Borrar a 0
X 0 0 No cambiar i,u
1 I X Cargar entradas
:
t 0 I Contar siguienteestadobinario
r¡
r- l
ZJJ i, r
T1
kt
294 R E G I S T R O C O N T A D O R E S U N I D A DD E M E M O R I A
S, Y CAP 7
i
se cargan al registro. Así, el contador pasa por los estados binarios
0 , 1 , 2 , 3 , 4 y 5 p a r a r e g r e s a rl u e g o a c e r o . E s t o p r o d u c e u n a s e c u e n -
cia de seis cuentas.
La entrada de borrado del registro es asincrónica es decir,
que no depende del reloj. En la Figura 7-20(b), la compuerta NAND
detecta la cuenta de 0110, pero tan pronto ocurra esta cuenta, el
registro se borra. La cuenta 0110 tiene oportunidad de permane-
cer por algún tiempo porque el registro va inmediatamente a cero.
Un pico momentáneo ocurre en la salida 42 cuando la cuenta va
de 0101 a 0110 e inmediatamente a 0000. Este pico momentáneo
puede.ser indeseable y por ello no se recomienda esta configrra-
ción. Si el contador tiene una entrada de borrado sincrónica, es
posible borrar el contador con el reloj después cle ocurrir Ia cuen-
ta 0101.
En vez de usar las primeras seis cuentas,se puede desear
escogerlas últimas seis cuentas desde 10 hasta 1 5 . E n e s t e c a s o
es posible tomar ventaja del arrastre de salida para cargar un
A
A3 ''¿ Al A ^ ^A3 A
Al
Cuenta: I Cuenta: 1
Borrado - I +Carga: 0
CP CP
Entradas- 0
Las entradas no tienen efecto
( a ) E s t a d o sb i n a r i o s 0 , 1 , 2 , 3 , 4 , 5 ( b ) E s t a d o sb i n a r i o s 0 , 1 , 2 , 3 , 4 , 5
A4 A3 A) A1
AA A. A
Al
Cuenta: I
Contador de Contador de
la Fig. 7-19 Borrado - I la Fig. 7-19
14 13 12 Il CP
t0l0 0011
(c) Estados
bina¡ios10,11,12.13,14,l5 ( d ) Estados binarios 3, 4, 5, 6,
Figura 7-2O Cuatro maneras de confizurar un contador de 6 módulos
usando un contador con carga en paralelo
S E C U E N C ID E T I E M P O 9 5
AS 2
número en el registro. En la Figura i-20(c), el contador conietlza
con la cuenta 1010 y continúa hasta 1111. El arrastre de s¡lida
generado durante el último estado estable habilita el ct¡ntrt'l de
i u r g É,s e l c u a l c a r g a e n t o n c e s l a e n t r a d a q u e s e e s t a b l e c e a 1 0 1 ( ) .
\"u
p o s i b l e t a m ¡ i ¿ n e s c o g e rc u a l q u i e r c o n t a d o r i n t e r m e d i O d e
seis estádos. El conLador de 6 módulos de la Figur¿ l-l{'trd' pasa
p o r l a s e c u e n c i a e c u e n t a 3 , 4 , 5 , 6 , ? y 8 . C u a n d o s e l c ' g r ai a ú l t i -
d
m a c u e n t a 1 0 0 0 , l a s a l i d a A * v a a 1 y s e h a b i l i t a e l c r - , t ' t t r od e l
carga. Esto carga al registro el valor 0011y la cuenta bin.rna con-
tinúa a partir de este estado.
7 - 6 S E C U E N C I AD E T I E M P O
S
L a s e c u e n c i a d e l a s t . ' p e r a c i o n e e n u n s i s t e m a d i g i t a l s e p r o d r r c ee n l a u l i i -
s
dad de control. L-A.\"unidadde con_trol que superviza las operactotresen un
sistema dieital Cóiiilsti.ia normalmente en señales de tiemp<' que deter-
m i n á \" i a s ó c u e n c i a c l e t i e m p o e n l a c u a l s e e j e c u t a n l a s o p e r a c i c , t r e sL a s
'
s e ó u e . r ó i a ld e t i e m p o e n l a u n i d a d d e c o n t r o l p u e d e n g e n e r a r s ef á c i l m e n t e
por medio de co¡t¿dores g registros de desplazamiento.Esta sección de-
muestra el uso de estas funciones MSI en la generación de señales de
tiernpo para la unidad de control.
Generación de un tiemPo de Palabra
requerida
Primero, se muestra un circuito que genera la señal de tienlpo
La trasferencia etr serie de la infbr-
;r o ; \" i ; \"nm o d o d e o p e r a c i ó n \" . t . \" i i e .
' ^; u ó ' la Fi-
fue discutida en la Sección 7-3, con un ejemplo ilustrado en
g\".\" r g. La unidad de control en un computador en serie debe generar
de pulsos
ina señol de tiempo de palabra que permanezca por un número
iÁuf\"^t ul l-,ú-\".o'de bits en los iegistros de desplazamiento' La señal de'
'-tn contador que cuen-
ti\"-po de palabra puede ser generada por medio de
ta el número requerido de Pulsos.
generada
Asitmase que una se¡al de tiempo de palabra que va 1 i9t.
debe permanecer por un período de ocho pulsos. La Figura 7-2(a) muestra
un contador de
un circuito contador que realiza esta tarea. Inicialmente
il bits se borra a 0. Unl señal de comienzo pondrá a cero el flip-flop Q' La
palabra y tam-
salida de este flip-flop suministra el control de tiempo de
pulsos,el flip-f'lop
b i é n h a b i l i t a e l c ó n t a d o r . D e s p u é sd e u n a c u e n t a d e o c h o
7-21(b)de
;; ;\";; a cero y e va a 0. Ei diagrama rle tiemp. de la Figura
-rri.tru lu op\".u.iór, del circuito. La señal de comienzo se sincroniza con
qYu q
e l r e l o j y p e r m a n e c ep o r u n p e r í o d o d e u n p u l s o d e r e l o j ' , D e s p u é s - d e
.\" po\"!á u 1, contador comienza a contar los pulsos de reloj' Cuando el
\"i de parada
.o¡tudi,. alcanza la cuenta de ? (binario ll1). enviará una señal
parada se convier-
a la entrada de puesta a celo del f'lip-flop. La señal de
siguiente
l e e r \" ,t d e s p u é sd e l a t r a n s i c i ó n p o r t l a n c o n e g a t i v o d e l n t r l s o 7 . E l
;;il ¡\"-;\"ir,j cambia el contadcir al estado 000 y también borra a Q. Ahora
que
e i c o n l a d o r s e h a b i l i t a , - e l t i e m p o d e p a l a b r a p e r m a n e c ee n 0 ' N ó t e s e
ei control de tiempo de palabra permanecepor ull períodode ocho pulsosr'
2 9 6 R E G I S T R O S ,N T A D O RY S N I D A D E M E M O R I A
CO EU D C A P .7
Nótese también que l.a señal de parada en-
este circuito puede usarse para
comenzar otro contror de cuenta de parabra
en otro circuito justamente
cuando se usa la señal de comienzo en este
circuito.
Señales de tiempo
Fln.un modo paraielo de operación, un
solo pulso de reloj puede especificar
el tiempo durante el cuai puede ejecutar lu op\".ació.r.-Lu'.il''iaua
de control
gn u.tt sistema digital que opera en el modo e., pa.ululo-d\"b\" g\".r..ar
l-e1de seña-
que permanecen por un solo p.rioao á.
-tiempo
ñaies de tiempo deben distinguirse entre sÍ. ;\"1;;, pero esras se-
Las señales de tiempo que controlan la secuencia de operaciones
en un
sistema d-igital pueden ser generadas con un registro
de desplazamiento o
un contador con un decodificador.un cr¡ntadorhe
a n i t L oe . u n . e g i . t r o d e
desplazamiento circular con sólo un flip-flop qu. .\" porr\"\"u
,.ru en un tiem-
po particular y todos los demás .e ponótr u
ce.o. El solo bit se desplaza de
un flip-flop a otro para prodúeir la-secuencia de señales
de tiempo. La Fi_
gura 7-22(a) muestra un registro de desplazamiento
de ¿-bit. conectados
a un contad.r de anillo. El valor inicial del registro
e s 1 0 0 0 ,l n proJu\"\"
la variable 7',i. Fll solotit se desplaza a la de'rechu \"ual
pulso de reloj
y circula de nuevo de z, a 7,,. óada flip-flop
está \"o\" \"uáu
en cle r, una
vez cada cuatro pulsos de reloj y produce una de \"l-\".tuao
las cuatro señales de tiem_
Comienzo Control del
tiempo de
palabra
Contador Habilita¡ cuenta
de 3 bits
(a) I)iagrama del ci¡ct¡ito
c\"
2
C o mi e n z o J
Pa ¡ada
| .-Tiempo
? de pala[ra . g prrlsos*l-
(b) f)iag¡ama de tiempo
Figura 7-21 Generación de un control de
tiempo de palabra
para operaciones en serie
sEc.7-6 SECUENCIADE fI'MPO 297
S
F
po mostradas en la Figura i-22(c). Cada salida se convierte en 1, después
de la transición por flanco negativo de un pulso de reloj y permanece en 1
durante el siguiente pulso de reloj.
Las señales de tiempo pueden ser generadas también por habilitación
continr¡a de un contador de 2 bits que pasa por cuatro estados dif'erentes.
El decodificador mostrado en la Figura i-22(b) decodifica los cuatro esta-
dos del contador y genera la secuencia requerida de las señales de tiempo.
:
Las señales de tiempo, una vez que se habiliten por el pulso de reloj,
suministrarán pulsos de reloj de múltiple fase. Por gjemplo, si I¡, se apli-
ca con CP a una compuerta AND, la salida de la compuerta generalos pul-
sos de reloj de un cuarto de frecuencia de los pulsos de reloj maestros. Los
pulsos de reloj de múltiple fase pueden ser usados para controlar diferen-
tes registros con diferentes estados de tiempo.
Para generar 2\" señales de tiempo, se necesita o un registro de des-
plazamiento con 2\" flip-flops o un contador de n bits con un codificador
de n a 2\" líneas. Por ejemplo, 16 señales de tiempo pueden ser generadas
con un registro de desplazamiento de 16 bits conectados a un contador de
a n i l l o o c o n u n c o n t a d o r d e 4 b i t s y u n d e c o d i f i c a d o rd e 4 a 1 6 l í n e a s . E n e l
primer caso, se necesitan 16 flip-flops. En el segundo caso. se necesitan
cuatro flip-flops y 16 compuertas AND de 4 entradas para el decodifica-
dor. Es posible generar las señales de tiempo con una combinación de re-
gistro de desplazamiento y un decodificador. De esta manera. el número
de flip-flops es menor que en un contador de anillo y el decodificador re-
quiere solamente compuertas de 2 entradas. Esta combinacion se llama
algunas veces un contedor Johnson.
Contador Johnson
Un contador de anillo de ft-bits circula un solo bit por los flip-flops para
suministrar A estados distinguibles. El número de estados pueden doblar-
se si el registro de desplazamiento se conecta como un contador de anillo
de final conmutado (switch-tail ring counter). Un contador de anillo de
de final conmutado es un registro de desplazamiento circuiar con la salida
complementada del último flip-flop conectado a Ia entrada del primer flip-
flop. La Figura 7-23(a) muestra tal registro de desplazamiento. La conexión
circuiar se hace de la salida complementada del flip-flop del extremo de-
recho a la entrada del flip-flop del extremo izquierdo. El registro desplaza
su contenido una vez a la derecha con cada pulso de reloj y al mismo tiem-
po, el valor complementado del flip-flop E se trasfiere al flip-flop A. Comen-
zando de un estado de borrado, el contador de anillo de final conmutado
pasa por una secuencia de ocho'estados de la manera Iistada en la Figura
7-23(b). En general un contador de anillo de final conmutado de A-bits pa-
sará a través de una secuencia de 2ft estados. Comenzando en 0, cada ope-
ración de desplazamiento inyecta unos por la izquierda hasta q
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