Degradação do ácido pirúvico em aerobiose

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    Degradação do ácido pirúvico em aerobiose - Presentation Transcript

    1. Respiração aeróbia O aparecimento de mitocôndrias associado à disponibilidade de O 2 no meio, permitiu que nos seres vivos mais complexos, o ácido pirúvico fosse totalmente oxidado em CO 2 e H 2 O
    2. Degradação do ácido pirúvico em aerobiose
      • Formação do acetil CoA
      • Ciclo de krebs
      • Cadeia respiratória ( fosforilação oxidativa)
    3. Localização das etapas
    4. Mitocôndria Membrana interna Membrana externa Crista Matriz
    5. Localização das etapas na mitocôndria
    6. Transporte de electrões e metabolismo energético
    7. Formação do acetil CoA
      • Na presença de oxigénio o ácido pirúvico entra na mitocôndria, atravessando passivamente a membrana externa e, por transporte activo, a membrana interna.
      • Na matriz cada molécula de piruvato sofre uma descarboxilação e uma desidrogenação.
      • Como resultado destas reacções liberta-se uma molécula de CO 2 e os átomos de hidrogénio são recebidos pela molécula de NAD + , que fica reduzida a NADH + H +
      • Forma-se uma molécula de Acetil CoA
    8. Formação do acetil CoA
      • 2 piruvato + 2 NAD + + 2 coenzima A
      • 2 acetil-CoA + 2 NADH + 2 H + + 2 CO2
      2 piruvato 2 Acetil CoA
    9. Acetil CoA
    10. Cadeia transportadora de electrões Cadeia transportadora de electrões Ciclo do ácido cítrico Ciclo do ácido cítrico piruvato piruvato acetil-CoA acetil-CoA
    11. Ciclo de Krebs
      • Após a sua formação o acetil – CoA é hidrolizado e o grupo acetil entra numa sequência cíclica de reacções enzimáticas – ciclo de Krebs ou ciclo do ácido cítrico ou dos ácidos tricarboxílicos.
    12. Ciclo de Krebs
      • No ciclo de krebs o grupo acetil com 2C é completamente oxidado a CO2 com libertação gradual de hidrogénios que são aceites por moléculas de NAD + e FAD.
      • Assim, a oxidação do grupo acetil ocorre de uma forma lenta através de uma série de reacções químicas que consistem fundamentalmente em descarboxilações e desidrogenações .
    13.  
      • O grupo acetil é incorporado nesta sequência cíclica de reacções ao reagir com o oxaloacetato (C4) originando ácido cítrico (C6).
      • No final destas reacções o oxaloacetato é sempre regenerado, o que permite a iniciação de um novo ciclo.
    14. Ciclo de Krebs
    15. Ciclo de Krebs
      • 2 acetil + 6 NAD + + 2 FAD + 2 ADP + 2 Pi
      • 4 CO 2 + 6 NADH + 6 H + + 2 FADH 2 + 2 ATP
      • Por cada ciclo:
      • Duas descarboxilações
      • Quatro desidrogenações , com libertação de 8 hidrogénios que vão ser transportados para a cadeia respiratória.
      • Formação de um ATP
    16.  
    17. Cadeia respiratória
      • Nas etapas anteriores os hidrogénios removidos por desidrogenações são recebidos pelos coenzimas NAD + e FAD .
      • Estes compostos na forma reduzida NADH e FADH 2 vão transferir os electrões para aceitadores que constituem a cadeia transportadora de electrões ou cadeia respiratória . Os protões ficam em solução na matriz.
      • Os aceitadores de electrões encontram-se ordenados na membrana interna da mitocôndria de acordo com a sua afinidade para os electrões, ou seja, do seu potencial redox.
      • Ao longo da cadeia o potencial redox vai aumentando, o que determina o sentido do fluxo de electrões.
      • O transporte de electrões ao longo dos transportadores ocorre por reacções de oxi-redução
    18. Reacções de oxi-redução
    19. Reacções de oxi-redução ao longo da cadeia transportadora de electrões
      • À medida que os electrões são transferidos de aceitador para aceitador, vão ocupando níveis energéticos cada vez mais baixos, o que leva a uma libertação gradual de energia.
      • É esta energia que vai permitir indirectamente a síntese de ATP.
    20. Transporte de electrões na membrana
    21. Fosforilação oxidativa
      • De acordo com o modelo quimiosmótico, a transferência de electrões até ao oxigénio, que é o aceitador final, faz-se através de três complexos enzimáticos:
      • NADH-desidrogenase , citocromo reductase e o citocromo oxidase . O fluxo entre estes complexos é mantido por dois transportadores móveis e a energia libertada ao longo da cadeia respiratória é usada para bombear iões H + da matriz para o espaço intermembranar.
    22. Cadeia transportadora
    23. Cadeia respiratória
      • Como a membrana interna da mitocôndria, à semelhança do que acontecia na membrana dos tilacóides, é impermeável aos protões, cria-se um gradiente de protões entre a matriz e o espaço intermembranar .
    24. Os protões acumulam-se no espaço intermembranar
      • Este gradiente de protões é uma fonte de energia potencial, uma vez que tende a fazer com que os protões passem por difusão para a matriz, a fim de igualar as concentrações.
      • Esta passagem ocorre através da enzima ATPase que utiliza a energia do fluxo de protões a favor do gradiente para sintetisar ATP.
    25. ATPases e a formação de ATP
    26.  
    27. Fosforilação oxidativa
    28.  
    29.  
    30. Quimiosmose
    31. Bomba de protões
    32. Sintese de ATP
    33. Balanço energético
      • Para calcular a quantidade de moléculas de ATP sintetizadas por molécula de glucose devemos considerar:
      • O ATP formado por fosforilação a nível do substrato;
      • O ATP formado por fosforilação oxidativa (transporte de electrões).
    34. BALANÇO ENERGÉTICO
      • Fosforilação a nível do substrato:
      • Glicólise.................................. 2 ATP
      • Ciclo de Krebs ....................... 2
      • Fosforilação oxidativa
      • Glicólise ..... 2 NADH 4
      • Formação do acetil CoA.....2 NADH 6
      • Ciclo de Krebs..... 6 NADH 18
      • 2 FADH 2 4
      • TOTAL 36 ATP
    35.  
    36. Vias energéticas alternativas
    37.  
    38. Fluxo de matéria e de energia nos ecossistemas

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