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Lubrificantes Para Forja
 

Lubrificantes Para Forja

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Lubrificantes para forja a quente de aço

Lubrificantes para forja a quente de aço

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    Lubrificantes Para Forja Lubrificantes Para Forja Presentation Transcript

    • Lubrificantes para Matrizes de Prensas de Forja a Quente Seu impacto na qualidade do forjado, na vida do ferramental e na produção de peças forjadas
    • IMPORTANCIA DA LUBRIFICAÇAO
      • Em um processo de forja a quente, a LUBRIFICAÇÃO das matrizes e a CHAVE para a QUALIDADE e a PRODUTIVIDADE.
      • A operação de LUBRIFICAR, no entanto, não e simples e depende do bom estabelecimento de parâmetros tais como:
      • Escolha do lubrificante, forma e volume do spray
      • Experiência do operador, mesmo quando Robôs são utilizados.
    • Para que serve um Lubrificante para Forja
      • Lubrificar (reduzir o atrito metal-metal)
      • Destacar (possibilitar a ejeção ou remoção das peças forjadas da matriz)
      • Refrigerar (remover calor da matriz)
      • Preservar (proteger e por conseqüência prolongar a vida das matrizes)
    • O que é um Lubrificante para Forja?
      • Um lubrificante para matrizes de forja e um composto químico que possui uma formulação tal que possibilita o processo de forjamento seja realizado dentro de parâmetros aceitáveis pela industria de forja (e neste ponto surge a primeira grande questão que e a que diz respeito a estes parâmetros já que os mesmos são diferentes de industria para industria e inclusive em oportunidades também diferentes dentro de mesma industria em função da peça e característica da peça forjada)
    • Tipos usuais de Lubrificantes para Forja
      • Dispersões de Grafite em meio aquoso.
      • Dispersões de Grafite em meio oleoso.
      • Compostos sintéticos a base de sais.
      • Dispersões de Sólidos Lubrificantes tais como Disulfuro de Molibdênio, Nitruro de Boro, Vidro.
    • O que é o Grafite?
      • O grafite é uma das formas do mineral carbono. Sua origem pode ser natural ou artificial.
    • Propriedades importantes do Grafite
      • Geometria das partículas.
      • Tamanho das partículas.
      • Teor de Pureza.
    • Estrutura do Grafite
    • Diferenças entre o Grafite natural e o Sintético ou Artificial
      • As diferenças estão no processo produtivo e não na estrutura. Propriedades praticamente idênticas.
      • Grafite natural:extração mineral.
      • Grafite sintético: Produzido a partir do coque de petróleo.
    • Mitos e verdades sobre o Grafite -I
      • Mito
      • Todo grafite e igual?
      • Serve para o mesmo objetivo?
      • Verdade
      • Unicamente os grafites naturais ou artificiais de estrutura hexagonal e cristalina são adequados. Grafites de estrutura amorfa não possuem propriedades lubrificantes adequadas.
    • Mitos e verdades sobre o Grafite-II
      • E o tamanho das partículas o diferencial entre os diferentes grafites utilizados pelos fabricantes de Lubrificantes para Forja?
      • Verdadeiro e falso ao mesmo tempo. Nem sempre partículas pequenas são necessárias. A combinação de tamanho e teor de carbono contido no grafite e que faz a diferencia.
    • Matriz de forjamento-
    • Inter relação de variáveis no forjamento. Seu impacto na aderência.
      • Grau de diluição do produto.
      • Densidade da mistura lubrificante.
      • Temperatura da matriz.
      • Pressão da lubrificação na matriz.
    • Tendências na Lubrificação de matrizes I.
      • Automação do processo para possibilitar a produção de mais quantidade de peçãs por hora.
      • Aplicação do lubrificante a matriz em forma atomizada capaz de penetrar a barreira térmica próxima a matriz e esfriar a mesma rapidamente.
    • Tendências na Lubrificação de Matrizes II
      • Sistemas Robotizados.
      • Sistemas completos de Lubrificação.
      • -Armazenamento e recarga automatizada.
      • -Sistemas Dosadores da mistura Lubrificante.
    • Fatores que influenciam a vida das matrizes
      • Pressão exercida no forjamento
      • Velocidade do escoamento do aço.
      • Tipo de aço utilizado.
      • Coeficiente de Atrito.
    • Como deve atuar o Lubrificante para promover o maior vida da Matriz
      • Em primer lugar aderindo firmemente a matriz após a sua aplicação.
      • Em segundo lugar proporcionando um coeficiente de atrito reduzido capaz de promover uma efetiva transferência de calor.
    • Temperatura de trabalho do Lubrificante
      • Para promover seu cometido em forma efetiva o lubrificante tem que “trabalhar” em temperaturas compreendidas entre os 200 e 300 graus C.
    • Que influencia a transferência de calor da matriz?
      • Densidade da mistura lubrificante.
      • Pressão de aplicação do lubrificante a matriz.
    • Que influencia o coeficiente de atrito?
      • Aderência do filme lubrificante a matriz.
      • Tipo e característica do Lubrificante utilizado.
    • Que influencia maiormente o aumento de temperatura das matrizes?
      • Tempo de contato da peça na matriz.
    • Fatores nem sempre observados na Lubrificação
      • Qualidade da água utilizada na mistura.
      • Homogeneidade da mistura lubrificante.
    • Quais os principais ingredientes de um Lubrificante para Forja?
      • Água desmineralizada.
      • Grafite cristalino (natural ou sintético)
      • Resinas promotoras da aderência.
      • Estabilizantes.
      • Espessantes.
      • Inibidores bacteriológicos.
    • Termográfica das Matrizes-I
    • Termográfica das Matrizes-II
    • VIDA DAS MATRIZES
      • Objetivo importante a atingir:
      • MANTER O CUSTO TOTAL DO FERRAMENTAL ABAIXO DE 10 % DOS CUSTOS TOTAIS DA PRODUÇAO.
    • Lubrificação -Controles a efetuar-I-
      • Escolha do Produto-Controle da Especificação do Fabricante-
      • Tipo de Grafite.
      • Tamanho das partículas.
      • Teor de cinzas.
      • Teor de Sólidos.
      • Ph do concentrado.
    • Lubrificação -Controles a efetuar-II
      • No Lubrificante pronto para uso: :
      • Verificar que o teor de sólidos escolhido para o produto diluído esteja correto e seja constante.
      • Verificar que a mistura lubrificante se mantenha sob agitação mecânica em forma permanente.
    • Lubrificação -Controles a efetuar-III
      • Na aplicação do Lubrificante :
      • Tempo,angulo,tamanho da gota lubrificante, vazão e distancia do bico pulverizador das áreas a lubrificar.
    • Lubrificação -Controles a efetuar -IV-
      • No sistema aplicador (Robot)
      • Tempo de avanço.
      • Tempo de sopro.
      • Tempo de recuo.
      • Tempo de refrigeração (água):0.2 de seg.
      • Vazão de água.
      • Tempo de lubrificação :0.2 de seg.
      • Vazão de lubrificante.
    • Spray do Lubrificante
      • Modos usuais da Gota Lubrificante
    • Interação entre a matriz e a peça
      • Extrema complexidade em virtude de :
      • Temperatura e seu controle (variação em ambas).
      • Transferência de calor e sua remoção.(esfriamento do billet e aquecimento / esfriamento da matriz)
      • Tempo de contato billet / matriz.
      • Lubrificação.
      • Material da matriz.
    • Barreiras Tecnológicas a enfrentar
      • Descoberta de ingredientes novos que contribuam a uma melhor lubrificação e a uma redução da incidência da lubrificação na vida da matriz.
      • Melhor entendimento da relação existente entre o filme lubrificante a superfície da matriz.
    • A arte de forjar -Para pensar-
      • A forja é uma tecnologia de cunho experimental.
      • A maior parte do conhecimento da arte de forjar tem sido originada através dos anos pelo método de erro e acerto.
      • Fundamental pelo acima exposto: observação continua do processo pela base operacional (operadores,supervisores,etc) e registro mais apurado das ocorrências.
    • Peças forjadas a quente-I
    • Peças forjadas a quente II
    • FORGING LUBRICANTS
      • GUSTAVO G.SCHIUMA
      • BRASIL: 5511-9172-7769
      • ARGENTINA:5411-4773-9893
      • MEXICO:5281-8372-1358
      • Mail : gschiuma@terra.com.br
      • [email_address]