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Marcelo Coutinho - Fim Do Discurso Publicitário

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1º apresentação da noite do evento Sapo de dentro, Sapo de Fpra, do Grupo de Planejamento.

1º apresentação da noite do evento Sapo de dentro, Sapo de Fpra, do Grupo de Planejamento.

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  • 1. O fim do discurso publicitário? Sapo de Dentro, Sapo de Fora Grupo de Planejamento/SP ESPM, 16/05/2007 Marcelo Coutinho marcelo.coutinho@ibope.com.br
  • 2. EMPRESAS DO GRUPO IBOPE IBOPE • Análises • Pesquisas de • Pesquisa de • Pesquisa • Pesquisa • Entendimento, estratégicas sobre mercado audiência eleitoral; Telefônica. avaliação e fatos e tendências qualitativas e • Medição de • Pesquisa de acompanhamento do mercado; quantitativas investimento opinião pública; das marcas e • Avaliação de realizadas sob publicitário; • Pesquisa social; comunicação. riscos e encomenda. • Pesquisa de • Pesquisa sobre oportunidades em hábitos de administração decisões de consumo. pública. negócio. IBOPE// NetRatings • Análise do • Software house; • Audiência na Internet • Pesquisa e comportamento • Bureau de • Comportamento do consultoria para o de compra dos processamento Internauta setor Farmacêutico. consumidores. de dados.
  • 3. Uma hipótese e algumas perguntas Durante a maior parte de século XX, somente as grandes empresas detinham os recursos necessários para criar e disseminar o discurso sobre suas marcas. A evolução da Internet colocou ao alcance dos consumidores a possibilidade de elaborarem um “contra-discurso”, e a popularização do uso da rede facilita sua divulgação. Trata-se de um fenômeno similar ao vivido pela Igreja Católica com a invenção da prensa. As grandes organizações estão perdendo a capacidade de controlar a produção e circulação de idéias sobre seus produtos e serviços. Se esta hipótese é verdadeira, precisamos saber: 1. Como fica a “cadeia de produção” e a “cadeia de divulgação” deste discurso (ou seja, departamentos de marketing, agências, empresas de pesquisa e veículos)? 2. Como será o relacionamento entre as marcas e os consumidores e qual o papel que as organizações e os profissionais de marketing, comunicação, publicidade e mídia podem desempenhar neste cenário?
  • 4. De onde viemos, aonde estamos...
  • 5. ... mas para onde vamos? • This ‘radio crazy’ thing is going to fade away soon” – Thomas Edison, 1922 • “We don’t think that there is future in a business based in making people pay for something that they already have for free” – Wall Street Journal, 1974, on a feature about a new service called “Cable Television” • “The Internet is not important for our business strategy” – Bill Gates, 1994
  • 6. Tempo de Navegação no Domicílio 22:00 20:00 18:00 16:00 Horas/mês 14:00 12:00 10:00 08:00 06:00 04:00 jul jul jul jul mai mai mai mai jan/03 jan/04 jan/05 jan/06 jan/07 mar mar mar mar set set set set mar/0 nov nov nov nov Brasil França Espanha Reino Unido Alemanha EUA Japão Fonte: Ibope//NetRatings – Audiência Domiciliar
  • 7. Share Tempo – Dez/06 – Acesso Residencial EUA BRASIL Subcategorias Share Subcategorias Share Instant Messanging 6,8% Instant Messaging 17,5% E-mail 6,0% Member Communities 14,8% Member Communities 4,9% Software Manufacturers 4,7% General Interest Portals 4,8% E-mail 4,4% Online Games 4,3% General Interest Portals 3,8% ISP 2,5% Music 2,0% Current Events 1,9% Search 1,6% Classifieds/Auctions 1,7% Online Games 1,3% Full Service Banks 1,7% Multi-category Entertainment 1,3% Mass Merchandiser 1,6% Adult 1,1% Fonte: IBOPE//NetRatings
  • 8. O que a História ensina
  • 9. Propaganda Congregação de Cardeais, criada em 1622, para sugerir maneiras de combater o avanço do protestantismo na Europa e evangelização na Ásia e América. Palazzo di Propaganda, Roma Papa Urbano VII
  • 10. O modo de produção Fordista
  • 11. A vida fordista
  • 12. Os Palácios da Proganda Fordista
  • 13. • Pós-Fordismo e Produção Flexível (a partir de 1970) – Avanços das tecnologias de digitalização e comunicação – Falência do modelo Keynesiano (Estado do Bem-Estar Social) – Desregulamentação de Mercados – Fragmentação Social • Novas formas de sociabilidade e relacionamento entre os consumidores, entre os consumidores e as empresas, entre o Estado e o cidadão
  • 14. O que a História ensina • A destruição criativa (Schumpeter) • A reação conservadora • O conflito (mortos e feridos...) • A nova regulamentação • A Nova Ordem
  • 15. A destruição criativa
  • 16. A reação conservadora • O Império Contra-Ataca (direito autoral, sistemas proprietários) • “O vídeo cassete é para a indústria cinematográfica americana o que o estrangulador de Boston foi para as mulheres sozinhas em suas casas” - Jack Valenti, Presidente da Associação de Estúdios de Cinema dos EUA, 1982. U.S. Supreme Court SONY CORP. v. UNIVERSAL CITY STUDIOS, INC., 464 U.S. 417 (1982) 464 U.S. 417
  • 17. Os conflitos...
  • 18. A Nova Ordem? “The essence of technology is by no means anything technological” Heidegger “A essência do novo marketing não será nada marketeira?” Obrigado!
  • 19. O fim do discurso publicitário? Sapo de Dentro, Sapo de Fora Grupo de Planejamento/SP ESPM, 16/05/2007 Marcelo Coutinho marcelo.coutinho@ibope.com.br

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