“O sexo, portanto, como qualidade positiva ou passiva dosprincípios e dos seres, é manifestação cósmica em todosos círculo...
 “Não podemos, dessa forma,limitar às loucuras humanas afunção do sexo, pois seríamostão insensatos quanto alguémque pret...
 Não devemos restringir as funções sagradas dosexo às manifestações biofisiológicas e aosdesequilíbrios comuns da afetivi...
 O casamento é a união permanente de um homeme uma mulher, atraídos por interesses afetivos evínculos sexuais profundos....
O Espírito Emmanuel nos descreve os frutosabençoados da comunhão sexual pelo matrimônio: “Através dele (do sexo) dimanam ...
 Com a união conjugal, nasce automaticamente ocompromisso de um para com o outro, pois ambosviverão na dependência um do ...
 No acasalamento entre os animais, não hácompromisso e nem responsabilidade permanente,pois não existem os valores afetiv...
 O casamento não é, pois, um contrato decompromisso jurídico, mas, muito mais, um contratoespiritual de consciência para ...
O Espírito Emmanuel nos mostra a gravidade daresponsabilidade na união afetiva: “Imperioso, porém, que a ligação se basei...
 A união matrimonial não está unindo somente doiscorpos, duas estruturas de carne e ossos, mas emrealidade duas almas, do...
 A sexualidade entre os cônjuges não se restringe aocontato corpo a corpo, com os prazeres que daídecorrem, pois ela se a...
“Quando o homem e a mulher seconfiam um ao outro, pelos vínculossexuais, essa rendição é tão absolutaque passam, praticame...
 Para tanto, é indispensável a vigilância interior deambos, a fim de não prejudicar o [equilíbrio emotivo]do companheiro ...
 “A sexualidade no casal existe, sobretudo, emfunção de alimento magnético entre os dois coraçõesque se integram um no ou...
 Imprescindível se torna aos cônjuges cuidar daregularidade da união sexual fisiológica, mas muitomais deve ser cuidada a...
 Se a perfeita normalidade sexual fosse o fatorfundamental da união, não poderia haver separaçãoe crescimento de antipati...
 Quando na união conjugal o fator básico é arelação sexual fisiológica, desprezando odesenvolvimento da permuta de vibraç...
 O amor não está limitado ao instinto sexualsatisfeito. A relação sexual, por si só, une corpos edesejos, mas não funde ...
 Não queremos dizer que, com o desenvolvimentoda permuta dos recursos psíquicos harmoniosos entreo casal, se esteja decre...
 O que vai acontecer é que as alegrias entre ocasal, não se limitando ao prazer rápido do instintosexual regularizado, en...
 Meditemos nas palavras esclarecedoras doCodificador Allan Kardec, quando nos instrui sobre asduas leis que devem reger a...
 Para a felicidade conjugal, é indispensável observarestas duas leis:a do instinto sexual ea do amor...22
 A primeira é poderosa e muito forte em todas aspessoas e, além disso, sua atividade é comum efácil, pois rege a união do...
 O admirável apóstolo Paulo, dissertando sobre osdeveres dos cônjuges, em sua primeira carta aosCoríntios, assim nos fala...
 O homem e a mulher são livres para ter ocomportamento sexual que lhes aprouver noleito conjugal, mas estão sujeitos às l...
 O apóstolo Paulo em sua Epístola aosHebreus, 12:21, nos diz: “Estamos rodeadospor uma grande nuvem de testemunhas”...Tem...
 Vejamos como se apresenta o ambiente espiritualdos cônjuges, em suas relações mais íntimas, emtrês situações, conforme o...
PRIMEIRO CASO28
 O Espírito André Luiz, em seu livro “Missionários daLuz”, apresenta, com nitidez, o ambiente espiritualdos casais de vid...
 “A esposa infiel aos princípios nobres da vida emcomum e o esposo que põe sua casa em ligação com omeretrício, não devem...
 Neste caso, as relações mais íntimas são sigilosaspara as criaturas humanas, mas não o são para oshabitantes infelizes e...
SEGUNDO CASO32
É da lei que cada um receba de acordo com seusméritos.A esposa virtuosa não participará espiritualmente dacondição sombr...
O mentor espiritual Alexandre nos explica comdiscernimento a lei de Justiça e do Mérito:“(...) que condição, por exemplo,...
“- Não – disse ele, veemente – o mau não pode perturbar oque é genuinamente bom. Em caso dessa espécie, aesposa garantirá...
TERCEIRO CASO36
 Existe a proteção espiritual, mas ela não é privilégioautomático de nenhum casal, pois está baseadaunicamente nas própri...
 Utilizando o material sutil e poderoso emanado docampo mental do casal de qualidades nobres, osmentores espirituais cons...
“Todos os encarnados que edificam o ninhoconjugal, sob a retidão, conquistam a presença detestemunhas respeitosas, que lhe...
"Por mais que não possamos voltar atrás e fazer um novo começo,qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo final."Chi...
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O sexo e o matrimônio

  1. 1. “O sexo, portanto, como qualidade positiva ou passiva dosprincípios e dos seres, é manifestação cósmica em todosos círculos evolutivos”.(André Luiz, “Missionários da Luz”).
  2. 2.  “Não podemos, dessa forma,limitar às loucuras humanas afunção do sexo, pois seríamostão insensatos quanto alguémque pretendesse estudar o solapenas por uma réstia de luzfiltrada pela fenda de umtelhado”.2
  3. 3.  Não devemos restringir as funções sagradas dosexo às manifestações biofisiológicas e aosdesequilíbrios comuns da afetividade humana. Para estudar e compreender sexo comDoutrina Espírita é necessário deslocarmosnossa visão do campo estritamente fisiológico eprojetá-la no campo ilimitado do Espírito imortal. 3
  4. 4.  O casamento é a união permanente de um homeme uma mulher, atraídos por interesses afetivos evínculos sexuais profundos. Esta união não é uma invençãohumana, mas, sim, o resultado da Lei Divina que noscriou para o regime de interdependência. Nenhum sexo é superior ao outro, pois umsomente se realizará no outro. 4
  5. 5. O Espírito Emmanuel nos descreve os frutosabençoados da comunhão sexual pelo matrimônio: “Através dele (do sexo) dimanam forçascriativas, às quais devemos, na Terra, o instituto dareencarnação, o templo do lar, as bênçãos dafamília, as alegrias revitalizadoras do afeto, o tesouroinapreciável dos estímulos espirituais”.5
  6. 6.  Com a união conjugal, nasce automaticamente ocompromisso de um para com o outro, pois ambosviverão na dependência um do outro.6
  7. 7.  No acasalamento entre os animais, não hácompromisso e nem responsabilidade permanente,pois não existem os valores afetivos, morais econscienciais em jogo, e são justamente essesvalores que tornam o matrimônio uma realizaçãosuperior e de serviços extensos e complexos paraambos os sexos.7
  8. 8.  O casamento não é, pois, um contrato decompromisso jurídico, mas, muito mais, um contratoespiritual de consciência para consciência, de coraçãopara coração, onde surgem compromissos mútuos:materiais, afetivos, morais, espirituais ecármicos, determinando responsabilidadesintransferíveis de apoio mútuo.8X
  9. 9. O Espírito Emmanuel nos mostra a gravidade daresponsabilidade na união afetiva: “Imperioso, porém, que a ligação se baseie naresponsabilidade recíproca, de vez que na comunhãosexual um ser humano se entrega a outro ser humanoe, por isso mesmo, não deve haver qualquerdesconsideração entre si ”.9
  10. 10.  A união matrimonial não está unindo somente doiscorpos, duas estruturas de carne e ossos, mas emrealidade duas almas, dois Espíritos compersonalidades próprias, dois mundos psicológicosdiferentes.10
  11. 11.  A sexualidade entre os cônjuges não se restringe aocontato corpo a corpo, com os prazeres que daídecorrem, pois ela se apresenta também nasmanifestações sutis da alma, ainda imperceptíveispara a quase totalidade da Humanidade.11
  12. 12. “Quando o homem e a mulher seconfiam um ao outro, pelos vínculossexuais, essa rendição é tão absolutaque passam, praticamente, a viver numasimbiose de forças, qual se as duasalmas habitassem num só corpo”.12 Emmanuel nos lembra a figuraevangélica, quando fala que no casamentoos cônjuges passam a habitar um só corpo:
  13. 13.  Para tanto, é indispensável a vigilância interior deambos, a fim de não prejudicar o [equilíbrio emotivo]do companheiro ou da companheira.13
  14. 14.  “A sexualidade no casal existe, sobretudo, emfunção de alimento magnético entre os dois coraçõesque se integram um no outro e daí procede anecessidade de vigilância para que a harmonia não seperca, nesse circuito de forças”.14
  15. 15.  Imprescindível se torna aos cônjuges cuidar daregularidade da união sexual fisiológica, mas muitomais deve ser cuidada a sua sexualidadeespiritual, pois esta é que é a usina mantenedora daunião matrimonial, sendo a reunião dos corposapenas uma complementação e não o fator básico daunião.15
  16. 16.  Se a perfeita normalidade sexual fosse o fatorfundamental da união, não poderia haver separaçãoe crescimento de antipatia entre casais, depois demuitos anos de atividade sexual normal, satisfazendoas necessidades do instinto sexual e acomplementação da sede afetiva. Neste caso, houve união de corpos, mas não decorações.16
  17. 17.  Quando na união conjugal o fator básico é arelação sexual fisiológica, desprezando odesenvolvimento da permuta de vibrações psíquicasharmoniosas, é sinal de que essa união terá sempreproblemas de relacionamento, surgirão a insatisfação,o desencanto e o desalento, e ela poderá vir a serdesfeita com o tempo.17
  18. 18.  O amor não está limitado ao instinto sexualsatisfeito. A relação sexual, por si só, une corpos edesejos, mas não funde almas, dentro da lei desimpatia. O perfeito ajustamento sexual entre oscônjuges, antes de tudo, nasce do cultivo devibrações simpáticas mútuas em todas as suasrealizações, seja no lar ou fora dele.18
  19. 19.  Não queremos dizer que, com o desenvolvimentoda permuta dos recursos psíquicos harmoniosos entreo casal, se esteja decretando a diminuição ou aausência da relação sexual. Não!19
  20. 20.  O que vai acontecer é que as alegrias entre ocasal, não se limitando ao prazer rápido do instintosexual regularizado, encontrará fontes de prazermuito mais [belas], [profundas] e [intensas], no reinoinfinito do Espírito. As relações sexuais permanecem, massustentadas, iluminadas e fortalecidas pelasvibrações magnéticas equilibradas ereconfortadoras dos cônjuges.20
  21. 21.  Meditemos nas palavras esclarecedoras doCodificador Allan Kardec, quando nos instrui sobre asduas leis que devem reger a vida matrimonial:“(...) na união dos sexos, a par da Lei Divinamaterial, comum a todos os seres, há outra Lei Divinaimutável como todas as Leis de Deus, exclusivamentemoral: a lei de amor. Quis Deus que os seres seunissem não só pelos laços da carne, mas tambémpelos da alma (...)”.21
  22. 22.  Para a felicidade conjugal, é indispensável observarestas duas leis:a do instinto sexual ea do amor...22
  23. 23.  A primeira é poderosa e muito forte em todas aspessoas e, além disso, sua atividade é comum efácil, pois rege a união dos corpos; A segunda já não está no corpo, não é instintiva ese encontra no Espírito. A primeira necessita da utilização dos órgãosgenésicos; A segunda necessita do órgão da alma: o coração.23
  24. 24.  O admirável apóstolo Paulo, dissertando sobre osdeveres dos cônjuges, em sua primeira carta aosCoríntios, assim nos fala com clareza:“Não vos recuseis um ao outro, a não ser porconsentimento mútuo, a fim de vos entregardes àoração; depois ajuntai-vos outra vez para que Satanásnão vos tente pela vossa incontinência”.(I Cor., 7:5)24
  25. 25.  O homem e a mulher são livres para ter ocomportamento sexual que lhes aprouver noleito conjugal, mas estão sujeitos às leis moraise espirituais, como qualquer tipo de relaçãoamorosa na Terra.25
  26. 26.  O apóstolo Paulo em sua Epístola aosHebreus, 12:21, nos diz: “Estamos rodeadospor uma grande nuvem de testemunhas”...Temos a nossa volta as companhiasespirituais que atraímos em função do quepensamos, sentimos, desejamos, falamos eagimos.Nem as relações sexuais dos cônjuges estãolivres necessariamente da presença dosEspíritos, sejam eles inferiores ou elevados.26
  27. 27.  Vejamos como se apresenta o ambiente espiritualdos cônjuges, em suas relações mais íntimas, emtrês situações, conforme o estado moral e mental:27
  28. 28. PRIMEIRO CASO28
  29. 29.  O Espírito André Luiz, em seu livro “Missionários daLuz”, apresenta, com nitidez, o ambiente espiritualdos casais de vida sexual infeliz:29
  30. 30.  “A esposa infiel aos princípios nobres da vida emcomum e o esposo que põe sua casa em ligação com omeretrício, não devem esperar que seus atos afetivospermaneçam coroados de veneração e santidade. Suasrelações mais íntimas são objeto de participação dasdesvairadas testemunhas que escolheram. Tornam-sevítimas inconscientes de grupos perversos, que lhespartilham as emoções de natureza fisiológica, induzindo-as à mais dolorosa viciação. Ainda que esses cônjugesinfelizes estejam temporariamente catalogados nopináculo das posições sociais humanas, não poderão traira miserável condição interior sequiosos que vivem deprazeres criminosos, dominados de estranha e incoercívelvolúpia”.30
  31. 31.  Neste caso, as relações mais íntimas são sigilosaspara as criaturas humanas, mas não o são para oshabitantes infelizes e desequilibrados do MundoEspiritual. A casa material está devidamente fechada esegura, mas, quanto à esfera espiritual, ela se encontraescancarada e insegura, dando liberdade de entradapara qualquer tipo de Espírito. 31
  32. 32. SEGUNDO CASO32
  33. 33. É da lei que cada um receba de acordo com seusméritos.A esposa virtuosa não participará espiritualmente dacondição sombria de seu esposo infiel aos seussentimentos por estar ligado ao meretrício.A mulher, pelas suas virtudes reveladas, merecerá oamparo e a vigilância dos benfeitoresespirituais, mesmo no momento das relações sexuaisno leito conjugal, superando as influências espirituaisnegativas do marido desleal.33
  34. 34. O mentor espiritual Alexandre nos explica comdiscernimento a lei de Justiça e do Mérito:“(...) que condição, por exemplo, é a da esposa fiel edevotada, ante um marido desleal e aventureiro, nocampo sexual? Permanecerá a mulher nobre e santa àmercê das criminosas testemunhas que o homemescolheu?”34
  35. 35. “- Não – disse ele, veemente – o mau não pode perturbar oque é genuinamente bom. Em caso dessa espécie, aesposa garantirá o ambiente doméstico, embora isto lhecuste as mais difíceis abnegações e pesados sacrifícios. Osatos que lhe exijam a presença enobrecedora sãosagrados, ainda que o companheiro, na vida comum, setenha colocado em nível inferior aos brutos. Em situaçõescomo essa, no entanto, o marido imprevidente torna-sepaulatinamente cego à virtude e converte-se, por vezes, noescravo integral das entidades perversas que tomou portestemunhas habituais, presentes em todos os seuscaminhos e atividades fora do santuário da família. Chegadoa esse ponto, é muito difícil impedir-lhe a queda nosdesfiladeiros fatais do crime e das trevas”. 35
  36. 36. TERCEIRO CASO36
  37. 37.  Existe a proteção espiritual, mas ela não é privilégioautomático de nenhum casal, pois está baseadaunicamente nas próprias irradiações mentaisequilibradas dos cônjuges. Estes têm que fazer por merecer essa proteção.37
  38. 38.  Utilizando o material sutil e poderoso emanado docampo mental do casal de qualidades nobres, osmentores espirituais constroem a residência fluídica nolar dos cônjuges virtuosos. Os Espíritos vampirizadores não têm condições deultrapassar as fronteiras vibratórias construídas pelosbenfeitores espirituais no recinto dos cônjugesespiritualizados.38
  39. 39. “Todos os encarnados que edificam o ninhoconjugal, sob a retidão, conquistam a presença detestemunhas respeitosas, que lhes garantem aprivacidade dos atos mais íntimos, consolidando-lhesas fronteiras vibratórias e defendendo-as contra asforças menos dignas, tomando, por base de seustrabalhos, os pensamentos elevados que encontramno ambiente doméstico dos amigos (...)”.O mentor espiritual Alexandre explica a importânciada mente sadia nos cônjuges:39
  40. 40. "Por mais que não possamos voltar atrás e fazer um novo começo,qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo final."Chico Xavier
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