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Economia Brasileira 2012: DESAFIOS, OPORTUNIDADES E AMEAÇAS
 

Economia Brasileira 2012: DESAFIOS, OPORTUNIDADES E AMEAÇAS

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Uma análise sobre a saúde financeira do Brasil nos governos FHC, Lula e Dilma.

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    Economia Brasileira 2012: DESAFIOS, OPORTUNIDADES E AMEAÇAS Economia Brasileira 2012: DESAFIOS, OPORTUNIDADES E AMEAÇAS Presentation Transcript

    • Produto Interno Bruto O Brasil abriu uma janela para o mundo 1993 em inclusão diferenciada no cenário internacional, a partir do momento em 438,299 Em R$ bilhões que controlou sua inflação. Taxa de crescimento 4,9 (%) O real é uma moeda forte que atrai Salário Mínimo em 12/1993 investimentos e movimenta a economia. CR$ 18.760,00 = R$ 68,21 Em 01/07/1994 = R$ 70,00 Quanto vale o Real: Valor calculado sobre 1 Dólar – USD 65,10 Dólar. Em 01/01/2012 = R$ 622,00 07/94 01/00 01/03 01/06 01/12 Dolár - USD 359,53 R$ 0,93 R$ 1,80 R$ 3,66 R$ 2,33 R$ 1,73FONTE: IBGE/IPEA/BANCO CENTRAL
    • Fernando Henrique Cardoso 1994 Privatizações Reforma Econômica Plano Real Salário mínimo
    • Privatizações: Reforma Econômica:•O fim dos monopóliosestatais nos setores de •Elevação da arrecadação pública.telecomunicações e • Aprovação da Lei deenergia. Responsabilidade Fiscal e ajuste fiscal • Estabelecimento do sistema de meta• 78,61 bilhões de dólares de inflação.• 53% do total arrecadado •Redução da proporção das classes D e era investimento E de 32,2% da população em 1993 para estrangeiro. 25,10% em 1996.
    • Plano Real O Plano Real= Programa brasileiro com o objetivo de estabilização econômica, iniciado oficialmente em 27 de fevereiro de 1994.•Organizado em etapas, o plano resultaria no fim de quase três décadas de inflaçãoelevada e na substituição da antiga moeda pelo Real.•A partir daí, a inflação foi contida sem congelamentos de preços e confisco dedepósitos bancários.•Rápido crescimento da economia.•A intenção era que o Brasil pudesse registrar taxas de crescimento econômico auto-sustentáveis, viabilizando a retomada do crescimento com distribuição da renda.
    • Salário mínimo: O salário mínimo passou, em 4 anos, de R$64,79( USD 60,25) para R$130 (USD 156,00) reais. Um crescimento de mais de 100%. PIB A taxa média de crescimento do PIB do período FHC foi de 2,3% ao ano. É a quarta pior média de crescimento do PIB entre os presidentes do Brasil no período republicano, superando apenas as dos governos de Venceslau Brás, Fernando Collor e Floriano Peixoto. Taxa de Crescimento: Ano 1994 Ano 1995 Ano 1996 Ano 1997 Ano 1998 Fonte: UFRJ e IBGE 5,9% 4,2% 2,2% 3,4 0,0
    • O SEGUNDO MANDATO DE FHC E A TRÍPLICE MUDANÇA• Flutuação suja - O Banco Central manteve aintervenção na forma de venda pontual dereservas e oferta de títulos públicos indexadosà taxa de câmbio.• O regime monetário, anteriormente atreladoà defesa das bandas cambiais, foi substituídopelo sistema de metas inflacionárias.• O regime fiscal foi alterado a partir daintrodução, no fim de 1998, de umcompromisso de política econômica relativo àmanutenção de um superávit primário elevadoo suficiente para produzir a estabilização darazão entre a dívida pública e o ProdutoInterno Bruto (PIB).Fonte: OLIVEIRA, Gesner; TUROLLA, Frederico.Política econômica do segundo governo FHC:mudança em condições adversas. Tempo soc.vol.15 no.2 São Paulo Nov. 2003.
    • O SEGUNDO MANDATO DE FHC E A TRÍPLICE MUDANÇA• Na área fiscal, passou-se a gerar superávitprimário e avançou-se nos esforços de reformaestrutural.• Na área cambial, a passagem do regime decâmbio administrado para uma flutuação sujapermitiu o ajuste do elevado déficit em contacorrente verificado no primeiro mandato.• Na área monetária, o regime de metas deinflação substituiu a subordinação da políticamonetária à defesa do regime cambial.Fonte: OLIVEIRA, Gesner; TUROLLA, Frederico.Política econômica do segundo governo FHC:mudança em condições adversas. Tempo soc.vol.15 no.2 São Paulo Nov. 2003.
    • MEDO• A reversão do bom momento vivido pelaeconomia brasileira foi causada por umacombinação de choques adversos nos terrenosexterno e doméstico: a crise de oferta deenergia elétrica (“apagão”), a desaceleração daeconomia norte-americana, a crise daeconomia argentina, os atentados de 11 desetembro e os escândalos contábeis queafetaram empresas norte-americanas.•Tal sucessão de eventos depreciou fortementeo câmbio e fez retrair os investimentosprodutivos.Fonte: OLIVEIRA, Gesner; TUROLLA, Frederico.Política econômica do segundo governo FHC:mudança em condições adversas. Tempo soc.vol.15 no.2 São Paulo Nov. 2003.
    • O FIM DE FHC ?Fonte: UFRJ eIBGE
    • O GOVERNO LULA2003 - 2006
    • OPORTUNIDADESCONTEXTOCondições criadas por FHC• Empregos• Crédito• Estabilidade da moeda• Juros
    • DESAFIOS• Inflação• PIB• Dívidas• Internacional• Juros• Mortalidade Infantil• Educação
    • PIB por Estado 2003 a 2005:
    • PROGRAMAS SOCIAIS
    • LULA: META DE CRESCIMENTO DOPIB EM 5% AO ANO DE 2007 A 20102007 - Em 22 de janeiro é lançado o PAC (Programa de Aceleração doCrescimento) que prevê um crescimento do PIB de 4,5% em 2007 ede 5% ao ano até 2010. Brasil é confirmado como sede da Copa2014.2008 - Em 2008, PIB cresceu em 5,1% e chegou a R$ 2,9 trilhões.2009 – Houve redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado)o que aqueceu as vendas de produtos de linha branca e matérias deconstrução, movimentando ainda mais o setor imobiliário.2010 - De janeiro a junho, somente a Região Metropolitana de SãoPaulo assinalou baixa do rendimento médio real dos trabalhadoresdo setor (-3%). Nas demais a remuneração dos operários daconstrução aumentou: 10,7% em Recife, 10,6% no Distrito Federal,9,1% em Belo Horizonte, 8,8% em Salvador, 6,9% em Fortaleza e1,5% em Porto Alegre.
    • 2008 PIB cresceu 5,1% e chegou a R$ 2,9 trilhões • Não havia recuperado o valor de dezembro de 2002 • Nível de desemprego registra maior queda em 13 anos 9,9%•Em 2008 já o PIB per capita cresceu 4,0% em relação a 2007 e atingiu R$ 15.240,00.•A taxa de investimento chegou a 19,0% e foi a mais alta da série iniciada em 2000.
    • 2009/2010: MELHOR ANO NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL Medidas tomadas em no ano anterior foram fundamentais para o resultado do PIB 7,5% de 2010:• Houve aumentos de gastos públicos (Copa 2014).• Redução de IPI - Elevando as vendas de produtos de linha branca, autos, eletrônicos e matérias de construção.• Expansão do crédito imobiliário (que cresceu 43,51% em 2009).O que contribuiu para um aumento do consumo. Crescimento de 7,5% no ano de 2010, a maior alta para o indicador desde 1986, quando também foi registrada variação de 7,5%.Seguindo a tendência dos investimentos de 2009, que somaram 250bilhões de dólares, o ano de 2010 superou esses dados em 33%.Foram 324,5 bilhões de dólares distribuídos por todo o territórionacional nos Segmentos Industrial (1882 obras), Comercial (3311obras) e Residencial (5981 obras). Fonte: ITCnet – Informações da Construção
    • PIB do Brasil cresce 7,5% em 2010 maior alta em 21 anos BRASIL: VARIAÇÃO NOS ÚLTIMOS 21 ANOS* 2011: 2,7% 2010: 7,5% 2009: -0,6% 2008: 5,2% 2007: 6,1% 2006: 4,0% 2005: 3,2% 2004: 5,7% 2003: 1,1% 2002: 2,6% 2001: 1,3% 2000: 4,26 1999: 0,79% 1998: 0,13% 1997: 3,27% 1996 : 2,66% 1995: 4,22% 1994: 5,85% 1993 : 4,92% 1992 : -0,5% 1991 : 1,03% 1990 : 4,4% * Fonte: IBGE
    • Brasil Rumo à Copa 2014 O Evento Injetará cerca de R$142,39 bilhões em investimentos na economia Brasil Sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo de 2014. * Infraestrura terá R$22,4 bilhões. * Despesas operacionais R$7 bilhões. * Geração indireta R$112,79 bilhões dos vários setores da economia. * Geração 3,6 milhões de empregos com um adicional de arrecadação aos cofres públicos em R$18,1 bilhões. Causando o impacto de investimentos que representarão 2,17% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro que foi previsto em 2010.
    • Salário mínimo desde 2000• Em dez anos, o saláriomínimo que era de R$151,00em 2000, saltou paraR$622,00 em 2012.• Isso acarretou maior poderde compra, porém, segundoo Dieese (DepartamentoIntersindical de Estatística eEstudos Socioeconômicos) osalário mínimo ideal seria deR$ 2.323,21.
    • PIB DE DILMA RECUA EM RELAÇÃO AO DE LULA, PORÉM SUPERA FHC• Dados revelam que Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro 4.5 cresceu 2,7%, em 2011, abaixo da 4 média dos governos Lula (4%) e 3.5 acima do período FHC (2,3%). 3• Os resultados de 2011 derivam 2.5 da agropecuária 3,9%, serviços 2,7% e 1,6% da industria. 2 PIB• A soma totalizou R$ 4,143 1.5 trilhões e uma renda per capita 1 de R$ 21,252 mil. 0.5 0 FHC Lula Dilma
    • PREVISÕES DO GOVERNO PARA O PIB 2012 As estimativas para o crescimento da economia em 2012 se mantêm há quatro semanas em 3,3%. O governo acredita que a expansão poderá chegar a 4%.
    • PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC)• Programa Minha Casa Minhavida.• Transportes.• Energia.• Água e luz para todos.
    • GOVERNO INCENTIVA CONSUMO INTERNO• O Imposto sobre produtosindustrializados, ou IPI, foi reduzidopelo governo.• Isso influencia o consumointerno, ou seja, os cidadãos sesentem motivados a comprar pelobaixo valor.• A indústria também ficaaquecida, já que a demanda iráaumentar.
    • COPA, OLIMPÍADAS E EXPECTATIVAS ATÉ 2014• O governo adotou novosmeios para aumentar aeconomia, como prorrogar oIPI.• A expectativa é de umaumento no PIB ainda em2012.• Obras e melhorias para Copa2014 e preparativos paraolimpíadas 2016.• Cortes de taxas e juros embancos públicos federal.• Como estará o Brasil no finalde 2014.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?1 - É preciso melhorar a infraestrutura.Rodovias pavimentadas entre os BRIC O serviço portuário “Em 1983 estive no Japão e naquela época aquele país que é uma pequena parte do que temos no Brasil, já contava com mais de 700 pontos de É pelo setor portuário que cerca de 90% da carga que atracagem, desses 60 já tinham o sai ou chega ao Brasil passa. O crescimento dos BRIC tamanho que tem o de Santos, que é aumentou do tráfego de produtos no comércio no hemisfério sul e os portos brasileiros viveram um maior que temos por aqui” - professor verdadeiro boom de demanda por serviços de transporte marítimo. doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Rui Carlos Botter.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ? 1 - É preciso melhorar a infraestrutura.Aeroportos
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?2 – Investir em educação Analfabetismo no Brasil
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ? 3 – Reduzir a carga tributáriaO aumento do volume dos impostos cobrados dos brasileiros funciona como umfreio para o crescimento econômico. A conclusão é do economista AdolfoSachsida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ? 4 – Reforma da Previdência“Daqui a 20 anos, teremos, aproximadamente, 40 milhões de aposentados e 20milhões de beneficiários.” - Deputado Cândido Vaccarezza.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?5 – Cuidados com o câmbioEmbora o câmbio não seja fixo, enfrenta mais uma vez o problema dasobrevalorização da moeda, vivido no segundo mandato de FHC.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?6 – Políticas protecionistas “Me causa preocupação essa guinada protecionista do governo principalmente nos reflexos que ela pode ter”. - Professor de economia da PUC de São Paulo, Antônio Corrêa de Lacerda.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?7 – Ajuda à indústria Ela puxou o PIB para baixo em 2011 e, segundo Julio Gomes de Almeida, Economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, “a produtividade desse setor vem crescendo pouco e sem produtividade não há como enfrentar a concorrência que vem de fora “.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?8 – Investimentos no agronegócio A agropecuária puxou o PIB para cima em 2011, segundo Julio Gomes de Almeida, Economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, “a produtividade desse setor vem crescendo pouco e sem produtividade não há como enfrentar a concorrência que vem de fora “.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?9 – Cuidados com a energia O apagão deixou uma lição: é preciso cautela.
    • QUAIS AS LIÇÕES DEIXADAS ?10 – O que vem de fora nos atinge A crise econômica na Europa está afetando o crescimento de países emergentes, como o Brasil. É o que pensa a presidenta Dilma Rousseff.