O que sucede após a morte

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O que sucede após a morte

  1. 1. 150. A alma conserva a suaindividualidade após a morte?— Sim, não a perde jamais. O queseria ela se não a conservasse?Allan Kardec – O livro dos Espíritos
  2. 2. 150 – a) Como a alma constata asua individualidade, se não tem maiso corpo material?— Tem um fluido que lhe é próprio,que tira da atmosfera do seu planeta eque representa a aparência da suaúltima encarnação: seu períspirito.Allan Kardec – O livro dos Espíritos
  3. 3. Princípiointeligente.Serimaterial.Sobreviveapós a morte.O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
  4. 4. Envoltóriosemimaterial.Intermediárioentre oEspírito e ocorpo.Dá a formaao espírito.O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
  5. 5. Envoltóriomaterial eperecível.Revestimentotemporário doespírito.O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
  6. 6. 150 – b) A alma não leva nada destemundo?— Nada mais que a lembrança e odesejo de ir para um mundo melhor.Essa lembrança é cheia de doçura ou deamargor, segundo o emprego que tenhadado à vida. Quanto mais pura para elafor, mais compreenderá a futilidadedaquilo que deixou na Terra.Allan Kardec – O livro dos Espíritos
  7. 7. CATALOGADOS PORERNESTO BOZZANOCONFIRMADOS PORTODOS OS ESPÍRITOS E(Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)
  8. 8. 12/06/2013 9CONSERVARAM AFORMA HUMANAONDEESTOU ?IGNORARAM POR ALGUM TEMPO QUE ESTAVAMMORTOS
  9. 9. PASSARAM PELOPROCESSO DA“VISÃO PANORÂMICA”FORAM ACOLHIDOSPOR FAMILIARES E AMIGOSPASSARAM POR FASE VARIADA DE“SONO REPARADOR”12/06/2013 10
  10. 10. 12/06/2013 11RECONHECERAM OMUNDO ESPIRITUALCOMO ANÁLOGO AOMUNDO TERRESTRE.TENEBROSORADIOSO OUACHARAM-SE NUM MEIO ESPIRITUAL
  11. 11. 12/06/2013 12VERIFICARAM QUE NOMUNDO ESPIRITUALO PENSAMENTO CONSTITUIFORÇA CRIADORA.APRENDERAM QUE ATRANSMISSÃO DO PENSAMENTOÉ A FORMA DA LINGUAGEMESPIRITUAL.
  12. 12. 12/06/2013 13VERIFICARAM QUEPODEM PERCEBER OSOBJETOS PELO SEUINTERIOR E ATRAVÉSDELES.COMPROVARAM QUE PODEM SEPROJETAR DE UM LUGAR PARA O OUTRO.APRENDERAM QUE OS ESPÍRITOS GRAVITAMPARA ESFERAS ESPIRITUAIS DE ACORDO COM ALEI DA AFINIDADE.
  13. 13. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Os defuntos dizem que os Espíritosdos mortos a quem nos ligamos emvida intervêm para acolher e guiar osrecém-desencarnados, antes que seinicie o "sono reparador".
  14. 14. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Os Espíritos, ao observarem seus cadáveresno leito de morte, geralmente falam de um"corpo etéreo" que se condensa acima do"corpo somático", fato que é confirmado pelosvidentes.
  15. 15. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Eles dizem que, assim como nãoexistem pessoas absolutamenteidênticas no mundo dos vivos, omesmo se dá no mundo espiritual,de modo que as condiçõesverificadas no trespasse não sãoexatamente as mesmas para todos.
  16. 16. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Embora os Espíritos tenham afaculdade de criar mais ou menos bem,pela força do pensamento, o que lhesseja necessário, quando se trata deobras complexas e importantes a tarefaé confiada a grupos de Espíritos quenisso se especializaram.
  17. 17. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Quando dominados por paixõeshumanas, os Espíritos se conservamligados ao meio onde viveram, por umlapso de tempo mais ou menos longo.
  18. 18. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)No mundo espiritual, os Espíritosinferiores não podem perceber os quelhes são superiores, devido àdiversidade das tonalidadesvibratórias de seus "corpos etéreos".
  19. 19. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)As dilacerantes crises de dor, quefrequentemente se produzemjunto dos leitos de morte, sãopenosas para os Espíritos dosdefuntos e os impedem de entrarem relação com as pessoas quelhes são caras, retendo-os nomeio terrestre.
  20. 20. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Os Espíritos afirmam, por fim, que,quando se encontram sós e tomadosde perplexidades de toda sorte,percebem uma voz que lhes chega delonge e os aconselha sobre o quefazer.
  21. 21. (Ernesto Bozzano - Crise da Morte, pp. 163 a 166.)Trata-se da voz vinda deEspíritos amigos que,percebendo de modo telepáticoos seus pensamentos,apressam-se em lhestransmitir conselhos.
  22. 22. Para que o espírito se liberte, deve-se desligaros cordões fluídicos que o prendem ao corpofísico.Técnicos do mundo espiritual promovem comrecursos magnéticos a liberação do espírito.Somente indivíduos muito evoluídos nãonecessitam dessa ajuda.(Quem tem medo da morte - Richard Simonetti)
  23. 23.  CIRROSE EFÍGADODESORGANIZADO.ESTÔMAGO,PÂNCREAS EDUODENO COMANOMALIAS. RINSPRATICAMENTEMORTOS.SINTOMAS DEGANGRENA EMTODO OORGANISMO.CORAÇÃOTRABALHAVA COMDIFICULDADE.(Obreiros da vida eterna - caps. XIII e XIV)
  24. 24. A esposa do médium mantinha-se firme ao seu lado,emitindo forças mentais de retenção amorosa queprendiam o moribundo em vasto emaranhado de fioscinzentos.(Obreiros da vida eterna - caps. XIII e XIV)
  25. 25. Jerônimo apontou-a, bondoso, e explicou:Nossa pobre amiga é o primeiro empecilhoa remover.Improvisemos temporária melhora para oagonizante.(Obreiros da vida eterna - caps. XIII e XIV)
  26. 26. (Obreiros da vida eterna - caps. XIII e XIV)Pouco a pouco, com a interferência deJerônimo, o amigo acalmou-se, respirou emritmo quase normal, abriu os olhos e exclamou,reconfortado:Graças a Deus! Louvado seja Deus!Falava em voz quase imperceptível.
  27. 27. ...Dimas mostrou novobrilho no olhar, encaroua companheira e rogou:-querida, vádescansar!...Em breves minutos, oquarto ficou solitário,facilitando-nos oserviço.(Obreiros da vida eterna - caps. XIII e XIV)
  28. 28. 1ª MEDIDALIBERAÇÃO DO ESPÍRITO:ISOLAMENTO DO SISTEMA NERVOSOOPERAÇÕES MAGNÉTICAS FEITAS POR JERÔNIMO INSENSIBILIZAÇÃO DO VAGO(DESLIGAMENTO DAS VÍSCERAS)
  29. 29. 1ª MEDIDALIBERAÇÃO DO ESPÍRITO:ISOLAMENTO DO SISTEMA NERVOSOOPERAÇÕES MAGNÉTICAS FEITAS POR JERÔNIMONEUTRALIZAÇÃO DO CÉREBRO ISOLAMENTO DO SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO
  30. 30. ESCLARECIMENTOS DE JERÔNIMOHÁ 3 REGIÕES ORGÂNICAS QUEEXIGEM CUIDADO NA LIBERAÇÃODA ALMA.1 - CENTROVEGETATIVO1 – SEDE DAS MANIFESTAÇÕES - FISIOLÓGICAS - VENTRE2 - ZONA DOS SENTIMENTOS - TÓRAX3 - O MAIS IMPORTANTE - CÉREBRO
  31. 31. LIBERTAÇÃO FINALESCLARECIMENTOS DE JERÔNIMO
  32. 32. O Céu e o Inferno » Segunda Parte - Exemplos »Capítulo II - Espíritos felizes » Maurice Gontran
  33. 33. Era filho único e faleceu, aos dezoitoanos, de uma afecção pulmonar.Inteligência rara, razão precoce, grandeamor ao estudo, caráter doce, terno esimpático, possuía todas as qualidadesque fazem prever brilhante futuro.
  34. 34. A sua morte acarretou aos parentesuma dessas dores que deixam traçosprofundos e muitíssimo dolorosos, poisque, tendo sido sempre de naturezadelicada, lhe atribuíam o fimprematuro ao trabalho de estudos aque o instigaram.
  35. 35. Exprobrando-se, então, diziam: "De quelhe serve agora tudo o que aprendeu?Melhor fora ficasse ignorante, pois aciência não lhe era necessária para viver,e assim estaria, sem dúvida, entre nós;seria o consolo da nossa velhice."
  36. 36. - P. Meu caro Maurice, a terna afeiçãoque votáveis a vossos pais traz-me aconvicção de que desejais reconfortar-lheso ânimo, se estiver ao vosso alcance fazê-lo. O pesar, direi mesmo desespero, que ovosso passamento lhes trouxe, altera-lhesvisivelmente a saúde, levando-os adesgostarem-se da vida. Algumaspalavras de consolo poderão certamentefazer renascer-lhes a esperança...
  37. 37. - R. Meu amigo, esperava comimpaciência esta ocasião, que ora mefacultais, de comunicar-me. A dor demeus pais aflige-me, porém, ela seacalmará quando tiverem a certeza deque não estou perdido para eles;aproximai-vos deles a fim de osconvencer desta verdade, o quecertamente conseguireis.
  38. 38. - R. Era preciso este acontecimentopara insinuar-lhes uma crença quelhes trará a felicidade, impedindo-os de murmurar contra os decretosda Providência.
  39. 39. - R. Sabeis que meu pai era muitocéptico a respeito da vida futura. -Deus concedeu-lhe este desgostopara arrancá-lo do seu erro.
  40. 40. - R. Aqui nos reencontraremos, nestemundo onde não se conhecem desgostosda vida, e no qual os precedi; afirmai-lhes categoricamente que a ventura detornarem a ver-me ser-lhes-á recusadacomo castigo à falta de confiança nabondade de Deus.
  41. 41. - R. Interdita me seria mesmo acomunicação com eles, durante o tempo dasua permanência na Terra. O desespero éuma rebeldia à vontade do Onipotente,sempre punido com o prolongamento dacausa que o produziu, até que hajacompleta submissão.
  42. 42. - R. O desespero é verdadeiro suicídiopor minar as forças corpóreas, e quemabrevia os seus dias, no intuito deescapar mais cedo aos travos da dor,faz jus às mais cruéis decepções; deve-se, ao contrário, avigorar o corpo afim de suportar mais facilmente opeso das provações.
  43. 43. - R. Meus queridos e bondosos pais,é a vós que neste momento me dirijo.Desde que deixei o despojo mortal,jamais deixei de estar ao vosso lado.Aí estou muito mais vezes mesmoque quando na Terra.
  44. 44. - R. Consolai-vos, pois, porque eu nãoestou morto, ou antes, estou mais vivoque vós. Apenas o corpo morreu, maso Espírito, esse, vive sempre. Ele é aodemais livre, feliz, isento de moléstias,de enfermidades e de dores.
  45. 45. - R. Em vez de vos afligirdes,regozijai-vos por saber que estou aoabrigo de cuidados e apreensões, emlugar onde o coração se satura dealegria puríssima, sem a sombra deum desgosto.
  46. 46. - R. Meus bons amigos, não deploreisos que morrem precocemente, porqueisto é uma graça que Deus lhes concede,poupando-os às tribulações da vidaterrena.
  47. 47. - R. A minha existência aí não deviaprolongar-se por muito tempo desta vez,visto ter adquirido o necessário parapreencher, no Espaço, uma missão maiselevada. Se tivesse mais tempo, nãoimaginais a que perigos e seduções iriaexpor-me.
  48. 48. - R. E podereis acaso julgar daminha fortaleza para não sucumbirnessa luta que importaria atraso dealguns séculos? Por que, pois,lastimar o que me é vantajoso?
  49. 49. - R. Neste caso, uma dor inconsolávelacusaria descrença só legitimável pelaideia do nada. Os que assim descreem,esses é que são dignos de lástima, poispara eles não pode haver consolaçãopossível; os entes caros figuram-se-lhesirremediavelmente perdidos, porque atumba lhes leva a última esperança!
  50. 50. - P. Vossa morte foi dolorosa?- R. Não, meu amigo, apenas sofri,antes da morte, os efeitos da moléstia,porém, esse sofrimento diminuía àproporção que o último instante seaproximava: depois, um dia,adormeci sem pensar na morte.
  51. 51. - R. E tive então um sonho delicioso!Sonhei que estava curado, que nãomais sofria, e respirava a longoshaustos, prazerosamente, um arembalsamado e puro: transportava-me através do Espaço uma forçadesconhecida.
  52. 52. - R. Brilhante luz resplandecia em torno,mas sem cansar-me a vista! Vi meu avô,não mais esquálido, alquebrado, porém,com aspecto juvenil e loução. E eleestendia-me os braços, estreitando-meefusivamente ao coração.
  53. 53. - R. Multidão de outras pessoas, derisonhos semblantes, o acompanhavam,acolhendo-me todos com benevolência edoçura; parecia-me reconhecê-los e,venturoso por tornar a vê-los, trocávamosfelicitações e testemunhos de amizade. Poisbem! o que eu supunha ser um sonho era arealidade, porque de tal sonho não deviadespertar na Terra: é que acordara nomundo espiritual.
  54. 54. - P. A vossa moléstia não se originou dagrande assiduidade no estudo?- R. Oh! não, desenganai-vos. Contadoestava o tempo que eu deveria passar naTerra, e coisa alguma poderia aí reter-me. Sabia-o meu Espírito nos momentosde desprendimento e considerava-mefeliz com a ideia da próxima libertação.
  55. 55. - R. Mas, o tempo que aí passei nãofoi sem proveito, e hoje me felicito de onão ter perdido.
  56. 56. - R. Os sérios estudos feitosfortificaram-me a alma, aumentando-lhe os conhecimentos, e se em virtude daminha curta existência não pude dar-lhes aplicação, nem por isso deixarei deo fazer mais tarde e com maiorutilidade.
  57. 57. - R. Adeus, caro amigo: eu parto parajunto de meus pais, a fim de predispô-los ao recebimento desta comunicação.Maurice
  58. 58. O Céu e o Inferno » Segunda Parte - Exemplos »Capítulo III - Espíritos em condições medianas »Joseph Brê
  59. 59. (Falecido em 1840 e evocado emBordéus, por sua neta, em 1862)O homem honesto segundo Deusou segundo os homens.
  60. 60. 1. Caro avô, podeis dizer-me como vosencontrais no mundo dos Espíritos,dando-me quaisquer pormenores úteisao nosso progresso?
  61. 61. - R. Tudo que quiseres, querida filha.Eu expio a minha descrença; porém,grande é a bondade de Deus, queatende às circunstâncias. Sofro, masnão como poderias imaginar: é odesgosto de não ter melhor aproveitadoo tempo aí na Terra.
  62. 62. 2. Como? Pois não vivestes semprehonestamente?- R. Sim, no juízo dos homens; mas háum abismo entre a honestidade peranteos homens e a honestidade peranteDeus.
  63. 63. - R. E uma vez que desejas instruir-te,procurarei demonstrar-te a diferença.Aí, entre vós, é reputado honesto aqueleque respeita as leis do seu país, respeitoarbitrário para muitos.
  64. 64. - R. Honesto é aquele que nãoprejudica o próximo ostensivamente,embora lhe arranque muitas vezes afelicidade e a honra, visto o códigopenal e a opinião pública não atingiremo culpado hipócrita.
  65. 65. - R. Em podendo fazer gravar napedra do túmulo um epitáfio devirtude, julgam muitos terem pago suadívida à Humanidade! Erro! Nãobasta, para ser honesto perante Deus,ter respeitado as leis dos homens; épreciso antes de tudo não havertransgredido as leis divinas.
  66. 66. - R. Honesto aos olhos de Deus seráaquele que, possuído de abnegação eamor, consagre a existência ao bem, aoprogresso dos seus semelhantes; aqueleque, animado de um zelo sem limites,for ativo na vida;
  67. 67. - R. ativo no cumprimento dos deveresmateriais, ensinando e exemplificandoaos outros o amor ao trabalho; ativonas boas ações, sem esquecer a condiçãode servo ao qual o Senhor pedirácontas, um dia, do emprego do seutempo; ativo finalmente na prática doamor de Deus e do próximo.
  68. 68. - R. Assim o homem honesto, peranteDeus, deve evitar cuidadoso as palavrasmordazes, veneno oculto sob flores, quedestrói reputações e acabrunha ohomem, muitas vezes cobrindo-o deridículo.
  69. 69. - R. O homem honesto, segundo Deus,deve ter sempre cerrado o coração aquaisquer germens de orgulho, deinveja, de ambição; deve ser paciente ebenévolo para com os que o agredirem;
  70. 70. - R. deve perdoar do fundo dalma, semesforços e sobretudo sem ostentação, aquem quer que o ofenda; deve, enfim,praticar o preceito conciso e grandiosoque se resume "no amor de Deus sobretodas as coisas e do próximo como a simesmo".
  71. 71. - R. Eis aí, querida filha,aproximadamente o que deve ser ohomem honesto perante Deus.
  72. 72. - R. Pois bem: tê-lo-ia eu sido? Não.Confesso sem corar que faltei a muitosdesses deveres; que não tive a atividadenecessária; que o esquecimento de Deusimpeliu-me a outras faltas, as quais,por não serem passíveis às leishumanas, nem por isso deixam de seratentatórias à lei de Deus.
  73. 73. - R. Compreendendo-o, muito sofri, eassim é que hoje espero mais consoladoa misericórdia desse Deus de bondade,que perscruta o meu arrependimento.
  74. 74. - R. Transmite, cara filha, repete tudoo que aí fica a quantos tiverem aconsciência onerada, para que reparemsuas faltas à força de boas obras, a fimde que a misericórdia de Deus seestenda por sobre eles. Seus olhospaternais lhes calcularão as provações.Sua mão potente lhes apagará as faltas.

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