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20. Prefácio. Duas origens pede ter
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Devemos, ao mesmo tempo, imaginar
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  1. 1. O mau pensamento como se reconhec
  2. 2. 20. Prefácio. Duas origens pede ter qualquer pensamento mau: a própria imperfeição de nossa alma, ou uma funesta influência que sobre ela se exerça. Neste último caso, há sempre indício de uma fraqueza que nos sujeita a receber essa influência; há, por conseguinte, indício de uma alma imperfeita. Allan Kardec – O evangelho segundo o espiritismo – Cap. 28, item 20.
  3. 3. De sorte que aquele que venha a falir não poderá invocar por escusa a influência de um Espírito estranho, visto que esse Espírito não o teria arrastado ao mal, se o considerasse inacessível à sedução. Allan Kardec – O evangelho segundo o espiritismo – Cap. 28, item 20.
  4. 4. Quando surge em nós um mau pensamento, podemos, pois, imaginar um Espírito maléfico a nos atrair para o mal, mas a cuja atração podemos ceder ou resistir, como se se tratara das solicitações de uma pessoa viva. Allan Kardec – O evangelho segundo o espiritismo – Cap. 28, item 20.
  5. 5. Devemos, ao mesmo tempo, imaginar que, por seu lado, o nosso anjo guardião, ou Espírito protetor, combate em nós a influência e espera com ansiedade a decisão que tomemos. A nossa hesitação em praticar o mal é a voz do Espírito bom, a se fazer ouvir pela nossa consciência. Allan Kardec – O evangelho segundo o espiritismo – Cap. 28, item 20.
  6. 6. Reconhece-se que um pensamento é mau, quando se afasta da caridade, que constitui a base da verdadeira moral, quando tem por princípio o orgulho, a vaidade, ou o egoísmo; quando a sua realização pode causar qualquer prejuízo a outrem; quando, enfim, nos induz a fazer aos outros o que não quereríamos que nos fizessem. Allan Kardec – O evangelho segundo o espiritismo – Cap. 28, item 20.
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