Amai os vossos inimigos

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Amai os vossos inimigos

  1. 1. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  2. 2. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  3. 3. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  4. 4. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  5. 5. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  6. 6. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  7. 7. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  8. 8. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  9. 9. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  10. 10. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  11. 11. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  12. 12. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  13. 13. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  14. 14. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  15. 15. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  16. 16. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  17. 17. O PENSAMENTO MALÉVOLO Determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O PENSAMENTO BENÉVOLO Nos envolve num agradável eflúvio. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  18. 18. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  19. 19. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  20. 20. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  21. 21. Ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contato de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contato de um amigo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. AMAR OS INIMIGOS NÃO É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m
  22. 22. Não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. AMAR OS INIMIGOS É:
  23. 23. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Não opor nenhum obstáculo a reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  24. 24. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  25. 25. AMAR OS INIMIGOS É: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Finalmente, retribuir- lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  26. 26. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  27. 27. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Um contra-senso. Aquele para quem a vida presente é tudo, vê no seu inimigo um ser nocivo, que lhe perturba o repouso e do qual unicamente a morte. Pensa ele, o pode livrar. Daí, o desejo de vingar-se. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  28. 28. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Nenhum interesse tem em perdoar, senão para satisfazer o seu orgulho perante o mundo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  29. 29. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Em certos casos, perdoar- lhe parece mesmo uma fraqueza indigna de si. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  30. 30. AMAR OS INIMIGOS É, PARA O INCRÉDULO: C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Se não se vingar, nem por isso deixará de conservar rancor e secreto desejo de mal para o outro. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3.
  31. 31. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Tem sua visão no passado, no presente e no futuro. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  32. 32. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Sabe que as maldades fazem parte das provas que lhe cumpre suportar. As vicissitudes lhe tornam menos amargas. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  33. 33. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Tem mais facilidade de perdoar. Não se queixa e agradece a Deus por experimentá-lo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  34. 34. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Sente, além disso, que quanto mais generoso for tanto mais se engrandece aos seus próprios olhos e se põe fora do alcance dos dardos do seu inimigo. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PARA O ESPÍRITAAMAR OS INIMIGOS:
  35. 35. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Aquele que, no mundo moral, se eleva acima da humanidade material compreende que o ódio e o rancor o aviltariam e rebaixariam. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PENSAMENTO DE KARDEC:
  36. 36. C o n h e c e r, S e n t i r, Vi v e r K a r d e c - w w w. l u z d o e s p i r i t i s m o . c o m Ora, para ser superior ao seu adversário, preciso é que tenha a alma maior, mais nobre, mais generosa do que a desse último. Allan Kardec – ESE, capítulo XII, item 3. PENSAMENTO DE KARDEC:

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