CS404 - O Cinema Hollywoodiano
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CS404 - História do Cinema II (Elinaldo)

CS404 - História do Cinema II (Elinaldo)
Prof. Francisco Elinaldo Teixeira

Seminário - O Cinema Hollywoodiano

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CS404 - O Cinema Hollywoodiano Presentation Transcript

  • 1.
  • 2. Cinema Hollywoodiano Contemporâneo
    Fernando Mascarello
  • 3. Segregação Acadêmica
    Final dos anos 1960
    Visão elitista e defensiva
    Mainstream/vilão vs. Contracinema/mocinho
    Glauberianismo
    3
  • 4. Canonizados
    Glauber Rocha e cinemanovistas
    Cinema Moderno (Godard, Rouch, Pasolini)
    Antecessores
    Eisenstein, Vertov, neo-realistas, Nelson P. dos Santos
    Sucessores
    Documentário contemporâneo
    Dogma 95
    Cinemas periféricos
    4
  • 5. Marginalizados
    Produção sessentista de Khouri
    Neon-realismo paulista dos anos 1980
    Trashe horror
    Cinema juvenil e ficção científica
    Lúdico e cômico
    5
  • 6. Débitos a Hollywood
    Estudos não ideológicos
    História: social, econômica ou tecnológica
    Estética: narração, estilo, temática
    Teoria dos gêneros cinematográficos
    Recepção dos filmes pelas audiências
    Ciclo vicioso
    6
  • 7. Boa, Eli!
    7
  • 8. Nossos Objetivos
    Ou, na verdade, os objetivos do Mascarello:
    Introduzir o debate sobre Hollywood
    Formato estético-industrial
    Pós-Tubarão e Guerra nas Estrelas
    8
  • 9. POR QUE ESTUDAR HOLLYWOOD?
    9
  • 10. Por que estudar Hollywood?
    Sintonia universitária com padrões globais
    Compreender é se vacinar contra coitadismo
    Controle industrial
    Dominação cultural
    Onipresença histórica
    Entender para enfrentar ou se adaptar
    Mais informados, menos inconformados
    10
  • 11. Discursos comuns
    Debilitação narrativa
    Privilégio do espetáculo e ação
    Detrimento do personagem e da dramaturgia
    Juvenilização da audiência
    Prejudica cinema brasileiro e de arte
    11
  • 12. 12
  • 13. Para um Midiálogo...
    Fronteira entre arte e comercial
    Cobrança de repertório de todos os tipos
    Posicionamento a respeito de Hollywood
    Preencher lacuna acadêmica
    Trabalhar referências, crítica ou praticamente
    13
  • 14. “Um enlatado CULTURAL não é como um enlatado industrial”
    • Renato Ortiz
    14
  • 15. 15
  • 16. 16
  • 17. Efemeridade do Subjetivo
    17
  • 18. Desvalorização do Contemporâneo
    Tudo quanto é velho eles botam pr'eu ouvir
    E tanta coisa nova jogam fora sem curtir
    Eu não nego que a poesia dos 50 é bonita
    Mas todo o sentimento dos 70 onde é que fica?
    - A verdade sobre a nostalgia
    18
  • 19. Terminologia
    19
  • 20. Terminologia
    HighConcept
    Cinema pós-moderno
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Cultura da alusão
    Nova Nova Hollywood
    Cinema neoclássico
    Nova Hollywood
    Renascimento Hollywoodiano
    Filme
    de altíssimo orçamento
    Pós-Fordismo
    20
  • 21. Terminologia
    Nova Nova Hollywood
    Nova Hollywood
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Filme
    de altíssimo orçamento
    Cultura da alusão
    Pós-Fordismo
    Filme
    de altíssimo orçamento
    21
    HighConcept
    Cinema pós-moderno
    Cinema neoclássico
    HighConcept
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Cultura da alusão
    Nova Nova Hollywood
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Pós-Fordismo
    21
    Cinema pós-moderno
    Nova Nova Hollywood
    Cinema neoclássico
    Nova Hollywood
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Filme
    de altíssimo orçamento
    Cultura da alusão
    Pós-Fordismo
    Filme
    de altíssimo orçamento
    HighConcept
    21
    Cinema pós-moderno
    Cinema neoclássico
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Fordismo
    21
    21
  • 22. Terminologia
    Nova Nova Hollywood
    Nova Hollywood
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Filme
    de altíssimo orçamento
    Cultura da alusão
    Pós-Fordismo
    Filme
    de altíssimo orçamento
    22
    HighConcept
    Cinema pós-moderno
    Cinema neoclássico
    HighConcept
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    AHHHHHHHHH!
    Cultura da alusão
    Nova Nova Hollywood
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Pós-Fordismo
    22
    Cinema pós-moderno
    Nova Nova Hollywood
    Cinema neoclássico
    Nova Hollywood
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Filme
    de altíssimo orçamento
    Cultura da alusão
    Pós-Fordismo
    Filme
    de altíssimo orçamento
    HighConcept
    22
    Cinema pós-moderno
    Cinema neoclássico
    Renascimento Hollywoodiano
    Pós-Fordismo
    22
    22
  • 23. Pluralidade de Termos!
    Quais aspectos estão sendo considerados?
    Qual a natureza e amplitude das avaliações?
    Simplificando:
    Nova Hollywood
    Pós-Classicismo
    HighConcept
    23
  • 24. Nova Hollywood
    • Primeiramente, referia-se ao AmericanArtFilm
    Robert Altman
    Arthur Penn
    Francis Ford Coppola
    24
  • 25. Nova Hollywood
    Passa a designar maistream pós-1975
    Contraposição à Velha Hollywood
    Abandono da pujança narrativa clássica
    Carro-chefe de indústria integrada
    25
  • 26. Pós-Classicismo Hollywoodiano
    Contraposição a clássico
    TheClassical Hollywood Cinema*
    Modo de narração clássico
    Aposta na inexistência do pós-clássico
    Polêmica e contestável
    Peso histórico-acadêmico do clássico
    26
    *David Bordwell
  • 27. Hollywood Clássica
    • Estabilidade
    • 28. Mercado – Oligopólios
    • 29. Narrativa e estética (sistema de gêneros)
    • 30. Studio System e Star System
    • 31. Bordwell (TCHC) X Bazin
  • O estilo Clássico persiste, mesmo com as mudanças no modo de produção e com o processo de conglomeração
    DAVID BORDWELL
    ANDRÉ BAZIN
    O Classicismo dos anos 30 logo deu lugar a um cinema “barroco” nos anos 40 , um cinema de grande auto-consciência e estilização, como, por exemplo, os superwesterns.
  • 32. HighConcept
    Filmes pós-1975
    Rupturas com a Velha ou clássica Hollywood
    Pressão do econômico sobre o estético:
    Integração horizontal midiática
    Circuito exibidor – Primário
    Vídeo e TV – Secundário
    Negócios conexos – Terciário
    Modificações de estilo, narrativa e tema
    29
  • 33. Mas... Pera aí!
    Os 3 termos são a mesma coisa!?
    30
  • 34. Não!
    Enfocam objetos e características diferentes
    Trabalham com oposições diferentes
    Mas...
    Se aplicam a um mesmo contexto
    Campos de significação muito próximos
    A pergunta que fica é...
  • 35. ... qual deve ser o foco da discussão?
    Estética?
    Narrativa
    Estilo
    Técnica
    Ou
    Econômica ?
    Produção
    Marketing
    Distribuição
    32
  • 36. Ambos!
    Consenso
    Método TCHC
    Diferenciado das demais escolas
    Detrimento da postura social
    Menor diálogo com história da arte
    Possível explicação para segregação
    33
  • 37. Contexto estético-econômico
    Sinergia de diferentes mercados
    Retroalimentação em marketing
    Majorscomo peças de conglomerados
    Não são as únicas que divulgam
    Não são as únicas que lucram
    Propriedade cruzada
    34
  • 38. Reflexos no Espectador
    Fruição distanciada
    Menor investimento psíquico
    Enfraquecimento narrativo
    Fruição recorrente
    RepeatViewing
    Contato em diferentes janelas
    Sequência da relação espectatorial
    35
  • 39. Reflexos nos Filmes
    Produtos conexos programados
    Merchandising
    Auto-sabotagem da unidade diegética
    Clipes musicais
    Trilhas sonoras
    Publicidade programada
    36
  • 40. Texto e mercadoria
    Intertexto e linha de produtos
    37
    Similar ao meu conceito de fluxo televisivo!
    - Raymond Williams
    Indissociação entre:
  • 41. “O cinema como meio distinto não mais existe”
    - YvoneTasker
    38
  • 42. Em contexto de convergência, existe algum meio distinto?
    39
  • 43.
  • 44. Hollywood, do pós-Segunda Guerra Mundial ao contemporâneo
  • 45. Transição para o contemporâneo
    • Duas formas principais de argumentação
    • 46. A primeira é mais enraizada na natureza organizacional da indústria cinematográfica
    • 47. A segunda trata da interdependência da estética para com os modos de produção
  • Desintegração Vertical e o Pós-Fordismo
    Capitalismo do Pós-Segunda Guerra
    • Mudança de um grande mercado indiferenciado de massa abastecido por um limitado número de produtos padronizados, para um mercado heterogeneo, composto por seguimentos específicos.
    Paramount Decrees (Lei Antitruste) – 1948
    • Impediu com que as grandes companhias exercessem controle sobre todo o processo produtivo, fazendo-as abrir mão do setor de exibição
    • Perda do setor de exibição
    • 48. Filmes mais caros e em menor quantidade
    “Independent package production”
    • Crescimento no número de empresas independentes
    • 49. tanto de pequenas produtoras quanto de firmas especializadas (agência de talentos, casas de efeitos especiais etc)
    • 50. Integração horizontal
    • 51. incorporação das companhias de cinema com conglomerados maiores, com interesses em outros segmentos do campo do entretenimento.
    • 52. Continuidade do Oligopólio
  • Perspectiva histórica e econômica
    • 1945 – 1975: duro período de transição e incertezas
    -influências do Noir
    -impacto da 2ª Guerra Mundial no psicológico de modo geral
  • 53. Prenúncios do Pós-clássico
    Surgimento do Superwestern: faroeste impuro e glamourizado;
    New Movie: apuro de estilo, autoconsciência artítica, esnobismo intelectual.
  • 54. “Filme como evento!”
    Afastamento da “transparência tradicional do entretenimento hollywoodiano”
    Sucede-se o AmericanArtFilm
    1945 -1975 = forte instabilidade para Hollywood
    Abertura para o artfilme para o highconcept, a seguir.
    Pauline Kael
  • 55. Renovação Ideológica
    Geração sexo, drogas e rock n’ roll
  • 56. - Martin Scorsese
    “Alguns amigos meusestavamfalandoqueosanos 70 foram a última Era do Ouro. Eudisse: ‘Como vocêspodemdizerumacoisadessas?’ Elesretrucaram: ‘Olhasó, tinhatodosessesgrandesdiretoresfazendo um filmeatrás do outro. Tinha Altman, Coppola, Spielberg, Lucas...’”
  • 57.
    • Libertação do conformismo dos anos 50
    • 58. Revolução cultural à modaamericana
    • 59. Andy Warhol
    • 60. Norman Mailer
    • 61. Bob Dylan
    • 62. Mick Jagger
    • 63. Beatles
  • Velha Hollywood
    Meados dos anos 60: estúdiosaindanasmãosdageraçãoqueinventara o cinema.
    Paramount
    Adolph Zukor com 92 anos
    Barney Balaban, com 78 anos
    Jack Warner, 73 anos, Warner Bros. 
    Darryl F. Zanuck, de 63 anos, 20th Century Fox.
  • 64. Nos anos 30 e 40 o produtor contratado pelo estúdio era a única pessoa que via todo o filme do começo ao fim.
    EXCEÇÃO:
    United Artists, companhia que deu poder aos diretores desde o início, em 1919, quando foi fundada por Charles Chaplis, Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith.
    Liberdade artística e porção mais generosa nos lucros
  • 65. Resultado: no final dos anos 60 os estúdios estavam em péssimas condições financeiras
    Venda de ingressos em 1946: 78,2 milhões de dólares
    Em 1971: 15,8 milhões de dólares
  • 66. - Steven Spielberg
    “Os anos 70 foram a primeiravezque as restrições de idadeforamabolidas, e jovenstiverampermissãoparatomartudo de assalto com toda a suaingenuidade e toda a suasabedoria e todososprivilégiosdajuventude. Foiuma avalanche de idéias novas e ousadas e, porisso, os 70 tornaram-se um marco”.
  • 67. A ruptura com a Velha Hollywood
    1967 – Bonnie e Clyde e A primeiranoite de um homem
    1968 – 2001, umaodisseia no espaço e O bebê de Rosemary
    1969 – Meuódioserátuaherança, Perdidosnanoite e Semdestino
    1970 – M*A*S*H* e Cada um vive comoquer
    1971 – OperaçãoFrança, Ânsia de amar, A últimasessão de cinema e Quandooshomenssãohomens
    1972 – O poderosochefão
  • 68. Movimentobatizadopelaimprensa de Nova Hollywood lideradoporuma nova geração de diretores
  • 69. Primeira Geração
    Homensbrancosnascidos do meiopara o fimdadécada de 30 e incluiá Peter Bogdanovich, Francis Coppola, Warren Beaty, Stanley Kubrick, Dennis Hopper, Mike Nichols, Woody Allen, John Cassavetes, William Friedkin, Robert Altman.
  • 70. Segunda Geração
    Compostapelosprimeiros baby boomers, nascidosdurante/após a segunda Guerra Mundial, a geraçãodaescola do cinema: Scorsese, Spielberg, George Lucas, John Milius, Brian de Palma e Terrence Mallick.
  • 71. O novo poder dos diretores era legitimadoporsuaprópriaideologia: o conceito de ‘autor’
    Diretores estão para os filmes assim como os poetas, para os poemas
  • 72. Jovens diretores, novos atores
    Jack Nicholson
    Robert de Niro
    Dustin Hoffman
    Al Pacino
    Gene Hackman
    Harvey Keitel
    Robert Duvall
    Jane Fonda
    Faye Dunaway
    Ellen Burstyn
    Diane Keaton...
  • 73. Os anos 70 foram a década em que nova york engoliu hollywood
  • 74. - Martin Scorsese
    “Nós éramos só uns caras que queriam fazer filmes, e sabíamos que a qualquer momento podíamos ser destruídos pelo pessoal dos estúdios
  • 75. Desafiadores
    • Semheróis, sem romance, semalguém ‘porquemtorcer’
    • 76. Tãoprovocadoreshojequanto o eram no diaemqueforamlançados.
    • 77. 13 anos entre Bonnie e Clyde (1967) e O portal do paraíso (1980): períodoemquefoirealmenteempolgantefazer cinema em Hollywood
  • - Susan Sontag
    “Foi um momentomuitoespecíficonoscemanosdahistória do cinema, um momentoemqueirao cinema, pensarsobre cinema, falarsobre cinema tornou-se umaverdadeirapaixão entre estudantesuniversitários e outrosjovens. Você se apaixonavanãopelosatores, maspelopróprio cinema”
  • 78. Os cineastas dos anos 70 pretendiamderrubarosestúdios, oupelomenostorna-los irrelevantes, pormeiodademocratização  do processo de fazerfilmes, colocando-osnasmãos de qualquer um com talento e determinação.
  • 79. American Art Film
    • Cenário positivo para estabelecimento: sucesso do exploitationmovie, fracasso dos blockbusters do final de 60 (ainda voltado ao público indiferenciado)
    • 80. Sucesso de blockbuster-catástrofe na primeira parte da década de 70
  • Blockbuster high concept
    1975: Tubarão, Star Wars (1977) e Os embalos de sábado à noite (1977) – reencontro com a estabilidade financeira
    Progressivo declínio do art film
    Público jovem massivo
  • 81. Blockbuster high concept
    • Tubarão:insere lógica de lançamento e publicidade por saturação
    • 82. Os embalos de sábado à noite: insere a união do mercado do cinema com o da música
    • 83. Star Wars: o primeiro filme-franquia
    - Do cinema de majors para a TV, e da TV de volta para o cinema comercial
  • 84. Blockbuster high concept
    Filmes na TV: horizontalização do mercado e produção
    Fim da década de 70: popularização da TV a Cabo e do vídeo doméstico
    As cifras do cinema dobram...Triplicam!
    Aumento da sinergia: venda de produtos relacionados aos filmes
  • 85. Blockbuster High Concept
    • Década de 80: formação dos grandes impérios de entretenimento atuais
    -Seagram-MCA-Universal, time Warner –AOL, Paramount Communications, Sony-Columbia, etc.
    (conglomerados pesados e amplamente diversificados se desfazem e se reagrupam)
  • 86. Blockbuster high concept
    • Pontos que inviabilizariam comercialmente:
    -custo de produção
    -despesa com o lançamento próximo ao custo de produção
    -rápida saída do circuito de exibição
    • Mas os prejuízos são revertidos aos mercados secundários de exibição e dos produtos conexos
    Saca?
  • 87. Blockbuster high concept
    • Salas de cinema = plataforma de lançamento de produtos multimidiáticos
    • 88. O filme highconcept se adéqua esteticamente ao cenário econômico-mercadológico atual
  • HighConcept segundo Wyatt
    5 elementos essenciais:
    • aparência visual
    • 89. performance das estrelas
    • 90. música
    • 91. personagem
    • 92. gênero cinematográfico
    elementos escolhidos de acordo com a maneira que o filme se integrará ao marketing
  • 93. 1- Aparência visual
    • Iluminação baseada na contra-luz
    • 94. Cores mínimas, tendendo ao P&B
    • 95. Cenografia hightech inspirada no design industrial contemporâneo
    • 96. Iluminação que remete à estética publicitária
  • 1- Aparência visual
    E para quê tudo isso?
  • 97. 1- Aparência visual
    • Transformar “visões cotidianas banais” em “espetáculos impactantes”
    • 98. Levar o espectador a contemplar a “estranheza da imagem”
    • 99. Montar uma identidade consistente do filme, apesar da aparência superficial
  • 2- performance dos astros
    • Representação ostentatória de estrelas em contraposição à atuação naturalista dos demais atores
    • 100. Módulos autônomos dentro do filme para criar posteriores ações promocionais
  • 3- música
    • Aproximação do público jovem
    • 101. Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
    • 102. Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora
  • 3- música
    • Aproximação do público jovem
    • 103. Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
    • 104. Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora
  • 4- tipologização do personagem
    • Já era usada no cinema clássico, mas no highconcept é usada exageradamente
    • 105. Personagem tipificados com alguns atributos mínimos, principalmente na aparência física
    5- gênero cinematográfico
    • Meio de economizar a transmissão de informação
    • Imensa redução de ser necessário mostrar desejos e motivações
    • 106. Criação de personagens unidimensionais!
  • Segundo Wyatt, cria-se toda uma cadeia comercial, na qual o filme é apenas um ponto inicial.Surge todo uma questão transmidiática ao redor dos filmes, com jogos eletrônicos, cds de música, objetos que aparecem nos filmes, entre outrosComo um grande exemplo há a franquia Star Wars que será tratada mais adiante...
  • 107. Principais Diretores
    Os jovens que mudaram Hollywood
    83
  • 108. Francis FordCoppola
  • 109. Um pouco sobre meu pai!
    • Nasceu em Detroit, de família ítalo-americana, em 1939.
    • 110. Desde criança filmava com uma câmera 16mm
    • 111. Estudou teatro na HofstraUniversity, produzia e dirigia peças recebendo vários méritos – formou-se em 1959.
    • 112. Eisenstein – Outubro. Gosto pelo cinema
    Ele teve poliomielite na infância!
    Guerreiro!
  • 113. Coppola – Década de 60
    • Entrou na UCLA FilmSchool (UniversityofCaliforniaatLos Angeles FilmSchool)
    • 114. Produção crescente de curtas e filmes
    • 115. Premiações como roteirista
    • 116. You’re a big boy now (1966)
    • 117. Finian’srainbow (1968) – “Hey George Lucas!”
    • 118. Therainpeople (1969)
    • 119. 1969: Coppola funda a Zoetrope Studio, contra a subversão do sistema de estúdios
  • Características gerais
    • Influências de Eisenstein, French e BritishNew Cinema
    • 120. Temáticas: familiares, questões americanas e musicais
    • 121. Busca em situações vivenciadas
    • 122. Inúmeros trabalhos como produtor, roteirista e diretor
    • 123. Financiou filmes de Akira Kurosawa, Wim Wenders, George Lucas, entre outros.
  • 124.
  • 125.
  • 126.
  • 127. Stanley Kubrick(26/07/1928 – 07/03/1999)
    Manhattan, New York, United States
    Talentosoenxadrista
  • 128. Talentoso Fotógrafo
  • 129. Medo e Desejo (1953)
    25 anos
    Ajudafinanceira do pai
  • 130. GlóriaFeita de Sangue (1957)
  • 131. Spartacus (1960)
    Lolita (1962)
  • 132. 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
  • 133. Laranja Mecânica (1971)
  • 134. O iluminado (1980)
    Nascido para matar (1987)
    De olhos bem fechados (1999)
  • 135.
  • 136. Martin Scorsese (Queens, Nova Iorque, 17 de Novembro de 1942)
    “o maior diretor americano vivo”
     
    Embora seja alvo de grande admiração, e um dos nomes mais reconhecidos da indústria cinematográfica americana no mundo, por muitos anos foi considerado o grande "injustiçado" pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, por nunca ter ganho um Oscar. Em 2007, no entanto, Scorsese livrou-se desta sina ao ganhar o prêmio de Melhor Diretor por Os Infiltrados.
     
    Dirigiu diversos filmes, documentários e atuou em alguns de seus filmes.
  • 137. “Ele estava num nível acima de todos nós. Citava filmes, descrevia-os tomada por tomada. Enquanto nós ainda estávamos quebrando a cabeça, tentando achar a abertura correta do diafragma, ele já estava fazendo pequenas obras-primas.” Diz o diretor Jim McBride sobre Scorsese.
  • 138. “Toda a minha vida eu tenho oscilado entre Sombras e Cidadão Kane”
  • 139. Martin Scorsese e Robert De Niro
    Fizeram um total de 9 filmes juntos
    • 1970s
    Caminhos perigosos
    Taxi Driver
    New York, New York
    • 1980s
    Touro indomável
    O rei da comédia
    • 1990s
    Os bons companheiros
    Cabo do medo
    Cassino
  • 140.
  • 141. Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio
    2002 -Gangues de Nova York
    2004 - O Aviador
    2006 - Os Infiltrados
    2010 - Ilha do Medo
  • 142.
  • 143.
  • 144. 109
  • 145. Woody Allen
    Ator, diretor, escritor, comediante, músico e dramaturgo
    110
  • 146. Dados Wikipedia
    Nascido em 1935 (75 anos)
    Allan Stewart Konigsberg
    Brookllyn, New York
    Aos 19 anos, trabalha-
    va como autor de piadas.
    111
  • 147. Filmografia Discreta
    Diretor: 45 filmes
    Escritor: 50 obras
    Ator: 57 filmes
    US$540 milhões
    US$12 milhõesporfilme
    112
  • 148. Colaboradores Recorrentes
    Diane Keaton: 7
    Mia Farrow: 9
    113
  • 149. Bibliografia Existente...
    114
  • 150. Porém Negada!
    X
    X
    115
  • 151. Abordagem “ingênua” e pessoal
    Provavelmente limitada e incorreta
  • 152. Características Gerais
    Auto-inserção nas tramas
    Dirigir, escrever e atuar
    Temáticas frequentes
    Universo amoroso
    Sentido da existência
    Características pessoais
    Manhattan
    Clarinete
    Personagens inteligentes e críticos
    117
  • 153. Características Gerais [2]
    Trânsito entre o drama e a comédia
    Duração média de 85 min.
    Referências humorísticas:
    Charles Chaplin
    Stand-upComedy
    Humor intelectual
    MontyPython’sFlyingCircus
    118
  • 154. Características Gerais [3]
    Identificação imediata
    Personagens de mesma aparência
    Trilhas sonoras clássicas
    Fotografia de alta qualidade
    Exploração funcional dos enquadramentos
    Articulação da profundidade
    119
  • 155. Breve análise da filmografia
    O começo da carreira (1966-1979)
    120
  • 156. O que Há, Tigresa? (1966)
    121
  • 157. O que Há, Tigresa? (1966)
    PolíciaSecretaInternacional
    Um barril de poder de fogo
    A chave das chaves
    Dublagem em inglês
    Transforma ação em comédia
    Metalinguagem
    Primeiro, depois de “O Vento Levou”
    122
  • 158. Um assaltante bem trapalhão (1969)
    123
  • 159. Um assaltante bem trapalhão (1969)
    Take the Money and Run
    Mockmentary
    Narração / voz-over
    Entrevistas com conhecidos
    Intuito de comédia
    124
  • 160. Bananas (1971)
    125
  • 161. Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)
    126
  • 162. O Dorminhoco (1973)
    127
  • 163. A Última Noite de Boris Grushenko (1975)
    128
  • 164. Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)
    129
    Bananas (1971)
    O Dorminhoco (1973)
    A Última Noite de Boris Grushenko (1975)
  • 165. 130
    Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
  • 166. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
    Reflexão de maior profundidade
    Questão amorosa central
    Mais drama que comédia
    Personagem comediante
    Transcende o espaço da narrativa
    131
  • 167. Interiores (1978)
    132
  • 168. Interiores (1978)
    133
    Completo drama
    Centralidade no diálogo
    Enfoque nas personagens femininas
  • 169. Manhattan (1979)
    134
  • 170. Manhattan (1979)
    Mais premiado e aclamado
    Orçamento maior que a média
    B&W
    Excelente trabalho de iluminação
    Verborragia além do usual
    Protagonista é comediante
    135
  • 171. Importância ao Contexto
    Intensa movimentação financeira
    Grande fluxo de filmes
    Identidade bem estabelecida
    Atinge públicos “eruditos” ou não
    Representante da comédia
    136
  • 172. Trabalhos Recentes
    Não atuou nos últimos 5 filmes
    137
    • 2007 Cassandra's Dream
    Recepçãocríticadividida
    • 2008 Vicky Cristina Barcelona
    $96,408,652 no mundo
    • 2009 Whatever Works
    Recepçãocríticadividida
    • 2010 You Will Meet a Tall Dark Stranger
    Emcartaz
    • 2011 Midnight in Paris
    Emprodução
  • 173. Scoop - O Grande Furo (2006)
    138
  • 174. Tudo Pode Dar Certo (2009)
    139
  • 175. Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010)
  • 176. Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010)
    141
  • 177. George Lucas
    • Diretor, produtor, roteirista, ator.
    • 178. Entre as 300 maiores fortunas do mundo, devido à franquia Star Wars (FORBES, 2010).
    • 179. 1,70 metros de altura (IMDb, 2010).
    • 180. Queria ser piloto de corridas de carro, mas um acidente acabou com este sonho.
    • 181. Formado pela UniversityofSouthernCalifornia em cinema.
    • Durante a faculdade, fez o curta THX-1138 que ganhou vários prêmios.
    • 182. Parceria com Coppola na fundação da AmericanZoetrope em 1969.
    • 183. Se separou de Coppola e fundou a Lucas Film em 1971. No mesmo ano fez o longa THX-1138, baseado em seu curta universitário.
    • 184. Na década de 1980 se dedicou na criação do Rancho Skywalker, sede da Lucas Film.
    • 185. Em 1977 lança Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança
    • 186. Escreveu em 1981 com Spielberg o primeiro Indiana Jones, Os Caçadores da Arca Perdida
  • George Lucas
  • 187.
    • Lucas Arts – jogos eletrônicos
    • 188. Skywalker Sounds – efeitos sonoros
    • 189. Industrial Light & Magic – computação gráfica
    • 190. THX – engenharia de som
    • 191. Lucas Film – cinema, o que vamos falar aqui!
  • 192.
  • 193. THX- 1138
    • Sociedade futurista comandada por computadores
    • 194. THX-1138 é um cidadão que consegue parar de tomar a droga obrigatória da sociedade e planeja fugir com outras duas pessoas.
    • 195. Não agradou ao público norte-americano
  • AmericanGrafitti
    • Filme que retrata a juventude da década de 60.
    • 196. História de paqueras, lanchonetes, drive-ins e uma juventude cheia de sonhos e aventuras.
    • 197. Tudo ao som do bom rock'nroll
  • Franquia cinematográfica bilionária com gigante legião de fãs
    Divide-se em 6 filmes, ou capítulos, no cinema
    Expande-se a jogos eletrônicos, histórias em quadrinhos, desenhos animados, especiais para televisão, e toda uma gama de produtos que extendem a história para além dos filmes
    Star Wars
  • 198. Ícones
    • Criou diversos ícones na cultura contemporânea.
    • 199. Foi fundada uma Igreja Universal do Jedaísmo no Reino Unido (MailyOnline, 2008).
    • 200. Existem diversos fã-clubes ao redor do mundo.
  • Comércio
  • 201.
  • 202. STEVEN
    SPIELBERG
  • 203. Nascido em 1946, na cidade de Cincinnati
    Passou sua infância na Carolina do Norte e, principalmente, em Phoenix
    “Eu sonho para viver. Eu uso minha infância e volto lá para inspiração”.
    Revista Time , 1985
  • 204. Primeiro Filmes
    - 12 a 15 anos de idade – filmes em 8mm que tratavam da Segunda Guerra Mundial (Escape to Nowhere, 1961)
    - 1968 – Amblin’ - curta-metragem que valeu a Spielberg um contrato com a Universal Studio para dirigir um programa de televisão
    Meu pai contava-me histórias de guerra e eu ficava fascinado com a guerra
  • 205. Não possui formação acadêmica em Cinema
    Pluralidade temática e de gêneros – habilidade e consistência
    Investimento no espetáculo e na emoção
    Exibição de uma humanidade reconhecível
    Construção de narrativas envolta de núcleo de caráter pessoal (momento-Chave da real expressão humana)
    Controle durante do processo de criação dos acontecimentos – Capacidade dos filmes em possibilitar constante repetição dos eventos crida realidadeados e, a partir disso, mudar sua própria visão
  • 206. Principais Parceiros
    JOHN WILLIAMS
    GEORGE LUCAS
  • 207. Encurralado (1971)
    • Filme feito para a televisão (Tele-Movie)
    • 208. Tema Fundamental: a resposta de um homem comum, com um cotidiano extremamente regrado, a uma circunstância extraordinária.
    • 209. Ameaça de uma “besta” mecânica - filmagem antropomórfica ( Dar vida ao inanimado)
    • 210. Rodado em apenas duas semanas sem um storyboard plano a plano- mapeamento da área de filmagem
    Encurralado se fez um desafio maior do que Tubarão, pois é mais difícil tornar amedrontador um caminhão do que um peixe comedor de homens
  • 211. Tubarão (1975)
    • Tema Central: exploração da fragilidade e dos temores do homem frente ao natural e ao oculto
    • 212. Invisibilidade do Tubarão: questões técnicas (“it looked fake”) – intenso uso de câmeras subjetivas de modo que a visão do espectador fosse a do tubarão
    • 213. Inaugurou uma nova forma de marketing cinematográfico, sendo lançado num grande número de salas (1200 salas) e utilizando, de forma massiva anúncios televisivos
    • 214. Primeiro filme considerado blockbuster – superação da marca de US$ 100. 000.000,00
    Se o Tubarão tivesse aparecido na primeira cena, garanto que a plateia não teria pulado de seus assentos
  • 215. Saga Indiana Jones
    • 4 filmes: Caçadores da Arca Perdida (1981), O Templo da Perdição (1984), A Última Cruzada (1989) e O Reino da Caveira de Cristal (2008)
    • 216. Parceria com George Lucas
    • 217. Dupla Identidade: professor gentil e enérgico aventureiro
    • 218. As aventuras são tratadas como uma forma do personagem enriquecer sua vida e afastar-se de seu cotidiano mundano de professor
    • 219. Indiana Jones veio a protagonizar uma série de televisão e jogos eletrônicos
  • E. T – O Extraterrestre (1982)
    - Temas
    - A questão da tolerância em relação a “estranhos” .
    - A comunicação e como ela pode existir através do espaço e do tempo.
    - Crescimento e amadurecimento, principalmente do ponto de vista emocional
    • Considerado o hino de Spielberg ao subúrbio.
    • 220. Faz referência a próprio experiência de vida de Spielberg
    • 221. Interdependência entre os dois personagens principais.
  • Referências
    BORDWELL, D.; STAIGER, J.; THOMPSON, K. Theclassical Hollywood cinema: films style e modeofproduction. London: Rotledge, 1985.
    BERGAN, R. Francis Coppola. London: Orion Books, 1998.
    BISKIND, P. Como a geração sexo, drogas e rock ‘n roll salvou Hollywood. Ed. Intrínseca. 2009.
    CLARKE, J. Steven Spielberg. Harpenden: PocketEssential, 2001.
    FORBES. TheWorld'sBillionaires. Forbes Magazine, 2007.
    MASCARELLO, F. Cinema Hollywoodiano Contemporâneo, in História do cinema mundial. Campinas: Papirus, 2006.
    NEALE, S.; SMITH, M. Contemporary Hollywood cinema. London; New York: Routledge, 1998. 338 p.
    ORTIZ, R. A moderna tradição brasileira. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
    SCORSESE, M. Uma viagem pessoal pelo cinema americano. Ed. Cosac & Naify. 2004.
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