CS404 - O Cinema Hollywoodiano

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CS404 - História do Cinema II (Elinaldo)
Prof. Francisco Elinaldo Teixeira

Seminário - O Cinema Hollywoodiano

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CS404 - O Cinema Hollywoodiano

  1. 1.
  2. 2. Cinema Hollywoodiano Contemporâneo<br />Fernando Mascarello<br />
  3. 3. Segregação Acadêmica<br />Final dos anos 1960<br />Visão elitista e defensiva<br />Mainstream/vilão vs. Contracinema/mocinho<br />Glauberianismo<br />3<br />
  4. 4. Canonizados<br />Glauber Rocha e cinemanovistas<br />Cinema Moderno (Godard, Rouch, Pasolini)<br />Antecessores<br />Eisenstein, Vertov, neo-realistas, Nelson P. dos Santos<br />Sucessores<br />Documentário contemporâneo<br />Dogma 95<br />Cinemas periféricos<br />4<br />
  5. 5. Marginalizados<br />Produção sessentista de Khouri<br />Neon-realismo paulista dos anos 1980<br />Trashe horror<br />Cinema juvenil e ficção científica<br />Lúdico e cômico<br />5<br />
  6. 6. Débitos a Hollywood<br />Estudos não ideológicos<br />História: social, econômica ou tecnológica<br />Estética: narração, estilo, temática<br />Teoria dos gêneros cinematográficos<br />Recepção dos filmes pelas audiências<br />Ciclo vicioso<br />6<br />
  7. 7. Boa, Eli!<br />7<br />
  8. 8. Nossos Objetivos<br />Ou, na verdade, os objetivos do Mascarello:<br />Introduzir o debate sobre Hollywood<br />Formato estético-industrial<br />Pós-Tubarão e Guerra nas Estrelas<br />8<br />
  9. 9. POR QUE ESTUDAR HOLLYWOOD?<br />9<br />
  10. 10. Por que estudar Hollywood?<br />Sintonia universitária com padrões globais<br />Compreender é se vacinar contra coitadismo<br />Controle industrial<br />Dominação cultural<br />Onipresença histórica<br />Entender para enfrentar ou se adaptar<br />Mais informados, menos inconformados<br />10<br />
  11. 11. Discursos comuns<br />Debilitação narrativa<br />Privilégio do espetáculo e ação <br />Detrimento do personagem e da dramaturgia<br />Juvenilização da audiência<br />Prejudica cinema brasileiro e de arte<br />11<br />
  12. 12. 12<br />
  13. 13. Para um Midiálogo...<br />Fronteira entre arte e comercial<br />Cobrança de repertório de todos os tipos<br />Posicionamento a respeito de Hollywood<br />Preencher lacuna acadêmica<br />Trabalhar referências, crítica ou praticamente<br />13<br />
  14. 14. “Um enlatado CULTURAL não é como um enlatado industrial”<br /><ul><li>Renato Ortiz</li></ul>14<br />
  15. 15. 15<br />
  16. 16. 16<br />
  17. 17. Efemeridade do Subjetivo<br />17<br />
  18. 18. Desvalorização do Contemporâneo<br />Tudo quanto é velho eles botam pr'eu ouvir<br />E tanta coisa nova jogam fora sem curtir<br />Eu não nego que a poesia dos 50 é bonita<br />Mas todo o sentimento dos 70 onde é que fica?<br />- A verdade sobre a nostalgia<br />18<br />
  19. 19. Terminologia<br />19<br />
  20. 20. Terminologia<br />HighConcept<br />Cinema pós-moderno<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Cultura da alusão<br />Nova Nova Hollywood<br />Cinema neoclássico<br />Nova Hollywood<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />Pós-Fordismo<br />20<br />
  21. 21. Terminologia<br />Nova Nova Hollywood<br />Nova Hollywood<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />Cultura da alusão<br />Pós-Fordismo<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />21<br />HighConcept<br />Cinema pós-moderno<br />Cinema neoclássico<br />HighConcept<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Cultura da alusão<br />Nova Nova Hollywood<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Pós-Fordismo<br />21<br />Cinema pós-moderno<br />Nova Nova Hollywood<br />Cinema neoclássico<br />Nova Hollywood<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />Cultura da alusão<br />Pós-Fordismo<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />HighConcept<br />21<br />Cinema pós-moderno<br />Cinema neoclássico<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Fordismo<br />21<br />21<br />
  22. 22. Terminologia<br />Nova Nova Hollywood<br />Nova Hollywood<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />Cultura da alusão<br />Pós-Fordismo<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />22<br />HighConcept<br />Cinema pós-moderno<br />Cinema neoclássico<br />HighConcept<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />AHHHHHHHHH!<br />Cultura da alusão<br />Nova Nova Hollywood<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Pós-Fordismo<br />22<br />Cinema pós-moderno<br />Nova Nova Hollywood<br />Cinema neoclássico<br />Nova Hollywood<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />Cultura da alusão<br />Pós-Fordismo<br />Filme <br />de altíssimo orçamento<br />HighConcept<br />22<br />Cinema pós-moderno<br />Cinema neoclássico<br />Renascimento Hollywoodiano<br />Pós-Fordismo<br />22<br />22<br />
  23. 23. Pluralidade de Termos!<br />Quais aspectos estão sendo considerados?<br />Qual a natureza e amplitude das avaliações?<br />Simplificando:<br />Nova Hollywood<br />Pós-Classicismo<br />HighConcept<br />23<br />
  24. 24. Nova Hollywood<br /><ul><li>Primeiramente, referia-se ao AmericanArtFilm</li></ul>Robert Altman<br />Arthur Penn<br />Francis Ford Coppola<br />24<br />
  25. 25. Nova Hollywood<br />Passa a designar maistream pós-1975<br />Contraposição à Velha Hollywood<br />Abandono da pujança narrativa clássica<br />Carro-chefe de indústria integrada<br />25<br />
  26. 26. Pós-Classicismo Hollywoodiano<br />Contraposição a clássico<br />TheClassical Hollywood Cinema*<br />Modo de narração clássico<br />Aposta na inexistência do pós-clássico<br />Polêmica e contestável<br />Peso histórico-acadêmico do clássico<br />26<br />*David Bordwell<br />
  27. 27. Hollywood Clássica<br /><ul><li>Estabilidade
  28. 28. Mercado – Oligopólios
  29. 29. Narrativa e estética (sistema de gêneros)
  30. 30. Studio System e Star System
  31. 31. Bordwell (TCHC) X Bazin</li></li></ul><li>O estilo Clássico persiste, mesmo com as mudanças no modo de produção e com o processo de conglomeração<br />DAVID BORDWELL<br />ANDRÉ BAZIN<br />O Classicismo dos anos 30 logo deu lugar a um cinema “barroco” nos anos 40 , um cinema de grande auto-consciência e estilização, como, por exemplo, os superwesterns.<br />
  32. 32. HighConcept<br />Filmes pós-1975<br />Rupturas com a Velha ou clássica Hollywood<br />Pressão do econômico sobre o estético:<br />Integração horizontal midiática<br />Circuito exibidor – Primário<br />Vídeo e TV – Secundário<br />Negócios conexos – Terciário<br />Modificações de estilo, narrativa e tema<br />29<br />
  33. 33. Mas... Pera aí!<br />Os 3 termos são a mesma coisa!?<br />30<br />
  34. 34. Não!<br />Enfocam objetos e características diferentes<br />Trabalham com oposições diferentes<br />Mas...<br />Se aplicam a um mesmo contexto<br />Campos de significação muito próximos<br />A pergunta que fica é...<br />
  35. 35. ... qual deve ser o foco da discussão?<br />Estética?<br />Narrativa<br />Estilo<br />Técnica<br />Ou<br />Econômica ?<br />Produção<br />Marketing<br />Distribuição<br />32<br />
  36. 36. Ambos!<br />Consenso<br />Método TCHC<br />Diferenciado das demais escolas<br />Detrimento da postura social<br />Menor diálogo com história da arte<br />Possível explicação para segregação<br />33<br />
  37. 37. Contexto estético-econômico<br />Sinergia de diferentes mercados<br />Retroalimentação em marketing<br />Majorscomo peças de conglomerados<br />Não são as únicas que divulgam<br />Não são as únicas que lucram<br />Propriedade cruzada<br />34<br />
  38. 38. Reflexos no Espectador<br />Fruição distanciada<br />Menor investimento psíquico<br />Enfraquecimento narrativo<br />Fruição recorrente<br />RepeatViewing<br />Contato em diferentes janelas<br />Sequência da relação espectatorial<br />35<br />
  39. 39. Reflexos nos Filmes<br />Produtos conexos programados<br />Merchandising<br />Auto-sabotagem da unidade diegética<br />Clipes musicais<br />Trilhas sonoras<br />Publicidade programada<br />36<br />
  40. 40. Texto e mercadoria<br />Intertexto e linha de produtos<br />37<br />Similar ao meu conceito de fluxo televisivo!<br />- Raymond Williams<br />Indissociação entre:<br />
  41. 41. “O cinema como meio distinto não mais existe”<br />- YvoneTasker<br />38<br />
  42. 42. Em contexto de convergência, existe algum meio distinto?<br />39<br />
  43. 43.
  44. 44. Hollywood, do pós-Segunda Guerra Mundial ao contemporâneo<br />
  45. 45. Transição para o contemporâneo<br /><ul><li>Duas formas principais de argumentação
  46. 46. A primeira é mais enraizada na natureza organizacional da indústria cinematográfica
  47. 47. A segunda trata da interdependência da estética para com os modos de produção</li></li></ul><li>Desintegração Vertical e o Pós-Fordismo<br />Capitalismo do Pós-Segunda Guerra <br /><ul><li>Mudança de um grande mercado indiferenciado de massa abastecido por um limitado número de produtos padronizados, para um mercado heterogeneo, composto por seguimentos específicos.</li></ul>Paramount Decrees (Lei Antitruste) – 1948<br /><ul><li>Impediu com que as grandes companhias exercessem controle sobre todo o processo produtivo, fazendo-as abrir mão do setor de exibição</li></li></ul><li><ul><li>Perda do setor de exibição
  48. 48. Filmes mais caros e em menor quantidade </li></ul> “Independent package production”<br /><ul><li>Crescimento no número de empresas independentes
  49. 49. tanto de pequenas produtoras quanto de firmas especializadas (agência de talentos, casas de efeitos especiais etc)
  50. 50. Integração horizontal
  51. 51. incorporação das companhias de cinema com conglomerados maiores, com interesses em outros segmentos do campo do entretenimento.
  52. 52. Continuidade do Oligopólio</li></li></ul><li>Perspectiva histórica e econômica<br /><ul><li>1945 – 1975: duro período de transição e incertezas</li></ul> -influências do Noir<br /> -impacto da 2ª Guerra Mundial no psicológico de modo geral<br />
  53. 53. Prenúncios do Pós-clássico<br />Surgimento do Superwestern: faroeste impuro e glamourizado;<br />New Movie: apuro de estilo, autoconsciência artítica, esnobismo intelectual.<br />
  54. 54. “Filme como evento!”<br />Afastamento da “transparência tradicional do entretenimento hollywoodiano”<br />Sucede-se o AmericanArtFilm<br />1945 -1975 = forte instabilidade para Hollywood<br />Abertura para o artfilme para o highconcept, a seguir.<br />Pauline Kael<br />
  55. 55. Renovação Ideológica<br />Geração sexo, drogas e rock n’ roll<br />
  56. 56. - Martin Scorsese<br />“Alguns amigos meusestavamfalandoqueosanos 70 foram a última Era do Ouro. Eudisse: ‘Como vocêspodemdizerumacoisadessas?’ Elesretrucaram: ‘Olhasó, tinhatodosessesgrandesdiretoresfazendo um filmeatrás do outro. Tinha Altman, Coppola, Spielberg, Lucas...’”<br />
  57. 57. <ul><li>Libertação do conformismo dos anos 50
  58. 58. Revolução cultural à modaamericana
  59. 59. Andy Warhol
  60. 60. Norman Mailer
  61. 61. Bob Dylan
  62. 62. Mick Jagger
  63. 63. Beatles</li></li></ul><li>Velha Hollywood<br />Meados dos anos 60: estúdiosaindanasmãosdageraçãoqueinventara o cinema.<br />Paramount<br />Adolph Zukor com 92 anos<br />Barney Balaban, com 78 anos<br />Jack Warner, 73 anos, Warner Bros. <br />Darryl F. Zanuck, de 63 anos, 20th Century Fox.<br />
  64. 64. Nos anos 30 e 40 o produtor contratado pelo estúdio era a única pessoa que via todo o filme do começo ao fim. <br />EXCEÇÃO:<br />United Artists, companhia que deu poder aos diretores desde o início, em 1919, quando foi fundada por Charles Chaplis, Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith.<br />Liberdade artística e porção mais generosa nos lucros<br />
  65. 65. Resultado: no final dos anos 60 os estúdios estavam em péssimas condições financeiras<br />Venda de ingressos em 1946: 78,2 milhões de dólares<br />Em 1971: 15,8 milhões de dólares<br />
  66. 66. - Steven Spielberg<br />“Os anos 70 foram a primeiravezque as restrições de idadeforamabolidas, e jovenstiverampermissãoparatomartudo de assalto com toda a suaingenuidade e toda a suasabedoria e todososprivilégiosdajuventude. Foiuma avalanche de idéias novas e ousadas e, porisso, os 70 tornaram-se um marco”.<br />
  67. 67. A ruptura com a Velha Hollywood<br />1967 – Bonnie e Clyde e A primeiranoite de um homem<br />1968 – 2001, umaodisseia no espaço e O bebê de Rosemary<br />1969 – Meuódioserátuaherança, Perdidosnanoite e Semdestino<br />1970 – M*A*S*H* e Cada um vive comoquer<br />1971 – OperaçãoFrança, Ânsia de amar, A últimasessão de cinema e Quandooshomenssãohomens<br />1972 – O poderosochefão<br />
  68. 68. Movimentobatizadopelaimprensa de Nova Hollywood lideradoporuma nova geração de diretores<br />
  69. 69. Primeira Geração<br />Homensbrancosnascidos do meiopara o fimdadécada de 30 e incluiá Peter Bogdanovich, Francis Coppola, Warren Beaty, Stanley Kubrick, Dennis Hopper, Mike Nichols, Woody Allen, John Cassavetes, William Friedkin, Robert Altman.<br />
  70. 70. Segunda Geração<br />Compostapelosprimeiros baby boomers, nascidosdurante/após a segunda Guerra Mundial, a geraçãodaescola do cinema: Scorsese, Spielberg, George Lucas, John Milius, Brian de Palma e Terrence Mallick.<br />
  71. 71. O novo poder dos diretores era legitimadoporsuaprópriaideologia: o conceito de ‘autor’<br />Diretores estão para os filmes assim como os poetas, para os poemas<br />
  72. 72. Jovens diretores, novos atores<br />Jack Nicholson<br />Robert de Niro<br />Dustin Hoffman<br />Al Pacino<br />Gene Hackman<br />Harvey Keitel<br />Robert Duvall<br />Jane Fonda<br />Faye Dunaway<br />Ellen Burstyn<br />Diane Keaton...<br />
  73. 73. Os anos 70 foram a década em que nova york engoliu hollywood<br />
  74. 74. - Martin Scorsese<br />“Nós éramos só uns caras que queriam fazer filmes, e sabíamos que a qualquer momento podíamos ser destruídos pelo pessoal dos estúdios<br />
  75. 75. Desafiadores<br /><ul><li>Semheróis, sem romance, semalguém ‘porquemtorcer’
  76. 76. Tãoprovocadoreshojequanto o eram no diaemqueforamlançados.
  77. 77. 13 anos entre Bonnie e Clyde (1967) e O portal do paraíso (1980): períodoemquefoirealmenteempolgantefazer cinema em Hollywood</li></li></ul><li>- Susan Sontag<br />“Foi um momentomuitoespecíficonoscemanosdahistória do cinema, um momentoemqueirao cinema, pensarsobre cinema, falarsobre cinema tornou-se umaverdadeirapaixão entre estudantesuniversitários e outrosjovens. Você se apaixonavanãopelosatores, maspelopróprio cinema”<br />
  78. 78. Os cineastas dos anos 70 pretendiamderrubarosestúdios, oupelomenostorna-los irrelevantes, pormeiodademocratização  do processo de fazerfilmes, colocando-osnasmãos de qualquer um com talento e determinação.<br />
  79. 79. American Art Film<br /><ul><li>Cenário positivo para estabelecimento: sucesso do exploitationmovie, fracasso dos blockbusters do final de 60 (ainda voltado ao público indiferenciado)
  80. 80. Sucesso de blockbuster-catástrofe na primeira parte da década de 70</li></li></ul><li>Blockbuster high concept<br />1975: Tubarão, Star Wars (1977) e Os embalos de sábado à noite (1977) – reencontro com a estabilidade financeira<br />Progressivo declínio do art film<br />Público jovem massivo<br />
  81. 81. Blockbuster high concept<br /><ul><li>Tubarão:insere lógica de lançamento e publicidade por saturação
  82. 82. Os embalos de sábado à noite: insere a união do mercado do cinema com o da música
  83. 83. Star Wars: o primeiro filme-franquia</li></ul>- Do cinema de majors para a TV, e da TV de volta para o cinema comercial<br />
  84. 84. Blockbuster high concept<br />Filmes na TV: horizontalização do mercado e produção<br />Fim da década de 70: popularização da TV a Cabo e do vídeo doméstico<br />As cifras do cinema dobram...Triplicam!<br />Aumento da sinergia: venda de produtos relacionados aos filmes<br />
  85. 85. Blockbuster High Concept<br /><ul><li>Década de 80: formação dos grandes impérios de entretenimento atuais</li></ul>-Seagram-MCA-Universal, time Warner –AOL, Paramount Communications, Sony-Columbia, etc.<br />(conglomerados pesados e amplamente diversificados se desfazem e se reagrupam)<br />
  86. 86. Blockbuster high concept<br /><ul><li>Pontos que inviabilizariam comercialmente:</li></ul> -custo de produção<br />-despesa com o lançamento próximo ao custo de produção<br />-rápida saída do circuito de exibição<br /><ul><li>Mas os prejuízos são revertidos aos mercados secundários de exibição e dos produtos conexos</li></ul>Saca?<br />
  87. 87. Blockbuster high concept<br /><ul><li>Salas de cinema = plataforma de lançamento de produtos multimidiáticos
  88. 88. O filme highconcept se adéqua esteticamente ao cenário econômico-mercadológico atual</li></li></ul><li>HighConcept segundo Wyatt<br />5 elementos essenciais:<br /><ul><li> aparência visual
  89. 89. performance das estrelas
  90. 90. música
  91. 91. personagem
  92. 92. gênero cinematográfico</li></ul>elementos escolhidos de acordo com a maneira que o filme se integrará ao marketing<br />
  93. 93. 1- Aparência visual<br /><ul><li>Iluminação baseada na contra-luz
  94. 94. Cores mínimas, tendendo ao P&B
  95. 95. Cenografia hightech inspirada no design industrial contemporâneo
  96. 96. Iluminação que remete à estética publicitária</li></li></ul><li>1- Aparência visual<br />E para quê tudo isso?<br />
  97. 97. 1- Aparência visual<br /><ul><li>Transformar “visões cotidianas banais” em “espetáculos impactantes”
  98. 98. Levar o espectador a contemplar a “estranheza da imagem”
  99. 99. Montar uma identidade consistente do filme, apesar da aparência superficial</li></li></ul><li>2- performance dos astros<br /><ul><li>Representação ostentatória de estrelas em contraposição à atuação naturalista dos demais atores
  100. 100. Módulos autônomos dentro do filme para criar posteriores ações promocionais</li></li></ul><li>3- música<br /><ul><li>Aproximação do público jovem
  101. 101. Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
  102. 102. Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora</li></li></ul><li>3- música<br /><ul><li>Aproximação do público jovem
  103. 103. Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
  104. 104. Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora</li></li></ul><li>4- tipologização do personagem<br /><ul><li>Já era usada no cinema clássico, mas no highconcept é usada exageradamente
  105. 105. Personagem tipificados com alguns atributos mínimos, principalmente na aparência física</li></ul>5- gênero cinematográfico<br /><ul><li>Meio de economizar a transmissão de informação</li></li></ul><li><ul><li>Imensa redução de ser necessário mostrar desejos e motivações
  106. 106. Criação de personagens unidimensionais!</li></li></ul><li>Segundo Wyatt, cria-se toda uma cadeia comercial, na qual o filme é apenas um ponto inicial.Surge todo uma questão transmidiática ao redor dos filmes, com jogos eletrônicos, cds de música, objetos que aparecem nos filmes, entre outrosComo um grande exemplo há a franquia Star Wars que será tratada mais adiante...<br />
  107. 107. Principais Diretores<br />Os jovens que mudaram Hollywood<br />83<br />
  108. 108. Francis FordCoppola<br />
  109. 109. Um pouco sobre meu pai!<br /><ul><li>Nasceu em Detroit, de família ítalo-americana, em 1939.
  110. 110. Desde criança filmava com uma câmera 16mm
  111. 111. Estudou teatro na HofstraUniversity, produzia e dirigia peças recebendo vários méritos – formou-se em 1959.
  112. 112. Eisenstein – Outubro. Gosto pelo cinema</li></ul>Ele teve poliomielite na infância! <br />Guerreiro!<br />
  113. 113. Coppola – Década de 60<br /><ul><li>Entrou na UCLA FilmSchool (UniversityofCaliforniaatLos Angeles FilmSchool)
  114. 114. Produção crescente de curtas e filmes
  115. 115. Premiações como roteirista
  116. 116. You’re a big boy now (1966)
  117. 117. Finian’srainbow (1968) – “Hey George Lucas!”
  118. 118. Therainpeople (1969)
  119. 119. 1969: Coppola funda a Zoetrope Studio, contra a subversão do sistema de estúdios</li></li></ul><li>Características gerais<br /><ul><li>Influências de Eisenstein, French e BritishNew Cinema
  120. 120. Temáticas: familiares, questões americanas e musicais
  121. 121. Busca em situações vivenciadas
  122. 122. Inúmeros trabalhos como produtor, roteirista e diretor
  123. 123. Financiou filmes de Akira Kurosawa, Wim Wenders, George Lucas, entre outros.</li></li></ul><li>
  124. 124.
  125. 125.
  126. 126.
  127. 127. Stanley Kubrick(26/07/1928 – 07/03/1999)<br />Manhattan, New York, United States<br />Talentosoenxadrista<br />
  128. 128. Talentoso Fotógrafo<br />
  129. 129. Medo e Desejo (1953)<br />25 anos<br />Ajudafinanceira do pai<br />
  130. 130. GlóriaFeita de Sangue (1957)<br />
  131. 131. Spartacus (1960)<br />Lolita (1962)<br />
  132. 132. 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)<br />
  133. 133. Laranja Mecânica (1971)<br />
  134. 134. O iluminado (1980)<br />Nascido para matar (1987)<br />De olhos bem fechados (1999)<br />
  135. 135.
  136. 136. Martin Scorsese (Queens, Nova Iorque, 17 de Novembro de 1942)<br />“o maior diretor americano vivo”<br /> <br />Embora seja alvo de grande admiração, e um dos nomes mais reconhecidos da indústria cinematográfica americana no mundo, por muitos anos foi considerado o grande "injustiçado" pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, por nunca ter ganho um Oscar. Em 2007, no entanto, Scorsese livrou-se desta sina ao ganhar o prêmio de Melhor Diretor por Os Infiltrados.<br /> <br />Dirigiu diversos filmes, documentários e atuou em alguns de seus filmes.<br />
  137. 137. “Ele estava num nível acima de todos nós. Citava filmes, descrevia-os tomada por tomada. Enquanto nós ainda estávamos quebrando a cabeça, tentando achar a abertura correta do diafragma, ele já estava fazendo pequenas obras-primas.” Diz o diretor Jim McBride sobre Scorsese.<br />
  138. 138. “Toda a minha vida eu tenho oscilado entre Sombras e Cidadão Kane”<br />
  139. 139. Martin Scorsese e Robert De Niro<br />Fizeram um total de 9 filmes juntos<br /><ul><li>1970s</li></ul>Caminhos perigosos<br />Taxi Driver<br />New York, New York<br /><ul><li>1980s</li></ul>Touro indomável<br />O rei da comédia<br /><ul><li>1990s</li></ul>Os bons companheiros<br />Cabo do medo<br />Cassino<br />
  140. 140.
  141. 141. Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio<br />2002 -Gangues de Nova York<br />2004 - O Aviador<br />2006 - Os Infiltrados<br />2010 - Ilha do Medo<br />
  142. 142.
  143. 143.
  144. 144. 109<br />
  145. 145. Woody Allen<br />Ator, diretor, escritor, comediante, músico e dramaturgo<br />110<br />
  146. 146. Dados Wikipedia<br />Nascido em 1935 (75 anos)<br />Allan Stewart Konigsberg<br />Brookllyn, New York<br />Aos 19 anos, trabalha-<br />va como autor de piadas.<br />111<br />
  147. 147. Filmografia Discreta<br />Diretor: 45 filmes<br />Escritor: 50 obras<br />Ator: 57 filmes<br />US$540 milhões<br />US$12 milhõesporfilme<br />112<br />
  148. 148. Colaboradores Recorrentes<br />Diane Keaton: 7<br />Mia Farrow: 9<br />113<br />
  149. 149. Bibliografia Existente...<br />114<br />
  150. 150. Porém Negada!<br />X<br />X<br />115<br />
  151. 151. Abordagem “ingênua” e pessoal<br />Provavelmente limitada e incorreta<br />
  152. 152. Características Gerais<br />Auto-inserção nas tramas<br />Dirigir, escrever e atuar<br />Temáticas frequentes<br />Universo amoroso<br />Sentido da existência<br />Características pessoais<br />Manhattan<br />Clarinete<br />Personagens inteligentes e críticos<br />117<br />
  153. 153. Características Gerais [2]<br />Trânsito entre o drama e a comédia<br />Duração média de 85 min.<br />Referências humorísticas:<br />Charles Chaplin<br />Stand-upComedy<br />Humor intelectual<br />MontyPython’sFlyingCircus<br />118<br />
  154. 154. Características Gerais [3]<br />Identificação imediata<br />Personagens de mesma aparência<br />Trilhas sonoras clássicas<br />Fotografia de alta qualidade<br />Exploração funcional dos enquadramentos<br />Articulação da profundidade<br />119<br />
  155. 155. Breve análise da filmografia<br />O começo da carreira (1966-1979)<br />120<br />
  156. 156. O que Há, Tigresa? (1966)<br />121<br />
  157. 157. O que Há, Tigresa? (1966)<br />PolíciaSecretaInternacional<br />Um barril de poder de fogo<br />A chave das chaves<br />Dublagem em inglês<br />Transforma ação em comédia<br />Metalinguagem<br />Primeiro, depois de “O Vento Levou”<br />122<br />
  158. 158. Um assaltante bem trapalhão (1969)<br />123<br />
  159. 159. Um assaltante bem trapalhão (1969)<br />Take the Money and Run<br />Mockmentary<br />Narração / voz-over<br />Entrevistas com conhecidos<br />Intuito de comédia<br />124<br />
  160. 160. Bananas (1971)<br />125<br />
  161. 161. Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)<br />126<br />
  162. 162. O Dorminhoco (1973)<br />127<br />
  163. 163. A Última Noite de Boris Grushenko (1975)<br />128<br />
  164. 164. Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)<br />129<br />Bananas (1971)<br />O Dorminhoco (1973)<br />A Última Noite de Boris Grushenko (1975)<br />
  165. 165. 130<br />Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)<br />
  166. 166. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)<br />Reflexão de maior profundidade<br />Questão amorosa central<br />Mais drama que comédia<br />Personagem comediante<br />Transcende o espaço da narrativa<br />131<br />
  167. 167. Interiores (1978)<br />132<br />
  168. 168. Interiores (1978)<br />133<br />Completo drama<br />Centralidade no diálogo<br />Enfoque nas personagens femininas<br />
  169. 169. Manhattan (1979)<br />134<br />
  170. 170. Manhattan (1979)<br />Mais premiado e aclamado<br />Orçamento maior que a média<br />B&W<br />Excelente trabalho de iluminação<br />Verborragia além do usual<br />Protagonista é comediante<br />135<br />
  171. 171. Importância ao Contexto<br />Intensa movimentação financeira<br />Grande fluxo de filmes<br />Identidade bem estabelecida<br />Atinge públicos “eruditos” ou não<br />Representante da comédia<br />136<br />
  172. 172. Trabalhos Recentes<br />Não atuou nos últimos 5 filmes<br />137<br /><ul><li> 2007 Cassandra's Dream </li></ul>Recepçãocríticadividida<br /><ul><li> 2008 Vicky Cristina Barcelona</li></ul>$96,408,652 no mundo<br /><ul><li> 2009 Whatever Works</li></ul>Recepçãocríticadividida<br /><ul><li> 2010 You Will Meet a Tall Dark Stranger</li></ul>Emcartaz<br /><ul><li> 2011 Midnight in Paris</li></ul>Emprodução<br />
  173. 173. Scoop - O Grande Furo (2006)<br />138<br />
  174. 174. Tudo Pode Dar Certo (2009)<br />139<br />
  175. 175. Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010)<br />
  176. 176. Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010)<br />141<br />
  177. 177. George Lucas<br /><ul><li>Diretor, produtor, roteirista, ator.
  178. 178. Entre as 300 maiores fortunas do mundo, devido à franquia Star Wars (FORBES, 2010).
  179. 179. 1,70 metros de altura (IMDb, 2010).
  180. 180. Queria ser piloto de corridas de carro, mas um acidente acabou com este sonho.
  181. 181. Formado pela UniversityofSouthernCalifornia em cinema.</li></li></ul><li><ul><li>Durante a faculdade, fez o curta THX-1138 que ganhou vários prêmios.
  182. 182. Parceria com Coppola na fundação da AmericanZoetrope em 1969.
  183. 183. Se separou de Coppola e fundou a Lucas Film em 1971. No mesmo ano fez o longa THX-1138, baseado em seu curta universitário.
  184. 184. Na década de 1980 se dedicou na criação do Rancho Skywalker, sede da Lucas Film.
  185. 185. Em 1977 lança Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança
  186. 186. Escreveu em 1981 com Spielberg o primeiro Indiana Jones, Os Caçadores da Arca Perdida</li></li></ul><li>George Lucas<br />
  187. 187. <ul><li>Lucas Arts – jogos eletrônicos
  188. 188. Skywalker Sounds – efeitos sonoros
  189. 189. Industrial Light & Magic – computação gráfica
  190. 190. THX – engenharia de som
  191. 191. Lucas Film – cinema, o que vamos falar aqui! </li></li></ul><li>
  192. 192.
  193. 193. THX- 1138<br /><ul><li>Sociedade futurista comandada por computadores
  194. 194. THX-1138 é um cidadão que consegue parar de tomar a droga obrigatória da sociedade e planeja fugir com outras duas pessoas.
  195. 195. Não agradou ao público norte-americano</li></li></ul><li>AmericanGrafitti<br /><ul><li>Filme que retrata a juventude da década de 60.
  196. 196. História de paqueras, lanchonetes, drive-ins e uma juventude cheia de sonhos e aventuras.
  197. 197. Tudo ao som do bom rock'nroll</li></li></ul><li>Franquia cinematográfica bilionária com gigante legião de fãs<br />Divide-se em 6 filmes, ou capítulos, no cinema<br />Expande-se a jogos eletrônicos, histórias em quadrinhos, desenhos animados, especiais para televisão, e toda uma gama de produtos que extendem a história para além dos filmes<br />Star Wars<br />
  198. 198. Ícones<br /><ul><li>Criou diversos ícones na cultura contemporânea.
  199. 199. Foi fundada uma Igreja Universal do Jedaísmo no Reino Unido (MailyOnline, 2008).
  200. 200. Existem diversos fã-clubes ao redor do mundo.</li></li></ul><li>Comércio<br />
  201. 201.
  202. 202. STEVEN<br />SPIELBERG<br />
  203. 203. Nascido em 1946, na cidade de Cincinnati<br />Passou sua infância na Carolina do Norte e, principalmente, em Phoenix<br />“Eu sonho para viver. Eu uso minha infância e volto lá para inspiração”.<br />Revista Time , 1985<br />
  204. 204. Primeiro Filmes<br /> - 12 a 15 anos de idade – filmes em 8mm que tratavam da Segunda Guerra Mundial (Escape to Nowhere, 1961)<br /> - 1968 – Amblin’ - curta-metragem que valeu a Spielberg um contrato com a Universal Studio para dirigir um programa de televisão<br />Meu pai contava-me histórias de guerra e eu ficava fascinado com a guerra <br />
  205. 205. Não possui formação acadêmica em Cinema<br />Pluralidade temática e de gêneros – habilidade e consistência<br />Investimento no espetáculo e na emoção <br />Exibição de uma humanidade reconhecível<br />Construção de narrativas envolta de núcleo de caráter pessoal (momento-Chave da real expressão humana) <br />Controle durante do processo de criação dos acontecimentos – Capacidade dos filmes em possibilitar constante repetição dos eventos crida realidadeados e, a partir disso, mudar sua própria visão <br />
  206. 206. Principais Parceiros<br />JOHN WILLIAMS<br />GEORGE LUCAS<br />
  207. 207. Encurralado (1971)<br /><ul><li>Filme feito para a televisão (Tele-Movie)
  208. 208. Tema Fundamental: a resposta de um homem comum, com um cotidiano extremamente regrado, a uma circunstância extraordinária.
  209. 209. Ameaça de uma “besta” mecânica - filmagem antropomórfica ( Dar vida ao inanimado)
  210. 210. Rodado em apenas duas semanas sem um storyboard plano a plano- mapeamento da área de filmagem</li></ul>Encurralado se fez um desafio maior do que Tubarão, pois é mais difícil tornar amedrontador um caminhão do que um peixe comedor de homens<br />
  211. 211. Tubarão (1975)<br /><ul><li>Tema Central: exploração da fragilidade e dos temores do homem frente ao natural e ao oculto
  212. 212. Invisibilidade do Tubarão: questões técnicas (“it looked fake”) – intenso uso de câmeras subjetivas de modo que a visão do espectador fosse a do tubarão
  213. 213. Inaugurou uma nova forma de marketing cinematográfico, sendo lançado num grande número de salas (1200 salas) e utilizando, de forma massiva anúncios televisivos
  214. 214. Primeiro filme considerado blockbuster – superação da marca de US$ 100. 000.000,00</li></ul>Se o Tubarão tivesse aparecido na primeira cena, garanto que a plateia não teria pulado de seus assentos<br />
  215. 215. Saga Indiana Jones<br /><ul><li>4 filmes: Caçadores da Arca Perdida (1981), O Templo da Perdição (1984), A Última Cruzada (1989) e O Reino da Caveira de Cristal (2008)
  216. 216. Parceria com George Lucas
  217. 217. Dupla Identidade: professor gentil e enérgico aventureiro
  218. 218. As aventuras são tratadas como uma forma do personagem enriquecer sua vida e afastar-se de seu cotidiano mundano de professor
  219. 219. Indiana Jones veio a protagonizar uma série de televisão e jogos eletrônicos</li></li></ul><li>E. T – O Extraterrestre (1982)<br /> - Temas <br /> - A questão da tolerância em relação a “estranhos” .<br /> - A comunicação e como ela pode existir através do espaço e do tempo.<br /> - Crescimento e amadurecimento, principalmente do ponto de vista emocional<br /><ul><li>Considerado o hino de Spielberg ao subúrbio.
  220. 220. Faz referência a próprio experiência de vida de Spielberg
  221. 221. Interdependência entre os dois personagens principais.</li></li></ul><li>Referências<br />BORDWELL, D.; STAIGER, J.; THOMPSON, K. Theclassical Hollywood cinema: films style e modeofproduction. London: Rotledge, 1985. <br />BERGAN, R. Francis Coppola. London: Orion Books, 1998. <br />BISKIND, P. Como a geração sexo, drogas e rock ‘n roll salvou Hollywood. Ed. Intrínseca. 2009.<br />CLARKE, J. Steven Spielberg. Harpenden: PocketEssential, 2001. <br />FORBES. TheWorld'sBillionaires. Forbes Magazine, 2007. <br />MASCARELLO, F. Cinema Hollywoodiano Contemporâneo, in História do cinema mundial. Campinas: Papirus, 2006.<br />NEALE, S.; SMITH, M. Contemporary Hollywood cinema. London; New York: Routledge, 1998. 338 p.<br />ORTIZ, R. A moderna tradição brasileira. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. <br />SCORSESE, M. Uma viagem pessoal pelo cinema americano. Ed. Cosac & Naify. 2004.<br />163<br />

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