LITERATURA <ul><li>O QUE É LITERATURA?  </li></ul><ul><li>DERIVADO DO TERMO LATINO LITTERA,QUE SIGNIFICA LETRA E SÃO ELAS ...
TEXTOS LITERÁRIOS E NÃO LITERÁRIOS <ul><li>LITERÁRIOS: ELABORADOS COM CUIDADO ESTÉTICO, DE LINGUAGEM  TRABALHADA,  FORMA A...
EXEMPLOS :LITERÁRIO <ul><li>O engenheiro ( João Cabral de Melo Neto)   A luz, o sol, o ar livre envolvem o sonho do engenh...
NÃO LITERÁRIO
GÊNEROS <ul><li>ÉPICO:  NARRATIVA RELACIONADAS À EXALTAÇÃO DE ACONTECIMENTOS HERÓICOS (EPOPÉIAS) ,REVOLUÇÕES SOCIAIS, ENFI...
EXEMPLO DE SONETO <ul><li>Soneto de Fidelidade </li></ul><ul><li>Vinicius de Moraes </li></ul><ul><li>De tudo ao meu amor ...
ESTILOS DE ÉPOCA <ul><li>CRONOLOGIA DA LITERATURA </li></ul>
QUADRO GERAL   LITERATURA PORTUGUESA ERA MEDIDEVAL CANCIONEIRO GERAL FERNÃO LOPES GIL VICENTE CANCIONEIROS POESIA TROVADOR...
QUADRO GERAL   LITERATURA PORTUGUESA <ul><li>ERA CLÁSSICA </li></ul>ÁRCADIA LUSITANA NOVA ÁRCADIA BOCAGE CULTISMO CONCEPTI...
QUADRO GERAL   LITERATURA PORTUGUESA <ul><li>ERA ROMÂNTICA </li></ul>REVISTA ORPHEU FERNANDO PESSOA REV. PRESENÇA EUGÊNIO ...
QUADRO GERAL   LITERATURA BRASILEIRA <ul><li>ERA COLONIAL </li></ul>MINAS GERAIS CLÁUDIO MANOEL DA COSTA TOMÁS ANTONIO GON...
QUADRO GERAL   LITERATURA BRASILEIRA <ul><li>ERA NACIONAL </li></ul>SEMANA DE 22 MÁRIO E OSVALD DE ANDRADE GERAÇÃO DE 30 G...
TROVADORISMO
 
CANTIGAS
AMOR E AMIGO
SATÍRICA
ESCÁRNIO
TROVADORISMO
ARTE NO TROVADORISMO
ARQUITETURA GÓTICA
HUMANISMO
PRODUÇÃO LITERÁRIA
GIL VICENTE
AUTO DA LUSITÂNIA
AUTO DA BARCA DO INFERNO <ul><li>Escrita em 1517, durante a transição entre Idade Média e Renascimento, o  Auto da Barca d...
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Introdução a Literatura

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Apresentação criada pela Professora Sueli R. dos Santos Silva para os alunos da 3º série do Ensino Médio - E. E. Professora Raquel Saes Melhado da Silva

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  1. 1. LITERATURA <ul><li>O QUE É LITERATURA? </li></ul><ul><li>DERIVADO DO TERMO LATINO LITTERA,QUE SIGNIFICA LETRA E SÃO ELAS QUE COMPÕEM AS PALAVRAS </li></ul><ul><li>LITERATURA É A ARTE QUE UTILIZA A PALAVRA COMO MATÉRIA PRIMA DE SUAS CRIAÇÕES </li></ul>
  2. 2. TEXTOS LITERÁRIOS E NÃO LITERÁRIOS <ul><li>LITERÁRIOS: ELABORADOS COM CUIDADO ESTÉTICO, DE LINGUAGEM TRABALHADA, FORMA ARTÍSTICA CUIDADOSA ,COM USO DE VÁRIOS RECURSOS COMO: FIGURAS DE LINGUAGENS , PONTUAÇÃO ESPECIAL,VOCABULÁRIO SELECIONADO,MUSICALIDADE E RITMO. SÃO CARREGADOS DE EMOÇÃO E SIMBOLOGIA, QUE TRAZ VIDA E BELEZA AS PALAVRAS DO PAPEL . </li></ul><ul><li>NÃO LITERÁRIOS: TEXTOS CORRIQUEIROS, DESPROVIDOS DE TAIS ELEMENTOS ARTÍSTICOS OU RECURSOS MAIS DEFINIDOS. </li></ul>
  3. 3. EXEMPLOS :LITERÁRIO <ul><li>O engenheiro ( João Cabral de Melo Neto)   A luz, o sol, o ar livre envolvem o sonho do engenheiro O engenheiro   sonha coisas claras: superfícies, tênis, um copo de  água </li></ul><ul><li>O lápis, o esquadro, o papel; o desenho, o projeto, o número; o engenheiro pensa o mundo justo, mundo que nenhum véu encobre. </li></ul><ul><li>( Em certas tardes nós subíamos </li></ul><ul><li>Ao edifício.A cidade diária, </li></ul><ul><li>Como um jornal que todos liam </li></ul><ul><li>Ganhava um pulmão de cimento e vidro.) </li></ul><ul><li>A água, o vento, a claridade, </li></ul><ul><li>De um lado o rio, no alto as nuvens, </li></ul><ul><li>Situavam na natureza o edifício </li></ul><ul><li>Crescendo de suas forças simples </li></ul>
  4. 4. NÃO LITERÁRIO
  5. 5. GÊNEROS <ul><li>ÉPICO: NARRATIVA RELACIONADAS À EXALTAÇÃO DE ACONTECIMENTOS HERÓICOS (EPOPÉIAS) ,REVOLUÇÕES SOCIAIS, ENFIM FEITOS BRILHANTES E BEM SUCEDIDOS.(NOVELA,CRÔNICA, CONTO, FÁBULA, ROMANCE ETC...) </li></ul><ul><li>LÍRICO: APLICA-SE A TEXTOS SUBJETIVOS, EM QUE O EU LÍRICO(POÉTICO) FALA DE SEUS SENTIMENTOS, EMOÇÕES ,DESEJOS,ENFIM DO SEU ESTADO DA ALMA.(POEMAS, SONETOS,HINOS, ODE, PROSA POÉTICA ETC.. </li></ul><ul><li>DRAMÁTICO: OBRA LITERÁRIA EM FORMA DE POEMA OU PROSA,CONHECIDA COMO PEÇA TEATRAL, OU SEJA FEITA PARA SER REPRESENTADA. (AUTO, COMÉDIA, FARSA,TRAGÉDIA ETC...) </li></ul>
  6. 6. EXEMPLO DE SONETO <ul><li>Soneto de Fidelidade </li></ul><ul><li>Vinicius de Moraes </li></ul><ul><li>De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure. </li></ul><ul><li>Vinicius de Moraes, &quot;Antologia Poética&quot;, Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96. </li></ul>
  7. 7. ESTILOS DE ÉPOCA <ul><li>CRONOLOGIA DA LITERATURA </li></ul>
  8. 8. QUADRO GERAL LITERATURA PORTUGUESA ERA MEDIDEVAL CANCIONEIRO GERAL FERNÃO LOPES GIL VICENTE CANCIONEIROS POESIA TROVADORESCA(CANTIGAS) SÉCULOS XV SÉCULOS XII A XIV HUMANISMO TROVADORISMO
  9. 9. QUADRO GERAL LITERATURA PORTUGUESA <ul><li>ERA CLÁSSICA </li></ul>ÁRCADIA LUSITANA NOVA ÁRCADIA BOCAGE CULTISMO CONCEPTISMO Pe. ANTÔNIO VIEIRA CAMÕES SÉCULO XVIII SÉCULO XVII A XVIII SÉCULO XVI NEOCLASSICISMO/ARCADISMO BARROCO/ SEISCENTISMO RENASCIMENTO/ CLASSICISMO
  10. 10. QUADRO GERAL LITERATURA PORTUGUESA <ul><li>ERA ROMÂNTICA </li></ul>REVISTA ORPHEU FERNANDO PESSOA REV. PRESENÇA EUGÊNIO DE CASTRO ANTÔNIO NOBRE CAMILO PESSANHA QUESTÃO COIMBRÃ ANTERO DE QUENTAL EÇA DE QUEIRÓS ALMEIDA GARRETT ALEXANDRE HERCULANO CAMILO CASTELO BRANCO JÚLIO DINIZ SÉCULO XX SÉCULO XIX SÉCULO XIX SÉCULO XIX MODERNISMO SIMBOLISMO REALISMO/ NATURALISMO ROMANTISMO
  11. 11. QUADRO GERAL LITERATURA BRASILEIRA <ul><li>ERA COLONIAL </li></ul>MINAS GERAIS CLÁUDIO MANOEL DA COSTA TOMÁS ANTONIO GONZAGA BASÍLIO DA GAMA SANTA RITA DURÃO BAHIA GREGÓRIO DE MATTOS DESCOBRIMENTO LITERATURA INFORMATIVA LITERATURA CATEQUÉTICA JOSÉ DE ANCHIETA SÉCULO XVIII SÉCULO XVII/XVIII SÉCULO XVI NEOCLASSICISMO ARCADISMO BARROCO QUINHENTISMO
  12. 12. QUADRO GERAL LITERATURA BRASILEIRA <ul><li>ERA NACIONAL </li></ul>SEMANA DE 22 MÁRIO E OSVALD DE ANDRADE GERAÇÃO DE 30 GERAÇÃO DE 45 GUIMARÃES ROSA CLARICE LISPECTOR CRUZ E SOUSA ALPHONSUS DE GUIMARÃES MACHADO DE ASSIS ALUÍSIO AZEVEDO RAUL POMPÉIA PARNASIANISMO INDEPENDÊNCIA GONÇALVES DIAS ALVARES DE AZEVEDO CASTRO ALVES JOAQUIM MANUEL DE MACEDO JOSÉ DE ALENCAR SÉCULO XX SÉCULO XIX SÉCULO XIX SÉCULO XIX MODERNISMO PARNASIANISMO SIMBOLISMO REALISMO NATURALISMO ROMANTISMO
  13. 13. TROVADORISMO
  14. 15. CANTIGAS
  15. 16. AMOR E AMIGO
  16. 17. SATÍRICA
  17. 18. ESCÁRNIO
  18. 19. TROVADORISMO
  19. 20. ARTE NO TROVADORISMO
  20. 21. ARQUITETURA GÓTICA
  21. 22. HUMANISMO
  22. 23. PRODUÇÃO LITERÁRIA
  23. 24. GIL VICENTE
  24. 25. AUTO DA LUSITÂNIA
  25. 26. AUTO DA BARCA DO INFERNO <ul><li>Escrita em 1517, durante a transição entre Idade Média e Renascimento, o Auto da Barca do Inferno , é uma das obras mais representativas do teatro vicentino. Como em tantas outras peças, nesta o autor aproveita a temática religiosa como pretexto para a crítica de costumes. A Obra </li></ul><ul><li>O primeiro a embarcar é um Fidalgo, que chega acompanhado de um Pajem, que leva a calda da roupa do Fidalgo e também uma cadeira, para seu encosto. </li></ul><ul><li>O Diabo mal viu o Fidalgo e já lhe falou para entrar em sua barca, pois ele iria levar mais almas e mostrar que era bom navegante. Antes disso, o companheiro do Diabo, começou a preparar a barca para que as almas dos que viessem, pudessem entrar. </li></ul><ul><li>Quando tudo estava pronto, o Fidalgo dirigiu a palavra ao Diabo, perguntando para onde aquela barca iria. O Diabo respondeu que iria para o Inferno, então o Fidalgo resolveu ser sarcástico e falou que as roupas do Diabo pareciam de uma mulher e que sua barca era horrível. O Diabo não gostou da provocação e disse que aquela barca com certeza era ideal para ele, devido a sua impertinência. O Fidalgo espantado, diz ao Diabo que tem quem reze por ele, mas acaba recebendo a notícia de que seu pai também havia embarcado rumo ao Inferno. </li></ul>
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