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  • 1. Pré-Renascimento (1201 a 1399)
    Pelo Professor: Gilson Nunes
  • 2. Divisão didática da evolução da pintura:
    Trecento : Pré-Renascimento - (1201 a 1300 – Século XIII)
    Quatrocento: Transição – (1301 a 1400 – Século XIV)
    Cinquecento: Proto-Renascimento – (1401 – 1520 – Séculos XV e XVI)
  • 3. Trecento – Pré-renascimento ( século XIII) Todas as obras produzidas entre 1201 a 1300.
    Cimabue. “Crucificação de Santo Domenico”. 1260-65. Museu Archeologia Mecenate. Arezzo. Itália – Segunda representação da nudez de Cristo.
  • 4. Representação da nudez de Cristo, com forte índole emocional, carregada de gestos e expressões fisionômica de dor nobreza e compaixão.
    Logo, a arte bizantina, a grande responsável pela representação humana de Cristo nos séculos seguintes. Igreja do Mosteiro de Dafne, Grécia Séc. XI
  • 5. Aprendendo a ler imagens
    “Quando Cimabue representa a agonia de Cristo na cruz transforma Jesus quase em uma chama, tal como a chama em que as catedrais góticas podem parecer. Do seu corpo, a carne é subtraída. Ele é visto como um homem que lentamente deixa de ser matéria e se transforma em espírito divino, melhor, o espírito da criação”
    (GUACIARA, 29/09/2009).
    .
  • 6. “A forma sinuosa  do abdome tenta criar um espaço tridimensional, convincente, mas também O transforma em uma curva, uma figura plana, espiritual. Tal leveza, representaria o momento em que Deus filho abandona a carne e retorna ao reino da salvação de onde ele veio e de onde nunca mais voltará. Sabem disso São João e Nossa Senhora, por isso lamentam de longe, como se aquele corpo não estivesse diante deles”
    (GUACIARA, 29/09/2009).
    .
    Cimabue. “Crucificação de Santo Domenico”. 1260-65. Museu ArcheologiaMecenate. Arezzo. Itália – Segunda representação da nudez de Cristo.
  • 7. “Como na pintura bizantina, ou na pintura medieval mais tradicional, CIMABUE, que provavelmente foi importante na formação de Giotto, figura um ícone, não uma cena”.
    “Segundo a tradição artística, desde a idade média, o ÍCONE é a apresentação da imagem sagrada, a demonstração que aquela imagem é sagrada.
    No caso de Cimabue, essa forma de sacralizar a figura de Cristo passa pelo retrato do sofrimento dele e pela promessa de salvação ensinada por ele depois que morre e se torna espírito”. (GUACIARA, 29/09/2009).
  • 8. “Embora trabalhe muito a partir de temas de Cimabue, nada pode ser mais distante da pintura de Giotto’.
    “Cimabuetenta articular um novo espaço na pintura, mas revivendo as idéias antigas da arte. Para Giotto importa a vida de Jesus como homem. Seu exemplo”. (GUACIARA, 29/09/2009).
  • 9. Nota-se que a imagem está confortavelmente aconchegada por um suntuoso trono, alusão ao coliseu romano, sobre um tecido em patchwork (Colcha de retalho acolchoada) – o primeiro no gênero. Parece assistir com o seu filho um grande espetáculo.
    Panejamentorígido e angulosos com fios de ouro sombreando o tecido.
    Cimabue. Viregem no Trono (Madona e Jesus, com São Pedro e São João Batista). 1280-90 – Galeria dis Uffizi, Florença
  • 10. A virgem representa a Rainha do Céu, amparada por guarnições de anjos de uma corte celestial.
    Cimabue. Viregem no Trono (Madona e Jesus, com São Pedro e São João Batista). 1280-90 – Galeria dis Uffizi, Florença
  • 11. Ignoravam a individualidade – época do corporativismo e os autores não assinavam as obras. Mais algumas obras foram atribuída autoria ao longo dos anos, perito.
    Cimabue é um grande exemplo. Neste período, os artistas eram anônimos.
    Estavam a serviço dos mestres construtores e do clero.
  • 12. Período Quatrocento.
    Todas as obras produzidas entre 1301 a 1400 – século XIV.
  • 13. O Renascimento alvoreceu no campo da pintura por volta de 1300.
    Faces e mãos começaram a ganhar volume com uma sutil tridimensionalidade.
    Duccio di Buoninsegna. Madona e o Menino. 1300. Ícone comprado em 2004, pelo Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, por 45 milhões de dólares.
  • 14. O segundo artista a enquadrar a figura dentro de um espaço arquitetônico.
    Duccio. Virgem no Trono, parte central do retábulo do altar da Maestà. 1308-11. Painel com 2,30 de altura. Museu da Catedral de Siena.
  • 15. Nosso olhar é conduzido pelos detalhes até percorrer toda a obra.
    Duccio. Virgem no Trono, parte central do retábulo do altar da Maestà. 1308-11. Painel com 2,30 de altura. Museu da Catedral de Siena.
  • 16. Analisando a imagem.
    A profundidade da imagem não é dada pelas personagens, mas pelos muros dos lados, pela porta que moldura as pessoas alvoroçadas dando boas-vindas e pelos edifícios de trás, uma perspectiva deficiente.
    Duccio. Entrada de Cristo em Jerusalém, retábulo do altar de Maestà. 1308-11.
  • 17. Duccio representa a cena como se estivéssemos olhando de cima, como se estivéssemos flutuando sobre a cena, fazendo parte dela, mais distante do cenário sagrado.
    Duccio. Entrada de Cristo em Jerusalém, retábulo do altar de Maestà. 1308-11.
  • 18. Descobrindo o uso da perspectiva.
    Duccio. Anunciação da Morte da Virgem. Do Altar da Maetà, Siena.
  • 19. Quatrocento (século XIV) Todas a obras produzidas de 1301 a 1400.
    O que é perspectiva?
    O termo deriva do latim, que significa visão.
    Perspectiva é um método de representar os objetos numa tridimensionalidade, utilizando-se de conhecimentos matemáticos e físicos. Proporcionando uma ilusão de óptica.
  • 20. Como usar a perspectiva ?
  • 21.
  • 22.
  • 23. A cor é um elemento importante na perspectiva. Ela muda de acordo com a distância do espectador.
  • 24. Giotto, o primeiro artista a usar a perspectiva.
    Giotto. Crucificação. Capela degli Scronegni, 1304-1306, Pádua, tália.
  • 25. Suas formas são tão naturais que se assemelhavam a um milagre, confundidas com a própria realidade.
    Giotto. Crucificação. Capela degliScronegni, 1304-1306, Pádua.
  • 26. Nosso olhar é aberto e abraça de uma só vez toda a composição.
    Giotto. Crucificação. Capela degliScronegni, 1304-1306, Pádua.
  • 27. A madeira foi substituída pelo afresco.
    O que é afresco?
    técnica de pintar sobre uma parede recentemente rebocada hipermiabilizada por uma camada de gesso.
  • 28. Como preparar um afresco ?
    1º passo: Misture areia e cimento em uma bandeira de plástico, ponha um pouco de água para misturar e unte a base da bandeira. Em separado, prepare o gesso e derrame sobre a argamassa, deixe endurecer e está pronto o suporte para iniciar o desenho.
  • 29. 2º passo: Depois do desenho, feito sobre suporte de papel e depois impresso sobre pressão no gesso. É só jogar as cores.
    Tinta a base de água.
  • 30. Leitura da imagem.
    Intensidade do drama e simplicidade do cenário.
    olhar é dirigido para cabeça de cristo e da virgem.
    As cabeças obedecem um jogo geométrico e matemático, ou seja, a triangulação.
    A arvore se associa à morte do Salvador, sua imagem seca é simbólica.
    Giotto. Deposição. 1304-1306. Capela degli Scrovegni, Pádua.
  • 31. Percebe-se uma tridimensionalidade das imagens.
    A perspectiva da profundidade da paisagem invisível do fundo é determinada pelo paredão, ou seja, a perspectiva descendente, da direita para a esquerda, encontrar o rosto de Cristo em posição de queda, de esmagamento ou de regressão. Giotto foi aluno de Cimabue.
    Giotto. Deposição. 1304-1306. Capela degli Scrovegni, Pádua.
  • 32. As santos se assemelham as pessoas comuns da terra.
    Não representam mais as figuras da arte bizantina, porém, preso a temática religiosa.
    Realismo, ou seja, verossimilhança com a realidade, que chegava a confundir as pessoas.
    Giotto. O beijo de Judas. 1308-1310. Capela de degli Scrorvegni. Pádua.
  • 33. Arte extremamente didática, instrução para os iletrados.
    O Cometa Halley apareceu em 1301 e o artista faz alusão ao mesmo na estrela que orientou os magos.
    Representação de ícones do cristianismo para contemplação e ajudar na prece.
    Giotto. Adoração dos magos. Capella degli Scrovegni. 1302-1306. Pádua.
  • 34. A última obra de Giotto. O primeiro a usar a técnica da marmorização expressiva na pintura.
    Giotto. O Juízo Final – Capela de Bargello, 1337 – Morreu quando pintava esta capela.
  • 35. A peste negra: bubônica. (Bactéria transmitida através das pulgas dos ratos-pretos).
    Dizimou entre 25 a 75 milhões de pessoas.
    Entre 1347 e 1341 o mundo europeu conviveu com a peste negra (bubônica), muitos artistas morreram deixando obras incompletas, até porque as pessoas acometidos pela doença duravam dois dias.
    Francesco Traini. O triunfo da morte. 1325-50. Afresco. Camposanto, Pisa.
  • 36. Leitura da imagem.
    Até os animais parecem aterrorizados pelo aspecto e pelo cheiro das carnes putrefatas. Acima o eremita, que renuncia a todos os prazeres do mundo.
  • 37. As figuras passam a ser enquadradas dentro do espaço, onde a arquitetura, a pintura se adapta à forma real da moldura.
    Pietro Lorenzetti. O nascimento da Virgem. 1342. Painel, 187 x 1,82. Museu da catedral de Siena, Itália.
  • 38. Seu irmão Ambrogio Lorenzetti, segue o mesmo estilo. Ambos morreram de peste bubônica.
    AmbrogioLorenzetti. O bom governo da cidade. 1338-40. Afresco 12,50 m Palácio Público, Siena, Itália.
  • 39. Fachada do Palácio Público, Construído em 1297 Siena, Itália.
  • 40. Observe: quantas torres? Quais os significados?
    AmbrogioLorenzetti. O bom Governo da Cidade. 1338-40 - Afresco - Palácio Público, Siena.
  • 41. Detalhe do Painel. AmbrogioLorenzetti. O bom Governo da Cidade. 1338-40 - Afresco - Palácio Público, Siena.
  • 42. Ambrogio Lorenzetti. O bom Governo da Cidade. 1338-40 - Afresco - Palácio Público, Siena, Itália.
  • 43. Giovanni da Milano. Pietà. 1365. Academia, Florença, Itália.
  • 44. Melchior Broederlam. Apresentação no templo e fuga para o Egito. 1394-99. Museu de Becas Artes, Dijon.
  • 45. Referencial
    BECKET, Wendy. A história da Pintura. São Paulo, Ática, 1997.
    JANSON, H. W. História Geral da Arte: o mundo antigo e a Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
    PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. História da Idade Média: textos e testemunhas. São Paulo, UNESP, 2000.
    PEREIRA, F. M. Esteves. Os manuscritos Iluminados. In: a iluminura em Portugal, catálogo da exposição inaugural do arquivo nacional da torre do Tombo. Porto, Lisboa, Ed. Figueirinhas, 1990.
    CHEVALIER, Jean et GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988.
    FRANCO.RJ, H. Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo, Brasiliense, 1988.
    SPENCE, David. Grandes Artistas: vida e obra. São Paulo, Melhoramentos, 2004.
    Revista:
    História Viva: Bizâncio: o paraíso dos negócios e do saber na Idade Média. Ano: VI, nº 74, pp. 28-54.
    Mestres da Pintura: Michelangelo. Editora on-line, São Paulo, s/d.
    Galeria, revista de arte. São Paulo, Editora Telma Cristina Ferreira, Ano 4, junho/julho de 1990. pp. 62-77.
    Folha de São Paulo. Michelangelo ofusca mestres na Sistina. F. 10, 14 de abril de 2005.
    Superinteressante. O segredo de Leonardo. São Paulo. Edição 205. Editora Abril, 2004. pp. 60-67.
    Veja. Muito além do código da Vinci. São Paulo. Edição 1956, Ano 39, nº 19, Editora Abril, 2006. pp. 126-134
    www.brasilescola.com/mitologia/brasilescola.htm
    www.amazonline.com.br/heraldica/heraldica.htm - (tudo sobre brasões)
    www.arteguias.com
    www.logosphera.com/.../sereias/sereias.htm
    www.minerva.uevora.pt
    www.pitores.com.br
    www.sergioprata.com.br – (afresco)
    www.wga.hu/frames-e.html
    www.guaciara.worpress.com/.../27/a-cruz-de-cimabue/ - 27/09/2009.
  • 46. Criação e autoria:
    Gilson Cruz Nunes
    Especialista em Artes Visuais – UFPB
    Professor da Disciplina de Artes das Escolas:
    Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro – Rede Estadual
    Pe. Antonino e Lafayete Cavalcante – Rede Municipal.
    Campina Grande, 12 de janeiro a 25 de fevereiro de 2010.
    Atualizado em 14 de junho de 2010.
    gilsonunes2000@bol.com.br

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