Arte Grega: princípio, a pintura em cerâmica
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    Arte Grega: princípio, a pintura em cerâmica Arte Grega: princípio, a pintura em cerâmica Presentation Transcript

    • Pelo Professor Gilson Nunes
      Arte grega: princípio, a pintura em cerâmica.
    • Os historiadores da Arte dividiram a evolução da pintura grega em cerâmica em períodos.
      Abstrato – 1800-1050 – aproximadamente. (a.C.)
      Proto-geométrico – 1050-900 – aproximadamente. (a.C.)
      Geométrico – 900-750 – aproximadamente. (a.C.)
      Arcaico – 750-650 – aproximadamente. (a,C.)
      Figuras negras – 650-500 – aproximadamente. (a. C.)
      Figuras vermelhas – 500-330 – aproximadamente. (a. C.)
      Em 330 a.C. o governo de Atenas decreta o fim da pintura em vaso, mais a produção continuou em cidades vizinhas, a exemplo da Itália.
    • Período abstrato: peças de utilidade doméstica ou religiosa.
      No período de 1800 a 900 a.C. a decoração da cerâmica tem traçado abstrato.
      O jarro abaixo foi o primeiro da história grega a ser pintado em policromia.
      “A olaria pintada merece relevo na história da arte”. (JANSON, 1993:150)
      Jarro com Asa (encontrado no santuário de Kamares). 1800 a. C. Museu de Heraklion, Ilha de Creta, Grécia.
    • Desligamento da concepção abstrata, o surgimento de uma flor.
    • Jarras de armazenamento. Encontradas no Palácio de Knossos. Ilha de Creta, Grécia.
    • Nosso primeiro fogão portátil.
      Forno em cerâmica. 1700 a.C. Museu Pré-Histórico de Thera,Ilha de Santorini, Firá - Grécia. (Peça encontrada no sítio arqueológico de Akrotiri, no sul da ilha)
    • Uma ideia milenar adaptada.
      Fogareiro de barro. Feira livre de Campina Grande, Paraíba, Brasil. 2009.
    • A invenção como aspecto utilitário, comodidade, facilitar a vida doméstica.
      Decoração com plantas aquáticas: armazenar água para o banho.
      Decoração com círculos concêntricos: água para consumo.
      Jarra para água, 1700 a. C. Museu Pré-Histórico de Thera. Ilha de Santorini, Firá, Grécia.
    • Estes não são gregos, e sim brasileiros. Nossa memória.
    • Ânfora geometrizada. 1000. a. C.
      Cestaria dos índios baniwa. Alto Rio Negro – Bacia amazônica.Brasil
    • Ânfora geometrizada. 1000. a. C.
      Jarro Kaxadádali ( o nome refere-se a forma barriguda de uma cesta ou cerâmica – aplica-se o termo as mulheres grávidas e aos animais). Índios baniwa (Brasil). Margens do Rio Içana, fronteira com Colômbia e Venezuela.
    • O que a arte indígena tem a ver com a cerâmica grega?
      Cestariatigeliforme, em fibra de arumã. Índios baniwa (Brasil). Margens do Rio Içana, fronteira com Colômbia e Venezuela.
      Ânfora geometrizada. 1000. a. C.
    • Urutu oolóda (cesto para guardar alimentos), em fibra de arumã. Índios baniwa (Brasil). Margens do Rio Içana, fronteira com Colômbia e Venezuela.
      PitcherAttic. 750 a. C. Antiguidades Staatliche de Mônaco da Baviera.
    • Peneira, orgulho das índias, em fibra de arumã. Índios baniwa (Brasil). Margens do Rio Içana, fronteira com Colômbia e Venezuela.
      PitcherAttic. 750 a. C. Antiguidades Staatliche de Mônaco da Baviera.
    • Ao primeiro olhar não identificam os as imagens, principalmente quando olhado da esquerda, só sendo possível a identificação da imagem na terceira placa.
      Além do caráter utilitário, o aspecto estético passou a ser valorizado, em virtude do contato com outros povos – a comercialização.
    • Por volta de 750-650, em virtude do comercio com o Egito antigo e do Oriente, o estilo absorve novas ideias, mas mantém a geometrização.
      Este vaso foi considerado a maior obra de arte do seu tempo.
      Para que servia este vaso, com 1 metro de altura ?
      Vaso de Dipylon. Séc. VIII a. c. Alt. 1,08 . Museu Metropolitano de Arte, Nova Iorque. (Encontrada no cemitério de Atenas de Dipylon, Grécia).
    • Elementos figurativos e geométricos dividem o mesmo espaço.
      Servia de urna funerária: o fundo com furos para escoar o líquido lançado no ritual.
      Leitura do vaso:
      O defunto deitado ladeado por carpideiras de braços erguidos e a procissão do enterro com guerreiros a pé e de carro.
      Não tinham a visão dos egípcios em relação a outra vida além-túmulo.
      Moral da narrativa: aqui jaz um homem importante chorado por muitos e teve um funeral esplêndido.
      Vaso de Dipylon. Séc. VIII a. c. Alt. 1,08 . Museu Metropolitano de Arte, Nova Iorque.
    • As ânforas (vasos) com boca larga, simbolizavam as mulheres que pegavam água.
      As ânforas (Jarros) com gargalo alongado, simbolizavam os homens que derramam vinhos.
      Por volta de 800 a. C. os ceramistas gregos começaram a decorar a cerâmica com figuras humanas e animais, inseridas entre o esquema geométrico da parte periférica do vaso.
      Anfora de Dipylon. 760-750. A. c. Alt. 1,55m. Museu Arqueológico de Atenas. Grécia.
    • PitcherAttic. 750 a. C. Antiguidades Staatliche de Mônaco da Baviera.
      Pintura geométrica sobre cerâmica.
    • Pura semelhança: nossas raízes gregas?
      Cesta Paneiforme. Fibra de Arumã. 2003 Povos baniwa. Bacia do Rio Içana. São Paulo. Brasil.
    • Geometrização da arte grega de 900 a.C. presente na cultura do índio brasileiro.
    • A geometrização da arte grega presente no Brasil.
    • Leitura das imagens do vaso.
      Odisseu (o maior guerreiro grego) representado no gargalo do vaso com seus dois amigos, que para escapar da caverna vigiado pelo ciclopes Polifemo (gigante com um só olho na testa) que se alimenta de carne humana, o embriagou e depois furou seu olho.
      No corpo do vaso, as três górgonas: (Medusa: a impetuosa; Esteno: a que oprime; Euríale: a que está ao largo. Belas e de cabelos invejáveis.
      Ulisses cegando Polifemo e Górgonas. 675-650 a. C. Alt. 1,42m Museu de Elêusis.
    • Nossas raízes greco-indígena.
      Cerâmica marajoara e detalhe da cestaria indígena. Brasil.
    • Figuras aladas, desenhos geométricos dividindo a composição. Influência de outras culturas.
      Os vasos passaram a diminuir de tamanho, pois não serviam mais como urna funerária. Foram substituídos pelos monumentos de pedras. Serviam apenas como adereço para ajudar no ritual religioso e funerário.
      Vaso funerário. 600. a. C.
    • Nossa famosa quartinha (lécito), antes do filtro de barro. Artesanato de Alagoas, Brasil.
      Pintor de Amásis. Um tear no gineceu. Lécito (moringa) ático com figuras negras. 550-530 a. C. Museu Metropolitano de Arte de Nova York.
    • Aprimoramento da técnica da pintura em cerâmica. Autoria de Exéquias.
      Pintava a figura com preto, e para realçá-la riscava se os detalhes com um estilete, podendo aplicar o branco ou roxo para destacar certas zonas.
      A forma de pintar em pratos libertou o artista da perspectiva lateral do vaso. Podemos observar que as figuras ainda obedecem a lei da lateralidade egípcia em relação ao perfil.
      A frontalidade reservada apenas ao peitoral.
      Exéquias. Dionísio (Deus do Vinho) num barco (interior de um Kylix ático (prato) 540 a. C. Diâm. 0,305m StaatlicheAntikensammlungen, Munique.
    • Descrevendo a narrativa do Kylix (prato) de Exéquias.
      Dionísio Deus do vinho, capturado por piratas, fez nascer uva por toda a embarcação, amedrontados atiraram-se ao mar e foram transformados em Golfinhos.
      Os artistas passaram a assinar com freqüência as suas peças, numa forma de orgulho e fama.
      Exéquias. Dionísio (Deus do Vinho) num barco (interior de um Kylix ático (prato) 540 a. C. Diâm. 0,305m StaatlicheAntikensammlungen, Munique.
    • Este vaso sem especificar o pintor de ser de autoria de Exéquias, pois a técnica inovadora está explicita.
      A lei da lateralidade egípcia é uma regra insuperável pelos artistas gregos. O posicionamento dos pés é outro detalhe da arte egípcia.
      Pintura negra. Ânfora ática. 540. a.C. Teseu ataca o Minotauro com punhal. Museu do Louvre.
      A valorização da musculatura das personagens é algo surpreendente. Que merece destaque.
    • Os vasos passaram a servir como armários para guardar documentos históricos e armazenar alimentos como vinho, água, leite, essências e azeite.
      Pintar em vaso foi uma arte conservadora, recheada de muita precisão e requinte de detalhes.
      Aquiles e Ájax jogando dado. Ânfora com figuras negras. 540-530 a. c. Museu Gregoriano, Vaticano.
    • Um detalhe a ser observado. Por que as mulheres sempre estão bem vestidas? Mesmo assim, os artistas fazem questão de salientar as curvas anatômicas no desenho.
      Mulheres com hydrias (vasos) na fonte. 530 a.C. Museu de Villa Giulia, Roma.
    • Os jogos olímpicos foi criado em 776 a. C. para homenagear Zeus. Porém, todos os anos aconteciam as Panatenaicas:
      Pintor de Eufiletos. Corredores competindo. Ânfora panatenaica com figuras negras. 530-520. Museu Metropolitano de Arte de New York.
      Exéquias: o maior pintor de cerâmica da Grécia. Era contratado pelo Estado para produzir os troféus dos jogos olímpicos e panatenaicos, este último, relacionado a Deusa Atena.
    • Pintor de Creusa. Ânfora panatenaica. Séc. V a. C. Museu Capitolini, Roma.
      O prêmio: uma ânfora cheia de óleo, este, produzido nos jardins do Templo da Deusa Atena. Os jogos, um acontecimento nacional, havia concursos de dança, música, flauta, lira, poesia, canto, harpa, cítara, além das apresentações de teatro.
    • A ornamentação geométrica não desapareceu, mas ficou limitada às zonas periféricas do vaso.
      As superfícies maiores reservadas as narrativas das lendas gregas, associadas aos deuses do Olimpo e as sagas homéricas, na tentativa de compreender o mundo.
      Áfax (guerreiro, O Grande), carregando o corpo de Aquiles (ambos guerreiros de Tróia). Célito ático com figuras negras. 510 a. C.. StaatlicheAntikeusammlungem, Munique.
    • Observe a riqueza de detalhes e de acabamento.
      Pintor LeagrosGroup. Aquiles arrastando o corpo de Heitor Round das muralhas de Tróia. Hydria ática com figuras negras. 510 a. C. Hermitagemuseum.
    • Figuras vermelhas sobre fundo negro.
      A procura por resultados harmoniosos e efeitos monumentais.
      Pintor Douris. Eos ( deusa do amanhecer – aurora) e Memnon (seu filho e rei etíope). Interior de um kylix (prato) ático de figuras vermelhas. 490-480 a. C. Diâm. 0,30m. Museu do Louvre, Paris.
    • Este Kylix, (prato) é uma obra-prima da pintura arcaica do período final.
      A Deusa da Aurora Eos, segurando seu filho e rei etíope, Memnon; que foi morto por Aquiles (o maior guerreiro da Guerra de Tróia).
      Pintor Douris. Eos ( deusa do amanhecer – aurora) e Memnon (seu filho e rei etíope). Interior de um kylix (prato) ático de figuras vermelhas. 490-480 a. C. Diâm. 0,30m. Museu do Louvre, Paris.
    • Pintor Douris. Eos ( deusa do amanhecer – aurora) e Memnon (seu filho e rei etíope). Interior de um kylix (prato) ático de figuras vermelhas. 490-480 a. C. Diâm. 0,30m. Museu do Louvre, Paris.
      Existe uma delicadeza em desenhar os traços da figura que é algo surpreendente, parece até que o artista usou uma pena para pintar.
    • A anatomia do corpo de Memnon (rei etíope) é outro detalhe de riqueza que merece atenção. Douris, o pintor faz uma homenagem ao seu oleiro na própria peça: “Hermógenes é belo”.
      Pintor Douris. Eos ( deusa do amanhecer – aurora) e Memnon (seu filho e rei etíope). Interior de um kylix (prato) ático de figuras vermelhas. 490-480 a. C. Diâm. 0,30m. Museu do Louvre, Paris.
      Assinatura de Douris. Detalhe.
    • Será que o Michelangelo buscou inspiração nesse trabalho ? Compare a Pietá com o mesmo e tire suas conclusões.
      Pintor Douris. Eos ( deusa do amanhecer – aurora) e Memnon (seu filho e rei etíope). Interior de um kylix (prato) ático de figuras vermelhas. 490-480 a. C. Diâm. 0,30m. Museu do Louvre, Paris.
      Michelangelo. Pietá, túmulo da Basílica de São Pedro, 1497. Roma.
    • Outro avanço: a descoberta da frontalidade da imagem. 490-480 a.C. - A Revolução.
      Podemos ver uma visão tridimensional da cabeça do centauro, além da expressão do rosto.
      Lápida (lutador) e Centauro. Interior de um kylix, (prato) ático com figuras vermelhas. 490-480 a. C. StaatlicheAntikensmmlungen, Munique. (Mestre desconhecido, cognominado de Pintor de Fundição)
      Outro detalhe, a posição do pé é frontal e não mais lateral. As patas traseiras do centauro seguem movimento frontal e tridimensional.
      A riqueza de detalhes na roupa do guerreiro, além do movimento sinuoso do plissado do saiote.
    • Com o aperfeiçoamento da pintura mural entre 475-459, a pintura de vasos perdeu qualidade. E os pintores passaram a gozar de igual prestígio dos pintores de vasos.
      Pintor de Oinokles. EosrapitandoCéfalo, filho de Hermes (Hermes – Deus do Comércio). Lécito (Moringa) com figuras vermelhas. 470-460 a.C. Museu de Arqueologia da Espanha.
    • Oidipous (Édipo para Freud) em grego: “Pés inchados”. Foi rei de Tebas. E dizia que iria matar o seu pai e casar com sua mãe.
      Édipo escutando o enigma da Esfinge. 467 a. C. Museu do Vaticano.
    • Níobe é uma personagem da Mitologia Grega, filha de Tântalo e esposa de Anfião, rei de Tebas.
      Diz a mitologia que por ser muito fértil, teve catorze filhos (sete homens e sete mulheres), que ficaram conhecidos como "nióbidas.
      Que loucura é esta? Preferir seres que nunca vistes àqueles que tendes diante dos olhos!
      Por que Leto deve ser cultuada, e eu não?[...]Se eu perdesse alguns de meus filhos, dificilmente ficaria tão pobre como Leto, com seus dois únicos.
      Apolo e Artémis matando as crianças de Niobe. 455-450 a.c. Museu do Louvre, Paris.
      Leto: Deusa da Noite-Clara. Filha de Febe (Deusa da Lua) e Céos (Deus da Inteligência). Mãe de Apolo (Deus da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão) e Artémis (Deusa da Caça) . Tendo Zeus, como pai desses seus dois filhos. Sua gravidez foi escondida de Hera (Deusa do Lar), esposa de Zeus, pois era vingativa.
    • Suspendei esta solenidade. Não prossigais este culto. E o povo obedeceu.
      Leto indignou-se com a audácia da mortal, e implorou vingança a seus filhos, que eram arqueiros.
      Então Apolo e Ártemis, mataram todos os sete filhos de Níobe.
      Quando soube, pranteando os filhos junto com as irmãs deles,exclamou:Cruel Leto! Sacia todo teu ódio em minha angústia!Que teu duro coração se regozije, enquanto levo ao túmulo meus sete filhos.
      Mas onde está o teu triunfo? Despojada como estou, ainda assim sou mais rica que tu.
      Apolo e Artémis matando as crianças de Niobe. 455-450 a.c. Museu do Louvre, Paris.
    • O pintor de cerâmica gozava de grande status social. Representado sendo coroado por divindades aladas.
      Autor desconhecido. Pintor de vasos sendo coroado por Atena e Vitórias (hydria ática com figuras vermelhas). 450 a. C. Coleção Particular.
    • A primeira representação histórica da mulher como artista.
      O pintor sentado, como se estivesse posando para foto, sendo coroado com uma coroa de louro por Atena (Deusa da Sabedoria e da Guerra).
      Seus dois ajudantes também são coroados por duas auxiliares aladas. Talvez por algum concurso.
    • Por que só os auxiliares masculinos do artista foram coroados? Mesmo sendo representada no vaso, uma mulher, não foi coroada ?
      Obviamente, que a mulher sempre esteve relacionada com a arte, mais na Grécia antiga, seu papel era de gineceu, a procriação.
      Ela poderia ser alguém da família do artista ou esposa do mesmo. Mesmo assim, é uma representação histórica.
    • Podemos observar que o capricha nos detalhas da base do vaso já não é mais o mesmo de décadas anteriores.
      A riqueza de imagens vão dando lugar a um espaço negro vazio, quase sem significado.
      E o acabamento é visivelmente comprometido.
      Pintor de Aquiles. Efebo, filho de Hermes (Deus do Comércio). Lécito (moringa) com figura vermelha. 440. A. c. Museu de Arqeologia da Espanha.
    • Observe que neste vaso, as mulheres já se apresentam mostrando parte do corpo, talvez, os pintores, influenciados pelo progresso clássico da escultura e da pintura mural. Que passou a ter prestígio em 475 a. C.
      Podemos observar no vaso, cabeças, uma adaptação da escultura na cerâmica, mas sem muito sucesso. Pois a escultura em mármore será o grande esplendor da arte grega.
      Duas mulheres no banheiro e Eros sobre a pia de banho. 340 a.C. Museu de Arqueologia da Espanha.
    • Modelos e utilidades.
      Ânfora: (Vaso com duas ou três alças ) servia para armazenar,vinho, azeite e leite.
      Hydria: (grande vaso com três alças, a terceira alça servia para facilitar o manejo ao despejar o líquido. Servia para armazenar água.
    • Kylix: Prato com pé alto ou baixo com duas asas. Servia para comer e beber.
    • Mastos: Panela com duas alças. Servir os alimentos.
      Stamos: similar a ânfora, para azeite e vinho.
    • Pelike: Uma variedade de ânfora, de porte menor. Uma espécie de leiteira à mesa ou bule.
    • Skyphos: Copo para beber. Parente de nossa xícara.
    • Lekythos ou Lecite: Para guardar óleo e pomada para os rituais funerários.
      Esta figura dançando é Sátiro, uma divindade menor antropozomórfica, ligada a sexualidade, se apresenta com pés de cabra, orelha de burro e lábios grossos.
    • Psykter: (moderador de vinho, esfriar).
      Sátiro. Homens com parte de animal. Relacionados a sexualidade.
    • Cratera: Vaso grande para misturar vinho com água.
      Kyathos: Caneca com pé, para comer e beber. Com uma asa.
    • Kantharos: Semelhantes a Kyatros. Só que com duas asas. Serve para comer e beber.
    • Alabastron: Para guardar óleos perfumados e ungüentos (remédios). Reservado ao toalete feminino.
      Aryballos: Para guardar perfume para atletas no banho. (Coruja. 640. A. C. – Grécia). Museu do Louvre, Paris.
    • Referencial
      BENDALA, M. Saber ver a arte grega. São Paulo, Martins Fontes, 1991.
      BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega. V. III Petrópolis, Vozes, 2002.
      CONTI, F. Como reconhecer a arte grega. São Paulo, Martins Fontes, 1984.
      JANSON, H. W. História Geral da Arte: o mundo antigo e a Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
      HARTOG, François. Os antigos, o passado e o presente. Brasília, UNB, 2003.
      ROBERTSON, M. Uma breve história da arte grega. Rio de Janeiro, Zahar, 1982.
      VERNANT, Jean-Pierre. O universo, os deuses, os homens. São Paulo. Companhia da Letras, 2000.
      www.metmuseum.org.com
      www.mitologiagrega.templodeapolo.net/ver
      www.flickr.com
    • Criação e autoria:
      Gilson Cruz Nunes
      Especialista em Artes Visuais – UFPB
      Professor da Disciplina de Artes das Escolas:
      Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro – Rede Estadual
      Pe. Antonino e Lafayete Cavalcante – Rede Municipal.
      Campina Grande, 28 de junho de 2010.
      Paraíba - Brasil
      gilsonunes2000@bol.com.br – www.professorgilsonunes.blogspot.com