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Viagem ao sertão
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Viagem ao sertão

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  • 1. VIAGEM AO SERTÃO: PASSEIO PELOS CENÁRIOS DA FÉ NO NORDESTE DO BRASIL... A CAMINHO DO PÓS-RELIGIOSO?!
  • 2.  
  • 3. Recife... Pernambuco, Ceará, Paraíba.
  • 4. <ul><li>1. Serra do Ororubá (Pesqueira-PE): terra de luta entre brancos e índios Xucuru (índios e brancos, todos caboclos), de guerra simbólica entre N. Sra. das Graças e N. Sra. das Montanhas (Mãe Tamain)... </li></ul>
  • 5. <ul><li>A religião indígena (Pai Tupã), como catalisador cultural, é recriada com base no sincretismo católico (Mãe Tamain) e no sincretismo afro (Jurema). </li></ul><ul><li>A luta econômica pela terra passa pela luta simbólica em torno das santas (GraçasXMontanhas) e do santuário. Religião de oferendas e transe, de seres encantados (relacionados à natureza). </li></ul><ul><li>Ainda se vive (na luta!) pela agricultura de subsistência... Nem a modernidade chegou! </li></ul>
  • 6. &nbsp;
  • 7. &nbsp;
  • 8. &nbsp;
  • 9. <ul><li>2. Vale do Catimbau (Buíque-PE): sertão que já foi mar e tem gente de seis mil anos... terra da fazenda dos Amigos do Bem e da fazenda do Meu Rei... </li></ul>
  • 10. <ul><li>Convivem duas fazendas: a pré-moderna do Rei Imortal, com plantio de subsistência em torno do castelo de águas curativas; e a moderna ONG Amigos do Bem, com agricultura intensiva e fábrica de doce, farmácia e ambulatório... </li></ul><ul><li>No primeiro caso a religião é um messianismo personalizado, no segundo é um “equipamento social” entre os serviços da vila... </li></ul><ul><li>Certos arquétipos (Castelo) permanecem no inconsciente popular... </li></ul>
  • 11. &nbsp;
  • 12. &nbsp;
  • 13. &nbsp;
  • 14. <ul><li>3. Triunfo (PE): de aldeia Cariri a estância da Burguesia, terra de cangaceiros e dos beatos de Ibiapina... Onde os conventos católicos cedem espaço às igrejas evangélicas – e ao hotéis de turismo! </li></ul>
  • 15. <ul><li>Modernização criou um novo panorama do cristianismo... </li></ul><ul><li>Movimentos que se articulam com modernidade (ecumenismo, libertação, evangelicalismo); surgidos a partir das margens (pentecostais, carismáticos e neopentecostalismo); e os movimentos de reação à modernização (neo/conservadores). </li></ul><ul><li>Afirmam-se opções religiosas, mas o templo mais desejado agora é o parque-shopping, do espetáculo-lazer-consumo! </li></ul>
  • 16. &nbsp;
  • 17. &nbsp;
  • 18. &nbsp;
  • 19. <ul><li>4. Serra Talhada e Belmonte (PE): terra da Pedra do Reino, do milenarismo sebastianista e do sagrado armorial: bandeira do Divino - gavião - unida com a bandeira do Cristo negro e esfarrapado, bandeira vermelha dos sem-terra e bandeira branca das novenas de maio. </li></ul>
  • 20. <ul><li>Síntese do sagrado (pós-religional?) na cultura armorial: cristianismo sertanejo que aceita a poligamia e promove o socialismo... </li></ul><ul><li>Para Ariano, na Pedra do Reino, liturgia de queijo e rapadura, paçoca e alguns goles de vinho, a gente sente com Quaderna que “tudo era divino: a Vida e a Morte, o sexo e a secura desértica, a podridão e o sangue”. </li></ul><ul><li>Essa religião salva, ao mesmo tempo, a alma e o corpo, por permitir “o bom comer, o bom beber e o bom foder”. </li></ul>
  • 21. &nbsp;
  • 22. &nbsp;
  • 23. &nbsp;
  • 24. <ul><li>5. Juazeiro do Padim Ciço (CE): milagres no sertão... os caminhos da fé devocional, entre a política e a economia... Esperança e dinheiro (Bloch) a serviço de quem? (E uma atitude pós-religiosa, serve a quê?) </li></ul>
  • 25. <ul><li>Religião popular é devoção aos santos... </li></ul><ul><li>Como passar da dependência do milagre “sobrenatural” que traz benefício do “santo”, pra aposta na possibilidade de sermos igualmente “santos” e capazes de fazer das nossas vidas um milagre “mais-que-natural” para a vida dos outros – pelo amor, que é (o) divino?! </li></ul><ul><li>Como combinar o respeito à transcendência (Pai) da devoção, com o cultivo do (Espírito) divino na subjetividade e a militância libertadora (Filho-irmão) na comunidade?! Como atualizar os Mistérios da Trindade (Dufour)? </li></ul>
  • 26. &nbsp;
  • 27. &nbsp;
  • 28. &nbsp;
  • 29. <ul><li>6. São João do Rio Peixe (PB)): de Pernambuco para a Paraíba, dos Cariri para os fazendeiros... Brejo das Freiras: da austeridade religiosa ao lazer &amp;quot;espiritual“, aos retiros virtuais! </li></ul>
  • 30. <ul><li>Movimentos de busca transreligiosa de espiritualidade silenciosa e gratuita na “nuvem”(teologia trans-wiki, colaborativa e engajada), mas reaparece o sagrado selvagem, buscado para atender aos interesses emocionais de poder. </li></ul><ul><li>As facilidades culturais, possibilitadas pela revolução tecnológica da informática, podem socializar para cada tablet as bibliotecas do mundo todo, como podem concentrar ainda mais as informações, sobre todos e sobre tudo, em alguns nós de tecnologia. </li></ul>
  • 31. &nbsp;
  • 32. &nbsp;
  • 33. &nbsp;
  • 34. <ul><li>7. Sousa (PB): bichos de 100 milhões de anos... sem nenhuma pegada de gente! Pra desafiar os criacionistas... </li></ul>
  • 35. <ul><li>Pós-religioso ou transreligioso (entre e além)?! Os cientistas da religião seriam os “teólogos” pós-religionais, como movimento cultural-espiritual? </li></ul><ul><li>Não importa a religião na cultura do diálogo – e nem mesmo Deus –, mas o projeto divino em vista de fazer deste mundo um paraíso amoroso. </li></ul><ul><li>Mudar o “nível da realidade”, passando do teórico-doutrinal para o da práxis ética e/ou do silêncio espiritual, fomentando o diálogo entre religiões e com as ciências. </li></ul>
  • 36. &nbsp;
  • 37. &nbsp;
  • 38. &nbsp;
  • 39. <ul><li>8. Santuário de Santa Fé (PB): Comblin junto ao Pe. Ibiapina... Da santidade pré-moderna à possibilidade de um sagrado pós-moderno?! </li></ul>
  • 40. <ul><li>Comblin foi um homem que não deixou de sonhar. Plantava jardins (foi supultado nos jardins que plantou, junto do túmulo do Padre Ibiapina) e construía Escolas Missionárias (faleceu quando dava um curso). Escolas e jardins eram para os outros... </li></ul><ul><li>Comblin (e Ibiapina) reinvestiram socialmente o capital religioso popular. Um pensamento pós-religioso ajudaria mais no processo de emancipação humana? Ampliaria as vias de acesso à santidade em nossas vidas?! Como? </li></ul>
  • 41. &nbsp;
  • 42. &nbsp;
  • 43. &nbsp;
  • 44. <ul><li>Excursão realizada na segunda quinzena de julho de 2011 </li></ul><ul><li>Gilbraz Aragão - gilbraz@unicap.br </li></ul>

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