GÊNEROS TEXTUAIS & SEQUÊNCIAS   TIPOLÓGICAS Uma conversa que se inicia...
GÊNERO TEXTUAL <ul><li>Os Gêneros textuais  são definidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa com...
TIPO TEXTUAL <ul><li>Usamos essa expressão para designar uma espécie de seqüência teoricamente definida pela natureza ling...
<ul><li>TIPO TEXTUAIS </li></ul><ul><li>a) São construtos teóricos definidos por propriedades lingüística intrínsecas. </l...
<ul><li>Uma das teses centrais aqui é a de que  é impossível não se comunicar verbalmente por algum gênero, assim como é i...
<ul><li>Na noção de  tipo textual  predomina a identificação de  seqüências lingüísticas  como norteadora; e para a noção ...
<ul><li>Tipo textual  designa uma espécie de seqüência retórica subjacente definida pela  natureza lingüística  de sua com...
 
ORGANIZAÇÃO  TIPÓLOGICA DO TEXTO NARRATIVOS DESCRITIVOS EXPOSITIVOS ARGUMENTATIVO INJUNTIVO Seqüência temporal Seqüências ...
CARACTERIZANDO AS SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS <ul><li>Enquanto o tipo  descritivo  enumera as características de um ser (pessoa...
<ul><li>Não há uma dicotomia entre Gênero e tipo . Trata-se duma relação de complementaridade. Ambos coexistem e não são d...
Intergenericidade <ul><li>(1) intergenericidade    um gênero  com a função de outro </li></ul><ul><li>(2) heterogeneidade...
Exemplificando o conceito: Um gênero pode não ter  uma  determinada propriedade e ainda continuar sendo aquele gênero. Ex....
<ul><li>Um novo José </li></ul><ul><li>Josias de Souza </li></ul><ul><li>Calma José. </li></ul><ul><li>A festa não começou...
<ul><li>Continua sem mulher, </li></ul><ul><li>continua sem discurso,  </li></ul><ul><li>continua sem carinho, ainda não p...
<ul><li>Diga: ora Drummond, Agora FMI. </li></ul><ul><li>Se você gritasse, </li></ul><ul><li>se você gemesse, </li></ul><u...
<ul><li>Se voltar a pergunta: </li></ul><ul><li>José para onde? </li></ul><ul><li>Diga: ora Drummond,  </li></ul><ul><li>P...
<ul><li>O texto apresenta  uma configuração híbrida:  formato de um poema para o gênero textual artigo de opinião.  </li><...
Outro exemplo <ul><li>Viva saudável com os livros </li></ul><ul><li>DIOGENES   </li></ul><ul><li>Os  Livros Diógenes  ach...
Precauções/riscos Em geral, os  Livros Diógenes  são bem tolerados. Para miopia aconselham-se meios de auxílio à leitura. ...
Domínio discursivo <ul><li>Constitui muito mais uma “esfera da atividade humana” no sentido bakhtiniano do termo do que um...
DEFINIÇÃO DE SUPORTE: <ul><li>entendemos como suporte de um gênero um  locus  físico ou virtual com formato específico que...
<ul><li>Pode-se dizer que  suporte de um gênero é uma superfície física em formato específico que suporta, fixa e mostra u...
Exemplos de suportes convencionais <ul><li>(1)  Livro </li></ul><ul><li>(2)  Livro didático </li></ul><ul><li>(3)  Jornal ...
Exemplos de suportes incidentais <ul><li>(1)  Embalagem </li></ul><ul><li>(2)  Pára-choques e pára-lamas de caminhão </li>...
<ul><li>Internet </li></ul><ul><li>Trata-se de mais um caso limite. Marcuschi trata a Internet como um suporte que alberga...
GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO <ul><li>Todos os textos se manifestam sempre num ou outro gênero textual. </li></ul><ul><li>Um m...
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<ul><li>PIADA </li></ul><ul><li>Segue Chapeuzinho Vermelho pela estrada afora bem contente e saltitante cantando uma conhe...
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  1. 1. GÊNEROS TEXTUAIS & SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS Uma conversa que se inicia...
  2. 2. GÊNERO TEXTUAL <ul><li>Os Gêneros textuais são definidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa como: formas relativamente estáveis de enunciados, disponíveis na cultura. </li></ul><ul><li>Bakhtin define os gêneros do discurso como tipos relativamente estáveis de enunciados constituído historicamente e que mantêm uma relação direta com a dimensão social. </li></ul>
  3. 3. TIPO TEXTUAL <ul><li>Usamos essa expressão para designar uma espécie de seqüência teoricamente definida pela natureza lingüística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas). </li></ul>
  4. 4. <ul><li>TIPO TEXTUAIS </li></ul><ul><li>a) São construtos teóricos definidos por propriedades lingüística intrínsecas. </li></ul><ul><li>b) Constituem seqüências lingüísticas ou seqüências de enunciados no interior dos gêneros e não são textos empíricos. </li></ul><ul><li>c) Abrange um conjunto limitado de categorias teóricas determinadas por aspectos lexicais, sintáticos, relações lógicas, tempo verbal. </li></ul><ul><li>d) Designações teóricas dos tipos: narração, argumentação, descrição, injunção e exposição . </li></ul>GÊNEROS TEXTUAIS a) São realizações lingüísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas. b)Constituem textos empiricamente realizados cumprindo funções em situações comunicativas. c)Abrange um conjunto aberto e ilimitado de designações concretas determinadas pelo canal, estilo, conteúdo, composição e função. d)Exemplo de gêneros: crônicas jornalísticas, folhetos publicitários,atas de reuniões, relatórios, ensaios, etc.
  5. 5. <ul><li>Uma das teses centrais aqui é a de que é impossível não se comunicar verbalmente por algum gênero, assim como é impossível não se comunicar verbalmente por algum texto. Em outros termos, a comunicação verbal só é possível por algum gênero textual. Daí a centralidade da noção de gênero textual no trato da produção lingüística. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Na noção de tipo textual predomina a identificação de seqüências lingüísticas como norteadora; e para a noção de gênero textual predominam os critérios de padrões comunicativos, ações, propósitos e inserção sócio-histórica. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Tipo textual designa uma espécie de seqüência retórica subjacente definida pela natureza lingüística de sua composição {aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas, estilo}. O tipo caracteriza-se muito mais como seqüências lingüísticas (seqüenciação de enunciados, um modo retórico) do que como textos materializados; a rigor, são modos textuais . </li></ul><ul><li>Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas como: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção, dissertação . </li></ul>
  8. 9. ORGANIZAÇÃO TIPÓLOGICA DO TEXTO NARRATIVOS DESCRITIVOS EXPOSITIVOS ARGUMENTATIVO INJUNTIVO Seqüência temporal Seqüências imperativas Seqüências de localização Seqüências analíticas Seqüências contrastivas explícitas
  9. 10. CARACTERIZANDO AS SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS <ul><li>Enquanto o tipo descritivo enumera as características de um ser (pessoa ou coisa) e o narrativo apresenta uma seqüência de ações, o tipo dissertativo caracteriza-se por descrever, interpretar, explicar ou expor idéias ou conceitos. </li></ul><ul><li>Quando o objetivo explícito do texto é apenas apresentar as idéias, sem objetivar convencer o leitor/ouvinte, dizemos que se trata de texto expositivo . </li></ul><ul><li>Quando existe o objetivo explícito de fazer o leitor/ouvinte acreditar nas idéias expostas, dizemos que o tipo é argumentativo. </li></ul><ul><li>Um texto dissertativo organiza-se sempre em torno de uma idéia central, para a qual outras idéias (secundárias) servem de apoio. Essa idéia central pode ser denominada tese; as outras são os argumentos que dão sustentação à tese. </li></ul><ul><li>É comum o texto dissertativo, especialmente o argumentativo, fazer uso de citações de outras pessoas, como também é comum utilizar seqüências de outros tipos como parte do desenvolvimento de suas idéias. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Não há uma dicotomia entre Gênero e tipo . Trata-se duma relação de complementaridade. Ambos coexistem e não são dicotômicos. Todos os textos realizam um gênero e todos os gêneros realizam seqüências típicas. Por isso mesmo, os gêneros são em geral tipologicamente heterogêneos. </li></ul>
  11. 12. Intergenericidade <ul><li>(1) intergenericidade  um gênero com a função de outro </li></ul><ul><li>(2) heterogeneidade tipológica  um gênero com a presença de vários tipos </li></ul>
  12. 13. Exemplificando o conceito: Um gênero pode não ter uma determinada propriedade e ainda continuar sendo aquele gênero. Ex. o artigo de opinião da folha de São Paulo:
  13. 14. <ul><li>Um novo José </li></ul><ul><li>Josias de Souza </li></ul><ul><li>Calma José. </li></ul><ul><li>A festa não começou, </li></ul><ul><li>a luz não acendeu, </li></ul><ul><li>a noite não esquentou </li></ul><ul><li>O Malan não amoleceu, mas se voltar a pergunta: </li></ul><ul><li>e agora José </li></ul><ul><li>Diga: ora Drummond, </li></ul><ul><li>agora Camdessus. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Continua sem mulher, </li></ul><ul><li>continua sem discurso, </li></ul><ul><li>continua sem carinho, ainda não pode beber, </li></ul><ul><li>ainda não pode fumar,cuspir ainda não pode, </li></ul><ul><li>a noite é fria, </li></ul><ul><li>O dia ainda não veio, </li></ul><ul><li>o riso ainda não veio, </li></ul><ul><li>não veio ainda a utopia, </li></ul><ul><li>o Malan tem miopia, </li></ul><ul><li>mas nem tudo acabou, </li></ul><ul><li>nem tudo fugiu, </li></ul><ul><li>nem tudo mofou. </li></ul><ul><li>Se voltar a pergunta: </li></ul><ul><li>E agora José? </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Diga: ora Drummond, Agora FMI. </li></ul><ul><li>Se você gritasse, </li></ul><ul><li>se você gemesse, </li></ul><ul><li>se você dormisse, </li></ul><ul><li>se você cansasse, </li></ul><ul><li>se você morresse... </li></ul><ul><li>O Malan nada faria, </li></ul><ul><li>mas já há quem faça. </li></ul><ul><li>Ainda só, no escuro, </li></ul><ul><li>qual bicho do mato, ainda sem teogonia, </li></ul><ul><li>ainda sem parede nua, pra se encostar, </li></ul><ul><li>ainda sem cavalo preto, </li></ul><ul><li>que fuja a galope, </li></ul><ul><li>você ainda marcha José! </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Se voltar a pergunta: </li></ul><ul><li>José para onde? </li></ul><ul><li>Diga: ora Drummond, </li></ul><ul><li>Por que tanta dúvida? </li></ul><ul><li>Elementar, elementar, </li></ul><ul><li>sigo pra Washington </li></ul><ul><li>e, por favor, poeta, </li></ul><ul><li>não me chame de José. </li></ul><ul><li>Me chame Joseph. </li></ul><ul><li>* Neste exemplo temos uma intergenericidade, ou seja, um gênero textual (artigo de opinião) com o formato de outro (poema). </li></ul>
  17. 18. <ul><li>O texto apresenta uma configuração híbrida: formato de um poema para o gênero textual artigo de opinião. </li></ul><ul><li>Estrutura intergêneros. </li></ul><ul><li>A intertextualidade intergêneros não deve ser confundida com a heterogeneidade tipológica do gênero, que diz respeito ao fato de um gênero realizar várias seqüências de tipos textuais. </li></ul>
  18. 19. Outro exemplo <ul><li>Viva saudável com os livros </li></ul><ul><li>DIOGENES  </li></ul><ul><li>Os Livros Diógenes acham-se internacionalmente </li></ul><ul><li>Introduzidos na biblioterapia </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Posologia </li></ul><ul><li>As áreas de aplicação são muitas. Principalmente resfriados, corizas, dores de garganta e rouquidão, mas também nervosismo, irritações em geral e fraqueza de concentração. Em geral, os Livros Diógenes atuam no processo de cura de quase todas as doenças para as quais prescreve-se descanso. Sucessos especiais foram registrados em casos de convalescença. </li></ul><ul><li>Propriedades </li></ul><ul><li>O efeito se faz notar pouco tempo após iniciada a leitura e tem grande durabilidade. Livros Diógenes aliviam rapidamente a dor, estimulam a circulação sangüínea e o estado geral melhora. </li></ul>
  19. 20. Precauções/riscos Em geral, os Livros Diógenes são bem tolerados. Para miopia aconselham-se meios de auxílio à leitura. São conhecidos casos isolados nos quais o uso prolongado produziu dependência. Dosagem Caso não houver outra indicação, sugere-se um livro a cada dois ou três dias. Regularidade no uso é o pressuposto essencial para a cura. Leitura diagonal ou desistência prematura pode interferir no efeito. Composição Papel, cola e cores na impressão. Livros Diógenes são ecologicamente produzidos. Neles são usados somente papéis de madeira sem cloro e sem ácidos, o que garante alta durabilidade. Também no caso de boa saúde garante-se ótima distração. LIVROS DIOGENES São menos aborrecidos
  20. 21. Domínio discursivo <ul><li>Constitui muito mais uma “esfera da atividade humana” no sentido bakhtiniano do termo do que um princípio de classificação de textos e indica instâncias discursivas (por exemplo: discurso jurídico, discurso jornalístico, discurso religioso etc.). Não abrange um gênero em particular, mas dá origem a vários deles , já que os gêneros são institucionalmente marcados. Constituem práticas discursivas dentro das quais podemos identificar um conjunto de gêneros textuais que às vezes lhe são próprios ou específicos como práticas ou rotinas comunicativas institucionalizadas e instauradoras de relações de poder. </li></ul>
  21. 22. DEFINIÇÃO DE SUPORTE: <ul><li>entendemos como suporte de um gênero um locus físico ou virtual com formato específico que serve de base ou ambiente de fixação do gênero materializado como texto. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Pode-se dizer que suporte de um gênero é uma superfície física em formato específico que suporta, fixa e mostra um texto. Esta idéia comporta três aspectos: </li></ul><ul><li>suporte é um lugar físico ou virtual; </li></ul><ul><li>suporte tem formato específico; </li></ul><ul><li>suporte serve para fixar e mostrar o texto. </li></ul><ul><li>Exemplo: carta pessoal (GÊNERO ) -> papel-carta (SUPORTE) -> tinta ( MATERIAL DA ESCRITA) -> correios (SERVIÇO DE TRANSPORTE) ... </li></ul>
  23. 24. Exemplos de suportes convencionais <ul><li>(1) Livro </li></ul><ul><li>(2) Livro didático </li></ul><ul><li>(3) Jornal (diário) </li></ul><ul><li>(4) Revista (semanal / mensal) </li></ul><ul><li>(5) Revista científica (boletins e anais) </li></ul><ul><li>(6) Rádio </li></ul><ul><li>(7) Televisão </li></ul><ul><li>(8) Telefone </li></ul><ul><li>(9) Quadro de avisos </li></ul><ul><li>(10) Outdoor </li></ul><ul><li>(11) Encarte </li></ul>
  24. 25. Exemplos de suportes incidentais <ul><li>(1) Embalagem </li></ul><ul><li>(2) Pára-choques e pára-lamas de caminhão </li></ul><ul><li>(3) Roupas </li></ul><ul><li>(4) Corpo humano </li></ul><ul><li>(5) Paredes </li></ul><ul><li>(6) Muros </li></ul><ul><li>(7) Paradas de ônibus </li></ul><ul><li>(8) Estações de metrô </li></ul><ul><li>(9) Fachadas </li></ul><ul><li>Entre outros </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Internet </li></ul><ul><li>Trata-se de mais um caso limite. Marcuschi trata a Internet como um suporte que alberga e conduz gêneros dos mais diversos formatos. A Internet contém todos os gêneros possíveis. </li></ul><ul><li>E-mail </li></ul><ul><li>Aqui está um caso curioso, pois se tomarmos o programa “ outlook”, por exemplo, teremos sem dúvida um suporte do tipo “ correio eletrônico”, mas se tomarmos os e-mails enquanto correlatos das cartas pessoais, teremos um gênero. </li></ul>
  26. 27. GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO <ul><li>Todos os textos se manifestam sempre num ou outro gênero textual. </li></ul><ul><li>Um maior conhecimento do funcionamento dos gêneros textuais é importante tanto para a produção como para a compreensão . </li></ul><ul><li>Os PCNs sugerem que o trabalho com o texto deve ser feito na base dos gêneros textuais, sejam eles orais ou escritos. </li></ul>
  27. 28. BILHETE
  28. 29. RECEITA DE BOLO
  29. 30. BULA DE REMÉDIO
  30. 31. LISTA TELEFÔNICA
  31. 32. E-MAIL
  32. 33. LISTA
  33. 34. HORÓSCOPO
  34. 35. POEMA
  35. 36. PREFÁCIO
  36. 37. MANUAL DE INSTRUÇÃO
  37. 38.              
  38. 39. <ul><li>PIADA </li></ul><ul><li>Segue Chapeuzinho Vermelho pela estrada afora bem contente e saltitante cantando uma conhecida melodia quando, de repente, surge em sua frente o Lobo Mau: </li></ul><ul><li>- Ah, então você é Chapeuzinho Vermelho? </li></ul><ul><li>- Sim, sou eu - responde Chapeuzinho Vermelho sem assustar-se nem um pouco. </li></ul><ul><li>- E nessa cesta você leva doces para sua vovozinha, não é? </li></ul><ul><li>- É sim. </li></ul><ul><li>- E foi sua mãe quem mandou você levar esses doces, não foi? </li></ul><ul><li>- Foi, sim. </li></ul><ul><li>- Sua avozinha mora lá no bosque, não mora? </li></ul><ul><li>- Mora, sim. Mas como é que você sabe de tudo isso seu Lobo? </li></ul><ul><li>- É que eu já li o livro e vi o filme. </li></ul>
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