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Web Semântica Apresentação de Slides

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  • 1. WEB SEMÂNTICA Recuperação da Informação Prof. Fábio Assis Pinho . UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
  • 2. Recuperação da Informação: Prof. Fábio Assis Pinho
    • Apresentação:
    • Ailton Pedro
    • Aurélio Fernando
    • Clodoaldo Santos
    • Corina Nascimento
    • José Aniceto
    • José Ricardo
    • Rafael Rodrigo
    WEB SEMÂNTICA Maio / 2009
  • 3. “ A Web Semântica é uma extensão da Web atual, onde a informação possui um significado claro e bem definido, possibilitando uma melhor interação entre computadores e pessoas”. WEB SEMÂNTICA Berners Lee.
  • 4. A História da Web Corina Nascimento
  • 5. A História da Internet
    • Fatos históricos
    • Biblioteca de Alexandria, criada por Ptolomeu I (289 a.C.);
    • Mundaneum, idealizado por Paul Otlet e Henri de La Fontaine, eles começaram a coletar dados de todos os livros, revistas, artigos já publicados, usando cartões de índice de 7 a 12 cm (o que havia de mais avançado na tecnologia de armazenamento)criando um banco de dados com mais de 12 milhões de entradas individuais ;
    • Memex, máquina capaz de estocar grande quantidade de informação de forma fácil que permitisse uma rápida recuperação. Nunca foi construída, embora Vannevar Bush a enxergasse como a extensão natural das tecnologias existentes em 1945;
    • Projeto Xanadu, criado por Theodore Nelson imaginando uma imensa rede de informações acessível em tempo real, contendo todo o saber literário e científico do mundo.
  • 6. A Evolução da Internet
    • Durante a Guerra Fria, o departamento de defesa dos EUA, pensou em um sistema que interligasse vários pontos, de modo que não centralizasse o comando,(Anos 60/70);
    • 1969 surge a ARPAnet (Advanced Research Projects Agency), rede que interligava originalmente vários centros de pesquisa;
    • Início dos anos 80, foi desenvolvida uma nova utilidade para a ARPnet, interligar laboratórios e universidade nos EUA, surgiu o nome Internet;
    • Final dos anos 80, a Internet passa a ser vista como um eficiente veículo de comunicação mundial, onde cientistas e acadêmicos passaram a utilizá-la mais intensamente (existia apenas em formato de texto, antigos arquivos Gopher;
    • O Protocolo de comutação de pacotes originais usado pela ARPAnet era o NCP (Network Control Protocol), mudado para o TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido pela UNIX.
    • Anos 90, Tim Berners-Lee com sua equipe de pesquisadores, teve a idéia de desenvolver um sistema de hipertexto que deveria funcionar em redes de computadores;
  • 7. A Evolução da Internet
    • 1991, esses pesquisadores tiveram a idéia de criar a Word Wide Web (maior parte das informações em formato de texto, com poucos desenhos)
    • 1992 foi criado o Mosaic (capaz de interpretar gráficos e realizar navegações através de links), primeiro navegador para Internet, para sistema X Windows
    • Em seguida apareceram versões do Mosaic para Macintosh e Microsoft Windows;
    • Nos dias atuais os padrões com o qual as páginas são programadas são definidas pela W3C (World Wide Web Consortium), consórcio liderado por Tim Beeners-Lee, do qual fazem parte empresas como Microsoft, Apple, Sun e Netscape.
  • 8.
    • A 1ª fase restringiu-se ao âmbito acadêmico;
    • Em 1987 pesquisadores e técnicos da EMBRATEL se reuniram na USP, para discutir a montagem de uma rede que interligasse universidades brasileiras e internacionais;
    • Em 1989 foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), com o objetivo inicial de construir uma infraestrutura de rede nacional de âmbito acadêmico;
    • Em 1991, a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) estabeleceu a primeira conexão utilizando o padrão TCP/IP, permitindo a administração de domínio “.br” e a distribuição de endereços IP para todo o país.
    A Evolução da Internet no Brasil
  • 9. A Evolução da Internet no Brasil
    • Em 1995, teve início o processo de abertura da Internet no país, por meio da EMBRATEL e da RNP;
    • Em 1996, depois de autorizado pelo ministro das Comunicações, a Internet brasileira deixou de ser um privilégio de universidades e passou a ser explorada comercialmente.
  • 10. Números
    • Tempo que novas tecnologias levaram para atingir 50 milhões de usuários no mundo:
      • Rádio 38 anos
      • Computador 16 anos
      • Televisão 13 anos
      • TV a cabo 10 anos
      • Internet 4 anos
  • 11. Estrutura e componentes da WEB
    • O desenvolvimento da WEB, só foi possível a partir da definição de padrões abertos;
    • Ao utilizar padrões disponíveis para todos, tornou-se mais fácil a adaptação das diferentes redes ou diferentes equipamentos utilizados;
    • Já que sua proposta é a interconexão de redes de diversos tipos;
    • Entre os padrões abertos, pode-se destacar o HTTP (Hypertext Transfer Protocol), que pode ser entendido como um conjunto de regras definidas para a comunicação entre os componentes da WEB.
  • 12.
    • Outro componente fundamental na Internet é o Identificador Único de Recurso(URI), codifica nomes dos recurso e respectivos endereços na Internet
    • Um URI é um padrão que pode ser representado pelos conceitos de URL (Localizador Único de Recurso) e URN (Nome Único de Recurso)
    Estrutura e componentes da WEB
  • 13.
    • URI é formado por basicamente três partes:
    Estrutura e componentes da WEB
  • 14.
    • Para disponibilização de recursos informacionais no ambiente WEB, são utilizados documentos informacionais chamados páginas WEB;
    • Estas páginas são desenvolvidas utilizando linguagens computacionais denominadas linguagens de marcação;
    • Ao invés de utilizar comandos e funções para realização de tarefas, utiliza “tags”, para marcar o conteúdo do documento;
    Estrutura e componentes da WEB
  • 15.
    • A HTML (Hypertext Markup Language´) é considerada como a linguagem padrão para o desenvolvimento de páginas da WEB
    • Derivada da linguagem SGML (Standard Generalized Markup Language)
    • Utiliza o padrão ASCII, considerado como um formato de texto simples, que pode ser identificado de qualquer computador;
    • A HTML representa os dados de forma simples, priorizando o modo de apresentação de conteúdos.Não possibilita a descrição de estruturas semânticas;
    • Para marcar um trecho de texto informando que é um parágrafo, em HTML deve utilizar os tags <P> e </P> no início e no final do parágrafo.
    • Um fator de limitação da HTML é que ela impossibilita a atribuição de significados aos conteúdos das páginas, trazendo assim um grande volume de dados não relevantes, dificultando a recuperação de informações. Falta de extensibilidade;
    Estrutura e componentes da WEB
  • 16. WEB SEMÂNTICA
    • Vem se apresentando como a solução para ordenar o caos informacional existente na web;
    • Possibilitará a compreensão e o gerenciamento dos conteúdos armazenados na web;
    • O fantasma da perda de informação ou mensagens do tipo “Error 404: Not Found” deverão inexistir, ou estar sob controle;
    • Para implementação ou reorganização da WEB SEMÂNTICA há um contingente de pesquisadores trabalhando no W3C, em países como EUA, França e Japão, com a missão de alavancar a web ao seu potencial máximo.
  • 17. Arquitetura da Web Semântica Parte 1 Aurélio Fernando
  • 18. Introdução
    • A internet tornou-se um fenômeno mundial, sendo possível acessar informações em diversas partes do mundo instantaneamente. O volume destas informações alcançaram números impressionantes nos dias atuais.Entretanto o vasto número de documentos Web e a falta de padronização dessas informações originaram um problema para os usuários na hora de navegar na Internet e assim achar as informações desejadas. Esse problema é chamado de Information Overload . Esse problema é caracterizado quando uma pessoa, ao realizar uma consulta, obtém um número excessivo de informações como resposta e não consegue absorvê-las ou tratá-las, tendo que examinar todos os documentos resultantes para encontrar as informações desejadas. Como a maior parte das informações disponíveis na Internet, está disposta em linguagem natural, sendo compreensíveis apenas por humanos, houve a necessidade de uma semântica que permitisse uma padronização das informações sendo possível o processamento dessas informações por humanos e máquinas, surgindo assim a idéia do desenvolvimento da Web Semântica.
    O termo &quot;Semântica&quot; é definido como sendo o estudo do sentido das palavras.
  • 19. Arquitetura
    • A Web Sem â ntica introduz estrutura e significado ao conte ú do dispon í vel na internet, visando transformar uma rede de documentos em uma rede de dados, co m preens í vel tanto para humanos quanto para computadores, de maneira a possibilitar que os ú ltimos cooperem melhor durante a realizac ã o de tarefas, ou quando da realização de um serviço aos usu á rios.
    • O principal desa fio da Web Sem â ntica é criar uma linguagem que consiga expressar o significado e ao mesmo tempo estabelecer regras para processar esse significado de forma a inferir novos dados e regras. As regras para o processamento do significado devem ser exportadas para a web afim de permitir que outros sistemas inteligentes possam interagir.
    • Na proposta de desenvolvimento da Web Sem â ntica é sugerida uma arquitetura de 3 camadas:
  • 20. Arquitetura
    • A camada de Estrutura: que estrutura os dados e define seu significado;
    • A camada ontologia: que define as relações entre os dados;
    • A camada lógica: que define mecanismos para fazer inferências sobre os dados.
  • 21. Arquitetura
    • Disposição das
    • camadas
  • 22. Arquitetura Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia … Camada de Estutura
  • 23. Arquitetura
    • A camada de Estrutura:
    • A camada de estrutura prov ê uma forma de definir os dados do documento e o significado associado a esses dados. Trata também da estruturação e disposição dos dados de forma que os programas que rodam na web possam fazer infer ê ncia a partir dos mesmos.
    • Para que haja a representac ã o do conhecimento são necessarias t rês condições :
    • Interoperabilidade estrutural: Permite que os dados sejam representados de forma distinta, permitindo especicar tipos e poss í veis valores para cada forma de representação ;
    • Interoperabilidade sint á tica: Constitui - se de regras precisas que permitem o interc â mbio de dados na Web;
    • Interoperabilidade Sem â ntica: Possibilita a compreens ã o e associação entre os dados.
    • Para atender esses requisitos, utiliza-se XML e RDF .
  • 24. Arquitetura Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia … Camada de Ontologia
  • 25. Arquitetura
    • A camada Ontologia :
    • Duas bases de dados podem utilizar terminologias diferentes para referir-se a mesma informação , resultando em divergências em um conjunto semântico de dados. Pode ocorrer também de uma mesma terminologia estar sendo utilizada com signicados diferentes, por aplicações distintas.
    • Para tratar esses conflitos , existe a camada de ontologia que define mecanismos capazes de estabelecer um padrão entre as páginas da web.
  • 26. Ontologia
    • A utilização das triplas <objeto, atributo, valor> garante a definição únicas dos conceitos, no entanto, o mesmo conceito pode ser expresso de forma diferente e em linguagens diferentes.
    • Por exemplo, duas bases de dados podem armazenar os mesmos conceitos utilizando terminologias distintas. Para que a informação existente possa ser processada e relacionada é necessário que exista uma definição da relação entre os conceitos contidos em diferentes documentos. Para isso são utilizadas as ontologias.
    • Uma ontologia pode ser definida como um conjunto de termos de conhecimento incluindo o vocabulário , interconexões semânticas e simples regras de inferência .
  • 27. Ontologia
    • Com a introdução de ontologias, passa-se de um domínio de conceitos isolados na web, próprios de cada aplicação específica , para conceitos universalmente conhecidos entre as aplicações . As ontologias permitem expressar regras permitindo a um programa deduzir signicados da informação guardados no documento, ou seja, permitem manipular os termos de uma maneira mais útil e eficiente .
    • Uma ontologia envolve a definição de uma hierarquia de classes e subclasses para os conceitos envolvidos.
  • 28. Arquitetura
    • Camada Lógica
    Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia …
  • 29. Arquitetura
    • É através da camada lógica que são possíveis os relacionamentos de informação e as inferências de conhecimento da Web Semântica . As regras de inferência fornecem aos agentes(programas) poder de raciocinar sobre os termos e seus significados , que foram definidos na camada esquema e de raciocinar a respeito dos relacionamentos entre os conceitos segundo a sua definição na camada ontologia .
    • Os agentes são sistemas computacionais capazes de interagir autonomamente para atingir os objetivos do seu criador. Os agentes possuem algum as características como autonomia, reatividade (percebem
    • o ambiente tomam as decisões ), têm comportamento colaborativo, possuem objetivos, são flexíveis , sociáveis e têm a capacidade de aprender.
    • A Web Semântica possuirá vários agentes interagindo entre si, compreendendo, trocando ontologias, adquirindo novas capacidades racionais quando adquirirem novas ontologias e formando cadeias
    Fonte: Tim Berners-Lee, James Hendler, and Ora Lassila. The semantic web. Scientic American , pages 35{43, May 2001.
  • 30. Arquitetura da Web Semântica Parte 2 AÍlton Pedro
  • 31. Arquitetura Web Semântica
    • Primeira proposta divulgada publicamente no ano de 2000 pelo W3C (Tim Berners-Lee)
    • Preocupação em desenvolver linguagens computacionais para estruturar recursos e descrever aspectos semânticos
    • Não era suficiente apenas descrever os recursos informacionais sintaticamente, mas desenvolver tecnologias que permitissem descrever o significado das informações
    • URI (Uniform Resource Identifier) – forma como identificamos um ponto de conteúdo na internet
  • 32. Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
    • Principais Linguagens Computacionais Padronizadas pelo W3C:
      • XML (Extensible Markup Language)
      • RDF (Resource Description Framework)
      • OWL (Web Ontology Language)
  • 33. Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
    • XML
      • Objetivos da linguagem:
        • Direta e Objetiva
        • Suporta ampla gama de aplicativos
        • Compatível com SGML
        • Fácil de desenvolver programas
        • Número de recursos adicionais mínimos
        • Documetos legíveis e claros
        • Preparado rapidamente
        • Design formal e conciso
        • Documentos fáceis de serem criados
        • A concisão na marcação é de importância mínima
    Importante característica : permite ao autor do documento a definição das suas próprias marcas, o que confere ao XML habilidades semânticas que possibilitam melhorias nos processos de recuperação e disseminação da informação
  • 34.
    • RDF
      • Modelo para descrever recursos
      • Baseado em um modelo de grafo no lugar de árvore
      • Sintaxe: (Sujeito, Predicado, Objeto)
      • Usa XML como sintaxe
      • Melhora a descoberta, o acesso e o gerenciamento das informações da Web
    Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  • 35.
    • OWL
      • Recomendada pelo W3C para o desenvolvimento de ontologias, definida a partir de:
        • RDF e RDF Schema
        • DAML+OIL
      • Estrutura baseada nos seguintes elementos básicos:
        • Namespaces; Cabeçalhos; Classes; Indivíduos; Propriedades; Restrições
    Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  • 36.
    • OWL lite:
      • versão simplificada de OWL
      • oferece primariamente hierarquias e restrições simples
    • OWL DL
      • aumenta a expressividade, mantendo decidibilidade
    • OWL Full
      • expressividade, sem garantia de decidibilidade
    Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  • 37. CONTEXTUALIZANDO A WEB SEMÂNTICA NO ÂMBITO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO José Aniceto
  • 38.
    • A Ciência da Informação tem como um de seus objetivos estudar e desenvolver métodos e técnicas para o melhoramento dos processos de armazenamento, organização e recuperação de informação, considerando também aspectos científicos e profissionais que obtém dimensões sociais e humanas, que se apresenta com maior relevância do que os aspectos tecnológicos.
    CONTEXTUALIZANDO A WEB SEMÂNTICA NO ÂMBITO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. DIFERENTES CONCEITOS AO SE REFERIR AO TERMO INFORMAÇÃO.
  • 39. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO X CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO.
    • No âmbito da área de Ciência da Informação é evidente a presença de componentes semânticos em tal processo, pois para o usuário as informações recuperadas possuem um significado semântico implícito.
    • O projeto Web Semântica baseia-se na possibilidade de categorias que possam ser interpretadas automaticamente pelos computadores.
  • 40. ONTOLOGIAS COMO INSTRUMENTOS DE REPRESENTAÇÃO
    • Com o grande aumento na quantidade de recursos informacionais, é necessário relaciona-los e organiza-los de maneira adequada, com isso observo-se a necessidade de instrumentos que possibilitem descrever níveis de relacionamentos mais avançados e que possam ser processados de forma automatizada por computadores os quais vem sendo denominados como ontologias.
  • 41. MODELOS CONCEITUAIS AUTOMÁTICOS
    • As ontologias funcionam de maneira muito parecida com o nosso cérebro.
    • Usando as ontologias uma máquina simples pode fazer coisas que humanos fazem no dia-a-dia, com limites, é claro.
    • Uma ontologia pode assumir vários formatos, mas necessariamente deve incluir um vocabulário de termos e alguma especificação de seu significado. Elas devem obter em seu campo conceitos e uma indicação de como estes deverão estar inter-relacionados.
  • 42. TESAURO X ONTOLOGIAS
  • 43. A Web Semântica sob o prisma da Ciência da Informação José Ricardo
  • 44. A Web Semântica sob o prisma da ciência da Informação
    • Objetivo da Web Semântica
    • A contribuição da Ciência da Informação para o projeto web semântico.
    • Exemplo:
    • O formato Marc 21 (Machine Readable Cataloging) Originado em 1998 e a sua versão em XML.
  • 45. Exemplos
    • É possível identificar atualmente alguns projetos que têm como
    • principal objetivo o desenvolvimento de novas tecnologias no âmbito de bibliotecas
    • digitais utilizando-se das tecnologias relacionadas ao projeto Web Semântica, entre os
    • quais pode-se destacar o JeromeDL e o MarcOnt.
  • 46. JeromeDL
    • Reconnecting Digital Libraries and the Semantic Web , o projeto JeromeDL
    • consiste de uma biblioteca digital de código aberto baseada nas principais tecnologias presentes no projeto Web Semântica, permitindo a descrição de recursos a partir da linguagem computacional RDF e a realização de buscas semânticas baseadas em ontologias, possibilitando uma melhora considerável na precisão das buscas e um maior nível de interoperabilidade.
  • 47. http://library.deri.ie/
  • 48. MarcOnt
    • o principal objetivo deste projeto é criar uma ontologia capaz de tornar-se um padrão de representação de informações para bibliotecas digitais, possibilitando a descrição dos aspectos semânticos dos conteúdos e favorecendo a integração de bibliotecas. Assim, está em fase de desenvolvimento e avaliação a ontologia MarcOnt, desenvolvida utilizando-se a linguagem OWL, de modo que se espera que tal ontologia seja compatível com o formato MARC 21, permitindo que as descrições semânticas possam ser convertidas para outros formatos, possibilitando grande interoperabilidade e o reaproveitamento das bases de conhecimento, por meio da incorporação de outras ontologias que sigam os mesmos critérios.
  • 49. http://www.marcont.org/
  • 50. Ciência da Informação e Web semântica
    • Juntas propriciam meios mais adequados de representar e organizar conteúdos informacionais, possibilitando responder de maneira mais eficiente às buscas realizadas pelos usuários finais.
  • 51. RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA WEB SEMÂNTICA Clodoaldo Santos & Rafael Rodrigo
  • 52. OBJETIVOS
      • DIMINUIR O CAOS DE EXCESSO DE INFORMAÇÕES
      • ESTRUTURAR A INFORMAÇÃO COM BASES SÓLIDAS
      • DINAMIZAR O RELACONAMENTO HOMEM-MÁQUINA
      • MELHOR QUALIDADE DE REVOCAÇÃO E PRECISÃO
  • 53. O QUE FALTA ?
      • CONHECIMENTO MAIS APROFUNDADO DOS PROGRMADORES DE PÁGINAS WEB
      • ADOÇÃO DA TECNOLOGIA PELOS SITES DE BUSCA
      • INFRA ESTRUTURA PARA ARMAZENAMENTO E DISSEMINAÇÃO
      • ATUALIZAÇÃO DA WEB
  • 54. COMO RECUPERAR
    • Estratégia:
    • Arte de aplicar os meios disponíveis com vista à consecução de objetivos
    • específicos.
    • Busca:
    • Procura com o fim de encontrar alguma coisa
    • Tática:
    • Processo empregado para sair-se bem num empreendimento
  • 55. ESTRATÉGIA DE BUSCA Oldroyd & Citroen (1977) identificaram três grandes etapas para decisão no processo de planejamento da estratégia de busca: decisão sobre qual a melhor base de dados para um determinado tema; decisão referente à seleção dos termos de busca e sua adequação para a base a ser consultada; decisão sobre a formulação lógica da estratégia. É sabido que a maior parte dos usuários, ao realizar uma busca, acredita possuir uma boa compreensão dos próprios problemas. A tarefa do intermediário junto aos sistemas é ajudar o usuário a definir e especificar o problema, com termos e conceitos que são apropriados para aquela fonte de informação específica que será utilizada para a busca. Ou seja, os termos usados em uma determinada área do conhecimento devem ajustar-se àqueles usados nas bases de dados mais relevantes que serão consultadas.
  • 56. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS
    • 1ª Etapa: Discussão do tópico geral da pesquisa
    • É útil perguntar como os resultados da busca irão ser aplicados, porque a resposta pode mudar a direção ou a ênfase da busca.
    • 2ª Etapa: Conhecimentos básicos sobre os instrumentos de busca
    • Isto pode ajudar a definir o tópico e gerar uma lista das palavras chave a serem usadas na estratégia de busca
    • 3ª Etapa: Formulação “provisória” da estratégia de busca
    • A busca estará bem definida se o intermediário for capaz de assegurar a
    • recuperação de todas as citações para vários termos. Porem, é desejável que para informações mais complexas, seja usado pelo menos dois conjuntos de termos.
  • 57. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS
    • 4ª Etapa: Compreensão da lógica dos conjuntos de termos
    • O uso da interseção de mais de dois conjuntos de termos deve ser evitado, porque, embora os resultados possam ser bem precisos, eles serão limitadores e podem provocar uma possível exclusão de informações relevantes.
    • 5ª Etapa: Interdisciplinaridade
    • Realizar a expansão da busca em outros campos, aumentando consequentemente as possibilidades de documentos de interesse virem a ser recuperados.
  • 58. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS
    • 6ª Etapa: Eliminação de termos indesejados
    • Os termos indesejados serão excluídos do resultado da busca depois de se ver o impacto dessa exclusão no resultado total da busca. A decisão para excluir termos nem sempre é fácil e, visualmente, depende da especificação do tópico.
    • 7ª Etapa: Especificação dos parâmetros relevantes para a execução da busca
    • Todos os parâmetros relevantes devem ser considerados para se determinarem os limites da busca. Deve a busca ser limitada nos anos mais recentes? Quais as bases de dados que provavelmente irão fornecer as mais relevantes citações? O pesquisador quer todas as citações que mencionam uma autoridade particular ou somente as que são autorizadas por uma pessoa particular?
  • 59. FUNCIONALIDADE
      • UTILIZAR O VASTO REPOSITÓRIO DE INFORMAÇÕES DISPONÍVEL DA WEB DE MANEIRA MAIS PRODUTIVA, ÁGIL E SIGNIFICATIVA.
      • PROPORCIONAR AO INDIVÍDUO TUDO DE FORMA ORDENADA, MINIMIZANDO A QUANTIDADE DE BUSCA.
  • 60.  
  • 61. Referências
    • RAMALHO, Rogério Aparecido Sá. Web Semântica: aspectos interdisciplinares da gestão de recursos informacionais no âmbito da Ciência da Informação;
    • The New York Time, Museu belga revela a internet de papel do início do século 20;
    • OLIVEIRA, Rosa Maria Vivona Bertolini. Web Semântica: Novo desafio para os profissionais da informação;
    • http://www.abranet.org.br/historiadainternet/ocomeco.htm
    • Bogo, Kellen Cristina. A História da Internet
  • 62. Referências