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Conceição de Jacareí - RJ

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  • Muito bom.
    Trabalho de pesquisa muito rico e de muita clareza.
    Será de muita utilidade para mim e para muitos que precisarem de um artigo sério.
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E D U C AÇÃ O  E S PÍ R I T A E D U C AÇÃ O E S PÍ R I T A Presentation Transcript

  • Educação Espírita
  • Os Espíritos nos alertam...
    • “ Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizeste do filho confiado à sua guarda? Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse feliz.”
  • Pode-se considerar como missão a paternidade?
    • “ É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro.
    • Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões.” (L.E. - Q.582)
  •  
  • O Espírito reencarnante
    • A vida é evolução, e o espírito somente obterá as suas responsabilidades de aperfeiçoamento através da Lei da reencarnação, pois é a oportunidade santa e abençoada do progresso incessante.
    • Por trás da aparência própria, saibamos ver que toda criança é um espírito que retorna às lides humanas para resgatar e reconciliar, aprender e corrigir, crescer e aperfeiçoar.
  • Período de perturbação
    • Todo o Espírito, para reencarnar, passa por um período de perturbação, que será maior ou menor, de acordo com o seu grau de elevação.
    • Grande parte dos espíritos em preparo para o retorno à vida física, muito antes de se justaporem ao centro genésico da futura mãe, a fim de iniciarem o desenvolvimento de novo corpo, já estão em processo de sono profundo na vida espiritual.
  •  
  • Esquecimento do passado
    • O sono profundo por que passa o espírito não vai ser eliminado com o nascimento, pois o acompanhará pelo período da infância, sendo que, até aos sete anos de idade, o espírito estará mais sintonizado com o plano espiritual.
    • Três poderosos fatores favorecem o surgimento da aparente inocência, porque, na sua essência, o espírito não é inocência:
    • 1º - A hipnose natural comum a todo espírito que reencarna.
    • 2º- O restringimento do corpo espiritual. O perispírito sofre o processo de miniaturização, já na forma de bebê.
    • 3º - Os órgãos da criança, ainda não desenvolvidos, impossibilitam maior manifestação da inteligência.
    • As faculdades do espírito se conservam em estado latente.
  •  
  • Esquecimento e reencarnação
    • “ Temos, assim, mais ou menos três mil dias de sono induzido ou hipnose terapêutica, a estabelecerem enormes alterações nos veículos de exteriorização do espírito, as quais, acrescidas às consequências dos fenômenos naturais de restringimento do corpo espiritual, no refúgio uterino, motivam o entorpecimento das recordações do passasdo, para que se alivie a mente na direção de novas conquistas”.
  • A missão básica
    • Os filhos são companheiros de lutas de vidas passadas, trazendo, cada um deles, seus problemas, suas provações, suas imperfeições e suas dificuldades, esperando amparo e orientação de seus protetores do lar, muito especialmente no período infantil.
    • A responsabilidade na educação do filho tem começo desde a primeira hora do nascimento da criança. Todas as influências paternas, sejam elas por pensamentos, vibrações espirituais, magnetismo, emoções e irradiações mento-eletromagnéticas, são mensagens invisíveis, mas percebidas, acusadas e respondidas pela sensibilidade do espírito reencarnado desde o período do berço.
  •  
  • A melhor fase
    • A tarefa sagrada de reeducar o espírito reencarnado poderá acontecer com maior profundidade no período da”primeira infância”, pois passada essa época, não mais será possível, porquanto o espírito já estará abandonando a hipnose terapêutica e começa o fortalecimento da vontade rebelde, aumentando em muito as dificuldades de reeducação do moral.
    • Não estamos nos reportando ao aspecto da orientação aos filhos, pois esta poderá e deverá ser realizada até mesmo quando já estiverem jovens ou adultos.
    • O que mais deve contar nessa fase de educação é a melhoria das idéias, dos sentimentos, do temperamento e dos hábitos da criança.
  • Sugestão mental
    • A capacidade de influenciar e a possibilidade de ser influenciada, é própria de toda pessoa. Todos influenciam e são influenciados, mas ninguém é mais passível de ser sugestionada, do que a criança. Sua estrutura psicológica absorve e grava tudo, não faz seleção do que se lhe oferece, no campo cultural e moral.
    • A sugestão mental é lei universal; funciona igual para todos, todavia o conteúdo da mensagem que transmitimos corre por nossa conta, a responsabilidade é nossa, dependendo de nossos recursos internos, na esteira das experiências reencarnatórias;
    • Ou seja, do que já adquirimos em nós mesmos, guardados no cérebro e no coração, em matéria de verdade ou ilusão, de amor ou de ódio, de crença ou descrença de sabedoria ou de ignorância, de bons ou maus hábitos, de vícios ou virtudes, de delicadeza ou grosseria, de palavras nobres ou de baixo calão, de fé convicta ou superstição, de caráter evangelizado ou materialista, estamos, sem perceber, transferindo aos outros, na vida de relação pessoal, pelos nossos reflexos mentais, e a criança não fica fora dessa capacidade de assimilação psíquica.
  •  
  • Planeta de provas e expiações
    • É muito natural que a maioria das crianças que reencarnam em nosso planeta tragam seus reflexos mentais desequilibrados, pelos crimes, vícios e más ações do passado próximo ou remoto, os quais irão apresentar-se lentamente na vida diária do lar materializando as suas imperfeições através das atitudes necessitando um trabalho de educação profunda do espírito, enquanto o tempo da infância favorece esse trabalho de reeducação do caráter.
    • Surgem deste modo situações problemáticas para os pais requisitando deles muito amor, compreensão, dedicação e bons exemplos, a fim de que esses reflexos condicionados de ontem, não venham predominar de novo, na fase da adolescência e da vida adulta, favorecendo, assim, a mudança de destino do espírito, confiado por Deus à tutela dos genitores.
  • Educar o caráter
    • Caráter é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser de um indivíduo, a índole, o temperamento, o conjunto das qualidades boas ou más de um indivíduo .
    • O caráter de uma pessoa define o grau de sua evolução espiritual, pois é resultado de suas conquistas.
    • O trabalho de educação da criança é muito difícil para os pais e educadores, pois a estrutura psicológica desequilibrada da criança , muitas vezes causada pelos próprios pais em vidas passadas não se elimina da personalidade com simples atitudes enérgicas de punição e correção.
    • Somente os reflexos mentais nobres nascidos da mente e do coração dos pais e tutelares que sentem e vivem a sua responsabilidade, poderão efetuar maravilhas de educação moral do caráter e dos sentimentos dos filhos.
  •  
  • Educar-se para educar
    • Se desejamos transmitir bons reflexos mentais aos filhos amados, caso não o possuamos em nós mesmos, devemos construí-los em nossa estrutura mental. Ninguém pode dar aos filhos, quanto ao aspecto moral e espiritual o que não possui em seu mundo mental. É todo um trabalho de auto- educação que os pais devem operar em si mesmos.
    • Porque saberão permanecer em padrão espiritual elevado apesar de todas as dificuldades e problemas, aplicando sempre o amor espiritualizado, a palavra orientadora, a boas ações e o exemplos cristãos.
    • O primeiro dever do educador é educar-se a si mesmo, para, depois, com melhores condições íntimas poder educar o próximo, e o próximo mais próximo, são os nosso filhos.
  • Invigilância espiritual
    • Os pais falham, não porque eles desejam, pois ninguém quer o mal para os filhos, mas devido a ignorância e indiferença que regem a boa educação da personalidade humana.
    • “ Mas, ah! Muita dentre de vós em vez de expulsar pela educação os princípios inatos entretém e desenvolvem esses princípios por descuido ou por uma culposa fraqueza. E, mais tarde, o vosso coração ulcerado pela ingratidão dos filhos será para vós desde essa vida, o começo da vossa expiação.” ( Sto Agostinho)
  • Descuido moral
    • É ser indiferente ao desenvolvimento moral dos filhos. Estes crescem abandonados na área do caráter e do coração; Não se cuida de seus sentimentos porque os pais não estão preocupados, espiritualmente, nem consigo mesmos.
  • FUMANTE DE 122 ANOS
  • Culposa fraqueza
    • São os pais que não aplicam sua autoridade para corrigir e disciplinar o mal comportamento dos filhos quando na fase infantil.
    • A fraqueza da autoridade chega a tal ponto, que certos pais inconscientes passam a fazer o que os filhos querem, mesmo quando contrário ao bom senso.
    • Esses pequenos rebeldes mandam na vontade dos pais gritam e choram até conseguirem satisfazer seus caprichos e desejos cotidianos.
    • Mais triste ainda é a situação de alguns pais que passam a discutir com os outros protegendo seus filhos dos maus atos praticados, isso é loucura do coração e amor egoísta de pais invigilantes e inconsequentes.
  • Isenção de culpa
    • Se os filhos na fase adulta, responderem com a ingratidão, a libertinagem, a delinquência que os pais não venham culpar as influencias do mundo e das escolas quando a bem da verdade a responsabilidade espiritual e moral está inteiramente em suas mãos.
    • Os genitores estarão inteiramente isentos de culpa quando tiverem feito tudo quanto se prenda a orientação, a corrigenda dos maus hábitos, à disciplina construtiva, ao estímulo, ao trabalho, à obediência, ao respeito e ao amor ao próximo, alicerçados sempre na conduta genuinamente evangélica.
  • O momento certo
    • Os pais precisam estar muito vigilantes com a vida íntima de cada criança, de como e quando os problemas surgem e são enfrentados.
    • O ponto fundamental para ajudar na personalidade dos filhos está em orientar, ensinar e corrigir na hora precisa, no momento psicológico da criança, pois deixando passar aquela ocasião, perde-se toda motivação e a intensidade da emoção para aplicar os instrumentos educativos.
  • Culto do evangelho no lar
    • É o portal de luz aberto para a ampliação e enriquecimento do diálogo evangelizado entre pais e filhos.
    • Constituirá um grave erro por parte dos pais privar os filhos pequenos das lições evangélicas.
    • Ótima oportunidade de exercitar esclarecimentos espirituais aos filhos queridos.
    • Em muitas situações no lar, espíritos infelizes tudo fazem para a não realização do culto de oração, procurando de toda maneira manter desentendimentos no seio familiar, para com mais facilidade dominar as mentes fracas de fé e amor.
    • O trabalho de educação é luta incessante da luz contra as trevas, e os pais espíritas esclarecidos, não podem desanimar jamais.
  •  
  • Nobreza e valores do coração
    • Para realmente amarmos com grandeza de almas não apenas a organização física dos filhos, mas essencialmente, o espírito imortal que chega ao lar carregando muitas vezes em sua personalidade: fracassos e crimes, vícios e quedas, precisando muito da direção e apoio, orientação e esclarecimento consubstanciados no amor-compreensão e amor-compaixão, no amor-indulgência e amor-tolerância, no amor-paciência e amor-devotamento.
  • Os pais amigos
    • Abramos o coração para os nossos filhos enquanto o tempo nos favorece, sejamos amigos e companheiros em espírito e verdade irradiando afeto, simpatia e diálogo. Façamos de cada um deles alguém em quem se confia muito e transfiramos para eles, dentro das oportunidades do relacionamento pessoal, tudo aquilo que julgamos bom e útil para nossas experiências de vida, nos fracassos e nas frustrações, nos trabalhos e logicamente de nossos trabalhos espíritas.
    • Preparemos, gradativamente a mente e o coração deles para as inevitáveis tentações e provações que naturalmente experimentarão no futuro da existência, para que eles possam sair vitoriosos com suas próprias forças
  •  
  • Comunicar educando
    • Os pais deverão ser alegres e comunicativos não dispensando brincadeiras, passeios, enfim divertir-se com os filhos.
    • Porém deve aproveitar esses momentos felizes e de paz para infiltrar luzes espirituais nos corações deles, enquanto a oportunidade favorece, pois o tempo passa rapidamente e quando acordamos para a realidade da vida a fase propícia para educar com mais eficiência já passou...
  • Não basta...
    • ...ser bom e amigo;
    • Companheiro e brincalhão;
    • É indispensável e inadiável ser um pai educador, somando seriedade e energia, compreensão e bondade, diálogo amigo e orientação proveitosa.
  • MUITA PAZ, SAÚDE E EDUCAÇÃO PARA TODOS