Vitaminas E Fitoterapicos Quando E Como Usar 14 De Agosto

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    Vitaminas E Fitoterapicos Quando E Como Usar 14 De Agosto - Presentation Transcript

    1. Vitaminas e Fitoterápicos Quando e como usar?
    2. Peter Mere Latham 1789 - 1875 Poisons and medicine are oftentimes the same substance given with different intents
    3. Fitoterápicos
    4. Medicina convencional x fitoterapia DIGITAL SALICILATO
    5. Fitoterapia Reconhecendo o problema Perguntamos ao paciente se está fazendo uso de fitoterápicos ? O que aprendemos na prática médica sobre o tema ?
    6. Fitoterapia Mitos Como pode fazer mal? Mas não é natural?
    7. Cimicifuga Racemosa erva de são cristóvão
      • Ação : Antiespasmódico, diurético, supressor da tosse, Sedativo
      • Uso: Sintomas menopausicos,
      • Dor reumatica, Dor muscular e Dor neuropatica
      • Efeitos colaterais : Baixo
      • Dose : 20-80mg
    8. Funções e Toxicidade
      • Ação estrogenio-like, Supressão do LH
    9. Interações
      • Anti-hipertensivo, anestésicos e sedativos: Podem aumentar o efeito hipotensor
      • Provavel interação com tamoxifeno (Nolvadex)
    10. Cimicífuga Racemosa
      • EFICACIA
      • Evidencia insuficiente para afirmarmos que a cimicifuga racemosa é mais eficaz que o placebo na redução dos sintomas menopáusicos (GRAU B de evidência)
      • J Womens Health Gend Based Med 2002 Mar;11(2):163  
    11. Echinacea Purpúrea
      • Ações : imunoestimulante, anti-inflamatória
      • Usos : Prevenção em casos de gripes e resfriados. Úlceras e queimaduras. Infecções do trato urinário. Efeitos colaterais : Baixo
      • Doses : tintura 15-30 gotas 2-5 vezes no primeiro dia e 2x nos dias posteriores.
    12. Funções e Toxicidade
      • Estimula a fagocitose, a mobilidade dos leucócitos, a atividade celular respiratória
      • Reações alérgicas , angioedema e anafilaxia
    13. Interações
      • Medicamentos antialérgicos como a fexofenadina
      • Drogas antifúngicas como cetoconazol
      • Drogas antineoplasicas como vinblastina, e vincristina
      • Drogas estatinas
    14. Echinacea Purpúrea
      • Echinacea possui evidencia limitada para recomendação de prevenção de gripes e resfriados
      • GRAU B de evidencia
    15. ALHO
      • Ações: redutor de colesterol,
      • Anti-trombótico, Anti-oxidante, anti-bacteriano, Usos : baixa colesterol triglicéride, eleva o HDL, tratamento de infecções
      • Efeitos colaterais : Baixo
      • Doses : mais de 1 g de extrato estandadizado
    16. Funções e toxicidade
      • Hipoglicemiante
      • Anticoagulante
      • Redutor de lipides
      • Antioxidante
      • Hipotensor
      • Imunomodulador
      • Grande ingesta pode levar a reações alérgicas
      • Alho contraindicado antes de cirurgias
    17. Interações
      • Acetaminofem e drogas metabolizadas pelo CYP 2E1
      • Anticoagulantes e AINHs
      • Antidiabeticos
    18. ALHO
      • GRIPE
      • Não existem informações de estudos randomizados controlados , aonde a administração de alho no quadro gripal reduza a severidade dos sintomas ou o numero de dias da doença
      • DAOP
      • Um pequeno Trial de curta duração não encontrou diferenças significativas na distancia caminhada do grupo que tomou alho
    19. Gingko
      • Ações: antioxidante, estimulante circulatório, vasodilatadora
      • usos: manejo da insuficiencia cerebral, demências vasculares, tinitus e cefaléias
      • Efeitos colaterais : muito baixos
      • Doses : 120-160mg/dia
    20. Indicações Melhora da Atividade cerebral e circulatória Em doenças circulatórias Labiritopatias e Tinitus
    21. Precauções e dosagens Disturbios GI , cefaléia e reações alérgicas observados em uso prolongado Interações anticoagulantes , antiplaquetarios Agentes hipoglicemiantes orais: elevação da glicemia Diuréticos tiazídicos: aumentam a pressão arterial Trazodona e gingko podem causar coma em pacientes com Demência
    22. Gingko
      • Não existe evidencia convincente que Gingko Biloba para demência e comprometimento cognitivo
      • Dos quatro últimos Trials com Gingko, três não encontraram nenhuma diferença comparados com o placebo e apenas um demonstrou eficácia a favor da gingko
    23. GENGIBRE
      • Ações : Antiemético, anti-inflamatório, espasmolítico
      • Usos: antinauseoso, antivertiginoso, estimulante circulatório
      • Efeitos colaterais : baixo
      • Doses: 0.5-1g de raiz fresca
      • 500 mg em balas
    24. Funções e Toxicidade
      • Anti-emético
      • Efeito anti-inflamatório
      • Potencialização do sistem a imunológico
      • Sem efeitos tóxicos em doses habituais
    25. Interações
      • Altas doses podem aumentar o tempo de coagulação
      • Altas doses podem desencadear arritmias cardíacas e depressão
    26. GENGIBRE
      • Não há clara evidencia da eficácia do gengibre no tratamento de náuseas, vômitos e cinetose
      • Betz O. Is ginger a clinically relevant antiemetic? A systematic review of randomized controlled trials: Forschende Komplementärmedizin und klassische Naturheilkunde. 2005,  12(1):14-23
    27. PANAX GINSENG
      • Ações : Adaptógeno, tônico, imunomodulador, prevenção do cancer.
      • usos : melhorar o performance sob estresse, insuficiência cardiaca congestiva, aumenta o HDL, Diabetes tipo 2
      • Efeitos colaterais : baixo
      • Doses: 05-2g raiz seca
      • 1-5ml tintura
    28. Funções e Toxicidade
      • Aumenta atividade das T-Cell , Estimula a produção de interferon , a produção de HDL, acelera a produção de RNA
      • Síndrome do abuso do Ginseng (atividade motora aumentada, diarréia, ansiedade, insonia, hipertensão e edema)
    29. Interações
      • Anticoagulantes (warfarina)
      • Antidiabeticos, insulina ( aumento do efeito hipoglicemiante )
      • Drogas metabolizadoas pelo CYP 3A4
      • Inibidores da MAO ( Tremor, cefaléia e mania )
    30. PANAX GINSENG
      • Estudos relatam que o ginseng tem efeitos hipoglicemiantes em pacientes diabéticos (Grau C de evidencia)
      • Todavia a evidencia de qualquer benefício é muito fraca pois os trials originais são todos de baixa qualidade
    31. Serenoa Repens
      • Ações : Diurético, antiséptico urinário, anti- inflamatório e espasmolítico
      • Uso : tratamento de HPB leve a moderada, inflamação do trato respiratório e urinário
      • Efeitos colaterais : baixo
      • Doses: 160 mg 2xd
    32. Funções e toxicidade
      • Antiandrogênico, antinflamatório
      • Inibição da atividade da testosterona
      • 5a-reductase
      • Queixas gastrica ocasionais
    33. Serenoa Repens
      • O extrato de saw palmetto demonstrou ser mais eficaz que o placebo na redução dos sintomas de HPB
      • (GRAU A)
      • saw palmetto pode ser tão eficaz quanto finasterida
      • (GRAU B)
    34. Hypericum Perforatum Erva de São João
      • Ações : Antiviral e antidepressivo
      • usos : tratamento da depressão leve a moderada, dores neuropáticas, menopausa, e ansiedade,
      • Efeitos colaterais : baixo
      • Doses: 300 mg 3xd
    35. Interação
      • Inibidores de proteases (como indinavir e ritonavir usados no tratamento da aids
      • com IMAO
      • Imunossupressores como ciclosporina
      • Digoxina
      • Suplementos de ferro
      • warfarina
    36. Erva de São João
      • O extrato de Hipericum é tão eficaz quanto a imipramina no tratamento da depressão maior com poucos efeitos colaterais (GRAU A de evidencia)
      • Para depressão leve a moderada o Hipericum parece ser também eficaz (GRAU B de evidencia)
    37. Fitoterapia Usuários mais comuns Mulheres 50 a 64 anos de idade Alto padrão educacional Boa condição econômica Doenças crônicas Doenças graves Não há correlação com insatisfação quanto à medicina convencional
    38. Fitoterapia Preservar saúde ►67% Resfriados ►57% Osteoartrite ►39% Energéticos ►37% Reduzir colesterol ►29% Prevenir câncer ►28% Alergia ►27% Manter peso ►25% Consumo ≥ 4 condições 54% população Satisfação ► 63 a 97% 50% pacientes não discutem terapias alternativas com seus médicos RAZÕES DE CONSUMO
    39. Fitoterapia Usos e literatura Osteoartrite Obesidade D. Alzheimer Angina pectoris Infecções bacterianas
    40. Metodologia científica Escore de Jadad - probabilidade de viés
      • Estudo descrito como randomizado
      • Estudo descrito como duplo-cego ?
      • Descrição de retirada de fármacos ?
      • Descrição de método apropriado para seqüência de randomização ?
      • Descrição de método apropriado para material duplo-cego ?
      • Método inadequado para randomização
      • Método impróprio para duplo-cego
      Questões 1 a 5 : Sim = 1 ponto e Não = 0 ponto Questões 6 ou 7 = deduzir 1 ponto em cada
    41. Fitoterapia e osteoartrite Revisão sistemática
      • Capsaicina
      • M. análise
      • 4 estudos
      • Abacate/soja
        • 2 estudos
      • H. procumbens
      • 2 estudos
    42. Fitoterapia e osteoartrite Capsaicina tópica Deal, C.L. et als. - Clin. Ther. 13: 383, 1991 McCarthy, G.M. et als. - J. Rheumatol. 19: 604, 1992 Schinitzer, T.J. et als. - Arthritis Rheum. 35: S132, 1992 Altman, R.D. et als. - Semin. Arthritis Rheum. 23: 25, 1994 ↓ dor Queimação Pimenta malagueta Jadad: 3 - 4 - 1 – 3
    43. Fitoterapia e osteoartrite Extrato insaponificável de abacate e soja Blotman, F. et als. Rev Rhum. Engl. Ed. 64: 825, 1997 Maeu, E. et als. Arthritis Rheum. 41: 81, 1998 ↓ dor - ↓ uso AINH Distúrbios digestivos Jadad: 5 - 4
    44. Fitoterapia e osteoartrite Harpagophytum procumbens Guyader, M. Un. Pierre et Marie Curie, 1984 Lecomte, A. & Costa, J.P. Le Magazine. 15: 27, 1992 ↓ dor - ↑ mobilidade Distúrbios digestivos Jadad: 4 - 3
    45. Fitoterapia e osteoartrite Evidência clínica
      • Capsaicina
      • Moderadamente forte
      • 3 estudos
      • Abacate/soja
      • Promissora
      • 2 estudos
      • H. Procumbens
      • Promissora
      • 2 estudos
    46. Fitoterapia e osteoartrite Interações medicamentosas Capsaicina IECA Tosse H. procubens Varfarina Púrpura Capsicum ssp H. procumbens
    47. CINCO ERVAS PERIGOSAS
      • EFEDRA Ephedra sínica
      • CHAPARRAL Larrea Tridentata
      • CONFREI Symphytum Officinale
      • LOBELIA Lobelia Inflata
      • IOHIMBINA Corynanthe Johimbe
    48. EFEDRA Ephedra sínica
      • Dose (8mg/dia):
          • palpitações, boca seca, insonia, náusea, vomitos, agitação motora, irritabilidade, cefaléia e taquicardia
      • Doses maiores:
          • Aumento súbito da pressão arterial, arritmias, dependencia, coma e morte
      • Não usar:
          • Em Hipertensos, glaucoma, HPB
          • IMAO, guanetidina, ou digital
    49. CHAPARRAL Larrea Tridentata
      • Acredita-se ser um agente antitumoral
      • Ineficaz e totalmente inseguro par consumo humano
      • Causa lesão hepatica irreversivel
    50. CONFREI Symphytum Officinale
      • Uso externo: Tratamento de entorces e contusões
        • Uso somente com a pele intacta
        • Não usar mais de 100 microgramas/dia.
      • Uso interno: Úlcera gastrica e gastrite
        • Não recomendado para uso interno
        • Causa lesão hepatica e cancer
    51. LOBELIA Lobelia Inflata
      • “ a maneira natural de parar de fumar”
      • Risco de overdose alta
        • Não utilizar
        • Insuficiencia respiratória , sudorese, taquicardia, redução da pressão arterial, coma, convulsões e morte
    52. IOHIMBINA Corynanthe Johimbe
      • “ afrodisiaco natural”
      • Efeitos em baixa dosagem
        • Ansiedade, pressão arterial elevada, náusea, sonolencia, taquicardia, tremor e vomitos
      • Efeitos em dosagens maiores:
        • Salivação, hipotensão arterial, insuficiencia hepatica, insuficiencia cardiaca e morte
      • Uso não recomendado
    53. “ VITAMINAS”
    54. RADICAIS LIVRES
      • Em 1956, Denham Harman levantou a hipótese que
      • os radicais livres poderiam influenciar o processo de envelhecimento
      • Os radicais livres surgem no organismo através de reações metabólicas normais ou como resposta a processos como a isquemia, infecções, radiação ou drogas
      • A produção incontrolada de radicais livres provocaria maiores reações com DNA, RNA, proteínas, hormônios e enzimas
    55. RADICAIS LIVRES
    56. ANTIOXIDANTES
      • Denomina-se antioxidante qualquer substância que, quando presente em baixa concentração em comparação àquela de um substrato oxidável, previne ou retarda significativamente sua oxidação.
      • Os antioxidantes, têm a função de suprimir a formação de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, “varrer” as espécies reativas em atividade e reparar o dano celular por elas causado (HALLIWELL, 1990)
    57. VITAMINAS ANTIOXIDANTES
      • HA possibilidade de que vitaminas antioxidantes, possam proteger os nossos pacientes contra doenças cardiovasculares e neoplasias
      • Nas doenças cardiovasculares, os antioxidantes poderiam inibir a oxidação das partículas de lipoproteínas de baixa densidade (LDL), além de preservar a função endotelial
      • Nas neoplasias malignas, os antioxidantes seqüestrariam os radicais livres que poderiam provocar danos ao DNA, protegendo assim contra alterações que levariam ao surgimento de células neoplásicas
    58. VITAMINAS ANTIOXIDANTES
    59. VITAMINAS ANTIOXIDANTES
      • Dados de alguns estudos epidemiológicos têm demonstrado um menor risco para doenças cardiovasculares e neoplásicas entre pessoas cuja dieta inclui grandes quantidades de verduras e frutas, quando comparadas com aquelas que ingerem menos
      • A explicação imediata foi a de atribuir este efeito protetor às vitaminas antioxidantes contidas nessas verduras e frutas
      • Existe a dificuldade de distinguir a interferência de outros fatores, tais como diferenças nos estilos de vida e outros componentes da dieta (fibras, tipos de gorduras e proteínas)
    60. VITAMINAS Linus Pauling, bioquímico laureado com o Nobel, começou a promover a idéia de "megadoses" de nutrientes essenciais, os norte-americanos se tornaram usuários de vitaminas. O mercado movimenta US$ 23 bilhoes/ano
    61. VITAMINAS
      • Carência vitaminica controvésias e dificil interpretação
      • A deficiencia pode ser parcial ou total, que podem manifestar-se como doenças carenciais
      • Causas
      • redução de ingestão
      • diminuição da absorção
      • alterações da flora intestinal
      • alterações do metabolismo
      • aumento de consumo
    62. VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS
      • Vitamina C ( ac. ascórbico) o escorbuto é a doença causada pela falta da vitamina C, sendo conhecida desde o tempo das cruzadas e grandes navegações, onde a alimentação era pobre em verduras e frutas frescas.
      • Absorção no intestino delgado e as necessidades são de 100mg/dia
      • A deficiencia pode causar sangramento gengival e púrpura, dificuldade de cicatrização de feridas
    63. Vitamina C
      • Fonte
      • Frutas citricas, tomates, batatas e vegetais
      • Antioxidante, ↑ absorção de ferro
      • Cataliza a hidroxilação de aminoacidos
      • (Produção de colageno e integridade vascular)
      • Deficiencia (Escorbuto)
      • Comprometimento do tecido conjuntivo
      • (hemorragia, equimose, hemorragia perifolicular)
    64. Escorbuto
    65. VITAMINA C
      • Degeneração Macular
      • Em altas doses antioxidante associada ao Zinco para redução do risco de Degeneração Macular Senil
      • Metemoglobinemia
      • Utilizada no tratamento da Metemoglobinemia Idiopática
    66. Deficit de Vitamina B1 Tiamina
      • Condições de risco
      • arroz polido cha, bebedores pesados de café, consumidores de peixe cru (tiaminases), alcoolistas, doenças cronicas
      • (cancer)
      • Fontes cogumelos, porco, carne vermelha, legumes,
      • cereais integrais e nozes
    67. Manifestações clinicas B 1
      • Estagio inicial anorexia, irritabilidade
      • Estagio final Beriberi
      • beriberi umido ↑ tamanho do coração, IC , edema, neuropatia periférica, disautonomia
      • beriberi seco neuropatia periferica dos neuronios motores e sensitivos dos MMII
      • Encefalopatia de Wernicke
      • Sindrome de Wernicke-Korsakoff (perda de memória e
      • Psicose)
    68. beriberi
    69. VITAMINA B1
      • Administração de tiamina antes da reposição de Glicose para evitar encefalopatia de Wernicke em pacientes com deficiência de Tiamina : GRAU C , isto é faltam evidencias diretas
    70. Deficit de vit B 6
      • Um cofator de sintese de aminoacidos
      • Sintese de neurotransmissores
      • fonte todos os grupos de alimentos
      • Deficiencia neuropatia periférica
      • Ingesta 50 mg/dia. limite superior: 100 mg/d
      • Toxicidade neuropatia sensitiva severa (incapacidade de caminhar)
    71. VITAMINA B6
    72. VITAMINA B6
      • INTERAÇÕES :
      • Levodopa-Piridoxina : Altera efeito terapeutico .
      • A interação não ocorre com levodopa/carbidopa
    73. Vitamina B12
      • Necessario do fator intrínseco da mucosa gástrica para que ocorra a absorção no íleo terminal
      • Deficiência alterações neurológicas ( síndromes demenciais, lesões medulares e neuropatias periféricas), hematológicas ( anemia megaloblástica com macrocitose, podendo estar a associada com leucopenia, plaquetopenia
      • Manifestações: atrofia de mucosa e papilas da lingua ( lisa e avermelhada)
    74. Vitamina B12
      • Fontes produtos animais (figado, leite e ovos)
      • Risco de deficiencia
      • produção reduzida de suco gastrico (gastrite atrófica, uso prolongado de IBP) supercolonização bacteriana
      • Doenças do Ileo
      • Gastrectomia
    75. Vitamina B12
    76. Manifestações clinicas B 12
      • 1. Sangue Anemia (megaloblástica)
      • 2. GI lingua lisa e palida (glosite atrófica) Diarréia e mal absorção (Megaloblastose)
      • 3. Degeneração da mielina do SNP e da medula espinhal
      • neuropatia periférica (parestesias) Colunas posteriores da medula espinhal--perda do senso de vibração e posição--ataxia sensitiva
      • Neuronios motores da ME--paresia dos MMII, espasticidade
      • 4. SNC Cerebral --Alterações de personalidade, perda da memória, psicose “loucura megaloblástica”
    77. Diagnóstico B 12
      • Nivel de Vitamina B12 (<200 pg/ml)
    78. Tratamento B 12
      • Injeções de cobalamina
      • 1000 µg 3X por semana, depois mensais
    79. Disfução cognitiva por B 12
      • Reversivel se tempo do deficit inferior a um ano
      • Martin DC et al., J Am Geriatric Soc. 1992;19:357-377
    80. Deficit de acido fólico
      • Fontes Vegetais em folhas, figado, rim,
      • cogumelos, frutas
      • Ingesta diária 50 µg
      • Risco hemolise, abuso de etanol
      • cozimento impróprio, mal absorção
      • Manifestações
      • Anemia
      • Demencia doença cardiovascular, trombose
    81. Acido Fólico
    82. Diag e TTMT ac fólico
      • Diagnostico
      • Dosagem de acido fólico no soro
      • Tratamento
      • suplemento de acido fólico (1 mg dia)
    83. VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS
      • Vitamina A cegueira noturna, a principal manifestação da carência de vitamina A, já era conhecida dos egípcios há mais de 3 mil anos
      • Com a evolução da deficiencia é para ulceração corneal, ceratomalacia e perda de estroma
      • Exerce ainda função na cornificação da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas
      • Necessidades de 1.000 mcg/dia para homens e 800 mcg/dia para mulheres
    84. VITAMINA A
    85. VITAMINA D
      • A vitamina D em idosos chama atenção por sua participação no metabolismo ósseo
      • A população de maior risco para deficiência são de usuarios de drogas que interfiram na absorção de gorduras ou do próprio cálcio,portadores de doenças digestivas, baixa exposição ao sol e acamados
      • Deficiência: deformidades ósseas, fraturas
    86. VITAMINA D
    87. Deficit Vitamina D
      • Alta prevalencia no hemisfério norte
      • *40-100% de idosos americanos e europeus vivendo em comunidades
      • *>50% das mulheres pós menopausicas tomando suplementos apresentam deficiencias
      • Ingesta diária de 400 UI é considerada inadequada
    88. Diag Deficit Vit D
      • Diagnostico
      • Nivel serico de 25-hydroxivitamina D
      • Deficiencia <20 ng/mL
      • Insuficiencia <30 ng/mL
      • Nivel suficiente >30 ng/mL (ideal 40-50 ng/mL)
      • Nivel toxico: 150 ng/mL (374 nmol/L)
    89. TTMT VIT D
      • Tratamento
      • Deficiencia franca de vitamina D
      • 50,000 UI por semana X 8 semanas, depois mensalmente
      • (1000 UI= 25 µg de vitamina D)
      • Testar os niveis em 8 semanas
      • Nivel serico ideal: 36-40 ng/mL
    90. VITAMINA D
      • SUPLEMENTAÇÃO:
      • Pode ser indicada em pacientes com pouca exposição ao sol, ingesta inadequada ou estados deficitários
      • Tratamento e prevenção da osteoporose
        • FDA propõem adicionar vitamina D ao cálcio
        • 800 Unidades/diárias (Não 400) pode reduzir o risco de fraturas de colo de fêmur em mulheres pós-menopausicas (GRAU B de evidência)
    91. VITAMINA D
      • A suplementação de vitamina D pode reduzir o risco de quedas no idoso GRAU A de evidencia)
      • Suplementar vit D não melhora força ou performance fisico (GRAU B de evidência)
      • Não melhora senso de bem estar psicológico
      • Evidência limitada na prevenção de Câncer
    92. VITAMINA D
      • A suplementação de vitamina D pode estar associada a redução no risco de todas as causas de mortalidade (GRAU B de evidencia)
      • Pode reduzir a pressão arterial e algumas marcadores de risco de doença cardiovascular em pacientes com déficit de vit D (GRAU C de evidencia)
    93. Vitamin E
      • Controvérsia
      • 2000 UI/dia pode retardar a progressão de demencia
      • A suplementação de altas doses podem estar associadas a sangramentos
      • Jonson, JAMWA 2004; 59:262-269
    94. VITAMINA E
    95. Sobrevida de 341 pacientes com doença de Alzheimer tratados com Selegilina Alfa-tocoferol Selegilina Alfa-tocoferol Tratamento Combinado Placebo Sobrevida Dias 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Dias 0 100 200 300 400 500 600 700
      • HOPE-TOO
      • 4732 pacientes avaliados que receberam vitamina E 400UI/dia ou placebo
      • Conclusões
      • Uso de vitamina E 400 UI/dia por cerca de 7 anos não causou impacto em câncer fatal ou não, doença cardiovascular e morte.
      • Aumentou o risco de ICC – vitamina E não deve ser usada em pacientes com doença vascular e DM até que sejam feitos mais estudos
    96. VITAMINA E
      • Degeneração macular
      • Como antioxidante em alta dose associado ao zinco na redução do risco
      • Redução do risco de câncer
      • Uso da vit E com Zinco não reduziu o rico de câncer da próstata
    97. VITAMINA E
      • Os estudos atuais não confirmam que o uso da vitamina E reduza o risco de câncer
      • Profilaxia da discinesia tardia
      • A vitamina E tem sido indicada no uso com antipsicóticos típicos para redução do risco da discinesia tardia
    98. BETA - CAROTENO
      • Physicians Health Study ( N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1145-9 )
      • O estudo acompanhou 22.701 médicos, durante em média de 12 anos com suplementação de 50mg de beta-caroteno em dias alternados.
      • RESULTADO: NÃO houve qualquer beneficio em relação a incidência de neoplasias ou sobre a mortalidade cardiovascular
      • Alpha-Tocopherol, Beta-Carotene Cancer Prevention Study (NEMJ – 1994)
      • Estudo randomizado de prevenção primária em 29.133 homens fumantes , com seguimento médio de 6 anos, demonstrou que a suplementação diária com 20mg de beta-caroteno pode aumentar significativamente o risco de desenvolvimento de câncer de pulmão naqueles que receberam beta-caroteno em relação aqueles que receberam placebo. Houve, aumento significativo de morte no grupo que recebeu beta - caroteno
    99. BETA - CAROTENO
      • O Beta-Carotene and Retinol Efficacy Trial (N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1150-5.
      • 18.314 fumantes, ex-fumantes e trabalhadores expostos a asbesto num seguimento médio de quatro anos.
      • Demonstrou que a suplementação diária de 30 mg de beta-caroteno mais 25.000 UI de retinol aumentava os riscos de câncer de pulmão, de mortes por doenças cardiovasculares e de morte por qualquer causa nos participantes que receberam a suplementação vitamínica.
      • Este estudo foi interrompido 21 meses antes do previsto devido aos efeitos adversos deste tipo de suplementação
    100. BETA CAROTENO
      • Protoporfiria Eritropoética
      • Uso na redução das reações de foto sensibilidade
      • Degeneração Macular
      • Em altas doses associado ao acido ascórbico e vitamina C, Vitamina E e Zinco
    101. MULTIVITAMINAS I
      • Mutivitaminas não previnem doenças cardiovasculares
      • Vitaminas antioxidantes multiplas em baixa dosagem não previnem doenças CV
        • 13,017 adultos franceses (homens com 45-60 anos e mulheres com 35-60 anos) tomaram acido ascórbico 120 mg, vitamina E 30 mg, beta-caroteno 6 mg, selênio 100 mcg, e zinco 20 mg) vs. placebo uma vez ao dia por 7,5 anos; (SU.VI.MAX trial )
        • Nenhuma diferença significativa nas taxas de doença isquêmica cardiovascular ,incidência total de câncer , ou todas as causas de mortalidade
        • Arch Intern Med 2004 Nov 22;164(21):2335
    102. MULTIVITAMINAS II
      • O uso de multivitaminas não reduzem o risco de DCV, Câncer ou mortalidade em mulheres pósmenopausicas (GRAU B De evidência)
      • Baseado no estudo WHI, com 161.808 mulheres pós-menopausicas
      • 41.5% utilizavam multivitaminas
      • Arch Intern Med 2009 Feb 9;169(3):294
    103. MULTIVITAMINAS III
      • ANTIOXIDANTES Não são eficazes na redução do risco de doença coronária e podem reduzir a ação dos agentes redutores de colesterol
      • O risco de evento CV (morte, IAM, AVE ou revascularização) foi 3% com estatina vs. 21% com antioxidantes vs. 14% com ambos vs. 24% com placebo; antioxidantes reduziram a eficácia clinica das estatinas
      • N Engl J Med 2001 Nov 29;345(22):1583  
      • Revisão sistemática sobre segurança e eficácia do uso de polivitaminicos em doenças crônicas e prevenção de câncer
      • Resultado
      • não há evidências suficientes que permitam o uso de polivitaminicos para tratamento ou prevenção de doenças crônicas e câncer
      • Ann Intern Med. 2006;145:372-385
      VITAMINAS X ENVELHECIMENTO
    104. Jeanne Calment 1875 - 1977 122 anos e 124 dias de vida 20 anos 40 anos 60 anos 122 anos
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