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SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
 

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL

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Apresentação no I Seminário de Pesquisadores do IFB 14 de dezembro 2012

Apresentação no I Seminário de Pesquisadores do IFB 14 de dezembro 2012

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  • Para cualquier usuario hoy en día, navegar por Internet tras de información de valía, es como si estuviera buscando una aguja en un pajar: el volumen de información que se genera por minuto, lo dispersa de la misma y la falta de veracidad o forma de comprobar su autenticidad, han convertido esta herramienta en ese gran caos. Las bibliotecas universitarias, en este contexto, intentan resolverlo a través de la implementación de una nueva modalidad de servicio, denominada Directorios temáticos especializados, que permiten organizar la información existente en Internet, bajo criterios de calidad. El presente trabajo aborda el diseño e implementación de esta prestación en la Biblioteca de la Universidad Central “Marta Abreu” de Las Villas, la cual facilita la consulta, de diversos recursos de información disponibles en el Web, potenciando de esta manera los servicios de información que esta institución ofrece, así como el trabajo colaborativo entre bibliotecarios y usuarios.
  • Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Para Laudon e Laudon [2] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Laudon, Kenneth C., Laudon, Jane Price. Sistema da Informação com Internet. [S.l.: s.n.], 1999. 4 p.
  • Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Para Laudon e Laudon [2] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Laudon, Kenneth C., Laudon, Jane Price. Sistema da Informação com Internet. [S.l.: s.n.], 1999. 4 p.
  • Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Para Laudon e Laudon [2] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Laudon, Kenneth C., Laudon, Jane Price. Sistema da Informação com Internet. [S.l.: s.n.], 1999. 4 p.
  • Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Para Laudon e Laudon [2] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Laudon, Kenneth C., Laudon, Jane Price. Sistema da Informação com Internet. [S.l.: s.n.], 1999. 4 p.
  • Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Para Laudon e Laudon [2] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Laudon, Kenneth C., Laudon, Jane Price. Sistema da Informação com Internet. [S.l.: s.n.], 1999. 4 p.
  • As concepções mais modernas de Sistemas de Informação contemplam também os Sistemas de telecomunicações e Sistemas para internet ou equipamentos relacionados; sistemas ou subsistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição, armazenamento, manipulação, gestão, movimento, no controle, na exposição, na troca, no intercâmbio, na transmissão, ou na recepção da voz e/ou dos dados, e inclui o software e hardware utilizados. Em relação a esta última definição, é comum nos meios acadêmicos a utilização do termo Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
  • La ambigüedad que existe en el actual entorno de la información científica es el resultado, por un lado, de un acceso más amplio e integrado a un amplio espectro de fuentes de información y, por otro, de dificultades relacionadas con el acceso intelectual a materiales especializados. Los científicos se quejan de la sobreabundancia de información, pero a la vez elogian la comunicación que les facilitan los ordenadores en múltiples aspectos de sus necesidades de información y comunicación. Los canales individuales son cada vez más eficaces y efectivos, si bien el dilema sigue estando en la selección de los más apropiados entre los muchos disponibles.
  • “ cada geração adiciona uma quantidade crescente de tijolos ao edifício da ciência, o qual, portanto, cresce cada vez mais rapidamente” (MEADOWS, 1999, p. 14).
  • El IBBD- Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação fué fundado en 1954, dos años después de la creación del VINITI, instituto semejante en Rúsia. Sus actividades principales eran la del Catálogo Colectivo Nacional de Publicaciones Seriadas, las bibliografias especializadas brasileñas y la pesquisa en esas bibliografias. En 1976 el IBBD se convierte en IBICT con la perspectiva de ser un órgano de fomento y coordinación, promoviendo el Sistema nacional de Información en Ciencia y Tecnologia, desactivando algunos de sus servicios, repasandolos para otras entidades y convirtiendo su biblioteca en un Centro de Información en Ciencia y tecnologia. En la década de 1980 el IBICT fortalece su papel en el apoyo e implantación de sistemas de información nacionales.
  • Creación: 1954 Contenido: informaciones sobre colecciones de periódicos nacionales y extranjeros em bibliotecas brasileñas. Desarrollo: 1978 microfichas, 1983 formato International Serial Data System (ISDS), 1989 norma NISO Z39.44. O CCN (Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas) é um catálogo de acesso público que reúne informações sobre as coleções de publicações seriadas nacionais e estrangeiras disponíveis nas bibliotecas brasileiras. Essas bibliotecas, que compõem a rede CCN, possuem acervos automatizados e atuam de maneira cooperativa sob a coordenação do IBICT. Os objetivos do catálogo coletivo são difundir, identificar e localizar publicações seriadas existentes no país; estabelecer políticas de aquisição de coleções; padronizar a entrada dos títulos conforme critérios internacionais; promover o intercâmbio entre bibliotecas, por meio do COMUT. Criado, em 1954, pelo então Instituto Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (IBBD) constituiu-se, até sua automação em 1968, em um catálogo convencional em fichas, prestando informações in loco, por telefone ou correspondência. De 1970 a 1978, o sistema automatizado possibilitou a divulgação impressa do CCN por grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas e Tecnologia, Ciências Agrícolas e Veterinárias, Ciências da Saúde e Ciências Sociais e Humanas. Em 1978, devido ao crescimento constante de novos títulos e acrescido do inter-relacionamento entre as áreas do conhecimento, o IBICT optou pela divulgação do CCN em microfichas reunindo todas as áreas. Em 1983, o IBICT iniciou o desenvolvimento do Sistema Integrado de Publicações Seriadas (SIPS). Desenvolvido em formato compatível com o International Serials Data System (ISDS), permitiu a otimização do processamento e maior flexibilidade no tratamento, armazenamento e intercâmbio de dados sob a forma de fita magnética. Em 1989, foi elaborado um estudo comparativo entre a norma de transcrição de dados de coleções usada no CCN e a norma NISO Z39. 44, da  National Information Standards Organization . A contribuição do estudo resultou na ampliação da norma existente, propiciando a incorporação de características relevantes para catálogos coletivos.
  • Usa a tecnologia de catálogo de biblioteca PHL Creación: 1954 Contenido: información bibliográfica del área de Ciencia de la Información del acervo de las dos bibliotecas del IBICT. Desarrollo: 1985 Base LICI e Catalogo de Tesis, 1988 Bases de Dados em CD-ROM, 1990 acceso online a bases de datos, 2005 Catalogo PHL online. A Biblioteca do IBICT foi criada no mesmo ano em que o Decreto Presidencial n°35.124, de 27 de fevereiro de 1954, criou o então Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD). Na ocasião, o acervo da Biblioteca era composto por publicações de vários tipos, como guias de instituições científicas, dicionários especializados, uma coleção de obras sobre energia nuclear, uma coleção de publicações da antiga Biblioteca do então CNPq – denominado à época, Conselho Nacional de Pesquisas – e uma coleção de obras de biblioteconomia e documentação. Nesse período, a Biblioteca, que contava com as seções de Preparação e Referência/Empréstimo e realizava trabalhos de aquisição, registro, catalogação e classificação das publicações, desenvolveu importantes levantamentos bibliográficos para os pesquisadores. Em 1976, com a transformação do IBBD no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), a Biblioteca também teve novo direcionamento na composição de seu acervo bibliográfico e tornou-se o Centro de Informação em Ciência da Informação (CCI). Em 1985, o CCI oferecia os seguintes produtos e serviços: Sumários Correntes de Periódicos e Monografias, Base Literatura em Ciência da Informação (LICI), Catálogo de Teses e Dissertações em Ciência da Informação, Banco de Bibliografia (BAMBI) e Calendário de Eventos em Ciência da Informação. Três anos mais tarde, a Biblioteca recebeu a denominação de Centro de Documentação e Informação, incorporando, assim, quatro outros serviços: Coleta e Tratamento de Informação, Difusão de Informação, Documentação Audiovisual em Ciência e Tecnologia e Editoração e Divulgação Institucional. Ainda na década de 1980, a Biblioteca do IBICT assumiu um papel preponderante no contexto do acesso à informação científica e tecnológica. Por meio da aquisição de bases de dados em CD-ROM, ela apoiava as pesquisas da comunidade científica pelo fornecimento de levantamentos bibliográficos nessas bases de dados. Tratava-se de um serviço de ponta à época, quando a Internet ainda não havia chegado ao Brasil e o acesso às informações disponíveis em bases de dados era um privilégio das comunidades mais avançadas. No início da década de 1990, a Biblioteca abrigou o laboratório de implantação da Internet no Brasil. Participou da realização, em conjunto com a RNP (a então Rede Nacional de Pesquisa), de treinamentos no uso dos serviços que a recém-chegada Internet oferecia, como correio eletrônico e acesso  online  a bases de dados. Esse pioneirismo configurou o marco da presença da Biblioteca do IBICT na história da tecnologia da informação no Brasil. Nessa mesma época, a biblioteca do IBICT recebeu o acervo do Centro de Informação de Política Científica e Tecnológica (CPO), do CNPq. Em 2000, esse acervo foi transferido para a biblioteca do Ministério da Ciência e Tecnologia. Em julho de 2000, a Biblioteca do IBICT passou a atuar exclusivamente como biblioteca especializada em Ciência da Informação e Biblioteconomia. Em 2005, os serviços e consultas foram automatizados, incorporando a base Literatura em Ciência da Informação (LICI). Implantada a  Rede de Bibliotecas do Ibict  cujo objetivo é proporcionar um funcionamento integrado, com otimização dos processos técnicos e administrativos de gerenciamento das coleções, visando ampliar a abrangência de consulta e serviços de informação bibliográfica especializada. A Rede é composta por duas bibliotecas, sendo coordenada pela Sede do Ibict em Brasília. Os usuários poderão usufruir do acervo físico das duas bibliotecas e da coleção digital que as bibliotecas oferecem. O  Catálogo online  permite que o acesso integrado à Rede, ou o acesso específico a biblioteca selecionada. Para selecionar uma biblioteca, utilize a opção “PREFERÊNCIAS” e escolha a biblioteca que deseja consultar. Caso não seja selecionada nenhuma Biblioteca, o sistema fará a pesquisa na Rede.
  • Usa a tecnologia OmniFind para recuperação Creación: 2003 Contenido: información bibliográfica de tesis y disertaciones brasileñas coletadas e disponibilizadas em sus metadados del área de Ciencia de la Información del acervo de las dos bibliotecas del IBICT. Desarrollo: utiliza as tecnologias de la Open Archives Initiative (OAI) permite la consulta em busca simple y avanzada, recuperando los datos resumidos para acceso al repositório de origen. Em 2001, o IBICT constitui um grupo de estudo para analisar questões tecnológicas e de conteúdo relacionadas com a publicação de teses e dissertações em texto integral na Internet. Fizeram parte desse grupo especialistas do próprio IBICT, do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Universidade de São Paulo (USP), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e consultores contratados pelo Instituto. Como resultado das ações desse grupo, foi desenvolvido um projeto piloto para o qual três instituições (USP, PUC-Rio e UFSC) enviaram uma amostra dos metadados das teses e dissertações publicadas em seus repositórios, seguindo o padrão de metadados estabelecido pelo próprio grupo de estudos. A base de dados gerada comprovou a viabilidade da solução proposta e a consolidação do padrão nacional de metadados, denominado Padrão Brasileiro de Metadados de Teses e Dissertações (Mtd-Br). Em abril de 2002, foi aprovada a criação do Consórcio Brasileiro de Teses e Dissertações, formado pelas instituições de ensino e pesquisa que compõem a rede de informação da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Um ano mais tarde, em abril de 2003, foi concluída uma versão preliminar do Sistema de Publicação de Teses e Dissertações (TEDE), desenvolvido pelo IBICT para apoiar as instituições de ensino e pesquisa na implantação de suas bibliotecas digitais. Foram implantados projetos-piloto em quatro universidades: UFF, UCB, UnB e UFC. A experiência obtida foi relevante para avaliar o sistema e subsidiar as ações de implantação do sistema em nível nacional. A Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) tem por objetivo integrar, em um único portal, os sistemas de informação de teses e dissertações existentes no país e disponibilizar para os usuários um catálogo nacional de teses e dissertações em texto integral, possibilitando uma forma única de busca e acesso a esses documentos. O IBICT coleta e disponibiliza apenas os metadados (título, autor, resumo, palavra-chave etc) das teses e dissertações, sendo que o documento original permanece na instituição de defesa. Dessa forma, a qualidade dos metadados coletados e o acesso ao documento integral são de inteira responsabilidade da instituição de origem. Tecnologia A BDTD utiliza as tecnologias do Open Archives Initiative (AOI) e adota o modelo baseado em padrões de interoperabilidade consolidado em uma rede distribuída de bibliotecas digitais de teses e dissertações. Nessa rede, as instituições de ensino e pesquisa atuam como provedores de dados e o IBICT opera como agregador, coletando metadados de teses e dissertações dos provedores, fornecendo serviços de informação sobre esses metadados e expondo-os para serem coletados por outros provedores de serviços, em especial pela Networked Digital Library of Theses and Dissertation (NDLTD), da Virginia Tech University http://www.ndltd.org A BDTD opera em dois níveis de integração. Para instituições que já possuem um repositório de teses e dissertações usando tecnologia própria, o IBICT apóia tecnicamente na implementação do Protocolo OAI-PMH para que opere sobre o repositório local e gere registros de metadados em XML/mtd-br. No caso das instituições que desejam implantar suas bibliotecas digitais e se integrar à BDTD, o IBICT desenvolveu o Sistema TEDE, disponível para  download  em http://tedesite.ibict.br. O sistema gera bibliotecas digitais de teses e dissertações institucionais. É distribuído pelo IBICT, gratuitamente, em um pacote contendo o Sistema TEDE, a metodologia de implantação, os manuais operacionais e de usuário, a documentação e treinamento. Ferramenta de Busca Permite ao usuário consultar o repositório BDTD para realizar buscas simples ou avançadas, recuperando resultados resumidos ou detalhados e ter acesso ao repositório de origem da tese ou dissertação para leitura, impressão ou download do arquivo.
  • Creación: 2005 Contenido: informaciones de periódicos científicos desenvolvidos en la plataforma Open Journal Systems (OJS) com navegación para recuperar informaciones detalladas sobre las revistas. Desarrollo: utiliza la tecnologia de directórios Moset tree (Joomla). O serviço Revistas no SEER é uma base de dados que reúne informações cadastrais dos periódicos científicos implementadas com o software SEER-OJS.  Dessa forma, fornece ferramenta de busca e navegação para recuperar informações das revistas. Assim, torna-se um serviço útil na disseminação das revistas que alinham-se com o acesso aberto. Nesse sentido, as informações constantes do serviço “Revistas no SEER” são inserida, voluntariamente, pelos editores. A manutenção desses registros, também, é de responsabilidade dos editores, de forma que, o serviço representa o panorama atual da utilização do software SEER-OJS no Brasil.
  • Creación: 2002 Contenido: informaciones sobre investigaciones científicas en el Brasil, bibliografias, entrevistas e imágenes. Desarrollo: utiliza la tecnologia Open OCM A iniciativa da criação de um veículo mediador entre a comunidade científica e o grande público, com o uso da Internet, surgiu em 2000, no âmbito da Secretaria das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), com o objetivo de disponibilizar, em linguagem acessível, resultados relevantes de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação desenvolvidas no Brasil. O portal de divulgação científica CanalCiência, do IBICT, foi apresentado a diversas instituições de pesquisa, em encontros técnicos e científicos, para seu aprimoramento e validação. A primeira etapa, em 2001, foi iniciada com o trabalho de reescrita do texto científico para linguagem não-especializada, quando foram realizadas reuniões com pesquisadores e especialistas na área de jornalismo científico de diversas regiões do País, além de ações de sensibilização e de divulgação do projeto em cidades do Nordeste. Em 2002, com o projeto estruturado e formalizado junto à comunidade científica, o marco de lançamento do CanalCiência foi sua apresentação às instâncias de educação e de C&T do País. No mesmo ano, foi apresentado um trabalho sobre o Portal e seus recursos tecnológicos na III Conferência Mundial de Jornalistas Científicos da ISWA ( International Science Writers Association ), como inserção junto à comunidade de jornalismo científico mundial. A relevância dessa iniciativa pode ser aquilatada por sua escolha, em 2003, para representar o Brasil na categoria e-Science, do  World Summit Award , prêmio da Cúpula da Sociedade da Informação como melhor exemplo de e-conteúdo e criatividade. O CanalCiência foi classificado em 11º lugar dentre os 56 finalistas nessa categoria do mundo, e em 2º lugar entre os representantes da América Latina. O objetivo do prêmio foi identificar e promover projetos que utilizavam tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento de novos conteúdos e aplicações de multimídia, que pudessem contribuir para a emancipação digital. Quando todas as ações do Portal limitavam-se à produção de textos e à reunião de informações eletrônicas, no contexto da divulgação científica, a equipe do CanalCiência percebeu uma exigência, inevitável, que ia além das atividades desenvolvidas na Rede. Este novo rumo foi orientado pela necessidade de o Portal atender não apenas a usuários internautas, mas se fazer presente como apoio ao ensino de ciências em geral, nas escolas ou em espaços não-formais de aprendizagem, agregando parceiros que pudessem contribuir com práticas presenciais, não apenas das áreas científicas e tecnológicas, mas também dos campos da arte, cultura e educação. Nessa direção, a partir de 2004 foram realizadas ações de divulgação científica que contaram com palestras, apresentação de peças teatrais e de contação de histórias, tanto em escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio, quanto em espaços mais amplos e diversificados, inter, trans e multidisciplinares, especialmente em eventos promovidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), pelo Ministério da Educação (MEC), pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Como prolongamento de seus propósitos, o CanalCiência, numa ação inovadora, passou a complementar as atividades de divulgação científica com as de competência em informação (“ information literacy ”) ou alfabetização informacional, num reforço pedagógico mútuo, de informação e conhecimento. A mola propulsora foram as demandas apresentadas por educadores ao CanalCiência, desde 2006, por ocasião, da sua incorporação à Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação, vindo da sede do IBICT em Brasília para o Rio de Janeiro. A partir daí o CanalCiência tem intensificado suas ações educativas por meio de oficinas teóricas e práticas direcionadas à utilização crítico-reflexiva de informações científicas e tecnológicas. A ênfase é na orientação de como buscar e usar corretamente a informação em C&T, e de respeito à propriedade intelectual na elaboração de trabalhos e citações, bem como de utilização das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a fim de integrar professores e alunos às novas Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs). Em 2008, considerando a repercussão e o efeito multiplicador de suas ações, as Oficinas deram origem ao Guia Informacional para Professores, elaborado pela equipe do CanalCiência, na versão impressa e em CD-Rom, e também disponível para  download  em: biblioteca.ibict.br/phl8/anexos/CanalCienciaGuiaProfessores.pdf . Em 2009, um trabalho sobre o Guia foi apresentado em congresso internacional realizado em Barcelona, Edulearn -  International Conference on Education and New Learning Technologies , e posteriormente publicado no Brasil em português, na revista DataGramaZero. Destinado a professores e alunos dos ensinos médio e técnico, o Guia visa a, principalmente, desenvolver competências e habilidades relacionadas com as temáticas científicas e informacionais presentes em sala de aula, nas escolas públicas ou privadas. Desde então, as Oficinas têm como objetivos, na perspectiva da divulgação científica e da competência em informação, estimular a utilização adequada da informação, seja no formato eletrônico ou impresso; contribuir para o desenvolvimento de habilidades em informação necessárias à ampliação do conhecimento, com o propósito de realizar buscas em fontes virtuais legitimadas e atingir usos corretos da informação, e podem ser realizadas em qualquer cidade do País. O CanalCiência, de 2004 a 2009, já atendeu em atividades educativas presenciais a mais de 2.000 pessoas, entre estudantes e educadores das cidades do Rio de Janeiro, Paracambi, Quissamã e Duque de Caxias (RJ), Nova Soure (BA) e de Brasília e regiões do seu entorno (DF). O CanalCiência, além de ser um portal de divulgação científica, é um projeto de competência em informação e apoio à educação científica que oferece conteúdos digitais, atividades educativas presenciais. A principal função do Portal é estreitar a relação ciência-sociedade, por meio da divulgação de pesquisas brasileiras desenvolvidas por universidades, centros e instituições de pesquisa nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. A equipe do CanalCiência reescreve os resultados das pesquisas em linguagem de fácil compreensão – dirigida a segmentos não-especializados da sociedade - e as dissemina em múltiplos formatos. O visitante ou usuário do portal CanalCiência encontra uma série de informações organizadas em forma de textos e ilustrações, como principalmente os textos sobre pesquisas científicas em áreas prioritárias em Ciência e Tecnologia no País, que respondem a três questões básicas:  o que é a pesquisa  (apresentação);  como é feita a pesquisa  (descrição da metodologia); e  qual a importância da pesquisa  (relato dos principais resultados). O usuário pode ainda se informar sobre os grandes pesquisadores brasileiros na área de C&T na galeria de cientistas notáveis, composta por informações biográficas, debates, entrevistas, reportagens, reproduções de fotografias e cartazes ilustrando os pesquisadores em diferentes momentos de suas trajetórias. Além disso, estão disponíveis, no portal,  links  para serviços e produtos de outras instituições científicas e acadêmicas do País, que facilitam o acompanhamento da programação de eventos e cursos, prêmios e concursos da área de ciência e tecnologia, assim como sugestões de materiais de divulgação científica e tecnológica para apoio ao ensino-aprendizagem, como cartilhas, apostilas e livros para  download , entre outros materiais. O público do portal CanalCiência é diversificado, composto basicamente por estudantes, educadores e pesquisadores, aos quais oferece a possibilidade de interagir com sua equipe, sugerindo livros, CD-Roms, vídeos, multimídias, jogos educativos, dentre outros, sempre sobre a temática da ciência e tecnologia. Somado a isso, o Portal permite que pesquisadores brasileiros submetam suas pesquisas para divulgação, que são analisadas de acordo com a política de divulgação do CanalCiência. As pesquisas selecionadas têm seus textos reelaborados, em conjunto com os autores, e descritas, de forma a serem compreendidas pelo público em geral.
  • Creación: 2006 Contenido: informaciones sobre inventários brasileños y ontologias empleadas em la avaliación de los impactos potenciales asociados al coclo de vida de um producto, proceso o servicio. Desarrollo: Banco de datos utiliza la tecnologia de directórios Moset tree (Joomla). A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma metodologia empregada na avaliação dos impactos potenciais associados ao ciclo de vida de um produto, processo ou serviço, desde a extração de matérias-primas, passando pelas etapas de transporte, produção, distribuição, utilização, até sua destinação final, isto é, reciclagem ou descarte. A ACV está inserida em um contexto global, em que se busca melhorar o desempenho e a sustentabilidade ambiental dos sistemas de produção com uma visão muito completa de todo o seu ciclo de vida. O IBICT vem atuando desde 2001 na estruturação de um sistema de informação sobre ACV e, em dezembro de 2006, deu início o projeto de pesquisa SICV Brasil (Inventário do Ciclo de Vida para competitividade Ambiental da Indústria Brasileira), em parceria com universidades, associações da indústria e governo. O SICV Brasil propiciou o desenvolvimento de uma infraestrutura básica de serviços técnicos especializados em ICV/ACV, composta de banco de dados para armazenamento de inventários brasileiros, metodologia de elaboração de inventários e ontologia em ACV. A evolução dessas ações culminou na criação, em dezembro de 2010, do Programa Brasileiro de ACV (PBACV), por meio da resolução do CONMETRO 004/2010. Com o apoio de parcerias com a iniciativa privada, universidades, institutos de pesquisa, o IBICT pretende alcançar uma ampla conscientização da indústria brasileira sobre a necessidade de inserção da ACV em seus processos de gestão industrial, e, assim, contribuir para sua competitividade.
  • Usa a tecnologia OmniFind para recuperação da informação O SBRT é um serviço de informação criado para atender às necessidades tecnológicas de micro e pequenas empresas e de empreendedores de todo o país. O serviço tem como principais objetivos aplicar o conhecimento gerado nas instituições de pesquisa no aprimoramento de processos para melhoria da competitividade da microempresa; promover a divulgação do conhecimento tecnológico; e contribuir para a transferência de tecnologia especialmente para MPE. Os principais produtos do SBTR são: Respostas Técnicas (RT) e Dossiês Técnicos (DT). As RT são soluções para as questões apresentadas à Rede relativas a processos de fabricação, melhoria de produtos, dentre outros aspectos tecnológicos de interesse das MPE. Elas são elaboradas a partir de busca de informações disponíveis em fontes confiáveis (documentos, bases de dados e especialistas). Essas informações são analisadas, tratadas e a RT é elaborada de forma a solucionar a questão colocada; em seguida, ela é enviada ao usuário solicitante e disponibilizada na base de dados do SBTR para uso público. A RT é, portanto, um produto da solicitação do usuário. Os Dossiês Técnicos (DT) são documentos elaborados para divulgar informações tecnológicas sobre um determinado produto em vários aspectos, como produção, equipamentos e comercialização. Para definir o produto que terá um Dossiê Técnico, são verificadas tendências com a função de antecipar oportunidades de negócios para as MPE. O IBICT faz parte do SBRT desde a sua criação, enquanto órgão de informação do MCT, tendo participado ativamente da especificação, desenvolvimento, manutenção e operação do serviço, além de manter o  site  em seus computadores. A gestão do SBRT é feita por um Conselho Gestor, órgão decisório formado por todas as instituições integrantes da Rede, um Comitê Executivo, uma Secretaria Executiva e quatro grupos de trabalho temáticos: Terminologia, Tecnologia da Informação, Qualidade de Atendimento ao Usuário e Gestão do Conhecimento. O IBICT tem assento no Comitê Gestor e nos GT temáticos do SBRT, os quais elaboram metodologias e instruções de trabalho para normatização e padronização dos processos de operacionalização da Rede.
  • O Repositório Institucional Digital do IBICT (RIDI), disponibiliza um acervo crescente das publicações científicas produzidas no Instituto. O principal objetivo do RIDI é armazenar, preservar, divulgar, dar acesso à produção intelectual do IBICT, proporcionando uma maior visibilidade e maximizando os impactos da pesquisa como parte do movimento pelo Acesso Livre à informação. Usa a tecnologia DSpace
  • oferece um cenário, permanentemente atualizado, a respeito dos resultados das iniciativas de inclusão digital no pais, considerando três níveis de atuação: Governo (federal, estadual e municipal), Setor Privado e Terceiro Setor.  As iniciativas, sobretudo as do terceiro setor, promovem a inclusão digital e a inserção da população menos favorecidas, geralmente em parceria com o governo. E concentram um volume expressivo de projetos que visam atender a necessidades previamente identificadas nas comunidades onde atuam.  No ambito desses iniciativas são implantados Pontos de Inclusão Digital (PID), locais dotados de computadores conectados à Internet para acesso ao público em geral. Proporcionam o desenvolvimento de habilidades cognitivas por meio do acesso às Tecnologias de Informação e de Comunicação (TICs), criação de conteúdos, entretenimento e comunicação com outras pessoas. Os PID – conhecidos, também, por telecentros, infocentros, centros de inclusão digital, salas de informática, entre outros -, são organizados em um banco de dados, bem como as iniciativas/programas que a eles dão origem. Conforme o interesse do usuário, o banco de dados pode ser pesquisado pelo nome da iniciativa/programa, nivel de atuação, ou pelo municipio em que se localizam os PID, bem como outros critérios de busca. Periodicamente, são realizadas pesquisas temáticas que permitam entender como tem ocorrido o processo de inclusão digital, tanto no âmbito do país quanto de estados interessados em conhecer particulariades de seu processo de inclusão digital. Para a realização de estudos estaduais, o IBICT assessora e transfere tecnologia aos estados para a elaboração do seu próprio Mapa da Inclusão Digital.  O portal disponibiliza o estudo referente a Pesquisa MID/Ibict 2007/2008:  (i) Pesquisa Sobre Centros Públicos de Acesso Pago no Brasil,  (ii) Pesquisa  Sobre Centros Públicos de Acesso Gratuito no Brasil  (iii) Censo de Inclusão Digital no Maranhão O MID dispõe de uma biblioteca, de serviços de notícias e de um serviço de atendimento on-line sobre inclusão digital.
  • O   Diadorim  é  um  diretório/serviço  de  informações  da  política editorial  das  Revistas  científicas brasileiras sobre o armazenamento dos seus  artigos  em  Repositórios  Institucionais  de Acesso Aberto (RI). Seu objetivo  é  auxiliar  na  localização  de  informações  sobre  a  política editorial das Revistas sobre a permissão para o armazenamento de artigos em RI.  É um serviço direcionado para os autores, editores das Revistas e para os  gestores  de  repositórios  institucionais. Para cadastrar a Revista no Diadorim é necessário acessar a página http://diadorim.ibict.br, cadastrar o  editor  responsável  pela  Revista  e  depois  responder  um  formulário informando  as  permissões  e  condições  estabelecidas  pela Revista. Mais informações  sobre este processo estão disponíveis no documento » Guia para o cadastro
  • Objetivo : Proporcionar funcionamento integrado, otimizando a utilização e a gerência de acervos das bibliotecas, de forma a atender as demandas informacionais dos seus usuários.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL Presentation Transcript

  • I Encontro de Pesquisadores do IFB SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL MIGUEL ÁNGEL MÁRDERO ARELLANO MCTI-IBICT www.ibict.br
  • Agenda Definições A Informação científica na Internet As fontes de informação científica Os sistemas de informação do Ibict
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  A Informação hoje Os computadores e as redes de informação estão mudando a sociedade e a forma como vivemos e pensamos.
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  As bibliotecas foram os primeiros serviços em ter presença na Internet . Evoluindo até a estrutura da biblioteca digital
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  A informação pode ser caraterizada pelo tipo de suporte na qual ela é transmitida.  Os documentos digitalizados de origem impressa aparecem no final do século XX
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  O documento eletrônico forma parte das coleções digitais fora e dentro da Internet.  Esses materiais precisam de sistemas de informação.
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  DEFINIÇÕES Todo sistema que manipula dados e gera informação, usando ou não recursos de tecnologia da informação. Conjunto de componentes interrelacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações. Sistema automatizado ou manual, que abrange pessoas, maquinas, e métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados. Todo sistema usado para promover
  • SISTEMAS DE NFORMAÇÃO  DEFINIÇÕES Contempla também, os Sistemas de Telecomunicações (Internet), sistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição, armazenamento, manipulação, gestão, disseminação dos dados, incluindo o software e o hardware utilizados. Um sistema de Informação Científica é um conjunto estruturado e interligado de pessoas, máquinas e procedimentos construído para gerar um fluxo ordenado de informações relevantes para serem usadas na pesquisa científica. Tecnologias de Informação e
  • A informação Científica na Internet  Os cientistas Existe um mal-estar entre os cientistas pela abundância da informação e ao mesmo tempo um fascínio com a comunicação que facilitam os computadores na resolução de suas necessidades de informação e comunicação. Na Internet a informação científica é uma pequena parte e usa distribuição nela dificultam a pesquisa exaustiva e completa. A s mudanças atuais na estrutura dos sistemas de informação científica são mais evolutivos do que revolucionários. Os novos sistemas coexistirão com os mais tradicionais por um tempo.
  • A informação científica na Internet  Os produtos da ciência As inovações tecnológicas tem transformado a forma como a informação é processada, guardada, acessada, compartilhada e analisada. A Internet, como sistema de informação colocou nas mãos dos cientistas a possibilidade de reapropriação das condições de produção, difusão e uso dos produtos da ciência. O uso da tecnologia interativa varia enormemente de uma área científica para outra, assim como entre instituições em função de diferentes fatores.
  • As fontes de informação científica  Tipologia das fontes INFORMAÇÃO PRIMÁRIA: por estarem na fase final da produção científica, elas estão diluídas e dispersas. São relatórios de pesquisa, artigos de periódicos, patentes, teses, dissertações, anotações de pesquisa, catálogos de fabricantes, jornais, fotografias, pré-prints e pós-prints, entre outros. INFORMAÇÃO SECUNDÁRIA: é a fase da condensação, onde as informações são agrupadas; essa informação é usada como guia para uma fonte primária, é o caso das enciclopédias, dicionários, glossários, manuais, normas técnicas, bases de dados, anuários e repositórios.
  • As fontes de informação científica  O crescimento da produção documental Aumento da atividade documental gerada pela sociedade da informação e o uso social das tecnologias. A consolidação da Ciência da Informação nas universidades Os avanços tecnológicos nos sistemas de arquivos e bibliotecas A aplicação massiva de tecnologias nas instituições A alfabetização informacional
  • As fontes de informação científica  Os cientistas A tarefa de identificar aquela informação veraz, relevante e atualizada na abundantes quantidade de recursos eletrônicos disponíveis. Precisam desenvolver uma série de habilidades e aprender a serem críticos, para poder selecionar e obter recursos informativos da melhor qualidade e confiabilidade. No caso de um recurso eletrônico, os cientistas devem reconhecer nele sua relevância, ser oportuno, completo e abundante, além de possuir um valor agregado.
  • As fontes de informação científica  A alfabetização em informação È mais do que o aprendizado do software e hardware, é um marco intelectual, para compreender, encontrar, avaliar e utilizar informação. São atividades que podem ser atingidas com o uso da tecnologia mas, também pela utilização de métodos de pesquisa, raciocínio e pensamento crítico. Uma aprendizagem para toda a vida, através de uma serie de habilidades, independentes do uso da tecnologia.
  • As fontes de informação científica  Com o crescimento da Internet móvel (sem fio) o acesso a informações e aplicações Web aumentou a interatividade de conteúdos e pessoas.
  • As fontes de informação científica  A necessidade de mais conteúdos digitais é obvia.  As bibliotecas estão criando portais de periódicos, repositórios e bibliotecas digitais.
  • Os sistemas de Informação do IBICT  A recuperação da informação em C&T São serviços de informação com caraterísticas em comum, apesar de seu conteúdo ser heterogêneo e algumas vezes limitado. Inicialmente eram apenas representações estruturadas de documentos impressos. Com o aumento da capacidade dos dispositivos de armazenamento permitiu-se a distribuição e conexão em bases de dados de texto completo. O Ibict é uma agência que intermedia o
  • Os sistemas de Informação do IBICT  Histórico O IBBD- Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação fui fundado em 1954. Suas atividades principais eram o Catálogo Colectivo Nacional de Publicações Seriadas, as bibliografias especializadas brasileiras e a pesquisa nessas bibliografias. Em 1976 o IBBD se converte em IBICT com a perspectiva de ser um órgão de fomento e coordenação, promovendo o Sistema Nacional de Informação em Ciência y Tecnologia, desativando alguns de sus serviços, repassando-os para outras entidades e convertendo sua biblioteca num Centro de informação em Ciência e tecnologia.
  • Os sistemas de Informação do IBICT  Características Seu âmbito temático são todas as áreas do conhecimento científico Os tipos de fontes de informação são: bibliotecas digitais/virtuais, repositórios, revistas eletrônicas, agregadores/coletadores (OAI-PMH) e bases de dados. Sua audiência é a comunidade científica nacional e estrangeira. Usa mecanismos de recuperação conhecidos como o protocolo OAI-PMH, OmniFind, PHP, Open COM, Mos Set Tree, entre outros.
  • Catálogo Coletivo Nacional
  • Rede de Bibliotecas do IBICT
  • Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
  • Diretório de Revistas OJS/SEER
  • Canal Ciência
  • Avaliação do Ciclo de Vida
  • Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas
  • Repositório Institucional
  • Mapa da Inclusão Digital
  • Diretório de Políticas de Aceso Abierto de las Revistas Científicas Brasileñas
  • Rede de Bibliotecas do MCTI
  • OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E A PESQUISA Os Sistemas de Informação viabilizam o fluxo de informação eficaz e permitem desenvolver e gerir pesquisas de forma integrada visto que envolve o processo de comunicação científica parcial ou totalmente, agiliza o controle interno, possibilita redução de custos e desperdícios, o que agrega maior valor ao produto final.
  • I Encontro de Pesquisadores do IFB Obrigado!!! Miguel Ángel Márdero Arellano miguel@ibict.br SAS Quadra 05 Lote 06 Bloco H 5. andar CEP: 70070-914, Brasília/DF, Brasil +55 61 3217-6366 Skype: miguel.ibict