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Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
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Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais

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Apresentação do trabalho do professor Murilo Bastos da Cunha e Miguel Ángel Márdero Arellano no II Simpósio Internacional Bibliotecas Digitais na Unicamp …

Apresentação do trabalho do professor Murilo Bastos da Cunha e Miguel Ángel Márdero Arellano no II Simpósio Internacional Bibliotecas Digitais na Unicamp
Campinas, 20 de maio de 2004

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Transcript

  • 1. Metodologias para o ensino de bibliotecas digitais Murilo Bastos da Cunha, Miguel Ángel Márdero Arellano II Simpósio Internacional Bibliotecas Digitais Unicamp Campinas, 20 de maio de 2004
  • 2. Introdução
    • Os efeitos das mudanças tecnológicas nas bibliotecas e centros de informação
    • Necessidade de atualização no conhecimento das novas tecnologias de informação.
    • Crescente interesse demonstrado pelos bibliotecários e estudantes de biblioteconomia nos seminários, cursos e workshops .
  • 3. Introdução (Cont.)
    • Os efeitos das mudanças tecnológicas nos sistemas educacionais
    • Novas oportunidades para o ensino de bibliotecas digitais como complemento do novo ambiente educacional suportado pelas mídias eletrônicas.
    • Uma mudança curricular trazida pelas transformações nos processos de interação e comunicação no ensino mediado pelas novas tecnologias.
  • 4. Introdução (Cont.)
    • O objetivo deste trabalho
    • Conhecer o processo de ensino dos conceitos e tecnologias que envolvem as bibliotecas digitais.
  • 5. Material e Método
    • Pesquisa no material bibliográfico existente sobre o ensino de bibliotecas digitais e na participação dos autores na estruturação de três cursos de biblioteca digital no Brasil.
    • Analise das características dos programas de estudo e recursos adequados ao ensino de bibliotecas digitais citados nas publicações encontradas.
  • 6. Material e Método (Cont.)
    • Analise dos diferentes cursos e disciplinas segundo as suas características básicas: instituição, tipo de disciplina, conteúdo programático, perfil dos alunos e dos professores que ministraram as aulas.
    • Consulta nos sites das disciplinas na Internet.
    • Apresentação das características e as conclusões das experiências dos cursos e disciplinas ministrados pelos autores.
  • 7. Descrição dos resultados
    • Poucas instituições de ensino superior ofereciam disciplinas sobre BDs.
    • A área carecia de recursos financeiros e de experiências práticas.
    • O predomínio da perspectiva tecnológica
  • 8. Descrição dos resultados (Cont.)
    • Os cursos apresentam características semelhantes, nos quesitos público-alvo (alunos da pós-graduação e profissionais da informação) e tipo de instituição.
    • São poucos os pesquisadores e profissionais do ensino que levam adiante cursos sobre o tema, sendo a maioria deles esporádicos.
  • 9. Os cursos de extensão da UFBa
    • "Arquitetura de Bibliotecas Digitais" (maio 2003)
    • "Construindo Bibliotecas Digitais“ (outubro 2003)
    • Carga horária: 40 horas/aula
    • Instituições: apoio da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (por meio de sua biblioteca sede e dos seus núcleos de informação tecnológica/NIT e Bibliotecas Sesi), da Fundação Casa de Jorge Amado, Fundação Clemente Mariani e Universidade Católica de Salvador
    • Locais: laboratórios de informática do Senai-Cimatec e do Centro de Pesquisa e Extensão/Cepex da UCSal
    • Total de alunos: 24 e 26 alunos
  • 10. Os cursos de extensão da UFBa
    • Objetivos dos cursos:
    • identificar, usar e avaliar as principais características das bibliotecas digitais, bem como a elaboração de projetos para estimular os profissionais que desejam trabalhar com bibliotecas digitais a conhecer as tecnologias apropriadas e as iniciativas existentes na área.
  • 11. Os cursos de extensão da UFBa
    • Procedimentos didáticos:
    • Discussão em sala de aula de cinco artigos da bibliografia indicada e transmissão do conteúdo teórico no período matutino utilizando-se um projetor de multimídia.
    • Execução de quatro a oito exercícios práticos no período vespertino, tendo como finalidade elaboração de propostas conceituais, critérios de avaliação e a definição de estrutura de projetos de biblioteca digital.
    • Elaboração De 19 projetos de bibliotecas digitais.
    • Aplicação de prova teórica e exposição dos projetos feitos pela turma.
  • 12. Os cursos de extensão da UFBa
    • Conclusões:
    • O regime disciplinar de estudo por meio de textos e pesquisa on-line auxiliou no trabalho docente em sala de aula.
    • A estratégia de ensino adotada (parte teórica no período matutino e a parte prática no período vespertino) favoreceu o alcance dos objetivos educacionais.
    • Os exemplos fornecidos pelos alunos que já participavam de algum projeto de biblioteca digital tornaram mais dinâmica a exposição de conteúdos na sala de aula.
  • 13. A disciplina da UnB
    • “ Tópico Especial em Ciência da Informação: Biblioteca Digital” (segundo semestre acadêmico de 2003 )
    • Carga horária: 60 horas/aula
    • Instituição: oferecida pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UnB
    • Local: Departamento de Ciência da Informação da UnB
    • Total de alunos: 14 alunos
  • 14. A disciplina da UnB
    • Objetivos da disciplina:
    • Que o aluno tivesse conhecimento dos seguintes aspectos relacionados com a biblioteca digital:
    • estruturação: evolução, conceitos, natureza e seus diferentes contextos;
    • coleções: tipos de coleções digitais, publicação eletrônica, preservação;
    • criação: construção, organização e tecnologias envolvidas;
    • acesso e uso: interfaces, servindo os usuários, recursos distribuídos, políticas;
    • avaliação: conteúdo, usabilidade, desempenho.
    • pesquisa: áreas mais procuradas e a serem exploradas
  • 15. A disciplina da UnB
    • Procedimentos didáticos:
    • Aulas expositivas, debates orientados, discussão de textos e trabalhos práticos.
    • Interação e a comunicação entre o professor e os estudantes através de uma lista de discussão
    • Palestras de profissionais envolvidos em projetos de bibliotecas digitais
    • Leituras e exercícios práticos.
    • Trabalhos individuais (conceito de biblioteca digital e metadados) e em grupo ( softwares disponíveis para biblioteca digital e análise de um projeto em andamento ou sobre a construção de uma biblioteca digital em área específica).
  • 16. A disciplina da UnB
    • Conclusões:
    • Houve dificuldade em definir o que era uma biblioteca digital. O artigo de C. S. SCHAWARTZ (2000) foi de extrema utilidade, pois apresentava uma série de definições, muitas delas conflitantes entre si.
    • Foi importante a inclusão de um graduado em biblioteconomia na maioria dos grupos.
    • A existência de profissional da área de informática foi de enorme ajuda na solução dos problemas normais de implantação de um protótipo de biblioteca digital.
    • A experiência prática no uso de um software de domínio público como Greenstone foi interessante.
  • 17. Conclusões
    • A necessidade de qualificação de pesquisadores e desenvolvedores de grandes coleções digitais tornou necessária a realização dos cursos.
    • Para difundir a abrangência interdisciplinar desta área de estudos e sua importância na pesquisa científica, é preciso que as estruturas educacionais proporcionem condições para a atualização de seu corpo acadêmico.
  • 18. Conclusões
    • A construção de uma biblioteca digital deve contar com a participação de uma equipe time de profissionais, notadamente do bibliotecário e do analista de sistema.
    • O sucesso da biblioteca digital no Brasil muito dependerá da existência de recursos humanos em quantidade e qualidade necessárias.
  • 19. OBRIGADO miguel@ibict.br [email_address]