Logística bloco 2

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Logística bloco 2

  1. 1. Coisas que não ensinam na preparação dos profissionais de logística 01 - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental. 02 - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes cinco anos de trabalho. 03 - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais, terás ulcera. 04 - O cigarro será teu único amigo. 05 - Teus cabelos ficarão brancos antes do resto da população. Se te sobrarem cabelos. 06 - Não terás feriados, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga. 07 - Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás. 08 - Teu caráter será mensurado pela quantidade de certificações que tiveres. 09 - Happy hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas na mesma condição. 10 - A quantidade de pallets e racks de teu depósito serão os diferenciais para que sejas bem visto ou não pelos demais.
  2. 2. Coisas que não ensinam na preparação dos profissionais de logística 11 - Ficarás cego, mas antes sentirás muita dor de cabeça, enxaqueca ou algo que doa muito. 12 - Terás sonhos (pesadelos???) com paletizações, equipamentos, falta de espaço, short picks... E, não raro, resolverás problemas de trabalho neste período. 13 - A garrafa de café será tua melhor colega de trabalho. 14 - Trabalho será teu assunto preferido. Talvez o único. 15 - As pessoas serão divididas em dois tipos: as que entendem de logística, e as que não entendem nada. E verás graça nisso. 16- Sentirás orgulho por tua tendinite ser mais extensa que a do peão sentado ao lado. 17 - Exibirás olheiras como troféus de guerra. 18 - A cafeína não te fará mais efeito. 19 - Terás um ERP. 20 - E, inexplicavelmente, gostarás de tudo isso....
  3. 3. CONCEITO TEÓRICO LOGÍSTICA BASE DOS PROBLEMAS DA LOGÍSTICA INFORMAÇÃO CONTROLE
  4. 4. CONCEITO TEÓRICO Produto Certo Quantidade Certa Data Acordada Destino Correto Cliente Satisfeito! $$ PREÇO JUSTO $$
  5. 5. Conceito de Logística Em outras palavras: a) diante de um calor tropical, o torcedor não resiste a uma cerveja para se refrescar (e se hidratar) b) um copo grande de 300 mililitros custa R$ 3,00, que o torcedor paga com satisfação c) no supermercado, a cerveja (que não estará gelada), custa R$ 1,00 d) o consumidor pagou 200% a mais e ainda ficou satisfeito (mesmo que seu time tenha perdido!)
  6. 6. Tipos de Logística Logística Empresarial Trata-se de todas as atividades de movimentação e armazenagem , que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final , assim como dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável . (definição de Ronald H. Ballou no seu livro "Logística Empresarial") Logística Integrada É um amplo sistema de visão gerencial da cadeia de abastecimento , desde o fornecimento de matérias-primas e insumos até a distribuição do produto acabado ao cliente final (consumidor). Pode ainda ser considerado o retorno dos resíduos oriundos do produto, tais como embalagens e o produto propriamente dito para reciclagem (Reversa)
  7. 7. Tipos de Logística Logística de Abastecimento / Suprimentos Atividade que administra o fluxo de informações , o transporte de materiais dos fornecedores para a empresa, descarregamento no recebimento , e armazenagem das matérias-primas e componentes . Estruturação da modulação de abastecimento, embalagem de materiais, administração do retorno das embalagens, e decisões sobre acordos no sistema de abastecimento da empresa. Logística de Distribuição Administração do centro de distribuição , localização de unidades de movimentação nos seus endereços , abastecimento da área de separação de pedidos, controle da expedição, transporte de cargas entre fábricas e centros de distribuição e coordenação dos roteiros de transporte
  8. 8. Tipos de Logística Logística de Produção / Manufatura Atividade que administra a movimentação para abastecer os postos de produção e montagem , segundo ordens e cronogramas estabelecidos pela programação da produção . Desova das peças conformadas como semi-acabados e componentes, e a rmazenagem nos almoxarifados de semi-acabados. Deslocamento dos produtos acabados no final das linhas de montagem para os armazéns de produtos acabados Logística dos Negócios O processo de planejamento , implementação e controle da eficiência , fluxo efetivo e armazenagem de produtos acabados, serviços e informações desde o ponto origem até o ponto de consumo com o propósito de atender as necessidades dos clientes, incluindo suprimentos.
  9. 9. Supply Chain Esforço envolvido nos processos e atividades empresariais que criam valor na forma de produtos e serviços para o consumidor final, sendo também uma forma integrada de planejar e controlar o fluxo das mercadorias. Em outras palavras, a expressão Supply Chain (cadeia de abastecimento) engloba todos os esforços empenhados na elaboração e na distribuição de um produto ou serviço, desde o primeiro fornecedor até o consumidor final. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos integra a gestão da demanda e do suprimento dentro e através das empresas.
  10. 10. Produção Distribuidor / Atacadista Clientes Múltiplos fornecedores Varejo A Supply Chain “… dos fornecedores dos meus fornecedores para os clientes dos Meus clientes ...” O Supply Chain Management - SCM
  11. 11. Supply Chain Fábrica Clientes diretos Clientes Finais Refinaria Distribuidores Recursos naturais Fornec. M.P. Supply Chain (Entre Empresas) Expedição Fluxo físico (dentro da empresa) Pedido Matérias primas Produtos acabados Processos operacionais (dentro da empresa) Fornecedor do Fornecedor Cliente do Cliente Ciclo Informações
  12. 12. Cliente quer detergente e vai até o Supermercado Loja do Supermercado CD do Supermercado ou de terceiro Fabricante do detergente Fabricante de plástico Rótulo das embalagens Indústria química (por ex: companhias de petróleo) Indústria química (por ex: companhias de petróleo ) Fabricante de papel Indústria de madeira EXEMPLO DE CADEIA DE SUPRIMENTO
  13. 13. Processos da Logística Cliente Previsão de Vendas Distribuição Suprimentos/ Compras Planejamento Armazenagem Manuseio Coordenação de Produção Produção
  14. 14. Perfil do Profissional de Logística <ul><li>Ágil e dinâmico - tempo rápido de resposta </li></ul><ul><li>Comunicativo - Logística é informação </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Concentrado - Foco nas atividades e resultados </li></ul><ul><li>Especialista generalista – Trabalhar com indicadores (OTIF – On time, in full), Stockouts, backlogs, Supply clip...) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Flexível - Saber trabalhar sob pressão e sem se acomodar </li></ul>“ Na logística precisamos correr muito para permanecer no mesmo lugar”
  15. 15. Profissional de Logística Perfeito ? <ul><li>Conhecimento de tecnologia – Como aplicar da melhor forma as ferramentas tecnológicas. </li></ul><ul><li>Experiência Prática – Diminuição de erros e uma maior adaptabilidade a função/desafios. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Visão Global da Cadeia de Abastecimento - Entender a estratégia do mercado no qual atua. </li></ul>“ A ilusão de que o Profissional de Logística é um SUPER HOMEM.”
  16. 16. A Influência do Fator Humano Sorte é o somatório: COMPETÊNCIA - é o saber fazer; MOTIVAÇÃO - é o querer fazer; DETERMINAÇÃO - é saber aonde quer chegar; OPORTUNIDADE - é o projeto; AÇÃO POSITIVA - é o esforço.
  17. 17. Previsão de Vendas <ul><li>Composição: MKT e Vendas </li></ul><ul><li>Dificuldades </li></ul><ul><li>Obrigações </li></ul>Histórico 3 meses/1 ano Carteira de Pedidos Histórico Carteira
  18. 18. PLANEJAMENTO OBJETIVO !!!
  19. 19. Ciclo da Logística de Planejamento VMI CPFR B. O M. Previsão de Venda FORECAST STP (Short Term Plan) PLANO (MPS – Master Plan Schedule) - Produção - Compras Estrutura PEDIDO (MRP – Master Resource Plan ) COMPRAS PRODUÇÃO  ARMAZÉM  DISTRIBUIÇÃO
  20. 20. SUPRIMENTOS
  21. 21. Atividade do Suprimentos <ul><li>É o consumidor que está desejando.... </li></ul><ul><li>Se vira.... </li></ul><ul><li>Tem que achar... </li></ul><ul><li>Desenvolva.... </li></ul><ul><li>Negocie... </li></ul><ul><li>Compre (importe)... </li></ul><ul><li>Vá buscar... </li></ul><ul><li>Receba... </li></ul><ul><li>Controle... </li></ul><ul><li>Troque... </li></ul><ul><li>Dê um fim nisto... </li></ul><ul><li>Informe... </li></ul><ul><li>Devolva... </li></ul><ul><li>Pague... </li></ul><ul><li>Agradeça... </li></ul>UFA!!!! E outro dia começa! Bom trabalho!
  22. 22. A Evolução do Conceito de Suprimentos Antes Atual <ul><li>Coletor de pedidos </li></ul><ul><li>Administrador de carteira e pedidos </li></ul><ul><li>Seu cliente é a produção </li></ul><ul><li>Negocia pedidos e prazos </li></ul><ul><li>Desenvolve fornecedores e produtos </li></ul><ul><li>Seu cliente é o vendas </li></ul>$
  23. 23. Importância do Suprimentos no Processo Logístico <ul><li>Dar suporte ao planejamento </li></ul><ul><li>Viabilizar a produção, sem falhas nem paradas </li></ul><ul><li>Também manter foco no cliente </li></ul><ul><li>Acompanhar as estratégias da empresa, mudança de segmento ou de carteira de clientes </li></ul><ul><li>Não sobrecarregar o armazém </li></ul>
  24. 24. Responsabilidade do Suprimentos <ul><li>Participar do planejamento </li></ul><ul><li>Cotar </li></ul><ul><li>Analisar </li></ul><ul><li>Negociar </li></ul><ul><li>Emitir pedido </li></ul><ul><li>Follow up </li></ul><ul><li>Transportar </li></ul><ul><li>Receber o produto (janela) </li></ul><ul><li>Controlar </li></ul><ul><li>Aceitar </li></ul><ul><li>Feedback </li></ul><ul><li>Pagar </li></ul>Em média se gasta R$22,00 no Brasil para emitir pedido (cotar, analisar, negociar e emitir pedido), enquanto nos EUA se gasta R$7,00
  25. 25. Relação do Suprimentos e Planejamento <ul><li>Pró-atividade </li></ul><ul><li>Participação no planejamento </li></ul><ul><li>Controle “real time” do estoque </li></ul><ul><li>Conhecimento logístico dos fornecimentos, prazos... </li></ul><ul><li>Estipular prazos mínimos para o recebimento </li></ul><ul><li>Classificação ABC dos produtos </li></ul><ul><li>Determinação dos estoques de segurança </li></ul><ul><li>Feedback dos recebimentos ao planejamento </li></ul>
  26. 26. Relação do Suprimentos e Estoque <ul><li>Visita aos estoques físicos </li></ul><ul><li>Controle do nível de compra x capacidade do estoque </li></ul><ul><li>Garantir o devido recebimento das MPs </li></ul><ul><li>Responsabilidade sobre as MPs até a devida utilização das mesmas </li></ul><ul><li>Responsável pela logística reversa, caso haja </li></ul><ul><li>Garantir a mesma unidade de conversão da compra com o recebimento </li></ul><ul><li>Lote mínimo de compra </li></ul><ul><li>Ter em mente o histórico de consumo (feeling) </li></ul>
  27. 27. Características do bom Comprador <ul><li>Coordenação e comunicação com os demais departamentos (Planejamento) </li></ul><ul><li>Raciocínio rápido e lógico </li></ul><ul><li>Conhecer o produto </li></ul><ul><li>Saber ouvir e negociar </li></ul><ul><li>Conhecer as necessidades da sua empresa e do fornecedor </li></ul><ul><li>Ser ético </li></ul><ul><li>Visão Holística (“especialista generalista”) </li></ul>
  28. 28. Análise dos Fornecedores <ul><li>Aquisição pelo menor custo (não pelo menor preço) </li></ul><ul><li>Não ter fronteiras para os fornecedores (globalização) </li></ul><ul><li>Concentrar compras em poucos fornecedores (melhor estar apoiado em dois pés, do que num pé só”) </li></ul><ul><li>Fornecedores qualificados (Qualidade Assegurada) </li></ul><ul><li>Fornecedores autorizados e registrados </li></ul><ul><li>Fornecedores com certificados de qualidade </li></ul><ul><li>Fornecedores com assistência técnica </li></ul><ul><li>Fornecedores com estoque próximo </li></ul><ul><li>Fornecedores com saúde financeira </li></ul><ul><li>Fornecedores Parceiros </li></ul>
  29. 29. Avaliação dos Fornecedores <ul><li>Qualidade do produto (especificação, defeitos...) </li></ul><ul><li>Preço (FOB e CIF) </li></ul><ul><li>Pontualidade de entrega </li></ul><ul><li>Prazo de pagamento </li></ul><ul><li>Capabilidade </li></ul><ul><li>Quantidade da carteira de clientes (não ser cliente exclusivo) </li></ul><ul><li>Importância do produto fornecido para a cadeia logística </li></ul><ul><li>Ética nas relações </li></ul><ul><li>Saúde financeira </li></ul><ul><li>Tempo de mercado </li></ul>
  30. 30. Avaliação dos Fornecedores <ul><li>Custo </li></ul><ul><li>Qualidade </li></ul><ul><li>Pontualidade </li></ul><ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Flexibilidade </li></ul><ul><li>Produtividade </li></ul><ul><li>Instalações </li></ul><ul><li>Capacidade Gerencial e Financeira </li></ul>RESUMO:
  31. 31. Negociação Trabalhados com inteligência = + Informação Tempo Excelente negociação!
  32. 32. Formas de Negociação <ul><li>Ganha – Ganha (Cooperativo) – Longo prazo, parceria, interesse de ambas as partes </li></ul><ul><li>Ganha – Perde (Competitivo) – Curto prazo, por necessidade, momentâneo </li></ul><ul><li>A confiança deve ser passada pela empresa e não apenas pelo negociador, na amizade, no relacionamento. </li></ul><ul><li>A negociação quando há um monopólio ou uma exclusividade é geralmente do tipo Ganha – Perde. </li></ul>
  33. 33. Etapas de Negociação 1- Preparação para a negociação – Levantamento de dados: <ul><li>Conhecer o mercado: </li></ul><ul><li>Quanto ele paga hoje, </li></ul><ul><li>Quais os fornecedores atuais, </li></ul><ul><li>Quais os concorrentes, </li></ul><ul><li>Qual a perspectiva atual e </li></ul><ul><li>futura do mercado, </li></ul><ul><li>Qual o histórico do mercado... </li></ul><ul><li>Conhecer com quem vai se negociar: </li></ul><ul><li>Qual a posição dele no mercado, </li></ul><ul><li>Qual a situação financeira dele, </li></ul><ul><li>Perspectivas dele a médio e longo prazo, </li></ul><ul><li>Qual o interesse dele no negócio... </li></ul>
  34. 34. Etapas de Negociação 1- Preparação para a negociação – Levantamento de dados: <ul><li>Saber o que você quer: </li></ul><ul><li>Sua condição atual, </li></ul><ul><li>Sua visão a curto, médio e longo prazo, </li></ul><ul><li>Qual o seu interesse no negócio, </li></ul><ul><li>Sua meta! </li></ul>
  35. 35. Etapas de Negociação 2- Preparação para a negociação – Plano estratégico: <ul><li>Traçar possibilidades de barganha, com pontos mínimos e máximos, </li></ul><ul><li>Ter claro as vantagens que estão sendo oferecidas para o outro, </li></ul><ul><li>Avaliar antecipadamente as possíveis concessões, </li></ul><ul><li>Estabelecer local para a negociação, no mínimo um campo neutro, </li></ul><ul><li>Avaliar quem deverá compor a equipe de negociação </li></ul>
  36. 36. Etapas de Negociação 3- Durante a negociação: <ul><li>Tenha sempre a meta estabelecida em mente, </li></ul><ul><li>Seja sempre ético, </li></ul><ul><li>Seja pontual, paciente e tranqüilo, </li></ul><ul><li>Seja flexível e ágil nas decisões, </li></ul><ul><li>Tenha cuidado com elogios, </li></ul><ul><li>Seja sempre claro e faça com que o outro também o seja, </li></ul><ul><li>Procure saber quem decide do outro lado, </li></ul><ul><li>Escute antes e fale depois (ex: chinês), </li></ul><ul><li>Anote tudo que seja importante </li></ul>
  37. 37. Etapas de Negociação 3- Durante a negociação: <ul><li>Mantenha o assunto sempre em foco, não perca tempo, </li></ul><ul><li>Se houver desacordos, dê razões! </li></ul><ul><li>Evite a criação de “âncoras”, </li></ul><ul><li>Não blefe a toa, </li></ul><ul><li>Não se intimide com “status”, </li></ul><ul><li>Ressalte os valores de sua proposta, </li></ul><ul><li>Traga à tona valores indiretos de sua proposta, </li></ul><ul><li>Lembre ao outro a característica “ganha – ganha” da negociação, </li></ul>
  38. 38. Etapas de Negociação 3- Durante a negociação: <ul><li>Adie a negociação em relação ao que não ficou ainda acordado, </li></ul><ul><li>Opte por concessões, </li></ul><ul><li>Inicie as concessões por partes, </li></ul><ul><li>Sempre demore em dar uma outra concessão, valorize-as, </li></ul><ul><li>É necessário que ambos saiam satisfeitos da negociação, caso contrário esta será a primeira e última negociação para um dos dois. </li></ul>
  39. 39. ESTOQUE
  40. 40. O objetivo dos estoques <ul><li>Absorver atrasos ou problemas com qualidade no fornecimento </li></ul><ul><li>Estoque de segurança </li></ul><ul><li>Trabalhar com economia de escala na compra e no transporte </li></ul><ul><li>Garantir preços e poder de barganha na compra </li></ul><ul><li>Absorver efeitos da sazonalidade e trabalhar com economia de escala </li></ul><ul><li>Estoque de peças e / ou sub-conjuntos em processo para diminuir lead time em relação ao produto acabado </li></ul><ul><li>Garantir o abastecimento, absorver flutuações e problemas de qualidade com produtos acabados </li></ul>
  41. 41. Alternativas ao estoque tradicional <ul><li>Em consignação </li></ul><ul><li>EADI </li></ul><ul><li>Em movimento </li></ul><ul><li>Cross Docking </li></ul>
  42. 42. Alternativas ao estoque tradicional <ul><li>Cross Docking – Janela / Verticalização </li></ul>
  43. 43. O Futuro dos estoques <ul><li>Novos armazéns projetados de forma modular, a crescer conforme necessidade </li></ul><ul><li>Desenvolvimento tecnológico (WMS) adequado à demanda e à necessidade </li></ul><ul><li>Alocação correta conforme o volume do produto, não desperdiçando espaço </li></ul><ul><li>Segmentação das localizações na curva ABC </li></ul><ul><li>Diminuir lead time de suprimento, reduzir lotes de movimentação e aumentar a freqüência de recebimento = reduzir tamanho de armazém </li></ul><ul><li>Ocupar o armazém 24hs por dia </li></ul><ul><li>Direção dupla nas ruas dos armazéns aumenta a flexibilidade, mesma doca para receber e despachar </li></ul><ul><li>O uso de corredores reduzidos e verticalizados aumenta a densidade de estocagem </li></ul><ul><li>Diminuição do tamanho das caixas para atender uma demanda mais enxuta </li></ul>
  44. 44. O Futuro das equipes do armazém <ul><li>Horário de trabalho flexíveis, em função da demanda de trabalho </li></ul><ul><li>Entregas programadas para os maiores fornecedores </li></ul><ul><li>Otimização do pessoal, inclusive dos motoristas (multifunção) </li></ul><ul><li>Packing list de acordo com os endereços do armazém ou com a alocação no caminhão, em função do gargalo da empresa </li></ul><ul><li>Evitar reembalagem após o recebimento no armazém </li></ul><ul><li>Trabalho com RFID e não mais com código de barras </li></ul><ul><li>Contagem cíclica sem parar a atividade do estoque (não mais a contagem anual) </li></ul><ul><li>Dar fim à inspeção no recebimento, classificando fornecedores com qualidade assegurada </li></ul>
  45. 45. Inventário - Qual a sua Finalidade ? - Por que Planejar ? - Finalização - Estoque Volátil – Como controlar?
  46. 46. A Evolução nas funções do armazém Antes Futuro <ul><li>Movimentação </li></ul><ul><li>Sincronismo </li></ul><ul><li>Estocagem </li></ul><ul><li>Velocidade </li></ul>
  47. 47. Dilema da Gestão de Materiais <ul><li>Se por um lado, desejamos reduzir os estoques, pois…. </li></ul><ul><li>Crescente diversificação de produtos exige utilizar recursos de forma mais produtiva </li></ul><ul><li>Desejamos maior liquidez. Itens parados no estoque não agregam valor para os clientes </li></ul><ul><li>Alguém sempre paga pelo custo do financiamento do capital de giro investido em materiais </li></ul><ul><li>Estoque reduzido agiliza o “feedback” que melhora a qualidade, e permite resposta rápida na mudança de linha </li></ul><ul><li>Reduzimos os custos de manutenção, tais como espaço para armazenagem, seguros e perdas por manuseio </li></ul><ul><li>Manter estoques provoca também perdas por obsolescência dos materiais </li></ul>
  48. 48. Dilema da Gestão de Materiais <ul><li>Por outro lado precisamos manter os estoques, pois…. </li></ul><ul><li>Existem restrições na cadeia de abastecimento entre a capacidade produtiva instalada e demanda de mercado; </li></ul><ul><li>Persistem as causas das incertezas e flutuações na oferta e na demanda; </li></ul><ul><li>A falta de materiais podem comprometer o atendimento, reduzindo o faturamento e </li></ul><ul><li>permitindo que o cliente procure alternativas na concorrência. </li></ul><ul><li>Esperar alta dos preços (entressafra). </li></ul>
  49. 49. Dilema da Gestão de Materiais O grande “trade-off”: Capital de Giro X Nível de serviço (“fill rate”)
  50. 50. Custos Associados ao Estoque <ul><li>Custos de manter o estoque (seguro, obsolescência, danos, furtos, oportunidade...) </li></ul><ul><li>Custos de pedir (preencher o pedido de compra, processar o pedido, enviar ao fornecedor, receber o material, conferir com Nota Fiscal, controlar a qualidade...) </li></ul><ul><li>Custo de falta de material (Parada de linha no cliente, envio no modal mais caro, não pagamento na data, falta de capital na empresa, abertura para a concorrência...) </li></ul>
  51. 51. Meta para o estoque <ul><li>Conseguir melhor aproveitamento do espaço útil de armazenamento, tanto no sentido horizontal (espaçamento entre colunas e espaço disponível) quanto e principalmente no vertical (altura livre) </li></ul><ul><li>Propiciar condições satisfatórias para melhor preservação e manutenção dos materiais </li></ul><ul><li>Facilitar as operações de inventário, movimentação e circulação de material </li></ul><ul><li>Tornar a localização de material mais fácil e rápida </li></ul><ul><li>Fornecer maior concentração possível de material, sem prejuízo da arrumação e da eficiência de funcionamento do almoxarifado </li></ul>
  52. 52. Dicas para Estoque <ul><li>Analisar o lay out do estoque: </li></ul>
  53. 53. Dicas para Estoque <ul><li>Utilizar a melhor estratégia de picking : </li></ul>Picking Discreto Picking por Zona Picking por Lote
  54. 54. Dicas para Estoque <ul><li>Utilizar estruturas adequadas: </li></ul>Objetos compridos (cantillever) Estantes
  55. 55. Dicas para Estoque <ul><li>Utilizar estruturas adequadas: </li></ul>Carretel Gavetas
  56. 56. Dicas para Estoque Utilizar estruturas do tipo Push-Back, para obter maior número de faces de acesso. Possibilita armazenar produtos diferentes em cada nível Utilizar estrutura porta-pallets dinâmicas para operar com FIFO (First In First Out). Precisa de um grande desnível.
  57. 57. Dicas para Estoque Utilizar mezaninos Utilizar transporte flexível
  58. 58. Dicas para Estoque <ul><li>Desenvolver tecnologia para o picking: </li></ul><ul><li>Lean order picking </li></ul><ul><li>Picking by light </li></ul><ul><li>Picking by voice </li></ul>
  59. 59. Dicas para Estoque <ul><li>O antigo processo já não funciona; </li></ul><ul><li>Distância é a inimiga da produtividade; </li></ul><ul><li>Controle do inventário realmente significa assumir o controle; </li></ul><ul><li>Apenas toque no material quando puder agregar valor; </li></ul><ul><li>Os funcionários produzem mais quando controlam seu próprio trabalho; </li></ul><ul><li>Mais rápido sempre é melhor; </li></ul><ul><li>Clientes e fornecedores são parte do processo. </li></ul>
  60. 60. Suprimentos e Estoque <ul><li>Há uma necessidade de interação bastante forte entre estes dois elos do supply chain, pois: </li></ul><ul><li>O Suprimentos é quem deve informar o volume de que está para ser armazenado </li></ul><ul><li>O estoque é quem de fato confirma o recebimento do material, finalizando a última etapa do processo de compras </li></ul><ul><li>É necessário haver uma fácil e acessível informação quanto à unidade de conversão, qualquer mudança deve ser comunicado ao outro. </li></ul><ul><li>O Estoque precisa efetivar rapidamente o recebimento do material, para que o Suprimentos já possa contar com o produto comprado, tempo de liberação deve ser monitorado </li></ul><ul><li>Inventários de estoque são excelentes instrumentos para o Suprimentos, pois este zela pela acuracidade do estoque </li></ul>
  61. 61. Embalagem
  62. 62. <ul><li>  </li></ul><ul><li>O valor da embalagem deve ser analisado em relação ao processo logístico, e não isoladamente. </li></ul><ul><li>A embalagem tem responsabilidade de minimizar custos* e maximizar vendas. </li></ul><ul><li>Antes de projetar a embalagem determina-se, através de testes, o esforço que o produto pode suportar. </li></ul>CARACTERISTICAS DO PRODUTO + RISCOS LOGÍSTICOS * = PROTEÇÃO DA EMBALAGEM * Dos materiais utilizados/Danos e avarias/Execuções e operações logísticas * Tipos de transporte / Estocagem / Movimentação <ul><li>  </li></ul><ul><li>O transporte com a carga fechada é mais seguro do que carga consolidada (manuseio repetido / carga potencialmente danosa) </li></ul><ul><li>Empresas que utilizam diferentes canais de distribuição podem precisar de embalagens para várias condições </li></ul>Embalagem
  63. 63. Importância da Embalagem no Empilhamento <ul><li>Empilhamento tem efeito direto nas especificações da embalagem; </li></ul><ul><li>Os cantos de caixa realizam 80% do trabalho de sustentação; </li></ul><ul><li>Empilhamento trançado evita que a pilha de caixas desmonte durante o transporte </li></ul><ul><li>Reduz até 45% resistência à compressão da embalagem </li></ul><ul><li>É necessário 2X a especificação da embalagem para conseguir resultado semelhante </li></ul><ul><li>Aumentar especificação significa mais matéria-prima e maior custo </li></ul>Embalagem Empilhamento Trançado Empilhamento Colunar
  64. 64. Importância da Embalagem no Empilhamento <ul><li>Empilhamento tem efeito direto nas especificações da embalagem; </li></ul><ul><li>Os cantos de caixa realizam 80% do trabalho de sustentação; </li></ul><ul><li>Empilhamento com 25mm de sobressaída do palete, pode gerar perda de </li></ul><ul><li>resistência à compressão de 32% ; </li></ul><ul><li>Esta mesma sobressaída no empilhamento trançado acresce sobre esse valor </li></ul><ul><li>uma perda de 8% na resistência à compressão </li></ul><ul><li>Tem que evitar a colocação das arestas posicionadas entre as tábuas do palete (vazio) </li></ul>Embalagem Empilhamento Colunar de 3 camadas
  65. 65. Projetada para transportar grandes volumes de matéria- prima,produtos a granel, Peças automotivas, outros. <ul><li>Embalagem retornável </li></ul><ul><li>Substituição de Materiais </li></ul><ul><li>Embalagem Reciclável </li></ul>Bulk Container
  66. 66. Bolsa plástica compatível Com uma gama diversificada de produtos a serem embalados, entre eles: alimentos líquidos ou pastosos, ácidos, graxas, lubrificantes, produtos químicos e derivados. Mais eficiência para envase e desenvase O sistema de envase e desenvase através de engates rápidos e bocais torna essa operação mais fácil. O desenvase pode ser realizado por gravidade ou sucção 1000 Litros Fim do estoque Dispensa o espaço normalmente ocupado por embalagens convencionais vazias, antes e depois de usado, além de eliminar o trabalho de limpeza e recuperação das embalagens. 100% reciclável
  67. 67. EMBALAGEM
  68. 68. Função da Embalagem na Logística <ul><li>Condições para suportar o transporte da mercadoria </li></ul><ul><li>Barreiras contra luz, umidade ou calor (proteção) </li></ul><ul><li>Fácil locomoção e armazenagem (quadrado) </li></ul><ul><li>Otimização no transporte (minimizar custo na entrega) </li></ul><ul><li>Atrativo no ponto de venda, maximizar a venda! </li></ul>
  69. 69. Considerações na escolha da embalagem <ul><li>Entender o ambiente em que vai ser trabalhado (riscos logísticos) </li></ul><ul><li>Definir a fragilidade (característica do produto) – Eletrostática, Aceleração & Desaceleração... </li></ul><ul><li>Analisar custo x benefício </li></ul><ul><li>Fazer um protótipo </li></ul><ul><li>Fazer testes no protótipo </li></ul>Solução é estudo completo, acompanhamento das movimentações
  70. 70. Caso da Melancia Quadrada <ul><li>Falta de espaço para plantar no Japão </li></ul><ul><li>Falta de espaço no refrigerador </li></ul><ul><li>Volume inconstante e disforme da melancia natural </li></ul><ul><li>Não fica parada nas prateleiras dos supermercados </li></ul><ul><li>Problema para transportar </li></ul>Mas ainda é muito cara: USD 82,00!
  71. 71. Tipos de Carga <ul><li>Granel (Bulk) </li></ul><ul><li>Embarcada diretamente em navios... </li></ul><ul><li>Não se fala em peso bruto, apenas o líquido </li></ul>
  72. 72. Tipos de Carga <ul><li>Individualizada (breakbulk) </li></ul><ul><li>Carga geral embalada e acomodadas por meio de empilhamento ou arrumação </li></ul><ul><li>Há o peso líquido net weight (peso do produto) e o peso bruto – gross weight (peso do produto mais o da embalagem) </li></ul>
  73. 73. Tipos de Carga <ul><li>Agrupada (unitizada) </li></ul><ul><li>Carga geral ou granel agrupada em unidade adequada </li></ul><ul><li>O peso da embalagem faz parte do peso bruto, exceto em se tratando de container, pois será o peso liquido, já que o container é parte do peso bruto </li></ul><ul><li>“ Tara” é a diferença entre peso bruto e peso líquido) </li></ul>
  74. 74. Tipo de transporte e sua carga <ul><li>Transporte com carga completa ou com carga fracionada no rodoviário? </li></ul><ul><li>Características das estradas brasileiras </li></ul><ul><li>No ferroviário, na troca ou acoplagem do vagão </li></ul><ul><li>No Marítimo a carga está sujeita a alta umidade, diminuindo um pouco com a utilização de containeres </li></ul><ul><li>Transporte internacional e multimodal requer mais movimentações </li></ul>
  75. 75. Embalagem x Custos <ul><li>Nem sempre investimento em embalagem significa custos! Devemos pensar em: </li></ul><ul><li>Maior tempo de vida útil do produto! (Tetrapak) </li></ul><ul><li>Menos avarias </li></ul><ul><li>Boa estocagem </li></ul><ul><li>Ambiente limpo (pragas) </li></ul>
  76. 76. Código de Barras <ul><li>União de Barras com informação alfa-numérica; </li></ul><ul><li>O mais popular é o UPC (Universal Product Code), existe desde a década de 70; mas no Brasil se usa muito o EAN 13 </li></ul><ul><li>O EAN13, no Brasil, se inicia com 789 ou 790 para indicar que foram produzidos no país; </li></ul><ul><li>Foi criado para controlar vagões de trem </li></ul>
  77. 77. Código de Barras <ul><li>Bidimensional; </li></ul><ul><li>A revolução do código eletrônico: RFID (Radio Frequency Identification); </li></ul>
  78. 78. RFID <ul><li>Também oriundo dos campos de guerra... II Guerra mundial, para distinguir os aviões aliados do dos inimigos; </li></ul><ul><li>Armazena dados e se comunica por meio de ondas de radio; </li></ul><ul><li>Transmite informações sobe o produto e sua localização, desde metros a quilômetros; </li></ul><ul><li>Já utilizada em pizzas, carne bovina, livros em bibliotecas...; </li></ul><ul><li>Preço atual é de R$0,75, mas tem que chegar a R$ 0,15 para se tornar mais comercial; A de Cód. Barras é vinte vezes mais barata. </li></ul>
  79. 79. RFID – aspectos negativos <ul><li>Perda de privacidade: mais informações dos consumidores disponíveis; </li></ul><ul><li>Aumento de insegurança: imagine alguém utilizar seu próprio receptor de informações e descobrir o que temos nos bolsos...; </li></ul><ul><li>Possibilidade de Fraudes: alterar os dados de uma etiqueta para benefício particular (pedágio); </li></ul><ul><li>Desemprego; </li></ul>
  80. 80. RFID x Cód. Barras <ul><li>Pode ser lido várias vezes e de forma passiva; </li></ul><ul><li>Não tem o problema de ler o código errado, nas etiquetas que tem mais de uma barra; </li></ul><ul><li>Não precisa de local certo; </li></ul><ul><li>Identificação única de item; </li></ul><ul><li>Vida útil de 10 anos; </li></ul><ul><li>Lido uma vez a cada processo, de forma ativa; </li></ul><ul><li>Precisa estar visível, na frente; </li></ul><ul><li>Lê,mas com ajuda da base de dados; </li></ul><ul><li>Vida útil dependendo da etiqueta em que foi impresso; </li></ul><ul><li>Preço acessível; </li></ul>RFID Cód. Barras
  81. 81. DISTRIBUIÇÃO
  82. 82. Situação dos Transportes no Brasil <ul><li>Dependência exagerada do modal rodoviário </li></ul><ul><li>Dificuldades no desenvolvimento de outros modais </li></ul><ul><li>Crescente número de acidentes e mortes </li></ul><ul><li>Envelhecimento da frota </li></ul><ul><li>Participação cada vez maior de autônomos </li></ul><ul><li>Desperdício de dezenas de bilhões de reais anuais, em função de acidentes, roubos de carga, ineficiências operacionais e energéticas, e uso inadequado dos modais </li></ul>Fonte: Confederação Nacional de transportes e a Coppead
  83. 83. Situação dos Transportes no Brasil <ul><li>Comparado com a indústria norte americana, a indústria brasileira carrega, em média, 22 dias adicionais de estoque. Isto deve ser entendido como um seguro adicional para se proteger de um sistema pouco confiável, onde ocorrem atrasos constantes, e perdas devido a roubos, acidentes e avarias. Em termos financeiros, estes 22 dias correspondem a um investimento adicional de R$ 118 bilhões </li></ul>
  84. 84. OTM <ul><li>Dois ou mais modais, com a celebração de um único contrato, sob a responsabilidade do OTM </li></ul><ul><li>Simplifica o processo e o fluxo de informações </li></ul><ul><li>Otimiza a capacidade de transporte </li></ul><ul><li>Ganhos de escala em contratação de transporte (frete reduzido) </li></ul><ul><li>Facilidade na responsabilidade sob os danos... </li></ul>Operador de Transporte Multimodal
  85. 85. OTM
  86. 86. T.I. na Distribuição <ul><li>Sistema de rastreamento que notifica o cliente sobre o sucesso ou não da entrega ligando para o telefone ou celular cadastrado </li></ul><ul><li>Ele é 100% automatizado e vinculado a um sistema de rastreamento usual </li></ul><ul><li>Funciona 24hs pelos 365 dias do ano </li></ul><ul><li>www.goldnet.com.br </li></ul>Tracking Voice Delivery:
  87. 87. <ul><li>Ideal para pequenas quantidades de produtos; </li></ul><ul><li>Oferece serviço porta a porta; </li></ul><ul><li>Aumento da eletrônica embarcada; </li></ul><ul><li>Combustível caro e de má qualidade; </li></ul><ul><li>Malha rodoviária, com raras exceções, em péssimas condições; </li></ul><ul><li>Má qualificação e condições de trabalho desfavoráveis dos profissionais carreteiros e motoristas autônomos no Brasil. </li></ul>Modal Rodoviário
  88. 88. FRETE INTERNACIONAL <ul><li>É a remuneração pelo serviço contratado de transporte de uma mercadoria. </li></ul><ul><li>TIPOS </li></ul><ul><ul><li>Frete Prepaid - é o frete pago no local do embarque. </li></ul></ul><ul><ul><li>Frete Collect - é o frete a pagar , podendo ser pago em qualquer lugar do mundo. </li></ul></ul>Documentação Exigida por Modalidade de Transporte <ul><ul><li>Modal Aéreo – AWB Air Waybill. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modal Marítimo – B/L Bill of Landing. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modal Rodoviário – CRT Conhecimento Rodoviário de Transporte. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modal Ferroviário – Carta de Porte Internacional </li></ul></ul>
  89. 89. Tipos de Conteiner 20’ dry 40’ dry Reefer Tanque
  90. 90. Transp. Marítimo - Equipamentos Carga Geral Granéis Sólidos Granéis Líquidos Gases Porta Conteiner Passageiros Transporte de veículos
  91. 92. Carrega até 15.000 Containers
  92. 93. Contruido para alto mar, não passa no canal de Suez nem no canal do Panamá
  93. 94. Foi construído em 5 seções flutuantes e depois montado
  94. 95. A cabine de comando fica a mais de 10 andares de altura
  95. 96. Navega à 31 knots, mais de 18 à 20 vezes que outras embarcações,permitindo atravessar da China a Califórnia em 4 dias
  96. 97. 11 Gruas operam simultaneamente para a carga e descarga.
  97. 98. Origem – Dinamarca Comprimento – 396,84 metros Largura – 63,1 metros Carga net - 123,200 tons Motor diesel - 14 cilindros em linha (110,000 BHP)
  98. 99. Tipulação – 13 pessoas - . 08 Set 2006 Custo de construção - US$145.000.000,-
  99. 100. O Pequeno Motor
  100. 101. Motor de 108.920cv Dimensões: 26.7m x 13.2m Peso: 2300T Consumo : 6275ltrs por hora
  101. 102. Árvore de cames
  102. 103. Pistão com diam de 1 Metro
  103. 104. Cabeçote do Motor
  104. 105. PORTOS MARÍTIMOS 1 milha = 1,603 km Distâncias entre os portos de Recife e Suape aos portos: <ul><li>Vancouver </li></ul><ul><li>São Francisco </li></ul><ul><li>New Orleans </li></ul><ul><li>Miami </li></ul><ul><li>Durban </li></ul>6513 milhas 5800 milhas 3900 milhas 3456 milhas 4200 milhas <ul><li>Singapore </li></ul><ul><li>Tokyo </li></ul><ul><li>Buenos Aires </li></ul><ul><li>Savannah </li></ul><ul><li>New York </li></ul><ul><li>Rotterdan </li></ul>9558 milhas 10600 milhas 2181 milhas 3681 milhas 3678 milhas 4280 milhas
  105. 106. <ul><li>Usuário não localizado nas margens do sistema hidroviário, depende de outro modal; </li></ul><ul><li>É o mais lento e o mais barato, para cargas pesadas; </li></ul><ul><li>Adequado para material a granel; </li></ul><ul><li>No Brasil, há 28.000 Km de rios navegáveis. </li></ul>Modal Hidroviário
  106. 107. Ferrovias no Brasil
  107. 108. Modal Ferroviário <ul><li>Adequado para cargas a granel; </li></ul><ul><li>É mais eficiente para lidar com vagões carregados com o mesmo tipo de bem; </li></ul><ul><li>Principais gargalos das ferrovias brasileiras: </li></ul><ul><li>- Falta de unificação da bitola; </li></ul><ul><li>- Necessidade de melhoria da infra-estrutura dos corredores de exportação (Santos, Tubarão, Paranaguá, Rio Grande ) </li></ul>
  108. 109. <ul><li>A sua vantagem está na velocidade, em especial para longas distâncias; </li></ul><ul><li>Tem capacidade restrita pelas dimensões dos porões de carga; </li></ul><ul><li>Apresenta reduzidos índices de perdas e danos; </li></ul><ul><li>Menor necessidade de embalagem de proteção no frete aeronáutico. </li></ul>Modal Aéreo
  109. 110. <ul><li>Muito limitado em serviço e capacidade; </li></ul><ul><li>Petróleo bruto e derivados e gás natural, carvão e produtos químicos são os principais produtos com movimentação economicamente viável; </li></ul><ul><li>Minério de ferro vem sendo transportado pela CVRD, sem perda de qualidade; </li></ul><ul><li>É bastante lento, embora possa operar 24 horas por dia e 7 dias por semana. </li></ul>Modal Dutoviário
  110. 111. Cálculo de Cubagem b h c Volume = b . h . c Formação da AC Pack-list
  111. 112. Roteirização O planejamento de entregas de um veículo a partir de uma base central para uma série de paradas intermediárias, devendo o veículo retornar então a base central. -Rotas aéreas de carga regionais -Operação de entrega de mercadorias -Roteiro de ônibus escolar -Abastecimento de supermercados a partir de um CD
  112. 113. Roteirização <ul><li>Determinação do número de veículos </li></ul><ul><li>Capacidade dos veículos </li></ul><ul><li>Pontos de entrega em cada veículo </li></ul><ul><li>Sequência de entregas (atacado + varejo) </li></ul><ul><li>Otimização do veículo </li></ul>
  113. 114. Programação Linear Fábrica 1 Fábrica 2 CD 1 CD 2 CD 3 6 5 7 5 4 6 Oferta < 2500 Oferta < 1000 Demanda=1000 Demanda=1500 Demanda=500
  114. 115. Bibliografia <ul><li>O corpo fala - Pierre Weiz </li></ul><ul><li>Negociação Total - Jose Augusto Vanderleid </li></ul><ul><li>A Magia dos grandes negociadores - Carlos Alberto Julio </li></ul><ul><li>Habilidades de negociação - Antonio de Jesus Ervilha </li></ul><ul><li>FERNANDES, José Carlos de Figueiredo. Administração de material: um enfoque sistêmico . Livros Técnicos e Científicos Editora S. A. , 2.ed. .Rio de Janeiro, 1984. </li></ul><ul><li>  BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Ed. Bookman, Porto Alegre, 2006. 5 º Edição. </li></ul><ul><li>DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais . Edição Compacta. Editora Atlas,1995. 4º Edição. </li></ul><ul><li>MOURA, Cassia E. de Gestão de Estoques: Ação e monitoramento na cadeia de logística Integrada, Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2004. 1º Edição. </li></ul>
  115. 116. ANEXOS
  116. 117. CUSTO DE FRETE
  117. 118. Despesa de Frete X Custo de Frete <ul><li>Despesa de Frete – Valor pago ao frete + impostos. </li></ul><ul><ul><li>Conhecimento de Frete </li></ul></ul><ul><ul><li>RPA </li></ul></ul><ul><ul><li>NF de Serviço </li></ul></ul>CUSTO DE FRETE
  118. 119. CUSTO DE FRETE <ul><li>Custo de Frete – V alor pago ao frete + impostos, dividido por um referencial, gerando um fator. </li></ul><ul><ul><li>Custo de Frete pelo Faturamento (% sobre o Faturamento) </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo de Frete pelo Peso Transportado (R$/Ton) </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo de Frete pelo Volume Transportado (Dropsize) </li></ul></ul>
  119. 120. CUSTO DE FRETE <ul><li>Subdivisões do Custo de Frete na Administração </li></ul><ul><ul><li>Custo Próprio </li></ul></ul><ul><ul><li>Frete Agregado </li></ul></ul><ul><ul><li>Frete Spot </li></ul></ul>
  120. 121. MKT & LOGÍSTICA
  121. 122. Marketing & Logística <ul><ul><ul><li>Devemos utilizar das ferramentas do MKT para conhecer, criar valor, manter e se relacionar com os clientes e </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>consumidores, visando a fidelização. </li></ul></ul></ul><ul><li>Como exemplo temos: </li></ul><ul><li>CRM – Customer Relationship Management; </li></ul><ul><li>Banco de Dados – registro, histórico, dados, etc. </li></ul><ul><li>Mala Direta; </li></ul><ul><li>SAC. </li></ul>
  122. 123. ECR – Efficient Consumer Response Estratégia com a qual distribuidores e fornecedores fazem esforços conjuntos para agregar mais valor ao consumidor. Significa RESPOSTA EFICIENTE AO CONSUMIDOR Estratégias Utilizadas: <ul><li>Sortimento eficiente </li></ul><ul><li>Reposição Eficiente de mercadorias (nível de estoque viável) </li></ul><ul><li>Promoções Eficientes (propagandas e incentivos de preços) </li></ul><ul><li>Introdução Eficiente de novos produtos </li></ul>
  123. 124. LOGÍSTICA EM PERNAMBUCO
  124. 125. CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS DE PE 300 kms 3 capitais 2 aeroportos internacionais 3 aeroportos regionais 4 portos internacionais 12 milhões de pessoas mais de 35% PIB NE 600 kms 800 kms 6 capitais 4 aeroportos internacionais 4 portos internacionais 1 porto fluvial 20 milhões de pessoas 90% do PIB NE 90% do PIB nordestino a um dia de viagem por terra Santa Inês Porto Franco Picos Barreiras Porto de Petrolina Araripina Vitória da Conquista Porto Seguro Petrolina Suape Teresina
  125. 126. POLOS DA ECONOMIA DE PE
  126. 127. AEROPORTOS DE PERNAMBUCO 10 Aeroportos; Sendo 02 Internacionais
  127. 128. PORTOS MARÍTIMOS Distâncias entre os portos de Recife e Suape aos portos: <ul><li>Vancouver </li></ul><ul><li>São Francisco </li></ul><ul><li>New Orleans </li></ul><ul><li>Miami </li></ul><ul><li>Durban </li></ul>6513 milhas 5800 milhas 3900 milhas 3456 milhas 4200 milhas <ul><li>Singapore </li></ul><ul><li>Tokyo </li></ul><ul><li>Buenos Aires </li></ul><ul><li>Savannah </li></ul><ul><li>New York </li></ul><ul><li>Rotterdan </li></ul>9558 milhas 10600 milhas 2181 milhas 3681 milhas 3678 milhas 4280 milhas
  128. 129. HIDROVIA E PORTO FLUVIAL
  129. 130. MALHA RODOVIÁRIA
  130. 131. MALHA FERROVIARIA
  131. 132. PLANO LOGÍSTICO DE PE <ul><li>Ter uma base de informações que facilite a captação de novos </li></ul><ul><li>investimentos públicos e privados em Pernambuco; </li></ul><ul><li>Definir localização para futuros pólos logísticos e de transbordos; </li></ul><ul><li>Proporcionar ao governo do Estado uma ferramenta para suas decisões </li></ul><ul><li>estratégicas; </li></ul><ul><li>Dar suporte de informação aos empreendimentos privados, localizados no </li></ul><ul><li>Estado visando suas decisões estratégicas futuras; </li></ul><ul><li>Subsidiar o plano de desenvolvimento econômico do Estado; </li></ul><ul><li>Melhorar a integração entre os vários segmentos de produção e </li></ul><ul><li>comercialização. </li></ul>
  132. 133. PRODEPE – Programa de Desenv. de PE Operações de entrada Nas Entradas - Crédito presumido do ICMS no montante de 3% do valor das transferências, limitado o referido crédito ao valor do frete. Válido somente para filiais. Operações de Saída Nas saídas interestaduais crédito presumido do ICMS correspondente a 3% sobre o valor dessas saídas. Estímulo à Central de Distribuição
  133. 134. LOGÍSTICA REVERSA
  134. 135. Logística Reversa <ul><li>É o processo de planejamento, controle, implementação e controle de fluxo de matéria-prima, estoque em processo e produtos acabados e seu fluxo de informação, do ponto de consumo ou manuseio até o ponto de origem, com o objetivo de recapturar valor ou realizar um descarte adequado . </li></ul><ul><li>exemplos: retorno de garrafas, latas de alumínio, reciclagem de vidros, embalagem e papel, siderúrgica que usa sucata, produto pós-vendas, produto em garantia, etc. </li></ul>
  135. 136. Administração do Reverso <ul><li>Localização e documentação. </li></ul><ul><li>Origem e destino determinados. </li></ul><ul><li>Ação da logística: eliminação - custos - operação. </li></ul><ul><li>Desperdício (Sobra, compra ou processo errado? Analisar, reaproveitar ou eliminar? Quanto custa? Administração do lixo). </li></ul><ul><li>Obrigatória (garrafa – bujão de gás, etc.). </li></ul><ul><li>Retorno ao processo industrial - destino do reverso. </li></ul><ul><li>Retrabalho – operação a mais. </li></ul><ul><li>O reverso subtrai resultado do fluxo normal. </li></ul><ul><li>Conhecer os motivos de devolução, para eliminar as incertezas. </li></ul>
  136. 137. LOGÍSTICA COLABORATIVA
  137. 138. O compartilhamento das informações (tecnológicas, sistemas, dados) no gerenciamento da cadeia de suprimentos proporciona o surgimento do conceito da Empresa Extendida que integra e co-gerencia todos os processos de negócios comuns de forma COLABORATIVA. Compartilhando de forma colaborativa
  138. 139. <ul><li>Os motivos variam, mas a culpa é sempre do outro; </li></ul><ul><li>Falta de compromisso de longo prazo; </li></ul><ul><li>Falhas de comunicação (efeito chicote); </li></ul><ul><li>Falhas de Serviço; </li></ul>Compartilhando de forma colaborativa Porque parcerias falham
  139. 140. Compartilhando de forma colaborativa <ul><li>Entendimento pouco claro de expectativas; </li></ul><ul><li>Problemas com estruturas organizacionais; </li></ul><ul><li>Falta de Investimento de tempo e recursos; </li></ul>Porque parcerias falham
  140. 141. LOGÍSTICA NO COMÉRCIO ELETRÔNICO
  141. 142. Comércio Eletrônico (e-commerce) Logística Virtual - Empresas independentes interligadas pela tecnologia da informação para compartilhar habilidades, custos e mercados; - Serviços Customizados: Forma de envio, Agendamento; - Estoque OnLine; - EDI; - A compra é virtual mas a entrega é real. A empresa sabe disso?
  142. 143. Comércio Eletrônico (e-commerce) Desafios da Logística Virtual Agregar valor para operadores logísticos; Integrar operadores logísticos ( integrador logístico ); Facilitar contratação, acompanhamento e avaliação dos serviços logísticos; Padronizar procedimentos; Gerar escala; Criar rede física equivalente à digital.
  143. 144. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO
  144. 145. Distribuição “ Existem 2 milhões de lojas que estocam produtos da Coca-Cola, 450 mil restaurantes e 1,4 milhão de máquinas de vendas no mundo” (Wall Street Journal, 08/11/97). MKT X LOGÍSTICA
  145. 146. O Mix de Marketing
  146. 147. Canais de Distribuição <ul><li>Algumas definições: </li></ul><ul><li>Um conjunto de organizações interdependentes envolvidas no processo de tornar o produto ou serviço disponível para consumo ou uso. (Stern, 1996, p. 1). </li></ul><ul><li>Uma rede organizada de agências e instituições combinadas, que desempenham as atividades mercadológicas necessárias para ligar produtores a usuários. (Berman, 1996, p. 5). </li></ul><ul><li>Redes através das quais produtos industriais fluem do ponto de manufatura ao ponto de uso. (Corey et al.,1989, p. 27). </li></ul><ul><li>Um conjunto de relacionamentos de troca que criam valor ao consumidor na aquisição, consumo e disposição de produtos e serviços. (Pelton et al.,1997, p.11) </li></ul>
  147. 148. <ul><li>Alguns fatores a serem considerados: </li></ul><ul><li>Aspectos financeiros – GM; </li></ul><ul><li>Inviabilidade – Gomas de mascar; </li></ul><ul><li>Foco no negócio; </li></ul><ul><li>Fatores por parte da demanda: facilitam a busca; ajustam a discrepância do sortimento; </li></ul><ul><li>Fatores por parte da oferta: criação de rotinas de transações; redução no número de contatos. </li></ul>Canais de Distribuição - Intermediários
  148. 149. Canais de Distribuição - Intermediários
  149. 150. Canais de Distribuição - Funções <ul><li>Transacional – associada a compra e venda, envolvendo risco na operação; </li></ul><ul><li>Logística – concentração, armazenamento, organização, estoque, distribuição física; </li></ul><ul><li>Facilitação – estímulo e favorecimento dos processos de compra e venda, financiamento. </li></ul>

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