Estrutura Interna Da Terra

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Estrutura Interna Da Terra

  1. 1. Estrutura Interna da Terra A crosta em movimento
  2. 2. <ul><li>Nome : Lucas Machado Rocha Nº: 18 </li></ul><ul><li>Nathália Kalifi Nº: 24 </li></ul><ul><li> Priscila Loureiro Nº: 25 </li></ul><ul><li>Data: 07/12/09 Profº: Rodrigo Santos </li></ul><ul><li>Série : 1º Ano Ensino Médio </li></ul>
  3. 3. As Estrutura Geológica da Terra A Terra tem em sua composição diferentes partes, como pode ser visto na figura ao lado. É formada pela Crosta Terrestre, Manto, Núcleo Líquido e Núcleo Sólido, além de uma zona convectiva. O núcleo sólido é composto, segundo se acredita, por ferro e níuel. Alguns argumentam que o núcleo interno pode estar na forma de um único cristal de ferro. Já o núcleo líquido deve ser composto de ferro líquido e níquel líquido (a combinação é chamada NiFe ), com traços de outros elementos.
  4. 4. <ul><li>O manto, por sua vez, é composto por substâncias ricas em ferro e magnésio. Também apresenta características físicas diferentes da crosta. O material de que é composto o manto pode apresentar-se no estado sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude das pressões elevadas. Ao contrário do núcleo sólido, a pressão exercida obre o manto não é tão grande a ponto de torná-lo sólido. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Crosta Terrestre é a parte externa consolidada do globo terrestre. É reconhecida duas zonas que formam a crosta nas regiões continentais. A primeira zona é a superior, chamada de sial (devido ao predomínio de rochas graníticas, ricas em silício e alumínio). A zona inferior é conhecida por sima, pelo fato de se acreditar que nesta porção da crosta haja a predominância de silicatos de magnésio e ferro. Acredita-se que a espessura da crosta (sial + sima) se encontre numa profundidade média de 35 - 50 Km. Esse dado foi conseguido indiretamente, através de estudos modernos na área da geofísica. </li></ul>
  6. 6. A Crosta em movimeno <ul><li>As Placas Tectônicas da Crosta estão em constante movimento, impulsionadas pelas correntes do manto. Portanto, os continentes se deslocam sobre o magma, como se estivessem flutuando. Esse fenômeno é chamado deriva continental. </li></ul><ul><li>No passado essa movimentação provocou a formação de cordilheiras e grandes conjuntos montanhosos. Atualmente, nos limites que separam as placas tectônicas em movimento situam-se regiões sujeitas a terremotos e erupções vulcânicas, devido ao choque dessas placas. </li></ul><ul><li>A deriva continental é quase imperceptível: poucos centímetros por ano. Mas como a Terra existe há muitos milhões de anos, a posição dos continentes mudou várias vezes no decorrer desse tempo, como pode ser observado nas imagem a seguir: </li></ul>
  7. 7. Legendas das Figuras: FIGURA 1: Permiano, 225 milhões de anos atrás. FIGURA 2: Triássico, 200 milhões de anos atrás. FIGURA 3: Jurássico, 135 milhões de anos atrás. FIGURA 4: Cretáceo, 65 milhões de anos atrás. Figura 5: Dias atuais.
  8. 8. Conclusão <ul><li>Conhecer a estrutura geológica da Terra é importante para podermos entender suas transformações e fenômenos, facilitando assim nossas vidas e entendimento sobre o planeta, como a história de sua formação, através da teoria da deriva continental. Essa teoria explica que a Terra era antes um único e grande continente, mas que com o movimento das placas tectônicas, permitiu a formação dos atuais continentes ao longo do tempo. </li></ul><ul><li>Pode-se ressaltar ainda a importância do conhecimento da estrutura da terra, para entender como funciona a gravidade, os terremotos e outros efeitos para podermos controlá-los ou nos prepararmos para possíveis mudanças. Conhecer a Terra não é apenas questão geográfica, é também histórica, biológica e cultural. </li></ul>

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