Neurointensivismo

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    Neurointensivismo - Presentation Transcript

    1. Neurointensivismo Larissa Guedes da Fonte Andrade (R2CM)
    2. Neurointensivismo
      • “ O objetivo primário no manejo de pacientes com dano cerebral na UTI é minimizar lesão secundária mantendo perfusão e oxigenação cerebral”
    3. Neurointensivismo
      • AVC
      • Hemorragia intraparenquimatosa
      • HSA
      • TCE
      • Sobreviventes de PCR
    4. Modalidades de Monitorização
      • PIC e PAM (PPC);
      • Bulbo Jugular;
      • Espectroscopia por infravermelho;
      • Oximetria tissular cerebral(PtiO 2 );
      • Microdiálise cerebral ;
      • Doppler transcraniano;
      • Eletroencefalograma contínuo;
    5. Autorregulação Cerebral 60mmHg 150mmHg 50mL/100g/min
    6. Fisiologia Cerebral 25 mmHg 50 mmHg
    7. Doutrina de Monro-Kellie 10% 10% 80%
    8. PIC 150mL
    9. Monitorização de PIC
      • Transdutor ventricular;
      • Transdutor subdural ou epidural;
      • Transdutor intraparenquimatoso;
      • Curvas de PIC: Avalia complacência cerebral, autorregulação do FSC e capacidade de absorção do líquor.
    10. Monitorização de PIC
    11. Indicações de PIC
      • Glasgow < 9 e TC alterada
      • Glasgow < 9, TC normal e 2 de:
        • Idade>40anos;
        • PAS<90mmHg;
        • Postura patológica uni ou bilateral;
        • Perda de 2 ou + pontos glasgow;
      • Considerar se:
        • Glasgow > 8 e TC alterada;
        • Glasgow > 8 e exame neurológico comprometido(sedação, analgesia, bloqueio neuromuscular).
    12.  
    13. Ondas A de Lundberg (aumentos de 40-80 mmHg por 5-10 min) Perda complacência Comprometimento da complacência descompensação dos mecanismos de controle da PIC
    14. PPC e PIC
      • Hipotensão
        • Volume
        • DVA
      • Hipertensão
        • Tratar HIC
        • Tratar dor
        • Anti-hipertensivo
      PPC = PAM - PIC PAM : 80-100mmHg PIC: 5-10 mmHg PPC:70-85 mmHg
    15. Monitorização da Oxigenação cerebral
      • Detectar e prevenir episódios secundários de isquemia.
      • Avaliar oferta de O 2 X consumo O 2
      • Métodos:
        • Saturação do bulbo jugular
        • Medida direta da tensão de O 2
        • Espectroscopia
        • PET
    16. Bulbo Jugular Veia jugular interna dominante
    17. Bulbo Jugular
    18. Bulbo Jugular
      • Indicações
        • Trauma com glasgow < 9
        • Tratamento de HSA
        • Procedimentos neurocirúrgicos
      • Contra-indicações
        • TRM cervical
        • Trauma local
        • Coagulopatia
        • Traqueostomia (maior infecção)
    19. Bulbo Jugular
      • Vantagens
        • Medidas freqüentes
        • Informações quanto a oxigenação
        • Fácil realização
      • Desvantagens
        • Invasivo
        • Oxigenação cerebral global
        • FSC  contaminação extracerebral
    20. Extração cerebral de O 2 ECO2 = SaO 2 – SjVO 2 ECO 2 = 24-42% SjVO 2 = 55-69%
    21. HIC  ECO 2 reduzida Fluxo rápido (vasodilatação-hiperemia) FSC Hiperventilação( CO 2  VC) PIC ECO 2 SaO 2 = 95% SjvO 2 = 80% ECO 2 = 15%
    22. Autorregulação Cerebral 60mmHg 150mmHg 50mL/100g/min
    23. Hiperventilação
      • Aumentar o volume minuto
        • VM = FR X VC
      • Manter uma pCO 2 30-35 mmHg
      • Não exceder 25 mmHg
    24. HIC  ECO 2 aumentada Fluxo lento Isquemia Manitol Coma barbitúrico Hipotermia Corrigir hipovolemia PIC ECO 2 SaO 2 = 95% SjvO 2 = 40% ECO 2 = 55%
    25. Autorregulação Cerebral 60mmHg 150mmHg 50mL/100g/min
    26. Terapêutica da HIC
      • Manitol 20% - 0,25-1g/Kg dose (bolus intermitentes)
        • Manter normovolemia;
        • Osmp 310-320( IRA e hipovolemia);
      • Coma barbitúrico
        • 10mg/Kg em 30min seguido de 5mg/Kg/h por 3 hs. Manutenção: 1-3mg/Kg/h
      • Hipotermia
        • 35-35,5ºC
    27. Hipotermia
      • 6hs pós TCE
      • 32-33ºC por 24h-48hs
      • Reaquecimento 12-18hs
      • Sedação e curarização
      • Distúrbios de coagulação, arritmias. K desviado para o IC
      • Reaquecimento leva a VD periférica queda PA
    28. Espectroscopia por infra-vermelho
    29. Oximetria tissular cerebral (PtiO 2 )
    30. Oximetria tissular cerebral (PtiO 2 ) Oxigenação cerebral regional
    31. Microdiálise Cerebral glicose, glutamato, lactato, piruvato, glicerol, colina Análises (10/60min) espectrofotometria cromatografia RL ou SF 0,9% Fluxo 0,1-2mcl/min
    32. Microdiálise Cerebral
    33. Metabolismo Cerebral
      • Microdiálise cerebral
        • Avalia os níveis de glicose, glutamato, lactato, piruvato, glicerol, colina etc.
        • HSA prediz melhor vasoespasmo que angiografia e USG doppler
        • Medidas de concentração de medicações
        • Ajuda na detecção de lesões secundárias no TCE;
    34. Midrodiálise Cerebral
      • Metabólitos energia: glicose, lactato, piruvato, adenosina, xantina;
      • Neurotransmissores: glutamato, aspartato, GABA;
      • Marcadores de lesão tecidual e inflamação: glicerol, citocinas, K;
      • Substâncias exógenas: drogas administradas
    35. Análises Hipóxia/Isquemia  dano celular Glicose Piruvato Lactato Glutamato Colina Glicerol Lactato/Piruvato normal: 0.03 > 0.08  isquemia
    36. Doppler transcraniano
    37. Doppler transcraniano
      • Vasoespasmo
      • Razão >3
      • ( resistência da ACM)
      • Hiperemia
      • Razão < 3
      • ( resistência da ACM)
      Razão de Lindegaard: Velocidade média de fluxo na ACM______ Velocidade média carótida interna extracraniana
    38. EEG contínuo
    39. EEG contínuo
      • Detecção precoce de convulsão, diminuindo morbi-mortalidade (status)
      • Certas alterações predizem sobrevida;
      • Detecta doença neurológica focal em paciente sedado;
    40. Manuseio do paciente neurológico
      • Cabeceira 30º e cabeça posicionada em linha média
      • Evitar ataduras/fixadores do TOT
      • Controle da temperatura
      • Prevenção de úlcera de estresse
      • Prevenção de TEP
      • Fisioterapia respiratória
      • Hidratação (evitar soluções hipotônicas)
      • Sedação adequada
    41. Ventilação Mecânica
      • Hipoxemia: danos irreparáveis
      • (PaO 2 entre 80-100mmHg,PaO 2 >94%)
      • PEEP: RV do SNC  PIC  PPC
      • Manter PaCO 2 estável
    42. Distúrbios do Na
      • Hiponatremia ( Osmp)
        • Edema cerebral e PIC
        • SSIADH
          • Restrição hídrica, furosemida e NaCl 3%
        • DCPS (hipovolemia)
          • NaCl 0,9% e NaCl 3%
      • Hipernatremia
        • DI ( Osmp e Osmu)
          • DDAVP e reposição volêmica.
          • Após normovolemia NaCl 0,45%
    43. CASO 1
      • Paciente vítima de TCE grave no 2º dia de internação com glasgow <8, com anisocoria, arreflexa de rápida instalação, em cuidados na UTI. Sob VM com TOT e SaO 2 86% e PIC de 35mmHg(cateter ventricular com sensor eletrônico) e SjvO 2 de 70%. Qual a conduta?
    44. Condutas
      • Cuidados gerais
      • PIC = 35mmHg
      • ECO 2 = SaO 2 - SvJO 2
      • ECO 2 = 86-70  16%
      • Como tratar esta HIC?
      ECO 2 =24-42%
    45. HIC  ECO 2 reduzida SaO 2 SjvO 2 Fluxo rápido (vasodilatação-hiperemia) FSC Hiperventilação( CO 2  VC) PIC ECO 2
    46. Condutas
      • Cateter ventricular  drenagem liquórica
      • Hiperventilação?
      • SaO 2 = 86%  corrigir hipoxemia pode corrigir a ECO 2
    47. CASO 2
      • Paciente com 25 anos vítima de acidente automobilístico apresenta TCE com fratura de ossos longos. Transferida para UTI em glasgow 7 e TC com apagamento das cisternas da base, redução volumétrica dos ventrículos laterais sem desvio de linha média. Monitorizada: PIC= 45mmHg, PAM = 70mmHg SaO 2 = 98% e SjVO 2 = 45%. Qual a conduta neste caso?
    48. Condutas
      • Cuidados gerais
      • PPC = PAM - PIC
      • PAM = 70mmHg PIC = 45mmHg
      • PPC = (70-45)  25mmHg
      • ECO 2 = SaO 2 - SvJO 2
      • ECO 2 = 98-45  53%
      • Como tratar esta HIC ?
      ECO 2 =24-42%
    49. HIC  ECO 2 aumentada SaO 2 SjvO 2 Fluxo lento Isquemia Manitol Coma barbitúrico Hipotermia Corrigir hipovolemia PIC ECO 2

    + galegoogalegoo, 2 years ago

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