user experienceDe pontaa ponta   Dia Mundial da Arquitetura de Informação   11/02/2012   Juliana Gaiba
Agenda• Apresentação• UX: antes, agora e depois• Nosso problema• Um ponto de vista
Oi,• Trabalho na “grande área de UX” há ~8 anos• Sou formada em design, mas comecei trabalhando comusabilidade• Já fui agê...
Cristina, 27 anos. Viciada no                                               Antonio, 57 anos. Fica o dia     Facebook. Ape...
Hoje eu trabalho na Telefonica | Vivo. Não, eu não souatendente de telemarketing. E eu não tenho nada a ver com oSpeedy –n...
Pamela Mead │ The Magic Number │ © Telefónica I+D, 2011
A área
Como a áreaera no“passado”...
aço wireframe, aplico testede usabilidade, crio matriz deconteúdo, faço vocabuláriocontrolado, modero cardsorting, monto p...
Como éagora?
Amadurece                                      ndo• Antes, eramos todos iguais e tentávamos fazer tudo.• Como qualquer coi...
Arquiteto deinformação• Organiza conteúdo. Define vocabulário controlado, dicionário de sinônimos, busca, metadados etc.
Pesquisador• Estuda o comportamento do usuário. Conduz pesquisas em laboratório, faz shadowing, diários de uso etc.       ...
Designer deinteração• Define interações. Cria a navegação do site, definindo o que acontece em cada tela.                 ...
Gerente deUX• Coordena. Lidera AIs, pesquisadores e designers de interação. Orienta e aprova as entregas.                 ...
Desgarradosda UX.br• Visual Designer: geralmente está na equipe de criação, na agência. É difícil encontrar nas consultori...
Somosmultidisciplinares          http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
E continuamos“tudistas”       http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
O trabalho
Como otrabalho era no“passado”...
Arquiteto-Aprovou o escopo e oconteúdo com o cliente.- Definiu a estrutura.- Aprovou a estrutura com ocliente.
Criação- O cliente achou a primeira proposta careta e pediu uma coisa maisdiferente e ousada.- Entre 21 idas e vindas, che...
Desenvolvi-mento- Implementou o que deu pra fazer.-O prazo estourou e tiveram 1semana pra desenvolver tudo.- A navegação m...
Como éagora?
A maioria doslugares        (agência, cliente e     continuaconsultoria)assim
Ainda“compartimentamos”a criação    Putz, a equipe de               UX tá lotada.            Precisamos arranjar          ...
O princípio da fábrica de alfinete foi o de que a divisãodo trabalho pode aumentar a produtividade nasorganizações
Aumenta a produtividade, mas não é nada inovador e criativo...
Nossa áreaamadurece, masseguimos a mesmaestrutura detrabalho de antes
Apesar disso, ascoisas quegostamos de usarevoluem
EVOLUEM RÁPIDO
Há alguns anos as coisas não são mais tela a tela
Nem acontecem numa tela só
http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
Vamos queimar os wireframes!
O trabalho não começa (e nem deveria acabar) no wireframe
Um ponto devista
Sobre oprojeto
Tenha osobjetivos claros.Antes de começar a pensar na tela:Conheça as necessidades do seuusuário, mesmo que sejapesquisand...
http://www.businessmodelgeneration.com/canvas
Identifique oque deve serincrível. E sejaincrível nisso.Identifique a tela principal –acredite,na maioria das vezes não é ...
a           b          c Timeline   Timeline   TimelineFacebook    Gowalla      Path
Reconheçapadrões,compare,adapte
Conceito 1   Conceito 2   Conceito 3
"Good artists copy, great artists steal."
Edite. Corte.Diminua.Valide.Faça planos de lançamento. Foqueno que realmente importa.Pareto is king.
Mas eu só quero pagar uma conta!
Tente nãocomprometerseu tempo comdocumentaçõescomplexas.Sabe aquele documento complicado,cheio de detalhes e legendas? Poi...
Desenhe,desenhe,desenhe,desenhe.Antes de partir para o wireframe,desenhe com o time todo. Junteideias, referências, tudo o...
Seja visual.Exemplifique.Pesquise umpainel dereferências.Participe do processo de criaçãocomo um todo. Comunique-sevisualm...
Seja ainda maisvisual.Pesquise!Não se limite ao seu “nicho”.Dificilmente dá pra contar com ummotion designer. Leve contrib...
Experimente.Tem algum serviço novo?Cadastre-se.Baixe todos os aplicativos de graça –e os pagos, se forem muito legais.Use ...
Não seja umcompletoleigo emprogramaçãoNão é pra ser mais umdesenvolvedor, mas saberentender o que eles dizem éfundamental.
Teste (menoscom a suamãe, que écoruja).Testar nem sempre é complicadoe caro. Nielsen já dizia: com 5usuários dá pra produz...
Tenha sempreem mente
Você estádisputandopor tempo.Seja obssessivo com velocidade.
ser                                                                                           )                          e...
A interaçãodeve fluir, semengasgos.Faça com que o usuário percorrafluxos de maneira fluida e aexperiência trará felicidade.
Mire algoviciante, comoum jogoOk, gamification é buzzword, masde site de banco a fazendinha,sua interface tem que “prender...
https://www.mint.com/how-it-works/budgeting/
Semprereduza oesforçoSe pergunte: o que o usuário vaiganhar em troca? Vale a pena?
Pense nomodelomentalNem sempre o usuário vainavegar usando a forma maislógica.     http://www.cred.columbia.edu/guide/imag...
Sobreatitude
Acostume-se:você vai ser ochato. Masnunca o c*ga-regra.Você vai colaborar com otrabalho dos outros.
A primeirasolução nuncaé a melhorsolução.Seja incansável. Respire o seuproduto.
A inspiraçãopode vir deumacalculadoraAcredite.
Envolva odesenvolvedor.Ele é geek echeio dereferências.Tenha um advogado ao seu lado,não um crítico.
Divirta-se!
Briefing    UX: AI / DI           Criação          Desenvolvimento                                            Look        ...
Perguntas?Obrigada!@gaibagaiba.mejuliana@gaiba.me
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
User Experience de ponta a ponta
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

User Experience de ponta a ponta

2,024

Published on

Ao deixar o seu tablet na horizonal, aquele app mostra uma solução bem bacana de navegação. E aquele site, que permite drag and drop? Bem legal de usar! Como criar uma interface apaixonante, então? Os aplicativos mais legais do seu celular não possuem navegação “clássica”, tela a tela. Além de definir a estrutura das informações, nosso papel é cada vez mais co-criativo e, para que tudo funcione, nossa interação com visual designers e developers é essencial para garantir que os produtos sejam mais que funcionais.

Published in: Design
1 Comment
20 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
2,024
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
20
Embeds 0
No embeds

No notes for slide
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Sim, o meu pai, que mal ligava o computador há 1 ano, hoje compra no Ebay. Em inglês. E paga com Paypal.A minha mãe lê Katylene, usa o Facebook e adora ver videos no Youtube.E a minha irmã, que é uma das pessoas mais pão duras que eu conheço, gastou seu suado dinheirinho num iPhone e hoje não desgruda dele.
  • DISCLAIMEREssa apresentação leva em conta a experiência que tenho na área de UX. Nada aqui está escrito em pedraSe você discorda, a ideia é essa mesmo: promover o debateNão, eu juro que não vai ser polêmica
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • Comecei meio que por acaso: estava fazendo design, fiz uma iniciação científica que envolvia ergonomia e design de informação –mais especificamente, sinalização de ambientes publicos. Aí, um amigo da faculdade comentou que uma consultoria precisava de alguém pra diagramar uns relatórios. Fui lá conhecer. E assim comecei a trabalhar na Try, quando a empresa era bem pequena e quase ninguém falava de usabilidade no Brasil.Depois, virei arquiteta de informação. Já trabalhei em agência, já trabalhei em portal, já trabalhei em instituto de tecnologia, já trabalhei em fabricante de celular. Acho que já vi bastante coisa por aí, e tenho ficado cada vez mais maravilhada com as possibilidades do nosso trabalho.
  • E aí, o que acaba acontecendo?wireframe diaboEu não sou a favor de demonizar o wireframe.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Jonathan Ive
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Identifique a tela principal –acredite, na maioria das vezes não é a home. Ela tem que ser melhor do que todos os seus concorrentes. Tente envolver a equipe toda nesse processo: desenvolvedores, stakeholders, gerentes. Todos devem contribuir.
  • Transcript of "User Experience de ponta a ponta"

    1. 1. user experienceDe pontaa ponta Dia Mundial da Arquitetura de Informação 11/02/2012 Juliana Gaiba
    2. 2. Agenda• Apresentação• UX: antes, agora e depois• Nosso problema• Um ponto de vista
    3. 3. Oi,• Trabalho na “grande área de UX” há ~8 anos• Sou formada em design, mas comecei trabalhando comusabilidade• Já fui agência, cliente e consultoria• Continuo aprendendo• E me apaixonando pelo que faço 
    4. 4. Cristina, 27 anos. Viciada no Antonio, 57 anos. Fica o dia Facebook. Apesar da todo comprando peças de bikepãodurice, comprou um iPhone no eBay, pagando com Paypal e não desgruda dele. Paola, 55 anos. Fã do Dance Central, no Kinect. Adora Katylene.com
    5. 5. Hoje eu trabalho na Telefonica | Vivo. Não, eu não souatendente de telemarketing. E eu não tenho nada a ver com oSpeedy –não me xinguem.A área de UX da TEF tem hoje 7 meses. E nosso desafio, claro, éfazer coisas legais. Lançar produtos que as pessoas curtam.E isso é difícil pra caramba.
    6. 6. Pamela Mead │ The Magic Number │ © Telefónica I+D, 2011
    7. 7. A área
    8. 8. Como a áreaera no“passado”...
    9. 9. aço wireframe, aplico testede usabilidade, crio matriz deconteúdo, faço vocabuláriocontrolado, modero cardsorting, monto protótipo empapel, crio animações nopower point, arraso nospainéis dinâmicos do axure
    10. 10. Como éagora?
    11. 11. Amadurece ndo• Antes, eramos todos iguais e tentávamos fazer tudo.• Como qualquer coisa que é muito nova, estamos amadurecendo, nos profissionalizando e especializando – apesar da área naturalmente generalista.• De uma forma bem simplista, hoje posso falar que os meus colegas de profissão se dividiram em “categorias”.
    12. 12. Arquiteto deinformação• Organiza conteúdo. Define vocabulário controlado, dicionário de sinônimos, busca, metadados etc.
    13. 13. Pesquisador• Estuda o comportamento do usuário. Conduz pesquisas em laboratório, faz shadowing, diários de uso etc. http://www.u-sentric.com/modulefiles/pages/421_1246010512_stationair-usability-lab.jpg
    14. 14. Designer deinteração• Define interações. Cria a navegação do site, definindo o que acontece em cada tela. http://media.smashingmagazine.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_1392.jpg
    15. 15. Gerente deUX• Coordena. Lidera AIs, pesquisadores e designers de interação. Orienta e aprova as entregas. http://www.stevepratt.com/wp-content/uploads/2008/11/leaderpegs.jpg
    16. 16. Desgarradosda UX.br• Visual Designer: geralmente está na equipe de criação, na agência. É difícil encontrar nas consultorias.• Redator: apesar de importante, nunca é exclusivo para UX. Geralmente fica na publicidade.• Prototyper: cria as animações e transições. Bem raro. http://www.userfocus.co.uk/articles/how-to-design-like-Leonardo-da-Vinci.html
    17. 17. Somosmultidisciplinares http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
    18. 18. E continuamos“tudistas” http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
    19. 19. O trabalho
    20. 20. Como otrabalho era no“passado”...
    21. 21. Arquiteto-Aprovou o escopo e oconteúdo com o cliente.- Definiu a estrutura.- Aprovou a estrutura com ocliente.
    22. 22. Criação- O cliente achou a primeira proposta careta e pediu uma coisa maisdiferente e ousada.- Entre 21 idas e vindas, chegaram nessa versão. O wireframe caiuno esquecimento.
    23. 23. Desenvolvi-mento- Implementou o que deu pra fazer.-O prazo estourou e tiveram 1semana pra desenvolver tudo.- A navegação mudou, não deutempo de seguir.- Wireframe? Tinha isso?!- Não vai dar tempo de fazer essasanimações todas no código, vamosbotar um flash.- Vai demorar uns 68 segundos praabrir o site, beleza?- Ninguém teve tempo de testar.
    24. 24. Como éagora?
    25. 25. A maioria doslugares (agência, cliente e continuaconsultoria)assim
    26. 26. Ainda“compartimentamos”a criação Putz, a equipe de UX tá lotada. Precisamos arranjar um fornecedor de wireframes.
    27. 27. O princípio da fábrica de alfinete foi o de que a divisãodo trabalho pode aumentar a produtividade nasorganizações
    28. 28. Aumenta a produtividade, mas não é nada inovador e criativo...
    29. 29. Nossa áreaamadurece, masseguimos a mesmaestrutura detrabalho de antes
    30. 30. Apesar disso, ascoisas quegostamos de usarevoluem
    31. 31. EVOLUEM RÁPIDO
    32. 32. Há alguns anos as coisas não são mais tela a tela
    33. 33. Nem acontecem numa tela só
    34. 34. Designer deinteração• Define interações. Cria a navegação do site, definindo o que acontece em cada tela. http://media.smashingmagazine.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_1392.jpg
    35. 35. Continuamosusando as mesmasferramentas
    36. 36. http://www.slideshare.net/upasaopaulo/perfil-do-profissional-de-ux-no-brasil
    37. 37. Vamos queimar os wireframes!
    38. 38. O trabalho não começa (e nem deveria acabar) no wireframe
    39. 39. Um ponto devista
    40. 40. Sobre oprojeto
    41. 41. Tenha osobjetivos claros.Antes de começar a pensar na tela:Conheça as necessidades do seuusuário, mesmo que sejapesquisando mais sobre ele noGoogle. Conheça a suaconcorrência! Tente elaborar ummodelo de negócios “express”, é umexcelente exercício. Saiba quais sãoas possibilidades técnicas da(s)plataforma(s) que você estáprojetando.
    42. 42. http://www.businessmodelgeneration.com/canvas
    43. 43. Identifique oque deve serincrível. E sejaincrível nisso.Identifique a tela principal –acredite,na maioria das vezes não é a home.Ela tem que ser melhor do que todosos seus concorrentes. Tente envolvera equipe toda nesse processo:desenvolvedores, stakeholders,gerentes: todos devem contribuir.Chegue em dois ou três caminhosdiferentes e depois evolua.
    44. 44. a b c Timeline Timeline TimelineFacebook Gowalla Path
    45. 45. Reconheçapadrões,compare,adapte
    46. 46. Conceito 1 Conceito 2 Conceito 3
    47. 47. "Good artists copy, great artists steal."
    48. 48. Edite. Corte.Diminua.Valide.Faça planos de lançamento. Foqueno que realmente importa.Pareto is king.
    49. 49. Mas eu só quero pagar uma conta!
    50. 50. Sobre otrabalho
    51. 51. Tente nãocomprometerseu tempo comdocumentaçõescomplexas.Sabe aquele documento complicado,cheio de detalhes e legendas? Poisé, (quase) ninguém vai ler aquilo.E, mesmo se ler, não vai sairexatamente o que você quer. Gasteseu tempo orientando e validando.
    52. 52. Desenhe,desenhe,desenhe,desenhe.Antes de partir para o wireframe,desenhe com o time todo. Junteideias, referências, tudo o quepuder. Exemplifique!
    53. 53. Seja visual.Exemplifique.Pesquise umpainel dereferências.Participe do processo de criaçãocomo um todo. Comunique-sevisualmente: nada pior que tentarexplicar uma imagem com milpalavras. Use referências,contribua.
    54. 54. Seja ainda maisvisual.Pesquise!Não se limite ao seu “nicho”.Dificilmente dá pra contar com ummotion designer. Leve contribuiçõesde animações e transições de tela:esses também são elementos chaveda experiência, principalmentemobile.
    55. 55. Experimente.Tem algum serviço novo?Cadastre-se.Baixe todos os aplicativos de graça –e os pagos, se forem muito legais.Use o celular velho da sua vó.
    56. 56. Não seja umcompletoleigo emprogramaçãoNão é pra ser mais umdesenvolvedor, mas saberentender o que eles dizem éfundamental.
    57. 57. Teste (menoscom a suamãe, que écoruja).Testar nem sempre é complicadoe caro. Nielsen já dizia: com 5usuários dá pra produzir bonsresultados. Aliando isso a índicescomo Net Promoter Score, suaanálise fica ainda mais rica.
    58. 58. Tenha sempreem mente
    59. 59. Você estádisputandopor tempo.Seja obssessivo com velocidade.
    60. 60. ser ) er s ase ck in m t on /U Us en li s oC c ti lick es/ ue em Qu c t isfa et ven ery t in yC eri fin cre Tim Sat Dis Qu An Re Re (in 50ms - - - - - - 200ms - - - -0.3% -0.4% 500 500ms - -0.6% -1.2% -1.0% -0.9% 12001000ms -0.7% -0.9% -2.8% -1.9% -1.6% 19002000ms -1.8% -2.1% -4.3% -4.4% -3.8% 3100 • 0.1s é o tempo máximo para dar a percepção de “instantaneidade”. • Conforme o tempo de carregamento aumenta, os usuários vão deixando de usar o serviço. • Quanto mais o sistema demora para responder, maior o impacto na atenção do usuário –ele também demora para responder. • O usuário aprende rápido que o sistema está mais lento, mas demora para retomar a percepção de rapidez. http://velocityconf.com/velocity2009/public/schedule/detail/8523
    61. 61. A interaçãodeve fluir, semengasgos.Faça com que o usuário percorrafluxos de maneira fluida e aexperiência trará felicidade.
    62. 62. Mire algoviciante, comoum jogoOk, gamification é buzzword, masde site de banco a fazendinha,sua interface tem que “prender” ousuário e dar a experiência queele precisa: lúdica ou informativa.
    63. 63. https://www.mint.com/how-it-works/budgeting/
    64. 64. Semprereduza oesforçoSe pergunte: o que o usuário vaiganhar em troca? Vale a pena?
    65. 65. Pense nomodelomentalNem sempre o usuário vainavegar usando a forma maislógica. http://www.cred.columbia.edu/guide/images/illo_mental_model.gif
    66. 66. Sobreatitude
    67. 67. Acostume-se:você vai ser ochato. Masnunca o c*ga-regra.Você vai colaborar com otrabalho dos outros.
    68. 68. A primeirasolução nuncaé a melhorsolução.Seja incansável. Respire o seuproduto.
    69. 69. A inspiraçãopode vir deumacalculadoraAcredite.
    70. 70. Envolva odesenvolvedor.Ele é geek echeio dereferências.Tenha um advogado ao seu lado,não um crítico.
    71. 71. Divirta-se!
    72. 72. Briefing UX: AI / DI Criação Desenvolvimento Look and Briefing Conteúdo feel Implementação Uxs + Devs + Usuários
    73. 73. Perguntas?Obrigada!@gaibagaiba.mejuliana@gaiba.me

    ×