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  • Professor : na imagem, ocupação das margens da represa Billings, no bairro do Grajaú, extremo sul do município de São Paulo (2003).
  • Professor : explique aos alunos que não existe atividade humana sem impacto ambiental; a diferença se dá em relação ao tamanho da agressão.
  • Professor : veja o tempo que a natureza leva para decompor alguns produtos: Papel : de 3 a 6 meses Tecido : de 6 meses a 1 ano Filtro de cigarro : 5 anos Chiclete : 5 anos Madeira pintada : 13 anos Náilon : mais de 30 anos Plástico : mais de 100 anos Metal : mais de 100 anos Vidro : 1 milhão de anos Borracha : tempo indeterminado
  • Professor: a animação mostra as fases do fenômeno da inversão térmica; utilize-a para explicar esse processo aos alunos.
  • Professor : a cada ano, cerca de 3 milhões de toneladas de poluentes ácidos são transportados pela circulação do ar dos Estados Unidos para o Canadá. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e algo em torno de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda foram destruídas pela acidez das chuvas.
  • Professor : utilize a animação para ilustrar o efeito estufa e suas consequências no meio ambiente.
  • Professor : utilize esse videoclipe para exemplificar aos alunos a ação humana no espaço geográfico. A música se chama Do the evolution , é da banda Pearl Jam, e tem seu videoclipe datado de 1997, dirigido por Kevin Altieri ( Batman: The Animated Series ) e Todd McFarlane ( Spawn ).
  • Professor : essa questão está ligada à habilidade 27 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Professor : essa questão está ligada à habilidade 29 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Geo 04

    1. 1. PROBLEMAS AMBIENTAIS GEOGRAFIA M.4 Multimídia X SAIR Abertura: Novos hábitos para o uso dos recursos naturais Abertura: Novos hábitos para o uso dos recursos naturais Capítulo 1: A poluição dos solos Capítulo 1: A poluição dos solos Capítulo 2: A poluição das águas Capítulo 2: A poluição das águas Resolução dos exercíciosResolução dos exercícios Slides Capítulo 3: A poluição do ar Capítulo 3: A poluição do ar Capítulo 4: Desenvolvimento sustentável Capítulo 4: Desenvolvimento sustentável PALAVRA DO AUTOR Animação: Inversão térmica Animação: Inversão térmica Vídeo: Do the evolution Vídeo: Do the evolution Animação: Chuva ácida Animação: Chuva ácida Animação: Efeito estufa Animação: Efeito estufa
    2. 2. X SAIRX SAIR DELFIMMARTINS/PULSARIMAGENS Novos hábitos para o uso dos recursos naturais
    3. 3. X SAIRX SAIR Capítulo 1 A poluição dos solos PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK
    4. 4. X SAIRX SAIR A poluição dos solos Na linha do Equador, o raio da Terra – ou seja, a distância da superfície até o centro – mede cerca de 6.378 km. A vida existente em nosso planeta acontece em uma estreita “camada” de apenas 24 km. Especialmente nas últimas décadas, a atividade humana age de forma destrutiva sobre esse “invólucro”, cujas reservas materiais não vão durar para sempre e cujo equilíbrio tem se revelado muito mais frágil do que supúnhamos. Córrego lança esgoto em praia de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. 1 A poluição dos solos REGINALDOPUPO/ FOLHAIMAGEM
    5. 5. X SAIRX SAIR Principais impactos à litosfera Considerando apenas os solos, vemos os seguintes impactos:  Supressão parcial ou total da cobertura orgânica, modificação da composição mineral, erosão, ressecamento e desertificação;  Contaminação por fertilizantes, defensivos agrícolas e dejetos animais, nas atividades agropecuárias;  Resíduos, alguns deles altamente tóxicos, em consequência das atividades industriais;  Acúmulo de lixo urbano, principalmente nas periferias das grandes cidades ou nas margens das rodovias;  Contaminação por poluentes descartados nas águas e no ar. 1 A poluição dos solos
    6. 6. X SAIRX SAIR Principais impactos à litosfera Áreas contaminadas no estado de São Paulo 1 A poluição dos solos
    7. 7. X SAIRX SAIR A poluição agropecuária Os campos cultivados e as pastagens ocupam mais de 30% das terras não cobertas de gelo do planeta. Agricultura sofreu os efeitos da “revolução verde”. A biodiversidade de vastas regiões foi reduzida, afetando mecanismos naturais de autorregulação. Intensa poluição dos solos rurais Fosfatos, nitratos, substâncias cloradas e metais pesados são alguns dos poluentes mais frequentes. Aplicação de pesticidas em videiras, França, 2003 1 A poluição dos solos MAURITIUS/LATINSTOCK
    8. 8. X SAIRX SAIR A poluição industrial A atividade industrial é uma das principais fontes de poluentes. Larga escala e acelerado ritmo de crescimento, inexistência ou permissividade dos mecanismos de controle Os poluentes gerados na indústria chegam ao homem não apenas por contato direto com os resíduos, por ingestão de águas contaminadas ou aspiração do ar poluído, mas também por meio da cadeia alimentar. Dos metais pesados usualmente descartados pela indústria, o mercúrio é considerado o mais perigoso. 1 A poluição dos solos
    9. 9. X SAIRX SAIR O lixo urbano Depois dos resíduos industriais e dos insumos agropecuários, o lixo urbano é o principal fator de poluição dos solos. Estima-se que cada ser humano produza, em média, mais de 1 kg de lixo por dia. Os padrões de produção e consumo das modernas sociedades capitalistas, baseados na fabricação crescente de artigos descartáveis e na superutilização de embalagens, impulsionam fortemente a geração de lixo. Campanha de reciclagem de celulares em Washington, EUA, 2005 1 A poluição dos solos JOERAEDLE/GETTYIMAGES
    10. 10. X SAIRX SAIR O lixo urbano Perfil do lixo não orgânico no Brasil 1 A poluição dos solos
    11. 11. X SAIRX SAIR A reciclagem no Brasil De modo geral, apenas 25,93% das capitais brasileiras dispõem de aterros sanitários. Com relação à reciclagem, alguns indicadores do país chegam a ser deprimentes. 1 A poluição dos solos
    12. 12. X SAIRX SAIR O que fazer com tanto lixo Aterros sanitários O lixo é depositado sobre um terreno coberto de argila e plástico, para evitar que o chorume produzido pelos dejetos se infiltre no solo e contamine as águas subterrâneas. O chorume é um dos resíduos mais tóxicos produzidos pelo homem. 1 A poluição dos solos ANACAROLINAFERNANDES/FOLHAIMAGEM
    13. 13. X SAIRX SAIR O que fazer com tanto lixo Incineração Em alguns casos, o calor resultante do processo é usado na produção de energia elétrica e aquecimento da água, além da redução do volume de lixo. Mas a instalação de usinas de incineração é cara, e a queima do lixo lança grande quantidade de gases poluentes. Compostagem Decomposição feita por micro-organismos, o “composto” ajuda a fertilizar o solo. A primeira condição para que a compostagem seja feita de maneira adequada é a coleta seletiva. 1 A poluição dos solos
    14. 14. X SAIRX SAIR O que fazer com tanto lixo Reciclagem Junto com a compostagem, é o método mais limpo e sustentável. Consiste em reutilizar materiais descartados como matéria-prima na produção de outros bens. Usina de reciclagem de alumínio em São Paulo-SP, 1995 1 A poluição dos solos DANIELAUGUSTOJR/PULSARIMAGENS
    15. 15. X SAIRX SAIR Capítulo 2 A poluição das águas PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK
    16. 16. X SAIRX SAIR A poluição das águas  A crise da água, por escassez ou poluição, decorrente do uso abusivo e irresponsável, tornou-se uma das questões mais importantes e urgentes da atualidade.  Não é necessária apenas para nossa sobrevivência, mas também para quase todas as formas de produção: a quantidade de água consumida nos domicílios corresponde a apenas 8% do total, enquanto 80% são destinados à agricultura e 12% à indústria. A consagração com o uso da água está presente nos rituais de várias religiões. Batismo cristão na Costa do Sol, Espanha. 2 A poluição das águas GUIDO
    17. 17. X SAIRX SAIR O que perturba o ciclo natural das águas  Conforme a definição da Organização Mundial da Saúde, água poluída é aquela que tem a composição alterada, não está em equilíbrio com o meio e não serve para o uso que teria em seu estado natural.  Para medir o grau de poluição levam-se em conta fatores físicos e químicos, como temperatura, presença de resíduos (em suspensão ou depositados) e composição. 2 A poluição das águas
    18. 18. X SAIRX SAIR A poluição agropecuária Contaminação da água subterrânea em área agrícola 2 A poluição das águas
    19. 19. X SAIRX SAIR A superutilização dos recursos hídricos A escala das atividades agropecuárias e industriais e os modos de produção adotados nos campos e nas cidades aumentaram em todo o mundo o uso da água. Para produzir 1 kg de milho gastam-se 400 litros de água. No sistema de irrigação por pivô central parte da água é desperdiçada pela evaporação, Rio Verde (GO), em 2002. LUCIANOCANDISANI/KINO 2 A poluição das águas
    20. 20. X SAIRX SAIR A poluição industrial Contaminação da água subterrânea pela atividade industrial 2 A poluição das águas
    21. 21. X SAIRX SAIR A poluição por esgotos domésticos  Em todo o mundo, cerca de 2,6 bilhões de pessoas, em torno de 40% da população total, não dispõem de saneamento básico adequado. No Brasil, mais de 40 milhões de pessoas não têm acesso aos recursos de canalização e tratamento de esgoto, ou mesmo ao tratamento da água consumida. Rio poluído por dejetos domésticos em Pasay, Filipinas JOHN 2 A poluição das águas
    22. 22. X SAIRX SAIR O desperdício  A Região Metropolitana de São Paulo apresenta sérios problemas para garantir água em quantidade e qualidade adequada para seus 19 milhões de habitantes.  A má gestão do recurso resulta da destruição ou poluição de mananciais pela expansão urbana e das altas taxas de desperdício no transporte e consumo da água.  As principais causas desse problema não são os maus hábitos individuais, mas a ineficiência do sistema de distribuição: segundo a ONG ambientalista Instituto Socioambiental, cerca de 45% da água retirada dos mananciais das capitais brasileiras é desperdiçada em vazamentos, submedições e fraudes. 2 A poluição das águas
    23. 23. X SAIRX SAIR A poluição dos mares e oceanos  Um dos maiores impactos ambientais marítimos é causado pelo despejo voluntário ou acidental de petróleo. O mar Mediterrâneo, o mar do Norte, o canal da Mancha e os mares próximos ao Japão se destacam por possuírem os maiores índices de poluição. Aproximadamente 6 milhões de toneladas de petróleo são despejadas no mar a cada ano. Ave atingida por derramamento de petróleo cru na costa do País de Gales, em 1996 SIMON 2 A poluição das águas
    24. 24. X SAIRX SAIR Capítulo 3 A poluição do ar PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK
    25. 25. X SAIRX SAIR Primeiras manifestações  A poluição atmosférica – que se intensificara com a Revolução Industrial, no século XIX – apresentou novo pico de crescimento a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).  Desde essa época, os níveis de poluição do ar tiveram aumento muito mais rápido do que o crescimento da população. 3 A poluição do ar
    26. 26. X SAIRX SAIR 3 A poluição do ar Inversão térmica Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    27. 27. X SAIRX SAIR Ilhas de calor e tempestades urbanas O aumento da temperatura do ar das grandes cidades é um fenômeno da urbanização recente, fruto do crescimento das manchas urbanas. Em São Paulo chegou a ser registrada uma diferença de 10 ºC entre as temperaturas medidas no centro e na periferia da cidade. Essa anomalia decorre de diversos fatores, como poluição atmosférica, alta densidade demográfica, diminuição das áreas verdes, pavimentação, construção de prédios que dificultam a circulação do ar, enorme contingente de veículos etc. Enchente na avenida Nove de Julho, em São Paulo, durante tempestade em 23 de fevereiro de 2009 MOACYRLOPESJUNIOR/FOLHAIMAGEM 3 A poluição do ar
    28. 28. X SAIRX SAIR 3 A poluição do ar Chuva ácida Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    29. 29. X SAIRX SAIR 3 A poluição do ar Efeito estufa Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    30. 30. X SAIRX SAIR Capítulo 4 Desenvolvimento sustentável PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK
    31. 31. X SAIRX SAIR Definição Conforme a definição adotada pela ONU em 1983, desenvolvimento sustentável é aquele “capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das gerações futuras”. Evolução histórica da sustentabilidade e da responsabilidade social corporativa 4 Desenvolvimento sustentável
    32. 32. X SAIRX SAIR O “paradoxo de Jevons” Plataforma de exploração de petróleo no lago de Maracaibo, na Venezuela Das primeiras minas de carvão às modernas plataformas de exploração de petróleo o salto tecnológico foi enorme. Isso não significa que o impacto ambiental tenha diminuído. Gravura de George Walker (1781-1856) AKG/LATINSTOCK REUTERS/LATINSTOCK 4 Desenvolvimento sustentável
    33. 33. X SAIRX SAIR Os limites do crescimento 1971: reunião do Clube de Roma culminou no relatório Os limites do Crescimento. Em 1986, na Comissão Brundtland, convocada pela ONU, produziu-se um documento intitulado Nosso futuro comum, que difundiu os conceitos de biodiversidade e desenvolvimento sustentável. 4 Desenvolvimento sustentável A Terra poderia entrar em colapso com o crescimento exagerado da população e da produção. Para evitar o desastre, seria necessário gerenciar globalmente a expansão populacional, a economia e a exploração de recursos naturais.
    34. 34. X SAIRX SAIR A ECO-92 e a Agenda 21  1992: Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, popularmente denominada Cúpula da Terra ou ECO-92.  A Agenda 21, o documento elaborado nessa conferência, consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e reconheceu a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem nessa direção.  Essas negociações foram prejudicadas pela resistência dos EUA, na época sob a presidência de George Bush, em fixar limites para as emissões de gases de efeito estufa. 4 Desenvolvimento sustentável
    35. 35. X SAIRX SAIR O Protocolo de Kyoto Compromisso mais rígido na limitação das emissões de gases de efeito estufa Deveria ser assinado por 55% dos países que, juntos, produzem 55% das emissões. Tal marca foi alcançada no fim de 2004, quando a Federação Russa ratificou o documento, que passou a vigorar em 16 de fevereiro de 2005. Os EUA se opuseram fortemente ao protocolo. Os efeitos da poluição em Hong Kong, 2008 4 Desenvolvimento sustentável TIMGRAHAM/GETTYIMAGES
    36. 36. X SAIRX SAIR A “revolução ponto-com”  De início, acreditou-se que o aumento explosivo do uso de computadores pessoais e de outros dispositivos eletrônicos informatizados contribuiria para a proteção do meio ambiente. Mas...  Computadores, laptops, celulares, Blackberries, iPhones, iPods, aparelhos de MP3 etc. precisam de matérias- -primas e energia para serem produzidos, comercializados e operacionalizados. Além disso...  Seu descarte, cada vez mais rápido devido à inovação tecnológica desenfreada, gera quantidades colossais de lixo. 4 Desenvolvimento sustentável
    37. 37. X SAIRX SAIR A “revolução ponto-com” Lixão digital em Pequim, China (2001) BOBSACHA/CORBIS/LATINSTOCK 4 Desenvolvimento sustentável
    38. 38. X SAIRX SAIR Uma nova perspectiva 4 Desenvolvimento sustentável
    39. 39. X SAIRX SAIR Uma nova perspectiva: Do the evolution Clique na imagem abaixo para ver o vídeo. Duração: 3min52s 4 Desenvolvimento sustentável
    40. 40. X SAIRX SAIR Navegando no módulo PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK
    41. 41. X SAIRX SAIRNavegando no módulo
    42. 42. X SAIRX SAIRNavegando no módulo
    43. 43. X SAIRX SAIR PAULSOUDERS/ CORBIS/LATINSTOCK SEQUÊNCIA DIDÁTICA Adaptação e consultoria: Professor Diogo Martins de Santana Revisão: Lara Milani (coord.), Adriana B. dos Santos, Alexandre Sansone, Amanda Ramos, Anderson Félix, André Annes Araujo, Aparecida Maffei, David Medeiros, Greice Furini, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti Imagens: © Do the evolution/ MTV VÍDEOS Palavra do autor Produção: Estúdio Moderna Produções Edição: 3D LOGIC MULTIMÍDIA Consultoria: Professor Marcelo Sato Edição: Daniel Lima, Daniela Silva, Luciana Scuarcialupi, Raphael Prado Revisão técnica: Professora Stela Kuperman Pesso Produção: Cricret Design Locução: Núcleo de Criação Checagem: Luciana Soares, Luciana Scuarcialupi © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo/SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br FIM
    44. 44. X SAIRX SAIR X SAIR GEOGRAFIA M.4 PROBLEMAS AMBIENTAIS
    45. 45. X SAIRX SAIRENEM – GEOGRAFIA M.4 1 Apesar da importância para saúde e meio ambiente, o saneamento básico no Brasil está longe de ser adequado. Mais da metade da população não conta, sequer, com redes para coleta de esgotos e 80% dos resíduos gerados são lançados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de tratamento. O descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento em nosso País, em especial nas áreas urbanas, compromete a qualidade de vida da população e do meio ambiente. Enchentes, lixo, contaminação dos mananciais, água sem tratamento e doenças apresentam uma relação estreita. Diarreias, dengue, febre tifoide e malária, que resultam em milhares de mortes anuais, especialmente de crianças, são transmitidas por água contaminada com esgotos humanos, dejetos animais e lixo. Disponível em: <http://www.mananciais.org.br/site/agua/saneamento>. Acesso em: 16 maio 2009.
    46. 46. X SAIRX SAIR Reciclagem Proporção de municípios, por condição de esgotamento sanitário, segundo as Grandes Regiões − 2000. Grandes Regiões Proporção de municípios, por condição de esgotamento sanitário (%) Sem coleta Só coletam Coletam e tratam Brasil 47,8 32,0 20,2 Norte 92,9 3,5 3,6 Nordeste 57,1 29,6 13,3 Sudeste 7,1 59,8 33,1 Sul 61,1 17,2 21,7 Centro-Oeste 82,1 5,6 12,3 Disponível em: <www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/27032002pnsb.shtm>. Acesso em: 16 maio 2009. ENEM – GEOGRAFIA M.4
    47. 47. X SAIRX SAIR I. Os dados da tabela anterior indicam que apenas o Sudeste apresenta coleta sem tratamento superior à metade de todo esgotamento sanitário produzido e que a região Norte apresenta as menores porcentagens de coleta e tratamento. II. A qualidade da água para abastecimento está, geralmente, relacionada ao tratamento que recebe nas grandes cidades. A ausência de tratamento ou o tratamento inadequado da água deixam-na turva, com mau cheiro e podem causar indisposição − o que não chega a ser um problema grave de saúde pública, nem se relaciona à elevada taxa de mortalidade infantil. III. Para melhorar a qualidade de vida da população brasileira, principalmente nas áreas de maior incidência de pobreza, é necessário que os investimentos em saneamento básico sejam suficientes para reduzir as taxas de domicílios não atendidos pela coleta e tratamento de esgotos. IV. Os aterros sanitários (lixões) podem contaminar o lençol freático quando não são preparados adequadamente, pois o lixo libera o chorume, que pode contaminar as águas do subsolo e, por consequência, os mananciais. Estão corretas as seguintes afirmações: a) I, II e III. b) I e IV. c) I, III e IV. d) II, III e IV. e) Todas. RESPOSTA: C A afirmação II está errada pois a água não tratada é um dos principais veículos de transmissão de doenças infectocontagiosas. Por isso, constitui-se em uma das principais responsáveis pela mortalidade infantil. ENEM – GEOGRAFIA M.4
    48. 48. X SAIRX SAIR 2 Associe as colunas A e B. Coluna A 1. A área central das grandes aglomerações urbanas, com prédios, asfalto, poluição, cimento e concreto, apresentam temperaturas mais elevadas que a periferia ou as áreas arborizadas maiores. 2. A emissão de certos gases, como o CFC, agridem a camada da atmosfera que filtra os raios solares. Como resultado desse processo, os casos de câncer de pele podem aumentar. 3. O aumento da presença de certos gases, como o carbônico e o metano, entre outros, retém parte da reflexão dos raios solares na superfície terrestre e, por isso, provocam a elevação da temperatura no planeta. Para tentar reduzir esse impacto ambiental foi proposto um acordo, conhecido como Protocolo de Kyoto. 4. A emissão de gases com enxofre, nitrogênio, carbono e outros pode diminuir ainda mais o pH das águas das chuvas e causar a corrosão de materiais urbanos, inclusive de estátuas, e a morte da vegetação. 5. Forma de relação entre sociedade e natureza capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender às necessidades das gerações futuras. ENEM – GEOGRAFIA M.4
    49. 49. X SAIRX SAIR Coluna B A — Desenvolvimento sustentável B — Efeito estufa C — Ilha de calor D — Chuva ácida E — Buraco na camada de ozônio a) 1 – C, 2 – E, 3 – B, 4 – D e 5 – A. b) 1 – D, 2 – E, 3 – C, 4 – A e 5 – B. c) 1 – C, 2 – B, 3 – D, 4 – E e 5 – A. d) 1 – A, 2 – E, 3 – B, 4 – D e 5 – C. e) 1 – B, 2 – A, 3 – C, 4 – D e 5 – E. RESPOSTA: A A queima dos combustíveis fósseis, a urbanização, a produção industrial e o desmatamento sistemático provocam impactos ambientais negativos como os descritos na questão. ENEM – GEOGRAFIA M.4
    50. 50. X SAIRX SAIRX SAIRX SAIR QUESTÕES ENEM Elaboração: Luiz Carlos Parejo Revisão crítica: Marcelo Sato Revisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, Flávia Yacubian, Greice Furini, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. Borsanelli Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo − SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br FIM

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