Anas Marrons Estilo Casp - Presentation Transcript
Maria Gabriela Pereira (Bia) Curso de Evolução Estelar Julho de 2008 Anãs Marrons
Existe um limite mínimo de massa para as estrelas?
ESTRELAS Final da Seqüência Principal: 0,072 M S ou 75M J
Existe algum objeto além do Vermelho , cujo máximo de emissão se encontra no Infra-vermelho ? ANÃS MARRONS
CONCEITO
Estrelas que falharam
Elo entre Anãs Vermelhas (0,072M S ) e Planetas Gigantes Extrasolares (0,01M S )
Estrelas de uma Seqüência Principal em Deutério
Isótopo Estável do Hidrogênio
Peso Atômico igual a 2 (Hidrogênio Pesado)
Queima ocorre em Anãs Marrons (até cerca de 13M J ou 0,011M S )
DEUTÉRIO ( 2 H) Limite de queima do D: ~ 8x10 5 K Limite de queima do H: ~ 2x10 6 K
ANÃS MARRONS Anãs Marrons e Estrelas podem ter temperatura e luminosidade idênticas. Onde está a diferença? Idade: Para estarem equivalentes, a estrela precisa ser mais velha que a anã marrom
Formação tal como estrelas
Brilho e Temperatura Efetiva diminuem ao longo do tempo
Atividade Magnética decrescente
CARACTERÍSTICAS
Primeira Anã Marrom oficial e indiscutível (1995)
Qual foi o método de confirmação?
BUSCA T eff 900K, 0,024M S Espectro com H 2 O, metano e CO 2 Distância: 5,8 parsecs
Primeiras confirmações: Propriedades Internas (teste de lítio)
Demais confirmações: Temperatura Externa (teste de metano)
TESTE DE LÍTIO
BUSCA POR LÍTIO E METANO 2MASS – Two Micron All-Sky Survey DENIS – Deep Near-Infrared Survey
COMPARAÇÕES
ATMOSFERAS Criação de 2 novas classes espectrais: O B A F G K M L T
T eff entre 1.500K a 2.000K
Presença de TiO e VO (moléculas), Sódio e Potássio
Descoberto ao redor de uma anã marrom por Gael Chauvin
ANÃS MARRONS Quantas anãs marrons existem?
Evolution of Low-Mass Stars IV. Effects of Multilevel Atomic Partition Functions for the Ideal-Gas Region – Grasboske Jr et al (1971)
Evolution of Low-Mass Stars V. Minimum Mass for the Deuterium Main Sequence – Grossman et al (1972)
Observations of Brown Dwarfs – Basri (2000)
A Descoberta das Anãs Marrons – Basri – Scientic American
A Decade of Brown Dwarfs – Basri – Sky & Telescope (Maio 2005)
Brown Dwarfs Showing Their True Colors – Goldman – Sky & Telecope (Fevereiro de 2002)
The Initial Mass Function of Low-Mass Stars and Brown Dwarfs in Young Clusters – Luhman et al (2000)
Brown Dwarfs in the Pleiades Cluster: a CCD-based in R, I survey – Osorio et al (1996)
An Effective Temperature Scale for Late M and L Dwarfs, from Resonance Absorption Lines of Cs I and Rb I – Basri et al
Spectroscopic Classification of Late-M and L Field Dwarfs – Martín et al (1999)
Página na internet da ESO: http://www.eso.org
Página da Universidade do Havaí: http://www.ifa.hawaii.edu/info/press-releases/Liu_AAS_June08/
Email enviado por Gibor Basri – Astrônomo da Universidade da Califórnia (Berkeley)
BIBLIOGRAFIA
Agradeço a paciência, a ajuda e a compreensão das pessoas abaixo, que tanto me incentivaram na pesquisa e na apresentação deste trabalho:
Alberto Martins, astrônomo do IAG, integrante do projeto GAIA, conselheiro do CASP
Cristóvão Jacques, especialista em imagens CCD, descobridor de 13 asteróides e co-descobridor de 13 SuperNovas pelo BRASS, ex-presidente do CEAMIG
Francisco Conte, professor de astronomia pelo CASP, teórico e pesquisador
Tasso Napoleão, professor de astrofísica pelo CASP, co-descobridor de 13 SuperNovas pelo BRASS, líder dos amadores do Nó Brasileiro para o Ano Internacional da Astronomia em 2009
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