negócios & tic – tecnoLogia da informação e comunicação ano V – número 19                                                 ...
Um Planeta mais Inteligente é um planeta seguro.Hoje em dia, nosso planeta está gerando uma infinidade                     ...
visão                                                                                                 A TI de bola cheia w...
síntese                                 VeRtICAIs                                 > FINANÇAS                              ...
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pa n o r a m a    mErCaDo   “A ESTRUTURA DE SERVIDORES DEVE   ESTAR BASEADA EM GRIDS: AINDA   QUE UM DOS NÓS DA REDE CAIA,...
Eu acabei de mandar aqueledocumento para a pessoa errada?                                                    Check Point D...
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FINANÇAS         SegurAdorAS             SoLuÇÃo   ras estão começando a dar ferramental        lo. Para isso, uma grande ...
Nosso                                                         compromisso                                                 ...
FINANÇAS          SegurAdorAS           VA L o r   Custos na mão da TI                                                    ...
TENDÊNCIAS   Mídias sociais:   sua rede está   preparada?                                        O                        ...
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TENDÊNCIAS            rEDE SoCIAL                                                                                         ...
A Allier atua no mercado há mais de 5 anos como um dos principaisdistribuidores de valor agregado (VAD) especializados ems...
TENDÊNCIAS           rEDE SoCIAL                                                    Com esses desafios, o primeiro passo  ...
Praça das Papoulas, 30 Conjunto C, Centro Comercial Alphaville 06453-000 Barueri, SP
TENDÊNCIAS           rEDE SoCIAL   operação mais atenta às tendên-                         ça nessas mídias e quais são   ...
número 9/2010                  Virtualização                  como garantir                  a segurança                  ...
risk     c r i m e s d i g i ta i s   Lei de crimes digitais   requer amplo debate   A AprovAção de umA lei               ...
risk      sEGUrANÇA   Com o avanço do acesso a todas as informações oferecidas     Brasil”, afirma Guilherme Almeida, advo...
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Mídias Sociais: sua empresa está preparada?
TI entra em campo
Tecnologia garante retomada
Estes são alguns assuntos que você irá ler na edição 19 da Decision Report.

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Revista Decision Report nº 19

  1. 1. negócios & tic – tecnoLogia da informação e comunicação ano V – número 19 tendências mídias sociais: sua empresa está preparada? copa 2014 ti entra em campo Eduardo BrunEtti, gErEntE dE projEtos da MarítiMa sEgurosencarte especiaL seguros tecnologia garante retomada
  2. 2. Um Planeta mais Inteligente é um planeta seguro.Hoje em dia, nosso planeta está gerando uma infinidade Texas, instalou uma rede inteligente de medidores dede informações que em dois anos vão somar 2,5 zettabytes luz que garante integridade aos dados de consumo.(o zettabyte é 1 seguido de 21 zeros) de dados e que Essa rede já proporcionou uma economia devão trazer inúmeros novos desafios. Segundo o FBI, aproximadamente 250 milhões de dólares. Um bancoem média, a infraestrutura de uma empresa é atacada comercial da Alemanha que mantém um diretório emcerca de 60 mil vezes por dia, e, só nos últimos cinco constante observação para evitar desvios financeirosanos, foram registrados 354 milhões de casos de reduziu o período de checagem de 8 a 12 horas paraquebra de privacidade de dados somente nos EUA. menos de 15 minutos. Sistemas de saúde estãoE, com as mais diversas áreas conectadas, vamos adotando processos de autenticação para queexpor cadeias de suprimentos, sistemas financeiros somente pessoas autorizadas acessem informaçõese de saúde aos mesmos riscos dos websites? sobre pacientes.Uma realidade tão ampla, complexa (70% do conteúdo Tornar os sistemas e as redes mais seguros e confiáveisdigital será gerado por pessoas que não têm é um futuro que já pode ser alcançado. Basta pensarmosnenhuma obrigação sobre ele, e 85% dessa produção em projetar a segurança e a privacidade para umacabará em empresas que precisam ser responsáveis Planeta mais Inteligente.por tais informações) e dinâmica precisava de novosmodelos de segurança que protegessem pontos-chave Vamos construir um Planeta mais Inteligente.do sistema, usando análise de alta velocidade para Junte-se a nós e veja o que outros estão fazendodescobrir ameaças antes que elas se tornassem em ibm.com/smarterplanet/br.uma realidade.A Oncor, uma distribuidora de energia de Dallas, noA IBM, o logo da IBM, ibm.com, Smarter Planet e o design do globo são marcas registradas e de titularidade da International Business Machines Corporation em todos os países do mundo onde atua. Outros nomese produtos e serviços podem ser marcas registradas e de titularidade da IBM ou de outras empresas. Uma lista atual das marcas registradas e de titularidade da IBM está disponível na internet no item “Copyrightand trademark information” no site www.ibm.com/legal/copytrade.shtml. © International Business Machines Corporation 2010.
  3. 3. visão A TI de bola cheia w w w. d e c i s i o n r e p o r t. c o m . b r N OV E M B R O 2 010 Direção e eDição geral O Brasil ganhOu a disputa para sediar a Copa 2014 e as Graça Sermoud Olímpiadas em 2016, mas antes da bola rolar a ti pode sairgsermoud@conteudoeditorial.com.br vencedora. tudo vai depender, no entanto, da performance dos reportagem Léia Machado jogadores e da estratégia em campo. Os grandes fornecedores delmachado@conteudoeditorial.com.br ti, sem exceção, já definiram suas táticas. ColaBoraDoreS a má notícia é que o governo pouco fez até o momento no sentido Charles Nisz júlia Zillig de preparar o terreno para a competição. setores como transpor- Priscila Andrade te, telefonia, logística e segurança pública demandarão investimentos pesados. a boa nova Silvia Angerami é que, cedo ou tarde, o movimento irá acontecer. CorreSpoNDeNteS pesquisa realizada pela Brasscom (associação Brasileira de Empresas de tecnologia da infor- Alda Campos, Europa Gilda Furiati, Brasília mação e Comunicação), em parceria com a telcomp (associação Brasileira das prestadoras de Vera Dantas, Rio de Janeiro serviços de telecomunicações Competitivas) revela que, por enquanto, os aportes previstos DeSigN em ti não serão suficientes para suportar a demanda. Rafael Lopes Lisboa segundo o estudo, dos r$ 57 milhões de gastos calculados, só 10% são contabilizados para a FotograFia Izilda França tecnologia da informação. O palpite do setor é que o percentual aumentará substancialmente com a proximidade dos jogos. no Panorama desta edição, Decision Report traça o cenário da Direção De marketiNg Sergio Sermoud peleja e mostra que o placar pode, sim, terminar favorável para o segmento.ssermoud@conteudoeditorial.com.br a edição aborda ainda outro tema polêmico e de grande interesse, o efeito das mídias sociais na eXeCUtiVo De CoNta infraestrutura de ti das empresas. hoje, não cabe mais aos líderes de tecnologia questionar as Débora Garbosadgarbosa@conteuedoeditorial.com.br redes sociais como benéficas ou não para o business das empresas. a grande pergunta é como torná-las parte do negócio. E mais, garantir que o ambiente tecnológico suporte o tráfego. CoorDeNaDora De eVeNtoS Gabriela Makhoul O setor de seguros é a vertical em destaque. após o impacto da crise econômica no anogmakhoul@conteudoeditorial.com.br (11) 5049.0202, ramal 35 passado, o segmento deu um salto em 2010 e a ti tem tudo a ver com isso. se antes as segu- radoras ficavam atrás dos bancos no volume de investimentos em tecnologia, agora já dis- ColaBoraDor Marcos Carvalho putam palmo a palmo. Contribuíram para a mudança, principalmente, o aumento do podermcarvalho@conteudoeditorial.com.br aquisitivo dos consumidores das classes C e d e o aquecimento das vendas de veículos com a gereNte aDmiNiStratiVo redução do ipi sobre os carros novos. Fabiano Melo fmelo@conteudoeditorial.com.br por fim, não menos importante é a retomada da discussão em torno da criação de uma lei de Crimes Cibernéticos na Risk Report. O debate está de volta e o assunto requer uma ampla discussão envolvendo todos os setores, o governo e a própria sociedade. afinal, o mundoA revista Decision Report é uma publi- virtual traz, a cada dia, mais e mais desafios reais.cação da Conteúdo Editorial, uma em-presa de produtos e serviços editoriais Esses e outros temas dividirão o palco do security leaders, Congresso e premiação dos líderesna área de Tecnologia da Informação e de segurança da informação e risco, de 24 a 25 de novembro, na Fecomércio, em são paulo.Comunicação. A área de Produtos é res-ponsável pela publicação da DecisionReport e da Risk Report em versões até lá!impressa e on-line e as newsletters De-cision Report Daily e Risk Report Weekly.Essa área também responde pela TV De- Graça Sermoudcision e pelos eventos Decision ReportMeeting e Decison Report Analysis. Naárea de Serviços, a empresa oferececonteúdos sob demanda como revistascustomizadas, websites, webTV, news-letters, e-learning, manuais, relatórios epesquisas. Mais sobre a Conteúdo Edito-rial em www.conteudoeditorial.com.brFALE CONOSCO: (11) 5049.0202 CONTEUDO EDITORIAL Acompanhe a Acesse os websites das revistas Decision Report www.decisionreport.com.br programação de debates e e Risk Report www.riskreport.com.br. eventos da TV Decision: CoNteúDo CONTEUDO EDITORIAL Assine GRÁTIS as newsletters Decision Report Daily e Risk Report Weekly em Decision Report Meeting e eDitorial www.decisionreport.com.br Decision Report Analysis Alameda dos Maracatins, 992, Cj 71A CONTEUDO EDITORIAL 04089-001 São Paulo SP Anuncie na Decision Report e na Risk Report e fale com quem toma decisão. Ligue (011) 5049.0202 e Tel/Fax: 11-5049-0202 procure nosso departamento Comercial. ••• Assine Decision Report e receba a cada bimestre a melhor cobertura de www.conteudoeditorial.com.br Negócios e TIC do mercado brasileiro. Ligue (011) 5049.0202 e fale com o nosso Departamento de Assinaturas decision report 3
  4. 4. síntese VeRtICAIs > FINANÇAS 14 DESAFIO: Setor de seguros busca novo perfil de consumidor 20 SOLUÇÃO: Renovação do parque de soluções de TI 22 VALOR: Marítima: Nova GuilherMe bujes, diretor da sap 14 cultura provoca mudanças tenDÊnCIAs > mídIAS SocIAIS: SuA rede eStá prepArAdA? C 24 Como conviver com a M mídia social na empresa e ainda agregar valor Y CM Mark urban, diretor da blue coat 24 PA n O R A M A MY CY > NoS bAStIdoreS CMY K do jogo 06 MERCADO: TIC não pode ficar fora dos preparativos para a Copa Moisés santos, riscos e prevenção à fraude da redecard 34 RIsK RePORt 33 Legislação e tecnologia unidas contra o crime digital fernando santos, da check point 42 42 Virtualização e Cloud Computing desafiam a Segurança da Informação4 decision report
  5. 5. É simples ser seguro SafeSIGNATURE SafeMOBILE SafeCARDSegurança inteligentepara suas informações.A BRToken projeta, fabrica e desenvolve soluções inovadorasvoltadas à segurança da informação na Internet, com focono Internet Banking, e-Commerce e Segurança Corporativa.Nosso diferencial são os produtos, que não apenas autenticamusuários, como também autenticam e assinam as transaçõeseletrônicas, garantindo totalmente sua integridade. w w w. b r t o k e n . c o m . b r Informações comerciais São Paulo Tel/Fax: + 55 11 4612.8334 info@brtoken.com.br Desenvolvimento/ Fabricação Minas Gerais Tel/Fax: + 55 35 3471.5118
  6. 6. pa n o r a m a mErCaDo C Nos bastidores do jogo M Y CM MY MUITOS BYTES ENTRARÃO EM CAMPO em ti para a copa do Mundo. A decision report fez um raio CY ANTES DA BOLA ROLAR NOS GRAMADOS DA X da situação para identificar como está esse planejamento, CMY COPA DO MUNDO DE 2014 NO BRASIL. DA pois falta pouco mais de três anos da abertura do Mundial de K 2014, no Brasil. INFRAESTRUTURA À SEGURANÇA, A TI VAI shadrach Appana, diretor da deloitte na África do sul e PERMEAR TODO O CENÁRIO DO MUNDIAL coordenador dos programas de obras da copa do Mundo por CHArLES nISZ naquele país, aposta no celular como principal dispositivo a ser usado pelos torcedores: “A copa de 2014 terá uso massi- A CopA do Mundo é um dos eventos esportivos mais vo de celulares para assistir os jogos, comentá-los via sMs, aguardados do planeta. A cada quatro anos, 32 seleções uso de internet banking, confirmação de passagens e de entram em campo para saber qual país é “o dono da bola”. reservas. É desperdício usar o celular apenas para conversar. em 2014, a campeã espanha terá seu título colocado à isso exigirá banda larga robusta e veloz”, opina. em 2014, as prova, ao jogar no Brasil. Mas antes que se concretize a atuais redes 3G provavelmente estarão ultrapassadas e os tentativa das outras seleções de destronar a “Fúria” espa- turistas poderão chegar aqui com dispositivos 4G de altíssi- nhola, muitos bits e bytes entrarão em campo para garantir ma velocidade de transmissão. a realização do torneio. de acordo com a Fifa, em 2006, a copa teve uma audiên- no jogo da tecnologia, a primeira missão é garantir a cia acumulada de 23,6 bilhões de pessoas. em 2014, estima- transmissão das imagens do evento: afinal, a maior parte das se que, além das tVs de alta definição e com capacidade receitas da Fifa (Federação internacional de Futebol), organi- interativa, deverá haver em todo o mundo 2,25 bilhões de zadora do Mundial, vem justamente dos direitos de transmis- computadores e mais de seis bilhões de celulares. Alguns são dos jogos. Mas engana-se quem pensa que a tecnologia estudos apontam que o crescimento mundial da banda larga da informação vai influir apenas na transmissão da copa. será de 176% entre 2007 e 2012. A internet é, portanto, um infraestrutura, segurança, transporte, construção civil, ponto crítico que deverá ser visto com atenção, para garantir gestão e deslocamento dos torcedores serão impactados que os serviços de mídia sejam entregues em todo o mundo por todo o planejamento e investimento a serem realizados com padrão internacional.6 decision report
  7. 7. pa n o r a m a mErCaDo “A ESTRUTURA DE SERVIDORES DEVE ESTAR BASEADA EM GRIDS: AINDA QUE UM DOS NÓS DA REDE CAIA, O RESTANTE DO SISTEMA CONTINUARÁ FUNCIONANDO” ALEXANDRE KAZUKI, diretor de Marketing da ESSN da HP o último Mundial, na África do sul, bateu recordes de audiência de notícias na web e apresentou novas formas de acompanhamento dos jogos. Uma das grandes sensações daquela copa foi o twitter. o termo #worldcup ocupou lugar cativo no ranking dos assuntos mais comentados no micro- blog. para ter idéia do interesse gerado pela copa, basta saber que a média de mensagens por segundo no twitter é de 750, mas na copa esse número chegou a 3283, quando o Japão marcou um gol contra a dinamarca. Foi a primeira vez em que a tV não mais pautava as notícias, e sim a internet. A demanda por telefonia na copa também será elevada. em são paulo, ocorrem hoje entre 60 e 80 mil chamadas simultâneas. para efeito de comparação, houve um pico rede caia, o restante do sistema continuará funcionando”. de 220 mil chamadas simultâneas na abertura dos Jogos taurion e Kazuki enfatizam que o investimento em ti feito olímpicos de pequim, em 2008. Várias questões devem para a copa deve ser planejado de modo que essa infraestru- ser resolvidas, como o custo do roaming, que precisa ser tura possa ser utilizada depois do evento em outros projetos. transparente aos turistas, e o uso de celulares para prover isso leva a pensar a ti como parte fundamental da sustenta- serviços como compra de ingressos e de passagens de bilidade ambiental: recursos como a computação em grid e transporte público. virtualização tornaram a computação mais eficiente. desse modo, é possível economizar energia, espaço físico e refrige- opErAção dE rEtAguArdA. todo esse aparato tecnoló- ração desses servidores. gico exige uma operação de retaguarda baseada na “com- nos últimos dois anos, os servidores aumentaram sua putação em nuvem” (cloud computing). esse modelo é mais eficiência em mais de 20 vezes, com maior capacidade de adequado, pois existe um pico de demanda no período dos armazenamento e mais poder computacional, consumindo jogos e o acesso aos dados cai dramaticamente após o seu menos energia e ocupando menos espaço físico. com esse encerramento. para exemplificar o uso não contínuo das má- avanço, foi possível criar estruturas com vários sistemas quinas, cezar taurion, diretor de novas tecnologias da iBM dentro de um mesmo servidor. no entanto, cada um desses Brasil, cita o comércio eletrônico: “À exceção do tempo gasto sistemas é “percebido” por usuários externos como máqui- nas operações de autenticação e envio dos dados, esses nas diferentes. servidores ficam ociosos. Muitas vezes, o uso intensivo das A Hp lançou uma série de servidores com sistemas máquinas não chega a 10% do tempo”, explica. de otimização de energia: máquinas que dissipam menos Alexandre Kazuki, diretor de Marketing de essn (envi- calor, que ocupam 33% menos espaço e que consomem ronmental edge) da Hp, ressalta que “a infraestrutura para 50% menos energia do que as máquinas de duas gera- a copa precisará aliar robustez e flexibilidade para que não ções atrás. Uma das soluções utilizadas são as chamadas haja falhas nas transmissões de imagens e armazenamento “blade machines”: Kazuki explica que “os ventiladores de dados”. de acordo com Kazuki, “a estrutura de servido- utilizados nesse tipo de servidor têm cerca de 20 patentes res deve estar baseada em grids: ainda que um dos nós da e utilizam tecnologia similar à de turbinas de aviões. Há8 decision report
  8. 8. Eu acabei de mandar aqueledocumento para a pessoa errada? Check Point DLP evita violações de dados antes que elas ocorram Você alguma vez já enviou acidentalmente um email para a pessoa errada ou anexou algum arquivo que não era para ser compartilhado? Check Point faz o trabalho de DLP combinando tecnologia e processos para mover os negócios de uma detecção passiva para prevenção, antes que as violações de dados ocorram. PREVINE EDUCA APLICA perda de dados usuários política de dados Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial Av. Angélica, 2346 - 13º Andar 01228-200 São Paulo - SP - Brasil Tel. +55 (11) 3323-3323 Fax +55 (11) 3323-3173 comercial@compugraf.com.br www.compugraf.com.br©2010 Check Point Software Technologies Ltd. All rights reserved. Check Point, the Check Point logo, and Check Point Endpoint SecurityFull Disk Encryption are trademarks or registered trademarksCheck Point Software Technologies Ltd. or its af liates. of
  9. 9. pa n o r a m a mErCaDo muito investimento em tecnologia e materiais para melho- organização de eventos de grande porte: “Falta visão estra- rar o rendimento dessas máquinas”. tégica sobre a importância da ti e sobre como incorporá-la a o conceito de convergência também pode ser aplicado ao procedimentos cotidianos”. ele retoma o exemplo do trânsi- armazenamento: dessa forma, o usuário de um determinado to: Algumas ações de trânsito podem ser evitadas, como as servidor percebe como “real” uma transferência virtual de blitzes. se você usa a tecnologia, pode autuar apenas veícu- dados, ou seja, acessa os dados de qualquer lugar como se es- los suspeitos de algum ato ilegal ao invés de interromper por tivesse havendo acesso real a eles. Assim, é possível “mover” completo o tráfego de uma via”. os dados de um servidor sem que o usuário note a diferença. isso evita transporte físico de equipamento e cabeamento bILHEtE únICo MuLtIuSo. César Nobre, especialista em extra, o que também colabora com a economia de recursos. estratégias para o setor público da SAP Brasil, também enfoca a questão da mobilidade urbana e da integração entre os diferen- MobILIdAdE urbAnA. Para absorver o impacto da chegada tes níveis administrativos. Nobre dá como exemplo um “bilhete de milhões de torcedores estrangeiros ao País durante os 30 dias único” com chip desenvolvido pela SAP para algumas cidades de competição, será necessário melhorar as condições de mobi- européias. Essa tecnologia simplifica e torna mais rápido o pro- lidade urbana das cidades.. Também nesse quesito a tecnologia cesso de controle, o que facilita a rotina da empresa de trans- pode ajudar, no desenvolvimento de “cidades inteligentes”. porte urbano. Outra vantagem é a possibilidade de usar o cartão em um mundo cada vez mais dotado de sensores e de eletrônico nos diferentes meios de transporte da cidade. dispositivos eletrônicos, é possível observar o sistema de para a copa do Mundo, o bilhete ainda poderia incluir o trânsito em tempo real. no entanto, é preciso interligar preço do ingresso, ou seja, com um único cartão, o turista esses sensores por meio da internet, para analisar esses poderia comprar ingressos e meio de transporte em diferen- dados e auxiliar governos e empresas na tomada de deci- tes sedes. sões mais eficientes. será necessário convergir a infraestrutura física das cida- des com as tic. esses dois mundos evoluíram separadamen- te. enquanto a infraestrutura física de estradas, prédios e portos sempre foi pensada de modo analógico, as tic volta- CEzAR TAURION, DIRETOR DE NOVAS vam-se apenas para computadores, servidores e gadgets. TECNOLOGIAS DA IBM BRASIL taurion acredita ser possível otimizar o tráfego dos car- ros e gerir melhor o transporte público sem a necessidade de abrir novas avenidas ou construir viadutos. o executivo da iBM dá exemplos de soluções adotadas em outras cidades do globo: em estocolmo, o acesso ao centro da cidade é ta- rifado de forma automática. na capital sueca, o controle do pedágio urbano é feito com a ajuda de câmeras de vídeo que captam o número da placa, enviam os dados para a central de tráfego, contabilizam a taxa e debitam a tarifa na conta do motorista de modo automático. Já em cingapura, na Ásia, sistemas automatizados aju- dam na prevenção de congestionamentos. sensores medem o fluxo dos veículos em tempo real e se há aumento do trá- fego, o sistema deixa os semáforos abertos por mais tempo. para calcular o tempo de abertura, é feita uma combinação das informações em tempo real com o histórico do trânsito na região. segundo taurion, nenhuma dessas aplicações usa tecnologias “revolucionárias”. para o executivo da iBM, a grande dificuldade está em integrar as bases de dados das diferentes instituições responsáveis pelo tráfego urbano. ele critica a desvalorização do uso da ti para auxiliar na10 decision report
  10. 10. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Há mais de 10 anos as maiores empresas do Brasil confiam à CIPHER a segurança de suas informações: # Mais de 500 milhões de eventos monitorados por dia do SOC - Security Operation Center; # 200 mil ativos de segurança gerenciados pela equipe de Managed Security Services; # 500 mil horas de consultoria nos últimos 4 anos para adequação de processos e sistemas; # Mais de 50 tecnologias suportadas de vinte fabricantes diferentes; # Líder em PCI-DSS no Brasil com mais de 350 projetos em adquirentes, processadores, emissores e estabelecimentos comerciais. Segurança completa é com a CIPHER: ONE-STOP SHOP Mais informações visite o nosso site: www.ciphersec.com.brSão Paulo Rio de Janeiro Brasília LondresRua Alexandre Dumas, Praia do Flamengo, 66 SHS, Quadra 6, Conj. A, I I I Buckingham Palace Road1658, 2º andar Bloco B / Cj. 406 - Flamengo Bloco C / Sala 410, Ed. Brasil XXITel: 11 4063.7300 Tel: 21 4063.7300 Tel: 61 4063.7300 Phone: +44 (0) 207 340.8530
  11. 11. pa n o r a m a mErCaDo nômico embasado na previsão de custo/benefício. OS NúMEROS DA COPA DE shadrach Appana, diretor do comitê organizador da copa 2010, ressalta esse problema: “A maior dificuldade para os 3 seleções em campo: 32 sul-africanos foi estabelecer diretrizes orçamentárias corre- 3 dias de competição: 30 tas. Você nunca consegue estimar os gastos com precisão”. segundo ele, “as armadilhas são projetos que parecem 3 estimativa de audiência: 2,25 bilhões de imprescindíveis, mas que no fundo são supérfluos”. computadores e mais de seis bilhões de celulares A única forma de evitar desperdício é fazer estudos 3 crescimento mundial da banda larga: 176% entre sobre a infraestrutura de transporte do pais, recomenda o 2007 e 2012 consultor da deloitte. estudos de impacto econômico esti- 3 recursos injetados na economia brasileira: r$ 140 mam que a copa do Mundo injetará cerca de r$ 140 bilhões bilhões na economia brasileira. desse montante, 30% estão ligados ao evento e os outros 70% às obras necessárias para sua 3 Verba para reformar os atuais estádios: r$ 1 bilhão realização. Ao mesmo tempo, a má gestão em projetos de 3 Verba para construir novas instalações: r$ 10 bilhões construção civil causa perdas estimadas em Us$ 60 bilhões ao ano, em todo o mundo. Uma gestão eficiente dos recursos e das obras é fundamental para que não ocorram gastos segundo o executivo da sAp, um sistema integrado como além do previsto.“Hoje, a maioria das empresas não tem data esse também facilitaria a gestão financeira e contábil das centers para sustentar o crescimento previsto para o setor sedes. “Fica mais fácil saber qual valor deverá ser repassado da construção civil. somente para as reformas dos atuais às empresas de transporte ou outras prestadoras de servi- estádios, será gasto cerca de r$ 1 bilhão. para a construção ço”, exemplifica nobre. o “bilhete único” da sAp foi oferecido de novas instalações e outras obras, o gasto é estimado em para as sedes de são paulo e rio de Janeiro. cerca de r$ 10 bilhões” calcula Kazuki. o setor da construção civil deverá fechar o ano de 2010 AEroportoS. A sAp também quer ganhar mercado com com um crescimento de 9%. segundo André papaleo, vice- um software para gestão de aeroportos. A ferramenta de presidente da divisão indústria da oracle na América Latina, gestão da sAp ajuda a gerenciar desde os estacionamentos “essas empresas precisam de serviços diferenciados para ao redor do aeroporto até o tráfego das aeronaves na pista. responder a um mercado tão concorrido”. A ti pode ajudar “Uma característica do programa é atuar de modo paralelo a construção civil a atingir esse objetivo: “o desafio é forne- à ferramenta para gestão do transporte público”, explica o cer plataformas de gestão robustas, que permitam integrar executivo da sAp. áreas e processos”. com isso, os dois principais problemas a serem resolvi- dos - escoamento de passageiros e congestionamento - são SEgurAnçA púbLICA. Quando se pensa na organização de atacados conjuntamente. “companhias aéreas da europa grandes eventos, a segurança é o principal temor. Falhas nesse usam o software para gerir suas aeronaves e, no Brasil, a quesito mancham a reputação de qualquer país. A TI também infraero e a Anac investem para ter soluções de gestão nos pode ajudar na estrutura de segurança da Copa. Shadrach aeroportos nacionais”, completa nobre. Kazuki acredita Appana, diretor da Deloitte na África do Sul, explica que “o tra- que os aeroportos são o principal gargalo da infraestrutura balho nessa área tem duas vertentes: a presença física de forças física da copa: “Atualmente só é possível sair dos aeroportos policiais nas ruas, para inibir pequenos crimes, e o uso de tecno- brasileiros de táxi“. logia para combater ações criminosas mais sofisticadas”. Wilson trezza, diretor de planejamento da Agência Bra- ConStrução CIvIL. Os principais críticos ao fato de o Brasil sileira de inteligência (Abin), diz que “a experiência do pa- sediar a Copa e as Olimpíadas argumentam contra o superfa- namericano do rio de Janeiro em 2007 credencia o Brasil a turamento das obras. O orçamento original da Copa do Mundo realizar a copa do Mundo em 2014 e as olimpíadas em 2016. na África do Sul previa gastos de R$ 400 milhões e foram Um dos principais objetivos da Abin é trocar experiências gastos, de fato, mais de R$ 3,5 bilhões, nove vezes mais do que com países como a África do sul, Alemanha e itália, que o valor inicialmente estimado. Com um estouro orçamentário também realizaram competições esportivas internacionais dessa magnitude, invalida-se qualquer estudo de impacto eco- do porte da copa”. z1 2 decision report
  12. 12. Proteção Total Performance Inigualável Preço ImbatívelConheça o Check Point IPS Proteção TotalSoftware Blade Milhares de assinaturas, proteções de comportamento e preventivasO IPS Software Blade Integrado da Check Pointestá mudando o conceito de IPS e segurança deredes como é conhecido. Não é mais necessário Performance sem igualfazer escolhas entre preço, performance e nível de Até 15 Gbps de IPS a 25 Gbps deproteção. Esta nova e revolucionária solução de desempenho de firewallprevenção de intrusões proporciona proteção deredes sem comparação e performance nunca vista, O TCO mais baixocom redução de custos significativa - acima de 90% Economia imcomparável com baixo custo decontra as demais soluções de mercado. aquisição, implemetação e operação Saiba mais como oferecer e integrar essa solução em seus projetos com: comercial@trueaccess.com.br SP: 11 3304.3100 / DF: 61 3426.3500 / RJ: 21 3823.1888 www.trueaccess.com.br
  13. 13. FINANÇAS » SegurAdorAS Foco: PARA VIABILIZAR O CRESCIMENTO, AS SEGURADORAS PRECISAM DE SOLUÇÕES COM ROBUSTEZ E ESCALABILIDADE. De braços dados com a TI MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL RETOMA O CRESCIMENTO, MAS AINDA LIDA COM ALGUNS PERCALÇOS COMO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS DESATUALIZADAS N E A NECESSIDADE DE ACOMPANHAR O CRESCIMENTO DO SETOR COM NOVOS PÚBLICOS E os últimos anos, o mercado FERRAMENTAS MAIS ESPECÍFICAS de seguros no Brasil crescia Por JÚLIA ZILLIg a passos largos, até que em 2009 esse movimento foi in- terrompido pela crise econô- desAFio mica mundial, que impactou diretamente uViabilizar o crescimento do setor em bases sólidas nas vendas do setor. No entanto, neste ano, o uMelhorar os processos de controle interno cenário mostra que o período de resultados ne- uresponder às gativos está ficando para trás. Segundo dados necessidades de um novo perfil de consumidor da Susep (Superintendência de Seguros Priva- soLUÇÃo dos), houve um aumento de 16,7% no primeiro urenovação do parque de ti uespecialização da semestre deste ano em comparação ao mesmo mão de obra uFidelizar o cliente período do ano passado. O volume de prêmios acumulado foi de R$ 40,9 bilhões. VA Lo r uMarítima usulAmérica1 4 decision report
  14. 14. edUArdo BrUnetti,gerente de projetos dA MArítiMA segUros
  15. 15. FINANÇAS SegurAdorAS deSAFIo Influenciaram diretamente nessa retomada do mercado fatores como a recuperação do fôlego econômico no Brasil, o aumento do poder econômico dos consumidores das classes C e D, o aquecimento das vendas de veículos com a redução do IPI sobre os carros novos. A maior preocupação com a sustentabilidade, a necessidade de reinventar os produtos e as fusões e aquisições de empresas da área no país também interferiram nesse cenário. Para viabilizar um crescimento em fissionais novos que estão chegando ao bases sólidas, o papel da TI é crucial. a no t e! mercado são mais atualizados. Estudo realizado pela Accenture com 25 Segundo o professor Luiz Teruo Ka- seguradoras aponta que, até 2015, en- wamoto, coordenador e professor do quanto algumas áreas sofrerão corte de curso de Administração da FIAP, isso gastos, o setor de TI ganhará mais in- z acontece porque o mercado de TI no vestimentos, destinados à automação Brasil ainda está em um nível inter- de gestão de sinistros, cujos processos mediário. “Alguns falam que os salá- z Volume acumulado de prêmios: são responsáveis pelo maior volume de rios são baixos, mas isso não é verdade. despesas das seguradoras. Quando o profissional tem talento, os z No entanto, segundo especialistas, salários são astronômicos.” ainda há diversos desafios a vencer. Al- Outro fator que influencia a TI no guns dos caminhos a serem percorri- setor de seguros é a nova camada de dos pela TI passam pela melhoria dos mercado de seguros no PIB brasileiro, consumidores, das classes C e D, que processos de controle interno e pelo de 3,4%, se comparada a países como hoje representa mais de 30% da popu- atendimento às necessidades de um Estados Unidos, onde fazer seguro é lação brasileira. De acordo com o IBGE consumidor cada vez mais exigente e algo intrínseco à cultura do país. Estu- (Instituto Brasileiro de Geografia e Es- diversificado em termos de expectati- do da Susep aponta que a participação tatística), cerca de 31 milhões de bra- vas. Além disso, é preciso estreitar o re- do setor de seguros no PIB pode chegar sileiros subiram de classe social entre lacionamento da seguradora com seus a 12% em 10 anos. 2003 e 2008. Esse novo público também canais de venda e também com o pró- O mercado enfrenta ainda a falta de leva as seguradoras a aperfeiçoarem prio cliente, fazer uma integração de mão de obra especializada que consiga seu modelo de gestão. z soluções – antigas e novas - e suportar trabalhar com as plataformas antigas a agilidade do cliente e do corretor em e atuais. “É difícil deixar de lado um grAndes desAFios termos de acesso rápido aos dados. histórico de 20 anos que está nas bases Para Eduardo Brunetti, gerente de das empresas. Mainframes, lingua- z Atender à nova demanda de projetos da Marítima Seguros, recente- gem COBOL e tecnologia Java atuam consumidores das classes C e D mente integrada à companhia japone- juntas”, relata Brunetti. z Auxiliar na operacionalização dos sa Yasuda, o mercado vive um período Ele acredita que buscar informa- novos produtos de mudanças, com a chegada de novas ções por meio da integração é um dos z Aumentar a interação do cliente companhias internacionais, que exi- desafios da TI. Também adverte que o com seu canal de vendas e da segu- gem adaptações nas plataformas de pessoal da área é um pouco resistente a radora com os corretores TI das empresas, em função da con- mudanças. ”O profissional nem sempre z Ajudar a seguradora a reagir com corrência ainda mais agressiva. “Um consegue cobrir todas essas necessida- velocidade em relação às constan- dos maiores desafios da TI está na área des. Cada vez que eu faço uma modifi- tes mudanças de regulamentação de controle interno, pois hoje temos cação tecnológica, há um impacto no z Melhorar o desempenho da análise vários órgãos reguladores que cobram CRM, justamente pela falta de uma de dados internos das seguradoras requisitos de compliance”, relata. camada de integração desenvolvida”, e também dos clientes O gerente da Marítima acredita afirma. No entanto, o executivo da se- z Atuar em favor da gestão do risco que ainda é pequena a participação do guradora Marítima acredita que os pro- e do compliance16 decision report
  16. 16. FINANÇAS SegurAdorAS SoLuÇÃo Muitos caminhos SOLUÇÃO para o sucesso EM DESTAqUE u Renovação do parque de soluções de TI A TI PODE AjUDAR AS SEGURADORAS A FIDELIZAR O CLIENTE E A PROVER INFORMAÇÕES COM MAIS AGILIDADE Para Bujes, “as empresas precisam cada vez mais de soluções com robustez e es- calabilidade, com plataformas de fácil A tuar com esse novo perfil de da FIAP. “O comportamento do público adaptação para viabilizar o crescimento. consumidores é possível para das classes C e D é diferente do das clas- No entanto, a própria plataforma tecno- as seguradoras, que apostam na ses A e B. O corretor vai ter que fornecer lógica mais antiga das seguradoras, cuja informação como a chave do negócio. muita informação a esses clientes, pois idade média gira em torno de 15 anos, “A empresa pode atuar por preço ou por quem é usuário já sabe como funciona pode atrapalhar a eficiência do reapro- nicho. Pode direcionar seus custos para uma apólice de seguro. Mas as classes C veitamento dessas soluções para adaptar atender essa classe, o que reduz o risco e e D demandam explicações mais deta- a Internet para a venda de seguros”. a ocorrência de fraudes”, diz Luiz Teruo lhadas. Além disso, seu padrão de con- O diretor acredita, porém, que o pro- Kawamoto, do curso de Administração sumo é diferente. Eles costumam ser cesso vai demorar um pouco. “Um proje- mais solidários entre si e to de troca de sistemas em uma segura- têm menos necessidade dora leva pelo menos três anos para ser de serviços exigidos pela concluído. As transações devem ocorrer classe A e B.” em uma camada mais amigável, que Para o professor da permita aos clientes abrir um sinistro, FIAP, o brasileiro é otimis- consultar apólices, checar o ressarci- ta por natureza e pensa mento de perda total, entre outros ser- que não é necessário fazer viços, via Internet”, diz Bujes. um seguro de casa ou de um automóvel. “As pes- reSPoStAS ráPIdAS. Com a evolução soas acham que ninguém do mercado de seguros, a TI tem que re- vai roubar o seu carro.” agir com velocidade a essas mudanças. Guilherme Bujes, dire- “A geração Y, que hoje acessa diversos tor da Vertical Serviços Fi- canais de informação, quer respostas nanceiros da SAP, destaca rápidas”, enfatiza Kawamoto. Ele acre- que será necessário fazer dita que a Internet deve ser o canal que ajustes tecnológicos para permita ao consumidor ter acesso direto atender esse público. “As aos serviços. ”Critérios relativos à rapi- seguradoras podem utili- dez, ao preço e ao atendimento podem zar canais mais baratos, fazer com que o cliente troque de empre- como a Internet, ao invés sa sem pensar duas vezes. Nesse sentido, de ter uma equipe grande o papel da TI é o de auxiliar a empresa a no call center para receber fidelizar esse cliente e seu canal de ven- os chamados.” da, no caso, os corretores, com informa- Aos poucos, as segu- ções cada vez mais ágeis”, completa. radoras começam a se or- Brunetti, da Marítima, diz que, há ganizar para renovar seu um ano, era um tabu atender melhor o parque de soluções de TI. canal de vendas, mas hoje as segurado-1 8 decision report
  17. 17. FINANÇAS SegurAdorAS SoLuÇÃo ras estão começando a dar ferramental lo. Para isso, uma grande dificuldade é poucos conhecem os benefícios que ele tecnológico para os corretores venderem coletar e armazenar as informações sobre traz”, exemplifica Brunetti. Para ele, falta seus produtos de forma diferenciada. Por ele. ”, aponta Brunetti. coragem para as seguradoras mostrarem conta disso, a venda consultiva se torna seu produto no mercado. No segmento de o melhor caminho. “É muito difícil com- FALtA eNteNdImeNto. A TI também microsseguros, as apólices são cobradas prar um produto do qual você não irá usu- propicia a aplicação de inteligência nos no cartão de crédito, na conta do celular, fruir. O brasileiro não tem a cultura de dados. Bujes, da SAP, afirma que a aná- na conta de luz, e poucos consumidores pensar no futuro, como, por exemplo, na lise de um perfil não é mais como há al- percebem sua presença. “A cultura do educação dos filhos. O corretor, por sua guns anos. “Graças à tecnologia, hoje é seguro precisa mudar. Quem sabe ainda vez, está acostumado a vender produtos possível integrar mais variáveis ao fazer o nessa geração”, destaca Brunetti. massificados, como o seguro do carro. cálculo de um seguro. Mas ainda existe o Para Bujes, os termos utilizados ain- Não costumamos dar valor ao seguro de problema da dificuldade de integração de da são incompreensíveis. “Não sei por vida, enquanto não precisamos dele.” sistemas, por conta da falta de atualiza- que não posso chamar o prêmio de taxa. ção”, ressalta. Ele classifica a vida da se- No Brasil, os sites do setor não trazem FIdeLIZAÇÃo SoFIStIcAdA. Portanto,a guradora como gestão de risco intrínseco. preço, ao contrário dos americanos, que fidelização está diretamente ligada à pró- Mas aponta os mecanismos de redes neu- expõem informações completas sobre os pria mudança do consumidor, mais bem rais e a inteligência artificial como itens produtos. O Brasil ainda vai ter de que- informado, e também à necessidade de as capazes de ajudar a fazer avaliações mais brar essa barreira.” empresas de seguros reinventarem seus sofisticadas, seja da própria empresa, O papel da TI está cada vez mais vol- produtos, com a adição de serviços extras. seja dos clientes. “Estamos falando não tado para a customização. “O setor de TI “Há pessoas que mantêm um seguro por somente de riscos externos, mas também não trabalha somente olhando para a mais de 10 anos, sem nunca usar. Por isso, internos. É possível fazer uma segregação tecnologia em si, mas sim norteado pela não têm idéia de como funciona”, relata de funções para reduzir esses riscos inter- necessidade de cada segmento. Pelo fato Brunetti, acrescentando que certos servi- nos”, complementa. de a tecnologia ser única, seu ponto forte ços agradam principalmente as classes A Além da dificuldade de integração de é atender segmentos verticalizados”, afir- e B, que pedem um tratamento diferen- sistemas, há também falta de compreen- ma o executivo da SAP. “Nós temos solu- ciado: “há guinchos que ao socorrer o se- são da própria linguagem do seguro. “Mui- ções para seguros, resseguros e sinistros gurado levam um kit lanche para o dono ta gente não consegue entender o ‘segurês’, que vieram de fora, mas que hoje estão do carro, o que não tem relevância para e não sabe que prêmio não é bônus. Falta à ajustadas ao mercado brasileiro.” as classes emergentes.” seguradora divulgar adequadamente o seu Com as ferramentas de TI, a fideli- produto. Por exemplo, no caso do DPVAT ceNárIo PromISSor. Para os próxi- zação torna-se mais sofisticada. “Para (Seguro de Danos Pessoais Causados por mos anos, o cenário do mercado de segu- fidelizar um cliente, é preciso conhecê- Veículos Automotores de Via Terrestre), ros deve ser promissor, amparado prin- cipalmente pelo aumento das demandas o QUe eLes diZeM de infraestrutura que devem surgir com a realização da Copa do Mundo, em 2014, LuIZ teruo KAWAmoto, curso de Administração da Fiap e com as Olimpíadas, em 2016. Para o “O mercado de seguros é um desafio para o setor de TI. É preciso acompanhar professor Kawamoto, o futuro do merca- as mudanças e driblar as adversidades com produtos inovadores” do de seguros deverá inserir a criação de novos produtos e de novas soluções tec- guILHerme BuJeS, diretor da Vertical Seguros da SAP nológicas. “As empresas de ponta sem- “Graças à tecnologia, hoje é possível integrar mais variáveis ao fazer o pre inovam, com soluções e produtos. cálculo de um seguro. Mas ainda existe o problema da dificuldade de Apesar de termos ferramentas que deli- integração de sistemas” nearão os cenários futuros, ainda assim eduArdo BruNettI, gerente de Projetos da marítima Seguros o mercado de seguros é um desafio para “É muito difícil comprar um produto do qual você não irá usufruir. O brasileiro não o setor de TI.. É preciso acompanhar as tem a cultura de pensar no futuro, como, por exemplo, na educação dos filhos” mudanças e driblar as adversidades com produtos inovadores.” z20 decision report
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  19. 19. FINANÇAS SegurAdorAS VA L o r Custos na mão da TI pe r f i l mArítImA SeguroS MARÍTIMA SEGUROS ENFRENTA NOVOS DESAFIOS DEPOIS DA u Fundada em Santos (SP) UNIÃO COM A CORRETORA jAPONESA yASUDA em 1943, contava no início apenas com os seguros de A transportes marítimos e “fogo” Marítima Seguros vive um mo- seguidas. “Somos uma das primeiras em- mento de mudança no que diz presas a fazer a recepção de contas mé- u Opera hoje nas regiões sudeste, respeito à tecnologia. Criada em dicas por meio eletrônico. Criamos uma sul e nordeste do Brasil e possui filiais em São Paulo, Rio de janeiro, 1943, juntou-se à corretora Yasuda, per- área interna que estuda essas circulares, Minas Gerais, Paraná, Santa tencente ao grupo japonês Sompo Japan, cuida da parte técnica e faz os desenvol- Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará e desde então vem sentindo os efeitos da vimentos necessários.” u Está entre os 10 maiores nova cultura tecnológica na companhia. Outra grande sacada da seguradora grupos seguradores do País O fato de ter se tornado uma multinacio- foi a de estabelecer novas diretrizes para nal trouxe novos desafios para a Mariti- trabalhar sua relação com o corretor. Em u Em 2009, a Sompo japan adquiriu 50% das ma, inclusive tecnológicos, como na área 2009, desenvolveu o Portal do Corretor. ações da Marítima de controle interno. “A partir do momen- “Um dos pontos de nossa missão é man- to em que a Maritima criou uma estrutu- ter uma parceria forte com os corretores, sa, ao detectar que a seguradora estava ra para gestão de compliance, os ganhos nosso único canal de vendas. A segurado- procurando alguma solução para ganhar ficaram mais claros para a companhia, ra não define novas estratégias sem a par- mais agilidade. “Fizemos um estudo pro- que está se preparando por intermédio ticipação da TI. “Minha estrutura precisa fundo sobre o cenário da seguradora para de pessoas que conhecem a área. Assim, estar compatível para estabelecer novos identificar as necessidades da SulAmeri- o sistema vai analisar a base do controle direcionamentos. Quando defino uma ca. É uma iniciativa pioneira no mercado interno, para que a empresa possa fazer regra, um modelo, a tecnologia age em de seguros.” a precificação, relata Eduardo Brunetti, favor dos resultados. Por isso,buscamos Com um contrato de 12 anos, no gerente de projetos da seguradora. parceiros altamente atualizados tecnolo- valor de R$ 400 milhões, a IBM já co- A cultura do grupo japonês, focada gicamente, para aperfeiçoar ainda mais meçou a trabalhar na mudança. Uma em controle, abriu esse novo caminho na os nossos processos”, diz. equipe de funcionários da IBM foi alo- Marítima. “Para o japonês, a questão de cada na SulAmerica para atuar nessa controle é muito forte. Hoje convivemos terceIrIZAÇÃo NA SuLAmerIcA terceirização. Inicialmente, a empresa com segregação de funções, com relató- decidiu trabalhar em melhorias no siste- N rios e estatísticas em um volume muito o primeiro semestre deste ano, a ma antigo da SulAmerica. “A intenção é maior do que antes, com o uso de várias SulAmerica tomou uma atitude obter redução de custos logo no primeiro tecnologias. Costumo dizer que hoje ‘ma- ousada. Com foco na redução de ano”, afirma Joia. tamos’ as pessoas de OEM e as ressusci- custos e no direcionamento mais estra- “Os funcionários vão ganhar tempo tamos como processos organizacionais. tégico, decidiu partir para a tercerização ao checar uma identidade, pagar uma O processo, aliado ao atendimento do de todos os processos operacionais de sua indenização, ou seja, seus processos e usuário final, vai dar o diferencial que unidade de negócios de seguros de pes- capacidade de decisão ganharão rapi- buscamos”, explica o executivo. soas e previdência. Parceira na iniciati- dez. A economia pode chegar a até 48 A regulamentação da Marítima é va pioneira, a IBM ficou responsável por horas. A SulAmerica se tornará compe- supervisionada pela Susep (Superinten- cuidar das atividades de back office, que titiva sem perder seu diferencial.” dência de Seguros Privados) e pela ANS incluem processos de emissão de apóli- Além do back office, será feita a ter- (Agência Nacional de Saúde), por conta ces, manutenção de cadastros, gestão de ceirização das atividades de infraestru- dos produtos ligados ao setor. Segundo documentos, regulação de sinistros e pa- tura de TI, a manutenção dos sistemas o executivo, são feitas várias auditorias gamento de resgastes. Segundo Eduardo e a construção de um centro de servi- para checar as informações e há uma Joia, vice-presidente de negócios estra- ços. A IBM se encarregará do suporte grande demanda de circulares a serem tégicos da IBM, a idéia partiu da empre- aos aplicativos. z22 decision report
  20. 20. TENDÊNCIAS Mídias sociais: sua rede está preparada? O s ambientes corporati- perante os desafios do mercado, a vos evoluem conforme o avanço tecnológico. tarefa dos Gestores É identificar Garantir o bom desem- as oportUnidades de neGÓcio penho das aplicações de nos amBientes coLaBoratiVos, negócios exige constantes atualizações, disseminando o Uso consciente das inteligência de gestão e atuação simul- noVas ferramentas de traBaLHo tânea com as tendências de mercado. Cada vez mais, as empresas deparam-se Por LÉIA MACHADo com os desafios de otimização de seus processos, e uma demanda muito di- versificada decorrente de novos am- bientes colaborativos.24 decision report
  21. 21. � �� ���� �� � �� � � � � � �� �AS POSSIBILIDADES DA TECNOLOGIAA Automatos, uma das maiores empresas de software e serviços gerenciados desegurança (MSS) da América Latina, tem como missão a gestão de ambientes críticos detecnologia através de soluções inovadoras, melhores práticas, controle e segurança.OTIMIZAÇÃO - REDUÇÃO DE CUSTOS - PROTEÇÃOAcesse www.automatos.com
  22. 22. TENDÊNCIAS rEDE SoCIAL resultados e, para isso, a TI precisa sair um pouco da área operacional e fazer par- “não Dá para se te do negócio, participando das reuniões aDaptar A UMA estratégicas como um facilitador”. Essa gestão conjunta depende de NOvA TECNOlOGIA como as empresas estão atuando frente INSTANTANEAMENTE. as tendências e as demandas de merca- AS EMPrESAS PrECISAM do. “É muito difícil estruturar todo esse certificar-se sistema, porque há uma diferença funda- mental entre mover os pacotes e enten- DO qUANTO SUA der as aplicações. É preciso trabalhar com INFrAESTrUTUrA inteligência para perceber as mudanças É rOBUSTA PArA na rede e se especializar em tecnologias SUPOrTAr AS DEMANDAS, que otimizem o ambiente com controle SEM perDer a do que está sendo usado e de como os co- laboradores estão acessando as informa- performance.” ções”, afirma Mark Urban, diretor sênior marK urban, da Blue Coat. diretor sênior da Blue Coat CoMPLExIDADE E EquILíbrIo. Urban Outros pontos importantes enfrenta- Nosso desafio é formar esse usuário que, destaca a importância de se obter uma in- dos pelas companhias são o investimento muitas vezes, não tem noção dos riscos fraestrutura que controle a Segurança da em treinamento e a formação do colabo- que ele pode causar”. Informação, e que seja flexível às novas rador. Com a explosão de informações e a Helton Moreno, gerente de Infraes- demandas do mercado. “Não dá para se mobilidade crescente, novas ferramentas trutura da Assurant, tem uma opinião adaptar a uma nova tecnologia instan- e mídias sociais, o interesse por conectivi- consolidada sobre a conscientização do taneamente. As empresas precisam cer- dade foi definitivamente despertado nos funcionário nas aplicações críticas de tificar-se do quanto sua infraestrutura é usuários. Essa tendência exige visão am- negócio. “Investir na educação e na for- robusta para suportar as demandas, sem pla dos gestores sobre o controle de seus mação do colaborador minimiza os custos perder a performance”. ambientes, o conhecimento de como os com Tecnologia e aumenta a Segurança A questão levantada por Urban ilus- acessos trafegam na rede e de como agir interna das organizações”. tra o que é necessário para que a compa- diante dessa realidade. nhia opere com inteligência de negócio, Nesse cenário, a pauta das empresas FoTogrAFIA DA rEDE. A busca pelo alto diante das complexidades das aplicações tem como premissa o engajamento do co- desempenho das aplicações de negócios com maior controle de acesso e melhor laborador no ambiente profissional. Mui- nesses ambientes colaborativos exige dos otimização da rede. Para Duarte, esse tas companhias investem na formação de gestores amplo conhecimento do tráfego domínio no gerenciamento é um dos seus funcionários com o objetivo de trans- da rede corporativa e profunda análise da maiores desafios da TI. mitir seus valores e condutas. Mais do que capacidade da infraestrutura no atendi- isso, organizam palestras e eventos, a fim mento das novas demandas de mercado. de pregar o uso consciente do acesso aos O diagnóstico dessa iniciativa parte da dados e às informações internas. obtenção de uma fotografia da rede, para “A qUEBrA DE PArADIGMA Na opinião de Sergio Fukasawa, res- o sucesso na tomada de decisão. É obter equilíbrio NA ponsável pela área de Hardware e Softwa- De acordo com Marcelo Prauchner OPErAçãO, DISCUTINDO re da Finger Print, essa educação ainda Duarte, gerente de Infraestrutura do SOlUçõES rOBUSTAS NO não atingiu o ponto desejado. “Os cola- Banco Carrefour, essa esperteza de atu- ambiente corporativo” boradores são muito bem informados, ação da área de TI precisa estar alinhada sabem de todas as tecnologias existentes aos negócios. “Dentro da companhia não marcelo prauchner Duarte, no mercado e querem ter acesso a elas. podemos viver de tendências, vivemos de gerente de Infraestrutura do Banco Carrefour26 decision report
  23. 23. A Allier atua no mercado há mais de 5 anos como um dos principaisdistribuidores de valor agregado (VAD) especializados emsegurança da informação e infraestrutura de redes.Sua atuação sólida e focada garantiu a empresa uma posição dedestaque tanto por seu trabalho de desenvolvimento de mercadocom os fabricantes que distribui, quanto pelo apoio ágil eincessante para o canal de vendas atingir os seus resultados.Seja Allier você também e tenha um time técnico e comercial 100%focado em resultados à disposição da sua empresa.Conheça um pouco mais sobre nossa proposta de valor, onde o atorprincipal é sua empresa.Allier| Distribuindo Inovação :: www.allier.com.br
  24. 24. TENDÊNCIAS rEDE SoCIAL Com esses desafios, o primeiro passo negócio. “É inevitável a tendência das a no t e! é ter a habilidade de enxergar o que está redes sociais na nossa operação. O que acontecendo no ambiente corporativo, precisamos fazer é agregar valor dentro o Gartner ListoU as 10 discernindo as formas negativas e trans- da empresa, ao reverter essas ações em tecnologias estratégicas para formando-as em beneficio para a com- benefícios para a companhia, propor- 2011. entre elas, as mídias sociais panhia. A TI é a principal auxiliadora na cionando uma boa sinergia entre a Se- aparecem em terceiro lugar. a capacidade de perceber as oportunidades gurança e o acesso”. previsão é que até 2016, elas de negócios. estejam integradas à maioria “A TI precisa evoluir com a compa- TENDÊNCIAS DE NEgóCIo. De acordo dos aplicativos de negócios. nhia e deixar de ser apenas uma área de com o executivo, essas tendências não di- as empresas deverão reunir suporte. Ela pode ser um departamen- ferem das outras que surgiram nos am- suas ferramentas de customer to que caminha junto com os negócios, bientes corporativos. “Independente de relationship management aponta Moreno. fenômenos tecnológicos, as companhias (crm) social, comunicação precisam se preocupar em ter uma infra- interna e colaboração para FACILIDADE DE ACESSo estrutura robusta e escalável, que susten- iniciativas públicas com te as aplicações de negócio e os interesses A estratégia coordenada. s constantes mudanças nos am- da companhia. A TI é a base para a con- bientes corporativos fazem com cretização das tendências”. que as companhias se deparem Além da questão de adequação aos “Tecnologias complexas exigem cons- com as novas tendências de relaciona- novos ambientes colaborativos, outra tantes atualizações. quando consigo do- mento e atuação no meio profissional. A preocupação aflige os gestores: o contro- minar um sistema, ele já está obsoleto e cada dia o fenômeno das mídias sociais le de acesso. A premissa dessa discussão logo surge um novo no mercado. Nesse está mais intrínseco nas empresas e elas, também se baseia na questão da Seguran- cenário, a quebra de paradigma é obter por sua vez, buscam meios e normas para ça do ambiente corporativo. “Um ponto equilíbrio na operação, discutindo solu- se adequar nesse novo formato e atender importante é a conscientização do usu- ções robustas no ambiente corporativo”, as demandas de mercado, sem perder o ário no uso das redes sociais, principal- afirma ele. desempenho das aplicações de negócio. mente quando falamos no vazamento de Agora, a discussão não está mais informação e no impacto que isso pode INTELIgÊNCIA DE gESTão. Essa in- centrada na questão da permissão do causar para a companhia”, afirma Cris- teligência da gestão é fundamental uso das mídias sociais no dia a dia das tiano Pimenta, gerente de Segurança da para o sucesso das aplicações críticas empresas, mas em que medida elas de- Informação da vivo. de negócio. Ela compõe a habilidade de vem ser liberadas e qual o impacto que analisar o status da rede, os processos podem provocar na infraestrutura de rede uSo CoNSCIENTE. Jair lorenzetti, CIO e a flexibilidade das ferramentas ado- e de TI. O desafio é maior devido à faci- da M.Officer, tem uma atuação forte nas tadas. Para Urban, a tecnologia não só lidade de acesso a essas mídias e à forte mídias sociais e não só usa essas ferramen- auxilia no gerenciamento da infraes- presença dos usuários nessa realidade, tas no mundo corporativo como também trutura de TI, mas também ajuda na que influencia, tanto o relacionamento incentiva seus colaboradores a usarem. instrução do usuário. pessoal, quanto os negócios. Mas afirma que não libera tudo para to- “Os colaboradores são fundamen- Segundo Marcelo Prauchner Duarte, dos, pois a eficácia dessas redes é o valor tais para o crescimento da companhia. esse desafio não é tecnológico, mas que elas agregam aos negócios. “O uso Às vezes, eles não fazem a coisa certa e sim de novos modelos e estratégias de consciente desses ambientes torna nossa nosso papel é auxiliá-los e não limitá-los. Instruir, de acordo com as necessidades de cada companhia”. Duarte completa, “por meio do diálogo podemos perceber as oportunidades, e entender como agir diante da complexidade das aplicações críticas de negócio”.28 decision report
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  26. 26. TENDÊNCIAS rEDE SoCIAL operação mais atenta às tendên- ça nessas mídias e quais são mente o seu papel e o que pode ou não ser cias de mercado e auxilia todas os benefícios propostos. acessado. “No primeiro dia de trabalho, as frentes da companhia”. Na visão de Urban, a inteligên- o novo colaborador é apresentado às polí- As companhias levam em cia da gestão pode responder ticas da empresa e assina um termo com conta a importância da pre- essas questões. Tal expertise uma série de pontos a serem respeitados. sença do usuário nessas redes manifesta-se na habilidade de Caso essas regras sejam violadas, ele sabe sociais. O departamento de análise do status da rede, dos que haverá consequências”. Marketing, por exemplo, utili- processos, da flexibilidade das “Com o diálogo, podemos perceber as za ações de mídias justamente ferramentas e do entendimen- oportunidades de negócio. Mídias sociais para entender e enxergar o po- to do negócio. Está também na são uma realidade e o jeito de encarar essa sicionamento da sua marca no capacidade de usar a tecnologia tendência depende da nossa disposição mercado e medir as necessida- para auxiliar no gerenciamen- em discuti-las”, enfatiza Duarte. “Preci- des da demanda. to e na instrução do usuário. samos ser o agente da mudança em nós “Mas aquele colaborador Esse entrosamento entre a em- mesmos e nos treinarmos para estabele- que está no call center aten- presa e o funcionário depende cer um relacionamento transparente com dendo o cliente e procedendo de como foram estabelecidas as o usuário. Só assim descobriremos novas uma alteração de endereço ou políticas internas. Proibir o uso formas de usar as tecnologias em prol da a emissão de uma segunda via de redes sociais pode ser uma companhia”, conclui. z de boleto, precisa estar conec- armadilha, em alguns casos, o tado a uma rede social?”, ques- colaborador não mede esforços Acessos eM ALtA tiona Duarte. “Uma verdade para driblar a política de segu- única: a TI deve se transformar rança das companhias. * 78% dos internautas em agente de negócios. É essa a Diante disso, o diálogo pode acessam pelo menos uma maturidade necessária para en- esclarecer as regras de acesso e página de relacionamento xergar essas tendências e usá- de uso dos equipamentos. Para redes sociais mais acessadas las em beneficio da companhia”. que ambos, companhia e funcionário, no brasil: Na opinião de Urban, da Blue Coat, fiquem seguros e protegidos contra pos- as políticas de controle podem auxiliar síveis incidentes, a assinatura de contra- 3 orkut 82% as companhias a obter sofisticação no tos também é um recurso muito utilizado 3 MSN 75% gerenciamento desses ambientes cola- pelas companhias. 3 Facebook 24% borativos. “As empresas não precisam Para essa transparência na rede e con- 3 Twitter 17% bloquear tudo, até porque muitas delas trole da gestão, lorenzetti ressalta que na Fonte: Fecomercio têm canal no YouTube ou perfis nos Twit- M.Officer cada colaborador sabe exata- ter e Facebook. As companhias podem olhar para essas tendências de mercado e se adequar com o objetivo de obter valor A opiniÃo dA MAioriA agregado e oportunidades de negócio”. * 70% dos consumidores gostariam de ter acesso a especialistas e quEbrA DE PArADIgMA. Talvez as suporte via canais de mídia social difíceis aprovações de orçamentos den- tro das companhias possam impactar * 60% dos clientes acreditam que a divulgação da empresa via mídia social nos investimentos em mídias sociais, aumentaria a confiança que eles depositam nela principalmente quando a empresa ainda não consegue mensurar o retor- * 70% dos funcionários consideram que precisam de ferramentas melhores no proporcionado por esses ambientes para rastrear e gerenciar a mídia social para os negócios colaborativos. O fato é que as empresas ainda veem isso como custo e o desafio Fonte: Siemens Enterprise e Yankee group é discernir a real necessidade da presen-30 decision report
  27. 27. número 9/2010 Virtualização como garantir a segurança mArCeLo CÂmArA, diretor de prevenção A frAudes dA febrAbAncrimes digitaisLei suscitanovo debate
  28. 28. risk c r i m e s d i g i ta i s Lei de crimes digitais requer amplo debate A AprovAção de umA lei o específicA sobre crimes digitAis acesso à Internet no Brasil cresce a cada trimes- tre. As pesquisas mostram que o avanço tecnoló- AindA suscitA polêmicA e gico está chegando a todos os cantos do território requer umA AmplA discussão nacional. O estudo do cert.br, por exemplo, aponta que e envolvimento de todos os a Internet no Brasil cresce 35% ao ano nas residências setores interessAdos, dos e 93% nas empresas. Outro estudo, realizado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), em 2009, apontou vários segmentos dA sociedAde, que 70 milhões de brasileiros estavam online e, neste ano, Além de liderAnçAs políticAs e é esperado um aumento de 100 milhões, o que representa empresAriAis P o r l É i a m a c H a d o metade da população do País conectada à Internet.3 4 deCision report
  29. 29. risk sEGUrANÇA Com o avanço do acesso a todas as informações oferecidas Brasil”, afirma Guilherme Almeida, advogado e chefe de As-pela web, os serviços online estão se tornando cada vez mais suntos Legislativos do Ministério da Justiça. “É preciso criarcomuns na vida do internauta, como o Internet Banking. uma tipificação de crimes para que a lei não acabe voluntá- De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Ban- ria ou involuntariamente por condenar situações de uso co-cos), as transações online movimentaram R$ 9,3 bilhões em mum da sociedade, reconhecidas como lícitas, mas sim que2009, um crescimento de 17,7% em comparação ao ano an- proteja o cidadão”, completa.terior. Já o e-commerce gerou R$ 6,7 bilhões no primeiro se-mestre de 2010, representando uma alta de 40% em relação conVergência. Na visão de Guilhermino de Souza, geren-ao mesmo período de 2009. te regional da unidade de gestão de Segurança do Banco do Esse mundo virtual faz parte da realidade dos cidadãos e Brasil e do departamento de Prevenção a Fraudes da Febra-junto com esse avanço, os índices de ameaças também cres- ban, o Brasil está vivendo um processo de convergência entreceram, apresentando riscos tanto para a população, quanto o Direito e a tecnologia como ferramenta de cidadania. “Sobpara as companhias. De acordo com o estudo da cert.br, no o ponto de vista do Direito, espera-se um ambiente de Inter-segundo trimestre de 2010 o phishing teve alta de 47% em re- net saudável e avançado. Já a tecnologia deseja um acesso rá-lação ao trimestre anterior e 136% comparado ao ano de 2009. pido, seguro e de baixo custo. É um ponto de convergência en-Incidentes de spam reportados de abril a junho de 2010 foram tre esses dois mundos”, aponta.de 51,86%, fraudes 24,56% e warm 14,51%. Diante desse cenário, há um aspecto preocupante em ter-mos de Segurança tanto do ponto de vista corporativo, quan-to pessoal. A Segurança em si é questionável, pois o mundocibernético é vulnerável e sem fronteiras, em que as pessoasatuam como anônimas, o que facilita a prática de atos ilíci-tos pelos criminosos. Com o número crescente de registros desse tipo de inci-dente, justifica-se a discussão sobre a urgência de criar me-canismos que inibam o cibercrime. A não existência de umalegislação gera incertezas. Por um lado, as empresas queremrespostas sobre como combater esses crimes avançando ain-da mais na Segurança da Informação. Por outro, os cidadãostambém cobram do Legislativo uma posição sobre como po-dem se proteger desses incidentes. “Essa discussão precisa ser feita com clareza, objetivida-de, racionalidade, dados empíricos e argumentos qualifica-dos. Isso é fundamental para o processo de construção, revi-são e debate de formas de direitos penais para a Internet no “SERá PRECISO O apoio da bancada GOvERNIStA, DA casa civil E DO MINIStÉRIO DA JuStIçA. SE ISSO ACONtECER, AINDA há tEMPO INCLuSIvE PARA O PRESIDENtE sancionar A LEI neste ano”. Júlio semeghini, Deputado Federal deCision report 35

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