Edição nº 16 da revista da sascom

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IBGE lança os dados
Responsabilidade social
Davenport
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Edição nº 16 da revista da sascom

  1. 1. Ano V – número 16 – 2010IBGElança dadososREsponsaBIlIdadEsocIalModelo analítico levaa melhores decisõesdavEnpoRtsaiba como otimizarpara lucrar mais Paulo Simões, diretor de Tecnologia da Informação e Comunicações do IBGE
  2. 2. nestA ediçãoEdITorIal Em dESTaQuEBom senso RETRATo BRAsILeIRo página 8C om a missão institucional de “retratar o Brasil Um dos primeiros com informações necessárias ao conhecimento clientes do SAS no da sua realidade e ao exercício da cidadania”, Brasil, o Institutoo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Brasileiro de Geo-(IBGE) é o principal provedor de dados e informações grafia e Estatísticado Brasil. É uma instituição da administraçãopública federal, está subordinado ao ministério do (IBGE) é usuário ativoPlanejamento, Orçamento e Gestão e foi um dos das soluções do SASprimeiros clientes do SAS no Brasil. capazes de auxiliar aO SAS, que já participa há anos do Censo norte- entidade a articularamericano, sempre é lembrado quando está em e coordenar as pesquisas estatísticas, compauta uma quantidade exponencial de dados a base nos dados levantados Brasil aforaserem analisados e interpretados. O resultadodo Censo brasileiro deste ano apontou para o Em PauTanúmero de 190.732.694 pessoas. É um númerorespeitável. Como lidar com esses dados brutos e 4 Treinamentos customizados sãointerpretá-los para ajudar o governo a estabelecer mais eficientes do que os tradicionaispolíticas públicas que estejam mais conectadas àsnecessidades da população brasileira? Saiba qualé a resposta a esta pergunta na reportagem quepublicamos a partir da página 7. 5 Veja como usar a criatividadeOutro tema abordado nesta edição refere-se ao em ações sociais e ambientaisforecast, termo que pode ser traduzido comoprevisibilidade. Foi-se o tempo em que bastava aosempresários conhecer os fatos do passado. Hoje,qualquer empresa que esteja em busca de umaposição mais confortável no mercado precisa chegar 6 Nem sempre a intuição éao estágio da otimização. Saiba como isso é possível boa conselheira quando se tratana reportagem “Lucros à frente”, na página 6. de decisões de negócios Boa leitura!ExPEdIEnTE 7 Quer aumentar os lucros da empresa? A solução é a otimização CooRdenAção GeRAL dIReção edItoRIAL desIGn sAsCoM BRAsIL e edIção GeRAL rafael lisboa Thaís Cardoso Graça Sermoud dIReção GeRAL sAs BRAsIL edIção e RepoRtAGeM CoMeRCIAL márcio dobal Silvia Sangerami Sérgio Sermoud dIReção de MARketInG Ivan Pezzoli www.sas.com/br/sascom sAscom 3
  3. 3. em pAutA treinamentos customizados soB MedIdA clientes sas recebem atendimento personalizado, de acordo com as suas necessidades P ara estar mais presente e a dia”, acrescenta Daniela Souza, treinamento em si, além de apos- atender melhor as neces- analista de treinamento do SAS. tilas e exercícios. Os cursos podem sidades dos clientes, o SAS Em primeiro lugar, o SAS busca levar de dois dias a duas semanas tem intensificado o programa de o entendimento dessa necessida- e podem ter de sete a 15 partici- treinamentos customizados, con- de. A partir daí, sugere os temas pantes. “Também a sua duração forme explica Reinaldo Camilo, mais relevantes, de acordo com a é fruto da avaliação do negócio x gerente de Serviços Profissionais. solicitação. Depois da aprovação conteúdo”, aponta Reinaldo. “O SAS está interagindo mais com dos temas, ou de complementar as Essa atividade é feita tanto por o cliente, direcionando o treina- sugestões feitas, a empresa rece- conta da demanda dos clientes, mento de acordo com a necessida- be um material personalizado. “A quanto por sugestão do próprio de de negócio que ele tem naquela primeira versão do que a gente su- SAS. “Principalmente os clientes determinada área”. gere como conteúdo passa por uma que já usam o SAS há mais tempo Para fazer isso, a equipe do SAS validação e o treinamento pode ser preferem uma abordagem mais responsável pelos treinamentos faz feito no SAS ou no próprio cliente”, exclusiva e direcionada”, comen- as adaptações necessárias, desde detalha Camilo. ta. “A receptividade dessa ini- o material a ser usado, até a sua Uma das grandes vantagens do ciativa está aumentando, e tem duração. “Queremos estar mais treinamento customizado é focar o sido extremamente positiva. Os presentes, para atender as neces- conteúdo de acordo com os requisi- clientes que adotam a metodolo- sidades dos clientes mais de perto, tos do seu negócio, em particular: gia acabam contratando um novo conforme as demandas do seu dia o cliente recebe a apresentação do serviço”, ressalta Daniela. z 4 sAscom
  4. 4. resPonsaBiLidade sociaL em pAutAAção ResponsáveLmuita gente quer participar e o sasapenas dá a oportunidade: conheça asações sociais e ambientais promovidaspela companhia Por S ilv ia ange r amiP romover pelo menos quatro ações de responsabili- dade social e sustentabilidade ambiental por ano: essa decisão foi tomada pelo Comitê de Responsa-bilidade Social criado no SAS e tem sido mantida e am-pliada, ao longo do tempo. O grupo reúne funcionáriosem torno de causas decididas por todos, de comum acor- mo quem nunca fez parte do grupo apenas espera umado. Em agosto, por exemplo, o comitê angariou recursos oportunidade para contribuir”, diz ela. Empolgada compara comprar lanches do McDonalds para as crianças cada uma das ações realizadas, Selma estava às voltasdo Lar Escola Cairbar Schutel. A atividade foi realizada com a arrecadação de fraldas geriátricas e outros objetossimultaneamente ao Mc Dia Feliz, em que a renda obtida para os idosos do asilo São Vicente de Paulo, na Vila Mas-com a venda do Big Mac também é destinada a institui- cote. Como haveria restrição de horário de visita, o grupoções que trabalham em prol de crianças e adolescentes planejou um chá da tarde no local, no dia 5 de dezembro.com câncer. “Queremos fazer de novo no ano que vem”,planeja Selma de Loyola, assistente executiva da Presi- Filme mudodência, responsável pelo Endomarketing do SAS e pelo O comitê implantou coleta seletiva de pilhas e baterias,grupo de Responsabilidade Social e Ambiental. estimulou a diminuição do consumo de copos plásticos e “As pessoas, por menos tempo que tenham, partici- estabeleceu parceria com outra empresa do mesmo pré-pam bastante. Convido a empresa inteira e vejo que mes- dio para a campanha anual de doação de sangue. “Este ano, foi na outra empresa. Em fevereiro do ano que vem, será aqui no SAS”, relata Selma. Outra ação de suces- so foi o filme mudo, em que os atores eram os próprios funcionários, para conscientizar sobre os malefícios do cigarro, no Dia Internacional de Combate ao Tabaco. O SAS também montou um laboratório de informáti- ca na Adere (Associação Para o Desenvolvimento, Educa- ção e Recuperação do Excepcional). A instituição, que já recebe o material reciclável descartado pelo SAS, ganhou uma sala com computadores. A inspiração para o projeto veio de um quadro com esse tema, pintado por Frederico (29 anos), um dos jovens atendidos ali. z sAscom 5
  5. 5. em pAutA decisões de negócios deCIsão RAcionAL que o “intestino” não é lá muito preciso. Mas o estudioso comenta que a inteligência analítica, aliada a dados e fatos, levará necessariamente a melhores decisões. Ele argumenta que a inteligência analítica pode deixar os 40% das maiores decisões de negócios gestores à vontade para não usar seus “intestinos”, ou não se baseiam em dados e fatos, a usá-los como o último recurso, ao invés do primeiro. diz davenport Por S ilv ia ange r ami O modelo analítico que leva a melhores decisões envolve a capacidade analítica, ou seja, a reunião de P esquisas indicam que muitos executivos tomam dados sobre a empresa, liderança, objetivos e análises. decisões de negócios sem saber nem mesmo o por- Davenport explicou que o conceito de BI (inteligência de quê. Algumas baseiam-se apenas na intuição e a negócios) está focado no passado para identificar o que chance de levarem ao sucesso empresarial é quase nula. aconteceu. Mas deixa sem explicação o porquê de tais Mas a inteligência analítica pode ajudar os executivos a acontecimentos. “O ideal é dar um passo a frente, na tomar decisões levando em conta o corpo de conhecimen- direção da predição, ou seja, usar os dados do passado to sobre o que funciona de fato. para predizer o que acontecerá no futuro.” Reunidos em torno de ideias como essas, um grupo Apenas a descrição dos fatos não ajuda tanto os negó- de 50 executivos, principalmente da área financeira, te- cios quanto a compreensão de porque aquilo aconteceu e lecom e energia, reuniu-se, a convite do SAS, para ouvir de onde aquilo levará, de acordo com Davenport, que deu o escritor e professor norte-americano Tom Davenport, exemplos de cases de sucesso de empresas que já nasce- autor do livro “Analytics at Work” e presidente de Tec- ram na era da inteligência analítica e que são considera- nologia da Informação e Gestão do Babson College, onde das analíticas em seu DNA (Google, NetFix e Capital One). ministra MBAs executivos sobre tomada de decisões e A palavra Delta foi usada por Davenport para exem- inteligência analítica. plificar os cinco níveis de capacidades analíticas. No pri- Marcelo Mendes, vice-presidente comercial do meiro nível, pode-se medir a satisfação dos clientes pela SAS, participou da escolha do nome do professor, con- frequência de sorrisos. O cassino Harrah’s, de Las Vegas, siderado um “guru” quando se fala na aplicação da dirigido por Gary Loveman, usou essa medida. O execu- inteligência analítica para endereçar problemas de tivo, ao lado de Jeff Bezos, da Amazon, foi citado tam- negócios dos clientes. “Didático, ele permeia sua bém como um exemplo de liderança, capaz de valorizar apresentação com exemplos de vários segmentos de o conhecimento gerado pelo uso da inteligência analítica. negócios”, comenta Mendes. De fato, o processo de- Para concluir, o professor do Babson College re- cisório é tema do interesse de todas as indústrias. forçou a importância de fazer revisões periódicas do negócio e do aprendizado constante. Afinal, disse ele, Decisões analíticas x “intestino” todos querem ter sucesso nas vidas pessoais e negócios. De acordo com o estudioso, 40% das maiores decisões de “A inteligência analítica modifica a maneira de ver os negócios não se baseiam em dados e fatos, mas no que ele negócios, e representa uma oportunidade histórica de chama de “intestino”. “Não sou economista, mas sociólo- transformar sua indústria.” z go, e fico impressionado ao perceber que os economistas descobriram que os humanos não são inteiramente racio- online nais, quando se trata de decisões econômicas.” leia mais: www.sas.com/decisions É fácil concordar com Davenport quando ele afirma 6 sAscom
  6. 6. forecast em pAutALuCRos à fREnTEPrevisão de demanda ajuda empresas a atravessar tempos difíceis P o r Silvia ang er am im uitas empresas estão descobrindo, da pior ma- Chase usa uma espécie de “gráfico das ervilhas”, com seis neira, que seus processos de planejamento de esferas coloridas que representam a cadeia de informação. demanda são inadequados para lidar com a vo- As três primeiras são vermelhas e correspondem ao BIlatilidade de hoje em dia. Esse cenário foi traçado por (Business Intelligence). As três últimas são verdes – daíCharles Chase, autor do livro “Demand-Driven Forecas- as “ervilhas” – e correspondem a soluções de BA (Businessting: A Structured Approach to Forecasting”, no Fórum Analytics). Todas partem da mesma base de dados, quedo SAS em Estocolmo, neste ano. pode estar em um ERP, por exemplo. De fato, cada vez mais está se tornando crítica a com- No nível mais básico, a empresa tem acesso aos dadospreensão dos efeitos das promoções de vendas, eventos, e pode responder a pergunta “o que aconteceu”. Um nívelmarketing e fatores econômicos. “A capacidade de moldar acima, ela passa a gerenciar esses dados e consegue res-a demanda é agora uma faceta importante no processo ponder “por que aconteceu?”. No terceiro nível, ela passade sua previsão”, aponta Chase. a contar com relatórios e indicadores, que é quando pode Todo executivo já sabe que os sistemas tradicionais responder “qual foi o impacto?”. Nesses três primeirosde planejamento de demanda e de previsão não são mais níveis, a tecnologia empregada é BI. Mas até aqui, o focoeficazes como eram no passado. “Basear as decisões cor- é no que aconteceu no passado.porativas apenas no “feeling” é uma atitude que faz parte Para dar um passo além e começar a prever o quedo passado, o único que fez sucesso com isso foi o cantor acontecerá no futuro, é preciso que a empresa adote so-conhecido como Morris Albert”, brinca Ivan Pezzoli, di- luções de modelagem preditiva. No nível seguinte – o daretor de Marketing do SAS. simulação – a empresa consegue estudar as diferentes alternativas de negócios que pode adotar. Finalmente,Olhar o futuro quando todos esses processos estão maduros, a compa-Mas nem tudo está perdido. É preciso que os executivos nhia chega ao estágio da otimização, em que poderá de-saibam que a tecnologia do SAS pode ajudá-los a melhorar finir a melhor solução a ser adotada. Alcançar cada etapaa capacidade de resposta necessária para lidar com as flu- desse processo requer que a anterior tenha atingido umtuações de demanda nesse mercado instável. As empresas ponto de maturidade capaz de sustentar a fase seguinte.que já desenvolvem projetos de previsão de demanda sabem Os modelos matemáticos são úteis para todos os seto-que esse deve ser um esforço de toda a empresa. O processo res da economia. Desde a empresa que produz e comercia-conhecido como S&OP, por exemplo, é um modelo de pla- liza perus e que precisa saber qual será a demanda nestenejamento de negócios que integra as estratégias de Marke- Natal, até as companhias que querem avaliar o sentimen-ting, Vendas, Operações e Finanças em um processo revisto to dos consumidores manifestado nas redes sociais, comomensalmente, para equilibrar a demanda e o estoque. Orkut, Facebook e Twitter. “No ano que vem, vamos ouvir Para ilustrar os estágios de expertise da indústria, falar muito em Sentiment Analysis”, antecipa Pezzoli. z sAscom 7
  7. 7. em destAque sas e iBge: Parceria que conta RetRAto BRAsiLEiRo IBGE contou com uma gama de re- cursos. Além dos PDAs utilizados pelos recenseadores e supervisores, um pouco de história Quando o Censo norte-americano de 1880 só terminou sete anos foram montados sete mil postos in- depois, o pesquisador Herbert Hollerith resolveu fazer um equipamento formatizados de coleta, dotados de censo informatizado brasileiro é exemplo para outros países do mundo laptops, alguns montados em sa- eletromecânico para ajudar a processar os dados, porque era lógico que o Censo de 1890 não acabaria antes de terminar a década. P o r S ilv ia a n g er ami las cedidas por prefeituras. Foram mais tarde, seu sobrenome virou sinônimo de contracheque, e a usadas também CPUs, impressoras, empresa criada por ele acabou se tornando a IBm, cuja primeira venda switches de rede sem fio, além da no Brasil foi justamente para o IBGE comunicação com a internet para a contagem da população de teira, e que tem ajudado a conhecer transmitir os dados. O IBGE usou um país e a tecnologia sem- a população brasileira. Fernandes banda larga ADSL, satélites móveis pre andaram de mãos dadas. aponta que o IBGE é cliente da com- e fixos e modems 3G. Certos dados lata. “Eles iam para a rua e depois Além do Censo, o IBGE realiza, O Brasil, este ano, realizou em ape- panhia há 29 anos: ‘É nosso segun- foram transferidos até mesmo por retornavam aos postos de coleta, sempre em anos com final cinco, nas três meses o trabalho que os Es- do cliente mais antigo (o primeiro pendrives. Havia quatro pólos prin- onde transmitiam os dados obtidos a contagem populacional. Des- tados Unidos levaram sete anos em é a Empresa Brasileira de Pesquisa cipais para onde toda a informação por rede sem fio para o laptop, duas sa vez, houve um atraso de dois 1880. Este prazo foi o motivo para o Agropecuária - Embrapa)”. foi direcionada, o principal deles vezes por semana, em média”. anos, e essa pesquisa foi realizada início da mecanização e depois a in- Além disso, o no Rio de Janeiro. O IBGE usou um sistema de con- em 2007, nas cidades com popula- Paulo Simões, diretor de Tec- trole e gerenciamento do andamen- ção abaixo de 170 mil habitantes. nologia da Informação e Comu- to de toda a operação. Enquanto os “Aprendemos muito com o que nicações do IBGE, conta que nos dados eram coletados, os profis- aconteceu em 2007. Optamos, por PDAs foi carregada tanto a parte sionais responsáveis pela pesquisa, exemplo, por fazer as transmis- dos questionários, quanto a base estatística e demografia já podiam sões dos PDAs para os laptops dos operacional geográfica para cada acessar o banco de dados para co- postos de coleta em vez de trans- recenseador. “Os recenseadores não meçar a fazer as análises, trabalha- mitir diretamente para o sistema tinham com o que se preocupar, das com as soluções de inteligência central. Também optamos por apenas com os questionários”, re- analítica do SAS. usar laptops em lugar de desktops, em função da facilidade de trans- porte e da bateria, que tem quase formatização dos censos. A façanha IBGE mantém uma faculdade de es- função de nobreak, sem o perigo o que o iBGe Faz: do IBGE neste ano foi conseguida tatística no bairro da Lapa, no Rio de perder dados, com a falta de com a ajuda da TI: foram adquiridos de Janeiro, com cursos de graduação energia”, comenta Simões. • Produz e analisa informações estatísticas e geográficas 150 mil novos PDAs, somados aos 70 e mestrado que adotam o SAS como mil empregados em 2007, quando o material didático para os alunos. A • Coordena e consolida informações estatísticas e geográficas hardware e software IBGE fez uma contagem populacio- solução do SAS é usada por pesquisa- Para o Censo, o IBGE usou PDAs nal simples. dores, pela diretoria de pesquisa, de- • Estrutura e implanta sistema das informações ambientais da LG, com o sistema operacional Flávio Fernandes, gerente de mógrafos, sociólogos, entre outros. • documenta e dissemina informações Windows Mobile, da Microsoft. contas do SAS, comenta que no Também a IBM, a Positivo e o SAS IBGE, o SAS realiza um trabalho ro- mãos à obra • Coordena os sistemas nacionais de Estatística e Cartografia contribuíram para a extensa opera- busto, que alcança a população in- Para realizar tão extensa tarefa, o ção. “Essas empresas trouxeram in- 8 sAscom sAscom 9
  8. 8. em destAque sas e iBge: Parceria que conta formações sobre o trabalho pioneiro e de vanguarda mundial realizado dados sem Fim aqui”, afirmou Simões, acrescen- tando que o uso de PDAs no Censo Com a missão institucional de “retratar o Brasil com in- já havia sido testado em países me- formações necessárias ao conhecimento da sua realidade e ao nores, como a Colômbia. “O IBGE exercício da cidadania”, o Instituto Brasileiro de Geografia e Es- foi o primeiro a usar a solução em tatística (IBGE) é o principal provedor de dados e informações um país das dimensões do Brasil, do País. É uma instituição da administração pública federal, e e correu tudo muito bem”, avalia. está subordinado ao ministério do Planejamento, orçamento e Este ano foi a primeira vez em Gestão. a maior parte das informações está disponível no site, que alguns recenseados puderem para quem quiser acessar. responder à pesquisa pela web, nos casos em que o recenseador, por al- nos idos de 1934, o Brasil precisava de um órgão capacitado a gum motivo, não tinha acesso ao articular e coordenar as pesquisas estatísticas, unificando domicílio. Foram pesquisadas 60 a ação dos serviços especializados em funcionamento no País. milhões de unidades habitacionais. Portanto, foi montada toda assim foi criado o Instituto nacional de Estatística - InE, em uma operação coordenada para 1936. no ano seguinte, foi instituído o Conselho Brasileiro de que o Censo de 2010 pudesse di- Geografia, incorporado ao INE, que passou a se chamar Instituto vulgar em tempo recorde o núme- Brasileiro de Geografia e Estatística. Desde então, o IBGE iden- ro de brasileiros e brasileiras que tifica e analisa o território, conta a população, mos- vivem no nosso país: 190.732.694 tra como a economia evolui por intermédio do trabalho e da pessoas. Mas, além disso, o Censo produção das pessoas, revelando ainda como elas vivem. retrata todas as particularidades da nossa população, seus hábitos e necessidades. Essas informações foi incumbido de acompanhar as gia usada no Censo brasileiro. Ela são cruzadas e ajudam, por exem- entrevistas em Vitória (ES). Ele declarou-se convencida de que o plo, a definir a fatia do orçamento conta que uma repórter sugeriu sistema poderia ser usado em seu que caberá a cada município. Para que o recenseador, em vez de ir de país, onde há as mesmas dificul- o futuro, o plano é realizar estudos barco até uma casa a ser pesquisa- dades de comunicação encontra- de Censo contínuo, ou seja, o IBGE da em uma localidade afastada da das em algumas partes do Brasil. vai começar a recensear partes do capital, descesse de rapel. A suges- O IBGE mantém uma faculda- território para manter a contagem tão foi vetada, é claro. de de estatística no bairro da Lapa, atualizada a cada ano. Outro fato que chamou a aten- no Rio de Janeiro, com cursos de ção de Simões foi a observação de graduação e mestrado, que adota o Fazendo a notícia uma das representantes de São SAS como material didático para os No inicio do Censo, os diretores Tomé e Príncipe, durante um alunos. A solução do SAS é usada participaram das primeiras entre- encontro que foi promovido com por pesquisadores, pela diretoria vistas. O presidente do IBGE entre- observadores de várias partes do de pesquisa, demógrafos, sociólo- vistou o presidente Lula. Simões mundo para apresentar a tecnolo- gos, entre outros. z 10 sAscom
  9. 9. Eventos Decision Report Meeting 2011:• Varejo Digital: Como competir em um mundo globalizado, multicanal e colaborativo• Segurança em Cloud Computing• Redes Sociais: Controlar o Incontrolável• Identidade Digital Brasileira: Contra os Crimes Digitais• Outsourcing 2.0 e BPO: Custo verso Desempenho• Gestão de Risco, Seguranças da Informação e Monitoração• NF-e, Spead Contábil e Spead Fiscal: Operacionalização, Impactos e Benefícios• Gestão em Contact Center• Fraudes Eletrônicas: Como Prevenir• Comércio Eletrônico: Evolução e Prevenção às Fraudes• Segurança em Ambientes Virtualizados• Congresso, Exposição e Premiação Security Leaders

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