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  • 1. Cinema, Filosofia e SociedadeGabriela R. Medeiros , nº 17Bruna O. S. Lima, nº 062º ano JPTC
  • 2. História do Cinema Indícios históricos e arqueológicos comprovam que é antiga a preocupação do homem com o registro do movimento. O desenho e a pintura foram as primeiras formas de representar os aspectos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de figuras. O mais remoto precursor do cinema é o jogo de sombras do teatro de marionetes oriental. Experiências como a câmara escura e a lanterna mágica constituem os fundamentos da ciência óptica, tornando possível a realidade cinematográfica.• Jogos de sombras – Surge na China, por volta de 5.000 a.C. É a projeção de figuras humanas, animais e objetos sobre paredes ou telas de linho. O operador narra a ação, que quase sempre envolve príncipes, guerreiros e dragões.• Câmara escura – Seu princípio foi enunciado por Leonardo da Vinci (século XV). Foi desenvolvido pelo físico Giambattista Della Porta, (século XVI), que projeta uma caixa fechada, com um pequeno orifício coberto por uma lente. Através dele penetram e se cruzam os raios refletidos pelos objetos exteriores. A imagem, invertida, inscreve-se na face do fundo da caixa.• Lanterna mágica – Criada pelo alemão Athanasius Kirchner, na metade do século XVII, baseia-se no processo inverso da câmara escura. É composta por uma caixa cilíndrica iluminada a vela, que projeta as imagens desenhadas em uma lâmina de vidro.
  • 3. Primeiros Aparelhos Para captar e reproduzir a imagem do movimento, surgiram aparelhos baseados na persistência retiniana (fração de segundo que a imagem permanece na retina), descoberto pelo inglês Peter Mark Roger (1826). A fotografia, desenvolvida por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce e as pesquisas de análise do movimento foram um avanço na direção do cinematógrafo.• Fenacistoscópio - O físico belga Joseph-Antoine Plateau é o primeiro a medir o tempo da persistência retiniana, a razão de dez imagens fixas por segundo. Em 1832, Plateau inventa um aparelho formado por um disco com várias figuras desenhadas em posições diferentes, que ao girar, elas adquirem movimento. A idéia era apresentar uma rápida sucessão de desenhos de diferentes estágios de uma ação, criando a ilusão de que um único desenho se movimentava.• Praxinoscópio – O fancês Émile Reynaud inventa em 1877 o aparelho que projeta na tela imagens desenhadas sobre fitas transparentes. A princípio uma máquina primitiva (uma caixa de biscoitos e um único espelho), é aperfeiçoado com um sistema complexo de espelhos que permite efeitos de relevo. A multiplicação das figuras desenhadas e a adaptação de uma lanterna de projeção possibilitam a realização de truques que dão a ilusão de movimento.
  • 4. Cinema MudoA apresentação pública do cinematógrafo marca oficialmente o início dahistória do cinema. O som vem três décadas depois, no final dos anos 20.A primeira exibição pública das produções dos irmãos Lumière ocorre em 28de dezembro de 1895, no Grand Café, em Paris; “A saída dos operários dasusinas Lumière”, “A chegada do trem na estação”, “O almoço do bebê” e “Omar” são alguns dos filmes apresentados. As produções são rudimentares, emgeral documentários curtos sobre a vida cotidiana, com cerca de dois minutosde projeção, filmados ao ar livre.
  • 5. Cinema FaladoO advento do som nos Estados Unidos revoluciona a produçãocinematográfica mundial. Os anos 30 consolidam os grandes estúdios econsagram artistas em Hollywood. Os gêneros se multiplicam e o musicalganha destaque. A partir de 1945, com o fim da 2ª Guerra, há umrenascimento das produções nacionais.As primeiras experiências de sonorização, feitas por Thomas Edison, em1889, são seguidas pelo grafonoscópio de Auguste Baron (1896) e pelocronógrafo de Henri Joly (1900), sistemas ainda falhos de sincronizaçãoimagem-som. O aparelho do americano Lee de Forest, de gravaçãomagnética em película (1907), que permite a reprodução simultânea deimagens e sons, é comprado em 1926 pela Warner Brothers. A companhiaproduz o primeiro filme com música e efeitos sonoros sincronizados, "DonJuan", de Alan Crosland, o primeiro com passagens faladas e cantadas; "OCantor de Jazz“, também de Crosland, com Al Jolson, grande nome daBroadway; e o primeiro todo falado, "Luzes de Nova York", de Brian Foy.
  • 6. Tendências ContemporâneasA multiplicidade de estilos e influências marcam as produçõescinematográficas contemporâneas. A Itália inicia a década de 60 com umcinema mais intimista. A França vive a nouvelle vague. Nos EUA, destaca-sea Escola de Nova York e, no Reino Unido, o free cinema. A partir do neo-realismo italiano o cinema se renova em várias partes do mundo, comoAlemanha, Hungria, Iugoslávia, Polônia, Canadá e em países da Ásia eAmérica Latina, como Brasil e Argentina. Além disso começam a despontaras produções cinematográficas de países subdesenvolvidos, em processode descolonização.
  • 7. Cinema na França Até o final da década de 50, persiste um cinema tradicional e acadêmico. Claude Autant-Lara (Adúltera), André Cayatte (Somos todos assassinos) e Henri Clouzot (O salário do medo) fazem filmes politizados e pessimistas. Os católicos Robert Bresson (Um condenado à morte escapou) e Jean Delannoy (Deus necessita de homens) reagem ao materialismo existencialista e Jacques Tati renova a comédia com Meu tio. Em 1957, um grupo de jovens provenientes da crítica reage contra o academicismo do cinema francês e inicia um movimento que renova a linguagem cinematográfica, a nouvelle vague.• Nouvelle vague – Seus integrantes, críticos do Cahiers du Cinéma, propõem um cinema de autor, criticam as produções comerciais francesas e realizam obras de baixo custo em que rejeitam o cinema de estúdio e as regras narrativas. Diferentemente do movimento neo-realista, a nouvelle vague volta-se menos para a situação social e política do país, interessando-se mais pelas questões existenciais dos personagens. Seus representantes, Jean-Luc Godard (Acossado), François Truffaut (Os incompreendidos), Claude Chabrol (Os primos), Alain Resnais (Hiroshima, meu amor ), Louis Malle (Trinta anos esta noite) e Agnès Varda (Cleo das 5 às 7) seguirão caminhos individuais divergentes.
  • 8. Cinema no BrasilEm 8 de julho de 1896, apenas sete meses depois da histórica exibição dosfilmes dos irmãos Lumière em Paris, realiza-se, no Rio de Janeiro, a primeirasessão de cinema no país. Um ano depois, Paschoal Segreto e JoséRoberto Cunha Salles inauguram, na rua do Ouvidor, uma sala permanente.Em 1898, Afonso Segreto roda o primeiro filme brasileiro, com algumascenas da baía de Guanabara. Seguem-se pequenos filmes sobre o cotidianocarioca e filmagens de pontos importantes da cidade, como o Largo doMachado e a Igreja da Candelária, no estilo dos documentários franceses doinício do século.
  • 9. Cinema e TecnologiaDesde o seu surgimento, o cinema acompanha as grandes invençõeshumanas. Esta arte nasceu a partir do domínio da fotografia e, hoje, renova-se com os efeitos da computação gráfica. A tecnologia evolui e o cinemaacompanha de perto. A característica de mímese está não só no conteúdodos filmes, mas também na evolução dos fatores que são capazes depromover a catarse no homem.É preciso criar uma solução para evitar que os espectadores continuemdando preferência ao computador. Neste contexto, mais uma vez, o cinemase alia à tecnologia para “dar a volta por cima”, com a criação dos filmes em3D. A novidade de assistir longas em três dimensões trouxe um ingredienteque não se pode ter em casa, promovendo o desejado aumento de público.
  • 10. Filosofia e CinemaNão era tranquila a associação entre arte e filosofia. Jean Mitry, estudioso decinema, certa vez escreveu que a arte não convence, mas emociona, aocontrário do que ocorre nos campos que fazem uso da linguagem lógica,como a ciência e a filosofia. Já no século XIX, o poeta Baudelaire alertavacontra o valor da filosofia na arte, porque, para ele, a filosofia degrada a arte.Houve também o alerta de Jean Pouillon contra a redução de romancistas aopapel de ilustradores de pensamento. Pasolini propôs que a linguagem docinema é constituída por imagens, e as imagens são sempre concretas,jamais abstratas. Eis por que, segundo ele, o cinema pode ser parábola,jamais expressão conceitual direta, como na linguagem filosófica.
  • 11. Impacto do cinema na sociedade O cinema causou um impacto na sociedade quando da sua criação edifusão, como meio de comunicação de massa registrando fatos e contandohistórias, e expandiu-se rapidamente, primeiramente pela França, EstadosUnidos e Europa e depois pelo restante do mundo ocidental. A primeiraexibição pública paga aconteceu no dia 28 de dezembro de 1895, entãopequenos filmes mudos realizados pelos irmãos Lumiere retratandosituações do cotidiano.
  • 12. Valores do cinema para cultura e sociedadeA arte sempre influenciou a vida das pessoas. A música, as obras literárias, ocinema e a TV têm papel importante na formação de opiniões e naformatação do comportamento dos indivíduos. Muito do que vemos eouvimos, exerce certa influência em nossas vidas, em algumas pessoasmais em outras menos.O cinema, assim como todas as outras coisas pode ter: Pontos positivos epontos negativos.
  • 13. Influência negativa, o tabaco está sempre presente em muitas produções, assim como o charuto. O cigarro por sua vez sempre foi exigido nas mãos de lindas mulheres, passando a idéia que fumar é bonito, o cigarro tem sido símbolo de libertação, vendendo a idéia de liberdade de auto escolha, auto-suficiência em fim emancipação. Sendo inegável que aqueles que aparecem fumando no cinema em muitas situações apresentan-se de forma charmosa e sensual, vendendo algo que muitas vezes não é verdadeiro. Não podemos deixar de salientar que muitos adolescentes, passam a experimentar, álcool e cigarro após terem visto algum personagem do cinema ou da TV, bebendo ou fumando.Influência positiva,também pode ser considerada como positivo bons exemplos que partem dosfilmes chegando até os telespectadores, refletindo assim no comportamento, e aténo estilo de vida de muitas pessoas devido à mensagem que recebem, como porexemplo, a atitude de amor ao próximo, ajuda humanitária, solidariedade, valorizaras pessoas que amamos e que também nos ama, superação e tantos outros.
  • 14. Análise do filme “ ”

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