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Oficina: AACR2r Parte 2: Pontos de acesso (BEAM, 17 de maio de 2014)
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Oficina: AACR2r Parte 2: Pontos de acesso (BEAM, 17 de maio de 2014)

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Oficina sobre a parte 2 do AACR2r (Pontos de acesso), promovida pela Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados (BEAM) em 17 de maio de 2014, na UNESP, Campus de Marília

Oficina sobre a parte 2 do AACR2r (Pontos de acesso), promovida pela Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados (BEAM) em 17 de maio de 2014, na UNESP, Campus de Marília

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  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Como vimos anteriormente, os registros bibliográficos são representações de recursos informações e podem estar presentes em diversos formatos e suportes, por exemplo, em fichas e em registros digitais.
  • Essas são algumas das ações que os registros bibliográficos devem permitir a realização.
    No entanto, existem outras funções que os registros bibliográficos realizam. E, para que essas ações possam ser realizadas, são necessários diferentes tipos de dados.
    Assim, temos nos registros bibliográficos dados que são utilizados para diferentes propósitos.
    Temos os dados que representam o recurso (título, autor, etc.) que permitem ao usuário encontrar, identificar e selecionar os recursos informacionais.
    Dados que permitem aos usuários localizar e acessar os recursos, por exemplo, o número de chamada, o nome da instituição em que o recurso se encontra, um link para um recurso online, etc.
    Temos também os dados administrativos, que podem servir tanto para a gestão do recurso informacional quanto para a gestão do próprio registro (quando ele foi criado, quem foi o catalogador). Entre outros tipos.
    Embora os registros bibliográficos tenham esses diferentes tipos de dados, nosso foco durante será principalmente nos dados que representam os recursos informacionais.
  • Esses dados que representam o recursos informacional geralmente são divididos em representação da forma e representação do conteúdo, também chamadas de representação descritiva e representação temática.
    Essa divisão é feita principalmente para os propósitos de estudos, já que na prática – principalmente no Brasil – tantos os processos de descrição da forma, quanto os processos de descrição do conteúdo são realizados por uma mesma pessoa.
    (É claro que essa divisão pode variar de autor para autor.)
    A representação da forma compreende duas partes: a descrição do recurso (as vezes chamada de descrição bibliográfica) e os pontos de acesso (também conhecidos como cabeçalhos).
    A representação do conteúdo também compreende duas partes: a atribuição dos pontos de acesso (ou cabeçalhos) de assunto e a realização da classificação.
    Vale lembrar que em muitos casos a atribuição dos pontos de acesso de assunto é chamada de indexação ou catalogação da assuntos, enquanto que a representação da forma é chamada apenas de “Catalogação”.
    Durante nosso curso, na maior parte das vezes falaremos sobre a representação da forma, embora em alguns casos trataremos de questões que também podem ser aplicadas à descrição do conteúdo.
    Vejamos então quais são as partes que formam a representação da forma ou representação descritiva.
  • A parte mais conhecida e característica da Catalogação é a descrição do recurso informação (também chamada de descrição bibliográfica).
    O que é essa descrição: um conjunto de dados que possibilita principalmente, a identificação do recurso informacional individualizando-o em um dado contexto.
    Esse conjunto de dados visa também à caracterização do recurso de modo a torná-lo inconfundível.
  • Vamos lá.
    Essas são quatro fichas, cada uma com a descrição de um recurso informacional diferente.
  • Essas fichas são armazenadas em móveis com essas “gavetinhas”
    Até aí tudo bem, pois precisamos de um local para guarda-las e para permitir que elas sejam consultadas.
  • Normalmente, para que pudessem ser armazenadas, teríamos que colocar essas fichas seguindo alguma ordem.
    Qual seria uma ideia: colocar elas em ordem alfabética considerando as palavras que aparecessem no início da descrição, ou seja, acabaríamos por organizar essas fichas (e consequentemente as descrições) pelo títulos.
    No entanto, se fizéssemos isso, surgiria um problema: como o usuário vai buscar por autor? Por assunto? Por e tradutor? Por série?
    Como o usuário saberia quais são as obras de um autor, quais são as obras sobre um assunto ou as obras que fazem parte de uma série?
  • Qual foi então a solução adotada para resolver essa situação:
    “Vamos inserir acima da descrição – no cabeçalho da ficha – os termos pelos quais queremos que ela seja buscada”.
    Ou seja, o nome do autor, o assunto, o título da série.
    Mas aí surgiu ou problema: “quero que a descrição seja encontrada pelo autor, pelo título e pelo assunto”.
  • A solução para esse outro problema foi criar várias cópias de um ficha e inserir no topo de cada uma das cópias o nome, título, assunto, etc. pelo qual a descrição poderia ser encontrada.
    Assim foram criados o catálogo de autor (em que no topo de cada ficha estava o nome de uma pessoa/instituição), o catálogo de assunto (com um assunto no topo de cada ficha), de título (com o título do recurso no topo da ficha), etc.
    Assim foram criados os caminhos pelos quais os usuários poderiam chegar até as descrições bibliográficas.
    Inicialmente, esses caminhos foram chamados de cabeçalhos (já que ficavam no todo das fichas), posteriormente passaram a ser chamados de pontos de acesso.
  • Esses caminhos, ou pontos de acesso, são nomes, termos, códigos, etc. sob os quais um registro bibliográfico pode ser procurado e identificado.
    Esses pontos de acesso de acesso podem ser de diferentes tipos: nomes de pessoas, de instituições, grupos de pessoas, títulos (títulos do recurso, das partes do recurso, da série a qual o recurso pertence, etc.), termos que representam os assuntos dos recursos (termos tópicos, nomes de locais, etc.).
  • Agora que já tenho uma descrição bibliográfica que representa o meu recurso informacional, que já permite a identificação dele de forma única, surge a questão: em um catálogo, como chegar até essa representação? Ou, por quais caminhos consigo chegar até a descrição?
    Podemos pensar em diversos caminhos: por exemplo, o título, o assunto, tradutor, autor, editora, etc.
    Para entender como esses caminhos funcionam, temos que voltar no tempo para vermos como funcionavam (e ainda funcionam!) os catálogos em fichas.
  • Nessa aula veremos uma pouco mais sobre o papel da descrição bibliográfica e dos pontos de acesso nos catálogos.
  • Transcript

    • 1. AACR2r Parte II: Pontos de acesso Fabrício Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Marília, 17 de maio de 2014 Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados
    • 2. Conteúdo  O que são pontos de acesso  Escolha dos pontos de acesso (Capítulo 21 do AACR2r)  Ponto de acesso (entrada) principal  Pontos de acesso (entradas) secundários  Exercício 1: Escolha dos pontos de acesso  Pontos de acesso para pessoas (Capítulo 22 do AACR2r)  Exercício 2: Pontos de acesso para pessoas  Pontos de acesso para entidades coletivas (Capítulo 24 do AACR2r)  Exercício 3: Pontos de acesso para entidades coletivas
    • 3. O que são pontos de acesso Prof. Fabrício Assumpção
    • 4. Registros bibliográficos  Conjuntos de dados que representam recursos informacionais  Fichas, registros digitais, etc.
    • 5. Registros bibliográficos Tipos de dados:  Representação do recurso  Título, autor, assunto, data de publicação, etc.  Localização e acesso  Número de chamada, Instituições, restrições de acesso, URL, etc.  Administração  Dados de aquisição do recurso e de gestão do registro  Etc.
    • 6. Forma & Conteúdo Representação do recurso “Forma” Descrição Pontos de acesso Conteúdo Pontos de acesso de assunto Classificação
    • 7. Descrição  Conjunto de dados que possibilita, principalmente, a identificação do recurso informacional individualizando-o em um contexto.  Caracterização do recurso de modo a torná-lo inconfundível.
    • 8. Descrições O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 85-7542-146-8 Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X
    • 9. Catálogos em fichas
    • 10. Armazenamento e consulta  Como buscar por autor?  Como buscar por tradutor?  Como buscar por editora?  Como buscar por série?  Como buscar por assunto?  Como reunir os recursos de um mesmo autor, tradutor, editora, série ou assunto? O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468
    • 11. Solução adotada  Utilizar os nomes dos autores, tradutores e editoras, os títulos dos recursos e das séries e os assuntos no início das fichas, de modo que as descrições pudessem ser alfabetadas e consultadas por esses nomes e títulos. Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Lévy, Pierre, 1956- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Gaarder, Jostein, 1952- Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Cervo, Amado Luiz Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468 Brown, Dan, 1964-
    • 12. O mundo de Sofia Gaarder, Jostein, 1952- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Metodologia científica Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Cibercultura Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Anjos e demônios Brown, Dan, 1964- Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 Títulos Ficção norte-americana Brown, Dan, 1964- Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Tradução de: Angels & demons ISBN 8575421468 Metodologia da pesquisa Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X História da filosofia Gaarder, Jostein, 1952- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Internet – Aspectos sociais Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Assuntos Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 8573261269 Lévy, Pierre, 1956- O mundo de Sofia : romance da história da filosofia / Jostein Gaarder ; tradução de João Azenha Jr. – São Paulo : Companhia das Letras, 1995 555 p. ; 23 cm Tradução de: Sofies verden ISBN 978-85-7164-475-5 Gaarder, Jostein, 1952- Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 858791815X Cervo, Amado Luiz Anjos e demônios / Dan Brown ; tradução de Maria Luzia Newlands da Silveira. Rio de Janeiro : Sextante, 2004 461 p. ; 26 cm Brown, Dan, 1964- Pessoas Pontos de acesso (cabeçalhos) Pontos de acesso
    • 13. Pontos de acesso “Nome, termo, código etc., sob o qual pode ser procurado e identificado um registro bibliográfico.” (AACR2r, 2004) Tipos de pontos de acesso:  Pessoas  Instituições, grupos de pessoas  Títulos  Do recurso, das partes do recurso, da série, da obra  Assunto  ...
    • 14. Pontos de acesso: caminhos  Por quais caminhos consigo chegar à descrição de um recurso? Título Tradutor Ilustrador Assunto Organizador Autor Editora Série ...
    • 15. Como funcionava na prática... * Contexto dos catálogos em fichas
    • 16. Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Descrição Ponto de acesso principal Pontos de acesso secundários Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica Trabalhos acadêmicos 1. I. II. Pontos de acesso secundários de assunto Ficha (entrada) principal Ficha matriz Pista
    • 17. Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Metodologia científica : elaborando projetos de pesquisa / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian. – 5. ed. – São Paulo : Prentice Hall, 2002 242 p. ; 25 cm ISBN 85-879-1815-X Cervo, Amado Luiz Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica Trabalhos acadêmicos1. I. II. Trabalhos acadêmicos Bervian, Pedro Alcino Metodologia científica
    • 18. Parte II – Pontos de acesso, títulos uniformes, remissivas  Introdução - Parte II  Capítulo 21 – Escolha dos pontos de acesso  Capítulo 22 – Cabeçalhos para pessoas  Capítulo 23 – Nomes geográficos  Capítulo 24 – Cabeçalhos para entidades  Capítulo 25 – Títulos uniformes  Capítulo 26 – Remissivas
    • 19. Antes de começarmos...  Pontos de acesso ≠ Indicação de responsabilidade  Parte I – voltada ao suporte, à publicação  Parte II – voltada ao conteúdo
    • 20. Capítulo 21
    • 21. 21 Escolha dos Pontos de Acesso  Não teremos pontos de acesso para tudo e todos!  Nem todas as pessoas e as instituições relacionadas ao recurso terão seus pontos de acesso incluídos no registro.  Por que?  Relevância, tempo, etc.  Entre as pessoas e instituições escolhidas, uma será a principal, as demais serão secundárias.
    • 22. 21.1 Ponto de acesso principal  É o ponto de acesso presente na ficha principal que representa o recurso.  De modo geral, indica o criador da obra. Entrada/ficha principal Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso principal
    • 23. 21.29 Pontos de acesso secundários  São os pontos de acesso presentes nas fichas secundárias que representam o recurso.  De modo geral, indicam:  os demais criadores da obra,  outros responsáveis pelo recurso e por seu conteúdo,  os títulos associados ao recurso. Entrada/ficha secundária de título Cibercultura Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (título) Ponto de acesso principal
    • 24. 21.29 Pontos de acesso secundários Entrada/ficha secundária de tradutor Costa, Carlos Irineu da Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (tradutor) Entrada/ficha secundária de série Trans Lévy, Pierre, 1956- Cibercultura / Pierre Lévy ; tradução Carlos Irineu da Costa. – São Paulo : Editora 34, 2000 260 p. – (Trans) Tradução de: Cyberculture ISBN 85-7326-126-9 Ponto de acesso secundário (série)
    • 25. 21 Escolha dos pontos de acesso Exemplo de questão que o Capítulo 21 responderá: Devo fazer um ponto de acesso para a série?  AACR2r 21.30L. Séries  21.30L1. Faça a entrada secundária sob o cabeçalho estabelecido para uma série quando cada obra pertencente à série tiver sido catalogada separadamente, se essa entrada fornecer um acesso útil.
    • 26. Alguns conceitos importantes...  Remissiva Ver: indica ao usuário o ponto de acesso escolhido  Remissiva Ver também: indica ao usuário os pontos de acesso relacionados  Ver: Capítulo 26 OTAN ver Organização do Tratado do Atlântico Norte Campos, Álvaro de ver também Pessoa, Fernando
    • 27. Alguns conceitos importantes...  Entidade [coletiva]  “Organização ou grupo de pessoas identificado por um nome determinado que age ou pode agir como um todo. São exemplos típicos: associações, instituições, firmas comerciais, empresas sem fins lucrativos, governos, órgãos estatais, entidades religiosas, igrejas locais e conferências.” (AACR2r, Glossário)
    • 28. Alguns conceitos importantes...  Monografia  “Um recurso bibliográfico que está completo em uma parte ou se tem a intenção de completá-lo em um número finito de partes.” (AACR2r, Glossário)
    • 29. Alguns conceitos importantes...  Publicação seriada  “Um recurso contínuo publicado em uma sucessão de partes separadas, trazendo usualmente numeração, não tendo sua conclusão predeterminada. São exemplos: jornais, revistas, periódicos eletrônicos, diretórios contínuos, relatórios anuais e séries monográficas.” (AACR2r, Glossário)
    • 30. Alguns conceitos importantes...  Responsabilidade compartilhada  “Colaboração entre duas ou mais pessoas ou entidades que desempenham o mesmo tipo de atividade na criação do conteúdo de um item. A contribuição de cada uma pode constituir uma parte independente e distinta, ou pode não ser separável da contribuição das demais.” (AACR2r, Glossário)
    • 31. Alguns conceitos importantes...  Responsabilidade mista  “Quando diferentes pessoas ou entidades contribuem para o conteúdo intelectual ou artístico de uma obra desempenhando diferentes tipos de atividades (p. ex., adaptando ou ilustrando uma obra escrita por outra pessoa).” (AACR2r, Glossário)
    • 32. Alguns conceitos importantes...  Título coletivo  “Um título principal que abrange as diversas obras contidas num item.” (AACR2r, Glossário)
    • 33. 21 Escolha dos Pontos de Acesso Sumário do Capítulo 21
    • 34. Exercício 1 - Escolha dos pontos de acesso  Definir:  qual será o ponto de acesso principal e  quais serão os pontos de acesso secundários
    • 35. Babel que a cidade comeu / Ignácio de Loyola Brandão Authority work / Robert H. Burger Responsabilidade simples – Pessoa (21.4A) Ponto de acesso principal Ponto de acesso secundário Legenda:
    • 36. Responsabilidade compartilhada (21.6B, 21.6C1) Metodologia científica / Amado Luiz Cervo, Pedro Alcino Bervian Foundations of Semantic Web technologies / Pascal Hitzler, Markus Krötzsch, Sebastian Rudolph Wikinomics : como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio / Don Tapscott, Anthony D. Williams ; tradução de Marcello Lino Kafka : para uma literatura menor / Gilles Deleuze, Félix Guattari ; tradução e prefácio Rafael Godinho
    • 37. Responsabilidade compartilhada (21.6C2) Mais de 3 responsáveis (pessoas ou entidades coletivas) Flexible access control framework for MARC records / Goran Sladić ... [et al.]
    • 38. Coletânea de obras com título coletivo (21.7B1) Tecnologia e conteúdos informacionais : abordagens teóricas e práticas / Silvana Ap. B. Gregorio Vidotti (coordenadora) Informação para a área de saúde : prontuário do paciente, ontologia de imagem, tecnologia, legislação e gerenciamento eletrônico de documentos / Virgínia Bentes Pinto, Maria Elias Soares, organizadoras
    • 39. Pontos de acesso secundários – Séries (21.30L1) Ortodontia : fundamentos em cefalometria clínica / Eros Petrelli, João M. Baptista. - Curitiba : EDITEC, 1997. - 269 p. : il. + CD-ROM. - (Multimidia & software em odontologia)
    • 40. Capítulo 22
    • 41. 22 Pontos de acesso para pessoas Sumário do Capítulo 22
    • 42. Exercício 2 – Construção dos pontos de acesso  Construir os pontos de acesso para as pessoas escolhidas no Exercício 1.
    • 43. Capítulo 23
    • 44. 23 Nomes geográficos  23.1A. Os nomes geográficos (lugares) são usados  para fazer distinção entre entidades com o mesmo nome;  como acréscimo a outros nomes de entidades (p. ex., nomes de conferências);  nos pontos de acesso para governos e comunidades que não são governos.  23.2A1. Use a forma em português do nome de um lugar, se houver uma de uso corrente. Exemplos: Áustria, Copenhague, Helsinque (não Österreich, København e Helsinki)  23.2B1. Use a forma na língua oficial do país se não houver forma em português de uso corrente. Exemplo: Buenos Aires.
    • 45. Capítulo 24
    • 46. 24 Pontos de acesso para entidades Sumário do Capítulo 24
    • 47. Exercício 3 – Construção dos pontos de acesso  Construir os pontos de acesso para as entidades escolhidas no Exercício 1.
    • 48. [Fixação]
    • 49. Obrigado! Fabrício Assumpção fabricioassumpcao.com | assumpcao.f@gmail.com Marília, 17 de maio de 2014 Biblioteca de Estudos e Aplicação de Metadados