SITUAÇÃO ATUAL E FUTURO DA PRODUÇÃO MUNDIALDE MAÇÃS
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SITUAÇÃO ATUAL E FUTURO DA PRODUÇÃO
MUNDIALDE MAÇÃS

I Seminário Internacional de Fruticultura

16/06/2010
Vacaria - RS
Pierre Nicolas Pérès
Presidente ABPM
www.abpm.org.br

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SITUAÇÃO ATUAL E FUTURO DA PRODUÇÃO MUNDIALDE MAÇÃS Presentation Transcript

  • 1. SITUAÇÃO ATUAL EFUTURO DA PRODUÇÃO MUNDIALDE MAÇÃSSeminário Internacional de Fruticultura – 16/06/2010 Vacaria - RS Pierre Nicolas Pérès Presidente ABPM www.abpm.org.br
  • 2. PRODUÇÃO BRASILEIRA, ÁREA EVARIEDADES.
  • 3. PRODUÇÃO MAÇÃS (t)1.200.0001.100.0001.000.000 900.000 800.000 700.000 600.000 500.000 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10p Fonte: ABPM, AGAPOMI, EPAGRI, DEROL
  • 4. PROJEÇÃO FUTURA Produção 1.800.000 1.600.000 1.400.000 1.200.000Título do Eixo 1.000.000 800.000 600.000 400.000 200.000 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 * Produção Polinômio (Produção)
  • 5. PRODUÇÃO POR ESTADO700.000600.000500.000400.000 SC RS300.000 Polinômio (SC)200.000 Polinômio (RS)100.000 0 2.001 2.002 2.003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ABPM, AGAPOMI, EPAGRI, DEROL
  • 6. PRODUÇÃO BRASILEIRA DE MAÇÃ PORESTADO SAFRA 2009-10p (VOLUME – T) Estado Produção (t) (%) Santa Catarina 579.276 51,1% R. Grande do Sul 497.433 43,9% Paraná 56.116 5,0% Total 1.023.026 100% Fonte: EPAGRI/IBGE/ABPM/AGAPOMI/FRUTIPAR
  • 7. ÁREAS MAÇÃS (ha)40.00039.00038.00037.00036.00035.00034.00033.00032.00031.00030.000 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/087 IBGE Fonte: ABPM, AGAPOMI, EPAGRI, DEROL, IBGE
  • 8. VARIEDADES DE MAÇÃS 2010p (%) Outras 5% Fuji 34% Gala 61% Fonte: ABPM, AGAPOMI
  • 9. CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM FRIGORÍFICA 2007(T) Estado AC Convencional TOTALSANTA CATARINA 220.862 116.155 337.017RIO GRANDE DO SUL 181.444 114.635 296.079PARANÁ - 8.850 8.850BRASIL 641.946 402.306 239.640
  • 10. MERCADO BRASILEIRO1.400.000 DE MAÇÃ1.200.0001.000.000 800.000 600.000 400.000 200.000 0 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Produção Oferta Domestica in Natura Export
  • 11. CONSUMO DE MAÇÃ 2005 2006 2007 2008 2009 2010 * Production 882.472 755.707 993.227 983.240 1.052.514 1.169.982 Domestic Offer in Natura 621.451 602.482 632.728 731.032 735.654 795.982 Export 99.088 57.153 112.073 112.250 98.203 95.000 Fresh Domestic Production 553.941 524.741 564.154 675.990 674.311 744.982 Import 67.510 77.741 68.574 55.042 61.343 51.000 Industry 229.443 173.813 317.000 195.000 280.000 330.000Brazilian Population - IBGE (000) 183.473 185.596 187.796 189.736 191.592 193.224Consumption in natura kg/hab 3,39 3,25 3,37 3,85 3,84 4,12* Estimate Industry/Production 26,0% 23,0% 31,9% 19,8% 26,6% 28,2%export/Production 11,2% 7,6% 11,3% 11,4% 9,3% 8,1%export/fresh domestic production 15,9% 9,5% 17,7% 15,4% 13,3% 11,9% Fonte: ABPM, SECEX
  • 12. COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL - 2010 Ano 2010 2009 2008 2007 2006 Global 14º 12º 15º 14º 16ºEficiência da 4º 5º 5º 7º 10º ProduçãoInfraestrutura 6º 6º 6º 7º 10º e Insumos Mercado e 23º 21º 23º 20º 19º Finanças Fonte: Belrose
  • 13. • Eficiência da produção: Clones modernos, produção estabilizada ou crescente, renovação, densidade de plantio, produtividade são os parâmetros analisados.• Infra-estrutura e insumos: Packing House, Câmaras frias, disponibilidade de terras, água, eletricidades e mão de obra assim que registro de novas moléculas compõem esta serie.• Finanças e Mercados: Taxa de inflação, juros, disponibilidade de capital e segurança jurídica da propriedade, qualidade, % da produção exportada e preço de exportação são os critérios desta categoria.
  • 14. EXPORTAÇÃO EIMPORTAÇÃO
  • 15. EXPORTAÇÃO DE MAÇÃS ( T )150.000130.000110.00090.00070.00050.00030.000 2002/032003/042004/052005/062006/072007/082008/09 2009/10P Fonte: ABPM, SECEX
  • 16. DESTINO (2008 em % ) Dinamarca 3% Itália Irlanda Outros 9% 3% 3% Finlandia 4% Países Baixos 32%Bangladesh 4%Alemanha 5% UK 16% Espanha 5% Suécia 5% França 6% Portugal 5% 39 Países de destino Fonte: ABPM, SECEX
  • 17. DESTINO (2009 em % ) UAE 2% Outros 8% Irlanda 4% Itália 3% Finlandia 4% Países Baixos 36%Bangladesh 9% Alemanha 4% Espanha 3% Suécia 3% UK 9% Portugal 8% França 8% 39 Países de destino Fonte: ABPM, SECEX
  • 18. IMPORTAÇÃO DE MAÇÃS ( T ) 100.000 90.000 80.000 70.000 60.000 50.000 40.000 30.000 20.000 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009p Fonte: ABPM, SECEX
  • 19. ORIGEM 2009 ( % ) Portugal 2% Spain 1% Italy 2%France 3% USA 0%Chile 10% Argentina 82% Fonte: ABPM, SECEX
  • 20. AMAÇÃ NOMUNDO
  • 21. PRODUÇÃO MUNDIAL93 PAISES PRODUZIRAM EM 2008 69.603.640 TONELADAS DE MAÇÃ BRASIL = 1,41% Source: FAOSTAT 2008
  • 22. 20 Maiores Produtores de Maçã Classificação Ano 2007 2008 2007 2008 20071 China 29.851.163,00 27.865.953,00 11 Argentina 1.300.000,00 1.300.000,002 United States 4.431.280,00 4.237.730,00 12 Brazil 1.121.468,00 1.115.380,003 Poland 2.304.892,00 1.039.967,00 13 Germany 1.046.995,00 1.070.036,004 Iran 2.660.000,00 2.660.000,00 14 Japan 840.100,00 840.100,005 Turkey 2.504.490,00 2.457.845,00 15 Spain 721.200,00 667.700,006 Italy 2.208.227,00 2.072.500,00 16 Ukraine 719.300,00 754.900,007 India 2.001.400,00 2.001.400,00 17 South Africa 687.121,00 709.912,008 France 1.940.200,00 2.143.670,00 18 North Korea 635.000,00 635.000,009 Russia 1.467.000,00 2.333.000,00 19 Uzbekistan 585.000,00 502.500,0010 Chile 1.370.000,00 1.390.000,00 20 Pakistan 582.512,00 441.515,00 http://faostat.fao.org/site/567/DesktopDefault.aspx?PageID=567#ancor
  • 23. DISTRIBUIÇÃO MUNDIAL DAS EXPORTAÇÕES DE MAÇÃS 4.5 Mi T 2006/07 5 Mi T 2008/09p Outros 4% Hemisfério Sul Hemisfério Sul Outros 23% USA 16% 27% 29%USA 12% Europa 20% China 19% Europa 19% China 31% Source: USDA - FAS
  • 24. CHINA
  • 25. CHINA PRODUÇÃO DE MAÇÃS (t)33.000.00031.000.00029.000.00027.000.00025.000.00023.000.00021.000.00019.000.00017.000.00015.000.000 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 Source: Ministério da Agricultura da China
  • 26. CHINA Distribuição das Variedades de Maçãs ( %) Gala 3% Outras 24%Golden Delicious 3% Red 10% Fuji 60% Source: Belrose, USDA, FAO
  • 27. CHINA Destino das Exportações 2009/2010 1.460.000 T Rússia & CIS 22% Outros 29%Oriente Médio 8% Ásia 41% Source: USDA, FAO
  • 28. CHINAPRINCIPAIS PAISES FORNECEDORES DE MAÇÃS 2008 ( %) 58.000 T - 2009/2010 Nova Zelandia Japão 4% 10% USA 39% Chile 46% Source: ATO Guangzhou, Aduana Chinesa
  • 29. EVOLUÇÃO DASEXPORTAÇÕES DE MAÇÃS DA 1 Mi T 2006/07 CHINA1.46 Mi T 2009/10 Outros 29% Outros 32% Ásia 41% Ásia 48%Oriente Médio 3% Oriente Médio 8% Rússia 17% Rússia 22% Source: USDA - FAS
  • 30. USA PRODUÇÃO DE MAÇÃS (t)4.800.0004.600.0004.400.0004.200.0004.000.0003.800.0003.600.000 2003/04 2005/06 2007/08 2009/2010 Fonte: USDA.
  • 31. USA Distribuição das Variedades de Maçãs 2008 ( %) Gala 10% Fuji 9% Outros 32% Red 27%Granny Smith 9% Golden Delicious 13% Source: Belrose, USDA, FAO
  • 32. USA 1,000 Consumo in Produção Importação Exportação IndustriaToneladas Natura2006/07 5.352 194 638 3.346 1.5622007/08 4.103 173 674 2.256 1.3462008/09 4.508 160 745 2.357 1.566 Source: USDA, FAO
  • 33. USA Destino das Exportações 2007/08 Rússia & CIS 2% Reino Unido 5% Canadá 22% Outros 14% Republica Dominicana 2% Taiwan 7% Egito 2%Tailândia 2% Hong Kong 5% UEA 3% Arábia Saudita Indonésia 4% 5% Malásia 1% México 28% Índia 3% Source: http://www.fas.usda.gov/ustrdscripts/USReport.exe
  • 34. USA PRINCIPAIS PAISES FORNECEDORES DE MAÇÃS 2008 ( %) Brasil 0,24% Argentina 1,13% Canada 3,19% Africa do Sul 0,04%Nova Zelandia 28,02% Japão 0,01% Chile 67,37% Source: http://www.ams.usda.gov/mnreports/wa_fv401.txt
  • 35. EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇõES DE MAÇÃS DOS USA 0,653 Mi T 2005/06 0,674 Mi T 2007/08Outros 23% Outros 25% America do Norte 44% America do Norte 50% Ásia 33% Ásia 25% Source: USDA - FAS
  • 36. CHILE Produção de Maçãs (t)1.8001.6001.4001.2001.000 800 600 400 200 0 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10p Source: WAPA.
  • 37. CHILE Distribuição das Variedades de Maçãs 2009 ( %) Outros 2% Granny Smith 24% Gala 31%Cripps Pink 5% Fuji 11% Red 23% Braeburn 4% Source: WAPA
  • 38. CHILI Destino das Exportações 2008 Rússia 5% Ásia 9%America do Sul 31% Oriente Médio 12%America do Norte 14% Europa 29% Source: iQonsulting
  • 39. ARGENTINA Produção de Maçãs (t)1.2001.1001.000 900 800 700 600 500 2003/04 2005/06 2007/08 2009/10p Source: WAPA
  • 40. ARGENTINA Distribuição das Variedades de Maçãs 2008 ( %) Outros 4% Gala 10%Granny Smith 19% Red 67% Source: Giacinti
  • 41. ARGENTINA Destino das Exportações 2008 America do Sul Russia 31% 22%America do Norte 1% Southeast Asia 0% Europa 26% Middle East 9% Mediterrâneo 10% Source: SENASA
  • 42. ÁFRICA DO SUL Produção de Maçãs (t)850800750700650600550500 2003/04 2005/06 2007/08 2009/10p Source: DFPT/WAPA.
  • 43. ÁFRICA DO SUL Distribuição das Variedades de Maçãs 2008 % Royal Gala 11% Golden 21% Braeburn 3% Fuji 5% Red 11%Granny Smith 24% Pink Lady 7% Source: DFPT
  • 44. ÁFRICA DO SUL Idade dos Pomares 2008 0-3 Anos 9% 4-10 Anos 15% +25 Anos 31%11-15 Anos 18% 16-25 Anos 27% Source: DFPT
  • 45. ÁFRICA DO SUL Destino das Exportações 2007/08 America do Norte Russia 3% 1% Asia 10% Far East 6% Middle East 8%Africa 13% Oceano Indico 3% Europa 56% Source: PPECB
  • 46. NOVA ZELÂNDIA Waikato Gisborne 160ha 220 ha Hawkes Bay 5.800ha Nelson / Tasman region 2.500ha Central Otago 350 ha
  • 47. NOVA ZELÂNDIA Produção de Maçãs (t)600550500450400350300250200 2003/04 2005/06 2007/08 2009/10p Source: Pip Fruit NZ.
  • 48. NOVA ZELÂNDIA Distribuição das Variedades de Maçãs % Cox 3% Pacific Series 6%Granny Smith 3%Pink Lady 3% Jazz 5% Royal Gala 39% Fuji 9% Braeburn 27% Source: Pip Fruit NZ
  • 49. NOVA ZELÂNDIA Destino das Exportações 2007/08 America do Norte 15% Southeast AsiaEuropa 57% 23% Middle East 3% Outros 2% Source: Pip Fruit NZ
  • 50. Source: WAPA 2009
  • 51. EU 27 Produção de Maçãs (t)12.00011.00010.000 9.000 8.000 7.000 6.000 5.000 2003/04 2005/06 2007/08 2009/2010 Source: WAPA.
  • 52. EU 27 Distribuição das Variedades de Maçãs 2009 % Shampion 3% Royal Gala 10% Braeburn 3% Jonagold 7% Fuji 2%Idared 7% Red 7% Cripps Pink 1% Granny Smith 3%Outras 32% Golden 23% Elstar 4% Source: WAPA
  • 53. EU 27 Destino das Exportações 2007/08 Suíça 1% UEA 1% Outros 14% Balkans 2% Líbia 2%Arábia Saudita 3% Noruega 4% Rússia & CIS Argélia 9% 68% Source: Freshfel – HS6
  • 54. EU 27 PRINCIPAIS PAISES FORNECEDORES DE MAÇÃS 2008 ( %) Outros 3% China 4% Nova Zelandia USA 3% 18% Uruguay 1% Brasil 13%Argentina 10% Africa do Sul 21% Chile 27% Source: Freshfel
  • 55. Produção Mundial Produção de Maçãs (000 t)85.00075.00065.00055.00045.00035.00025.00015.000 5.000 2005 2010 2015 2020 Source: Belrose.
  • 56. Variedades com + de 2% deParticipação no Mundo em 2020 Golden Delicious Gala Fuji Granny Idared Jonagold Braeburn Outras Source: Belrose
  • 57. CUSTOS ESUSTENTABILIDADE
  • 58. • Preço de venda Internacional• Preço de venda no Brasil• Custos – Mão de Obra – Caixa de Papelão – Energia – Insumos• Consumo de Maçã e de Frutas
  • 59. Preço de Venda FOB e Custo Médios da Caixa de Maçã de 18kg (Preço : valores nominais e Custo: não incluso despesas financeiras)55 48,95 49,425045 43,40 42,7640 38,19 35,1835 32,0830 28,10 25,92 25,92 24,27 23,425 21,78 22,18 21,42 22,91 16,74 18,1820 22,14 16,30 15,45 21,72 20,82 19,8015 18,90 17,69 16,78 14,04 13,3910 10,98 11,335 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Custos PM/Cx.18kg PM/Cx.18Kg Ceagesp
  • 60. Demografia da Produção Fonte: Mundo Corporativo n. 28 - Deloitte
  • 61. Fonte: Mundo Corporativo n. 28 - Deloitte
  • 62. Fonte: Mundo Corporativo n. 28 - Deloitte
  • 63. Fonte: Mundo Corporativo n. 28 - Deloitte
  • 64. BÔNUS DEMOGRAFICO• Momento único na historia do Brasil e que não se repetira.• Nas próximas 3 décadas a População Economicamente Ativa (PEA) vai superar em concentração as faixas etárias dependentes crianças e idosos.• => Mais poupança• => Mais empregos• => Mais investimento e consumo => Mais crescimento
  • 65. CONSUMO IN NATURA kg/hab 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 *Consumoin naturakg/hab 3,44 3,89 3,54 3,91 2,85 3,66 3,39 3,26 3,37 3,85 3,84 4,12 Consumo in natura kg/hab 4,50 4,00 3,50 3,00 2,50 2,00 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 *
  • 66. • Postura empresarial do produtor• Entrar na atividade para lucrar• Avaliar Investimento, Custeio da atividade e retorno do Capital,• Na hora de Investir ou renovar Pomares analisar os fundamentos para avaliar viabilidade• Cuidados na avaliação da RLO (Receita Liquida Operacional) e da reposição do Investimento.
  • 67. • Se não levar em consideração a depreciação dos ativos, o patrimônio do produtor poderá perder valor ao ponto de inviabilizar a propriedade na hora de renovar maquinas, equipamentos e pomares.• O conceito de Custo Anual de Reposição do Patrimônio – CARP é fundamental para a sustentabilidade da fazenda, este deve ser superior a RLO
  • 68. • O ideal é calcular individualmente o CARP do Pomar e de todos os investimentos acessórios.• CARP (pomar/maquinários/implementos) = Fator de recuperação do Capital (FRC) x custo total de formação (CT). O FRC leva em conta o custo de oportunidade do capital i e a vida útil do pomar n• CARP fazenda = PATR x i (PATR valor mercado fazenda)• CARP pomar = FRC x CT• FRC =
  • 69. CUSTO DE PRODUÇÃO MAÇÃ CARP / ha i=8% R$/ha. R$ n= Produtivo R$Terra 40 ha 8.000 320.000 oport. 1.280Pomar 3. folha com custo Financeiro 6,75% 20 ha 68.997 1.379.940 17 7.564Sede / Benfeitorias 50.000 25 217Trator MF 275 87.500 10 561Pulverizador Jacto 1,500 lt turbina 850 33.500 10 214Roçadeira 7.000 10 45Implementos e Ferramentas Diversas 10.000 5 100Sub-Total 1.887.940 9.981Custo de produção por hectare 15.000Total 24.981Produtividade 40T/ha. - R$/kg 0,625Valor residual Maquinas e Implementos 30%, Benfeitorias 50%
  • 70. CUSTOS da Fruta Embalada Custo 2008/09 Por Caixa Por kg Produção 11,32 0,629PH + Frigorificação 4,40 0,244 Embalagens 3,67 0,204 Adm + Coml. 2,79 0,155 Total por cx 22,18 1,232 Fonte: ABPM
  • 71. HISTORICO QUALIDADE GALA FUJI QUALIDADE QUALIDADE Cat 1 % Cat 2 % Cat 3 % Cat 1 % Cat 2 % Cat 3 %2009 32,78 32,97 34,25 2009 22,68 37,81 39,522008 38,01 36,50 25,50 2008 26,90 41,94 31,162007 30,88 37,41 31,70 2007 23,85 45,25 30,902006 36,89 39,48 23,64 2006 30,26 40,47 29,272005 28,21 49,17 22,62 2005 21,14 40,29 38,572004 32,90 52,06 15,03 2004 21,70 49,98 28,322003 25,67 47,11 27,22 2003 25,83 41,68 32,502002 34,83 40,49 24,68 2002 26,46 43,44 30,112001 36,42 35,89 27,68 2001 31,06 42,01 26,932000 39,08 44,15 16,77 2000 33,51 38,64 27,861999 53,28 24,20 22,53 1999 44,29 31,88 23,82Média 35,36 39,95 24,69 Média 27,97 41,22 30,81 Fonte: ABPM
  • 72. HISTORICO PREÇO GALA FUJI PREÇO / Kg PREÇO / Kg Cat 1 Cat 2 Cat 3 Total Cat 1 Cat 2 Cat 3 Total2009 1,42 1,18 0,95 1,184 2009 1,72 1,39 1,05 1,3432008 1,67 1,21 1,04 1,338 2008 1,95 1,63 1,33 1,6152007 1,47 1,01 0,85 1,105 2007 1,68 1,65 1,08 1,4902006 1,73 1,31 1,14 1,428 2006 1,84 1,59 1,31 1,5792005 1,52 1,15 0,93 1,196 2005 1,90 1,55 1,20 1,4772004 1,09 0,79 0,70 0,874 2004 1,44 1,22 0,96 1,1952003 1,44 1,12 0,84 1,127 2003 1,57 1,30 0,99 1,2922002 1,02 0,78 0,60 0,825 2002 1,36 1,03 0,77 1,0412001 1,16 0,94 0,63 0,933 2001 1,51 1,19 0,84 1,1742000 0,68 0,47 0,34 0,537 2000 0,79 0,60 0,49 0,6441999 0,84 0,65 0,45 0,689 1999 0,96 0,81 0,60 0,796Média 1,28 0,96 0,77 1,021 Média 1,52 1,27 0,97 1,241 Fonte: ABPM
  • 73. Produção de Gala: 400 ton. Perfil Qualidade Gala % Gala Ton. Preço R$/Kg Total anual R$Exportação 20,00% 80 1,33 R$ 106.400Cat.I 15,00% 60 1,40 R$ 84.000Cat.II 30,00% 120 1,20 R$ 144.000Cat.III 25,00% 100 1,00 R$ 100.000Industrial 10,00% 40 0,08 R$ 3.200TOTAL 100,00% 400 1,15 R$ 437.600Produção de Fuji: 400 ton. Perfil Qualidade Fuji % Fuji Ton. Preço R$/Kg Total anual R$Exportação 10,00% 40 1,61 R$ 64.400Cat.I 25,00% 100 1,70 R$ 170.000Cat.II 30,00% 120 1,40 R$ 168.000Cat.III 25,00% 100 1,20 R$ 120.000Industrial 10,00% 40 0,08 R$ 3.200TOTAL 100,00% 400 1,44 R$ 525.600TOTAL GERAL 800 ton. Perfil Qualidade Maçã % Maçã Ton. Preço R$/Kg Total anual R$Exportação 15,00% 120 1,42 R$ 170.800Cat.I 20,00% 160 1,59 R$ 254.000Cat.II 30,00% 240 1,30 R$ 312.000Cat.III 25,00% 200 1,10 R$ 220.000Industrial 10,00% 80 0,08 R$ 6.400TOTAL 100,00% 800 1,296 R$ 963.200 R$ Por hectare R$ 48.160
  • 74. CARP/ha produtivo R$ 9.981Custeio de Produção/ha R$ 15.000Packing + Frio R$ 9.760Embalagens R$ 7.344Administração + Comercial R$ 6.200Custo Total R$ 48.285RLO/ha produtivo R$ 48.160Prejuizo R$ -125 Fonte: ABPM
  • 75. VENDA MEDIA ANUAL EMBALADACat 1, 2 e 3 Gala R$/kg Fuji R$/kg INPC IGPM 2003 1,127 1,292 10,38% 8,69% 2004 0,874 1,195 6,13% 12,42% 2005 1,196 1,477 5,05% 1,20% 2006 1,428 1,579 2,81% 3,84% 2007 1.105 1,490 5,16% 7,74% 2008 1,338 1,615 6,48% 9,81% 2009 1,184 1,184 4,114% -1,712% Variação2003/2009 5,058% -8,359% 47,50% 49,31% Supermercados: 2003 a 2009 +45% Fonte: ABPM
  • 76. ECONOMIA• Expansão acelerada da economia• Problemas climáticos pressionando a rentabilidade do agronegócio.• Problemas de cambio para os exportadores• Crise de confiança da divida soberana na Europa.• Crise financeira mundial• Sobe e desce de moeda e bolsa• Insegurança Financeira
  • 77. - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 -1.000 jan/02 mar/02 mai/02 jul/02 set/02 nov/02 jan/03 mar/03 mai/03 jul/03 set/03 nov/03 jan/04 mar/04 mai/04 jul/04 set/04 nov/04 jan/05 mar/05 mai/05 jul/05 set/05 nov/05 jan/06 mar/06 mai/06Saldo Balança comercial jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07Cambio R$/USD nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 COMERCIAL E TAXA DE CÂMBIO jan/09 mar/09 EVOLUÇAO DO SALDO DA BALANÇA mai/09 jul/09 - 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 3,500 4,000 4,500
  • 78. VENDA
  • 79. MERCADO INTERNO• Capacidade do Setor de atender as novas exigências de consumo, valorizando o modelo de produção atual através de aliança entre todos os elos da cadeia.• Conhecer o Cliente, entender a suas necessidades, rapidamente transformar- las em produtos que o satisfaçam.
  • 80. • Investir em capacitação dos vendedores e na formulação de uma boa estratégia de vendas.• Existe 2 Tipos de Mercados – 1) Preço – 2) Valoriza algumas especificidades (modelo de produção, região,...)
  • 81. DISTRIBUIÇÃO ESTRUTURA DO VAREJO 2008 (R$158.5bi) 75,225 Outros Supermercados 3 Maiores 32% Supermercados 38% 480 Seguintes 17 Seguintes 8% 20% Fonte: NIELSEN 2008
  • 82. DISTRIBUIÇÃO ESTRUTURA DO VAREJO 2009 (R$177bi, +11,7%) 77,811 Outros 3 Maiores Supermercados Supermercados 32% 40,44% 480 Seguintes 14,39% 17 Seguintes 14,08% Fonte: NIELSEN 2009
  • 83. AUTOSERVIÇO BRASILEIRO 2009• 191,5 mil Check out• 78,3 mil lojas• 899,7 funcionarios• X 3 mais fincionarios inderetos• 19,3 milhões de m²• 6,5% de crescimento real em 2009
  • 84. ORGANIZAÇÃO COMERCIAL• Muita oferta desestruturada de muitas organizações• Conceito de qualidade vago, falta aplicar a IN 5• Risco alto de inadimplência• Concentração alta do Varejo• Industria ainda é pouca atrativa para os produtores para escoar produtos de baixa qualidade.
  • 85. • Falta de política comercial do setor e de campanha incentivando o consumo• Falta de União entre as partes• Reforçar as áreas comerciais, postura e técnica.
  • 86. CRISE NA POMICULTURA MUNDIAL• NZ concentração grande dos produtores e das estruturas comerciais em curso.• Europa, produtores estão incorporando-se em cooperativas e agrupamentos econômicos.• USA se re-estruturou concentrou as organizações comerciais e hoje voltou a ter lucratividade.
  • 87. MARKETING DA MAÇÃ
  • 88. “Em horti-fruit... TUDO Agora Gira em Torno do consumidor!"Bryan Silberman, Chairman of US Produce Marketing Association
  • 89. Medo de Perder e Disponibilidade de Produtos de QualidadeAs Razões Pelas Quais os Consumidores NÃO Comem uma Maior Quantidade de horti-fruit Medo de Perder Preço Disponibildade da Qualidade Conveniencia Tem po Habilidade culinaria Não vai Com er Outros Gosto Restrição Dieta 0% 20% 40% 60% Total in USA; Research of 2005 of ACNielsen: Homescan
  • 90. CRITERIOS PARA ESCOLHER UM SUPERMERCADO A loja que tem menos freguês 5,90% A loja que tem amplo estacionamento 7,30% A loja com o ambiente mais agradável 7,40%A loja que tem o atendimento mais rápido 8,20% A loja mais barata 16,20% A loja que oferece mais variedade 16,40% A loja mais próxima 38,60% Fonte: CREDOC “Pesquisa Comercio, Junho 2005”
  • 91. TENDENCIAIS DO VAREJO– Através de Fusão e Aquisição o setor supermercadista esta se concentrando. Deverá ficar de 4 a 6 organizações em cada país respondendo por 60% das vendas (ex. Alemanha: METRO, REWE, EDEKA).– Supermercado de Desconto.– Centralização e Monitoramento das compras de perecíveis, pensando logística integrada de reposição de mercadoria, controle das perdas e administração do mix assim que programação.
  • 92. – Pouca disposição para o risco, a introdução de novas variedades ou frutas deverá garantir o retorno.– Frutas e Vegetais são estratégicos para a imagem do supermercado.– Critérios para selecionar um fornecedor: • Relação adequada entre preço e valor • Educação do consumidor • Qualidade constante assim que sabor garantido. • Fornecedores com serviços e marcas exclusivas
  • 93. • Rastreabilidade imprescindível assim que especificação do produto.• Segurança Alimentar.• Contrato de fornecimento.• Frutas disponíveis o ano todo, implicando importação.• Uso de EDI (Electronic Data Interchange).• Aumento do numero de FLV - 600 (USA).• Aumento do uso de caixas retornáveis.
  • 94. AguaCarbon FootprintFood MilesNovas Barreiras
  • 95. Mudanças de Estilo de Vida Saúde
  • 96. As Frutas estão Saborosas… • BSE, Mas, são seguras? seguras? • Dioxina, • Aftosa, • Gripe Pesticidas Aviaria Hormônios Regulador de Crescimento F L V: OGM Agroquímicos Nitrofuranos,Outros Antibióticos Metais Pesados Barreiras ao Consumo
  • 97. Taxas de Obesidade((American adults) BRFSS, Behavioral Risk Factor Surveillance System, 1985 (*BMI ≥ 30, ou, +/- 13 kg de sobrepeso para cada 5-4 pessoas) No Data <10% 10%-14% 15-19%
  • 98. Behavioral Risk Factor Surveillance System 2009
  • 99. HOMO .............. Source: The Economist
  • 100. PORQUE PROMOVER AS MAÇÃS–O Mercado é cada vez mais competitivo e Requer Ação de Marketing Agressiva.
  • 101. Ações de Marketing em Supermercado• Ações de Marketing em Países e Supermercados Escolhidos. –Degustação –Comunicação no Ponto de Venda, Informações sobre a Maçã, Receitas, Saúde,... –Incluindo Comunicação no Atacado e Prestadores de Serviços.
  • 102. • Escolha das Variedades e da Qualidade Adequada de Acordo com a Evolução do Consumidor.• Posicionamento da Marca e da Origem.• Posicionamento do Tipo de Produção: PIM, Orgânico...• Branding por um Grupo de Produtores.• Incentivo ao consumo de frutas em campanhas nacionais.
  • 103. Projeto Bella - Exposição Organização do PDV Programaçãovisual de grande destaque para Reposiçãoatrair atenção do facilitada: consumidor. uso da embalagem Solução de de transporte exposição para expor o customizada produto. conforme anecessidade eporte da loja.
  • 104. Anúncio Página Dupla
  • 105. A FORÇA DA ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO• ICMS - PIS – CONFIS / ISENÇÃO• SANIDADE / CYDIA POMONELA• CONTROLE DE RESIDUOS• PESQUISA – Genomalus e Inovamaçã Aumento da Produtividade / Redução Custo• MERCADO E IMPORTAÇÃO / CHINA• EXPORTAÇÕES REPRESENTAÇÃO INT. E ABERTURA DE MERCADO• SEGURO AGRICOLA• MAÇÃ NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR• LEC – LINHA ESPECIAL DE CREDITO
  • 106. DESAFIOS• Crise Econômica – Dimensão Mundial da Economia, – Dificuldade de prever as crises – Dificuldade de controlar os mercados• Estrangulamento do credito• Queda dos preços em dólares• Queda do Consumo de Hortifruti no mundo• Valorização do Real• Clima e meio ambiente• Barreiras fitossanitárias
  • 107. • Para transformar a crise em oportunidade – Instrumentos de políticas agrícolas • Favorecer exportação • Financiamentos • Investimento em pesquisa – custos vs. Produtividade – Conhecimento e Inovação • Seguro – Desenvolvimento de novas tecnologias – Biotecnologias e nanotecnologias – Resolver os gargalos logísticos e o custo Brasil• Lembramos que “a agricultura não quebra” quem quebra é o agricultor.
  • 108. SUGESTÕES• Novas embalagens, identificar novas tendências e necessidade do consumidor• Venda de marca Clube, e.g. Pink Lady, Ariane, Antares, etc...• Desenvolver Orgânico, e.g. Juliet, Monalisa (Epagri)• Comunicação com os clfinais
  • 109. DEFINIR A QUALIDADE• Do ponto de vista do Produtor: – Forma e Cor – Produtividade – Fruta que atende a necessidade do Consumidor• Do ponto de vista do Consumidor: – Preço – Aparência – Valores Organolépticos, Nutricionais e Medicinais
  • 110. CONCLUSÃO• Sempre verificar os concorrentes• Benchmarking• Fortalecimento das Organizações de Produtores – Associação – Cooperativa – Consorcio• Marketing, eventos promocionais, boa qualidade, estar em harmonia com o consumidor. Branding
  • 111. • Melhorar produtividade e os preços FOB, escolher variedades adequadas, sempre reduzir custos.• Sempre incorporar novas tecnologias quando disponíveis. Investir em pesquisa, melhoramento, biotecnologia.• Continuar procurando por melhores resultados e melhor qualidade.
  • 112. OBRIGADO WWW.ABPM.ORG.BR