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Plano de aula diversidade religiosa
 

Plano de aula diversidade religiosa

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  • O plano se faz necessário para que as aulas possam serem bem transmitidas entendidas
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    Plano de aula diversidade religiosa Plano de aula diversidade religiosa Presentation Transcript

    • PLANO DE AULA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIOESCRITOR HORÁCIO DE ALMEIDA Título: DIVERSIDADE RELIGIOSA NO BRASIL FRANCISCA ROSEANE FRANCO RIBEIRO DE SOUSA1 Autor: (a)1 Pedagoga, Especialista em Orientação e Supervisão Educacional, Professora de Ensino Religioso, Mestranda do Programa de Pós=Graduação em Ciências das Religiões- PPGCR-UFPB. Contato: roseaneribeiro40@gmail.com
    • Nível de Ano/Semestre de SÉRIES FINAIS 2012/ 1º BIMESTRE Ensino: estudoModalidade FUNDAMENTAL Componentede Ensino: Curricular: ENSINO RELIGIOSO DIVERSIDADE Tema: RELIGIOSA NO Duração da Aula: 10 AULAS BRASIL
    • Objetivos Glossário-Compreender e valorizar a diversidade Diversidade: s.f. Diferença, dessemelhança, variedadereligiosa no Brasil;-Despertar no aluno a precisão de respeitar às Intolerância: s. f. Qualidade do que é intolerante, repugnância. Em matéria política,diferenças religiosas existentes considerando a religiosa, atitude odiosa, agressiva à respeito daqueles de cuja opinião ou crença se diverge.construção de uma sociedade mais igualitária;-Identificar no amplo universo religioso o Desconstruir: s.f. Desfazer a construção de; destruir.mesmo sentido que todas as crenças têm nacultura de uma sociedade; Manifestação:s.f. Ato de manifestar.-Conhecer as diversas religiões para Transcendente: s.f. Qualidade; caráter do que é transcendente.desconstruir preconceitos. Será construído ainda no decorrer das aulas com o surgir de palavrasIdentificar a transcendência religiosa desconhecidas pelos alunos.Pré-requisitos dos estudantes  Será condição básica que o aluno tenha domínio dos recursos midiáticos, interesse em participar de atividades em equipes, respeito pelo outro.Recursos/Materiais de ApoioEste campo contém orientações sobre recursos eprocedimentos necessários, tais como: Dicionário; mapas e gráficos; vídeos, CDs; enciclopédias, fotos, periódicos específicos; leituras paralelas; revistas,
    • jornais; documentos e fontes; material de experiência em sala de aula; recursos digitais e/ou virtuais: computador, áudio, som, ambientes virtuais de aprendizagem, web, celular, câmera fotográficaQuestões problematizadoras:O que você entende por religião? Que religiões você conhece? Quais religiões existem no bairro onde mora? Quem pode falar sobreintolerância? O que entende por diversidade? Que exemplos de preconceitos você conhece? O que significa manifestação religiosa? ILUSTRAÇÃO
    • Texto Conceitual DIVERSIDADE RELIGIOSA E DIREITOS HUMANOSO Estado brasileiro é laico. Isso significa que ele não deve ter, e não tem religião. Tem sim, o dever de garantir a liberdade religiosa. Diz oartigo 50, inciso VI, da Constituição: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença sendo assegurado o livre exercício dos cultosreligiosos e garantia, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias”. A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais dahumanidade, como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual somos signatários. A pluralidade, construída por váriasraças, culturas, religiões, permite que todos sejam iguais, cada um com suas diferenças. É o que faz do Brasil, Brasil. Certamente,deveríamos pela diversidade de nossa origem, pela convivência entre os diferentes, servir de exemplo para o mundo. No Brasil de hoje, aintolerância religiosa não produz guerras, nem matanças. Entretanto, muitas vezes, o preconceito existe e se manifesta pela humilhaçãoimposta àquele que é “diferente”. Outras vezes o preconceito se manifesta pela violência. No momento em que alguém é humilhado,discriminado, agredido devido à sua cor ou à sua crença, ele tem seus direitos constitucionais, seus direitos humanos violados; este alguém évítima de um crime – e o Código Penal Brasileiro prevê punição para os criminosos. Invadir terreiros de umbanda e candomblé, que, alémde locais sagrados de culto, são também guardiães da memória de povos arrancados da África e escravizados no Brasil; desrespeitar aespiritualidade dos povos indígenas, ou tentar impor a eles a visão de que sua religião é falsa; agredir os ciganos devido à sua etnia oucrença, mesmo motivo que os levou ao quase extermínio na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial: tudo isto é intolerância, édiscriminação contra religiões. É o contrário do que pretende o Programa Nacional dos Direitos Humanos. O Programa Nacional dosDireitos Humanos pretende incentivar o diálogo entre os movimentos religiosos, para a construção de uma sociedade verdadeiramentepluralista, com base no reconhecimento e no respeito às diferenças.Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf_dht/cartilha_sedh_diversidade_religiosa.pdf
    • Para refletir com os alunosConforme a leitura do texto “Diversidade Religiosa e Diretos humanos”, vamos refletir sobre:Os direitos humanos são respeitados?Um país laico pode ter uma religião oficial?Por que existe tanta intolerância em relação às religiões afro-brasileiras?Existe religião melhor do que a outra?Como são tratadas as religiões de matriz africana?Por que os programas de televisão na sua grande maioria são evangélicos ou católicos?E você, o que diz sobre o respeito à religião do outro?Atividade do Professor(a)-Apresentação do conteúdo em slides;- Utilização de vídeos sobre a diversidade religiosa no Brasil e no mundo;-leituras de imagens relacionadas com o tema;-Interpretações de textos xerocopiados_Apresentação de gráficos com os números de seguidores das diversas tradições religiosas_Discussões
    • Tarefas dos Alunos-Participar de atividades em grupos;_Pesquisar sobre o conteúdo relacionado;_Apresentar seminários;_Criar blog da turma para discussões e colaborações_Elaborar portfólios com as atividades realizadasPara saber mais
    • Lista de estados do Brasil por religiãoOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Abaixo segue a lista das unidades federativas brasileiras por religião, de acordo com dados de 2009, divulgados pela pesquisa Novo Mapa dasReligiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 23 de agosto de 2011.[1][2] O estudo da FGV foi feito com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares2008-2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).[2] Geralmente o censorealizado a cada dez anos pelo IBGE costuma ser a base dedados sobre a religiosidade do brasileiro, mas as estatísticas religiosas do Censo de 2010 ainda não estão consolidadas.[3] O levantamento da FVG sebaseou em 200 mil entrevistas sobre a composição religiosa da população no final da década de 2000.[3] Evangélicos Evangélicos Afro- Sem Unidade Católicos não- Espiritualista Orientais Outras pentecostais brasileira religião Federativa (%) pentecostais (%) (%) religiões (%) (%) (%) (%) (%) Acre 50,7 12,46 24,18 0,28 0,05 0,08 1,41 10,82 Alagoas 77,10 3,45 8,63 0,39 0,07 0,02 1,93 7,85 Amapá 70,89 4,38 19,01 0,12 0,00 0,11 0,33 5,16 Amazonas 67,68 11,41 15,09 0,12 0,06 0,08 2,61 2,94
    • Bahia 71,39 7,56 8,44 1,06 0,33 0,08 1,98 9,00 Ceará 81,08 3,67 9,17 0,38 0,04 0,03 1,53 4,08 Distrito 55,88 8,22 18,87 2,75 0,16 0,52 3,57 10,01Federal Espírito Santo 57,04 15,09 15,09 0,72 0,05 0,04 1,61 10,18 Goiás 65,42 9,38 15,65 2,72 0,07 0,07 1,31 5,35 Maranhão 78,04 4,38 11,58 0,18 0,12 0,04 1,19 4,33 Mato Grosso 70,63 6,38 14,95 0,77 0,03 0,28 1,23 5,42 Mato Grosso 63,70 9,80 15,52 1,93 0,26 0,38 2,25 6,07do Sul Minas Gerais 73,32 6,77 11,63 2,21 0,10 0,12 2,10 3,55
    • Pará 66,55 5,51 19,41 0,46 0,06 0,10 1,17 6,67 Paraíba 80,25 7,80 5,54 0,33 0,05 0,00 1,74 4,30 Paraná 69,82 8,93 14,48 0,68 0,11 0,34 2,05 3,56 Pernambuco 63,84 12,24 7,52 1,34 0,11 0,05 4,25 10,60 Piauí 87,93 2,02 6,18 0,31 0,01 0,18 1,72 1,64 Rio de Janeiro 49,83 10,66 14,18 3,37 1,61 0,69 4,25 15,87 Rio Grande do 73,98 4,27 11,34 0,48 0,07 0,03 2,93 6,86Norte Rio Grande do 71,37 8,20 9,78 2,84 0,94 0,27 1,15 5,45Sul Rondônia 52,89 11,13 19,75 1,05 0,20 0,00 1,44 13,54
    • Roraima 46,78 8,67 18,28 0,36 0,00 0,33 6,17 19,39Santa Catarina 75,88 8,75 9,18 1,27 0,08 0,12 1,26 3,41São Paulo 66,12 4,13 14,62 2,30 0,42 0,78 2,63 5,99Sergipe 79,96 5,95 4,75 1,23 0,06 0,00 2,38 5,58Tocantins 70,60 6,45 15,51 0,40 0,00 0,02 1,83 5,19 Total 68,43 7,47 12,76 1,65 0,35 0,31 2,23 6,72
    • Mapa da proporção de católicos por estado.O estudo Novo Mapa das Religiões confirma a tendência - apontada pelos recenseamentos demográficos feitos pelo IBGE des
    • AvaliaçãoO aluno será avaliado conforme observação do professor em relação a: participação nas atividades em grupos; realização das tarefas;empenho; colaboração, interesse, discussões, apresentação de idéias.Exercícios de fixaçãoAtividades para responder como:O que são direitos humanos?Que lei assegura a liberdade religiosa?O que se entende por estado laico?O que diz o artigo 50 inciso VI da Constituição?Que razões levam o ser humano a ser intolerante com o outro? ANEXO
    • SUGESTÕES DE FILMESA corrente do bem – À espera de um milagre- A missãoFé demais não cheira bemEm nome de DeusLuteroDeus é brasileiroCafundóJesus de Nazaré SUGESTÕES DE LEITURASFelicidade não tem cor – Julio Emílio BrazO diálogo das religiões- Andrés Torres QueirugaDicionário das religiões- Mircea EliadeO poder do mito- Joseph Campbell
    • Como rezam as diferentes religiões do mundo?A prece é um elemento universal da espiritualidade humana, encontrada em todas as tradições religiosas. Cada uma delas segueseus próprios rituais, mas o objetivo é o mesmo: comunicar-se com a divindade, em uma atitude de devoção e máximo respeito."Antes mesmo de existirem sistemas de crença constituídos, o ser humano proferia palavras de apelo ao Criador, sempre com osentido mágico de obter paz interior e alívio para o sofrimento", diz a antropóloga Liana Maria Sálvia Trindade, da Universidade deSão Paulo (USP), especializada no estudo das religiões. Conforme a doutrina, o rito pode incluir ainda adereços especiais. NoJudaísmo, por exemplo, é obrigatório o uso do solidéu."O homem tem que ser humilde diante de Deus, jamais pode mostrar a cabeça dentro da sinagoga ou quando reza", diz o rabinoYekuda Busquila, da Congregação Israelita de São Paulo. Os muçulmanos, por sua vez, pedem graças ao Criador depois de rezar,ato que, entre eles, obedece a uma série de regras. O fiel tem que orar sempre voltado para a Meca, cidade da Arábia Saudita ondeestá seu principal santuário. Além disso, só é permitido rezar em locais limpos, daí a utilização de um pequeno tapete. "Ele podeser carregado para qualquer parte e é uma garantia de que se está rezando sobre um local puro, já que o dono do tapete sabe queele está limpo", explica o xeique Ali Abdune, presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica. Já no Catolicismo, o ritualpode ser feito tanto em particular quanto na igreja, durante a missa. Ao final da prece, é obrigatório fazer o sinal da cruz. "JesusCristo ensinou assim e por isso devemos seguir esse preceito", afirma o padre Eduardo Coelho, da Arquidiocese de São Paulo.No Budismo, a oração busca não só aproximar o homem de uma realidade superior, como ajudar o praticante a desenvolverqualidades típicas do Buda como a calma, a alegria e o amor. "É uma forma de trazer bênçãos protetoras para o dia-a-dia, apesarde nem todas as vertentes do Budismo adotarem a prece", diz Peter Harvey, professor de Estudos Budistas da Universidade deSunderland, na Inglaterra.
    • Sua religião-mãe, o Hinduísmo, também não prevê uma forma única de orar. Para eles, a prece é importante, mas não obrigatória."Nessa conversa mental com a divindade, o hindu fecha os olhos para que todos os seus sentidos fiquem voltados para seu mundointerior. Assim, ele pode ascender a patamares mentais superiores", afirma Swami Nirmalatmananda, presidente do templo HamaKrishna Vedanta, em São Paulo.Apelo ao divinoOs principais sistemas de crença fazem da oração uma reverênciaBUDISTASTanto em casa quanto no templo, a prece é feita diante de um relicário com a imagem de Buda, cercado de velas, incenso e flores.Para rezar, o budista junta as mãos, se ajoelha e se curva três vezes diante da imagem. Depois, faz as oferendas (flores, velas ealimentos), que simbolizam o ciclo da vida, a luz dos ensinamentos e a gratidãoCATÓLICOSA religião contém duas orações básicas; o Pai Nosso e a Ave Maria. Muitas vezes, o fiel reza com o rosário de 165 contas,correspondente a 15 vezes a primeira prece e 150 a segunda. Ao terminar, faz o sinal da cruz. O católico geralmente rezaajoelhado, com as mãos unidasJUDEUSAs preces estão na chamada Torá, o livro sagrado do Judaísmo, e podem ser seguidas pelo pedido de perdão, feito diretamente aDeus, sem intermediários. Sentado no banco da sinagoga, cada fiel tem seu próprio livro de orações. Conforme a seqüência depreces, ele alternadamente levanta-se e se ajoelha, depois volta a sentar. Os homens têm de usar uma pequena touca, o solidéu,em sinal de respeito a DeusHINDUÍSTASNão existem regras no Hinduísmo, mas em geral o devoto reza sentado sobre uma almofada na famosa posição de lótus: com as
    • pernas cruzadas e a coluna e a cabeça eretas. Antes de iniciar a prece, ele fecha os olhos e coloca as mãos sobre as pernas. Algunsusam um rosário de 108 contasMUÇULMANOO fiel deve rezar todo dia em cinco horários: 5:00, 12:30, 16:00, 18:30 e 20:00. Para isso, ele entra na mesquita sem sapatos e seencaminha à Sala de Oração, que ocupa a ala de um jardim aberto. No centro do jardim, fica o poço de purificação, para ele se lavarantes da prece. No muro que dá para Meca há um nicho, o mihab, que indica a direção para a qual se deve rezar. Durante a oração,o fiel se inclina para a frente, prostrado no chão, em sinal de respeito ao Criador. A testa toca o tapete especial para esse ritual(cada um deve ter o seu e cuidar de mantê-lo sempre bem limpo).http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-rezam-as-diferentes-religioes-do-mundo REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BONKER, John. Para entender as religiões. São Paulo: Ática, 1997 BRASIL. Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Presidência da República: Brasília, 2004 FONAPER. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso. 3. Ed. São Paulo: Ave Maria, 1995 Links da internet ZIMMERMANN, Pe. Roque. Ensino Religioso: uma grande mudança. Brasilia; Câmara dos Deputados. N. 46, 1998